Enquete da semana: pousadinhas em Noronha

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Pessoal, vou atacar em breve aquele prometido dossiê de Noronha.

E adoraria saber mais sobre as pousadinhas fora do circuito vip.

Você já se hospedou numa pousada domiciliar em Noronha? Gostou ou não?

Lembra do nome? E da localização? (Era na Vila dos Remédios, na Floresta Velha ou na Vila do Trinta?)

Reservou direto ou foi com pacote?

Se foi com pacote, já sabia em que pousada ia ficar ou só foi informado ao chegar? Perdeu muito tempo ao chegar e ao sair (nos procedimentos de distribuição dos passageiros entre as pousadas) ou foi tranqüilo?

Suas experiências valem ouro…

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144 comentários

Fui a Noronha em 2003, e acertei a pousada via uma agência. Não fui de pacote, entretanto – e bobviamente não lembro o nome da pousada, só sei q ficava na Vila do Trinta.

Sobre mergulho: eu concordo com a Lena q os barcos da Atlantis são melhores mesmo, mas particularmente detestei o serviço deles. Muita gente por barco (padrão americano da operação), uma correria danada embaixo d’água, um esnobismo irritante com os mais experientes (típico “laundry list” de onde já mergulhou no mundo, postura q eu abomino), um divemaster quase detonou a máquina subaquática do meu marido… um caos. Nós mergulhamos com eles 2 dias porque havíamos já pago, e como tínhamos muitos dias ainda na ilha, resolvemos mudar para a operadora Águas Claras, q foi excelente, tratamento VIP o tempo todo. Depois de um tempo descobri que a galera q mora em Noronha (q trabalham no IBAMA, etc.) mergulha quase sempre com a Águas Claras, pq dizem q é o melhor custo/benefício. Os barcos são menores, mas a seleção de divemasters talvez compense.

É, Lena, depois de “debutar” com mergulho em Noronha fica mais difícil se entusiasmar com outros destinos… Conheço muito pouco de mergulho, mas pelo que já ouvi a Atlantis tem uma das melhores infras (se não for a melhor) de operação do país. 😉

Nossa, Ed, que chato!! 🙄

Eu havia acabado de fazer um curso de mergulho aqui em SP quando fui para Noronha e deixei para fazer a “prova”/check out lá. Por recomendação do meu instrutor aqui, escolhi a Atlantis, que é demais!! Em tudo! Estava com uma prima, também fazendo check out; as duas mortas de medo… O dive master acabou mergulhando primeiro com cada uma de nós, individualmente, para atenção integral. Depois, finalizou com as duas. Os barcos da Atlantis são os melhores que já vi!! Por ter sido a minha primeira experiência, tão “premium”, nunca mais tive coragem de mergulhar em outro lugar… Só de olhar os barquinhos das operadoras da Ilhabela, Parati, Santos, etc. não dá vontade 🙁

Pousada Sueste, ótimo custo-benefício, em frente à Solar dos Ventos, na beira da descida para a praia.

Em novembro de 2005, um quarto duplo com ar e TV custou-nos R$ 180,00 por noite. E eles têm uma piscina bem digna, com vista pro Sueste.

Fomos com milhas Smiles e voltamos com milhas TAM (codeshare Trip). Bons tempos…

Dois topicos que talvez queira explorar. A experiencia do mergulho de garrafa foi decepcionante. A operadora local nao foi profissional (o instrutor nao tinha a menor paciencia e o mergulho durou menos que o programado) e mal subimos a tona os intrutores foram dormir e os navegadores usaram o barco para pescar, conosco a bordo, sem nos perguntar nada. E no mergulho eu vi muito menos vida marinha do que num mergulho simples de snorkel em Abrolhos. Entao acho que voce podia dar dicas e etc. sobre isso.
E ao alugar um buggy tbem h preciso cuidado. O meu quebrou duas vezes, foi um saco.
Mas a ilha eh um paraiso, nao restam duvidas…

Riq, a Atalaia nos levou diretamente às pousadas, com o guia falando o básico dentro do ônibus. Deram uma paradinha no caminho pra resolver alguma burocracia, mas aguardamos no conforto do ar-condicionado. Se teve alguma coisa de palestra (no aeroporto, talvez???), acho que apaguei da memória… 😀 Só lembro das noturnas, do Ibama, programa “obrigatório” por lá.

Do/pro aeroporto é um certo pinga-pinga sim, mas os ônibus são pequenos, tinham pouca gente naqueles dias, e eles meio que separam por região. Além disso, as distâncias não são assim tão grandes, então acaba sendo bem diferente do esquema (infernal) de traslado nas cidades grandes, com as loooongas esperas.

Em resumo: esta parte foi BEM tranquila. Aliás, considero o serviço da Atalaia uma referência em qualidade no atendimento lá, uma certa ilha de profissionalismo – com o perdão do trocadilho. 🙂

Os pequenos ônibus são modernos e confortáveis, com ar-condicionado, janelas amplas, e estavam sempre impecavelmente limpos (e agradavelmente perfumados). Motoristas uniformizados, educados e pontuais. No transporte ao aeroporto usam práticos reboques pra bagagem. Sem improviso!

Os guias são formados entre o pessoal da ilha, parecem receber treinamento sobre diversos assuntos e se mostraram adequadamente preparados para o serviço.

Quando o nosso guia azaradamente estava sem seu (obrigatório) kit de primeiros socorros para resolver um corte profundo no pé da minha esposa (saindo de uma das piscinas naturais), o de outro grupo resolveu.

Ok, claro que ajudou o fato dela ser médica: fez um caprichado curativo que permitiu continuar a longa caminhada até o final. Mas assim que possível a “base” foi avisada por rádio, e daí a Atalaia providenciou transporte ao hospital, deixou-nos lá acompanhados, nos levou à farmácia a nosso pedido, fora do caminho da pousada – e ainda nos reembolsou das (poucas) despesas com o ocorrido, com medicamentos e material para os curativos vindouros.

Nota 10 pra eles! Junto com o profissionalismo da Atlantis, referência em mergulho sob todos os aspectos (do atendimento ao barco), torço muito que sirvam de “inspiração” ao restante do pessoal do turismo de lá. (E quem, em Noronha, não está de alguma forma envolvido?) 😉

Eu fui em 2001 para Noronha. Fiquei na Mabuya, se não me engano. Mas foi por acaso. Eu fechei um pacote e fui sorteado para essa pousada. E passei por essa palestra e o pinga-pinga. Lembro que várias pessoas ficaram revoltadas na época, pq só souberam disso na Ilha. E teve gente que caiu em furada, digamos.
Eu gostei. Fui com a minha mulher grávida de 5 meses, então tudo era festa. Mas em resumo: lugares maravilhosos, praias perfeitas, comida muito mais ou menos e o serviço muito a desejar. A impressão que me deu foi: já que você tá numa ilha e não tem pra onde correr é isso que temos. Dizem que melhorou demais. Eu adorei o lugar, a pousada foi bem correta, mas ainda havia muito pra crescer. Dica dos locais: fechar a pousada direto com eles pq a tarifa fica muito mais em conta. Os pacotes aumentavam em quase 100% os preços na época. Mas isso tem tempo. Espero que tenha mudado e pra melhor.

Riq,
fui para Noronha em Setembro de 2004, bem na época da regata Recife-Noronha, ou seja, a ilha estava muito cheia.

Fiz as reservas por minha conta. Minha primeira tentativa foi a Solar dos Ventos. As informãções que tinha sobre as pousadas domiciliares eram as piores, por isso fui tentando achar vaga nas que tinham alguma recomendação. Morena, Zé Maria, tia Zete, todas lotadas. Foi quando liguei para a tia Zete que a filha dela, Joana, me disse que tinha acabado de abrir sua própria pousada e que eu poderia ficar lá.

Minha maior preocupação era que as paredes não fossem de madeira natural (seguindo recomendações , também, pois na madeira escura não é possível ver as baratas!).

Paguei 180 reais pelo quarto duplo na Joana, com banheiro, ar condicionado e frigobar. O visual desta como da maioria das pousadas da ilha era aquele mesmo descrito pelo Fábio aí em cima, mas eu não estava esperando nada melhor, acho…

A Joana e seu marido foram muito atenciosos em diversas ocasiões que precisei. Um dia ele percebeu que eu havia comprado um iogurte para mim, que não constava no café-da-manhã e que eu costumo comer todos os dias, já que não posso beber leite. No mesmo dia ele saiu e comprou vários iogurtes para o resto da estadia.

Não sei como está a Joana hoje. Procurei o site , mas não achei. Na época eram apenas 3 quartos. Sei que várias das pousadas domiciliares foram reformadas e ficaram muito bonitinhas. Cheguei a visitar as indicadas pelo Bruno. Mas de fato, são todas muito mais caras do que em qualquer outro lugar do Brasil. Por isso, concordo com a Michele. A menos que esteja acompanhada da sua cara-metade e faça questão de um cantinho mais romântico e confortável, acho que não vale a pena pagar tão caro por uma hospedagem lá.

Ah, a propósito. A Joana foi nos buscar no aeroporto. Como já havíamos pago a taxa pela internet, saímos de lá rapidinho 🙂

Ah, eu já fui duas vezes à Noronha e fiquei em pousadas simples, mas superhonestas, com um café da manhã do qual sinto saudades todo dia! Em outubro do ano passado, por exemplo, fiquei na Brisamar. É no ínício daquela rua que, descendo, vai dar lá no porto. Muito limpa e com o basicão: ar, água quente, caminha macia, tudo de bom… Acho que paguei R$ 90 por dia (single). Baratinho… Eles fazem o translado aeroporto-pousada-aeroporto de graça. Essa eu escolhi por minha conta, pois viajei by myself. Da outra vez (2001) fiquei na Pousada da Mana. Fui pela CVC e caí lá. O café era uma delícia. O quarto era pequeno, mas, também, quase não ficava lá… Passei lá na frente nesta última vez qeu fui, a fachada estava meio caidinha… Mas quem vê cara não vê coração, né?

Fabio, quando você acertou com a Atalaia (é a filial de Noronha da Luck do Recife, não é?) te levaram direto pra pousada ou você precisou passar por uma palestra de introdução à ilha, seguida de pinga-pinga entre as pousadas distribuindo o povo?

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