Coluna social: Terraço Itália

Terraço Itália

Recapitulando: a conVnVenção tinha sido marcada para aproveitar a vinda da Carla Portilho, de Niterói,  para um congresso em São Paulo. Tanta gente falou que ia, que animou a Meilin a pegar a ponte aérea também.

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Às vésperas do encontro, porém, o lugar ainda não tinha sido definido. Quando vi que iam mais de vinte pessoas, argumentei que dessa vez, em vez de ir a um restaurante onde todos ficassem sentados, talvez fosse melhor a gente escolher um bar onde desse para ficar de pé e circular.

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Acabei sugerindo o lugar que vinha me vindo à cabeça desde o início — o Terraço Itália — e o pessoal, uêba, aprovou. O Ernesto sugeriu que alguém fizesse uma reserva.

A Emília ligou, e disseram que o Terraço não aceitava reservas para o ambiente do bar (que era o que nos interessava), exceto para eventos fechados.

O que eles não explicaram é que justo naquela noite haveria um evento fechado no bar.

Quando cheguei, um pouco atrasado, depois das nove, levei um choque ao saber que não dava para ir ao bar.

“Mas… mas…. mas…. deve ter um pessoal….”, tentei argumentar.

“É o grupo do Viaje na Viagem?”, perguntou a hostess. Foi quando me dei conta de que, definitivamente, não somos mais virtuais. “Eles estão no restaurante dançante“.

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E lá estavam mesmo, em pé, ao redor de umas três mesas, junto à janela, e na beiradinha da pista de dança. Ficaríamos ali até depois da meia-noite, criando um ambiente de coquetel entre os comensais sentadinhos e os casais bailantes.

O som estava meio alto e a luz, meio baixa (prejudicando a devida apreciação do álbum de fotos da viagem do Ernesto e da Cibele à Namíbia!), mas ainda assim o papo rolou animadíssimo, com grupos se fazendo e desfazendo e todo mundo conversando com todo mundo. Como sempre, se falar de viagem rendesse milhagem, cada um teria acumulado umas 200 mil milhas só naquela noite.

Para você definitivamente ligar os nomes e nicks aos comentaristas e blogueiros, aí vão as fotos da conVnVenção devidamente legendadas. Aproveito para já incluir um disclaimer (desreclamador?): não, as pessoas não são vermelhas nem desfocadas na vida real; é a minha câmera, com ASA 1.600, e na minha mão, que transforma todos em colorados honorários.

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O Ernesto não levou a Cibele e a Emília foi sem o Marc, mas o Beto subiu a serra com a queridíssima Teté.

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De repente apareceu uma luz de serviço, e eu aproveitei para registrar a Lena, o Jorge, a Carla e o Ernesto.

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Quatro estreantes em conVnVenções: a Lucia Malla, o Paulo Futami com a Ana, e o Edson, que mora no Rio, estava a trabalho em Sampa e aproveitou para aparecer. Voltem sempre!

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Se não estivesse tão escuro, você reconheceria mais rápido: a Emília, a Carla2 e a Mô Gribel.

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Salvem simpatias: a Rogéria, a Carla2 e a Liciana.

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Liciana de novo, agora com o Nick e a Flavia Penido.

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Iluminados pelo flash da câmera do Beto (obrigado!), a Lucia, a Patsy, a Meilin, este que vos posta e a Karinissima.

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Momento praia: a Rogéria (que volta para Santos todo fim de semana), a Meilin (que veio do Rio), o Beto e a Teté (santistas full-time).

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A Carla, num momento David Letterman.

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A Patsy e a Lucia não parecem amigas de infância? Pois são!

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A Emília e a Carla não parecem amigas de infância? Pois estão se tornando!

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A Ana também tirou muitas fotos.

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Inclusive essa, da Lucia comigo — dá para ver que é a minha câmera, né? 🙄

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Passeio na sacada: a Rogéria, a Carla, a Karina (colega de universidade e de congresso da Carla) e a Flavia.

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E no final não é que ainda teve uma mini-sessãozinha de autógrafos? Pessoal, da próxima vez eu prometo fazer dedicatórias mais inspiradas… 😳

Se mais gente postar relatos da noite, publico aqui.

Como este engenhoso vídeo editado pela Mô Gribel a partir de fotos de celular:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Z_wpBqQveXM]

A Lucia Malla também fez um post repleto de gentilezas (brigadjim, Lucia) e de fotos em que os personagens estão muito mais reconhecíveis 😀

Oba! O Beto também postou seu relato da noite. Vão e reparem num recurso incrível da câmera dele: todo mundo emagrece, e só eu engordo. P’sonante!

E olha só — a Ana e o Paulo também subiram um post no blog novo deles!

A Meilin demorou, mas também postou.

E o Ernesto mandou fotos do elenco quase completo:

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A próxima conVnVenção ainda não está marcada. Mas provavelmente vai ser a primeira em que a tripulação vai fazer, junta, o que mais gosta: viajar. Bora pra Santos?

125 comentários

Me-ni-nas: lembrei de uma cena muito surreal no aeroporto de Dubai. Estava lá eu despachando minhas duas malas de 32 kg cada e o árabe do check in estava com cara de poucos amigos. Uma mala deu 33 kg e a outra, 31, exatamente. Juro, se tivesse ensaiado, não conseguiria distribuir o peso entre as malas desse jeito.

Pois bem, não é que ele me fez tirar o 1 kg a mais pra enfiar na outra mala?

Tive que abrir a mala mais pesada e tirei duas latonas de 500 gramas cada de mix castanhas árabes e morri de vergonha. E não ia ter jeito de enfiar essas latas na outra mala que já estava com o zíper prestes a estourar e eu não queria nem saber, que cuidasse disso já no Brasil.

Eu, que sempre escondo as malas de mão na hora do check-in (hehehe), disse que não havia jeito de enfiar, que ficaria com elas na mão.

Ele disse que de jeito nenhum as latas iam caber na minha bolsa.

– Sem problema, então. Vou comer tudo agora! – disse. Fiz a egípcia e sumi dali.

Lóóóógico que na hora de entrar no avião me deram aquele pito, que tive que despachar uma mala de bordo e fiz cara de “ah jura, eu não sabia que não posso carregar tanta coisa na mão”.

A eterna filosofia brasileira de dar jeitinho, de ser “John Armless”… Né? Ok, eu sei, é muito feio.

Mas as duas latas chegaram aqui e a turcaiada viveu feliz pra sempre com a castanhança 😀 Eêêê!

EMILIA, que inveja que tenho de pessoas como você. Kkkk. Como diz meu namorado, eu já viajo pensando no que eu vou comprar lá. E imagina como não fico louca no meio da bazarzança dos destinos que escolho? Ainda escrevo um post sobre o dia que decidi comprar uma burka.

PATSY, que informação preciosa. Vou procurar me informar. 😀 Thanks!

ROGÉRIA, não inventa indiada que minhas lombrigas ficam atiçadas. Eu nunca fui ao Paraguay e tenho certeza que iria encher o carro de muamba.

CARUARU??? Estava planejando passar o ano novo no Récife com a famiglia, mas as passagens já estão caras e meu sonho de Caruaru se foi. 🙁

Aliás, kkkkkkkkk, “show room do Mestre Vitalino” foi sensacional.

Meninas, quando eu voltar do Paquistão vou fazer um mega-bazar, tá? Já tô vendo o Riq me expulsar daqui por praticar muambança e comércio no blog dele.

Sorry, Riq.

Rogéria, eu topo o shopping tour! 🙂
Agora o lance do show room do Mestre Vitalino me fez rolar de rir sozinha 😆 😆 😆

Karinissima, você é cômica! Precisamos um dia combinar uma viagem de compras, nem que seja no Paraguai. Eu, você, a Mô, a Ana, a Mari… haja bagageiro pra tanta disposição consumista.

E, pelo o que você contou da sua mãe, seu caso é genético. Hehehe… Tô desconfiando que o meu também seja. Meus pais foram a Caruaru agora em junho para curtir a festa de São João (diga-se de passagem, divertidísssima – estive lá há 2 anos atrás) e não resistiram às famosas produções locais. Mas, ao invés de comportarem-se como turistas normais, trazendo pequenos caboclinhos de barro, animaram-se com a farta variedade e os precinhos convidativos e trouxeram caixas e mais caixas daquelas esculturas enooooormes. A casa deles está infestada delas, parece até um show room do Mestre Vitalino. Hahaha… Até hoje me pergunto como conseguiram trazer tanta coisa e tudo chegar intacto!

Pessoal, na próxima viagem vamos despachar como carga desacompanhada!!
Demora um pouquinho, mas se vocês enviaram no começo da viagem às vezes conseguem chegar aqui e depois de um mês já terem todas as coisinhas aqui para liberar. Tem empresas especializadas e sai mais barato do que pagar excesso de bagagem para a cia aérea.
Pode-se optar por via aérea, mas esse é rápido mas bem mais caro, e por via maritima que dependendo do lugar demora 2 ou 3 meses para chegar, porque as empresas esperam para consolidar todas as cargas e fazer um lote apenas!

Bom dia, tripulação, acabei de subir umas fotos do nosso encontro, estão lá no meu buteco.
A propósito, tem um monte de eventos de tango aí em Sampa, e algumas pessoas pediram pra eu repassar as informações. Quem quiser, manda um email pra meyguia @ uol com br

Karina, eu trouxe dois toritos, eram bem fofos…comprei em um sítio perto de Sillustani, um sítio arqueológico perto de Puno. O dono do sitiozinho devia ser parente do guia: ele mostrou a casa típica, serviu uma batatinha cozida e um queijinho deliciosos e depois mostrou os toritos. Foi tudo tão simpático que eu trouxe um parzinho 🙂
Falando em tranqueiras: eu sou super espartana com compras, não tenho muita paciência e não gosto de reservar nem dinheiro nem tempo para a atividade. Mas tem algumas coisas que atraem os meus olhinhos: brincos, echarpes e cia. e cerâmicas…é difícil me conter para não comprar muitos berimbaus.
Na Costa Rica quase fiquei louca com a cerâmica chorotega, acabei trazendo dois vasos pequenos (um deles acabou trincando, mas não dá nem para perceber). Agora de Bonito eu trouxe um tamanduá em cerâmica dos kadiwéus e um jacaré simpaticíssimo (não me lembro de qual tribo era a cerâmica) que estava implorando para que eu o levasse para casa 🙄

Fez????? *olhinhos brilhando* ARNALDO, ROGÉRIA, thanks pela dica. Se eu levo minha mãe junto, acho que voltamos com conteiner. Vocês não a-cre-di-tam o que a turca lôca da minha mãe (que é a melhor pessoa para se viajar pois é a pessoa mais engraçada e alto astral que conheço) inventou:

CARLA, EMÍLIA… Vocês lembram daqueles “toritos” (tourinhos, não Doritos) quer ficavam em cima das casas em Vale Sagrado, Cusco e comarcas adjacentes no Peru?

ADIVINHEM o que a minha mãe RODOU a cidade pra comprar? É… Cusco – Lima – São Paulo com um casal de toritos e outros badulaques de argila pesadíssima pra colocar em cima do quisque e fazer a peruana.

ROGÉRIA, não chegava a ser um lustre em vidro (parabéns, sua coragem me inspirou a ser ainda mais ousada nos carregamentos)… Mas deu trabalho pra fingir que a mala de mão estava levíssima quando fizemos o check-in. Imagina se desconfiassem do peso daquilo? Acho que a aeronave voaria meio torta, até.

Pior era a minha mãe: “Kaká, faz cara de quem tá carregando isopor!” kkkkk.

LUCIA, tem mais coisa que preciso postar. Só falta tempo. Mas falando assim você me deixa tooda orgulhosa, brigaduuu. 😳

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