Couchettes no ar?

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Olha só o que eu encontrei no blog Upgrade Travel Better: um projeto da Lufthansa para equipar a classe econômica (ou parte dela) com beliches — ou, em jargão ferroviário, couchettes –, como num vagão-leito de trem.

A notícia saiu originalmente no site Flight Global, que informa que o assunto ainda está no estágio de estudos preliminares, que este é apenas um dos layouts que estão sendo estudados, e que ninguém explicou se, e como, esses beliches se transformam em assentos convencionais durante as partes do vôo em que você não queira dormir.

Eu sei que 95% dos passageiros discordam de mim, mas eu prefiro mil vezes um vôo longo diurno (me encho de revistas para ter a sensação de poder mudar de assunto durante o vôo) a um noturno. A obrigação de dormir me tira completamente o sono…

(A imagem da cabine está creditada no Flight Global como tendo vindo da Lufthansa.)

62 comentários

Ainda não terminei, Nico… tô em abril ainda!

(O pior é que daqui a pouco vou ter que sair pra gravar, acho que só termino amanhã…)

Ric,

Muito boa essa coluna ao lado de destinos!! ficou ótima mesmo e deve ter dado um trabalho danado. Sei pq estou separando seus posts e os comentários por destinos no Word e dá trabalho mesmo.

Mas agora ficou mamão-com-açucar para consultar as dicas do mestre!

melhor ainda viajar de dia no sentido oeste! fui de ny para honolulu uma vez e tive um maravilhoso dia de umas 36hs. saí na hora do almoço e cheguei no happy hour. lendo um bom livro.
me se tiver que ser a noite deitado seria melhor.

Voar à noite, pra mim, é um saco. Ou melhor, pensando bem, voar é bom mesmo à noite, com insônia e dor nas costas. Mas também prefiro vôo diurno. Acho que passa muito mais rápido. O único defeito (mas não estou reclamando) é ter que acordar (ou melhor, pensando bem, nem dormir, só pra conferir e reconferir as malas) de madrugada pra pegar um carro, subir essa serra inútil, atravessar esse caos aí e levar uma hora e meia até Cumbica. Enfim, viajar é bom pra cacete.

Deu no Estadão também, Risa.

Acho difícil, porque o projeto de lei parece ser cheio de pegadinhas. Uma delas é que o país candidato a isenção de visto precisaria ter uma taxa de não-aprovação de vistos de menos de 10%; a do Brasil é de 13%.

E depois porque a primeira reação do Itamaraty é a de que que impôs o visto são os Estados Unidos, e são eles que têm que suspender. O orgulhoso Brasil não mexeria uma palha para pedir arrego.

Mas por trás de todo esse orgulho e instransigência e nacionalismo exacerbado para mim o que existe é contabilidade. Se os Estados Unidos suspenderem o visto para brasileiros, o Brasil vai ter que suspender o visto para os americanos, e o Itamaraty vai ficar sem sua fonte principal de receita…

UOL: Turismo Nova lei aprovada nos EUA pode liberar turistas brasileiros de visto. Será que dessa vez vai?

Adorei a notícia, pois me incluo nos 95% que gostam de viajar à noite. Eu tenho uma facilidade danada de pegar no sono, às vezes o avião nem decolou e eu já estou cochilando…e acordo no destino. Pra mim nem faz falta a poltrona!
Sylvia…Dormonid não funciona comigo, não, fico acordadona.

Genial ! Só o que precisamos é de uma capsula na horizontal .
Sabes Riq , eu ainda não sei o que é pior : se um voo longo de dia
ou de noite … cada um tem suas vantagens e desvantagens , mas dormir
não é problema não : d-o-r-m-o-n-i-d garante 5/6 horas de sono 🙂
e sem ressaca ao acordar .
E para os que argumentam que não gostam de tomar pois ” se acontecer
alguma coisa >>>” eu respondo : prefiro estar dormindo se acontecer
“alguma” coisa :mrgreen:

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