Momento (mega) Tommy

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Ele voltou: Tommy. O primo da Tássia. Da Tássia Achando. Lembra?

Pois é. Ele deu uma passadinha por aqui só para você não se assustar, caso compre a antologia das Cem melhores crônicas brasileiras organizada pelo Joaquim Ferreira dos Santos e encontre, na página 329, uma crônica do autor deste blog.

😳

Estou há 10 dias fazendo este post, e até agora não consegui arranjar palavras que exprimissem tanto o orgulho por estar na companhia de meus ídolos (e da minha querida amiga Martha Medeiros, e de meu coleguinha de Guia do Estadão Antonio Prata), quanto a culpa por ocupar o lugar de cronistas donos de obras muito mais consistentes (a começar pelo próprio Joaquim).

E falando em obra (!), aí vai uma seleçãozinha clicável de crônicas que eu publiquei na coluna Xongas, primeiro no Jornal da Tarde (de 2000 a 2003), depois na Época (de 2003 a 2005).

Para você estar passando adiante (a que foi selecionada para a antologia)

Tímidos Anônimos

Afins de comer (I), Afins de comer (II) e Afins de comer (III) — que deram origem a O Efeito Sanfona – Confissões de um dependente químico de comida, meu único livro ainda em estoque

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O primeiro Herchcovitch a gente nunca esquece

L’acqua nera del capitalismo

No farol

Festa das flores

Tendência de mercado

Maria Rita vive

Complicabilizando

Última chamada, portão 6

Breve manual de alemão

55 comentários

Se eu não soubesse que é sincero, eu diria que tu tá te fazendo 🙂

Tu é um dos maiores cronistas brasileiros em atuação hoje, criatura. Get over it!!!

Nem que tivera todo o espaço do mundo este seria suficiente para o estar felicitando pelo que haverá sido uma selecção bem merecida. (Terei conseguido estar complicando suficientemente??)

E eu que tinha me esquecido destes textos do Xongas…tinha lido alguns, mas outros deixei passar, como não se identificar com ‘O primeiro Herchcovitch…)? E o Festa das Flores? Me esbaldei de rir…

Muito legal!! Parabéns!!
Lembro-me como se fosse hoje quando li seu primeiro Xongas no JT!!, a partir de então comecei a ler o jornal sempre pela ultima pagina.
Tenho o livro aqui pro México e já perdi as contas de quantas vezes li!
Saludos!!

Pode ser que não seja cópia, não, Lena. O tema tá no ar, é fácil ter idéias parecidas…

Riq,
sabe seus outros textos do Manifesto Anti-gerundista que seguiram o original? Aquele em que você “traduz” letras de música para o futuro do gerúndio? Pois é; outro dia vi em um blog a tradução do Trem das Onze pra o futuro do gerúndio, exatamente como você já havia feito!! Pura cópia!!

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