Quase em primeira mão: As Doceiras

Quem mandou dormir no ponto? O Marcelo Katsuki acabou publicando primeiro o hilário vídeo de divulgação d’As Doceiras, o novo livro de receitas da minha amiga Carla Pernambuco, criado em parceria com a talentosa colega Carolina Brandão, e com textos engraçadíssimos de outra amiga querida, a Tetê Pacheco (que escreveu o roteiro do vídeo).

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A noite de autógrafos vai ser dia 28, às 18h30, na nova Livraria Cultura do Conjunto Nacional. (Ei, será que a Tetê vai assinar junto?)

28 comentários

Ha ha, Jurema! O começo do seu comentário parecia a descrição do inferno. E daí você emenda “Foi uma das nossas viagens mais inesqueciveis!”. Tô contigo! Quando a gente não perde dinheiro nem se machuca, os foras serão eternamente divertidos!

Paula, a mulher do Sérgio Dávila é a querida Teté (Ribeiro). A co-autora do novo livro da Carla e da Carol é a querida Tetê (Pacheco). (Espero que a reforma ortográfica não acabe também com ESSE acento diferencial!)

:mgreen:

Essa Tetê é a mulher do Sérgio Dávila?
Se for, tenho uma invejinha dela…. Só que essa não é da inveja boa, viu, Sylvia?

Bom, quanto a me sentir analfabeta, a pior experiência foi em São Petersburgo, com aquelas letras esquisitas nas placas da rua (até ia, tínhamos o nome nos guias – apesar de que haviam dois nomes possíveis, antes e depois do fim de “Leningrado”), nas placas dos ônibus (isso sim era difícil, pois você tinha que ler correndo porque a decisão sobre tomar aquele ônibus ou não tinha que ser tomada rapidamente), só jovens falavam inglês, atrações turísticas sem “tecla sap”, menus em inglês dizendo coisas explicativas como “prato com carne”, acompanhado de fotos praticamente iguais de todos os pratos… Foi uma das nossas viagens mais inesquecíveis! E aproveitamos muito! E rimos mais, nos divertimos mais com cada bola fora, e nos alegrávamos mais com cada bola dentro.
Nada como se jogar no desconhecido e buscar “novos mundos”!

Daniela,

Com inglês na Tailândia consegue-se tudo. Eles são muito prestativos. O problema é que alguns poucos fingem querer te ajudar a fim de te levar a alguma loja. Mas isso é outro assunto.

Sem dúvida que a vontade de explorar é mais importante do que conhecer línguas. Juntando os dois, melhor ainda. Eu adoro aprender uma língua nova, acho que abre todo um novo mundo de cultura e literatura. E quando a gente viaja pelo lugar é mais legal ainda, casar viagem e exploração da língua (com sotaque, lógico, porque a gente não é agente secreto, como diria o Luiz Fernando Veríssimo). Por outro lado, conhecer um país sem saber a sua linguagem só faz a gente animar mais em conhecê-la depois. Mas não é essencial – e eu já cheguei à conclusão que língua universal mesmo é a mímica. 😉
Mas o imprescindível é a vontade de conhecer o desconhecido, o que nos impulsiona. Nem que seja pra conhecer a aldeia do lado, sem necessidade de língua diferente, ou passaporte.
E às vezes o que a pessoa precisa é só de um empurrão – ver que pegar avião é tranquilo, que ninguém vai deixar ela entrar no avião errado, que hoje se liga pra qualquer lugar na hora, e cartão de crédito funciona pra quase tudo. Daqui a pouco, a tia do Rodrigo perde o medo inicial, e estará rodando pra todo canto!
(e lá vou eu pra Tailândia sem saber uma palavra – estou me preparando pra me sentir uma analfabeta) 🙂

Sylvia mandando muito bem, como sempre 🙂 Nas palavras e na ajuda ao Rodrigo.
Rodrigo, muito legal o que você está fazendo pela sua tia. Você está criando o comichão viajante em mais uma pessoa 😀
O seu comentário sobre sua mãe é muito parecido com o que eu faria sobre o meu pai: ele também só falava português, mas tinha uma super habilidade para se comunicar. Só um exemplo: eu me lembro uma vez em que estávamos em um mercadão na Alemanha e nos perdemos dele. Fomos encontrá-lo numa barraca de frutas (como sempre…), no maior papo com um turco ❗ 😀

Rodrigo 🙂 isso mesmo ! O desejo do desconhecido que nos move é
o mesmo que impede a outros de ir adiante.
Tempos atras um amigo me confessou o medo paralisante que possui
do “desconhecido ” , e apesar de viajar muito , raramente ousa lugares
diferentes já que o medo imobiliza .
E olha, não estou falando de lugares exóticos , mas de trocar NY por
Boston ou Chicago , de trocar Londres por Berlin .
Noossa !! Como deve ser dificil sentir medo do que não conhecemos .
E como é maravilhoso ter o desconhecido como motor para ir em frente .

Rodrigo,

tem algumas tripulantes portuguesas aqui no site que talvez possam te dar dicas de receptivos em portugues na Europa.

Não sei qual é o desejo da sua tia. Se ela já sabe quais são as cidades que quer visitar ou o desejo é dar um giro pela Europa mesmo. Dê uma olhada neste site: http://www.viabrturismo.com.br/pacotesinternacionais/europa/circuitoseuropa/europa_circ6.shtml
Apesar de ser um pacote, acho que é menos corrido do que o mencionado por você.

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