Virada: o que diz o Diemenstein

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O Gilberto Diemenstein ficou zanzando pelo centro até de madrugada e publicou um belo texto hoje na Folha Online. Tomara que saia amanhã na Folha.

Leia aqui.

9 comentários

Folks: Tô correndo e não tá dando pra vir aqui muito, mas concordo em gênero número e grau com o Dimenstein. Eu tb tava zanzando na rua no sábado a noite, e fiquei encantada em ver a cidade daquele jeito.
Outra coisa: toda aglomeração dá um certo tumulto, não tem jeito – mas neguinho acha mais legal explorar a violência do que a emoção de ver o centro da cidade lindo, com aquela mistura (muito bem colocada pelo Dimenstein, como sempre) cosmopolita dos manos com as vovozinhas (eu vi um monte de senhorinhas de madrugada, freteiríssimas), as bibas, os punks…vcs viram a foto de um menininho no colo do pai vendo o show dos Garotos Podres (ou whatever? eu achei tuuudo). Bom, afinal, é pra isso que a gente se dá ao trabalho de morar em São Paulo né?

Riq,

O Dimenstein tem o dom de colocar no texto o que muitos de nós gostaria de falar.

Podemos combinar que se não sair na Folha, todos os tripulantes postam o link nos blogs.

Abs!

Eu ouvi hoje no rádio o comentário do Heródoto Barbeiro à respeito da Virada e ele destacou o ponto do Gilberto Dimenstein, etc. Acho que a parte boa da imprensa soube identificar o fato isolado.

De qualquer forma, pelo que li ontem no FolhaOnline, fiquei com a impressão de que de certa forma o artista (rapper) em momentos diferentes defendou a calma entre o público e depois recriminou a ação da polícia durante a confusão e incitou a violência. O melhor será não promover o show desse artista no ano que vem.

Excelente o texto do Gilberto Diemenstein, e lamentável os eventos ocorridos. Apesar de saber que a simples repressão não resolve os problemas estruturais existente no país, num primeiro momento seria essencial termos uma polícia preparada e leis que, uma vez aplicadas, punissem exemplarmente estes bandidos.

Carolina, quanto mais você se afasta de Salvador, que tem uma estação chuvosa chatonilda (com pico em abril e maio), mais imprevisível o tempo vai ficando. Pela minha experiência do sul da Bahia, se você não der um baita de um azar, você sempre pega mais sol do que chuva — mas sempre pega alguma chuva.

Acabo de (não) entrar aqui pelo Freires pela terceira vez na história, espero que seja só um problema passageiro.

Riq, sei q o assunto não tem nada a ver, mas tenho q perguntar pro meu agente (vc!!), pois a viagem está perto: qual a porcentagem de risco q eu corro de pegar chuva em itacaré (bahia) agora em maio? Sorry! Thanks!!

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