Roubadas Porta Afora

‘Roubadas’, o novo episódio do Porta Afora — com a participação deste que vos bloga

Roubadas Porta Afora

Porta Afora, o programa de viagem do Fabio Porchat e da Rosana Hermann, já está na segunda temporada de grande sucesso no YouTube. O tema do programa dessa semana é ‘Roubadas’ — e estou entre o time de viajantes convocados para tirar perrengues e micos do baú de viagens passadas. Meus companheiros de sofá, além dos anfitriões Fabio e Rosana, são a jornalista Cora Rónai, a empresária Maria Geyer, a psicóloga Thais Araújo e o editor Anderson Gaveta.

Pra mim foi especialmente emocionante, porque o programa me reuniu com duas das minhas maiores inspiradoras para entrar na blogosfera, a Cora e a Rosana. E acredita que foi a primeira vez que elas se encontraram fora de ambiente virtual?

A Cora foi para falar de um destino-roubada irresistível — a Coréia do Norte. A Maria e a Thais contaram um dos causos mais engraçados que eu já ouvi (spoilers: envolve uma festa numa casa de águas termais em Budapeste, roubo de pertences no armário e volta de biquíni ao hotel Gellért de táxi no início da madrugada). O Anderson trouxe um caso extremo de fim da bateria do celular num momento indevido. E eu conto perrengues clássicos do tempo em que eu viajava a lugares mais exóticos… Tudo pontuado com tiradas hilárias da Rosana e do Fábio. Assiste aí — são 18 minutos bem investidos, garanto 🙂

O material do programa sempre é tão rico que acaba rendendo filhotes — os extras. Num deles, intitulado ‘Imigração’, eu conto quando quase fui deportado de Barbados — e recomendo que, ao tirar seu visto para os Estados Unidos, você já peça na modalidade B1/B2, que permite fazer viagens a trabalho, participar de simpósios e seminários sem precisar mentir para o agente (crime gravíssimo nos States).

Divirtam-se!

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27 comentários

Já tive oportunidade de ir 2 vezes para “salinha” em Houston e posso dizer que é muito desagradável. Não sei exatamente porque fui selecionado, mas perdi a conexão e minha mala ficou “largada” próxima da esteira junto provavelmente com a mala de outros “premiados”, com o cachorro cheirando….Para tentar evitar, desenvolvi uma técnica, que embora não tenha lógica nenhuma, tem funcionado.
A ideia é identificar na fila alguém que vinha de voô da África e tentar se posicionar atrás dele. Normalmente africanos são sérios candidatos para a checagem secundária (a salinha) e dificilmente o mesmo agente manda 2 pessoas seguidas, sem um indício forte, portanto se o cara da sua frente for selecionado a sua chance de ir diminui.
Uma vez em Barajas fiquei atrás de um sujeito com a camisa da seleção do Paraguai, ele foi selecionado e eu levei menos de 30 segundos para carimbar.
A checagem secundária é aleatória, e isto não garante nada, apenas reduz chances de ser selecionado e atrasar sua viagem. Se for selecionado não espere ficar menos de 1 hora por lá e tenha as mesmas respostas que deu ao agente anterior. No meu caso ligaram para o hotel para confirmar a reserva e checaram com a CIA aérea minha passagem de volta….Depois liberaram mas a conexão que era curta, esta já era….

Sempre dou essa dica do visto B1/B2 para os meus amigos. O trabalho, as taxas e as burocracias são as mesmas. Quando tirei o visto fiz B2, mas para renovar fiz B1/B2 sem problema algum.

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