Fujadafila.com

Para informações atualizadas, leia este post: Como furar (legalmente) a fila em monumentos e museus

Minha coluna na Época dessa semana. Agradeço ao pela inspiração do tema e pelas três primeiras dicas da lista 😀

De todos os inconvenientes possíveis de acontecer numa viagem – atrasos, mau tempo, contratempos de saúde – existe um que está ficando cada vez mais fácil de evitar: as filas. Algumas das atrações mais concorridas do planeta montaram sistemas de reserva antecipada de ingressos ou de acesso privilegiado. Na maioria dos casos dá para resolver tudo pela internet, em alguns cliques (e algumas idas ao dicionário). À primeira vista pode parecer complicado fazer a reserva pelos sites. Mas é melhor perder meia hora, no conforto da sua casa, destrinchando os procedimentos de compra, do que quarar duas ou três horas numa fila, com o taxímetro das suas férias rodando em euro ou em dólar.

Torre de Pisa. Apenas 30 pessoas por vez podem subir à torre, em visitas guiadas de meia hora. Dez lugares em cada grupo são postos à venda pela internet, pela Opera Primaziale Pisana. Custam 17 euros (2 euros a mais do que o preço na bilheteria) mas podem fazer a diferença entre subir ou não subir na torre. Chegue meia hora antes para retirar os ingressos.

Galeria Uffizi, Florença. Existem muitas agências online que oferecem ingressos para a Uffizi, mas o mais seguro – e barato – é reservar sua entrada por telefone, com antecedência. Já se pode comprar ingresso para a Uffizi (e também para a Accademia) pela internet. O endereço da bilheteria oficial é http://www.b-ticket.com/b-ticket/uffizi/default.aspx. A central de vendas dos museus de Florença atende pelo telefone (39-055) 29-4883, e você pode optar entre o atendimento em italiano ou inglês. Custa 9,50 euros. Aproveite e reserve seu ingresso para ver Davi, de Michelangelo, na Accademia: são outros 9,50 euros.

Capela Sistina, Vaticano. Para não perder uma manhã na fila, inscreva-se num tour guiado oficial do Vaticano. Custa 23,50 euros (10,50 euros a mais do que o ingresso simples), dura duas horas e pode ser reservado por fax: (39-06) 6988-5100.

Museu do Louvre, Paris. Não adianta procurar no site do museu: as entradas são vendidas em centrais como a TicketNet. O ingresso custa 9,60 euros, e a taxa para imprimir em casa, em formato PDF (evitando, assim, os custos e a demora de envio pelo correio), é de 1,30 euro.

Alhambra, Granada. Este palácio mouro é a maior atração turística da Andaluzia; no verão europeu é impossível conseguir ingressos na hora. No site Alhambra Tickets você escolhe dia e horário da visita. Para ter mais tempo dentro do palácio, reserve o primeiro horário da manhã (8h30) ou da tarde (14h). Os ingressos custam 10,88 euros e são retirados no local.

Reichstag, Berlim. Aparentemente é impossível visitar a cúpula de vidro do parlamento alemão – obra-prima de sir Norman Foster – sem mofar uma ou duas horas na fila; mas a visita, pelo menos, é grátis. Quem quiser abrir a mão, porém, pode reservar uma mesa no restaurante Käfer ([email protected]), que funciona na cúpula, e entrar direto por uma entrada lateral.

Museu Metropolitan, Nova York. O Met não cobra ingressos: sugere uma doação de 20 dólares por adulto. Para quem não quer esperar na fila, porém, a doação é compulsória. Entre pelo site do museu você pode escolher entre ser direcionado para uma central de ingressos ou preencher um formulário e pedir seus ingressos por… fax!

Empire State, Nova York. Para subir no edifício mais famoso do planeta é preciso enfrentar três filas: do controle de segurança, da bilheteria e do elevador. O site do Empire State vende dois tipos de ingresso antecipado. O de 20 dólares permite que você cabule a fila da bilheteria; o de 48 dólares faz você furar a fila do elevador também.

136 comentários

Claudio , pensa bem .. comprar pela internet pontos turisticos no Brasil..
se quem compra no guiche não recebe o comprovante e os caras
desviam o dinheiro .. imagina pela internet 😆 😆

Cláudio,

O por do sol visto do Pão de Açucar, pra mim é de tirar o fôlego de tão bonito !! 🙂

Eu também subi uma vez só na Torre Eiffel. Mas Museu D ‘ Orsay, adooro, tenho que bater ponto. Só de entrar me emociono, impressionistas são minha paixão messsmo. 😆

Toda vez que vou ao Rio de Janeiro, vou ao Corcovado e Pao de Acucar…Nao tem jeito, jah tentei evitar, mas a paixao e o orgulho de ser brasileiro, quando vejo aquela deslumbrante paisagem, eh como um RE-batismo…Nao tem fila que me impeca…
Por falar nisto, tem como comprar ingresso dos pontos turisticos do Brasil pela internet???????

A gente faz mesmo de tudo né?
Uma vez optei por fazer uma escala em Madri só para passar uns
minutos no Prado e conferir pela enésima vez o meu pintor
predileto : Bosch , e como a Carla nunca cansei de passar no
British para dar mais uma olhadinha na Cariátide e no dep. da Assiria .
Mas é pontual, específico , coisas da paixão 😆

Acho que depende muito do lugar. Alguns são só cartões-postais lerê mesmo, mas outros, dá vontade de voltar, sim… claro, dependendo do interesse de cada um. Perdi a conta de quantas vezes visitei o depto do Egito no British museum, mas não subiria outra vez na Torre Eiffel…

Eu tb sinto assim Fabio 🙂
Tanto é que falamos aqui vaarias vezes que é ótimo voltar aos
lugares e ficar zanzando pela rua sem ter ‘imperdiveis” na lista !

Atenção: Os comentários são moderados. Relatos e opiniões serão publicados se aprovados. Perguntas serão selecionadas para publicação e resposta. Entenda os critérios clicando aqui.