Orlando: qual foi a sua estratégia de visita?

Islands of Adventure, na Universal

Pessoal, desculpaê a falta de posts dos últimos dias. Orlando não é pra principiantes como eu 🙂

Depois de saracotear pra cima e pra baixo, e de me hospedar em três pontos diferentes da cidade, acho que finalmente entendo um pouquinho do lugar. Claro que não virei um expert instantâneo; qualquer criança riquinha que tenha vindo três vezes à Disney tem mais autoridade do que eu.

O que eu queria — como foi também o objetivo do zig-zag entre Chile e Argentina — era ser capaz de processar a montanha de informações disponíveis por aí e ajudar outros neófitos a entenderem o lugar.

(Fora o monte de insights e iluminações sobre o ato de viajar que estão aparecendo.)

Depois que acabar de fazer a ronda dos parques, vou postar minhas recomendações. Mas antes disso queria ouvir a experiência de vocês.

Em que parte da cidade você ficou? Alugou carro? Tentou ver tudo ou deixou alguma coisa para a próxima? Qual foi a sua estratégia para compras? E sobretudo: o que você faria diferente da próxima vez?

Obrigado!

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410 comentários

Então… também acho que não é totalmente necessário GPS em Orlando, uma vez que o desenho da área turística é bem simples. MAS, considerando que o GPS é relativamente barato (o valor do aluguel do gps por 10 dias já dá pra comprar um zero) e que quem tem não custa levar, vai acabar sendo útil pelas infomações comerciais ( lojas, restaurantes, postos de combustível, farmácias, etc).

Sobre ficar nos hotéis da Disney, de fato muito interessante e prático, principalmente se estiverem oferecendo o pacote refeição incluído. Mas prefiro ficar fora, uma vez que a diferença para hotéis do mesmo padrão dá para alugar o carro, pagar o estacionamento e sobra um pouco ainda… e vc não fica refém dos shuttle (nem que seja pra comer alguma coisa à noite ou passar rapidamente naquela loja em que vc se arrependeu de não ter levado algo).

Outlet acho que o Prime é melhor. Para comprar roupas, no entanto, vá antes na ROSS: dress for less. É uma bagunça, OK, mas desde roupas de grife a malas, vale a pena conferir (inclusive roupas de cama).

Eletrônicos, realmente a Best Buy é um passeio à parte. No entanto, Blu Ray e DVDs com preços bons e boa variedade foi no Wal Mart que achei.

Aliás, souvenirs da Disney são muito mais em conta no Wal Mart. Tive a impressão que tinha mais coisa no Wal Mart de Kissimee.

Sobre os planos, realmente vale a pena conferir o que está acontecendo na cidade e reservar um tempo pro Downtown Disney e pro Universal Citywalk, fora shows e jogos.

Parques, sugiro ficar em UM por dia. Fazendo dois vai acabar não curtindo nenhum.

As dicas mais importantes são, de fato, lembrar de beber água e usar protetor solar, e sapatos confortáveis (apesar dos pés doerem no fim do dia, não importa o que vc faça).

Se possível, chegando em Orlando vá ao Magic Kingdom primeiro. Lá vc realmente faz a “transição” e se sente de férias na Disney.
(Pra ter uma idéia, numa atração da universal uma das piadas foi “aqui não é o magic kingdom, não preciso ser legal com vc!” – óbvio que foi brincadeira, mas expressa bem o espírito da coisa)
Provem o sorvete e os Cookies da Main street.
E, claro, fique no Parque à noite para ver Wishes.

Sobre os demais parques, sugiro alternar parques “rápidos” com parques “longos”, assim parques mais “intensos” com mais “tranquilos”.

Para entender:

Parques da Disney, os brinquedos de todos são tranquilos, nada radical. O magic kingdom é um parque para o dia todo, tem muita coisa pra ver. O Epcot é muuuuuuito longo o passeio. Hollywood Studios tem os melhores brinquedos do grupo e vale demais a pena ficar à noite para ver Fantasmic!. Animal Kingdom é um parque curtinho, com muitos shows sentados (ideal para “descansar”) e talvez seja o parque mais bonito.

Universal já são parques mais “radicais”. Universal Studios tem atrações muito legais e gosto muito de simplesmente andar por ele, acho muito agradável. No entanto, ele á um parque que ocupa o dia todo fácil. O Island of Adventure, pelo nome já diz tudo… é o dia das montanhas russas e afins. muito divertido, e dá pra fazer em relativamente pouco tempo se não houver filas. Ah, levar toalha e muda de roupa seca, a Toon Land(acho que é isso) tem brinquedos que molham mas que valem a pena).

Sea World, se planejado, dá pra fazer em pouco tempo. Os shows são ótimos (novamente, um pra “descansar”) e os brinquedos bem “radicais”. Cuidado com os horários. Se quiser ver a Shamu e chegar 1 minuto atrasado, vai ter que pegar a sessão seguinte 4 horas depois ou voltar outro dia.
Do mesmo grupo, o Busch Gardens vale a ida à Tampa (1h30min de viagem). O parque é grande, os brinquedos são ótimos, assim como as atrações.

E, ah! Provavelmente vc vai gastar mais do que planejou… e vai se arrepender do que não comprou, heheheh.

Nunca fui em Orlando, devo confessar que toda vez que programo, vem um outro destino e me conquista! Acho que o destino não faz muito minha cabeça não. Bom, mas , entre todos meus amigos, familiares, que já foram centenas de vezes, a maioria realmente aluga casas. Adoram! Acham mais tranquilo, mais cômodo, mais divertido. Acho que, quando tiver filhos, eu me dobro ao destino…

Gozado, então eu fui a única que se virou perfeitamente bem andando sem GPS, só com aqueles mapinhas (HORRÍVEIS) das revistas de promoções…
O mais importante de hotel é ficar perto de alguma highway. Alugando carro (e há váaaaaaaaaaaarios pacotes com carro incluído, que ficam uma pechinha), dá pra ir em todo lugar.
A única vez que eu passei na International Drive, odiei o lugar. Uma avenida não muito larga, cheia de hotéis por todos os lados. E cheia de sinais de trânsito (e de turistas que não sabem dirigir, a 2 km por hora na sua frente). Evite, evite, evite.
Eu acho importante decidir, daqui, em que parques vc quer ir. Eu me concentrei na Disney (o sonho de infância é com a Disney, e eu ODEIO montanha russa mesmo). Faça um programinha básico de que dia ir em que parque (se vc não ficar em hotel na Disney, aproveite para NÃO ir no parque que abriu mais cedo naquele dia, que vai estar lotado o dia todo), e deixe pelo menos um dia livre pra voltar no preferido. NÃO PERCA – nem que vc tenha que voltar pro hotel e dormir de tarde, dormir mais um pouco no outro dia, descansar no Brasil, sei lá – os maravilhosos shows de fogos no encerramento dos parques da Disney. Leve uma bolsa grande ou mochila pros parques com alguns lanches saudáveis pra não perder tempo, e não se esqueça de se hidratar (e passar muito protetor solar).
Quanto a compras, a Raquel aí em cima tem razão: se você estiver com planos sérios de comprar, deixe pra ir no parque outro dia (porque senão vai ficar se sentindo culpada em qualquer ocasião). Na minha opinião, o melhor outlet, longe, é o Premium (se eu for lá de novo, nem vou me dar ao trabalho de ir nos outros). Não esqueça de checar a Best Buy para eletrônicos, e o Walmart pra tudo (se tiver algo no Walmart que você deseje, compre. Não vai achar em outro lugar mais barato. O problema só é eles não terem muitas opcões em eletrônicos, por exemplo).
Por último: não se restrinja a Orlando. Tem muita coisa legal (e não ligada a parques e/ou compras) nas vizinhanças, de modo que dá pra fazer muuuuuuita coisa por lá além de bater ponto nos parques e outlets da vida…

Nunca fiquei hospedada dentro da Disney.

Na primeira vez fiquei na International Drive, mas era excursão, então o onibus levava a gente pra todos os parques, sem preocupação. Para uma viagem aos 15 anos, quando eu não falava inglês e estava sem os meus pais, a excursão foi uma boa. Mas hoje não faria com grupo não. Aproveitei infinitamente mais as duas vezes que fui desempacotada…

Na segunda vez a viagem foi ultra rápida, três diazinhos apenas, e fiquei hospedada num hotel pertíssimo do Florida Mall. Talvez pelo pouco tempo que tínhamos, achei a localização ruim, já que não deu tempo de pisar no shopping. Tivemos dois dias dedicados a compras (um dia dedicado a compra do meu vestido de noiva e o outro a compra diversas – no outlet) e um ao Magic Kingdom, e tudo era longe do hotel. Mas em Orlando tudo é longe, pra tudo você vai precisar de carro, então a localização do hotel não é necessariamente um impeditivo. Se ficar hospedado na Disney, por exemplo, os parques Universal e Sea World estarão longe. E vice-versa.

Dessa última vez fiz uma estratégia diferente. Peguei um Fly and Drive da Tia Augusta e meio que desempacotei. O preço do hotel, vôo e carro era imbatível. Não dava pra fazer by myself sem pagar pelo menos o dobro, então fui de pacote mesmo. Mas sem guia, sem grupo, sem excursão.

Ah, e eu escolhi o hotel dentre um sem número de opções que eles me passaram. Acho que muita gente não sabe que isso é possível, pensa que hotel de pacote Fly and Drive é só aquela meia dúzia mequetrefe, mas não é. Eles tinham desde opções bem em conta até algumas mais sofisticadas (claro que não é hotel design, mas o foco da viagem não é esse né?). Escolhi um Fairfield da rede Marriot que ficava no Marriot Village, em Lake Buena Vista, coladinho na Disney. O Marriot Village é um complexo com três hotéis Marriot que compartilham piscina, estacionamento, segurança e uma pracinha de alimentação quebra-galho. O hotel era excelente, café da manhã bastante razoável e com várias comodidades perto, assim como um outlet no mesmo quarteirão (não lembro se é o Premium ou o Prime).

Como a gente não queria fazer uma maratona de um parque por dia, sem intervalos, resolvemos focar nos 4 parques Disney (sem os aquáticos), (abrindo mão, portanto, dos parques Universal e Sea World) e alternar dias de parques com dias de compras ou passeios mais lights. Compramos um ticket de 5 dias porque a diferença era muito pouca (entre o de 4 e o de 5 dias), e assim conseguimos repetir um parque (escolhemos o Hollywood Studios).

A desempacotada foi no final. Pedi para a operadora retirar os três últimos dias dias do hotel em Orlando e fechei pelo Priceline um hotel-desbunde em Miami por um preço muito bom. Com o carro alugado (com GPS), fomos de Orlando a Miami facinho facinho.

Para a desempacotada dar certo, você precisa lembrar de pedir para alterar o local de entrega do carro, já que nós pegamos em Orlando e devolvemos em Miami e retirar o trecho “Orlando-Miami” na pssagem de volta (o vôo para/de Orlando fazia escala em Miami de qualquer jeito).

Uma última dica: eu sei que já falamos exaustivamente sobre a síndrome do overplanning, mas eu acho que para visitar os parques é necessário ter alguma estratégia. Os parques são grandes, as filas também, e não é difícil chegar ao fim do dia sem ter conseguido ver metade das atrações. No meu caso, estudei os mapas com antecedência, escolhi os brinquedos que gostaria de visitar e os shows que gostaria de assistir. Programei o roteiro dentro de cada parque para que desse tempo de ver todos os shows e evitasse deslocamentos desnecessários. Também é importantíssimo utilizar o FastPass. Verifique quais são as atrações que possuem fastpass, selecione as que você quer ver e, chegando no parque, já pegue o fast pass da sua preferida. Assim que utilizá-lo, já pegue o fastpass da segunda atração preferida e por aí vai. Enquanto espera chegar a sua vez, visite as atrações menos abarrotadas. Com essa estratégia, consegui ver TODAS as atrações que eu queria em TODOS os parques. Só deixei de ver os brinquedos que considerei absolutamente dispensáveis. Alguém já mencionou que os tickets dos parques não são baratos, então é preciso saber aproveitá-lo ao máximo.

Por fim: não deixe o melhor para o final. Vá primeiro aos parques que você quer muito ir. Isso porque depois de alguns dias, não tem jeito, bate o cansaço mesmo. E aí você já vai estar sem paciência para filas e andanças, justamente naquele parque que você queria tanto ir! No meu caso, deixei o Animal Kingdom pro final e foi uma boa estratégia, pois o parque é bem menor, com temperatura mais amena (tem muita vegetação e sombras), então foi muito menos cansativo.

Riq,minha primeira vz em Miami/OrlaNDO….fOI PRA TRAZER UMAS 18 COPIADORAS DE STENCIL GESTETNER.EU ACHO Q HJ elas NEM EXISTE MAIS.
DEPOIS VOLTEI ALGUMAS VZS COM FILHA , SOBRINHAS,MÃE E PAI.Me diveri muito em tds vzs.Valeu.

Nossa, o pessoal já deixou tanta dica bacana que eu nem tenho muito mais com o que contribuir…

Já estive em Orlando 4 vezes, em idades/situações diversas. Do pacote de excursão com 13 anos ao carro alugado e outlets da viajante adulta, foram experiências bastante distintas.

Entre elas, a que mais se destacou foi a visita a Orlando em Setembro de 2004, exatamente uma semana após um grande furacão ter varrido a região de Fort Lauderdale. Peguei parques absolutamente tranquilos, sem nenhuma fila em nenhum brinquedo. Foi uma coisa até meio surreal, poder entrar direto em todas as atrações. Certamente aproveitei muito melhor o tempo!!!

(Não, não estou sugerindo a ninguém que espere para viajar na época dos furacões, mas apenas dizendo que às vezes podemos virar a nosso favor uma situação aparentemente adversa.) 🙂

    Ah! Me lembrei de uma informação interessante!

    Várias pessoas mencionaram aqui o Fast Pass, mas tem uma outra dica bacana para os parques, só que vale apenas para quem viaja sozinho!

    Ao chegar em algum brinquedo com fila muito longa, pergunte ao funcionário na entrada se há a possibilidade de você passar à frente como SINGLE RIDER.

    As pessoas de uma mesma família ou grupo de amigos que viajam juntos geralmente fazem questão de ir juntas no mesmo carrinho do brinquedo. Por causa disso, várias vezes sobra UM lugar vazio em algum dos carrinhos.
    Os funcionários podem então deixar que o SINGLE RIDER “fure a fila” e ocupe essa vaga.

    Já usei essa técnica com sucesso em brinquedos na Disneylandia, Busch Gardens e Universal.

    A prática não é divulgada ou encorajada pelos parques, mas é tão comum que ganhou até verbete na Wikipedia, com uma lista das atrações onde é possível ser um SINGLE RIDER.
    http://en.wikipedia.org/wiki/Single_rider

    Para quem viaja sozinho, é uma excelente forma de ganhar tempo!

    Ia falar sobre isso tambem! Muito bom Single Rider! Especialmente pra montanha-russa! E indo em casal muitas vezes se consegue o mesmo carrinho…

    Em alguns brinquedos a fila pro single rider é separada. Na Universal, acho.

Ric,
Sou como vc sabe anterior a geração tv, produto do cinema americano.
Me sinto como se estivesse dentro de um filme quando estou na Disney ou Universal.
Por isso me tornei um Disney Club Member há 15 anos!
Acho em primeiro lugar importante ter o Monorail na porta do hotel.
2- Na primeira semana fico nos parques Como membro tenho descontos em tudo. Faço meal plan, etc.
Nos brinquedos sepre retiro os ticketa para o próximo com antecedência .
3- Na segunda alugo um carro com “everlost” e vou pra Universa, Bush Garden
NASA ( não perca o I Max) Wet and Wild etc.
4- Nos últimos dias faço as compras nos outlets( Millenia, etc.)
E assim gasto apenas meus pontos de time sharing que me dão direito há 1 mês por ano.Em qualquer hotel na Disney. Já fiquei em todos: Board Walk, Polinesian, Grand Floridian( que tem lanchinhas. De aluguel.Um passeio lindo pelos lagos, não deixe de fazer!)
Posso gasta- los também se quizer em qualquer outro brinquedão do mundo, Como Veneza em hotéis conveniados.
Bom é isso.
Abraços .

E quando não posso viajar passo para os parentes ou amigos.
Abraços .

    Julio , no Brasil qual o contato para aquisição de um titulo Disney Club Member vc conhece? Obrigada.

Oba, assunto que tenho uma certa propriedade de falar!rs

Fui para a Disney uma única vez, e fiquei 3 meses.
Eu explico: para trabalhar!
Conheci em especial a Disney, e vale muito a pena.

Minhas dicas:

– melhor época pra ir (de acordo com férias/feriados brasileiros): segunda quinzena de janeiro em diante. Os parques ficam consideravelmente vazios, temperaturas amenas. Mas claro, não dá pra ir no parque aquático, então se você quer visitar é melhor programar para setembro…

– faça nem que seja uma refeição em um dos hoteis Disney. Não, você não precisa ser hóspede. A minha dica forte é o café da manhã do Grand Floridean, onde o café da manhã é com o personagem de Alice no Pais das Maravilhas. Tomar um chá com o Chapeleiro Maluco não tem preço!

– Jante num dos restaurantes Disney. Comida boa, com os personagens, e torna a refeição uma delícia. No meu perfil do youtube (user danipist) tem alguns vídeos do melhor restaurante (na minha opinião, claro). O Garden Grill, que fica no Epcot.

– O melhor outlet (em Kissimee, região da Disney) não é o Premium. É o Prime! As lojas da Nike e da Adidas de lá são enoooormes e sempre tem ótimas promoções! Se você for Na Black Friday (sexta-feira depois da ação de graças) e no dia depois do Natal, melhor ainda.

– Falando em Premium, é de lá que sai o ônibus que vai pro Busch Gardes (que fica em Tampa). No Premium você consegue comprar ingressos pro Busch Gardens + Sea World, com direito a mais um ingresso pra ir em um dos dois em outro dia, por USD99. O ônibus, que te pega no Premium e te deixa no Premium na volta, custa USD10. Vale a pena também.

– Se você for pra Disney em alguma ocasião especial (aniversário, casamento, afins) NÃO DEIXE de passar no Guest Relations (presente em cada um dos parques) e dizer o fato. Além de você ganhar um bottom referente ao assunto, vocês ainda podem ganhar algum brinde ou algo do gênero. É o que chamamos de Magical Moment 😉 No Guest Relations você também pode fazer reservas em restaurantes, por exemplo. E vale a pena conferir, porque sempre tem brasileiros trabalhando por lá. Uma amiga minha, a Cecília (vulgo Ciça) tá trabalhando no do MGM/Disney Studios nesse momento…

– VEJA o Wishes, no Magic Kingdon. É a queima de fogos mais linda de todos os parques (Illuminations que me perdoe!). Ver a Sinino descendo o castelo te faz sentir criança de novo.

– Se for temporada, VÁ num jogo de basket, mesmo que você goste só um pouquinho. É uma festa tão grande que você desacredita.

– Downtown Orlando só vale a pena se você for maior de 21 anos (idade para entrada na maioria dos clubs).

– Fique sempre atento ao crachá (nametag) de cada funcionários. Nelas estão especificadas os idiomas que o funcionário sabe falar, além do inglês. Pode ajudar bastante na hora do aperto…

– Entre na onda e colecione os pins (aqueles “broches” metálicos). Você pode trocar com qualquer funcionário do parque (1 seu por um dele). Se você resolver entrar na onda, mais duas dicas: 1- visite a loja “Pin Traders”, em Downtown Disney (ou passe lá nem que seja para tirar foto com as miniaturas do Mickey e da Minnie) / 2 – veja se algum dos pins tem aquela figura da cabeça do Mickey. Esses são limited edition, e não estão a venda!

Aqui uma fotinha pra ilustrar…
http://sphotos.ak.fbcdn.net/photos-ak-sf2p/v72/16/99/587291211/n587291211_149812_9592.jpg
Reparem na lanyard cheia de pins e no crachá com a bandeira do Brasil.

Eu tenho 20 milhões de outras dicas pra dar, mas não vou acabar com todas as linhas do form de comentários…
Se alguém quiser mais algumas dicas, pode mandar um mail ([email protected]), deixar comentário no meu blog, qualquer coisa. Eu vou fazer questão de ajudar =D
E se eu não souber, tem mais uma galera que foi Cast Member (quem trabalha na Disney) e que está sempre disposta a ajudar!

Abraços!

    Tem vários bons, mas esse aqui foi o melhor post até agora… podem seguir na boa.

Adorei as dicas da Raquel aí em cima.

Bom vamos lá. Vou dividir em viagem para Orlando voltada para as crianças – elas em primeiro lugar – e viagem para Orlando voltada para adultos/adolescentes – eles em primeiro lugar!

Para crianças:
1. Muito melhor ficar em hotel dentro da Disney. às vezes crianças de idades diferentes tem piques diferentes, uma dorme à tarde, outra não aguenta até de noite, etc. Dentro da Disney a mobilização é muito melhor. Ficamos uam vez em casa alugada longe e foi um mico neste ponto! As crianças inclusive dormiam no carro e não acordavam mais, muitos dias ficavam sem banho e sem jantar!
2. Ficar dentro da Disney sognifica que, todos os dias, haverá um parque no qual você poderá entrar uma hora mais cedo que o público em geral. Faz diferença! As crianças acordam cedo por causa do fuso e vale aproveitar e ir logo nos brinquedos que tem mais fila, pegar os fast pass e tal.
3. Criar o hábito nas crianças de não parar nas lojinhas, sempre estrategicamente colocadas nas saídas das atrações. Mil vezes melhor separar um dia ou dois para fazer compras. Criança não acha graça em outlet! Para eles, o melhor lugar é o Downtown Disney, que tem os restaurantes e as lojas que eles gostam, como por ex. a loja da Lego (super legal) e de produtos Disney. E uma loja de eletrônicos tipo Best Buy.
4. Nem pense em escolher super restaurantes. Como disse a Raquel, não dá para misturar compras com parques e nem restaurantes com parques! No fim, não se faz nada direito. Crianças quer brincar e no fim do dia comer num dos restaurantes do complexo Disney (o Downtown é o melhor) ou no hotel mesmo… Eles ficam muito cansados e a gente também!
5. Não adianta, eles amam o Magic Kingdom mesmo, que para adultos chega a ser chato. Idem para o Animal Park e para o Sea World, imperdível para crianças pequenas.

Para adultos/adolescentes:
1. Hotel que tiver a melhor relação preço x qualidade, onde for – centro, International Drive, Disney, etc.
2. Alugar carro GRANDE com GPS!
3. Melhores parques: Epcot, Hollywood Studios, Universal (os melhores pra mim), Bush Gardens.
4. Melhor outlet: Premium. melhor shopping básico e completo: Florida Mall. Shopping mais chique e bonito: Millenia. Melhor loja de eletrônicos: Best Buy. Melhor hiperloja: Target. Lojas de roupas com super descontos, alguém já falou aí em cima, precisa ter tempo pra camelar: Ross – Dress for Less e Marshall’s. Melhor loja de crafts: Michael’s. Melhor loja para bebês: Baby R us.
5. Tem um lugar muito legal para degustar vinhos no centro da cidade, The Wine Room. No Millenia tem o Cheesecake Factory, ótimo para almoçar.

Últimas observações:
1. Acho um mico alugar casa. É longe de tudo, tem que comprar produtos de limpeza, comida, limpar a casa… só para quem vai ficar um mês e quer cozinhar, etc.
2. Carro grande com GPS é absolutamente imprescindível mesmo.

Abraços!!

Parece um pouco óbvio, mas deixo ainda assim a dica: GPS se tornou uma fonte inesgotável de renda para locadoras. Em geral, com o suplemento que vc paga em uma semana pelo GPS, vc pode comprar um aparelho novinho, usar e ainda trazer para o Brasil, onde vc encontra sites que vendem base cartográfica brasileira fácil, fácil.

A dica, se vc não estiver muito corrido? Saia do aeroporto já com instruções (que vc vai providenciar via Google Maps no Brasil e imprimir…) de como chegar na primeira Best Buy do jeito mais fácil. Aí vc pára lá (são sempre perto de entroncamentos), estaciona, entra, compra um bom GPS e sai feliz da vida, tudo em menos de 1h, e com a satisfação de ter pago US$ 150-180 por um produto que custa 5 vezes mais no Brasil.

    Tambem fizemos essa continha…que sairia mais barato comprar um GPS e usar lá nos Estados Unidos do que alugar…
    Valeu muito a pena! (Ainda mais pra mim…ja que quem comprou foi a minha amiga e eu nao gastei nada 😳 )

    Concordo plenamente!! Fiz isso na minha primeira viagem p/ Orlando (fácil, fácil) e agora em janeiro levei meu gps p/ miami e ainda uso aqui no br!
    Melhor coisa é compre e não alugar.

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