Charada da 6a.: zona franca

charada3julho1

A charadita de hoje é bem difícil. Ou não.

O mercado dessas fotos é sui-generis. Os legumes, verduras e frutas são trazidos de outro país todas as manhãs, pelo mar.

Os barcos vêm, as barracas são montadas de madrugada e então desmontadas no começo da tarde.

O país de onde vêm as hortaliças fica a 60 km do centro desta cidade. Os idiomas falados nos dois países são diferentes. E, apesar da pouca distância, os dois nunca pertenceram a um mesmo estado nacional.

Ganha a posse do troféu da bóia quem acertar primeiro o nome da cidade e do… país? Será que se diz país, nesse caso? Bem, o nome da cidade e do lugar como um todo, digamos assim.

(Eita charada confusa.)

Menções honrosas serão distribuídas aos melhores chutes e aos respondendores mais detalhistas 🙂

Resposta:

Guilherme Lopes
Guilherme Lopes

Dá-lhe, Raposa! Apenas um dia depois de ver o seu Cruzeiro despachar o Grêmio da Libertadores (e atenção: assuntos futebolísticos aqui só têm 24 horas de validade), o Guilherme Lopes fatura mais uma: o Troféu da Bóia. Tudo porque ele deve ter se lembrado de uma mençãozinha que eu fiz a essa feira quando estive em… Curaçao, em dezembro de 2006. O post saiu só no ViajeAqui, e eu nem sei como achar! Conforme o Arnaldo, que ganha a primeira menção honrosa, esclareceu, trata-se do Mercado de Punda, no centro de Willemstad, que é montado todas as manhãs por comerciantes que trazem seus produtos da Venezuela, a 60 km dali. Apesar de estar pertinho, Curaçao nunca pertenceu à Venezuela. Ainda hoje a ilha forma, com Bonaire e St. Maarten, as Antilhas Holandesas, um departamento ultramarino da Holanda — doravante denominadas Neverlands Antilles, na definição moonwalkiana do , também honrosamente mencionado. (Aruba, ali pertinho, é um país teoricamente independente, mas com laços estreitos com a Holanda.) Daria para mencionar honrosamente quase todo mundo, mas deixo a terceira M.H. para a , pela sensacional proposta de reforma ortográfica, que deverá ser encampada por este blog e enviada para as Academias portuguesa, brasileira e macauense. Parabéns ao Guilherme e a todos!

61 comentários

Parece a feira-livre da Av D Pedro II, Ferraz de Vasconcelos. E o outro “país”, o produtor , é Mogi das Cruzes já que o sotaque deles parece realmente uma outra língua! Ah! O rio Guaió é praticamente um mar!

Olha, eu tenho certeza é la pelos lados do caribe, pq tem uma caixa no fundo da foto escrito “Plátanos”, ou seja, banana em espanhol!Outra coisa: micro país, vizinhos com línguas diferentes?! Caribe né?! ehhe
Então, meu chutão é São Vicente e Granadinas, só pq ninguém falou ainda!

Ish, acho que já acertaram… mas vou chutar o Mercado Flutuante de Bangkok. (hehehe) Tudo bem, a foto não mostra nenhum riozinho… mas essa coisa de que barco vai, barco vem. E o país de onde trazem tudo bem que poderia ser o Camboja, ali pertinho. Afinal, em Bangkok se fala tailandês e em Caboja, cambojano. hohohoho. Tá bom, eu paro. Só queria brincar. Já sei que sou café com leite! 😉

(colando do Arnaldo e disfarçando a letra para não ficar muito igual):
The Floating Market, Punda, Willemstad, Curacao.

Os ProdhutoS ChegaM da VeneSuelA. Os ComerÇianteS veneSuelaÑos vendem SSeus prodhutos FresKos que Xegam em Pequeños BharKos de pHesKa. Eles paçam o dia na ilha entre viagens para e desde a VeneSuela, e seus authênticos barckos de pexca são praCticamente as suas Kazas.

:mrgreen:

Pode ser Punda Floating Market, Curaçao

    The Floating Market, Punda, Willemstad, Curacao.

    Os produtos chegam da Venezuela. Os comerciantes venezulanos vendem seus produtos frescos que chegam em pequenos barcos de pesca. Eles passam o dia na ilha entre viagens para e desde a Venezuela, e seus autênticos barcos de pesca são praticamente as suas casas.

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