Entreouvido em São Paulo: no barbeiro

Ou: geografia para carecas.

De vez em quando eu traio o meu Philishave com algum dos barbeiros do bairro. (Santa Cecília deve ter a maior concentração de salões furrecos de São Paulo.)

O de ontem estava inspirado, reclamando da ex-sogra que mora de frente pro mar na Praia Grande.

– Por que aquele mitsunami tinha que ter dado tão longe? Bem que podia ter dado aqui. Né não? Se não fosse o mitsunami, podia ter sido pelo menos aquele furacão Kabrina que deu na Austrália.

(Juro pela memória da minha mãezinha.)

🙂

17 comentários

Os dois, EduD. Uso o Philishave tanto pra fazer a barba quanto pra manutenção da calvície artificial…

Ô Riq, Philishave esta meio que assim tornando um sonho de consumo, cá eu nos meus 40 e calvos anos 🙂 e sem paciência de fazer barba… Sei lá me interesssa.

Mas o assunto era cabelo ou barba?

Abração.

Riq, 🙂 !

Me lembrei de uma que ouvi em uma loja. Perguntei qual era o preço dos biquinis e a vendedora respondeu: “Os da coleção nova estão todos na faixa etária de 150!!”
Pensei, “Nossa, como estão velhinhos estes biquinis!!” 🙂

Comigo aconteceu uma coisa parecida. Sou jornalista e, durante uma entrevista, ouvi isso: “Nossa! Parecia que tinha passado uma suriname por aqui”. Ele também queria dizer tsunami.

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