GPS: primeiras impressões

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É incrível como eu estou atrasado nesse negócio de GPS. Ainda que não tenha precisa alugado carrro no exterior nos últimos anos, trata-se de uma coisa que eu já deveria conhecer da minha própria vida real mesmo 😯

De modo que o primeiro contato foi um tanto traumático, por culpa da minha caipirice no assunto.

O funcionário da locadora — que me deu um belo upgrade de carro — foi buscar o GPS lá nos fundos da loja, voltou com ele na mão e já fez as setagens básicas. Escolhi inglês, porque fiquei com medo de vir em português de Portugal e eu não entender nada; ou de vir em português de dublagem de TV a cabo made in Miami.

Claro que eu fiquei uns cinco minutos dentro do carro só para descobrir onde é que ligava o bichinho.

Preciso dizer que é muito, muito estranha a sensação de entregar a responsabilidade de direção pra uma voz mecânica. Mas preciso dizer também que no segundo dia já não saberia viver sem ela :mrgreen:

Principalmente depois que eu consegui aprender a montar o aparelhinho no suporte que me deram e ele não fica mais rolando no banco ao lado 😳

53 comentários

Sem querer ser urubu (toc toc toc), mas se antes quebravam os vidros e furtavam toca-fitas nos carros aqui no Brasil, agora estão furtando os GPS da mesma maneira. Não sei como está aí em Miami. Acho melhor sempre tirar e guardar no bolso quando sair do carro. Abs!

    No ano passado fiquei hospedada em um hotel em Miami Beach (fraquinho por sinal, mas pelo site parecia oooutra coisa), o Circa 39. Pois não é que durante a noite arrombaram um carro no estacionamento do hotel e levaram o GPS? Detalhe: o carro estava alugado por dois brasileiros que também estavam no nosso hotel. Detalhe 2: Eles moram em SP e NUNCA haviam sido assaltados/furtados/sequestrados etc.
    A pessoa mora a vida toda numa cidade considerada uma das mais violentas e vai ter o GPS furtado justo em Miami! Então é bom ficar de olho sim! Todo cuidado é pouco, em qualquer lugar do mundo, né não?

Riq, vc está com um modelo intermediário bem interessante. Quando vc estiver de carro e quiser dar um upgrade, tenta arrumar um com “lane control”. Aí, naquelas “stack interchange” aí dos EUA onde há 20 pistas de cada lado e 5 viadutos partindo em 8 direções diferentes, ele mapeia direitinho em qual faixa vc deve estar, evitando, inclusive, HOV lanes e coisas parecidas 🙂

Como um fanático por mapas desde os 6 anos de idade, me senti meio “inútil” com minhas celebradas habilidades de ler mapas em semáforos, ou em movimento nas primeiras vezes em que usei o dispositivo, mas depois, não larguei mais.

Boa viagem.

    ô André, depois dessa aula, indique uma marca/modelo aí pra quem quiser comprar.

    Aconteceu algo interessante. Nâo consigo fazer o GPS recarregar autoamaticamente pelo isqueiro do carro. Quando acaba a bateria, não consigo mais usar. Eu deveria ir até uma loja da locadora para trocar o carro, mas a preguiça me fez ficar recarregando a bateria pela porta USB do computador (dura pouco, mas dá pra fazer os trajetos mais difíceis). O que aconteceu foi o seguinte: o GPS me ensina os caminhos, como um city-tour. E depois fica mais fácil fazer sozinho com um mapa.

    Mas sem esse bicho aqui nos Estazunidos não sei como dá pra se virar não…

    Antes do GPS eu achava bem difícil dirigir sem ter perguntado mil vezes como chegar a um determinado lugar, e não me arriscava sem um co-piloto pra ajudar a prestar atenção nas saídas da freeway… Com o GPS eu fui sozinha de Riverside até o aeroporto de Los Angeles numa boa, e a partir daí perdi o medo de encarar os caminhos.

    Depois percebi que nem sempre é tão fácil, que ele às vezes bota a gente numas roubadas, como insistir em um caminho em obras, ou fazer uma volta absurda pra chegar a algum lugar… Com um pouco mais de experiência no uso (e a consulta a um mapa) dá pra conferir se o GPS está mesmo programando o melhor caminho, determinando que ele vá do ponto A ao C via o ponto B, por exemplo. E é sempre bom ter o endereço de destino super claro, principalmente nos locais um pouco mais remotos, para evitar o que aconteceu comigo… Estávamos indo para um hotel na estrada para o Yosemite Park, com um daqueles endereços “estrada tal sem número”, depois de um dia super cansativo em que tivemos que fazer um desvio enorme na estrada porque o nosso caminho estava obstruído pela neve. Pois bem, já passava da meia-noite quando o danado nos larga no meio da estrada, a umas 3 milhas de distância do hotel (mas esse detalhe eu não sabia…) com um belo “arriving at destination”… 😉

Esse GPS que você leva é bom, tem uns muito fraquinhos. Estranho é não ter português em várias versões. Normalmente, é mais fácil encontrar com versão brasileira, o que até é compreensível.

Aqui no Rio, não funciona muito bem… Várias vezes ele me mandou pra dentro de favelas!!!

Aproveitando os “links” EUA e transporte, preciso de um help. Fiquei esperando até hj o post “Chegando e saindo de NY: Laguardia” e ele não veio. Alguém (Marcie) teria dicas boas pra me dar? Sem ser essas que a gente consegue no proprio site do aeroporto… Meu voo chega as 7:30 do dia 2 dezembro em Laguardia e ainda não decidi qual a melhor opção pra chegar na Times Square… Somos 3 pessoas. Brigadin, folks!

    Brigadin, Riq!! É que eu sempre fico com medo das malas não serem carregáveis por outros meios de transporte x taxistas gringos metidos a espertinhos… E tinha comido mosca nesse comment aí, sorry.

    Esqueci de abusar ainda mais… Alguém tem ideia do custo desse taxi e de quantas malas normalmente cabem neles, se tem alguma restriçao em relacao a isso, etc etc etc

    Dri, use sempre a Yellow Cab: são autorizados, regulados e tarifa fixa. E se quiser economizar ainda mais peça ao motorista que use a Queensboro Bridge – não tem pedágio.

    Aliás, se você quiser fazer uma mini VnV, me avise pelo twitter, ok? Estou em NY até dia 12.

    Ansiosa pra conhecer…Marcie…pessoalmente né…porque parece que já conheço!

    Carla, vc só vai encontrar a Marcie em Miami, não é?? E Marcie, já que vc ofereceu, eu com certeza vou aceitar!! Aguarde uma DM no twitter em breve!

    Nossa Dri leu meus pensamentos…entrei aqui pra escrever Riq faltou LaGuardia…

    É que não tem nenhum vôo do Brasil direto a La Guardia.

    Eu não vou conseguir escrever um post tão bom quanto os dois outros porque eu NÃO FIZ esse trajeto.

Oi Ricardo,

Ano passado, aluguei um carro com GPS em Miami e usei a dublagem em Português, e foi Português do Brasil. A pronúncia era bem literal, mas as indicações eram perfeitas.
E em Miami, que a ruas são bem sinalizadas, tudo fica mais fácil.
Se vc tem um co-piloto, colocar no mute é uma ótima opção!

Riq, espero que você ande muuuito de carro em suas viagens.
No meu giro pela Itália em setembro, minha anfitriã quase me colocou dentro da Galleria Vitorio Emanuele II com seu carro.
Ela não tem medo de nada… já meu anfitrião é mais cagone um pouco 🙂

Ixi, eu tambem to atrasadissima 😳 Ja viajei ao lado de quem era “conduzido” pelo GPS, mas euzinha messss, nunca dirigi com um. No fundo, acho que tambem tenho medo das duas coisas: de entregar o comando do carro a uma maquininha com sotaque e de, depois, virar dependente…

Oi Riq!!

Eu também conhecí GPS há pouco tempo, menos de um ano. Aqui em Dubai sempre relutei em comprar um, pois como a cidade é um imenso terreno de obras, todo dia as vias mudam e o gps acaba ficando obsoleto rapidinho. Porém, mesmo assim, insistí e comprei a “Rose”, minha GPS que me leva muito bem em vários lugares – apesar dos errinhos causados pelas obras de Dubai – ela sempre dá um jeitinho e recalcula de novo. Quando eu não aguento mais escutar a voz dela, coloco no mute e fica tudo bem. rsrs

O melhor de tudo é vc poder salvar os lugares no favoritos e quando tiver que voltar ali, o GPS calcula a distância e o horário previsto de chegada. Muito bom!

Riq, será que vc me ajuda a pedir ajuda dos seus leitores?? Estou pensando em ir para a Jordânia no natal, mas tenho medo do frio atrapalhar o passeio, principalmente no mar morto, a ponto de não conseguir dar um mergulho… E ir à Jordânia e não entrar no Mar Morto é pior que ir à Roma e não ver o Papa… muito pior! rs Será que tem algum leitor seu que já foi lá e pode me orientar?? Se puder colocar a dúvida aí na pauta, desde já agradeço sua ajudinha… 😉

Grande beijo,


viaggio mondo

É incrível como o gps nos deixa dependentes, percebi isso quando fui até o Sawgrass com a minha mãe ele e lembrei que a 15 anos atrás tínhamos chegado lá apenas com um mapinha…acho que hoje não conseguiria mais!!!

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