Que moeda eu levo para o Chile?

Pesos chilenos

A moeda corrente no Chile é o peso chileno. Em agosto/2017, 1 real está sendo comprado a 185 pesos. O dólar está por volta dos 647 pesos. Essas cotações, no entanto, mudam a todo momento. Para saber as cotações atuais, consulte o site do Cambios Santiago (a cotação que vale é a de ‘compra’).

Note que, para obter isenção de 19% de IVA (imposto sobre valor agregado, o ICMS deles) no pagamento de diárias de hotel, é necessário pagar em dólar ou cartão de crédito internacional.

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Pagamento de hotel: use dólar ou cartão de crédito

Assim como outros países da América do Sul, o Chile isenta os turistas estrangeiros, que estejam há menos de 60 dias no país, do IVA (imposto sobre valor agregado) nas diárias de hotéis. Este imposto é cobrado dos chilenos e dos estrangeiros residentes.

Para obter esses 19% de desconto é preciso pagar a conta em dólar vivo ou em cartão de crédito internacional, com a fatura expressa em dólares. A fatura da hospedagem será um ‘recibo de exportação’.

“Ah, mas não fica mais caro pagar a conta em dólar?” Não, não fica. A conversão é feita pela cotação oficial. É burrice pagar hotel no Chile em pesos.


Casa Mito
Onde ficar em Santiago

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Dinheiro vivo: peso, real ou dólar?

Quando você opta por viajar com dinheiro vivo, precisa montar uma estratégia de câmbio, para comprar e vender moeda em condições vantajosas. De nada adianta fugir dos 6,38% do IOF dos cartões se você trocar seu dinheiro por cotações 10% ou 15% abaixo da cotação justa.

Abaixo você encontra considerações sobre levar pesos, reais e dólares para o Chile. Mas saiba de antemão que não vale a pena comprar pesos chilenos no Brasil, e que reais são mau negócio fora de Santiago.

Levando reais ou dólares, esteja ciente de que fazer câmbio no aeroporto de Santiago não vale a pena. Para fazer seus reais ou dólares renderem, você precisa chegar num dia de semana e reservar a primeira manhã ou a primeira tarde para fazer câmbio numa casa de câmbio da avenida Pedro de Valdivia, em Providencia, ou na calle Agustinas, no Centro. Caso você não tenha essa disponibilidade, saiba que usar cartão de crédito será mais vantajoso.

Na minha última viagem, em agosto de 2017, consegui 183 pesos por real (já com IOF) usando cartão de crédito. Usar cartão de crédito foi 5% mais vantajoso do que comprar pesos no Brasil (175 pesos por real), 13% mais vantajoso do que trocar reais na casa de câmbio do aeroporto (163 pesos por real) e 3% mais vantajoso que trocar reais na casa de câmbio do shopping Costanera Center (177 pesos por real).

Meu cartão de crédito só perdeu para a cotação das casas de câmbio da calle Agustinas e da avenida Pedro de Valdivia (185 a 189 pesos por real, ou 1 a 2% de vantagem com relação ao cartão de crédito).

Ou seja: se levar dinheiro vivo, troque em dia de semana, em horário bancário, nas casas de câmbio da cidade (mas não no shopping). Se não puder, use o cartão pré-pago (se não quiser correr o risco de desvalorização cambial) ou o cartão de crédito sem peso na consciência.

Vale a pena comprar pesos chilenos no Brasil?

Não vale a pena comprar peso chileno no Brasil (nem qualquer moeda “fraca”). A cotação parece baratinha, mas pode ser mais de 15% mais cara do que você conseguiria por seus reais numa boa casa de câmbio Santiago, num dia de semana, em horário bancário.

Exemplo: em agosto de 2017, casas de câmbio em São Paulo ofereciam cotações entre 161 e 175 pesos por real; em Santiago era possível conseguir entre 185 e 189 pesos por real nas casas de câmbio da calle Agustinas no Centro ou na avenida Pedro de Valdivia em Providencia. A diferença entre a melhor cotação de Santiago e a pior cotação de São Paulo chegou a 17%.

Vale a pena levar reais para o Chile?

Santiago (assim como Buenos Aires e o Uruguai) é um dos poucos lugares onde o real tem um bom mercado. Atente, porém, a essas peculiaridades:

  • O real tem cotação melhor que o dólar nos meses de verão, quando há grande procura de reais por parte dos chilenos que viajam de férias ao Brasil
  • Durante os meses de inverno, quando há grande afluxo de turistas brasileiros no Chile, inundando o mercado de reais, a cotação do real baixa um pouco. Continua OK levar reais para Santiago, mas quem levar dólar (comprando bem o dólar no Brasil) conseguirá pelo menos 3% mais pesos
  • Não leve reais para fora de Santiago. Reais não têm boa cotação no Atacama, nos Lagos Andinos ou na Patagônia. Se for para esses lugares e não puder trocar reais em dia de semana, em horário bancário, em Santiago, leve dólares ou cartão de crédito

A cotação da casa de câmbio do aeroporto para reais é péssima — a pior da cidade. Se precisar de alguns pesos vivos, troque o mínimo possível de reais (ou dólares; o dólar não tem a cotação tão aviltada quanto o real no aeroporto).

Note que o táxi oficial do aeroporto aceita cartão de crédito.

Você pode ver as principais zonas de casas de câmbio em Santiago neste post.


Pesos chilenos
Para trocar reais por pesos:

Vale a pena levar dólares para o Chile?

O dólar nunca deixa você na mão em países de moeda fraca. É uma aposta segura para manter o seu poder de compra em qualquer lugar do mundo em que você precise fazer câmbio para moeda local.

Lembre-se que, para fazer o seu dinheiro render ao máximo, você precisa comprar bem o dólar no Brasil — ou seja, pesquisar a cotação antes de comprar. Comprando pela cotação mais baixa, e trocando esses dólares em Santiago em dias úteis, no horário bancário, nas casas de câmbio da avenida Pedro de Valdivia em Providencia ou da calle Agustinas no Centro, você fará bons negócios.

Atenção para as pegadinhas:

  • Nos meses de verão (dezembro-fevereiro) o real tem bastante procura em Santiago, o que faz com que se valorize. Nessa época, levar reais costuma render mais do que levar dólar
  • Fora de Santiago (Atacama, Lagos Andinos, Patagônia), levar dólar sempre é mais negócio que levar real (reais têm péssima cotação fora da capital). Ainda assim, é melhor trocar seus dólares em Santiago, porque a cotação na capital é melhor do que em áreas turísticas

Não troque dólares no aeroporto. A cotação é a pior de Santiago. Querendo conseguir seus primeiros pesos, troque o mínimo possível — 50 ou 100 dólares, por exemplo. Lembre-se que o táxi oficial do aeroporto aceita cartão de crédito.

E lembrando mais uma vez: hotéis devem ser pagos em dólar vivo ou cartão de crédito, para que você obtenha a isenção de 19% do IVA (imposto sobre valor agregado, o ICMS deles). Se você pagar em pesos, vai pagar 19% a mais do que quem pagar em dólar ou cartão de crédito.

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Cartões de crédito, pré-pago e saques em moeda local

Apesar de demonizados pelos ‘especialistas’ entrevistados pelos jornais (gente que certamente nunca precisou fazer câmbio num domingo em Santiago, Lima ou Bogotá), os cartões são meios de pagamento que você deveria considerar usar em países onde é preciso fazer troca de moeda em casas de câmbio.

Isso acontece porque a conversão oferecida pelos cartões é mais vantajosa do que as praticadas pelas melhores casas de câmbio, o que compensa parcialmente o efeito do IOF de 6,38%.

Um exemplo: na minha última viagem, em agosto de 2017, meu cartão de crédito fez a conversão à base de 195 pesos por real (ainda sem IOF). Nas casas de câmbio de Providencia e do Centro, em horário bancário, o real estava cotado entre 185 e 189 pesos. Aplicando o IOF, a cotação final que obtive foi 183 pesos por real — entre 1% e 2% inferior à das casas de câmbio, ou seja, bem menor que os fatídicos 6,38%, e sem me dar nenhum trabalho, nem me fazer perder nenhum passeio só para poder fazer câmbio.

Evidentemente, eu corri o risco de uma desvalorização do real até o pagamento da fatura, que faria minha conta aumentar. Mas se eu tivesse usado cartão pré-pago, que congela o dólar no momento da compra, nem esse risco eu teria corrido.

Veja as diferenças entre saque em moeda local nos caixas eletrônicos, cartão pré-pago e cartão de crédito.

Vale a pena fazer saques em moeda local nos caixas eletrônicos?

Não vale muito a pena, não. O problema dos saques em caixa eletrônico é que, além do IOF de 6,38%, a cada operação incidem uma tarifa de saque internacional, cobrada pelo seu banco, e uma tarifa de uso do equipamento, cobrada pelo banco dono do caixa onde você está sacando.

Em agosto de 2017, sacando pelo limite máximo (200.000 pesos, quase 1.100 reais), consegui a cotação de 175 pesos por real, já considerando IOF e taxas. Nas casas de câmbio da cidade conseguiria 185 pesos por real; no cartão de crédito obtive 183 pesos por real (já com IOF).

Ou seja: o saque vale só pela comodidade.

Vale a pena fazer gastos com cartão pré-pago no Chile?

Não se assuste com o IOF de 6,38%. O imposto é compensado, em parte, pela cotação vantajosa de conversão de moedas. No fim das contas, você obtém pelos seus reais uma cotação apenas ligeiramente inferior (algo como 1 ou 2%) à das melhores casas de câmbio — sem precisar se deslocar até uma casa de câmbio física, nem perder uma manhã ou uma tarde de passeio só para fazer câmbio, nem correr o risco de carregar um bolo de dinheiro vivo.

Com relação ao cartão de crédito, a vantagem do pré-pago é a a estabilidade cambial (você congela a cotação no momento da compra a moeda; se o real desvalorizar durante a sua viagem, você não é afetado).

A desvantagem do cartão pré-pago com relação ao cartão de crédito é que, em alguns hotéis (normalmente, de redes internacionais) é feito um bloqueio no check-in, que normalmente é maior do que o valor da estadia. Isso faz com que você fique com uma parte do seu dinheiro indisponível até o estorno, que pode demorar dois a três dias depois do check-out para acontecer. Cartões pré-pagos também não são aceitos para aluguel de carro.


Quando custa comer no Chile? Bocanáriz
Orçamento de viagem mais fácil:

Vale a pena fazer gastos com cartão de crédito no Chile?

Assim como acontece com o pré-pago, o IOF de 6,38% é parcialmente compensado pela conversão vantajosa do peso para o dólar. Na minha última viagem, em agosto de 2017, meus gastos em cartão de crédito foram convertidos, já com IOF, à base de 183 pesos por real. Nas casas de câmbio da cidade, em dia de semana e em horário bancário, conseguiria entre 185 e 189 pesos (entre 1 e 3% a mais). No aeroporto, teria conseguido 163 pesos (13% a menos).

O cartão de crédito oferece praticidade e segurança inigualáveis — além de milhas. Sua desvantagem é a instabilidade cambial, já que se houver desvalorização do real até o pagamento da fatura, a conta vai subir de acordo. (Mas também pode ocorrer o contrário: se o real se valorizar frente ao dólar — e isso acontece mais vezes do que se imagina — no mês seguinte há o estorno da diferença.)

Onde conseguir pesos chilenos no aeroporto de Santiago?

As casas de câmbio que operam 24 horas no aeroporto usam uma cotação desvantajosa. Troque o mínimo necessário. Prefira trocar dólares, que têm cotação menos desvantajosa do que reais no aeroporto.

Se o seu cartão do banco estiver desbloqueado para saques internacionais, você pode também usar os caixas automáticos na área de embarque. Para o saque máximo (200.000 pesos, quase 1.100 reais), a cotação é melhor do que a da casa de câmbio do aeroporto, mas inferior à das casas de câmbio da cidade.

Os táxis oficiais do aeroporto aceitam cartão de crédito. A corrida sai o equivalente a 30 dólares.

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Que moeda levo pra o Atacama?

Se você faz questão de viajar com reais, programe um dia útil em Santiago para fazer o câmbio, em horário bancário, nas casas de câmbio da av. Pedro de Valdivia em Providencia ou da calle Agustinas no Centro.

Caso vá ao Atacama ‘direto’, pegando o vôo para Calama em seguida, essas são as suas alternativas:

Melhor estratégia: leve dólares

  • Troque nas casas de câmbio de San Pedro. A cotação será uns 20 pesos inferior às boas cotações de Santiago, mas será melhor do que a da casa de câmbio do aeroporto de Santiago. Pague o trânsfer de Calama a San Pedro com cartão de crédito.

Alternativa: saques em caixa automático

  • Habilitando seu cartão de conta corrente para saques internacionais, ou usando um cartão pré-pago (tipo VTM) você pode fazer saques em pesos em caixas automáticos. O mais garantido é já sacar no aeroporto de Santiago: suba pela escada à altura da porta 4 do piso de desembarque. Ao chegar ao piso de embarque, você encontrará um caixa que aceitará cartões de qualquer banco (desde que habilitado para saques internacionais). Há também caixas em San Pedro, mas muitas vezes ficam sem dinheiro. Por causa da taxa de uso do equipamento (6.000 pesos), você conseguirá uma cotação inferior à que conseguiria trocando dólares em San Pedro — mas será mais vantajoso do que trocar reais no aeroporto de Santiago ou que levar reais para San Pedro.

Plano C: cartão de crédito ou cartão pré-pago

  • Algumas agências de passeios não aceitam cartões. Muitas, porém, aceitarão — mas cobrarão uma taxa. Ainda assim, sairá mais vantajoso do que levar reais para o Atacama.

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1067 comentários

Caso alguem se interesse, eu moro em São Paulo e costumo comprar a moeda no local em uma casa de câmbio no Shopping Center Norte. Na maior parte das vezes eles possuem a moeda local mas se não tiverem você pode encomendá-la.

Olá Bóia, olá trips …. Respondendo às indagações do Geraldo, como o Bóia falou acima, o Travel Money é uma garantia a mais, é sempre bom levar porque, se seu cartão do Banco te deixar na mão, aquele te socorrerá. Explico com base em minha experiência. Eu fiz um Visa Travel Money (VTM) pela Casa de Câmbio Confidence, que existe no aeroporto de minha cidade. Escolhi a bandeira Visa, e escolhi também qual moeda seria a moeda do referido cartão (eles têm a libra, o euro, o dólar…mas não todas as moedas do mundo). Na hora de carregá-lo a cotação foi bem desvantajosa, mas mesmo assim o fiz, e encarei como um plano B. O VTM, ou qualquer cartão Travel Money, funciona como um cartão de débito, podendo ser usado para saques e pagamentos em débito. Os saques são feitos em qualquer caixa eletrônico tipo “Banco 24 horas” que existem nos outros países também. E no momento do saque, a moeda que sai do caixa eletrônico é aquela escolhida no momento da aquisição do cartão aqui no Brasil. Por isso, o ideal, para uso no continente americano, é carregar com dólar, porque até o final da validade do seu cartão Travel Money você pode fazer outras viagens, e é só carregá-lo de novo (caso não tenha mais dinheiro nele, se você tiver usado tudo na viagem passada). Lembre-se que com o Travel Money, assim como ocorre com o seu cartão de banco normal, será debitada uma tarifa pela transação de saque (em torno de $2 a $5 dólares, dependendo do valor sacado/tarifa cobrada pelo caixa eletrônico). Se você voltar da viagem e ainda tiver dinheiro em seu VTM, você poderá sacá-lo da mesma forma que no exterior, ou se dirigir ao emissor do seu cartão ( no meu caso, a Confidence) e pedir para tirar todo o dinheiro restante. Observe sempre o limite de saque por transação, alguns caixas eletrônicos no exterior te liberam $200 -$500 dólares por vez. Por exemplo, se você quer tirar $1.000 dólares, e o seu caixa eletrônico só te libera $200 dólares por saque, você terá que fazer 5 saques, e lhe serão cobradas 5 tarifas pelos saques. Assim, espero ter ajudado!

Agora eu queria fazer um adendo, pois, antes de viajar para os EUA, eu lí os posts do Riq sobre qual moeda levar para viagens, e, por inexperiência e até burrice da minha parte, não atentei que o Banco do Brasil também limita o valor dos saques diários, para R$ 1.000. Assim, eu só conseguia sacar uns quinhentos e poucos dólares por dia, o que fez com que eu diminuísse os gastos para que, nos finais de semana (onde esse limite era de de mil reais pelo fim de semana – ainda pior!) eu ainda tivesse dinheiro. Minha sorte é que em Nova York tem uma agência do Banco do Brasil, na rua 42, o que me permitiu fazer saques mais altos, pois como o funcionário do BB de lá informou, o banco sabe que os brasileiros que vão aos EUA vão pra gastar mesmo, então aumenta esse limite para saques na agência. Então eu pagava uma tarifa menor e sacava um valor bem maior que nos caixas eletrônicos ATM, que eu encontrava em qualquer esquina. Queria compartilhar essa experiência, até um pouco vexatória! Só não passei aperto maior por causa da agência do BB de NY! Se eu tivesse levado um Travel Money eu teria tido um plano B, que não tem limite de saque diário, e não teria passado minha viagem me preocupando se poderia comprar tal coisa, se não iria comprometer os dólares que eu saquei, para o outro dia. Que fique de lição pra os que estão lendo (antes que perguntem, meu cartáo de crédito, na função crédito tem um limite pequeno, por isso eu sempre fazia saques, e acabei levando poucos dólares já trocados no Brasil, pois estava com medo de andar com muito dinheiro), caso não tenham atentado para a limitação do valor de saques diários do seu banco! Saudações!

    Excelentes dicas Natalia. Legal compartilhar sua experiencia. Voce já viu agencia do HSBC em NY ou Miami? Obrigado

Eu moro no Chile. Recomendo saques com cartao de debito ou credito nos caixas eletronicos do Banco de Chile. A gente paga uma tarifa de 3000 pesos por saque, uns 12 reais. Minha formula para converter pro real é assim: se algo custa 40.000 pesos eu multiplico por 4, ou seja, o produto custa 160 reais. Ou entao, se custa 40.000 pesos, significa que custa 80 dolares (multiplico por 2). Com o tempo se pega o jeito nessas contas.
Sexta fui sacar dinheiro num caixa do Banco do Estado (Redbank) e minhas notas ficaram retidas dentro da maquina mas o valor foi debitado da minha conta. Estou aguardando o Banco do Brasil analisar meu pedido de devoluçao do dinheiro. Tenso. Nao gosto dos caixas REDBANK, sempre dao um tilt.
MAS A FORMA QUE MAIS GOSTO DE GASTAR AQUI é com cartao pre-pago em dolares. Tenho um da Mastercard e compro ate pao com ele. Aqui aceita-se cartao em muitos lugares.
Ainda nao estou com o visto definitivo de trabalho, entao nao consigo ter uma conta local… e vou me virando sacando no Banco do Chile e transferindo dinheiro pro meu cartao de credito pre-pago (prefiro).
Para carregar o pre-pago faço uma transferencia direta para a operadora do cartao, envio o comprovante e o dindim entra na conta. Bem pratico.

Olá amigos,
Estive em Santiago no início de ano. Pelo que vi o valor do peso chileno de agora se aproxima do que encontrei na época em que fui. O que é mais estranho é a proporção entre real e pesos chilenos (muito louca). Às vezes você perde a noção se o que está comprando é caro ou barato. Se me permite, vou deixar aqui o link da minha experiência com o peso chileno: http://euvou.blog.com/2011/04/banco-imobiliario/

Olá Ricardo e outros viajantes com suas experiências na AM do Sul.Estou prestes a ir a Mvd,BsAs e Santiago/Ch.Sempre levo $$$ vivo (usd e reais)e o Cartão BB habilitado p/uso no exterior com as funções normais de créd/déb. Como vou passar aproximadamente 20 (vinte) dias nesse percuro, queria saber que tipo de ganho/facilidade terei se levar o Travel Money.Confesso que não sei usá-lo. Caso ao retornar e havendo saldo nesse cartão como resgatar esse saldo.O cartão também serve para sacar $$$ ou só pagamentos?? O $$$ sacado é em moeda do país ou usd?? Por favor aguardo as dicas.
obrigado,
geraldo

Fui ao Chile em julho. Fiz como as recomendações do Ricardo. Reparei que para quem tem conta no Itaú lá tem um caixa a cada esquina. Mas os passeios, paquei tudo em dólar. Eles preferem.

Acabo de retornar do Chile, Onde percorremos de Puerto Montt a Santiago. Antes da viagem compramos pesos chilenos e no pagamento das contas não valeu a pena. Pagamos caro pelo peso e lá quase tudo pode ser pago em dólares. Feito as contas 1 usd custou 1,95 R$ e cls custou 0,55 R$. Ainda que com diferenças cambiais valeu pagar em dólar. As grandes despesas no cartão de credito não haverá surpresa desagradável na hora de pagar. Quanto ao Travel Money, vale lembrar que nem sempre há caixas eletrônicos para saques, então, dependendo do destino, não se pode contar com ele.

    Olá, Iza! é preciso ir para um cafundó muito fora da civilização para não haver caixas automáticos. O Ricardo Freire percorre o mundo inteiro e só usa saques em caixa eletrônico desde 2001.

    Bota cafundo nisso ein. Qualquer banco pelo caminho da pra sacar. Estive em setembro na rota puerto montt, puerto varas, frutillar, pucon e santiago. Saquei em todas sem problema algum, paguei apenas o hostels e um hotel no cartao. recomendo a todos esse mesmo esquema.

    Tá certo que na maioria dos lugares turísticos tem caixas eletrônicos e por isso comprei o Visa travel money no B. Brasil e carreguei com US$ 1000, para experimentar. No aeroporto de BAs saquei US$ 290, (quebradinho como o Riq recomendou para não sairem notas inteiras) e foi tudo bem, mas chegando em Bariloche tive problemas em em pleno Cerro Catedral. No primeiro caixa eletrônico (acho que era Banco Paris) e o cartão ficou preso. Foram 20 minutos de preocupação até que uma pessoa da administração do Cerro deu uma força e fez umas ligações do próprio telefone e aí do nada o cartão foi expelido pela máquina. Tentei no final da tarde em outra máquina do mesmo banco e o cartão ficou definitivamente preso (não havia nenhuma informação visual sobre se era Cirrus, Maestro ou qualquer outra bandeira) mais de 40 minutos depois eu desisti de esperar(e ver a cara feia das pessoas que quiseram usar o caixa que fica travado). No hotel liguei para o número para informar que o cartão principal estava perdido (nos dão dois cartões para segurança) o atendente confirmou um monte de dados e disse que aquele estava cancealdo e que eu podia usar o outro. Daí em diante só usei em débitos e nas máquinas de mão. Fui usando até que disseram que não foi mais autorizado – resumo da ópera não sei se acabou o crédito ou não. Para saber terei que ligar para um número deles (o que no exterior nem sempre é uma tarefa fácil). Soube que hoje já existe esse cartão com possibilidade de controle pela internet (saques), o que facilitaria muito.
    Resumo: sobre o “travel money” acho é muito prático, mas para o viajante comum ainda é uma novidade e por isso pediria um post específico só sobre esta forma de levar dinheiro para que todos se informem e passem a usa-lo. Relatos sobre tipos e bandeiras vão aumentar a venda e produzir um efeito de concorrência entre os bancos que os vendem, fazendo com que eles baixem as taxas hoje cobradas.

Isso mesmo, Ricardo… Estive no Chile mês passado fazendo um tour por Santiago, Viña, Valpa e o q restou do valle nevado (sem neve) e fiz mais ou menos isso q recomendou o post: levei 500 dolares pra pagar o apart hotel e “la propina”, cara, como os chilenos gostam duma caixinha em dolar, qdo retornar ao mesmo restaurante os garçons vão te disputar… outra, qdo cheguei no aeroporto já saquei logo 200mil pesos (cerca de R$800), com esse $$ paguei o taxi oficial, daí pra frente só usei pesos e debito nos meus cartões do BB e Itaú, notei q o cambio usado pelos bancos foi o turismo… Dica, no centro velho, na rua do museu precolombino, proximidades do la moneda, catedral, etc, tem muitas casas de cambio fora do eixo apex… de dia e durante a semana as cotações são excelentes… Simbora pro chile q é um país maravilhoso, de dar inveja, esqueça o portunhol de Bs.As., lá é bom se esforçar e falar um pouquinho o idioma deles, o espanhol!!!

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