Enquete da semana: pousadinhas em Noronha

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Pessoal, vou atacar em breve aquele prometido dossiê de Noronha.

E adoraria saber mais sobre as pousadinhas fora do circuito vip.

Você já se hospedou numa pousada domiciliar em Noronha? Gostou ou não?

Lembra do nome? E da localização? (Era na Vila dos Remédios, na Floresta Velha ou na Vila do Trinta?)

Reservou direto ou foi com pacote?

Se foi com pacote, já sabia em que pousada ia ficar ou só foi informado ao chegar? Perdeu muito tempo ao chegar e ao sair (nos procedimentos de distribuição dos passageiros entre as pousadas) ou foi tranqüilo?

Suas experiências valem ouro…

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Bruno, quando estava lá passei na frente da Colina dos Ventos – e ela entrou imediatamente na minha lista pra uma próxima visita por causa da localização privilegiada e visual incrível… Não sei se a vizinhança com a estrada (a caminho do porto), chega a deixá-la “barulhenta”, mas sem dúvida é uma boa dica!

Riq, sobre ir com a pousada já escolhida: em 2005 isso não era regra, mas já possível em várias agências… (Não sei a CVC.) 😉

Conta mais, Bruno: dá pra escolher a pousada antes até no pacote mais básico da CVC?

Ahhhhhhhhhh Noronha!

Minha dica de Noronha tá até publicada no Freires com agradecimento e tudo… (Hehehe – Desculpe pelo momento Caras) 😛

Fui a Noronha em 2004 e fiquei na Pousada Colina dos Ventos ( http://www.pousadacolinadosventos.com.br/ ), uma domiciliar tipo A. Comprei através de pacote e fui totalmente no escuro, mas tive uma grata surpresa chegando lá. Ela fica entre a Vila dos Remédios e o Trinta, num morro que oferece uma das melhores vistas da ilha.

Mas pagando pouca coisa a mais poderia ter ficado na Pousada Estrela do Mar ( http://www.pousadaestreladomarfn.com.br ), que eu conheci lá e fiquei apaixonado e depois o Riq conheceu.

Mas hoje em dia você já pode sair com a pousada (mesmo sendo domiciliar básica) com nome definido já no momento da compra do pacote…

O transfer de chegada e saída foi tranquilo e rápido. Mas uma dica: tente sentar nas primeiras filas do avião pra descer na frente e passar antes na “imigração”… Ou melhor, pague sua taxa ambiental pela internet antes da viagem!

Oi Riq,
Eu fui em Janeiro de 2003 e fiquei hospedada na pousada Tia Zete. A pousada começou com aluguel dos quartos da própria casa e depois ela fez uns quartos reservados no fundo. Hoje em dia sinceramente não sei como está.
Fui com indicação de um mergulhador amigo meu. Ela tem costume de hospedar mergulhadores. Na época, Gabriel Pensador e o campeão mundial de surf também estavam hospedados lá.
A pousada atende bem demais. Ela fica bem no centro da ilha, perto do Flamboiant… ficou fácil de irmos pra qualquer lugar!
Os quartos tem ar condicionado, frigobar e banheiro. Atendeu super bem! Sinceramente, acho que não vale a pena pagar fortunas nas pousadas. Eu saia as 8 da manhã, voltava só depois do por do sol e a noite saia denovo pra jantar. Ou seja, pagar caro pra não usufruir não rola.
Ficamos 10 dias, mergulhamos muito, conhecemos a ilha toda e ainda deu tempo de retornar aos lugares que mais gostamos. E olha que nós perdemos um dia por causa da chuva!

Riq (e tripulação), estive em Noronha de 21 a 30 de setembro de 2005, voando com milhas Varig.

Apesar de começar tentando contratar as pousadas fora de um “pacote”, acabei utilizando os serviços de uma agência especializada, o que agilizou algumas informações e deu os benefícios de um pacote: traslados, seguro/assistência médica e transporte com acompanhamento de guias para algumas caminhadas (tudo muito bem provido, aliás, pela competente agência de receptivo Atalaia).

Mesmo não di$$$pondo para encarar uma pousada mais luxuosa, também não queria ficar refém da loteria “pousada familiar” pra só lá descobrir onde ia me hospedar.

Então investi em pesquisa (sites das pousadas, comentários de viajantes) pra já ir pra lá com pousada definida. Nenhuma destas fontes é 100% confiável, uma vez que alguns sites de pousadas mostram mais fotos da ilha do que de suas instalações, enquanto uma parte significativa dos visitantes é, digamos, bastante “generosa” em suas avaliações. 🙂

Optei por ficar na região da Vila do Trinta, de onde com alguma caminhada dá pra alcançar a vizinha Vila dos Remédios – e com menos risco de você perder o sono com os ruídos de algum bar próximo…

Fiz uma listinha com preferências de pousadas, mas foi realmente difícil conseguir disponibilidade, mesmo com quase dois meses de antecedência! De fato, tive que abrir mão das minhas primeiras opções por pura falta de vagas.

Acabei elegendo a pousada Mabuya ( http://www.mabuya.com.br ), mas como não tinha vagas pros primeiros dias, chegamos e fomos pra Pousada da Jô ( http://www.pousadadajo.com.br ).

Talvez porque os relatos sobre Noronha são em geral superlativos e inflam as expectativas da primeira viagem, ambas pousadas desapontaram. E não falo de “luxo”, evidentemente, mas exatamente daquilo que supostamente as distingue: a personalidade, o charme, o atendimento…

Destas, a pousada Mabuya sem dúvida é superior, e se aproximou mais do que consideramos um serviço razoável (mesmo devendo um banho decente e com a janela do quarto voltada pro muro). A Jô foi mais decepcionante, entregou uma experiência entre o simplório e o improviso. Numa próxima viagem eu procuraria outras opções – se possível algo com o mínimo de vista pra qualquer lugar que não seja a “rua” em frente.

Estas pousadas estão próximas, e ambas carecem de qualquer charme nas redondezas. Na verdade, em vários lugares na ilha é possível abstrair totalmente das belezas do mar e das praias próximas, tal o grau de precariedade e falta de charme de boa parte da área “urbana”.

Com uma e outra exceção, em Noronha impera a precariedade e o improviso. Um apagão de energia foi notícia recente ( http://viajenaviagem.wordpress.com/2007/06/14/noronha-reaberto/ ). A falta de água é ameaça permanente. A ilha é atravessada por uma equivocada rodovia, e o transporte público é escasso e sem vocação turística.

Nota-se um excesso de veículos na frota noronhense, onde obsoletos bugues ainda são o principal meio de transporte para os turistas. A maioria das pousadas tem estrutura simplória e sem charme, e encontrar um restaurante que una boa cozinha, ambiente e atendimento é tarefa árdua.

Parecem crer que tudo o que é amador e precário é “autêntico” e “ecológico” – e que qualquer desenvolvimento é destrutivo. Sua “reserva de mercado” impõe severas restrições a novos projetos, e preocupados em sabotar o concorrente vizinho, perdem a chance de inserir Noronha na competição com outros destinos mundiais.

Feitas as ressalvas, é claro que há outro lado: o de fora. 😉

Quem puder relevar (ou sobreviver a) isso tudo, poderá desfrutar o que Noronha tem de realmente bom: seu mar de águas cristalinas, com seus recortes e molduras característicos e rica vida marinha, destino de referência no mapa do mergulho brasileiro.

E quanto mais intimidade com o mar, mais prazerosa a experiência. Na água, snorkelling, caiaque, mergulhos livre e autônomo. Costeando a ilha, longas caminhadas em memoráveis praias e trilhas.

Em resumo: pode acreditar em todas as fotos ou nas descrições das paisagens, pois Fernando de Noronha é mesmo um lugar lindo! A idéia geral de “paraíso” que envolve o arquipélago tem na natureza a sua melhor tradução, mesmo que em parte ofuscada por seus problemas urbanos.

Estive em Noronha em março/2007. Cheguei até a perguntar aos “parceiros” deste blog se não haveria problema com as chuvas…
Não houve, não. Choveu, sim, mas como me adiantou Ricardo, ela era bastante passageira. Coisa de dez minutos.
Fui por conta própria e me hospedei na Pousada Mar Atlântico (na Floresta Nova). Quem não pode bancar as melhores (Maravilha, Zé Maria, Solar dos Ventos, Solar de Loronha, Morena), encontra uma boa pousada, para o nível geral Noronha. Não tem nenhum charme – que é raro ali -, mas é confortável… Também falaram bem da Paraíso do Atlântico (domiciliar) que fica na Vila do Trinta, bem naquela rotatória, e foi toda reformada.
A Pousada da Tia Zete, onde se hospeda Luana Piovani, também é bem considerada na ilha.
Mas aguardo suas dicas sobre Noronha porque fiquei com total gostinho de quero mais. Aquele lugar é simplesmente divino!

Riq, estive em NORONHA em setembro de 2005, e fiquei na Pousada Tio João, que na epoca estava sendo reformada. O quarto era pequeno mas limpo e confortável (ar condicionado, frigobar e banheiro no quarto) e um café da manhã satisfatório. Indiquei ela para alguns amigos que também gostaram e agora fiz reserva para meus pais que estão indo no final de agosto. A diária está R$ 160,00 o casal com café da manhã. Quando eles voltarem posso dar mais informações.
Abraços.

NORONHA é um daqueles destinos NÃO visitados (e, portanto, tampouco não “entendidos”) e que permancem (reconheço, por mais tempo do que eu mesmo considero aceitável) na estante dos destinos futuros, ainda na prateleira lá de cima…

Assim, estou mais para expectador ansioso pelas dicas e sugestões do que para colaborador….

Abraços a TODOS.

Riq, eu fui pra Noronha há um tempinho já, acho que em 1999 (meu deus…). Fiquei em uma pousada domiciliar, contratada junto com o pacote. Quando chegamos lá fomos levados pra pousada. Lembro que era tudo muito simples, mas confortável. Tinha chuveiro elétrico (que não usamos – a eletricidade, digo. tava calorzinho) e ar condicionado pré-histórico (que também não usamos).

Foi tudo tranquilo, como ficávamos muito pouco tempo na pousada, só dormíamos por lá mesmo, valeu o custo-benefício. Mas é aquilo, nada de luxos…

Riq, nessa enquete tudo o que posso falar é: segui à risca o que o Freire’s dizia na época…e fiquei na Solar dos Ventos, que não pode ser considerada uma pousadinha, pelo menos para os padrões noronhenses.
PS: Mais uma vez, a dica foi perfeita 😉

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