O que você mudaria se refizesse aquela viagem?
A Carla Portilho do Idas e Vindas sempre faz isso nos seus relatos de viagem: depois de mostrar como foi, ela faz uma autocrítica da estratégia e conta como faria a viagem à luz da sua experiência.
Recentemente a Dani S. usou a mesma técnica para falar de seu périplo pelo Canadá — com grande sucesso entre os leitores.
Daí a CarlinhaZ entrou para sugerir: ei, que tal se fosse aberto um post em que todo mundo pudesse contar como refaria alguma viagem bacana? Adorei a sugestão.
Diga lá: o que você teria feito de diferente naquela viagem? Que mico você evitaria (e de que jeito), que lugares dispensaria, onde ficaria mais tempo ou iria em outra época do ano?
Conte dos seus desenganos — assim a gente vai direto à vitória (não sem antes tomar um guaranazinho….).




O Viajante Oficial está coberto de razão, é de cortar o coração o descaso com estes aspectos nas nossas cidades que têm alguma história para mostrar. Mesmo lembrando que o que é mais antigo ou velho no Brasil não tem mais do que os quinhenetos e poucos anos da nossa descoberta, temos coisas lindas e que se encontram em um abandono de dar dó.
Eu teria alugado um carro logo ao chegar em Joanesburgo (aluguei só no último dia por lá). Dirigir na mão inglesa é complicado só nos primeiros 15 minutos. As principais atrações da cidade são na verdade nas redondezas, não no centro ou em Sandton, e ter que se virar de táxi em JNB é chato e dispendioso.
Sim, Las Vegas é kitsch, kitsch, kitsch, mas tão kitsch que fica ótima. Alguns dos melhores shows que já vi na vida – inclusive o Cirque du Soleil – eu vi em Las Vegas, bem como alguns dos melhores restaurantes em que já comi. E, mais, Las Vegas é uma das cidades mais baratas e com menor imposto dos EU. E, vejam bem, eu nem jogo nada, quando muito uma abaixadazinha numa manivela de um jackpot, nada além disso.
Concordo totalmente!! Las Vegas é vida!! É diversão descompromissada, é brincar de ser rico, ficar em ótimos hoteis, comer em ótimos restaurantes, alugar carros fantásticos e não ficar pobre por isso. É ter a chance de tirar fotos surreais a cada passo. É entender que com dinheiro, boa vontade e marketing qualquer lugar pode se transformar numa atração turística…
Assino embaixo. Eu adoro Las Vegas e nem jogo nem nada. É um lugar que dá pra se comer muito bem e ficar num hotel luxuoso sem quebrar o orçamento! Além claro, dos shows… sempre que vamos pra costa oeste, a gente dá uma passadinha por lá!
Apenas para enfatizar ainda mais essa questão do marketing: Nessa minha viagem, acabei incluindo Las Vegas porque a passagem aérea, com a Delta (olha essas milhas virando Smiles aí gente!!!) Rio-Las Vegas-NY-Rio era mais barata que a Rio-NY-Rio. E com os quase USD200 de diferença banquei quase que integralmente minhas 3 noites numa suíte do Venetian!
Realmente Las Vegas é Brega, com um monte de Rednecks, mas também é diversão pura, nada de compromisso, grandes espetáculos, SIN CITY total, não dorme, não acorda é diferente de tudo.
Acho que vai muito do espírito do Viajante e de suas companias.
Na Rússia, teria feito o contrário da Luísa: mais alguns dias em Petersburgo. E, sim, Moscou é mais “russa”, no entanto, é extremamente urbana, por isso, arrependo-me demais de não ter ido ao campo e a Vladímir. Fiquei 1 mês por lá e só conheci bem Moscou. Tudo bem que o objetivo principal da viagem era pesquisa e não turismo, mas poderia muito bem ter unido o útil ao agradável. Fosse hoje, faria diferente.
Agora, o mico maior, o king kong da viagem foi com relação ao trem de Moscou a Petersburgo. A viagem é linda, vale muito à pena. Recomendo muito, no entanto, é preciso atenção. Como estrangeiros não podem comprar o bilhete direto no guichê da estação de trem, fui a uma agência de turismo. Acontece que a agente me explicou errado o horário de embarque. O meu erro foi confiar mais nela do que em mim. Eu sei russo, desconfiei que ela estava falando bobagem, questionei-a várias vezes, fui para a casa, olhei no dicionário e voltei à agência e questionei-a novamente, ela insistiu naquilo e eu acabei indo por ela e não por mim, afinal, ela é russa e trabalha numa agência de turismo, na minha cabeça deveria saber sobre o que estava falando. Ledo engano. Quando chegamos à estação (eu e uma amiga), descobrimos que o trem estava chegando a Petersburgo. A nossa sorte foi que apareceu uma boa alma, um agente de turismo russo, que me ajudou a trocar as passagens. A parte ruim é que foi num trem bem pior e que demorou 4 horas a mais para chegar a Petersburgo. A parte boa foi que conseguimos embarcar!
Creio que quanto mais estudamos o destino, quanto mais pesquisamos e quanto mais experiência temos, menos são as chances de arrependimentos. Um bom exemplo é a minha última viagem, curta, porém perfeita, a Foz do Iguaçu. Pesquisei muito antes de ir (não preciso nem dizer que este site foi indispensável… rs), e como o tempo era pouco, fiz um roteiro que procuramos seguir à risca. No fim, tive que adaptar um passeio ou outro em função do clima, mas deu tudo muito certo, justamente porque já tinha pesquisado muito e até contava com essa eventualidade.
Em Lisboa, teria ido conhecer o Oceanário…não fomos por falta de tempo e por achar que não ia ser interessante para a nossa filha pequena. Só depois descobri que é o 2° maior aquário da Europa e que parece ser muito legal (e que ela certamente iria amar)!
Outra coisa que fizémos nessa viagem: passamos alguns dias no Algarve, que eu já sabia que não tinha tanto charme quanto o Norte. Teria preferido mil vezes percorrer a região do Douro, mas a família tinha alugado uma casa por lá e não tivémos muita opção. Viagem turística não combina com viagem para ver amigos e família!
Ah! E gostei da sugestão da Leticia Greco de fazermos o contrário: o que repetiríamos mil vezes! #Just think about
Aos 19 anos de idade, chegar à noite em Fortaleza, em companhia de tres amigas, sem hotel reservado. Nunca, nunca mais chegar à noite, sem hotel reservado pelo menos para a primeira noite. Meu marido teve experiência semelhante agora em Brasília. Foi para uma reunião marcada de última hora, sem hotel reservado. Saiu do aeroporto para a reunião, ao terminar a reunião não achou uma única vaga nos hotéis de Brasília. Foi dormir na casa de parentes.
Não dormiria em Toledo: a cidade fica às moscas e não tem nada tão especial à noite — melhor fazer um bate-volta e curtir a noite em Madrid.
Eu amei dormir em Toledo. A multidão de turistas vai embora e você pode passear nas ruelas ao por do sol, se perder e se encantar. Super recomendo.
Em Roma eu teria feito a reserva para entrar na Vila Borghese. Programei minha viagem toda, fiz todas as reservas on line, mas o da Vila eu simplesmente esqueci. Fiquei muito decepcionada quando cheguei na porta e o italiano nada simpático da recepção nos mandou vazar.
Portanto, quem quiser matar a minha curiosidade e conhecer a galeria não esqueça a reserva :S
Reservas para museus são um ponto controverso. Por um lado, reduzem a muvuca de filas e controlam o fluxo, já que o museu pode limitar o número de ingressos (quem já foi aos Musei Vaticani ou ao Louvre em dia muvucado sabe como o excesso de gente pode ser prejudicial à experiência). Por outro lado, obrigam a pessoa a planejar com antecedência sua viagem e, aí, o dia reservado para o museu pode ter sido o único dia de sol e céu azul na sua viagem, quando teria sido melhor andar pelas ruas e deixar o museu para outro dia…
No caso de cidades e museus ultra-procurados, continuo achando que é melhor fazer um sistema de reservas que te obriga a “travar” antecipadamente o programa de um dia do que ter a CERTEZA de passar perrengue em uma fila quilométrica.
Lendo o Marcio agora há pouco ( http://www.ajanelalaranja.com/ ) me lembrei que me arrependo de não ter ido ao parque Xcaret. Fiquei vários dias em Playa del Carmen (uns 10 ou 12) teria dado tempo de sobra. Mas na época achava esses parques chatos, além de ser um absurdo ir a um lugar totalmente “fake”, tendo uma natureza singular ao lado. Mas depois que fui p/ Disney e amei, perdi um pouco o preconceito com parques “fakes”.
DRI, acho que terei de mudar TODO meu planejamento pra Itália, agora que você postou seus “equívocos” na viagem. Eu planejava fechar os hotéis na Toscana, ir de carro de Roma para Florença e de Florença para Toscana e me hospedar em Veneza. AHAHAHAHAHA. beijos.
Há controvérsias
Não viajo sem hotel reservado NUNCA mais. E dormiria dentro de Venezia 1000 vezes.
Érica, veja bem… Como o Riq disse, há controvérsias. O que eu escrevi reflete minha opinião PESSOAL baseada nessa última viagem. Já fiz uma outra viagem pela Europa usando trens e foi ótimo. Dessa vez eu me irritei por conta das malas, que foram ficando enormes e pesadas com o passar da viagem. Me irritei pq no trem não tinha espaço direito para elas, especialmente a mala da Benneton que meu namorado comprou lá, do tipo MEDIA. Sobre os hotéis, como eu disse, eu fui numa época de baixa, então tinha vaga em todos os lugares charmosos que eu encontrei no caminho, nas pequenas cidades e nos agriturismos. Em Florença é indispensável ter reserva em qualquer época pq nao acho que compense perder tempo procurando hotel.
Finalmente, sobre Veneza… O Riq, que é muito mais descolado do que eu, recomenda fortemente NAO ficar em Mestre. Mas, de novo, isso depende do que vc procura em um hotel. Eu tenho FOBIA de lugares velhos, descritos como “autenticos” e “charmosos”. O que eu acho charmoso mesmo é uma cama king size novinha, com bons lençois e edredon. Piso frio novo x madeira ou carpete. Elevador x escadas ingremes e estreitas, etc. E, como eu disse, infelizmente não tenho cacife por enquanto para bancar hospedagens nesse estilo em Veneza… É mais uma questão de SE conhecer para não depositar expectativas que serão certamente frustradas. Qq coisa, entre em contato!
Eu Também tenho FOBIA de lugares velhos, descritos como “autenticos” e “charmosos”. O que eu acho charmoso mesmo é uma cama king size novinha, com bons lençois e edredon. Dri, concordo 1000%.
Eu concordo, Dri. Quando fui a Veneza, também fiquei em Mestre, e não acho que a minha viagem tenha sido prejudicada em nada por isso – em 5 minutinhos de ônibus eu estava em Veneza, e voltava pra dormir em um hotel novinho, com quartos amplos, elevador e nenhum vestígio de mofo…
No meu caso, nem era fobia de hotéis velhos, mas a velha dupla inseparável que sempre me preocupa quando o assunto é mofo e umidade: a rinite e a bronquite… Claro que se na época eu pudesse pagar por um bom hotel em Veneza, onde ficasse bem instalada sem me arriscar a ter uma crise alérgica, eu teria optado por isso. Mas acho que o mais importante é balancear as suas prioridades e expectativas e tomar suas próprias decisões, né? Nem sempre o que é bom para um é bom também para os outros!
Em Veneza fiquei hospedada quase ao lado da Piazza San Marco em um hotel novíssimo.
Nem tudo em Veneza cheira a mofo:
http://www.cortegrimani.com/
Já dei essa dica lá no outro post, e reitero, dormir em veneza é outra vida. A noite Veneza será só sua e das orquestras dos cafés da Piazza San Marcos.
Eu não sei quanto vc pagou, nem quantas pessoas eram, Marilia. Olhando agora, pra uma reserva ficticia em novembro, tá o dobro do Best Western de Mestre. Por 100E a mais/noite, não mudaria meus planos… Eu tive a oportunidade de ficar em Veneza e ter a Piazza a noite e fiquei bem decepcionada. É mais vazio, é mais bonito, mas tudo fecha cedo! (para meus padroes brasileiros) Então não me incomdaria de voltar por volta das 21h/22h pra Mestre. E em Mestre eu comi num dos melhores restaurantes de frutos do mar da minha vida! E por um preço super tranquilo…
Outra vantagem que eu vejo é na chegada. Descer do trem e andar 30m até o hotel x pegar vaporetto, caminhar no meio de multidoes, se perder etc…
Mas, de novo, essa é uma opinião pessoal MINHA. Não é pra todo mundo que passa por aqui começar a achar que tudo é velho, mofado e que Mestre é a nova Paris!!
Dri,
me hospedei no final de abril por 3 noites, quatro pessoas em cada quarto.
Usamos um Apartamento Superior (100 euros por dia por pessoa) e um Apartamento Classic (90 euros por dia por pessoa).
Num grupo grande (8 pessoas) o taxi até a porta do hotel ficou em 20 euros por pessoa.
Entendo que é uma opinião sua, só deixei registrada que nem tudo é velho por lá.
Se um dia voltar a Veneza, não repetiria o local, gostaria de conhecer Lido e me hospedar por lá.
Já assistiu o filme “Pão e Tulipas” é hilário e mostra bem as bimbocas que um turista pode encontrar em Veneza. Recomendo.
4 pessoas em cada quarto a 100 euros cada = 400 euros a diária
Definitivamente, meu orçamento é para Mestre mesmo (que foi onde fiquei no ano passado, já que decidi viajar uma semana antes e tive que descobrir uma relação custoxbenefício decente).
Pane i tulipani é um filminho lindo!
Oi Dri, concordo sempre que tudo é muito pessoal. O que pode ser bom para mim não é para vc e tal. Acho que todo mundo que já fez a sua primeira grande viagem começa a aprender um pouco sobre esse “conceito”. Voltando a Veneza. Não sei se você avaliou o Best western Olimpia. Não lembro quanto paguei mas não estava caro. Fica perto da Piazzale Roma e da Santa Lucia e, embora pareça “mofadinho” como chamo os hotéis “autênticos e charmosos”, não achei que fosse mofado na realidade. Também sou alérgica e estava com um certo receio desse hotel. No final das contas gostei muito. Limpo, sem carpete, tudo novinho.E ainda com “charme Veneziano”. Acho que vale dar uma olhada quando for a Veneza de uma próxima vez!
Georgia,
Como eu contei no post de dicas de Veneza, eu fiquei presa por lá por conta do vulcão. O hotel que eu reservei de fato foi uma dica aqui do VnV, numa localização ótima, bem mais perto de San Marco do que o BW Olimpia. Inclusive pude me sentir mais “vivendo” a cidade lá, viston que perto tem um mercado e moradores “reais” fazendo compras para o seu dia a dia. O BW de mestre eu acabei ficando depois de ser bicada pela EasyJet. Quando desci do ônibus em Mestre, já cansada e frustrada, não quis nem pensar em ir até Veneza atrás de hotel, entrei no primeiro que apareceu, por sorte esse BW maravilhoso. Inclusive, olhando as fotos dos dois sites, o de mestre de fato é bem mais o meus estilo, sem “charme” nenhum!!! =)
Adorei o “sem charme nenhum”. Depois vou entrar no site pra ver. Adoro hotel clean.
Adorei as dicas de todos. E quanto ao trem, mesmo com controvérsias, ainda acho que vou encará-lo, até porque nunca fiz isso. Aí na próxima, posso optar pelo carro e comparar as duas formas.
obrigada,Dri, e obrigada a todos!
Érica
http://www.viajenaviagem.com/2007/08/europa-aviao-trem-ou-carro/
Nunca mais viajo sem computador. Fomos furtados em Barcelona e estavamos deconectados. Hospedados em um Hostel,para utilizar a internet tive quase que me ajoelhar. Ainda nao havia saido o post sobre como falar barato nas ligaçoes internacionais. Estavamos em roaming. Tampouco xerocopiamos os passaportes.Nao aluguei o carro com antecedencia para fazer Sevilha-Ronda. Era 1º de janeiro, tudo fechado! A viagem atrasou e subimos a serra da Grazalema à noite!Alem do mais o GPS nos jogava para as vias mais distantes, passei a nao acreditar nele. Eu sabia como tinha que proceder para nada disso ter acontecido mas nao deu tempo de finalizar estes detalhes.
Eleonora, como vc falou “Tampouco xerocopiamos os passaportes” imagino que vc os tenha perdido. Nunca precisei utilizar, mas acho legal scannear os passaportes e deixar acessível no e-mail para o caso de precisar fazer alguma ocorrência.
Sofremos um furto! O velho truque de sujar a pessoa e oferecer ajuda para limpar. Fomos leteralmente limpados!!!!
Ah, e, em Buenos Aires, eu deixaria para caminhar em locais mais seguros que o Boca. O táxi é barato e neste bairro, fui assaltada, entrando sem querer em uma bocada!
Não pegaria de jeito nenhum o ônibus da CVC para fazer o trajeto entre Praga e Budapeste. Fiquei com receio, por causa da língua, de fazer de trem ou carro alugado. Se arrependimento matasse… Sorte que foi só para o trajeto mesmo. Era uma excursão que já estava a mais ou menos 20 dias rodando pela Europa. As pessoas já não estavam mais suportando umas às outras, e o guia estava pra lá de estressado. Never more.
Já imaginou as lembranças que ficam de uma viagem dessas?
Imagine 20 dias dentro de um buzum girando pela Europa. Minha filha veio da casa de uma amiguinha de Itararé pra Itapeva ontem… 50 km, e me falou que se puder e der, nunca mais sobe num onibus. Imagine 20 dias num CVCzão pela zoropa. Dá pra encarar uma pauta dessas, Riq?
Boa, Riq, vc se coloca em furadas por nós! Te desafiamos a comprar anônimo, como nos bons tempos do zip.net, um pacote CVC “Brasileiros na Europa 25 dias – 13 países” e fazer o relato com-ple-to ahah.
O problema é que anônimo tá cada vez mais difícil
*Não deixaria pra ir a Cayo Largo da proxima vez (a Cuba do Fidel não é minha praia );
*Ficaria 5 noites em 5terre e 5 noites em Praga( e não 3 em cada);
*Nunca menos de 6 noites em BAires;
*No Rio qualquer quantidade de horas vale a pena , mas Buzios precisa no minimo um findi gordo ( 36h não dá )
*Ter feito reservas em alguns hotéis sem conferir se eles tinham a ver comigo ( tá certo que antes da internet isso era meio impossivel)
*Me arrependo muito de ter carregado tanta mala inútil , ter comprado tantos berimbaus e não ter estudado como devia em muitas viagens pq achava que não-dá-nada .
#mas acho que tem mais coisas que eu faria de novo de olhos fechados do que coisas que me arrependo de ter feito
Sylvia, eu também tem mais coisas que faria de novo que me arrependo de ter feito… mais a minha mala sempre pesa pouco… nunca mais de 4 quilos. Bjs.
* Viajar com outros casais.
* Viajar em turma depois dos 30 anos.
* ir com a família, umas 25 pessoas, para a praia no Reveillon. É de lascar.
* Ter ido a Buenos Aires e não ter tomado o chá no Alvear.
* Perder a reserva no Brunch de domingo do crillon em Paris. Buáááá!!
“* ir com a família, umas 25 pessoas, para a praia no Reveillon. É de lascar.” (2)
E acho que dá para somar minha última virada, que é resultado do “viajar com outros casais” + “passar o reveillon lotado na praia”: o anfitrião, chef e dono de restaurante, anunciou que cuidaria da ceia. 20:00h do dia 31 e ele estava dormindo, bebadinho… Mas tudo é contornável: 20:28 corri ao mercado e ao açougue (de uma praia sem muita estrutura, no litoral do Paraná – como todas as outras do estado – praticamente cacei nossa comida), pilotei as panelas e tivemos uma ceia fantástica após os fogos(porque a fome é o melhor tempero). Nesse evento eu só faria diferente assumir a ceia antes.
Da última ida ao Chile: ter desviado uns 50 km da Rota 5, entre Puerto Montt e Santiago, para ir a Valdívia. Preferia ter chegado a Santiago um dia antes, ou ter ficado mais no Vale do Colchágua.
1) Patagônia Argentina: 3 noites para El Calafate…uma eternidade…deveria ter ficado só para um dia de Perito Moreno e uma noite pra passear na cidade e as outras 2 para El Chalten…que fiquei super rapido e nem deu pra fazer as trilhas que queria
(estava numa viagem super amando fazer trilhas)
2) Viagem muito engessada para a Turquia. Planejei tudo…queria ir em mil lugares…mas choveu horrores! Tanto que apareceu no Jornal Nacional! Fiquei presa num quarto de hotel sem TV numa cidade pequeninha…fora ir pra Éfesus e eu não queria saber mais de ruina depois de ter ido a Pompeia. Eu tinha visto a previsão…queria continuar na Italia…mas já não dava pra mudar eram varios voos e varios hoteis…E esse tour pela Turquia é super fácil de marcar lá
Próximas viagens quero ir mais solta pra poder desviar desse tipo de problema
Post bombando
Carla Z, em que mês vc foi à Turquia?
Setembro, que teoricamente é um excelente mês.
Perguntei porque estou indo em outubro. Sabia que é um bom mês mas confesso que nunca procurei saber sobre chuvas, o que estraga qualquer passeio.
Sites como o weather.com tem boas informações sobre médias climáticas. Médias em geral são isso – médias. As vezes há eventos extraordinários e desses não dá pra fugir, mas no geral o clima na Europa é mais “previsível” que no Brasil em relação a chuvas (e menos em relação a temperatura do ar).
Eu SEMPRE checo previsões pluviométricas antes de planejar uma viagem centrada em locais abertos, parques, lerês a pé etc. Frio ou calor são contornáveis com roupa apropriada, chuva estraga o passeio.
Nunca entrei em roubadas nas minhas viagens, mas tem 4 coisas que aprendi na prática:
1) viajar no inverno, só para estação de esqui. Minha primeira viagem para a Europa foi no inverno e a neve perde a graça depois do primeiro dia. Olhar pela janela às 9h e ver a noite lá fora é um convite para não sair do quarto. O dia acaba cedo demais, as lojas são escaldantes, a rua tão fria que te obriga a entrar em algum lugar. Acho que o custo X benefício não compensa.
2) comprar coisas grandes e pesadas, só nos últimos dias e na última cidade da viagem. Depois de sofrer só viajo com uma mala grande de 4 rodas e uma mochila (quando a viagem é longa).
3) ao visitar uma cidade onde mora um amigo, só avisá-lo da chegada nas vésperas de ir embora. Por duas vezes fiquei naquela situação de ter que fazer tudo junto, deixando de ir a lugares que queria visitar e perdendo boa parte da experiência de descobrir a cidade pelos meus olhos. Não acontecerá uma terceira.
4) a mais importante: CONFERIR DETALHADAMENTE O DIA E HORA DO VOO. Comprei uma passagem em um voo charter na agencia de uma amiga. A passagem era no dia 12 de fevereiro de 86, às 00h20. Ou seja: era na NOITE DO DIA 11!!! Só descobri isso no dia 12 às 10h00, mas, por sorte, o avião teve uma pane em SP e decolaria de lá às 14h00. Estávamos no Rio e conseguimos pegá-lo, sem as malas, após uma corrida pelo aeroporto de Guarulhos (mes esta é uma estória looonga!). Copmo eu conheço várias pessoas que já cometeram o mesmo engano, fiquem ligados!
Andre,
Eu, ao contrário, prefiro viajar para a Europa no inverno. Na primavera tem muito pólen no ar – péssimo para quem, como eu, é alérgico – e no verão é muito quente (já chega o calor que passo aqui!). Por conta do trabalho, nunca consegui viajar no outono, mas deve ser uma ótima época!
Concordo Lu. Não sofro com o inverno embora ache muito frio. Já fui no outono e achei delicioso. Friozinho na medida. Não me atreveria a ir no verão porque odeio calor mas gostaria de ir na primavera. nunca pensei no pólen…
Outono é MARAVILHOSO. Eu morei no Norte da Alemanha, e para brasileiros ver o tempo mudando gradualmente é uma experiência fantástica. Se você der sorte de pegar um Indian Summer então, vai ser inesquecível.
Agora, viajando no Outono é bom começar do Norte para o Sul. Escandinávia no inverno é traumático. E Portugal em Novembro é simplesmente fantástico.
Concordo quanto a viajar no verão…
Eu estive na Europa tanto no verão quanto no inverno e não tem comparação…
No verão o dia rende muuuuito mais, não é época chuvosa, as atrações ficam mais tempo aberta, etc…
Só acho que se o destino for cidades famosas, deve-se evitar julho/agosto… vale mais a pena ir em junho/setembro nessas cidades… mas se não houver como, eu prefiro torrar no sol e pegar a muvuca do verão do que viajar no inverno com dias curtos, nublado/chuvoso/neve, frio (odiava ter que tirar fotos com luva!!!) e tudo mais
Ah, e claro: NUNCA Paris em Agosto. Incrível como a cidade para nessa época do ano…
Lembrei de mais uma:
Ficar hospedado em casa de amigos em Paris…que levaram todos os dias pra jantar na casa de alguem ou chamaram um grupo de amigos pra ir na casa deles…Alooou eu estou viajando quero conhecer restaurantes…bares…ir pra rua!!! E hora pra tudo…tinha que combinar a hora que voltaria pra casa…
Que saco, Carla Z, por isso eu só gosto de ficar em hotel! Quanto menos compromisso, melhor…
-Não ter ficado mais tempo na Costa Amalfitana (só 2 dias em Amalfi).
-Não ter alugado carro aqui no Brasil (como o Riq aconselhou…) e deixar pra alugar em Portugal: quase que só consigo um carro grande e caro, mas consegui um Panda por sorte, era o último disponível.
-Não ter dormido em Óbidos e Sintra de novo.
-Não ter ido ao Alvear tomar chá.
-Não andar de teleférico na estação Oriente em Lisboa
Na minha primeira viagem a Europa, para começar, teria tirado um dois dias antes de viajar para iniciar um relaxamento antes de chegar em Paris.Tava tão estressado q cheguei assim lá e não aproveitei a cidade como eu tinha sonhado. Minha tensão só diminuiu em Roma. Segundo, teria comprado a passagem diretamente, sem agência (teria sido mais barato). Terceiro: teria ficado mais q 2 dias em Lisboa (corrigi isso agora na ultima viagem – fiquei na semana santa por minha conta depois de 2 semanas de trabalho). Por ultimo: teria guardado mais os relatos do VNV e outros importantes na HD do computador, pq fiquei em muitos momentos sem internet e eles fizeram falta.
Não viajaria acompanhado para um lugar que eu queira MUITO visitar. Melhor ir sozinho, decidindo o que, quando e como ver sem precisar discutir com ninguém!
Quando era recem casada e comecei a organizar minhas primeiras viagens, entrei pelo cano em 2 delas: Rochosas, no Canada, e Yosemite. Meus pais haviam ido a Lake Louise e eu achei maravilhoso! E vi fotos lindas de Yosimite. Mas, na minha inexperiencia, nao me lembrei de olhar a melhor epoca para ir a esses lugares. E fui no inverno!! Lake Louise estava todo congelado, e o Yosemite estava todo branco, e nao havia muito o que fazer. Depois de 30 anos ainda pretendo retornar!
alguem já foi para o leste europeu no verão. é que estou indo semana que vem passar quinze dias.
Milhões de pessoas vão ao leste europeu no verão.
Ricardo, és uma figura! (risos, muitos risos)
Toda viagem minha tem uma cilada. Cair em pelo menos um “tourist trap” já está virando folclore.
A última foi em BENTO GONÇALVES. Após ler inúmeros comentários positivos na internet sobre o passeio da Maria Fumaça no vale dos Vinhedos, eu tinha certeza que este seria um programão com degustação de queijos, vinhos, passagem em locais históricos e cenários vivos de “o quatrilho” e tal. Foi o maior mico do mundo, R$60,00 numa maria fumaça lotada por 1 hora e meia onde nos foi oferecido vinho vagabundo (sem o queijo prometido, mas isso deve ter sido sorte), performances artísticas sem graça, forçadas e artificiais. A guia do vagão não falou uma palavra da geografia e história do lugar, só abria a boca para vender chaveiro e camisa. Não convenceu nem a minha avó (e olha, ela diz que até o Chaves tem alguma qualidade). Tantos lugares bons por ali e eu nessa cilada. Para se arrepender para sempre.
Nossa, estou super feliz agora!!! sempre achei que era furada (morava próximo), então nunca fui. esses dias, uma amiga me disse que era MARAVILHOSO, que eu devia fazer bla bla bla, e eu comecei a me empolgar e até a me achar uma mané por nunca ter ido.
Ainda bem que li isso aqui!!!! eu DETESTARIA uma viagem como essa!!!! rsrsrs
Cristina, as críticas na internet (Orkut e mochileiros.com) eram muito boas mesmo, excelentes. Juro por Deus que quando saí do trem fiquei até desconfiado se tinha pegado a Maria Fumaça certa e até perguntei para o guardinha se tinha outro trem que fazia o passeio, mas não, era aquilo mesmo. Eu não sei se sou crítico demais mas vamos combinar, pô, (o que vou falar agora não é licença poética, é verídico) até a minha avó que estava junto não gostou (e ela come até jiló). Não recomendaria por nada. Devem ter mudado o esquema recentemente, só pode.
Oi, Cid!
sabe que quando a amiga falou “no final tem uma exposição relacionada a vinho/vinhedos/colheita (ou coisa que o valha), que a gente adorou” eu comecei a desconfiar. Exposição de uma sala só, mal feita, totalmente fake, chega o Museu do Vinho de San Gimignano!!!!
rsrsrsrrsrsrs
Tb preferi não fazer essa Maria Fumaça, o pior q o guia q estava comigo não sabia o q fazer, acabou arranjando um passeio por uma vinícula antiga, o que foi ótimo, pois o passeio e a desgustação foi só para mim e uns poucos q tb não caíram no conto da MAria Fumaça.
Oi Cid e Cristina,
Nossa visão de passeios e outros detalhes em viagens é uma questão curiosa e muito subjetiva. Depende muito.
Achei interessante o depoimento de vocês. Fiz o passeio da Maria Fumaça em 2004. Achamos, eu , esposa e sogrinha muito legal. Mas, olhando pela sua visão, realmente não teve nada demais. Eu acho que o que influencia muito é a expectativa. Quando não temos muita expectativa parece que é melhor do esperávamos, já quando estamos com MUITA expectativa há uma tendência de “cobrarmos” mais pelo que esperávamos, não é verdade?
Lembro que na época teve a desgutação de queijos sim.
Vejam, em Buenos Aires, que fui agora, alguns elogiaram o Passeio ao Rio Tigre e muitos criticavam, eu até gostei, mas, não tem nda de mais. Poderia ser trocado por algo melhor? Talvez…
Todos falam do passeio ao Cemitério da Recoleta, eu achei totalmente dispensável…sem graça visitar um cemitério…deveria ter ido a outro lugar…
Sempre é possível melhorar…
Abraços
Vinícius
Vinícius,
Concordo com essa história de expectativas. Já passei pelo “fenômeno”: de tanto ouvir falar e principalmente ler de/sobre um lugar/atração/museu, fiquei com expectativas nas alturas e qualquer coisa longe da perfeição me frustava.
Mas hoje eu já desencanei. Eu me informo sobre os monumentos, museus, restaurantes etc. Leio, sim, mas eu passo a tesoura sem dó em programas que eu sinto que não me atraem – não importam o quão famosos sejam -. Aí, fico mais livre para viajar segundo meu ritmo e interesses.
O momento em que eu me auto-libertei da obrigação de visitar lugares “porque todo mundo vai”, a qualidade das minhas viagens melhorou MUITO. Continuo, sim, indo a lugares famosos e fazendo lerês, mas se não quiser, eu “pulo”, sem remorso e sem dor na consciência.
Como eu disse no outro tópico, danças “típicas”, eventos “folclóricos”, museus de cera ou que re-encenam épocas passadas fazem parte da lista das coisas que eu já tendo a deixar de lado.
A. Lot,
Gostei da dica, preciso dessa libertação. Já estou mais “maduro”, mas, confesso que me apego muito ao pontos mais comentados, como foi o caso do Cemitério da Recoleta.
Agora, gosto muito de planejar, só falta ficar mais “flex”.
Na próximo seguirei mais esses conselhos. Vou cortar sem dó…
Abraços
Vinícius
Nossa, apesar de já ter me metido em várias roubadas, apesar de pesquisar muito antes de sair de casa para viajar, me lembrei só de algumas:
.
- não levar o comprovante de reserva de hotel (com parte paga antecipadamente!). Em João Pessoa cheguei por volta de meia-noite e o rapaz da recepção não encontrou a minha reserva e não sabia como resolver. Terrível! Não custa nada imprimir a reserva…
- viajar de excursão pela Europa, além do tempo absurdo que se perde nos trajetos, os ônibus são super apertados e desconfortáveis, ficamos por conta própria em várias situações e ainda não sabemos exatamente em que hotel vamos ficar, ou seja não dá pra organizar nada e nem lembrar, pois até hoje não tenho ideia de onde dormi em Mestre
- contratar uma pessoa física para um serviço em viagem. Agora, só empresas… Contratei o traslado do hotel para o aeroporto com um brasileiro em Paris e ele me deixou na mão. Quase perdi o vôo para o Brasil e deixei de restituir o imposto de uma compra no aeroporto. Que susto!
alguns arrependimentos turísticos em tópicos:
- LOS ROQUES-Ven, 2009, não ficar uns 6 meses por lá em vez de uma semana apenas.
- Em BUENOS AIRES, 2006, não assistir decisão do APERTURA (campeonato argentino) entre Boca Juniors e River em plena La Bombonera porque achei o ingresso caro (200 Pesos) com o cambista. Perdi uma oportunidade de ouro por puro pão durismo. Gastei 2 mil para estar lá e economizei miséria para perder o ponto alto da viagem.
- Em NATAL-RN, 2007, ao ler a revista Viagem e Turismo me interessei por um forró “Zas Tras” que a revista jogava lá em cima: “imperdível”. Imaginei um espetáculo do Cirque de Soleil de forró e dança. JESUS!!!!! PÉSSIMO!!! Terrível mesmo… Parecia aquelas festinhas de fechamento de ano do ginásio mas se tratava de adultos no palco. Cheguei a conclusão que o trecho da reportagem revista foi comprada. Não teve UM que achou mais ou menos. Só faltou vaia.
- Em FERNANDO DE NORONHA, 2010, fui conhecer o Reveillon “mágico” da Ilha lá no Zé Maria em cia dos globais, só gente bonita, um show. A festa da virada foi a melhor da minha vida, muita qualidade. O arrependimento? Não ser surfista e ir lá justamente nessa época de mar virado (na verdade furioso) e turvo (com exceção da Praia do LEão), sem mergulho scuba e navegação por questão de segurança. Trocaria facilmente a festa da virada por uma Noronha paradisíaca: mar sem ondas e cristalino..
- PORTO DE GALINHAS, 2010: Minha nossa!?! O que virou aquilo? Mais uma pobre vítima da CVC… Se Porto de Galinhas for paraíso turístico eu não quero mais saber de viajar. Embora o Ric já tivesse alertado aqui no site, eu na teimosia quis conhecer. Era um desejo inconsciente de arrependimento. Trocaria fácil esse destino por Carneiros em Tamandaré (na área particular das barracas).
- Ter dividido parte do roteiro do Oeste americano com 4 dias em LOS ANGELES e 3 dias em Las Vegas. Trocaria fácil por 6 dias em Las Vegas e 1 noite (antes do vôo Diurno) em Los Angeles. É tudo fake mas é demais.
- SANTIAGO, 2009, não se atentar quanto vale a moeda local quando a conta vai pra base do milhar quebrado (ou “Milionário por meia hora”). Para transformar o correto seria, 1000 pesos=R$3,50 reais. Entretanto ao chegar lá eu inverti tudo e comecei a calcular: 1 real = 3.500 pesos. Resultado, peguei aqueles taxi pirata de neguinho com plaquinha na mão achando: “não é taxi oficial mas nesse preço tá de graça, vi na internet que era mais caro”. Ao chegar no hotel pensei, não é possível, taxi aqui é de graça não é possível, vou pegar a calculadora aqui e a conversão. Quase chorei ao descobrir que paguei R$ 120 reais numa viagem que custaria R$ 50,00 no taxi oficial e que imaginei estar pagando R$ 13,00.
Aviso a todos que na do Zás-Trás em Natal ninguém cai mais. Fechou há dois anos. Aliás, show “folclórico” (aqueles com a “dança” típica do lugar) já tem 90% de chance de ser furada. Quando tem duas duas opções, uma com jantar e a outra sem, o percentual chega a 95% (mas a turma do Lido e do Moulin Rouge pode discordar de mim).
Não sabia que o zás-trás fechou. Graças a Deus. Tem hora que dá vergonha de ser de Natal… rs
Teria passado mais tempo em Munique na viagem para a Alemanha, fiz só um bate-volta num domingo de chuva e o centro deserto, para piorar eu estava com uma gripe encubada!
Descobri há pouco tempo que em todas as viagens que fiz saindo de Ribeirão Preto (aeroporto Leite Lopes) perdi dinheiro. Agora é tarde, mas para as próximas aprendi que sair de S. J. Rio Preto fica bem mais barato e está apenas à 2h de distancia de minha cidade.
Ric,
Vc poderia abrir um tópico bem interessante tb:
“Você já viajou com outro(s) casal(is) de amigos e não se arrependeu?”
Acho mais fácil ver saci pererê pegando carona no Cometa Halley do que alguêm confirmando isso.
Se for numa turma de 20 homens todo mundo se entende, cada um respeita a loucura do outro, briga, perdoa e bebe cerveja. Mas se forem 2 casais… a chance de uma mulher ficar contrariada com outra em algum momento beira os 101%.
Viajar com outro casal, só ficando bêbado todos os dias mesmo
Olha, tenho que te contrariar, pois já fiz várias viagens com casais amigos e nunca houve problemas.
Acho que quando viajamos com outras pessoas o objetivo maior não é dividir as despesas ou por que já-que-tem-vaga-no-carro vamos chamar aquele amigo(a), e sim a compania destas pessoas. O lugar e a coisas para se fazer devem estar em segundo plano, pois melhor que estar em um lugar bacana, o melhor é estar lá com as pessoas que você gosta.
É verdade Hugo. Possível é, mas para isso vem a parte difícil: objetivos turísticos iguais na viagem para não dar pau no roteiro, horário de acordar para sair(tem neguinho que é coruja e outros são sabiá), orçamento similar (imagina vc sonhando e disposto a se dar ao luxo de almoçar NAQUELE restaurante e seus amigos: ah não, é muito caro.. Aí é o fim do mundo) e valorização das mesmas coisas em uma viagem. Se vc e sua esposa conseguem superar esses perrengues numa boa, definitivamente vcs são as cias de viagem que todo mundo quer.
Hugo, a minha experiência me diz que em viagens o lugar e as coisas para se fazer devem estar em primeiro lugar, e, naturalmente, na melhor das companhias (no meu caso sempre o meu marido); melhor que estar em um lugar bacana, é está nesse lugar com a pessoa que a gente gosta. É o casamento perfeiro: ótima companhia + ótimo lugar. Turisticamente falando, juntar mais pessoas, mesmo os melhores amigos, é uma tarefa muito difícil. As diferenças vão aparecer e ai haja sensatez para a amizade não virar inimizade. Mas, o combinado não é caro, acertando tudinho antes, pode ser divertido.
Eu concordo em parte com as duas opiniões: as viagens que fiz com amigos foram maravilhosas. Entretanto, os amigos são escolhidos a dedo. Com um casal que está entre os melhores amigos nossos, por ex, eu penso duas vezes, dependeria muito do destino, pois a gente não tem o mesmo ritmo, apesar da profunda amizade. Vincícola, por ex, é mais divertido com mais gente! Tem de haver intimidade suficiente p/ que as separações – cada um p/ um lado – em alguns dias ocorra com naturalidade. Não pode ser muito engessado.
Quando digo que a viagem tem que ficar em segundo plano é quando viajamos com outras pessoas, as vezes mesmo que seja seu conjuge. Pois se você está com alguem é porque está disposto a conviver com ela, é aquele lance de ceder. Mas é claro também que não se deve deixar para acertar o roteiro no meio da viagem.
E você disse tudo, o combinado não sai caro.
Eu nunca viajei com outros casais, mas já viajei várias vezes com grupos de amigos/colegas (sempre a quantidade que cabe em um, as vezes 2 carros de passeio, ou seja, em geral 4 pessoas).
Minha opinião? É sempre uma loteria viajar a primeira vez com alguém logo em grupo. Como eu gosto mesmo de viagens de carro, isso gera um complicador a mais: ao contrário de viagens estritamente em centros urbanos, com roteiro acertadinho de carro não dá pra cada um tomar seu rumo pelo dia. Afinal, se eu for embora do parque e a amiga não, ela vai ficar para trás e sem transporte hehehe.
Com o tempo a gente vai conhecendo pessoas muito legais para viajar, mas algumas a evitar (mesmo que continuem sendo amigos ou até para continuar sendo amigos). No meu livrinho “sinal amarelo, André, pense antes de viajar com essa pessoa” eu incluo:
* quem precisa conversar o tempo todo, quase sem parar
* quem tem gosto musical/culinário muito específico e intolerante (vegan que se incomoda de entrar em restaurante onde servem carne, gente que não suporta ouvir outro estilo que não seja bossanova etc.)
* gente com patologia por souvenirs, que chegam em um local/parque/atração/museu já loucos para saber onde é a lojinha e que então ficam confusos e demoram um tempão para comprar tudo o que querem.
* os que chegam em um lugar já pensando no próximo, tratanto um passeio (ainda mais de carro, em que nem há horário fixo de ir e vir) como uma maratona de lugares a ticar
* amigos que não conseguem se separar um pouco, que a todo momento e pra tudo precisam de alguém do lado.
É isso mesmo, André! Eu, por ex., não como mariscos, mas aí o maleável tem de ser vc! Eu me viro muito bem com cardápios infantis, entradas e acompanhamentos
E outra coisa: mesmo algo dando muito errado, quando se viaja com mais gente a atitude deve ser light p/ não estragar a viagem do outro com seu piti! Essa é minha regra de ouro!
É quase como casamento, não precisamos ter exatamente os mesmos gostos, mas precisamos ter os mesmos valores
Olha, até viajar com família as vezes dá stress, que dirá com amigos….
Minha mãe, por exemplo, ficou ofendidíssima em nossa viagem à Turquia quando sugeri que passássemos uma tarde “em carreira solo”, cada uma fazendo suas coisas.
Eu queria fazer compras no bazar em Istambul, mas no meu ritmo, e ela achou que eu estava querendo me livrar dela… ahahahah….
Essas dicas do A. Lot são perfeitas para escolher as companhias de viagem!
Não é a companhia de outras pessoas que é o problema, mas um confunto de fatores que, se somados, pode vir a se tornar um problema. Se vc não tiver afinidade, não estiver no mesmo ritmo e se essas pessoas já não forem boas companhias fora de uma viagem, não vai rolar mesmo.
Estive em viagem há pouco em excelente companhia. Foi tudo lindo do início ao fim. Todos no mesmo espírito, na mesma disposição, no mesmo pique e com muito afinidade. Somarem-se qse 15 dias e não houve nenhum momento em que alguem tenha ficado de saco cheio um do outro. Aliás, no final rolou foi aquele coração apertado com cada um indo pro seu canto.
Fiz uma viagem de uma semana ao Uruguai e cometi um erro imperdoável: não planejei nada. Conclusão, perdemos dois dias rodando a esmo em Montevideu e depois inventei uma viagem de carro até o Chui, o que significou um dia dirigindo para ver um dos locais que certamente foi Deus. Pretendo voltar lá, mas desta vez vou estudar mais o País para aproveitar ao máximo.
Engraçado que eu não costumo lembrar dos desenganos das viagens, mas agora pensando com calma das viagens mais recentes, cito algumas:
1) 3 dias em Budapeste é MUITO pouco! A cidade é divertida, tem uma noite super animada e merece um tempo a mais para poder curtir o roteiro “off-tourist”.
2) Não deixaria de comprar uma das lindas marionetes em Praga. É um trambolho, mas dá um tom super divertido na decoração da casa e é sempre um ótimo jeito de lembrar da cidade…
3) Compraria com antecedência os ingressos para o teatro em Londres. No inverno, é a principal diversão londrina (depois dos pubs, é claro! rs) e assistir uma boa peça ou um belo ballet torna-se impossível!
O lado bom dos desenganos é que sempre dá vontade de voltar nas cidades para “desfazer” os erros! rs
- Passaria a noite em San Gimignano, em Sintra e em Óbidos, ao invés de fazer bate/volta.
- Escolheria melhor as companhias para viajar (ou viajaria sozinha mais vezes)
- Viajaria com menos bagagem. Testei pela primeira vez em minha lua-de-mel, em setembro último, quando passei um mês na Europa com uma malinha pequena (lavamos tudo no meio da viagem).
- Principalmente, teria me empenhado mais em ser uma boa motorista. Meu marido odeia dirigir (principalmente por lugares desconhecidos) e nada o estressa mais que trânsito. Não adianta fazer propaganda das maravilhosas autobahns ou das incríveis possibilidades que alugar um carro lhe dá, e nem da segurança que um GPS proporciona. Nada o convence a alugar um carro. E eu, se me arriscasse a dirigir, logo seria presa por representar perigo para a população local e os demais visitantes, e nosso passeio seria encerrado antes do previsto. Assim, sempre usamos trens, ônibus, etc. Acaba dando certo, mas estar presa(o) a horários, etc, nem sempre é o melhor dos mundos.
Morro de São Paulo
Em Morro só existe um passeio, o Volta a Ilha, é feito em lancha rápida. Qualquer outro que te oferecerem é roubada, vá por sua conta e risco. Esqueçam esse negócio de banho de argila, Gamboa, trator para Boipeba e Cachoeira Fonte do Céu nem pensar, imagina caminhar quase 1 hora para ver uma “queda” d´agua de CINCO metros, isso mesmo CINCO metros e que dependendo da época do ano quase não tem água.
hahaha.. Ri demais aqui. Que bucha, hein hugo? Queda de 5 metros foi demais. Me dá um ódio quando eu caio nessas armadilhas, pelo Amor de Deus. Outro tópico bem legal e útil aqui no site seria quais são as maiores roubadas de passeios de cada cidade. Seria uma boa.
Uma que me arrependo, mas tenho que continuar fazendo: levar a sogra nas viagens. Não me levem a mal, eu adoro a sogra, mas viajar junto é outra historia.
A maior parte dos arrependimentos é pela quantidade de dias, sempre quero mais.
Na última que foi pra Niagara Falls, teria dormido um dia em Toronto, ao invés de fazer um bate e volta.
Na viagem que fizemos a descida na costa oeste dos EUA – Carmel, Monterey, Big Sur, Los Angeles e Las Vegas, eu pegaria um avião para São Francisco e o da volta em Las Vegas. Dessa vez fomos ida e volta por Las Vegas, então dirigimos um monte, que eu adoro, mas podíamos ter aproveitado muito mais.
Na que fizemos Los Angeles, San Diego, Las Vegas e Sedona, também na costa oeste, pegaria o avião para San Diego e a volta, também por Las Vegas. Mas as passagens estavam muiiito mais baratas indo pra Los Angeles,então assim que fomos!
Não teria ficado em quartos coletivos nos albergues da Europa quando fui mochilando. Na época, a grana estava curta, mas dava pra eu ter ficado em quartos menores e até sozinha, mas na de economizar, fiquei em quarto até com 10 pessoas(Roma!) e era um inferno. Não dava pra dormir, era gente chegando a noite inteira, batendo papo de madrugada, fazendo barulho e olha que meu sono é pesado e dia seguinte estava um bagaço. Os últimos dias eu estava a ponto de esganar um que não me deixasse dormir. De férias, pra aproveitar, uma boa noite de sono é fundamental!
Mas o geral, o que sempre acontece comigo é que eu faço viagens pra voltar depois. Curto bastante, mas deixo sempre algo pra próxima!
México
Ao invés de ficar em Cancún , certamente me hospedaria em Playa del Carmen (Riviera Maya), mto mais cool, mto mais astral do que Cancun…fácil de encontrar jovens na mesma sintonia….dá para fazer td a pé, sem carros….mto mais “rústico” …
Eu teria dado ouvidos às dicas de evitar circular de carro em cidades grandes… Tomei uma multa de ? 120 em Florença por circular em área reservada…
Acho que o meu maior arrependimento foi na viagem para a Nanimbia de ter ficado 5 dias na Africa do Sul, ao inves de te-los gasto na Nanimbia, muito mais simpatica, barata, segura, e com uma conservação da natureza muito mais consciente;
*Não teria ido ao Chile empacotada, mas era lua-de-mel, não tivemos tempo p/ estudar o destino e caí no conto “ah, mas não é excursão é hotel+traslados”. Só que na travessia dos lagos a viagem vira uma excursão só!
*Não deveria ter ido a Paris no inverno; agora acho todas as outras que conheci no verão infinitamente mais animadas e descoladas.
*Não deveria ter acreditado nos locais de Mendoza que diziam que a Puente del Inca era “logo ali”. Saímos da Catena Zapata às 16h, seguimos direto na estrada p/ ver o monumento natural e chegamos de volta ao hotel meia-noite. Mortos!
Deve ter mais coisas que eu não estou lembrando agora.
Nossa, Lili, Puente del inca após as 16h! Que fria! E depois de visita a bodegas? Inesquecivel e arrependível mesmo!
Eu peguei um passeio de 1 dia inteiro com Puente + Mirante do Aconcágua. É longe, bem longe!
Um fria mesmo, literalmente! Era verão e por conta da estrada excelente e da paisagem, não sentimos que estávamos passando de 900m para 2.900m. Quando saímos do carro, corremos p/ pegar os casacos que tinham ficado na mala! Pensei que ia morrer congelada!
Europa, teria andado menos de avião e mais de trem! Low cost é um barato que às vezes sai caro – principalmente se você considera que tempo (perdido) é dinheiro!
Em muitas viagens do passado, teria respeitado mais meus limites físicos. Viajar não é bater cartão de ponto. De que adiantar ficar exausta, de mau humor, só por ver um obelisco em homenagem a sei lá quem na guerra sei lá qual?
Parar em um café e ver a vida passar não é bobagem ou desperdício; talvez seja mais turístico do que ir em um monumento qualquer
Hoje sei que o melhor das viagens acontece entre uma atração e outra, então curtir cada lugar com calma é a minha lei agora
beijo!!!
Você está certíssima. As viagens de trem foram muito mais tranquilas do que o único trecho interno que fizemos de avião. As vezes o barato do avião sai mais caro mesmo. Sem contar que eu adorei ver certas paisagens da janelinha do trem
Acho que nem lá, nem cá.
Ao viajar de avião, é sempre preciso considerar o custo total, e com a internet, é fácil saber custo de traslados de/para aeroportos.
Trem em geral é mais prático em rotas de até 4h, mas a partir daí começa a ficar cansativo e a perda de tempo começa a pesar.
Viagem à Ásia: Todo mundo fala que Kuala Lumpur não tem nada, daí decidimos passar mais tempo em Cingapura. Bom, questão de gosto né.. só descobri lá, afinal gostei mais de KL.
Ah… um outro detalhe nessa viagem onde pegamos muito avião (Ásia né) é não marcar mais vôos em final de tarde, início da noite. Pq com a preocupação de ir pro aeroporto e fazer check out no hotel e etc, não aproveitávamos muito o dia e acabava sendo perdido.
Vimos que na próxima vez o melhor é marcar de manhã cedo, pra tomar café e seguir viagem e aproveitar o restante do dia já na outra cidade.
Deixa eu me intrometer, hehe. Na verdade eu acho que essa é uma equação sem solução. O fato é que os dias de deslocamento acabam sendo dias perdidos, não tem jeito.
Se você marcar seu vôo pra de manhã cedo, vai prejudicar a noite anterior e estressar demais a sua manhã (dormir pouco, cabular café, acordar já na neura de perder vôo). O organismo cobra a conta em seguida.
Acho que o melhor approach para essa questão é zen: viajar no meio do dia e não programar nada específico. O que vier é lucro.
Olha só, Riq, você sugeriu o que eu costumo fazer, se tenho que pegar vôo ou trem programo de forma que possa acordar calmamente, e se possível até almoçar antes, logicamente viagens curtas. Chegando ao destino, é dar uma descansadinha e relaxar batendo perna pelos arredores, pois tomo o cuidado de estar sempre bem localizada. Eu achava que ninguém faria isso, pois acharia perda de tempo…
Não faria mais:
1. Viajar com muita bagagem. Na última viagem para Lisboa e Barcelona, cheguei no aeroporto com uma mala (dessas que dá p’ra “pendurar” as roupas e depois pendurar a mala no armário sem precisar ficar desarrumando tudo, mas muuuito pesada) e uma mochila, “crente que estava abafando”. Na fila do checkin encontramos um casal que viajava para Galícia e Barcelona; ele com uma mochila com rodízios; ela com uma mala pequena de bordo. Lamentei toda a viagem o peso da mala.
2. Escolher sempre os vôos, o hotel e o deslocamento do aeroporto ao hotel. Em Lisboa, aceitamos a sugestão do agente de viagens e compramos o transfer para o hotel (o dobro da corrida de táxi) e nos hospedamos no Marriot (luxuosos, mas isolado e sem nenhuma comodidade gratuita). Já em Barcelona, o apartamento alugado na Internet por sugestão da brasileira-catalã Adriana Setti foi espetacular.
3. Não priorizar compras em viagens internacionais (a menos que a viagem seja feita exatamente para isso). Perdi um dia de NYC para fazer compras em Woobury Common Outlet. O melhor local para comprar roupas é na sua cidade: vc escolhe com calma e pode ajustar ou trocar. Se for comprar algo específico, escolha primeiro na internet antes da viagem, e vá comprar sem perder tempo tempo.
Fui pra Chicago em janeiro e não fui ver um show de Blues, porque tava cansada, com sono … Oras, ir pra Chicago e não ver um show de Blues é quase a mesma coisa que ir para Paris e não ver a Torre Eifeil ( eu ia dizer que é a mesma coisa que ir para NY e não ver a Estátua da Liberdade, mas como já fui várias vezes e nunca a vi, isso não vale
Ficaria uns dias em Caracas, onde fiz conexão para uma viagem a Aruba, em vez de ficar várias horas esperando o próximo voo no aeroporto durante a madrugada.
Fui para Istambul em maio e me arrependi de ter reservado um hotel na parte mais ao sudoeste da cidade. Se pudesse mudar, certamente teria ficado ao norte da Galata Bridge, perto do começinho da Istikal ou mesmo da Praça Taksim ou, ainda, bem perto do Bósforo. Fiquei em um hotel a umas 6 estações oeste da Mesquita Azul, em uma parte meio sem nada da cidade. Ou seja, para jantar em algum lugar legal à noite, tínhamos que pegar taxi…
Além disso, durante o dia, para chegar em Sulthanamet, precisávamos pegar um tram (+- 6 estações). O trajeto era rápido, mas o tram é sempre infernal de cheio e, mesmo sendo um trajeto curto, era extremamente desagradável.
Se tivesse ficado mais ao norte, estaria pertinho dos bairros mais turísticos e bem mais perto dos restaurantes charmosos de Ortakoy…
Acabei de ler “Aruba” e me lembrei que esse foi um “destino furada” nosso…primeiro que o meu marido veleja de windsurf, e em uma semana de férias, tivemos 3 dias de vento (imaginem a decepção dele! E fomos para lá justamente porque é um destino conhecido por ter vento e para a prática do esporte). Mas tudo bem, acontece, o tempo está fora do nosso controle. Mas de resto, não havia muito o que fazer, ficamos bastante decepcionados. O mar e as praias são caribenhas, mas fora os resorts, a ilha em si não tem muito charme, tudo bastante americanizado, um turismo meio fake…esperavamos que ela fosse mais charmosa e rústica!
Em seguida, passamos a escolher destinos que tivessem vento, mas que oferecessem algo mais, caso o tempo não colaborasse!
Bom, arrependimentos de viagens específicas nem tenho tantos assim, mas vamos lá:
1. HOTEL EM REFORMA – Se a viagem é particularmente especial ou importante, eu sempre perco uns minutos pra ligar no hotel e perguntar se ele está em reforma, e pergunto detalhes se for o caso antes de confirmar reserva. Ser acordado por britadeiras as 6h45? Ninguém merece.
2. CONEXÃO DE TREM APERTADA – Como trem atrasa pouco, em geral é uma tentação combinar 2 trens de alta velocidade com intervalo restritíssimo. Se eu estiver com bagagens e não conhecer o ponto intermediário, jamais faço conexões com menos de 20 minutos. É um corre-corre com as malas pra achar plataforma, túneis que não dão acesso a todas elas, sinalização que as vezes confunde… melhor já comprar o horário seguinte e fazer hora lendo jornal ou revista.
Riq e demais tripulantes,
Peco desculpas porque o assunto nao tem a ver com este topico, mas estamos meio que em uma emergencia em Munique e eu nao sabia onde colocar este pedido de ajuda.
A questao eh: alguem aqui ja usou o Tax Refund?
Nos fizemos algumas compras em lojas que tem o selo Tax Free e pegamos os cheques de devoilucao das taxas. No envelope em que vem o cheque consta a informacao de que temos que pegar um carimbo no aeroporto de onde vamos sair da Uniao Europeia. Ocorre que descobrimos agora ha pouco em uma loja que a Global Refund no aeroporto de Munique abre as seis da manha. So que o nosso voo sai antes disso.
O site da Global Refund diz que o carimbo deve ser obtido na alfandega e que temos que mostrar as mercadorias.
Enfim, estamos completamente perdidos e nao fazemos a menor ideia de como proceder. Ficaremos muito agradecidos com qualquer ajuda.
Abracos e muito obrigada!
Já tive este mesmo problema, e perdi o Reembolso.
Porém existem envelopes para se enviar de seu país de origem e que confirmam sua saída e você poderá ser reembolsada, no cartão de crédito. Nunca fiz assim, foi informação passada por uma agente.