Indómita

Enquete | Vinícolas no Chile: queremos suas dicas!

Indómita

Viajar ao Chile reserva ainda mais atrativos para os bons bebedores de vinho. Além do que se pode consumir à mesa, há muito para ver e experimentar nas diversas regiões vinícolas do país. Por sorte, uma das principais regiões está bem próxima à capital: o Vale do Maipo tem tradição em seu cabernet sauvignon e abriga a Concha y Toro, vinícola bastante conhecida pelos brasileiros. Além dela, há a Undurraga, a Cousiño Macul, a Tarapacá, e muitas outras, que podem ser visitadas em um bate-volta a partir de Santiago.

Chardonnay e sauvignon blanc são as especialidades do Vale de Casablanca, também próximo a Santiago (mas mais perto de Valparaíso). Lá estão a Casas del Bosque, a Emiliana, a Indómita e a Matetic.

Quem preferir se demorar mais um pouquinho e ter a experiência de se hospedar entre os vinhedos pode rumar para o Vale de Colchagua. O Lapostolle Residence é membro da Relais & Châteaux e tem cara de lua de mel. Há também alternativas mais em conta, e a cidade de Santa Cruz concentra a maior parte dos hotéis e pousadas.

Há ainda mais vinho para ser degustado no Vale do Maule, no Vale do Cachapoal, no Vale de Aconcágua e em muitos outros destinos que dão as boas-vindas aos eno-entusiastas.

Você já visitou vinícolas no Chile? Quais? Usou transporte público, fez o passeio com uma agência de receptivo ou contratou um motorista? Como foi a degustação? As respostas serão compiladas em um post para dar uma mãozinha a quem quiser explorar o Chile de carménère em carménère.

Aos comentários!

Leia mais:

62 comentários

Estive no Chile em dezembro último e visitei a Casas del Bosque.Estava acompanhada de meu marido e meu filho, 16 anos e minha filha, 19 anos.Foi muito bom! Eu e minha filha fizemos o tour + degustação. Tivemos um guia exclusivo que falava (tentava!!) português.O tour é rápido e bem simples, ainda não era época de colheita e o local é pequeno. Mas a degustação foi ótima, numa sala confortável, sem pressa, com o guia a nossa disposição. E os vinhos maravilhosos! Meu marido e meu filho foram fazer o passeio de bike pelos vinhedos e adoraram. Foi legal ter uma atividade para quem não bebe.Depois comemos uma tábua de frios e de frutos do mar, o restaurante é demais. Fomos de remis. Um motorista + van que eu já contactei aqui do Brasil, por indicação que eu recomendo.Achei bem perto de Santiago. Recomendo!

Visitei as vinícolas Emiliana e Santa Rita em março de 2014. A Emiliana é uma vinícola orgânica que fica no caminho para Valparaiso/Viña del Mar e é linda demais! Fora a experiência de aprender sobre o processo produtivo. Aproveitei a ida até Valparaíso/Viña e fiz uma parada por lá, de carro mesmo. Santa Rita já é uma vinícola mais comercial, o transporte de van até lá já estava incluído no tour adquirido no próprio site. Vale pela história do lugar e para conhecer todo o processo de produção do vinho, mas a Emiliana é mais apaixonante, além de os vinhos serem melhores…

Fomos a Unduraga ( http://www.undurraga.cl/ ) em Julho de 2014. Reservamos por e-mail o nosso passeio e fomos para lá de ônibus convencional mesmo. Além disso, conseguimos alterar o horário da visita no mesmo dia por email, muito bom!. A ida de volta foram bem tranquilas, na ida fomos de expresso e na volta em um parador, em que pudemos ver uma parte de Santiago não turística.
Sobre a vincula, é linda. Em Julho não já uvas nas parreiras, mas mesmo assim eles nos mostraram exemplos de cada uma das que são produzidas no Chile. O guia é bem humorado, nos mostrou todo o processo de fabricação e no final tivemos a degustação.
Recomendo a visita, principalmente no esquema de ônibus comum, uma economia de 25 mil pesos por pessoa. 🙂

    Também estive na Undurraga, pois não curto esses tours mega turísticos como a Concha Y Toro. Vinícola pequena e linda, onde se chega de transporte público na porta. Uma estradinha fofa. Apenas 4 pessoas no tour (janeiro), conhecemos as parreiras, toda a produção, com provas bem servidas e deliciosas. No final, arrematei várias garrafas de espumante rosé que estavam em oferta porque a nova produção estava chegando. Tudo delicioso e barato.

Olá.
Estive no Chile em setembro de 2012 e fui na Concha y Toro e na Undurraga. Na Concha y Toro é super tranquilo ir de metrô + ônibus. Achei a visita excelente. O fato de ser preparada pra turistas torna a visita bem legal pelos efeitos de vídeo e som e tal. Além disso o lugar é lindíssimo. O vinho é muito bom! Alguns falam contra a Concha y Toro por ser “pra turista ver”, mas pra mim é como ir à Paris e não ir na torre Eiffel. Somos turistas, ora bolas.
A Undurraga por ser mais longe eu peguei um passeio da Turistour que fazia Isla negra + Undurraga. É bem diferente da Concha y Toro e vale demais também.Eles explicam direitinho o processo. É a visita didática rs. E se bebe mais. O Late harvest deles é maravilhoso!
Enfim, recomendo altamente ambas.
Abraços,
Izabella

Em 2013 fiz exatamente o que a Cândida descreveu acima, a vinícola oferece um tour mais simples (visita aos jardins, à adega do Diablo e duas degustações, com direito a levar a taça de recordação) e outro mais completo, o que eu fiz, que soma a experiência com o sommelier (tábua de queijos e 4 taças de degustação – no final, vc leva a tábua de recordação). Em 2013 não havia esse serviço de shuttle que o Danilo citou (ou pelo menos eu não vi), usei metrô e táxi. Voltando à Santiago, desejo ir à Macul.

Visitei a Concha y Toro, fui por conta própria de metro + Taxi. Fiz reserva antecipada pela net para a degustação completa, queijos e 4 tipos de vinhos, um branco e 3 tintos. O lugar é bonito, fazem uma encenação para explicar o nome Casillero del Diablo e tals. Fui no inverno, o parreiral não estava no seu melhor momento… Achei um passeio mediano. A degustação achei interessante, pois a sommelier explicava os tipos de vinhos e harmonizava-os com queijos. Já fiz, não faria de novo!

    Também fomos na Concha y Toro de metrô até a estação Mercedes (linha azul) e de táxi até a vinícola. Na volta, pegamos um ônibus a uma quadra dali e retornamos de metrô. Pelo preço combinado entre metrô e ônibus/táxi varia pouco e em questão de tempo de ida e chegada também foi muito rápida por termos pego o táxi que passou assim que desembarcamos e o ônibus também.
    Compramos o bilhete na entrada para a visitação simples em português por U$17. Pudemos ver vários tipos de parreiras (suavignon, cabernet, etc…) e isto achei interessante. Por ser maio, algumas estavam carregadas de uvas, diferentemente da maioria das demais variedades. Os jardins são bonitos e bem cuidados, a casa também, porém só vista de fora.
    O ponto alto da visita é a degustação de dois tipos de vinho: branco e cabernet. E, também, conhecer a forma e o local de armazenamento dos vinhos concha y toro e o casilerro e seus tonéis. Na parte do casillero tem um tour com áudio e luzes emitidas nas paredes, cuja história se refere ao motivo do nome do vinho e da história inicial do vinho.
    A loja tem vinhos, camisetas, bonés, abridores de garrafas, etc. Mas os preços das garrafas não eram tão convidativas para embarcar no vôo de volta e correr o risco de quebrá-los ou do trabalho em trasportá-las. Já encontramos no Brasil por um preço parecido, acredito que isso pode variar com a época da viagem, a inflação e a taxa de câmbio já que conheço pessoas que acharam o contrário e trouxeram. Quando fomos eram poucos reais mais baratos.
    Depois pode-se levar a taça da degustação em sacolinhas bem simpáticas.
    Eu recomendo o passeio e por ser famosa é uma excelente alternativa, mas não o faria novamente. Por ser minha primeira vinícola, considero que foi uma ótima opção termos ido, mas o custo benefício não é dos melhores.

Em 2012 estive na Casas del Bosque na época da vindima (entre Março e Abril). Fomos de carro alugado e fui super fácil de achar (inclusive acabei chegando cedo demais porque achei que levaria mais tempo, mas acho que deu uns 30 min).

Fomos às parreiras, cortamos as uvas e vimos todo o processo. Fizemos a visita por conta própria mas já com o almoço harmonizado incluído. Ainda no campo teve um aperitivo com uma garrafa de vinho branco (que ficou na mesa à disposição). Depois da visita e como ainda faltava um tempo para o almoço, serviram mais uma garrafa de vinho tinto (que também ficou na mesa à disposição) com empanada de carne. No final, o almoço foi ótimo, com entrada, prato principal e sobremesa, tudo muito bem regado a vinho.

Não conheço outras vinículas, mas estávamos com um grupo de brasileiros que moram no Chile e eles disseram que foi a vinícula onde eles foram mais bem servidos. Além disso, a Casas del Bosque é considerada de pequeno porte, então o atendimento e a prestação do serviço é mais personalizada e com mais personalidade (na minha opinião).

Recomendo!

A visita à http://www.cousinomacul.com é muito prática e bonita , pois se trata de uma vinícola que está dentro da cidade. Descendo na estação de metrô Quilín (Linha 4) são só 5 minutos de táxi até a entrada da vinícola. Além disso, o vinho Don Matias deles é um excelente custo beneficio, com o preço de 15 Reais aprox nos supermercados chilenos. Verifiquem os horários das visitas no site e se possível, reservem.

    Também gostei muito da visita à Cousiño Macul. É mais aconchegante e menos espetacular mas, para se ter uma boa idéia de uma vinícola, é perfeita.

Visitei a Matetic, no Vale do Casablanca. Aluguei um carro pois queria ter liberdade com horários de chegada e saída ou visitar outras vinícolas. Acabei chegando cedo e almocei no restaurante que há no local, um local aconchegante e com boa comida.

O lugar é muito bonito e o tour foi muito interessante. A guia foi bastante simpática e deu boas explicações sobre o processo de produção dos vinhos e a preocupação da vinícola com o cultivo das uvas, utilização de métodos naturais para contenção de pragas e a qualidade do produto final. Ao final do tour fiz uma degustação de 3 vinhos produzidos e, claro, dei aquela passadinha na loja pra comprar alguns e trazer para casa. Recomendo!

Visitei a Concha y Toro em agosto do ano passado. Fui de transporte público (metrô + onibus), e gastei pouco menos de 40 minutos para chegar à vinícola. Na volta, eles fornecem um shuttle que deixa o visitante na entrada do metrô, por apenas U$1. Vale a pena.
Quanto a visita em sí (fiz a intermediária, de U$35), não sei se porque eu estava com altas expectativa, mas achei a visita meio fraca. A área da bodega não é muito grande, e o visitante não vê nada do processo de produção do vinho, apenas é apresentado ao produto finalizado. Fora isso, achei o lugar com uma “cara de Disney”, pouco auntêntico.

    Concordo plenamente com Danilo. Estive na Concha y Toro com um grupo de 6 pessoas e todas foram unânimes em achar a visita muito fraca por não mostrar o processo de produção do vinho. A taça que eles dão de brinde foi a taça mais cara que já comprei. Rs.

    Fizemos metrô+táxi, estávamos em 4. Inclusive, os taxistas já ficam em frente ao metrô oferecendo o trajeto pra vinícula. Realmente, é uma visita bem comercial. No entanto, ainda acho que vale a pena. Pude conhecer vinhos que não são oferecidos no Brasil. O restaurante é de boa qualidade, mas preço alto (como em toda Santiago). O ruim de ir de metrô é que limita as compras, porque é complicado transportar caixa de vinho no metrô. Pra nossa surpresa, pudemos comprar no free shop do aeroporto por valores equivalentes.

Atenção: Os comentários são moderados. Relatos e opiniões serão publicados se aprovados. Perguntas serão selecionadas para publicação e resposta. Entenda os critérios clicando aqui.