Viena pra Dani

    Viena pra Dani 3

A Dani Velloso vai passar cinco dias em Viena no fim de outubro e pede dicas de hospedagem, restaurantes e passeios.

Acho que é uma das capitais européias de que falamos menos por aqui.

Quem pode ajudar?

144 comentários

Lucia, quando eu fui no meio do ano passado, a ópera não era de graça, mas era quase: em pé, lá no fundo, os ingressos custavam meros 2 euros. Todo mundo marca o seu lugarzinho com um lenço ou coisa parecida, uma graça. Só que só eram vendidos ingressos para a sessão do dia, e somente a partir das 16h, quando se formava uma filona na porta. Vale muito a pena.

Pra mim, o ponto alto de Viena é O Beijo, do Gustave Klimt, no Belvedere. O quadro é um desbunde!!!! 1.80 por 1.80, todo dourado, ao fundo de uma sala preta…Nossa!!! Fico arrepiada só de lembrar..
E claro, o palácio de Schonbrun é imperdível! Fora as tortas… Hum!!! Entrei num café e pedi um pedaço de cada… A foto é hilária, uma mesinha bem pequena com 6 pedaços de tortas diferentes!!! E não perca a oportunidade para assistir a um concerto de Mozart…

Lembrei de outra dica: ópera de graça. Quando fui há algum tempo lembro q tinha uma noite na semana q eles abriam ao público de graça aqueles assentos lááááá longe e de pé. Mas vale a pena: é uma legítima ópera vienense num prédio maravilhoso por dentro. O prédio já vale a pena – a música então… 🙂

Olá Dani,
Viena é dividida em rings, o central é o mais turístico pelo existência do palácio Hofsburg, a StephensDome (igreja Matriz), RatHaus (prefeitura) e as doceiras do “calçadão” de lá. Fora do ring central vá ao palácio de verão, o da “Sissi”. Vale a pena visitar por dentro na primeira vez e passear pelos incríveis jardins. Mas, o melhor programa de todos é pegar o bonde 38 e ir para “Grintzing” (é mais ou menos assim) onde você comerá a melhor comida e beberá os vinhos das uvas cultivadas ali mesmo. Diz a tradição que cada lugarzinho com um ramo de parreira na porta acaba de receber nova safra. São vinhos brancos deliciosos e a comida é a mais típica possível. Você vai dividir mesas com os austríacos e a idéia é chegar para o almoço e só sair no fim da tarde. Lá perto tem ainda um parque com um Belvedere para você ver Viena do alto com o Danúbio ao lado. Sensacional. Mas como tudo que é bom, lá também encostam ônibus de turistas em alguns restaurantes. Informe-se sobre os mais caseiros.
E se você gosta de compras vá passear na Maria HilfeStrasse. Muitas lojas e preços razoáveis se comparados às lojas de grife.
E marque para assistir uma apresentação musical no palácio central. Por mais turístico que seja, vale a pena.
E no museu Belvedere não perca a exposição permanente do Klint.
Fiquei num hotel modernoso chamado Das Trieste. Era só atravessar uma avenidona e já estava no centro.
Boa viagem.
Tomas

Bom, se for comer a Sacher Torte (e é de praxe comê-la em Viena…), tem de ir ao Hotel Sacher para comer a original. É cheio de turistas, mas faz parte do programa…
Para quem gosta de museus, a cidade tem muito a oferecer: bem no centro, tem o Quartier Museum, em que sao reunidos vários museus importantes, um ao lado do outro.
Meu preferido fica um pouco afastado, o Belvedere. Só o prédio do museu já vale a pena, mas ele geralmente tem exposicoes ótimas.

Carla, procura um livro (publicado no Brasil pela Abril e revista Viagem) chamado “Roma agora”, com dicas atuais -se é que dá pra dizer isso sobre qualquer publicação!- e descoladas. Vale o investimento. 😉

Mais Roma pra Carla: próximo ao Vaticano, vá ao Taverna Angelica ( http://www.tavernaangelica.it ). Preços moderados (pros padrões vigentes), ambiente, atendimento e comida descolados.

Boas lembranças… O jantar pra casal saiu por 80 euros, mas não lembro se com vinho nesta conta.

Roma pra Carla: apesar de muita gente dizer que prefere as pizzas paulistanas às italianas, comi uma deliciosa no Est! Est! Est!, que carrega um século de história. Dá um pulo lá: http://uk.holidaysguide.yahoo.com/p-travelguide-31068-action-describe-est_est_est_rome-i

O bônus da noite foi ser (muito bem) atendido por um garçom que, conversa vai conversa vem, descobri ser sobrinho do Lúcio Costa (urbanista, autor do Plano Piloto de Brasília).

(!!!)

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