Ó só proncovô

Tradução: megablasterjumbo dos mares
Tradução: megablasterjumbo dos mares

Trips, daqui a pouco embarco aí nesse trem. Digo, embarco aí nesse maior navio de cruzeiro já construído, o Oasis of the Seas.

Diz-que o wifi vai funcionar, então espero já transmitir alguma coisa ainda hoje (sempre lembrando que o meu hoje continua por mais três horas depois que o seu acaba).

Algo me diz que eu deveria levar o meu GPS junto…

112 comentários

Carla, vocè é a cara, garota!!! Escreveu pouco e disse tudo. É por essa e outras que eu sigo os roteiros do I&V sem piscar! Há e o remédio pode deixar que eu falo com o médico antes, eu pretendo fazer outro cruzeiro sim, só não quero enjoar e dormir o tempo todo. E encontrar as mesmas pessoas, ainda que não haja uma empatia, é uma oportunidade de rever alguns conceitos e dar a segunda chance também para as pessoas. Aquela velha máxima: “tudo vale a pena se a alma não é pequena.” O Arnaldo tem uma experiência desastrosa narrada no blog dele e outras bem bacanas.

Eu sou do contra na tripulacao… claro que existem MUITAS excecoes, mas eu curto cruzeiros em geral. O lance eh sempre ver pra quem, quando, onde, como. E, pela minha experiencia, cruzeiro no exterior costuma ser mais legalzinho que no Brasil, infelizmente.

P.S.: Lena, nao eh q eu tenha as fontes… eh que faz tempo que eu tava era morrendo de vontade de entrar nessa boquinha :mrgreen:

    🙂 Tem sim Mari!

    Também concordo com a Carla. Acho cruzeiro uma boa forma de resolver viagens familiares, por exemplo. Em festas como Natal e Reveillon é uma alternativa ao aluguel de casa e com mais opções para todas as faixas etárias. Nunca fui, mas não diria não para um passeio assim.
    Agora , pelo que ouvi dizer dos mini- cruzeiros do nosso litoral, a experiência é bem ruim. Infelizmente, neste caso, o fator preço conta muuuuuito! Quanto mais barato pior!

Acho que a Carla falou tudo!
O cruzeiro pode servir de “trailer” do destino e para quem consegue seguir no contra-fluxo, dá para desempacotar.
Para que tem um hobby, é uma maneira de praticá-lo em lugares diferentes e maravilhosos, com um custo reduzido.
Eu e marido somos mergulhadores e fizemos um cruzeiro pelo Caribe. Quando o navio aportava, a maioria dos turistas ia para os pontos mais disputados dos destinos, nós íamos para debaixo d’água.
Se você fizer uma boa pesquisa e com certa antecedência dá para pegar cabines com preços muito bons.
E quanto a comer horrores: 100% verdade!

Fosse no mês passado, eu torceria o nariz indubitavelmente, no maior estilo que disse a Emília logo aqui em cima: “não comi e não gostei”… 😉

Pois agora, a veterana do minicruzeiro de 3 dias já diz assim: “depende”… 8) Para mim, o navio como destino foi legal para curtir a companhia do grupo de amigos que estava comigo – como seria legal também se eu estivesse com a minha família, por exemplo, mas acho que nem tanto se fosse em casal.

O que sempre me pareceu uma função interessante para o navio de cruzeiro é levar a pessoa a locais onde o acesso seja mais complicado de outra forma, onde os deslocamentos sejam difíceis, longos ou muito caros – daí o meu encanto com o cruzeiro à Patagônia, que vou fazer no fim de janeiro… Se eu acho que vou conhecer a Patagônia? Não, não tenho a menor pretensão – mas acho que vou ter uma idéia pra depois decidir se a Patagônia é a minha praia o suficiente pra voltar… 😀 (Acredito que um cruzeiro seja bacanérrimo no Alasca também… E até mesmo no Caribe, se a idéia da pessoa for ter uma visão panorâmica, para depois voltar. Quem tem mania de voltar, como eu, não acha uma tragédia não esgotar um destino…)

Sobre a questão do luxo e da breguice, a sério, eu acho que dá perfeitamente pra fazer o seu próprio ambiente… Eu achei a muvuca na beira da piscina de uma breguice sem igual, e os restaurantes e bares ao ar livre eram uma confusão insuportável. Então, em vez de ficar ali sofrendo, eu ia para outros ambientes do navio, curtia um café expresso delicioso em um bar quase vazio, almoçava com toda a tranqüilidade do mundo em um restaurante onde não se podia ir de roupa de banho… Não curto festas temáticas, e costumo dizer que tenho alergia a grupos – então, enquanto as festas rolavam soltas eu ia procurar um piano bar ou um showzinho no teatro…

Acho que o que eu quero dizer é que, assim como desempacotamos outros destinos, dá pra desempacotar um navio também… 😀

    Carla, tiro o meu chapéu para você nessa resposta 😀
    E eu, mesmo não tendo vontade hoje (dada a pouca disponibilidade de tempo para viajar e com tantos destinos prioritários…), não descarto a possibilidade de fazer um, daqui a um tempo, até para poder ter a experiência e falar com propriedade. Um pelo Alasca deve ser lindíssimo.

    Emilia,

    Fiz um cruzeiro pela costa do Alasca e foi muito bom, até porque, como já foi dito, é a melhor forma de se conhecer pequenas cidades quase inalcaçáveis por terra ( Juneau, a linda capital, só se pode conhecer de avião ou navio!).

    Precisamos, então, conversar. Estamos querendo fazer esse cruzeiro pro Alaska em no comecinho de abril.

    Eu por algum acaso tenho seu email? Quero mesmo conversar sobre esse cruzeiro. É uma coisa que já tenho que começar a decidir….

    Hum…comecinho de abril..
    Vamos nos encontrar no Alasca então ?
    Temos que avisar o povo 😎

    Não, querida! Comecinho, mesmo. Explico: nossos nivers são juntinhos, primeira semana de abril, e a gente sempre faz uma viagem. Estava pensando nesse cruzeiro pelo Alaska, 5 dias.
    Nada nem ninguém me manterá afastada do Rio2010, viu? 😆 😆 😆

    Bem, Emília, podemos incluir em nosso já quase completo cronograma de viagens, o cruzeiro pelo Alasca. Só para vc tirar essa impressão de “não fui e não gostei”. Está devidamente convidada! Alaska em dezembro!

    Então , é isso mesmo Carlinha ! Dá pra desempacotar tudo ,basta andar no contra-fluxo : praia no verão de terça a quinta , restaurantes badalados nas terças , shopping de manhã
    logo que abre , e fim de semana curtir a casinha 😎
    E navio , só com convite-especial ( de preferencia na pré-estréia ) 😀

    Arrasou mesmo, Carla!

    Tudo de bom o almoço no restaurante vazio, devidamente trajado (sem exageros), enquanto a farofada tá se achando na “piscina”, e se debatendo na jacuzzi de bordas negras, né? 🙂

    Carla,

    My words exactly..

    Vai ser definitiva assim lá na Patagônia 🙂

    (tenho certeza que voce vai querer voltar!).

    Haha, já estou imaginando que sim, antes mesmo de ir! Quero suas dicas, hein? 😉

    É mesmo, Carla, ainda mais o navio sendo gigante o suficiente, dá para escolher perfeitamente lugares mais tranquilos. E ir à Patagônia, Antártica ou Alasca em cruzeiro deve ser mesmo muito interessante.
    Também nunca pensei com entusiasmo em cruzeiros, mas pretendo ir um dia por curiosidade.

Olha, Riq, como muita gente aqui cruzeiros estão longe de ser a minha praia (daquele tipo: não comi e não gostei), mas que eu estou curiosa com esse relato…ah, eu estou :mrgreen:
Estava me lembrando da sua experiência do cruzeiro até Buenos, mas essa vai ser outra história…
Boa viagem! E uma ótima estréia da câmera nova 😉

A questão não é: gostar ou não gostar de cruzeiro…

Duvido que algum trip aqui recusaria um convite para participar de um cruzeiro promocional no nível desse naviozão aí. Pô, é o maior navio de cruzeiro do BUNDO! Deve ser divertido pacas! :mrgreen:

    Ah, Zé… CONVITE é outros 500. Acho é que a tripulação não empregaria seus ricos tempo e dinheirinho num cruzeiro.

    Mas pra não parecer que eu sou ubber radical, vou contar uma coisa: antes do mega boom dos cruzeiros, em meados dos anos 90, embarquei em um que foi sensacional: Recife, Natal, Fernando de Noronha (com pernoite no navio e dois dias inteiros na ilha) e Porto Seguro, chegando na sexta antes do Carnaval. Mas era um micro barco perto desses aí.

Então vamos ter uma ótima idéia de como é estar no gigante dos mares.

Estou por aqui acompanhando!!

Abs!

O duro é ter que ver as mesmas 6 mil caras todos os dias :mrgreen:

    Pois é, já pensou se não formos com a cara de uma delas? Aí iremos encontrá-la em todos os lugares, desafiando todas as leis da probabilidade. Mas, durante a Segunda Guerra Mundial, eram relativamente comuns “desaparecimentos” de oficiais não muito benquistos em alto-mar, principalmente no turno da noite… :mrgreen:

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