Vídeo do sábado: Pagan, Birmânia

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Quer dizer: desde 1988, a maneira oficial de designar esse lugar é “Bagan, Mianmá”. Hmpf.

Pagan é uma cidade perdida no norte do país — uma Angkor birmanesa, com dois mil “stupas” (templos budistas) em diferentes estágios de ruína.

Muitos deles estão sendo restaurados sem critério ou, pasme, reconstruídos do nada pela junta militar que tomou o poder em 1988 (e mudou os nomes dos lugares). A estupidez dos regimes autoritários não conhece limites.

Pagan fica a 700 km da capital Rangum (atual Yangon), à qual é ligada por vôos diários — ou era, antes de irromper a revolta dos monges que está nas capas dos jornais do mundo inteiro. Toda a sorte a eles.

18 comentários

Uma coisa que não dá para ter pena é dos regimes autoritários. Eles parecem exercer a estupidez com violência, q é o pior tipo. Todo mundo sabe disso.

St Maarten x Cancún…

É uma escolha difícil.

Cancún tem mais possibilidades culturais, por causa de Chichén-Itzá e Tulúm. St Maarten pode ser mais sofisticada, se você procurar restaurantes em Grand-Case e Marigot.

St Maarten tem maior variedade de praias (em termos de paisagem e tamanhos), mas Cancún tem praia mais perto do seu hotel.

Nas duas você vai precisar de carro para curtir. Em St Maarten as coisas são mais perto mas há mais engarrafamentos. Pra ser feliz em Cancún você vai precisar pegar a auto-estrada quase todos os dias.

Cancún é mais em conta do que St. Maarten. O real está poderosíssimo frente ao peso mexicano. Em St Maarten os preços no lado francês, em euro, podem assustar.

Se você escolher Cancún, veja se consegue algum pacote para Playa del Carmen (não Playacar). E se você for de St Maarten, tente pegar um conjugado com St.-Barth.

De todo modo, é bom lembrar que novembro ainda é tecnicamente temporada de furacões. Dezembro é mais seguro.

Riq, Bagan é um dos lugares que mais tenho vontade de conhecer na Ásia. Depois de ler e ver muitas fotos do lugar, ele virou uma fixação.
Imagine o delírio que deve fazer um passeio de balão ao amanhecer, vendo templos até onde sua vista alcança.
Não tenho nada a agregar à sua indignação quanto à ‘restauração’ dos templos…é uma estupidez sem tamanho.
Vou dar um postzinho sobre esse assunto lá no Turista Acidental também.

Ricardo, te convido a visitar o meu blog, recebi um e-mail de um blogueiro alemão e eles estão preparando uma ação internacional em apoio aos monges budistas de Mianmar. Abração.

Só pra ser um pouquinho mais chata… Um dia eu até poderia ter vontade de ir à Pérsia – mas ao Irã? Nem pensar… 😛

Eu sou radicalmente contra essa troca de nomes… Não apenas por ser uma atitude autoritária, o que por si só já justificaria ser contra, mas também porque normalmente os novos nomes não têm nada a ver… Caramba, se eu ouço “Birmânia” penso em mil histórias exóticas, mil referências em livros de aventuras, fotos perdidas e por aí vai… Se eu ouço “Mianmar”, penso na junta militar, na morte do jornalista japonês, na revolta dos monges… Cadê o romantismo? Será que a idéia é mesmo acabar com ele de vez?!?

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