Tiradentes pra CarlaZ

Tiradentes (foto: Arnaldo Interata)
[Tiradentes (foto: Arnaldo Interata)]

Outra que vai passar um feriadão num lugar desprovido de dicas aqui no blog.

A CarlinhaZ e eu queremos saber o que vocês indicam em Tiradentes, a mais gastronômica das cidades históricas mineiras.

Já temos como ponto de partida os superposts do Arnaldo, que podem ser acessados aqui.

Achei também num Perguntódromo antigo uma lista de pousadas de Tiradentes indicadas para ir com crianças — coisa que é bom saber, mas não é imprescindível neste caso.

Você esteve recentemente por lá? Gostou da sua pousada, tem um restaurante ou um passeio para recomendar? Entre na nossa vaquinha de dicas!

(E se você tem um post sobre Tiradentes e São João d’el-Rey no seu blog, ponha o link na caixa de comentários, que eu edito aqui no texto.)

Leia também:

Tiradentes com uma passadinha em Ouro Preto, pela Camila do Viaggiando

200 comentários

Passei por lá rapidamente uma vez, estava de carro vindo de BH e voltei no mesmo dia, também passei por São João del Rei e Barbacena, mas deu vontade de voltar, a cidade é bem fotogênica e bem mais tranquila que Ouro Preto, comi no Viradas do Largo (mais conhecido localmente como restaurante da Beth) o clássico frango com Ora Pro Nobis, praticamente à prova de arrependimentos.

Muitas dicas já foram dadas aqui e eu já dei uma pelo Twitter, que é fazer a trilha que sobe a serra de São José. Eu não me lembro o nome da agência que forneceu o guia, mas é super fácil achar só perguntando.
Quanto aos restaurantes, o Tragaluz é muito bacana (o Roberto lembrou bem a sobremesa de goiabada…), o Viradas do Largo também. Me lembro também de um leitãozinho delicioso no Ora-pro-Nobis.
Mas o melhor de ficar em Tiradentes é só relaxar, caminhar e curtir as casas antigas, fotografar, entrar nos bequinhos…hmmm, saudades de lá 😉

    Vou com a Emília: esta caminhada na serra é bem bacana – eu e a Mel fomos “por conta” (sem guia), e na próxima eu quero fazer a travessia de ponta a ponta.

    Fábio,
    dá pra fazer essa sem guia então…travessia ponta a ponta…o que é essa travessia…

    Carla, esta serra ladeia (?) a cidade, no formato dum L – dá uma olhada no Google Maps que dá pra ter uma ideia.

    O que a gente fez foi pegar um “caminho da roça” e subir até determinado ponto. Daí fizemos uma pequena exploração dos arredores e voltamos pelo mesmo caminho.

    Pra isso, não precisamos de guia: pegamos dicas e informações e seguimos algumas (raras) indicações no caminho. Não teve o menor erro! O visual é bem aberto e fica fácil de você se localizar só de dar uma olhada em volta.

    Mas tem uma caminhada mais longa (esta que quero fazer na próxima): você vai por este caminho, atravessa uma boa parte da serra (contornando a cidade) e volta por outro lado.

    Num dos acessos à parte histórica tinha uma pequena agência de “ecoturismo” que organizava passeios assim. Não custa se informar lá antes.

    No meio do nosso passeio, já lá em cima da serra, encontramos um guia deles acompanhando um pequeno grupo para fazer a travessia. Ele nos disse que era muito tranquilo (porque a “navegação” é muito fácil, como comentei acima) e até ofereceu um mapa emprestado caso a gente quisesse seguir sozinhos…

    Só uma ressalva, CarlaZ: a gente foi sozinho porque tem alguma (pouca) experiência nisso. É bom ter algum preparo e ir com o “kit trilha” em ordem (mochila com água, casaco, lanche, lanterna etc…), just in case.

    Enjoy! 😉

Vou sempre a Tiradentes e me hospedo na Pousada Villa Adobe. A pousada é puro charme, poucos quartos,super cuidada, jardim maravilhoso, café da manhã idem. Sua proprietária, D. Maithy, uma suíça-brasileira sabe receber como ninguém. A pousada possui também uma loja, onde se compra o melhor do bordado mineiro, tudo em linho e puro algodão…uma maravilha!
http://www.villadobe.com.br

Em Tiradentes, numa viagem a dois, não há lugar melhor para ficar do que a pousada brisa da Serra: http://www.brisadaserra.com.br, é muito romântica, tem uma vista da serra incrível e fica numa parte da cidade bem tranquila. Café da manhã excepcional, com direito a chá da tarde! Com certeza voltarei lá muitas vezes!

CarlaZ,você vai até Juiz de Fora (mesma estrada de Itaipava) em 2:30 hs, num tapetão, com 4 pedágios. Depois, vem Santos Dumont, já com pista duplicada, siga em frente até Barbacena. Até ai umas 3:30 hs de viagem. A partir de Barbacena são mais uns 60 km, mas a estrada não é tão boa, então tem que ir mais devagarzinho.
Na volta, quando sair de Santos Dumnont, fique de olho na queijaria Palmyra, com os supracitados queijos do reino, djilícia indispensável nas viagens mineiras. Esqueça a dieta, deixe em casa os saltinhos (o calçamento parece com o de Paraty) e prepare-se para umas noites bem friazinhas.
Se aguentar esperar até agosto, tem o Festival Gastronômico, com Chefs estrelados e uma comilança tresloucada (eu vou!)

Só pra ser exato. A Lúcia faz na hora o que estiver faltando na mesa, porque é selvesérfice :mrgreen:

Fomos a Tiradentes em 2006 e nos hospedamos na Pousada da Terra http://www.pousadaterratiradentes.com.br/ , que já recomendei aqui em algum dia, em algum lugar. É fora do centro histórico, na estradinha que passa ao lado da estação de trem. É quase um sítio, com uma bela piscina e quartos divididos por três casas bem distribuídas num grande terreno, cheio de plantas aromáticas e árvores frondosas. Peça para ficar na casa maior, que tem 4 quartos. O café da manhã é sensacional, com bolos, pães, pão de queijo, tudo feito de manhãzinha, além de frutas, cereais, suco, queijos, geléias, manteiga, café e leite fresquíssimos. Os donos são artistas plásticos e têm um ateliê de cerâmica no local. Megafamiliar, sem caretice. Simples, rústico, mas de bom gosto. Mesmo se não oferecesse tanto, seria baratíssimo. Pra não ficar só no elogio, na época em que lá estivemos os chuveiros eram umas duchinhas dessas de plástico. Mereciam um upgrade. A localização pra mim é ótima. Acordei de manhã com boi passando na estradinha e mugindo pra mim. Mas tem gente que pode se incomodar de ter que ir de carro (mil metros até a estação, depois sei lá quantos – 1,5? – até o centro). Dá pra ir a pé, mas a estrada é de terra, que pode virar lama. Os melhores lugares em que comemos foi mesmo no Tragaluz, sofisticadozinho no centro, e no Tempero da Lúcia, cozinha chão de terra, em Bichinho, onde a Lúcia pilota o fogão à lenha e faz na hora o que você quiser e ela tiver.

CarlaZ, voce vai se encantar com a região e, no futuro, dará sempre um jeito de voltar. Na próxima viagem não esqueça de São João D’El Rey. Vale muito a pena. Boa viagem.

CarlaZ, me leva junto? rsrs

Tiradentes é tudo de bom. Eu fui em maio do ano passado e fiquei numa pousada bem pertinho da solar da ponte, mas muito diferente. Não lembro o nome agora, mas se você quiser uma pousada simples, sem charme, mas com precinho ótimo eu vou atrás (necessidade urgente de organizar a papelada bagunçada!!). Vou ter que discordar do Ernesto, acho que tem que ficar em Tiradentes mesmo. São João não tem o mesmo charme.

Quanto ao passeio de Maria Fumaça, nós ficamos um tempão na fila para comprar os tickets. Fomos de Maria Fumaça e voltamos de táxi. O trem é bonitinho, mas eu fiquei bem decepcionada – a paisagem é uma tristeza, um ambiente totalmente degradado. Ou seja, se não der tempo de ir, não fique muito triste.

Comer é realmente bom por lá, e comi um file au poivre no Tragaluz que até hoje tenho saudade – simplesmente divino (e olha que não sou muito de carne não…) – gostaria de voltar a Tiradentes só por esse filé…

Nós íamos todo dia para a Confidências Mineiras, e nem assim conseguimos provar todas as cachaças disponíveis. P/ quem gosta é um prato cheio – e o lugar é (pelo menos era) alto astral também.

Se vocês forem de carro, vá para as cidades “satélites” para fazer as compras. Os preços são inacreditáveis. Em Tiradentes visite a loja “Regina Lucia teve Infância” – acho que ela é carioca, mas eu não conhecia e amei.

Se eu lembrar de mais alguma coisa, volto aqui. bjs e ótima viagem!

    Vou com a Carla2. 😉 Embora a “maria-fumaça” esteja bem conservada e tenha seu charme, o passeio desaponta pela pobreza da paisagem.

    O que foi legal foi dar uma passeadinha em São João Del Rey entre a ida e a volta – melhor que o trajeto em si.

Muito bom este guia sobre Tiradentes. Também não conheço, mas está na minha lista há um tempão.
O Hugo falou muito bem sobre lá e me deu algumas dicas.
Riq, vale a pena fazer um tutorial e colocar tudo o que foi indicado por aqui, inclusive o relato da CarlaZ na volta.

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