Prós x contras: dólar, euro, peso, real, travelers, cartão de crédito, saque internacional ou Visa Travel Money?

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407 comentários

Este é sempre um assunto bastante polêmico, né? Nem sempre as dicas se adequam ao viajante.
Já viajei pra alguns lugares e concordo quando você diz que a melhor receita é um mix. E saber guardar um ás na manga é fundamental para sobreviver no exterior.
Ter alguns trocados na moeda local é mesmo fundamental, independente da taxa de conversão nos aeroportos. Vale lembrar que o euro e o dólar são moedas fortíssimas, mas o tiozinho da barraquinha de sanduíches não vai aceitá-las quando você chegar morrendo de fome em São Petersburgo, por exemplo.

Outra coisa, não leve por nada desse mundo notas de 500 euros, principalmente se vc for pro leste europeu, pois é muito difícil trocar. Em Praga, se não fosse meu Master para poder sacar algumas coroas tchecas, não teria conseguido pagar o táxi pro aeroporto.

Riq, didático como sempre. Só vale ressaltar que a Europa, pelas regras de imigração pede que se leve em espécie pelo menos 50 EU(ou 57, não me lembro direito) para cada dia que passar lá, então, não vale levar menos do que isso em espécie pois o ofical da imigração pode encasquetar e não adianta mostrar o cartão de crédito. Principalmente na Espanha/Inglaterra. Uma amiga minha, mulher, desacompanhada, teve que mostrar o $$$$ em espécie na França, belive or not.

    Bem lembrado Paula. Uma amiga que veio por Lisboa (ela ia pra Barcelona) e pediram a ela a mesma coisa. Não dá pra vacilar nem com reserva de hotel nem com o dinheiro em cash. E, além do dinheiro vivo, um cartão de crédito internacional ajuda um bocado na hora de passar pela imigração.
    Eu, pessoalmente, prefiro levar dinheiro vivo e o cartão de crédito pro caso de acabar. Vim pra Portugal no ano passado e deixei parte do dinheiro no Banco do Brasil e parte veio em cash. Em 1 mês que eu tava aqui deu a LOUCA no mundo e o euro que tava por 2,62 subiu pra 3 euros! A minha dica é: enquanto o mercado financeiro não estiver estável, o melhor é comprar o que der em um dia que a moeda tiver boa, pra não correr riscos. E deixar o cartão de crédito pra casos de extrema necessidade (e comprinhas extras)

Riq, mais uma vez um excelente post!

Eu particularmente sou fã do mix dinheiro vivo + cartão de crédito, pois já tive muitos problemas para fazer saque no exterior e existem várias lugares que não aceitam cartão. Eu sei que é mais inseguro andar com dinheiro, mas não gosto de ficar dependente de sistemas (e olha que eu sou analista de sistemas…), principalmente em feriados, quando não te uma viva alma para te ajudar e tudo está fechado, inclusive casa de câmbio. Além disso, você as vezes perde um bom tempo procurando caixas automáticos que aceitem o seu cartão, e tempo é dinheiro.

Eu levo dinheiro em espécie (nem muito, nem pouco) com a pretensão de não usar. Como regra, só uso cartão de crédito, exceto quando não dá (táxi ou pequenos gastos, p. ex.) ou quando não compensa (em alguns lugares – no Peru isso ocorreu bastante – quando você saca o cartão o vendedor ou o garçom vem informar que o preço para pagamento em cartão é mais caro, normalmente uns 20% a mais). Nos demais casos, se aceitar cartão, pago com ele, seja lá o que for. Tem dado certo, até porque nunca coincidiu de eu estar viajando em período de oscilações violentas de câmbio. A compensação pelo uso de cartão vem em passagens aéreas.

Não costumo fazer saques de minha própria conta corrente porque nas vezes em que tentei perdi bastante tempo indo de caixa em caixa eletrônico sem que fosse conseguida conexão com minha conta corrente (que é do Banco do Brasil) no Brasil. E as vezes em que deu certo só consegui fazer saques de pequenos valores e, por isso, precisei fazer mais saques para conseguir a quantia desejada. Como o BB cobra uma taxa por saque e também um percentual do valor sacado, as tarifas bancárias cobradas fizeram essa opção não valer tanto a pena, já que foram necessários vários saques para conseguir a quantia que queria. Hoje eu levo o cartão do banco e aviso ao meu gerente da viagem, mas só como uma cautela, caso o dinheiro em espécie não dê ou eu seja furtado/roubado ou perca o dinheiro e, além disso, também ocorram problemas com os dois cartões de crédito (bloqueio/furto/roubo/perda).

Não uso traveler check nem VTM.

Sobre o assunto, há muitas informações interessantes em http://viajeaqui.abril.com.br/blog/82737_comentarios.shtml?1311328

Olá!
Estava pegando o 100 dicas para viajar melhor… para ler justamente sobre o que valeria mais a pena! Excelente! Aproveitando o post. Estou indo para Trento semana que vem e queria dar um pulinho na regiao do Piemonte também!Alguma sugestao de imperdiveis nestas duas áreas? Obrigada pelas dicas super úteis!

    Pegando carona no link que o Riq deixou… O Piemonte é “a food lover’s paradise” e com o calor que anda fazendo por aqui (35ºC), nao sei se é uma boa pedida… Os vinhos a base de nebbiolo (Barolo por exemplo) não são exatamente “frescos” e a comida tipica que o acompanha, idem.
    Pra mim, a melhor época pra desbravar o Piemonte é no outono, com um clima mais ameno e quando é também a época dos tartufos e aí a região vira uma orgia gastronomica.
    Se voce tiver mesmo que ir pro Piemonte, nessa época do ano a regiao dos lagos, na minha opiniao, é mais indicada.
    Uma opçao interessante lá perto é a costa da Liguria, que está entrando na alta temporada.

    Super Obrigada pela dica!Acho que vou focar meu tempo na região de Trento e deixar o Piemonte para a próxima!!!

Muitos anos atrás, muito antes do Euro, um amigo meu me ensinou a sempre levar comigo dinheiro do lugar que havia visitado e gostado. Na opinião dele, supersticioso que só, isso me traria de volta. Se é verdade, não sei, mas sempre funcionou. Sempre que eu chegava tinha pelo menos o dinheiro para as primeiras despesas. Claro que a carteira era volumosa, mas valia a pena. Eu ainda faço isso hoje, e quando acaba uso o cartão de crédito e o saque em caixas automáticas. Há um porém : cada vez mais aqui nos EUA estão aumentando as taxas para uso de cartões e saques fora do país. E sim, cada vez que viajo tenho que ligar para as administradoras pra avisar que vou viajar, o que acho um saco, mas…

    Eu tb nunquinha saio sem dinheiro de verdade . Freud explica os perrengues pré-internet , pós revolução industrial .
    Já me safei de poucas e boas por ter mony trocadinho 😆
    O mais complicado de tudo é carregar dinheiro no calor, e em destinos praianos ( o que fazer com a bendita bolsinha de cintura ? ) 😳
    Mas , com certeza absoluta , hoje é preciso montar uma cesta financeira bem mais variada , pra viajar sem ficar perdendo um tempo precisoso , com o óbvio.
    Não tem nada mais chato e pré historico do que ficar sem dinheiro e ter que correr atrás do din din .

É uma viagem bastante sem pé nem cabeça. http://www.skyscanner.net. Boa sorte.

    Eheheh Riq é verdade, agora tô vendo que é sem pé e nem cabeça…O que vc me aconselharia? Poderia mudar algo para Amsterdam?rsrsrsr
    Tô doidinha:)
    Valeu

    Vivi,

    1) Não alimente expectativas quanto ao Réveillon. Ele é chato em qualquer lugar fora do Brasil; no frio, mais ainda.
    http://viajeaqui.abril.com.br/blog/64140_comentarios.shtml?1311328

    2) No auge do inverno, há luz na Escandinávia das 9 às 15h. Se você não for atrás de hotel de gelo e Papai Noel na Lapônia, não é uma época muito recomendável.

    3) “A Suíça” é um conceito meio amplo, sobretudo quando você tem 3 ou 4 dias e olhe lá. Eu tentaria ver paisagens alpinas — e ficar de vigília o tempo suficiente para dar algum dia muito bonito e os picos serem visíveis. Na pressa, eu não iria.

    4)Deslocamentos e preços ficam mais viáveis quando você escolhe itinerários que façam sentido geográfico.

    5) Nessa época do ano eu escolheria cidades cosmopolitas que oferecessem muito o que fazer em recintos fechados. Ou faria uma viagem em busca do Natal germânico, que é lindo.

    https://www.viajenaviagem.com/2007/09/enquete-da-semana-europa-no-inverno/

Bom dia “Gurus da viagem”

Estou desesperada e preciso da ajuda de vcs – rsrsrs
Ontem sentei pra afzer o roteiro de minha viagem em Dezembro à Europa e tô surtando aqui

os lugares que gostaria de visitar são:Suíça, Paris, Roma e Suécia. Sendo que gostaria de passar o Ano Novo em Paris. Tenho do dia 26/12 até 9/01 para tentar encaixar esses 4 lugares. Sei que o Riq e todos vcs aqui indicam uma viagem mais slow nesta época fria, mas será que cabe esses 4 lugares nesses meus dias? Outra coisa que tá me enlouquecendo é encaixar esses lugares nas low cost, não tá batendo…Eu só conheço a Ryanair e a Easyjet, tem outras?

Amigos me ajude, please!

    Vivi, são lugares muito distantes (especialmente Suécia) para poucos dias. E avião demais para poucos dias, também. Eu já fui à Europa no inverno, e tive sorte de não pegar muito frio, mas acho válido o conselho de Riq: fique nas cidades maiores, que têm mais estrutura. O sul da Alemanha é uma ótima pedida para o Natal.

Mais uma biblia pra mesa de cabeceira viajandona .
Thanks Riq ! 😀

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