Ouça essas:

Na falta de post novo, e ante a impossibilidade de estar plugado durante o dia, deixo com vocês os arquivos brutos (sem acabamento final) de alguns boletins recentes do rádio.

No sex, please, we’re Singaporeans

Natal em New Orleans: sem Santa Claus

Noronha na Traveller

Chinatown é pouco? Tente Thai Town

Vai por mim… e boas viagens! :mrgreen:  

16 comentários

Ha ha, Ernesto.

Se o Terra por acaso viu essa notícia aqui e resolveu ir atrás, eu vou até me sentir honrado.

Mas o mais provável é que eles tenham chegado a ela da mesma maneira que eu: garimpando notícia por aí.

A matéria é do Times, e tanto eu quanto o Terra deixamos isso bem claro 😆

Riq

Olhe o plágio descarado que está na manchete do terra:

Empresas
Sexo na suíte do avião gigante ainda não é permitido

Embora tenha reservado uma cabine com cama de casal em seu avião gigante, o A380, maior aeronave comercial do mundo, a Singapore Airlines diz que “atividades inapropriadas” estão proibidas. De acordo com o site britânico Times Online, a companhia aérea diz que as regras na cabine exclusiva são as mesmas do restante do avião – ou seja, o ato sexual não é permitido.

» Veja fotos da cabine exclusiva
» Veja fotos do interior do avião
» Veja fotos do avião
» Cliente sortudo ganha avião em churrascaria de Chitãozinho e Xororó

O casal que estreou a cabine com cama de casal do A380, os australianos Tony e Julie Elywood, achou a regra “estranha”. Segundo Tony, a companhia aérea vende uma cama de casal, dá privacidade, oferece champanhe e depois diz que o passageiro “não pode fazer o que viria naturalmente”.

Na viagem de estréia do avião gigante, a empresa não precisou se preocupar em fiscalizar sua cabine exclusiva. De acordo com Julie, o casal ficou tão ocupado em atender aos jornalistas e curiosos em conhecer o local que eles “não teriam oportunidade”.

Riq, não tem muito a ver com VnV, mas, você sabe, o seu blog já se tornou um grande veículo de comunicação.

Riq, direto da sua Terra: Livro que integra escultura de Drummond e Quintana é furtado em Porto Alegre.
“- DESCULPE, DRUMMOND , tu sabes que eu sou meio distraído, como os poetas costumam ser, mas, por acaso, ontem, não tinhas um livro na mão?
– Tinha, Mário, tinha um livro na mão. Só que este livro foi roubado, Mário.
– Roubado, Drummond? Que coisa. Roubaram um livro da tua mão. E quem foi que roubou, Drummond?
– Não conheço a pessoa. Mas até que foi gentil. Não me machucou, não me agrediu. Simplesmente levou o livro e se foi.
– Quem sabe é um leitor teu, Drummond. Leitores, às vezes, fazem o possível e o impossível para obter as obras de seus autores preferidos. Claro, o cara podia ter esperado a Feira do Livro, que abre esta semana, mas vai ver tinha pressa em te ler e estava sem dinheiro.
– Pode ser, Mário. Mas acho que o nosso amigo terá uma decepção. O livro não tinha nada escrito. Era um livro de bronze.
– De bronze, Drummond? Que interessante. Tu sabes que uma vez quiseram me homenagear fazendo o meu busto em bronze. Eu disse que um engano em bronze era um engano eterno. Acho que o leitor não conhecia a minha frase, porque o livro de bronze foi para ele um engano, não é mesmo, caro Drummond?
– Não sei, Mário. Não sei. Você sabe que o quilo do bronze é vendido por cerca de R$ 5 em lojas e depósitos de sucata. Como este livro tinha 3 quilos, o nosso amigo vai faturar R$ 15. Tem muito livro que não chega a esse preço. Ou seja: se foi engano, pelo menos foi um engano lucrativo.
– Mas de qualquer maneira terá uma decepção. Se fosse um livro de verdade, ele, pelo menos, leria um poema teu. Aliás, Drummond, uma curiosidade: se tivessem te pedido um poema, um único poema, para o livro de bronze, qual seria?
– Não sei. Acho que faria algo inédito. Que tal este, Mário? “No meio do caminho tinha um livro de bronze/ tinha um livro de bronze no meio do caminho…”
– Muito bom, Drummond. E eu completaria: “Todos esses que aí estão/ atravancando o meu caminho/ eles passarão…”
– “Eu passarinho”, Mário?
– É, Drummond. Eu, passarinho. Voando, voando. E levando comigo um livro de bronze.”

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MOACYR SCLIAR escreve, às segundas-feiras, um texto de ficção baseado em notícias publicadas na Folha.

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