Enquete: viajar é uma aventura

Serra do Espírito Santo, Jalapão

| Serra do Espírito Santo, Jalapão |

Merel em MendozaNão sou uma pessoa muito aventureira. Nem muito corajosa. Até hoje, meus instantes de bravura coincidiram com as minhas viagens.

Aproveitando que viajar é por si só uma aventura, usei o empurrãozinho para fazer uma coisa ou outra fora do ordinário. E lá fui eu montanha acima na garupa de um cavalo, ou em um bote corredeira abaixo.

Nesses dois casos, lembro bem da sucessão de sentimentos: “que legal!”, “será que ainda dá pra desistir?”, “vou morrer!”, “quero ir de novo!”.

Pela superação, guardo essas memórias com ainda mais carinho.

Na minha lista de desejos de próximas viagens há mais destinos-natureza do que destinos-museu. O que significa que vêm outras aventuras por aí. Confesso por enquanto preferir os esquemas de ecoturismo para preguiçosos, com van com ar-condicionado, trilhas planas e um hotel confortável para descansar ao final, mas espero um dia ter coragem e pernas para fazer a Trilha Inca.

E você: prefere com emoção ou sem emoção? Qual foi a sua viagem mais aventureira? O que fez de mais audacioso em uma viagem? De quais confortos você não abre mão?

Aos comentários!

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47 comentários

Com certeza estou esquecendo de várias, mas, o que lembro agora que são legais, foram:

– Andar de quadriciclo, saindo da praia que fica em frente ao maior cajueiro do mundo em Natal… em Pirangi. É um caminho muito bacana e foi um passeio muito gostoso. Vá de camisa escura, pois, a minha branca foi pro lixo devido a qtde de terra. Vá com um tenis surrado, eu fui de chinelo e meu pé tava pedindo arrego no final!

– Na minha cidade todo ano eu faço a trilha do Morro da Urca: https://www.viajenaviagem.com/2013/01/rio-de-janeiro-como-e-a-trilha-do-morro-da-urca/

– Ir pra Trindade é uma aventura em si. A gente chega, para o carro e fica fazendo algumas trilhas lights para chegar nas praias e na Pedra Que Engole. Quem quiser pode ir pras praias de barco. Detalhe: Só ligamos o carro de novo para ir embora.

– A mais recente foi em Ponta de Mangue, onde fiquei hospedado, próximo a Maragogi!!! Em frente ao resort Gran Oca, na maré baixa da Lua Cheia ou Nova, a gente anda mais de 1 km pra dentro do mar sobre os bancos de areia até chegar aos corais, que são belíssimos naquela região, com a água cristalina. é um passeio mágigo com hora marcada, pois, depende da maré!

Uma coisa que nunca me adaptei foi Acampar. Devo ter acampado umas 5 vezes e só lembro de 1 que foi legalzinho… em Aventureiros/Ilha Grande.

Prefiro mesmo estar numa pousada ou hotel. Chega uma hora que uma TV com o noticiário faz muita falta pra mim! Mesmo que numa língua que eu não entenda bulhufas!!! 😛

Faço viagens econômicas e de mochila nas costas mas não sou exatamente uma aventureira. Topo caminhadas longas e uma aventurazinha de leve, não preciso do maior conforto do mundo, durmo em barraca, e meu nível de frescura é quase 0 mas aventura no nível máximo não é o tipo de viagem que eu escolho, geralmente. Prefiro a natureza ao museu, sem dúvida, mas não é a minha praia fica 5 dias caminhando, subindo morro, etc. A não ser que no final da caminhada tenha um Machu Picchu me esperando, por exemplo. Tem que ter um objetivo final que não seja unicamente a superação para mim.Fui ao Nepal e não fiz trekking, o que pode ser absurdo para muita gente. Se tivesse tempo, teria feito um curtinho de 2/3 dias, mas honestamente, ficar andando e subindo escada por 10 dias para ver um monte de montanha não é para mim.

Ah, acho que passar uma temporada de inverno nos EUA descendo de snowboard também foi aventura massa no auge dos meus 20 aninhos.

Acho que aproveitei essas aventuras quando eu era jovem e cheia de saúde, hahahaha. Agora com 3.5 eu quero mais é muito conforto. Tá, vai: ainda me amarro numa trilha. A maior aventura da minha vida foi justamente a trilha de Aracatiba a Aventureiro, passando por Provetá, em Ilha Grande. Pauleira, mas maravilhoso demais! A praia de Aventureiro é recompensa mais que suficiente na chegada.

Meu sonho aventureiro é fazer o caminho de Santiago, ou parte dele. Vamos ver se vai rolar.

Eu já tive meus pequenos momentos-trilha, na Ilha Grande, nos Aparados da Serra, em Bonito… Mas confesso que não é a minha praia, não é o que me dá prazer – acho que sou naturalmente urbana demais pra isso!

Por outro lado, gosto de uma aventura como fiz no Havaí, sobrevoar de helicóptero um vulcão ativo… Será que conta?!? 😉

    Rsrsrsrs… Já o meu marido gosta de natureza, curte ir pro mato, andar a cavalo – mas acho que os desconfortos também não são a praia dele, não…

Olha, eu morro de medo de telefericos. So de olhar ja teemo. E em Ushuaia subi naquele treco no Glaciar Martial, pra mim foi a Maior aventura hahaha
Achei mais tenso do que chacoalhar no aviaozinho em Nazca, ou subit Huayna Pichu ou até mesmo a Isla del Sol na bolivia (que fica a 4800 m de altitude p que torna 1 passo uma grande jornada).
Sou muito urbana e tal mas tenho feito passeios bem mais natureza. Atravessar Uyuni, Machu Picchu, Paracas e agora Ushuaia,
Onde fizemos trekkking e remo. Mas mada nivel dificil. Acho que td se encaixa em “aventura empacotada” hahaha
Bom, dps de Uyuni abro mao de qq conforto. Por mim ta td tranquilo agora.
Bjs

Estou na fase do eco para idosos .
Adoro uma emoç?o e uma surpresa
com 100% de conforto antes e depois.
Minha última trilha foi no mes passado
pra Lopes Mendes ( sério, ninguem merece
aquele sobe- desce )
Vou de busao , de barco, de trem, de van
mas nao vou a pé, de cavalo, de camelo,
de bote.
No ver?o ar condicionado e bebida gelada
s?o indispensáveis ao longo do caminho
e no acampamento 😉

    Sylvia querida, eu descobri que não ia casar com meu 1o namorado por conta dessa trilha. E eu tinha 21 anos, ok? rsrs Parabéns!

Eu sou ultra medrosa, Merel. Mas ultimamente, como tenho viajado bastante sozinha, me pego em situações onde não posso dar pra trás. E, surpreendentemente, estou começando a gostar da brincadeira. Lógico que ainda estou no nível “ecoturismo para preguiçosos” – adorei esse termo, mas já é uma vitória. A vida vem se mostrando mais bonita no seu estado mais mal passado. 😀

    Adorei o “ecoturismo para preguiçosos” haha! Minha cara 🙂

Merel, super me identifiquei no seu texto. Sempre fui mega medrosa e nada aventureira e foram as viagens que me soltaram sim.
Hoje planejo várias viagens de destino-natureza e sempre quero colocar alguma aventura no meio e uma das minhas viagens preferidas, quem diria, foi pra Chapada Diamantina, não queria voltar.
Os mergulhos mesmo, que hoje amo, sempre falei que nunca mergulharia, a primeira vez foi numa viagem, claro. E agora minha listinha de destinos de viagem tem sempre um mergulho envolvido.
Acho que minha viagem mais aventureira foi pra patagônia argentina, não que tenha feito coisas super radicais, mas foi a primeira vez que me apeguei na minha botinha de trekking pra fazer mil trilhas.
Em relação ao conforto, não tem regra, cada viagem é uma viagem, e cada vez posso estar disposta a abrir mão de mais coisas. Encararia um acampamento sim, sem problemas (e a trilha inca está totalmente nos meus planos).

Gosto de aventura na medida certa, mas não me lembro de ter algum dia viajado apenas com este objetivo (ir a Disney não vale, né?).

Acho que o mais aventureiro que fiz foi pular de paraquedas (com instrutor, claro!) na Nova Zelandia. A adrenalina foi tanta que não deu nem tempo de sentir medo. O silêncio lá em cima era atordoante e a trilha sonora dentro da minha cabeça mudava a cada instante!

Inesquecível!!! De novo!!!

    Hehe, vou ter que postar lá no blog… É que esta viagem foi feita antes de eu ter uma máquina digital e vou ter que escanear as fotos… Aguardem!

    Isso mesmo! Faz uma série “Fundo do Baú” também, que é muito divertido! 😉

    Eu tenho este plano sim, Carlinhas, mas estou tão atrasado nos posts das viagens recentes que nunca consigo abrir o baú 🙂