Enquete: viajar é uma aventura

Serra do Espírito Santo, Jalapão

| Serra do Espírito Santo, Jalapão |

Merel em MendozaNão sou uma pessoa muito aventureira. Nem muito corajosa. Até hoje, meus instantes de bravura coincidiram com as minhas viagens.

Aproveitando que viajar é por si só uma aventura, usei o empurrãozinho para fazer uma coisa ou outra fora do ordinário. E lá fui eu montanha acima na garupa de um cavalo, ou em um bote corredeira abaixo.

Nesses dois casos, lembro bem da sucessão de sentimentos: “que legal!”, “será que ainda dá pra desistir?”, “vou morrer!”, “quero ir de novo!”.

Pela superação, guardo essas memórias com ainda mais carinho.

Na minha lista de desejos de próximas viagens há mais destinos-natureza do que destinos-museu. O que significa que vêm outras aventuras por aí. Confesso por enquanto preferir os esquemas de ecoturismo para preguiçosos, com van com ar-condicionado, trilhas planas e um hotel confortável para descansar ao final, mas espero um dia ter coragem e pernas para fazer a Trilha Inca.

E você: prefere com emoção ou sem emoção? Qual foi a sua viagem mais aventureira? O que fez de mais audacioso em uma viagem? De quais confortos você não abre mão?

Aos comentários!

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47 comentários

Já fizemos várias aventuras de caminhadas e travessias. Abro mão de tudo se for a única maneira de viver aquela experiência.

Fiz essa pergunta para o meu marido e ele autorizou eu contar para vocês a maior aventura que já fiz em comemoração aos 9 meses em que meu Rick está sem fumar. Nem a minha mãe sabe o que eu fiz…
Quando fomos para Machu Picchu (e ele decidiu parar de fumar!), subimos Wayna Picchu. Pedi para ele me deixar 20 minutos sozinha meditando lá no alto, depois de eu ter vencido aquela subida que eu achava que já era um perrengue extremo (logo eu que só corro na esteira). Ele queria tirar umas fotos, cocordou e foi passear.
Há anos eu sonhava em estar naquele lugar, consegui, acabei pensando na vida, aproveitando aquela energia por uma meia hora… Terminei e fui procurá-lo. Não o achei.
Como a gente ia descer até a Gran Caverna e o Vale de La Luna (ninguém havia me dito que o retorno destas direto para MP seria um perrengue muito maior que a subida para Wayna), achei que ele já tinha ido, me podia ter me avisado e eu no meu “transe” não ouvi, enfim, EU NAO SEI ONDE EU ESTAVA COM A CABEÇA PARA ACHAR QUE MEU MARIDO TINHA SE ADIANTADO E ME DEIXADO NAQUELE LUGAR (que pouca gente vai) SOZINHA RSRS!
Sei que fui descendo, tranquilamente, até que chegou um momento que tinha uma escada de madeira (quem foi lá sabe, tenho foto!), SINISTRA! Passava pouca gente…Se meu marido estava supostamente a minha frente na trilha, quem disse que eu voltei para o início? O máximo que eu fiz foi esperar 2 chinesinhas passarem pela escada e pedir para elas me esperarem (caso eu caisse daquela altura…). Um pouco antes de chegar a Gran Caverna, escutei alguém me gritando. Era ele atrás de mim. Sei que levei um esporro, mas ganhei muitos beijinhos com pedidos de não faz mais isso NUNCA MAIS kkkk e quando chegamos na Caverna, a 1a coisa que o guarda me perguntou era se meu nome era Cristina e me informou que meu marido estava me esperando. Ele já tinha acionado um dos guardas que avisou aos demais do meu desaparecimento (#ashamedhehe)

Minha maior aventura foi o Big Ice no glaciar Perito Moreno, em El Calafate, na Patagônia argentina. Faria de novo sem pensar duas vezes (minha esposa, então namorada, acho que já não concorda comigo).

Em Aruba experimentamos pela primeira vez windsurfe e snorkel. Eu me apaixonei por snorkel, agora fico pensando em novas oportunidades de botar uma máscara, um colete de flutuação (nado muito mal) e ficar olhando pro fundo do mar (ou do rio).

Pra mim, a viagem precisa de emoção e muuuita!

Viajar pela 1ª vez pra europa sozinha, foi uma aventura inesquecível.
Recentemente, em familia fomos conhecer a cachoeira da Fumacinha e Buracão em Ibicoara, interior da Bahia, e outros atrativos da Chapada Diamantina, uma aventura e tanta…. estradas de terra,andar quase 4h pra conhecer uma cachoeira, sobe desce pedra, passar por despinhadeiros, nadar em águas geladíssimas e escuras, saltar de cachoeiras, curtir a queda d´agua, enfim valeu a pena e repetiríamos sem problemas.
Ter o conforto básico: quarto ventilado, água morna, colchão macio e um café da manhã reforçado torna a aventura mais gostosa e isso não dispensamos.

O que vale é curtir a aventura de uma viagem emocionante!

Concordo com Ludmila gosto de cidade com natureza pois gosto de fotografar e nada melhor que estar junto da natureza, e viagem que é feita com seu próprio roteiro já é uma aventura. Não gosto de nada muito radical mas aprecio trekking de pequena distância, cavalgada, e coisas interessantes que cada cidade tem.

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