Hotéis não deveriam cobrar pelo wi-fi: “é como cobrar pela luz”, diz analista

wifizone

O melhor artigo que descobri esta semana no Twitter foi jogado na rede pelo Leandro Meirelles Pinto, do Urbanistas.

Jeremiah Owyang, analista de mídias sociais baseado no Vale do Silício, publicou em seu blog Web Strategy um post com o apelo “Hotéis, não nos cobrem pelo wi-fi“.

O que eu achei interessante é que, além da constatação, já feita por qualquer um de nós, de que hoje em dia conexão permanente à internet é tão essencial quanto uma TV que funcione ou um chuveiro que esquente, Owyang nota que os hotéis estão perdendo oportunidades de negócio ao cobrar pela internet.

Acompanhem o raciocíno do cara:

Se o hotel me oferecer wi-fi grátis — como já se deram conta os inúmeros cafés que oferecem conexão a seus clientes — eu naturalmente vou ficar mais tempo (e gastar mais dinheiro) no hotel. Vou usar seu bar, seu restaurante, vou fazer reuniões de negócio por ali mesmo. Vou usar meu smartphone na piscina, vou inventar o que fazer com as crianças dentro do hotel.

O artigo prossegue com sugestões de como usar as mídias sociais para fidelizar os clientes e fazer do hotel o centro da experiência de viagem do hóspede.

E termina com outra verdade dos novos tempos: tem muita gente que escolhe o seu hotel pela banda larga grátis.

Nos comentários, muitos dizem que já não sofrem mais com internet cobrada no hotel; que já levam o seu modem celular. Esse já é o meu caso; para não me aborrecer, já ligo o modemzinho da Tim direto, às vezes sem nem perguntar na recepção (mais ou menos como já fazemos com o celular, sem usar o telefone do quarto). Mas a notícia de que o wifi é grátis é algo que aumenta SOBREMANEIRA a minha simpatia pelo hotel.

Esta, aliás, é uma ótima vantagem que pode ser explorada pelas pousadas. Nunca vi uma pousada cobrar por wi-fi (normalmente elas cobram pelo uso do computador, até para ninguém estacionar nele a vida toda). 

Pousadas que têm banda larga sem fio devem anunciar isso grande na página de entrada de seus sites. Tem cada vez mais gente que não pode se dar ao luxo de ficar desconectado no fim de semana ou nas férias. (E muita gente também que pode fazer convenções-do-eu-sozinho — imersões de trabalho num lugar tranqüilo, desde que ofereça conexão.)

62 comentários para “Hotéis não deveriam cobrar pelo wi-fi: “é como cobrar pela luz”, diz analista”

  1. Riq,
    Eu escolho quando viajo a trabalho hotéis com conexão gratuita.
    Eu diria que a quase maioria atualmente possui.
    Outro dia em Ribeirão Preto, no hotel que a-do-ro ficar, fiz um sermão na recepção por causa disso.
    É a 4ª vez que fico lá e continuam cobrando R$20,00 de diária de internet. Ridículo!
    E ainda acho que não é um hotel barato e francamente pega até mal. Parece mesquinharia…
    O moço ali tem toda razão. Cobrar pelo uso do pc do hotel é uma coisa, mas pela internet wi-fi ou via cabo do apto é um horror.

    1. A internet da sua casa também é grátis???

      1. Não. Mas eu não cobro dos meus hóspedes.

  2. Concordo plenamente. Acabei de voltar da Europa, e o hotel que que fiquei em Praga ( indicado pelo PeEsse) foi disparado o meu preferido. Tinha wi-fi no hotel todo,economizei um bom dinheiro fazendo ligacoes pelo skype. Falando nisso, usei muito meu I-touch para acessar o skype. É uma soluçao e tanto, porque dá pra acessar e-mail e fazer ligacoes sem ocupar nenhum espaço e com peso zero.

  3. Concordo 100% !
    Na minha estada em Jericoacora no Reveillon, apesar do pousadeiro não ser assim uma simpatia, achei simpatississimo o wi-fi ser grátis, assim como o uso do computador da recepção.

    Vocês já ouviram falar de um produto/serviço chamado MI-FI? Funciona como uma núvem de WI FI móvel, disponível sempre que você ligar o aparelhinho (do tamanho de um cartão de crédito). A vantagem sobre o modem de celular é que é banda larga mesmo, podendo substituir até o que você tem em casa e pode ser utilizado em qualquer lugar do mundo!
    A maravilha é americana, mas pelo preço que eu vi, vale a pena para substituir o Virtua!

    1. Não sabia que ele já havia sido lançado! Lena, vc teria mais detalhes do preço? Acho que li que seria algo entre US$ 40 e 60/ mês. Valeu, abç,

      1. Lu,

        o site é http://www.novatelwireless.com . O legal é que como funciona como um “hotspot”, até 5 laptops podem se conectar. Pelo que li, os preços variam de US$59.99 por mês para o plano de troca de dados ou US$149.99 por mês para um combo MiFi/telefone (este não cabe para estrangeiros).

        Na verdade não sei se eles disponibilizaraim o outro para estrangeiros também, mas que seria possível, seria :-)

        Ah, existe um custo de aquisição também: US$99.99, para 2 anos de contrato.

        1. Ish!!!

          Acabei de ver o vídeo de demonstração do produto da CNBC no site que indiquei acima (até então, eu só havia lido uma notícia…). O Mi-Fi NÃO funciona fora dos EUA :-(

          Vamos torcer para que lancem algo semelhante aqui e não custe um absurdo…

          1. Ai que pena, Lena, já tava ficando animada e sonhando com minha vingança contra o vírtua…. Sinceramente? Acho que vão demorar horrores para lançar, e quando lançarem, vai ser bem caro. Definitivamente os serviços de comunicação no brasil são ruins e caros.

            1. Carla, eu tenho o Virtua há 10 anos. Faço até comercial grátis para eles se quiserem…rs
              Lá em casa funciona que é um espetáculo! Acho que neste tempo todo não fiquei fora do ar nem 10 dias.

              1. Oi Mô! Pois é, o meu também sempre funcionou ok, mas nesse último mês, fiquei quase 20 dias com o serviço de forma intermitente, tive que chamar o técnico vááárias vezes. Como também foi um período que eu estava em casa e acessando direto, fiquei pensando se antes eu não percebia os problemas porque não usava… :oops:
                A parte interessante é que me deram um desconto na fatura referente aos dias sem serviço, só que precisei pedir por isso, quando eu acho que deveria ser automático (ok, quer ser feliz muda para a Suiça, né?). E também acho 85 reais/mes caro…

  4. O que me irrita aqui na America do Norte, é que os hoteis mais caros (os 5 estrelas) são os que cobram pelo uso… e muitas vezes o custo é mais que $15 o dia (um roubo).
    Enquanto os hoteis 3 estrelas e de “beira de estrada” não cobram nada (é complementary).
    Mas sem dúvida, eu SEMPRE dou preferencia a hoteis com wifi gratuito.
    Belo post… até quando os hosteis vão continuar com essa mesquinharia?
    Abs,

    1. Faço minhas as palavras da Mirella. Em meu quase mês pela Califórnia e adjacências, dos sete hotéis em que fiquei, um só foi cobrado. Justamente o mais caro, o Bellagio, em Las Vegas. E o wi-fi era tão caro, mas tão caro, que não usei. Como era minha última cidade, passei quatro dias desconectado e só voltei a ter contato com este blog, digo, com a civilização quando cheguei no Brasil. Nos demais hotéis bastava eu perguntar para ouvir um “sure” como resposta.

    2. Eu ia comentar exatamente isso. Aqui nos EUA praticamente todos os hoteis 4-5 estrelas cobram pelo wi-fi enquanto que os hoteis baratos oferecem de graca. Uma vez li uma justificativa dizendo que a maioria que fica em hotel 4-5 estrelas esta viajando a trabalho e a empresa nao vai se incomodar em pagar o extra de wi-fi pro cara trabalhar. Sempre fico morrendo de raiva…Ah, e a mesma coisa com cafe-da-manha: quanto mais caro e melhor o hotel, mais raro que o cafe esteja incluido na diaria.

  5. Nossa Riq, suba um post sobre essa nuvem da Lena.

  6. Olá Ricardo Freire : É a primeira vez que comento no seu site e devo dizer que tenho me dado muito bem, aprendendo com as suas dicas e “sacadas” de viagem.Sou do Paraná e por aqui a maioria dos hotéis, principalmente os estrelados, cobram muito caro pelo uso do wi fi. Em compensação, muitas lanchonetes daquelas tipo drive-in tem internet banda larga de graça! Vai entender. Sigo acompanhando e colaborando se for possível.Digo colaborando, pois já publique algumas fotos de viagem no site da Constance Escobar e acho que um dia poderia publicar no seu também.Disponha,

    daniel martinon * fotógrafo

  7. Moro em Genebra, na Suíça e viajo bastante pela Europa principalmente a trabalho. Já cheguei a pagar €14 ou £9 por uma hora de acesso a internet a alguns anos atrás. Hoje a agência de viagem que prepara mihas viagens já sabe. Só fico em hotel que ofereça o acesso grauito. Perdem os hotéis que (ainda) não o fazem…

  8. Em dia de feriado nacional (Dia de Portugal), peço desculpa por colocar aqui um tópico fora do caminho. Com o fuso horário diferenciado, acabo por nunca estar em sintonia convosco e gostava que o tópico ficasse “ao de cima”.
    Lembram-se de há um tempo atrás o Ricardo ter trazido aqui as votações das 7 Maravilhas do Mundo e as 7 de Portugal?
    Pois agora por cá uma nova votação está a ter lugar – as 7 Maravilhas Portuguesas fora de Portugal.
    http://www.7maravilhas.sapo.pt/
    Como é habitual é mais uma iniciativa embrulhada em polémica (como tudo por aqui…) – os textos que acompanham os monumentos não fazem referência a aspectos menos positivos da diáspora como, por exemplo, a escravatura, e isso tem suscitado oposição de alguns historiadores lusos e outros estrangeiros que se interessam por estes temas. A mim choca-me ainda mais o estado altamente degradado de muitos desses edifícios. Mesmo com uma leitura crítica dos mesmos seria interessante que estivessem preservados, pois a história não se rescreve mas nem por isso pode ser ignorada (o apagar da memória leva à ignorância).
    Trouxe o tema aqui pois alguns dos edifícios em “concurso” estão no Brasil e, se calhar” já foram por vós visitados.
    E lá vou voltar à correcção de provas, pois o fim do ano lectivo está à porta.

    1. Isabel O., que delícia “ouvir” você por aqui (sou mais uma fã do seu português caprichado)! Achei muito interessante o concurso e seu objetivo, uma vez que os portugueses espalharam sua arquitetura por todo o globo. Mas concordo com as críticas…

      1. Eu tb sou fã confessa do português-português (e não brasileiro) da Isabel. E “tópico fora do caminho” me caiu tão bem que nunca mais uso “off-topic”! :)

  9. HOTEIS CAROS QUE COBRAM X HOTEIS BARATOS QUE NÃO COBRAM -. Acho que o que ocorre é que hotéis econômicos começam a ver o wi-fi quase como uma necessidade para não serem “desqualificados”, especialmente os que são frequentados por gente que trabalha. Assim, como wi-fi, especialmente se for aberto para todo mundo sem restrição, é algo relativamente barato, todos acabam implementado.

    Hotéis mais caros vêem isso como uma oportunidade de faturamento “a la carte”. É um fenômeno mundial que, na minha modesta opinião, é a consequência inesperada da popularização das ferramentas de busca online de preços de passagens, hotéis e carros: para “chamar a atenção” do possível hóspede, o hotel precisa oferecer uma tarifa bem baixa para poder atrair a atenção ou pelo menos aparecer na janelinha do site consolidador. Depois, cobra-se tudo: de tarifa para pagar com cartão, preços extorsivos de frigobar, Internet etc. Até que surja um movimento desses grandes sites de permitir buscas por tarifas que incluam certos serviços mais ou menos universais, acredito que a prática continua.

    Isso me faz lembrar, segundo que conta (pois não sou dessa época hehe) minha família e alguns amigos, do tempo em que você podia viajar e pagar um “suplemento” para ter televisão “A CORES” no quarto ao invés de preto-e-branco.

    Por outro lado, grandes redes como a Accor terceirizaram o servicó de Wi-Fi, aliás, isso ocorre profusivamente aqui na Europa, e as empresas que fornecem o serviço cobram caro em geral, e em geral pagam ao hotel um valor para poder oferecer com exclusividade o serviço. Mas a tendência, na minha opinião, é meio irreversível: assim como você não paga para ligar a luz ou tomar banho quente, daqui algum tempo não pagará para usar a Internet porque ficar em um quarto sem Internet será como ficar em um quarto sem água quente: inaceitável.

  10. Essa cobrança pelo uso do wi-fi é irritante mesmo… Nas 2 viagens que fiz aos EUA tive wi-fi gratuito nos extremos – no luxo do Hotel On Rivington (onde o uso do Mac comunitário também era gratuito – se é que se pode considerar qualquer coisa gratuita quando a diária do hotel é de US$ 450!) e no Howard Johnson fuleirinho onde fiquei em Orlando. Já no Salisbury, em NY, a diária do wi-fi era de US$ 10…

  11. O analista está correto – mas até os hotéis entenderem isso, vai levar um tempo…
    Até o cybercafé dos hotéis ainda é cobrado (no Peru não, pelo menos no Eco Inn de Cusco, no Hatuchay de Macchu Pichu e no Casa Andina de Puno. No Sol de Oro de Lima, não usei). E em Floripa, o (único) computador do Deville Express, que tinha acesso gratuito em 10/2006, agora custa R$ 6,60 meia hora e R$ 13,20 uma hora.

    1. No Peru, só acessei a Internet no Terra Andina de Cuzco – tanto o computador do hotel quanto o wi-fi eram mesmo de graça…

  12. Super apóio!!! Para viajar no Brasil também tenho minha placa 3G, mas no exterior a primeira coisa que verifico é se o hotel tem internet grátis. Se não tem, já está fora da minha lista.

  13. Concordo 100%
    Acho um absurdo hotéis cobrarem pelo uso da banda larga sem fio.
    Não tem o menor sentido fazer uma coisa dessas hoje em dia.

  14. No Sheraton de Buenos Aires liberam 30 min gratis no Lobby e no quarto o preço é absurdo. Los Cauquenes em Ushuaia e Esplendor em Calafate além de ser liberado o wi fi, nos lobbys há 2 computadores a disposição sem taxas e apenas o bom senso para pesquisas de ultima hora.

  15. A Wendy Perrin, da Conde Nast vive questinonando a cobrança do wi-fi pelos hotéis no twitter e vide pedindo indicações de hotéis com wi-fi grátis. E olha que ela escreve para uma revista de turismo de “luxo”, vamos dizer assim. Talvez sejam posts como esse e as iniciativas de formadores de opinião no assunto viagem como ela e o Riq que façam os hotéis acordarem para essa cobrança descabida.

  16. Riq e companhia, não sei em termos de wi-fi, em nossa recente viagem ao sul da Bahia, a pousada Erva Doce, em Arraial d’Ajuda, disponibiliza o acesso a um computador, localizado na área da recepção; foi útil. E em Espelho, na pousada Enseada do Espelho, um notebook era oferecido aos hóspedes.

    1. Acho oferecer computador mais complicado e pouco prático do que o Wi-Fi: exige uma área dedicada (ou se colocado no lobby, de imediato mata o charme do lugar como ponto de encontro, exceto se for um ambiente do tipo youth hostel), é inseguro para transações bancárias e coisas sérias, e sempre pode ter alguém alugando o lugar. Wi-Fi é mais sensato e simples: todo mundo hoje em dia tem um note, smartphone ou PDA que pode usar.

  17. Acho ridícula e totalmente desnecessaria essa cobrança pelo uso de um serviço que está pago .
    Quem não tem a conexão , está fora do mercado.
    Quem cobra por ela , está saindo do mercado.
    Quem disponibiliza , já pagou por ela , e está apenas transferindo o serviço para o hóspede . Alem de simpatico , é correto , e agrega valor ao hotel .
    Cobrar pelo wi fi é o mesmo que querer cobrar por uma informação que está disponivel na internet .
    Relou hoteleiros !! Se liguem ! ;-)

  18. [...] A mensagem chegou até o Riq Freire, que  leu, gostou e publicou no Viaje na Viagem. [...]

  19. Ótima a comparação com fornecimento de luz e TV. E isso não vale só para hotéis ou cafés. Viajando pela França no mês passado, achei genial um posto/restaurante na estrada anunciando com uma placa bem grande: wi-fi free. Não dá para não parar.

  20. É claro que eu tb concordo plenamente!
    Aliás, ainda tem hotéis que estão no meio do caminho. Tipo, conexão wifi no lobby é grátis, mas no quarto tem pagar. É uma forma de forçar as pessoas que querem mais conforto a pagarem para utilizar o serviço no quarto. Não gostei muito disso, não….é assim lá no Ibis Mariahilf em Viena.

  21. Tô indo pra FLIP agora em julho – se vcs soubessem o que eu sambei pra achar um hotel que não estivesse cobrando uma fortuna e que tb tivesse wi-fi…

    E é maluco como são os hoteis mais caros que cobram o wi-fi (normalmente os de cadeia). Acho o fim…Acho que deveria ter um abaixo assinado mundial, um selo nos blogs de viagem dizendo “cobrar pelo wi-fi é cobrar pela luz” – quem sabe assim os caras se tocam…olha que não é uma má ideia…

    1. Acho que o movimento será parecido com o do que popularizou ar-condicionado em pousadas no Brasil: mais cedo, mais tarde, hotéis fora do circuito começam a oferecer aceleradamente o serviço para atrairem a clientela (minha localização é um naco pior que a do me concorrente, mas você acessa tudo de graça), e daí o serviço se dissemina rapidamente.

  22. Eu também simpatizo muito mais com o hotel quando tem internet gratuita. Quanto às plaquinhas 3G, já me falaram que a melhor, em termos de qualidade de conexão e abrangência do serviço, é da Claro. Eu andei vendo a promoção da OI, que achei boa, mas não ” pega” em todo o território nacional, por exemplo. Quem usa, recomendaria qual?
    (sorry Riq, mas quem não tem casa própria tem que fazer enquete na sala alheia!!! :-) )

    1. Carlinha, eu uso a da Claro, mas contratei apenas porque ganhei um descontão por ser cliente da Claro há muito tempo, não fiz comparações de qualidade antes de comprar. No geral, ela funciona bastante bem, mas a Claro tem uns “buracos negros”, uns problemas de recepção de sinal muito estranhos… Sabe qual é o lugar em que o meu modem funciona pior? A minha casa!!! :P Fora daqui, seja na casa da minha mãe, no trabalho, onde for, ele funciona que é uma beleza. Um fator que me agrada é que a cobertura 3G da Claro é bem ampla e, pelo que entendi, mas ainda não verifiquei se é isso mesmo na prática, onde quer que haja cobertura 3G você tem acesso incluído no plano sem pagar roaming.

    2. Carla2, uso o 3G da Claro há uns 6 meses. Não fui eu que escolhi, é corporativo. Mas, no geral, fico satisfeita. Deixei de lado a minha conexão por cabo depois de um mês testando a claro. Agora, de vez em quando, o sinal some… O 3G ainda não é 100%.

  23. Flavia, eu já fiz minha parte replicando o tema no Inquietos. Mas um selo é uma ótima idéia.

    1. Priscila, eu topo fácil…só preciso achar alguém que bole o selinho…vou ver se descolo alguém (eu não sei fazer linha reta com régua) e te falo…

  24. Escrevi há alguns dias sobre isso: http://www.nardol.org/2009/3/9/maceio-took-some-days-off

  25. Para mim hoje em dia, é condição sine qua non. Em 2007, na Sicilia, o Villa Carlotta tinha wi-fi nos quartos e um note sempre disponível no bar que eu usei, pois ainda não tinha laptop. Sem custo, só tinha que pegar uma senha na recepção. Em Palermo, tb tinha wi-fi free nos quartos.
    Em Buenos Aires, os apês tinham excelente banda larga, tb sem custo adcional, já é default.

  26. Seguinte moçada!!!

    Um amigo meu fez um selinho “Só fico em hotel com wi-fi grátis” pra eu colocar no blog http://migre.me/2xjm

    Quem quiser, fique à vontade pra fazer o mesmo, eu posso mandar inclusive o código HTML mastigadinho pra vcs.

    Ricardo, se eu folguei muito, apaga e desde já desculpas tá?

    Beijos!

  27. Nem viajo muito, mas concordo que wi-fi grátis é um gesto simpático e que certamente fará com que o hóspede volte. Quem não quer falar via Skype, fazer tele-conferencia, mandar e-mail, etc?
    Cobrar uma tarifa pelo acesso é uma coisa bem mesquinha.

    Vou por o selinho lá no meu blog

  28. [...] Ricardo fez um post discutindo o assunto, e eu, que adoro uma bandeira pra chamar de minha, logo sugeri que fizéssemos um selo defendendo a [...]

  29. [...] querida Flavia Penido, a.k.a. LadyRasta, inspirou-se num post do VnV para criar o [...]

  30. [...] querida Flavia Penido, a.k.a. LadyRasta, inspirou-se num post do VnV para criar o [...]

  31. Muito legal a iniciativa dessa campanha. Nós da InterCity também concordamos com isso. Por esse motivo em nossos hotéis temos acesso ilimitado a web. Todos os apartamentos da rede oferecem acesso gratuito à internet. Basta plugar seu notebook e navegar à vontade!!! :)

    abraço!

    1. Bacana quando aparece alguma empresa aqui. Mostra que estão antenados.

      Outro dia a Gol deu as caras por aqui.

      ; )

    2. Ótimo saber disso! Obrigado pela visita!

  32. Sem maiores comentários – pois acredito que já disseste tudo -, botei maior fé na ideia e acho que os hotéis e seus hóspedes só sairiam ganhando com isso.

  33. Para quem precisa de acesso à internet e não conseguiu achar um hotel com wifi gratuito ou com tarifas pelo menos razoáveis, uma boa alternativa são os pacotes de dados PRÉ-PAGOS oferecidos por operadoras celulares no exterior. Nas minhas últimas viagens tenho comprado vários chips por onde passo (até estou colecionando-os…), ativo um pacote de dados e fico usando o smartphone direto na internet.
    Por exemplo, a operadora 3 do Reino Unido vende um chip pré-pago por 10 libras e por 10 libras adicionais um pacote de 1GB de dados 3G, que dá e sobra para web e skype onde quer que eu esteja, não apenas no hotel. esta franquia só não vai ser suficiente se vc quiser baixar um DVD no meio da Piccadilly Circus…
    Só para comparar, o Ibis que fiquei cobrava 10 libras por dia de wifi…
    Existe um wiki que contribuo regularmente que lista as diversas opções de acesso à internet por linhas de celulares pré-pagas pelo mundo, o endereço é http://prepaid-wireless-internet-access.wetpaint.com/.

  34. Oi Ricardo, adorei essa discusão, tanto que coloquei lé no meu blog. Dá uma passadinha lá para ver. Sou super-hiper-mega a favor da internet sem fio grátis nos hotéis. Bem, te aguardo lá no meu blog, que ainda está começando (giragiramundogira). Eu sou jornalista, editora de um caderno de turismo e um suplemento infantil de um jornal diário. Abraços

  35. Concordo plenamente com a sylvia acho um absurdo cobrarem eu tive uma experiencia com banda larga da brasiltelecom onde fiz um plano e tinha que pagar mais o provedor, achei um desrespeito com o cliente so no brasil que acontece isso sem falar da qualidade da banda larga que e um horror se comparada com outros paises, ah e muito mais caro.Vamos adotar essa ideia do selinho acho brilhante devemos exigir o wifi peço aos donos de hoteis que prestem mais atençao as necessidades de seus clientes.
    abraços Ricardo
    Ps. Hoje tem o 3G da Tim uma maravilha.

  36. [...] Hotéis não deveriam cobrar pelo wi-fi: “é como cobrar pela luz”, diz analista [...]

  37. [...] a discussão pelo Twitter (eu também, por seguir os dois lá no Twitter também) e postou lá no Viaje na Viagem. A Lady Rasta, outra problogger, criou o logo e postou, iniciando em definitivo a campanha. Fiquei [...]

  38. [...] e estamos adotando a campanha “Só fico em hotel com Wi-Fi grátis“. Mais detalhes aqui [...]

  39. Olá Ricardo e o aeroporto de SP que cobra pra usar a internet?
    Fiquei passada porque tive que chegar duas horas antes para o checkin e teria que pagar para usar a internet! Acho o fim que da maior metrópole em turismo de negócios cobre pela internet!!!!! Vamos fazer esta campanha também!
    bj
    Sandra

  40. [...] a Bagagem. Ela, por sua vez, trouxe do Viaje na Viagem, do Ricardo Freire – que fez um post sobre a campanha. Já a LadyRasta lançou o selo e colocou na web. Tudo começou com a discussão [...]

  41. [...] SAIBA COMO COMEÇOU ISSO CLICANDO AQUI [...]

  42. [...] Hotéis não deveriam cobrar wifi: “É como cobrar pela luz”, diz especialista [...]

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