Fotoblog: um dia em Maraú

Mapa da península na recepção do Kiaroa

Texto de 2009

Hoje o dia foi de intensa exploração dos pontos ditos obrigatórios da península. Mesmo sendo o único do grupo (de sete pessoas) que já tinha vindo (e vááááárias vezes), a Maraú, eu pude aproveitar bastante o passeio. Por uma simples razão: como os deslocamentos na península são muito difíceis, só fazendo um passeio organizado você consegue fazer os lerês. Nas minhas passagens eu acabo me limitando ao eixo Barra Grande-Taipus de Fora. Foi interessante finalmente conhecer as vistas dos mirantes, dar um mergulho na Lagoa Azul e ser apresentado às bromélias gigantes da região.

Lagoa Azul, vista do Morro do Farol

Lagoa Azul

Baía de Camamu, vista do Morro do Celular

Trilha das bromélias gigantes

Não era um dia auspicioso para visitar Taipu de Fora — a maré baixa tinha ocorrido às 6 e meia da manhã, e só voltaria a acontecer depois do sol se pôr. (Se eu ficasse até quarta — não fico, volto domingo mesmo — poderia encontrar as piscinas naturais no seu auge: vai ser lua nova, e às 9h30 da manhã, com sol alto, a maré vai estar a 0,1m negativo.)

Taipus de Fora -- à esquerda da piscina natural

O dia foi puxadíssimo. Paramos para almoçar na nova base náutica do hotel Kiaroa, que fica na ilha do Campinho, voltada para a Baía de Camamu. O restaurante também atende a quem esteja fazendo passeios pela baía. Recomendo.

Base náutica do hotel Kiaroa

Arroz-de-polvo

Pena que o tempo tenha repentinamente  resolvido seguir a previsão agourenta da Climatempo. Nublou geral, prejudicando o nosso passeio pela baía. Mesmo rapidinho, foi o mais interessante que eu já fiz, por ter ido a pontos que eu não conhecia. Mas sem sol, o único momento fotoblogável foi o cartão-postal de sempre, a ilha da Pedra Furada.

Ilha da Pedra Furada, Baía de Camamu

E agora com licença que eu preciso jantar…

59 comentários

Riq, nem sempre é possível ir de Itacaré para Maraú naquela travessia mais curta – do sacolejo – normalmente feita em Land Rover. Por duas vezes (será que eu sou pé frio?), estive em Itacaré e nenhuma agência se dispunha a levar até Maraú, pq havia chovido por vááááááários dias e o caminho estava intransitável. No máximo, levavam até Taipus de Fora.O que não seria nada mal, se não fosse a “baronesa”. Infelizmente, só descobrir que tal baronesa era essa quando cheguei em Taipus: é o “fenômeno” consistente no lixo das margens dos rios ir parar no mar quando chove muito. Conclusão: Taipus estava mais suja do que Copacabana. Mas eu volto – e sem chuve e baronesa!

    Nem em época seca vale a pena fazer o bate-volta, Sílvia, porque nem sempre informam o horário certo da maré, e o tempo pode virar no caminho. A piscina só vale a pena com sol. Sem sol, ou fora da hora certa da maré baixa perfeita, a praia continua boa, mas não vale o trabalho de chegar até lá (mesmo para quem vem de Barra Grande).

Riq, eu demorei para conhecer Maraú, e quando finalmente fui até lá, no ano passado, fiquei com vontade de nunca mais ir embora (até em imobiliária fui, ararara!). Ô lugar lindo.

Olá! Bom dia!
Gostei tanto das paisagens que peguei uma carona dessa sua viagem no meu blog. Espero que não se importe, mas estou também aproveitando o seu blog para conhecer e testar a aplicação de várias ferramentas para “blogueiros” rsrsrsrsrs…
Aliás, passei longas horas tentando descobrir como permitir novamente comentários no meu blog! Só porque você falou que iria dar uma passadinha por lá. (Eu tinha que arrumar a casa, né?)
Beijo

O maridão, vendo essas fotos ( sim, ficou por cima do ombro fuçando…), perguntou: mas esse lugar é no Brasil????
Need I say more?

Show de bola! Para minha próxima viagem a Itacaré e etceteras do nordeste, tenho q passar por aí…

    Dica pra todo mundo que quer fazer Barra Grande como sidetrip de Itacaré: é perfeitamente viável — desde que se programe um ou dois dias (dois seria o mínimo bacana) na península. O bate-volta a Taipus de Fora é muuuito sacrificante: duas horas e pico de sacolejos a 20 km/h para ir, e outras tantas para voltar.

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