Martha Medeiros autografa sábado em SP: você vai por mim?

Um lugar na janela, Martha Medeiros

Por motivos de ~viagem~ (sim, retomei a Expedição #VnVBrasil, mas por enquanto tô só fazendo trabalho de escritório, então tô quietinho), não estarei em São Paulo neste sábado, dia 1º de dezembro, para dar um beijo na querida Martha Medeiros.

Minha talentosa amiga vai estar na cidade para autografar seu mais recente best-seller, Um lugar na janela, às 11h da manhã na Livraria Cultura do Conjunto Nacional (av. Paulista esquina rua Augusta, lado Jardins).

Já compre, li e devorei o livro, que é o segundo da Martha no tema viagens. Mas o anterior era um guia — de Santiago do Chile. Então esse é o primeiro de relatos (ou crônicas, ou memórias) de suas indas e vindas nos últimos 25 anos.

Não espere um livro recheado de dicas datadas como os últimos da Danuza (#prontofaleimermo): o que a Martha compartilha com generosidade e muita graça são suas experiências e sensações a cada viagem. Você vai rir muito da Martha mochileira que passou 45 dias na Europa hospedada em casas de amigos dos amigos que nem sabiam da sua existência até ela telefonar da estação ferroviária. E vai acompanhar sua trajetória de vida através das viagens, terminando com sua reconciliação com Nova York. É quase uma autobiografia, pípols.

Apenas dois capítulos não são de memórias. O último, “Meu jeito de viajar”, é uma compilação de dicas sensatíssimas para quem quer viajar melhor. E o primeiro, “Pré-embarque”, traz reflexões bacanas sobre o que é viajar. Adoro essa passagem:

Se para você é um suplício abandonar seu sofá, seu carro, seu travesseiro e o Fantástico aos domingos, não viaje. Se você é do tipo que não consegue se maravilhar com o que está vendo porque está mais preocupado com os mosquitos, os remédios, as gorjetas, o fuso horário e em checar os e-mails do trabalho, não viaje. Se voê não faz idéia em que ponto do mapa fica o local para onde está indo, não tem a mínima curiosidae sobre a cultura do lugar, até desconhece o idioma falado, não viaje. Se você está fazendo as mala sob coação, pois sua mulher o ameaçou com o divórcio, faz bem em ter juízo, vá com ela. mas, fora algum outro caso assim extremo, não viaje. Não é obrigatório. Não assegura uma vaga no céu. Viajar é para quem tem espírito desbravador, mas se você não tem, não tem.

Ah: falei que estou citado nesse capítulo? Honradíssimo.

Então se você estiver em São Paulo neste sábado às 11h da manhã, dê um pulinho na Livraria Cultura, pegue um autógrafo e deixe um beijo em meu nome, tá bom? Muito obrigado.

Quem não for pode comprar o livro aqui. Garanto que os fãs vão amar, e quem ainda não é fã da Martha, vai ficar.

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