Casa-barco em Amsterdã

Enquete | Hospedagens alternativas: qual foi a sua experiência fora de hotéis?

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Das reservas feitas na estação de trem aos hotéis confirmados via fax à experiência de trocar de casa com uma outra família, o jeito que reservamos nossa hospedagem mudou muito nas últimas décadas. E que bom! Um leque de novas experiências e histórias inusitadas se abriu bem diante de nossos olhos.

O AirBnB – grande expoente para reservas de quartos, apartamentos e casas pelo mundo – democratizou esse movimento carinhosamente apelidado de “hospedagens alternativas”.  Se você ainda não teve a oportunidade de testar o serviço, provavelmente conhece alguém que já utilizou.

Hoje já dá para alugar apartamento até em sites de reservas de hotéis, como o Booking (os apartamentos são listados juntamente com os hotéis disponíveis nas datas, mas também dá para fazer uma busca específica).

Nessa onda, muitas outras opções passaram a chamar mais a atenção do viajante descolado ou econômico. Entre elas, alternativas com nomes curiosos como WWOOF, Couchsurfing e Home Exchange. Afinal de contas, o que cada um deles significa?

Em poucas palavras, o Couchsurfing é uma plataforma onde o dono da casa oferece uma vaga de graça no sofá da sala. Já no WWOOF (World Wide Opportunities for Organic Farms) é preciso trocar algumas horas de trabalho em uma das fazendas por estadia e alimentação. O Help Exchange (HelpX) segue basicamente o mesmo conceito do WWOOF, mas oferece trabalho em outros lugares como ranchos, alojamentos, hostels, B&B e barcos.

A brincadeira não para por aí. No House Carers, em troca de hospedagem gratuita, o viajante tem de cuidar da manutenção e limpeza básica da casa e até dos animais de estimação. Já o Home Exchange é quase a ideia daquele programa “Troca de famílias”. E por fim, o Guest to Guest é praticamente uma rede social em que seus membros trocam suas casas e apartamentos durante as férias.

Ufa! Esses são só alguns exemplos para quem quer viajar ser gastar muito e ainda quer vivenciar uma experiência diferente de se hospedar em um hotel mais convencional.

Então, queremos saber: você já usou alguns desses serviços de “hospedagens alternativas” na prática? Como foi sua viagem? Conta pra gente!

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37 comentários

Usei o Airbnb 9 vezes: no Rio de Janeiro (duas vezes), Roma, Paris, Londres, Amsterdam, Dublin, Belfast, Bariloche. A maioria das experiências foi bem positiva. Os anfitriões foram bem solícitos. Pude levar pouca bagagem pois lavava a roupa nos aptos, também economizei com alimentação, pois íamos ao mercado e comíamos de manhã e à noite nas casas. Em alguns lugares fiquei vários dias e me senti como se tivesse morando realmente lá. Sem contar que ficanoa bem localizados pagando bem menos que um quarto de hotel. Em Roma fiquei a duas quadras do Coliseu! Só em Belfast que o apto estava sujo.

Alugamos pelo La Parsienne um apartamento de 160 metros 2 no Marre, a 15 metros da Rue de Rosiers, totalmente equipado e estalando de novo
4 suítes , uma sala maior que a de casa
Fomos recebidos por um agente, que virou amigo e até jantou com a família (ele nunca havia provado comida judaica, e a sogra faz e recebe muito bem)
Recomendamos fortemente, seguro e confortável!!!!

Estive há 20 dias no Hostel HC COLONIAL em Colonia De Sacramento, Uruguai. Não recomendo para ninguém. Imundo.

No momento estou em Montpellier, França utilizando um quarto alugado pelo AirBnB. Achei excelente, os proprietários, um casal jovem nos receberam muito bem, dão as dicas sobre vinho, comidas etc. passamos o dia fora e à noite utilizamos a cozinha da casa para preparar nossa refeição (eu e meu filho). Melhor custo benefício não há e nos sentimos como locais.

eu confesso: ainda prefiro um hotel! 😉
mas minhas filhas amam um AirBnB.

    Ai Val, eu também! Kkkkkk Gosto de ser turista mesmo, nada disso de “me sentir local”. Fazer comida, arrumar a casa, arrumar a casa e tirar o lixo já faço o ano todo! Férias quero é passear e aproveitar 😉

    Hehehe, adorei seu comentário, Fabíola. Não lembro onde foi que li que “férias onde preciso fazer a cama não são férias”. Adotei essa frase para mim. 😉

Fiquei uma semana num B&B em Amsterdã. Fiquei num bairro residencial, afastada da muvuca do centro, mas super bem localizada – 15 min de caminhada e bem atendido por transporte público. A dona do apartamento foi super atenciosa e nos deixou bem à vontade. No último dia pediu para que deixássemos o pagamento na mesa do café da manhã, já que ela estaria no trabalho e não nos encontraria!!
Mês passado também aluguei um apartamento em Copacabana pelo AirBnB e gostei bastante. O proprietário foi muito atencioso e o apê era impecável, exatamente como nas fotos.

Usei o Airbnb em outubro/2015 em Lisboa e Barcelona.
Não posso reclamar. Deu tudo certo: contato com os donos / recepção e disponibilidades dos mesmos / apartamentos ótimos / conforto / segurança / localização..
O apartamento de Barcelona estava um pouco sujo e era um pouco mais velho do que nas fotos… O de Lisboa, era impecável !! (aliás, quem precisar, olhe no meu perfil do airbnb)… Fiz compras na vizinhança, lavei roupa…. Vivi 10 dias como local! Economizei ao todo mais de 2000 reais em relação a ficar em um hotel. Portanto, a minha experiência foi positiva…
Ao chegar no Brasil, li um relato de uma menina que tinha ficado na Alemanha e seus pertences tinha sido todos roubados do apartamento… Uma decepção… Fiquei receosa… O que vocês acham?

    Tb vi esse relato, parece que está viralizando. Acho que é o tipo de coisa que, infelizmente, estamos sujeitos. Se até em hotel na Disney isso acontece….. Pelo menos o Airbnb tem representação no Brasil e a pessoa lá (se for verdade mesmo) vai poder voltar ao Brasil e acionar a Justiça. Ao contrário de quando sofremos algum revés no exterior onde fazemos BO, não dá em nada e ficamos a ver navios.

    O que podemos fazer é ser ainda mais criteriosos nas pesquisas e avaliações, mas nunca deixaria de usar o Airbnb por conta disso. Lembrando que em muitas viagens o Airbnb não é a melhor opção. Temos sempre que avaliar as opções (número de pessoas, local, época do ano).

Já usei AirBnb e já fiz várias trocas de casas (homeforexchange.com e homeexchange.com). Tive uma única experiência ruim com troca, não ficamos no apto porque estava sujo, o dono pediu desculpas e disse que eu não precisaria ceder o meu apartamento (ele iria depois).

Acho a experiência muito válida, porque adoro ir no supermercado, padaria, tomar um vinho antes de sair de casa, ter mais espaço disponível que um quarto de hotel.

Recomendo demais.