Seguro-saúde no exterior: a Wanessa usou (e conta como é)

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Usando seguro-saúde no exterior

A Wanessa Lima, que destrincha Buenos Aires com riqueza de detalhes no seu Caderno de Viagem, deu uma passadinha semana passada por aqui para dar um depoimento que faltava nos nossos arquivos: como é usar um seguro-assistência durante uma viagem. No seu caso, foi o seguro "automático" do cartão Visa. Sua experiência positiva:

Voltei há uns dias de minha última viagem e dessa vez precisei usar o seguro saúde…

Comprei as passagens com cartão Visa e resolvi usar o seguro que eles oferecem. Como estava indo para a Europa, entrei em contato com eles para pegar o “certificado Schengen” para apresentar à imigração se fosse o caso. (Não me pediram.)

O procedimento foi simples. Por telefone, me deram um endereço na internet que eu precisava acessar para preencher meus dados e, dentro de 72 horas, receberia o certificado por e-mail. Não recebi no prazo, mas liguei para eles novamente e recebi na mesma hora. Também me passaram os números de telefone para os quais eu deveria ligar em cada um dos países do meu roteiro (isso foi iniciativa deles, eu não perguntei).

No meio da viagem, em Budapeste, precisei de atendimento e liguei para o número indicado. Fui atendida em português. Expliquei o problema, me deram o número de protocolo e disseram que devia aguardar a visita do médico em 50 minutos. Dentro desse prazo, me ligaram para dizer que, por causa do tipo de problema que eu tinha, seria necessário fazer o deslocamento para um hospital, mas que o médico da seguradora viria ao hotel para me acompanhar e que eu tinha de pagar esse custo, não coberto pelo seguro. Esse foi o único contato feito em inglês.

Aguardei mais um tempo – não foi muito – e o médico chegou apenas para me acompanhar ao hospital. Se eu não estivesse viajando sozinha e se não fosse de madrugada (medo!), eu teria tentado dispensar essa etapa, mas, nessas circunstâncias… Paguei 60 euros para o médico me levar no carro particular dele ao hospital.

Chegando lá, o lugar parecia meio abandonado, porque não era um local que tivesse internação, então, havia só uma atendente dormindo atrás do balcão(!). Ela chamou a médica de plantão e fui para a sala de exames. Fiz uma ultrassonografia e fui liberada para voltar ao hotel com a receita dos medicamentos que precisava comprar. Saí procurando o médico do seguro (que, na minha imaginação, deveria me levar de volta ao hotel), e ele tinha ido embora(!) sem me avisar (!!).

Pedi para a médica que havia me atendido chamar um táxi (e ela tinha muito boa vontade). Paguei o equivalente a 4 euros pelo táxi.

Em resumo: o atendimento da seguradora por telefone foi ótimo, todos foram bastante atenciosos e ter podido falar em português ajudou muito. O atendimento pela médica no hospital também foi ótimo. Agora, o médico da seguradora tinha de ter ficado me esperando para me levar de volta ao hotel! Arquei com um custo de 60,00 euros apenas pelo serviço de transporte, porque a assistência médica que ele me prestou foi mínima. Essa semana foi que enviei toda a documentação para a seguradora, então ainda não sei se vão me ressarcir ou cobrar alguma das desperas, mas não tive de pagar nada adiantado pelo atendimento no hospital nem pela ultrassonografia. Paguei a medicação na farmácia (muito barata, aliás). No geral, fiquei satisfeita com o atendimento (tirando o médico fujão…), principalmente pela rapidez com que foi prestado. Acho que usarei de novo o seguro do cartão.

Obrigado, Wanessa!

E você? Já precisou usar o seguro-assistência em viagem? Conte pra gente como foi!

463 comentários

Amélia
AméliaPermalinkResponder

Nunca precisei usar, mas sou médica e já prestei serviços a uma Assistência Médica para viajantes aqui no Brasil e já atendi estrangeiros em hoteis e apartamentos particulares.No começo tinha um certo receio, pois sózinha, ir até o hotel atender um viajante .... Mas nunca tive problemas, sempre fui muito bem vinda.Com o excesso de compromissos deixei de prestar esta assintência, mas a prontidão da empresa em atender o cliente, inclusive adquirir os medicamentos sempre foi muito boa.As vezes demoravam para pagar os honorários, agora não sei como é.

Marcelo
MarceloPermalinkResponder

Fiz um seguro de saude na Mondial Assistance para uma viagem aos EUA, a apólice deles além do seguro de saude oferece outras coberturas também como extravio de bagagem, perda de documentos, cancelamento de viagem e outros. Durante a viagem precisei retornar ao Brasil antecipadamente devido ao falecimento de um familiar (motivo que estava cobertura do cancelamento) e eles me reembolsaram a diferença de custo da minha passagem original e a que tive que comprar de última hora (que não foi barata). O processo de reembolso foi super rápido e eles foram bastante prestativos, recomendo a todos. A contratação do seguro foi super rápida via telefone e cartao de credito.

Geo
GeoPermalinkResponder

Marcelo, Riq e trips,
Só pra complementar a informação do Marcelo (que contratou a Mondial Assistance por telefone). É possível a contratação via web. Fiz isso em dezembro de 2009. Não precisei do seguro. Escolhi a Mondial por ser o mais barato que achei dentre os que aceitavam a contratação via web. Não fiz orçamento com agência de viagens. Primeiro naveguei no site deles e simulei o meu seguro. Fiz isso também com outras operadoras. Dois ou três dias depois recebi um cupom de desconto (15%) via e-mail. Aproveitei o desconto e contratei o seguro( que já era o mais barato). Recebi o voucher por e-mail e imprimi. Nunca me pediram nada na imigração.

Chris
ChrisPermalinkResponder

Quando fui pra Europa não precisei usar o seguro, mas fiz pela C.I., por recomendação de um amigo que tinha feito o mesmo seguro para ir ao Canadá e ele usou. No caso desse seguro há um número e vc escolhe o idioma do atendimento. Eles te dão o local onde vc deve ser atendido e vc se desloca. Caso seja necessária uma ambulâcia eles te disponibilizam uma. No caso do meu amigo, ele so precisou arcar com o medicamento. De resto o seguro cobriu tudo.

trycia valadares martins

o que é C.I?

Paulete
PauletePermalinkResponder

Quando fui para Cuzco no Peru, passei muiiito mal de altitude. O próprio hotel me arrumou um médico já especializado. Na hora do mal estar nem lembrei do seguro Assist Card que tinha contratado, mas quando cheguei no Brasil eles me reembolsaram a consulta depois de eu responder algumas perguntas por email.

Rosa
RosaPermalinkResponder

Eu sempre uso o seguro oferecido pela VISA, mas nunca precisei usar.
Fico mais tranquila com o depoimento da Wanessa Lima.

Paula Bicudo
Paula BicudoPermalinkResponder

Nossa, Wanesssa, que medo de ser atendida em Budapest, hahahaha, brincadeira. Fico feliz que você tenha tido um bom atendimento e tenha ficado bem. Mas acho que os atendimentos de emergência no exterior, ficam, muitas vezes a desejar.
Nunca precisei usar o seguro internacional, mas faço mesmo assim, mesmo tendo cidadania européia. Imagine como será o atendimento público de emergência....
Bom saber que o seguro do cartão de crédito é tão eficiente.

Wanessa
WanessaPermalinkResponder

Menina, foi meio assustador mesmo! Resolvi que devia procurar atendimento médico quando já madrugada e estava viajando sozinha! O hospital também parecia uma relíquia dos tempos do socialismo! rsrsrsr Mas deu tudo certo.

Gustavo - Viajar e Pensar

Também sempre faço, e quando compro a pasagem pelo VISA, solicito o seguro deles.
E infelizmete, quem inaugurou o uso do seguro foi minha esposa em nossa Lua de Mel, começou bem, rsrs
Foi tudo certinho, não fiz o contato, consultei o médico peguei recibos e depois peguei o reembolso, foi certinho na época.
Espero não precisar novamente, mas dá uma segurança.
Também sou dentista e já recebi pacientes de estrangeiros em viagem, e foi tudo certinho, somente burocrático.

kely
kelyPermalinkResponder

Ontem mesmo tava procurando por um post assim...
ótimo!!!

Gustavo
GustavoPermalinkResponder

Na minha primeira viagem pra Europa quando fui pra Rússia precisei usar o seguro Assist Card depois de escorregar no gelo e quase quebrar o pé. O problema é que eu tava numa vila isolada pra passar o ano novo, e só pude ligar pra eles quando voltei a Moscou 2 dias depois.

O atendimento foi em inglês, o que dificultou um pouco pois eu tava com muita dor e com dificuldades de entender o atendente, mas consegui chamar um médico, que chegou junto de uma ambulância e me levou a um hospital pra fazer um raio-x. Estava com a minha namorada russa, o que certamente facilitou, e não tive que pagar nada.

Morando agora na Alemanha já precisei pedir um médico por causa de uma infecção na garganta. Recebi um SMS da Assist Card com o nome e endereço do médico, e fui atendido no mesmo dia.

Recomendo smile

Gabriel Dias
Gabriel DiasPermalinkResponder

Uma dica para quem tem o American Express Platinum Card: mesmo que você não tenha comprado a passagem com ele ou tenha emitido via milhas você tem direito ao seguro. Nunca usei, mas sempre pego a apólice antes das viagens.

Alessandra Fiorini

É uma boa dica esta de usar os seguros oferecidos pelos cartões. Eu sempre compro minhas passagens com o Visa do Itau e ganho os seguros, que incluem saúde, bagagem, carro, e um monte de detalhezinhos interessantes. Nunca precisei usar, mas nos preparativos de viagem eles sempre foram muito atenciosos e prestativos, exatamente assim como a Wanessa contou, mandando tudo por email.
Outro atendimento muito bom e que não tem custo adicional é o do seguro saúde, que oferece cobertura no exterior sem ter que contratar plano adicional e pagar por isso. Dependendo do plano do seu seguro, tb tem direito à atendimento no exterior coberto pelo plano (no meu caso é reembolso). O procedimento é semelhante ao do cartão: eles te dão um telefone para ligar de cada continente, com atendimento em português.

Nick
NickPermalinkResponder

Uma vez precisei usar o seguro do cartão Visa Gold em Madri na Espanha. Falei com a atendente em português e em menos de uma hora o médico veio me consultar no hotel. Tudo muito rápido, eficiente e sem custo nenhum.

Silvia Spinassi

Eu mesma nunca precisei usar, mas minha amiga precisou, na nossa viagem a Nova York. Ela torceu o pé no último degrau da escada de acesso ao Madame Tussauds (no nosso último dia de viagem). Rapidamente o staff do museu chamou a ambulância e fomos para o hospital. Foi surreal, nós subindo em uma ambulância no meio da Times Square, em pleno domingo à noite! Chegamos ao hospital e ela imediatamente informou que tinha o seguro, mas que havia deixado a apólice no hotel. Lá, ela foi atendida na hora, fez raio-x e foi medicada, e saiu de lá com uma receita paa comprar Vicodin por conta própria.
Na saída, ela precisou assinar um papel se comprometendo a enviar os dados do seguro em até 10 dias. Como já eram 2 da manhã e às 6 teríamos que estar no aeroporto, foi só avisar a CVC que eles providenciaram tudo.
Nós teríamos que pagar o táxi de volta ao hotel se não fosse a bondade do motorista de outra ambulância, que nos deu carona porque ia atender uma ocorrência.
Não sei qual seguro era esse, pois estava junto no pacote da CVC. Mas tiro o chapéu para o atendimento que tivemos, sem nem mesmo precisar mostrar a apólice no hospital.

Thiago Augusto

Não viajo com os seguro do visa platinum pois fui informado que ele trabalha no sistema reembolso ... sou meio desconfiado ...
Há três meses estava de férias na Europa e meu tio (de 82 anos) precisou do seguro que contratamos (MONDIAL). Acionei com uma ligação a cobrar pro Brasil e depois de +/- 20 minutos recebemos uma ligação no hotel de uma médica que falou em espanhol (estávamos em Barcelona) e após algumas perguntas sobre o quadro clínico preferiu que fôssemos pro hospital. Ela nos deu o endereço e orientou que quando chegássemos a recepção informassemos que nosso seguro era o CORI INTERNACIONAL. Quando chegamos lá a recepcionista já tinha tudo no sistema dela, só precisei apresentar o passaparte e assinar um termo de respnsabilidade caso o seguro não cobrisse alguma despesa (não estranhei pois isso acontece até aqui no Brasil). Foi tudo tranquilo ...

Tenho uma dúvida: nunca consegui contratar um seguro com cobertura SUPERIOR a 30 mil euros, mesmo pagando mais. Por que? Quando o destino é na América, eu consigo contratar seguros "mais coerentes", com cobertura bem superior as que são oferecidas pelos planos básicos ...

Marcelo Alabarce

Peguei uma infeccao urinaria no final de uma viagem precisei usar o seguro ISIS, e deu tudo certo. Nao me cobraram nada e o atendimento foi bastante eficiente.

Fui tratado em um dos melhores hospitais de orlando ( Celebration Hospital ). Recomendo!

IMPORTANTE - Antes de ir pra qualquer hospital, sempre liguem para a seguradora e relate o ocorrido. Eles lhe indicarao o hospital conveniado mais proximo, e dessa forma voces nao precisarao pagar nada.

Raimundo
RaimundoPermalinkResponder

Sempre viajo com o seguro do VISA. Quando o destino é a Europa, solicito a carta Schengen que é enviada pela Internet (nunca me pediram na imigração). Utilizei a assistência médica em Roma. Fui atendido em português e devidamente orientado a aguardar no hotel. Em menos de uma hora, o médico compareceu. Era um médico experiente e, além do óbvio italiano, falava inglês, o que facilitou muito. O atendimento foi muito bom, prescrição e orientação seguras. Não tive que desembolsar um único centavo ou preencher qualquer formulário.
Há um post no blog de Adriana Setti em 24/05/2010 onde ela recomenda:
"Seguro de viagem World Nomads, bom e barato: testei e aprovei".

Marilia Pierre

Infelizmente tive problemas com o seguro saúde, o contratado foi o world plus.
Minha tia sofreu uma queda, torceu o tornozelo e bateu o joelho, a bacia e o ombro no chão lá em Paris.
Depois de muitos telefonemas e quatro horas de desencontros, o seguro simplesmente mandou a gente pegar um taxi e seguir para o hospital x.
Nos mandaram para um hospital pediátrico.
O taxista viu o nosso desencontro, nosso desespero, e nossa desorientação e nos levou para um hospital da rede pública de saúde.
Nós não falamos francês, não passamos além do bonjour, mas houve um grande esforço das atendentes e enfermeiras para adivinhar o que se passava.
Minha tia foi atendida e medicada, não pelos esforços da empresa.

antonio
antonioPermalinkResponder

bem wanessa, acredito que o contrato do médico tenha sido a de averiguar e garantir a sua integridade até passar o caso, uma vez dentro do hospital, ele transferiu a responsabilidade aquela equipe. Aliás, ainda bem que nao te esperou...pois a conta iria aumentar smile
que bom que nao precisou ficar internada ou ser operada, ou etc.
que bom que te liberaram logo e voce se recuperou

Augusto
AugustoPermalinkResponder

Opinião pessoal como médico: o seguro saúde do cartão de crédito funciona bem. Isto é bom. Por funcionar bem gera uma falsa sensação de segurança. Isto é ruim.
Usamos muito pouco o seguro saúde em viagens. Quando necessário é por uma infecção de vias aéreas ou uma entorse-fratura de tornozelo. Eventos que não são graves e que não nos levariam a falência se tivessemos que arcar com este gasto. Seria um incômodo, mas não nos levariam a uma moratória grega. Como estão na faixa coberta pelo seguro não precisamos nem pagar.
Felizmente os eventos graves são raros, muito raros. São poucas as pessoas que precisam de uma cirurgia não planejada ou uma estadia na UTI em viagem. É como ganhar em uma loteria ao contrário. Nestes casos o prêmio do cartão de crédito muitas vezes não vai cobrir o gasto hospitalar. Pode inclusive extrapolar a capacidade de pagamento do viajante. Uma simples cirurgia de apendicectomia nos EUA custa em torno de 22000 dólares. Coberta ainda pelo plano. Mas esta é uma cirurgia de complexidade baixa e sem UTI. Se a apendicectomia complicar os custos podem ser bem maiores.
Uma alternativa que encontrei com a ajuda de um post do Riq Freire é o seguro Patriot America. Comprei pela internet. Por uma cobertura de um milhão de dólares com franquia de US 2500,00 paguei US 50,00 para 23 dias de viagem (cobertura internacional dentro e fora dos EUA). Se preciso fosse ativar o seguro, eu combinaria o seguro do cartão com o Patriot America (para não pagar a franquia). Dei uma olhada antes e verifiquei que alguns hospitais eram comuns aos dois planos. Felizmente não precisei usar o seguro.
Confirmo a dica do Riq, Patriot America para quem quer aumentar a cobertura do plano de viagem oferecido pelos cartões ou para quem viajou por milhas e não tem plano de saúde.
Abçs

Ricardo Freire

A dica na verdade é do Zé! E até agora eu achava que valia a pena por causa do preço, não da cobertura! shock

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Pelo preço, o mais em conta ( e sem franquia) é o world nomads,
que fazemos sempre que não usamos o do cc .
A Dri usou na Indonesia e aprovou http://migre.me/T7fG

Augusto
AugustoPermalinkResponder

Sylvia,
olhei o world nomads. Muito bom seguro. Para quem não quer se preocupar com franquia opção excelente. Grande vantagem é que não há limite na cobertura.
Abçs

Augusto
AugustoPermalinkResponder

Riq, a dica do Zé foi muito boa. O Patriot oferece um bom preço com cobertura excepcional. Existe uma co-participação nos custos de no máximo 500 dólares e uma franquia de US 2500,00. Mas para quem tem entre 30 e 39 anos o custo da apólice de um milhão de dólares para 21 dias é de 45 dólares (acabei de cotar no site que eu comprei www.insubuy.com). Felizmente não precisei usar o Patriot nem o seguro do cartão. Para quem quer uma cobertura excelente vale a pena.
Abçs

Zé
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PoiZé, eu fiz o pacote basicão do Patriot e achei bem barato. Mas não usei. Ainda bem mrgreen

Augusto
AugustoPermalinkResponder

Zé, não te agradeci na época, mas valeu pela dica.
Abçs

Zé
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You're very welcome! mrgreen

Carla
CarlaPermalinkResponder

Eu também segui a dica do Zé quando fui para a bolsa-sanduíche na Califórnia. O Patriot America era um dos poucos seguros que oferecia a cobertura exigida pela CAPES a um preço razoável, ou seja, dentro do que a própria CAPES me oferecia para cobrir o gasto com o seguro (mais ou menos um terço do que custavam os seguros que vi em agências de viagens). Felizmente, eu também não precisei testá-lo, mas desde então é esse o seguro que faço sempre que vou aos EUA. Aqui pela América do Sul sempre acabei me fiando no seguro do cartão de crédito mesmo...

silvia
silviaPermalinkResponder

meu filho precisou utilizar o seguro saude ( otite ) oferecido pela agencia de turismo, na africa do sul.Ligamos na central e em minutos o medico nos ligou para saber os sintomas, e em meia hora ele estava no nosso hotel.
Ele tinha trazido todos os medicamentos necessarios na maleta e nos deu todos por conta do atendimento ( em ingles) . E´sempre bom adiantar o problema para que o medico leve os medicamentos . Facilita mutissimo não ter que ir compra-los

Thiago Augusto

Augusto, será que pode combinar os seguros? Acredito que eles são excludentes, quer dizer ... acho que tem uma cláusula na maioria deles que impede o uso combinado ...
Uma dúvida: quem aqui já usou esse Patriot America? Ele cobre Europa (tratado de Schengen?)

Augusto
AugustoPermalinkResponder

Thiago,
quando vc compra a apólice do Patriot America pode escolher cobertura internacional com ou sem EUA. A cobertura é mundial.
Quanto a usar as duas apólices não posso responder. O que eu fiz foi verificar os hospitais que atendem tanto um quanto o outro seguro em Orlando. Encontrei um perto do condomínio onde eu me encontrava. Se necessário procuraria atendimento lá.
Para a grande maioria dos problemas o seguro do cartão dá a cobertura necessária. O patriot ficaria reservado para uma eventualidade mais séria.
Quando eu comprei a apólice a imprimi em casa e levei para a viagem. Mas a seguradora a enviou pelo correio mesmo assim.
Abçs

Eunice
EunicePermalinkResponder

Um casal de amigos estava em Buenos Aires, agora no final de junho, com duas filhas adolescentes. Uma das garotas desenvolveu um quadro sugestivo de Pielonefrite Aguda. Teve atendimento pelo médico do seguro, que solicitou cultura de urina. Só trataria paciente após o resultado da urocultura ( colhida, resultado seria dada 7 dias após ). A garota com muita febre e dor. O médico dizia que se a garota piorasse, daria uma guia para internamento hospitalar. Os pais entraram em contato com a médica daqui que orientou o tratamento. Conseguiram comprar o antibiótico sem receita. Ficaram ansiosos, desejando retornar imediatamente e tiveram que comprar por preços astronomicos as passagens de retorno, de urgência. As passagens que tinham viajado eram de milhas, que não conseguiram trocar. Com esse relato aprendi que é prudente fazer um seguro que reembolse passagens que precisem ser trocadas por motivo de urgência.

Ernesto, o pato

Obrigado a Vanessa por compartilhar a sua experiencia, e ainda bem que não foi nada grave.

Um dado importante: Na Europa, quem tem cidadania europeia não precisa de saude, pois como se viu, com ou sem seguro vai ser atendido na rede publica.

Já nos EUA, é fundamental fazer o seguro, pois qualquer exame não sai por menos de 1000 dólares, e o serviço publico náo existe.

A Cibele já teve um problema dentário simples, mas doloroso na Argentina. Não tinhamos seguro, e o preço cobrado pelo atendimento, obtido por indicação do hotel foi bem honesto. 400 pesos, menos do que se teria pago pelo seguro.

zemafa
zemafaPermalinkResponder

Ernesto, boa noite
Você tem certeza de que quem tem cidadania europeia não precisa de seguro saude contratado á parte? Por gentileza, se tiver mais alguma informação importante sobre isso, me diga, porque vou para a Europa em breve e tenho cidadania.
Muito obrigada

Paula Bicudo
Paula BicudoPermalinkResponder

Zemafa,
Não precisa mesmo, vc será atendido na rede pública e por ser cidadão europeu não precisa cumprir o tratado de Schengen pra entrar em qualquer país da Comunidade Européia (o que significa, entre outras coisas, tem um seguro-saúde que cubra um valor igual ou maior que 30000 euros). Mas, lembre-se que os seus acompanhantes de viagens, se não forem cidadãos europeus, precisam sim do segúro.

Ermesto, o pato

A resposta da Paula está absolutamente correta.

Paula Bicudo
Paula BicudoPermalinkResponder

Thanks, my dear! Está cada vez mais difícil escrever nesse blog de viajantes pró sem falar nenhuma bobagem, rsrsrs. Adorei! bjos

Alessandro A.
Alessandro A.PermalinkResponder

Eu também tenho cidadania e sempre me disseram isso também, ou seja, que não precisava de seguro, mas felizmente nunca precisei usar para comprovar.

Um detalhe importante é que nem todos os países europeus fazem parte do tratado de schengen, portanto se você for passar por um desses países vai ter que comprar um seguro, mesmo tendo passaporte europeu.

Regiane
RegianePermalinkResponder

Oi gente! Nossa quase 4 anos depois dos comentários, aqui estou eu com uma dúvida do seguro saúde. Já li todos os (ótimos) comentários de vocês, porém em detrimento do meu roteiro de viagem eu não sei se vou precisar fazer um seguro saude ou não. Eu também tenho passaporte europeu, porém o meu primeiro destino na Europa é Londres, que parece não ter cobertura de assistência de saúde para os cidadãos europeus. Isso procede? Vou precisar comprar o seguro? Obrigada pela ajuda!!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Regiane! Por favor, não pergunte a mesma coisa em posts diferentes.

Respondemos no outro post em que você perguntou:
https://www.viajenaviagem.com/2013/01/viagem-a-europa-como-fazer-o-convenio-do-inss/comment-page-1/#comment-369138

juliana amorim

Nesta minha atual viagem à Europa,estou com um seguro de viagem da MIC . NA chegada perderam minhas malas numa conexão e fiz o contato com a seguradora no Brasil usando skype. O que eles me disseram era se minha smalas não chegassem em 6 horas eu teria direito a 145 euros em artigos de higiene e vestuario a ser ressarcido posteriormente. minha smalas chegaram 5h depois, entao nao sei como seria o processo de ressarcimento. mas o contato foi atencioso e tranquilozador pelo telefone. perder nossas malas nao é divertido no inicio d euma viagem longa.
au revoir

Beatriz
BeatrizPermalinkResponder

Vou viajar também e pedi o Certificado Schengen no site da Visa. Mas minha dúvida é: eu já estou coberta pelo seguro ou preciso pedir algum número de apólice ou para ativarem alguma coisa? Já recebi a carta, mas é um simples papel.
Essa carta também serve para comprovar que estou coberta por um seguro quando passar na imigração?
Obrigada!

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Hoje não é preciso nem papel, basta um link wink

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

E essa do link eu testei , viu ?
Imprimi uma reserva com um URL encurtada e entreguei na recepção do hotel . Deu certo :cool:

Beatriz
BeatrizPermalinkResponder

Então, recebi um arquivo por e-mail da Visa e imprimi! É só isso mesmo e já estou coberta??

Augusto
AugustoPermalinkResponder

Sim, já esta coberta.

zemafa
zemafaPermalinkResponder

Boa noite a todos. Por gentileza, como se faz para obter o Cert. Schengen com outros cartões de crédito, que não o Visa? E quem tem o Visa, pode obter em algum site internacional do próprio Visa?
Desculpem a inexperiência e obrigada.

Ricardo Freire

Ligue para a central de atendimento do seu cartão e pergunte. As condições variam de cartão para cartão (não apenas de bandeira para bandeira). Em alguns cartões é preciso ter comprado a passagem com ele.

Paula Bicudo
Paula BicudoPermalinkResponder

Em geral os cartões Platinum, independente da bandeira, tem essa cobertura.

PêEsse
PêEssePermalinkResponder

Paula, tem de ver isso com cuidado. Eu tenho dois cartões Mastercard Platinum e eles não oferecem seguro quase nenhum. Só o Visa.

Paula Bicudo
Paula BicudoPermalinkResponder

Então pode ser que essa informação não esteja certa, mas o meu Mastercard Platinum oferece sim, assim como o Amex Platinum. Acho que depende de quando o cartão foi feito, pois esses planos mudam muito mesmo.

Lu Malheiros
Lu MalheirosPermalinkResponder

PêEsse,
Eu tenho dois cartões Platinum, um Visa e um Mastercard. Liguei para ambos para checar a questão do seguro saúde e me disseram que tenho direito sim. Aliás, a informação que me passaram é que eu teria direito ao seguro mesmo se não houvesse utilizado o cartão para comprar a passagem. Perguntei 2x, pois havia entendido que o seguro só se aplicaria quando a passagem fosse comprada com o cartão correspondente.
Bem, como a Paula falou pode ser uma questão da época em que o cartão foi feito. Abs,

zemafa
zemafaPermalinkResponder

Obrigada, Ricardo. Este seu blog é a melhor, mas a melhor coisa que podia ser feita para os que gostam ou vão viajar. É absolutamente insubstituível, imperdível. Se e quando eu puder contribuir com alguma coisa que já não tenha sido dita ou explorada, conte com isso. Mais uma vez obrigada.
P.S. - estou agora na pesquisa sobre a Tailândia, para onde devo ir em final de outubro. Mais uma vez as informações que encontro aqui são preciosíssimas.

PêEsse
PêEssePermalinkResponder

Sempre procuro pagar a viagem com Visa e quando o faço viajo só com o seguro do cartão de crédito mesmo, sem contratar nenhum outro adicional. O Visa Platinum oferece não só seguro saúde mas diversos outros benefícios. Depois pagar a passagem com o cartão Visa, vou em http://www.interpartner.com.br/visaform/ , preencho os dados e no dia seguinte recebo o e-mail com o comprovante do seguro. Felizmente, ainda não precisei usar.

Uma vez consegui uma tarifa excelente em um vôo charterzão para Roma que só podia ser paga em dinheiro. Depois de ter lido a Adriana Setti em http://viajeaqui.abril.com.br/blog/achados/o-melhor-custobeneficio-em-seguros-de-saude-de-viagens-isis-x-world-nomads-ou-isis-nunca-mais/ e em http://viajeaqui.abril.com.br/blog/achados/seguro-de-viagens-world-nomads-bom-e-barato-testei-e-aprovei/ , contratei o World Nomads. Além da maior cobertura e menores restrições, a opção ainda era (muito) mais barata que todas as demais que simulei pela Internet. A apólice chegou por e-mail no mesmo dia. De novo, felizmente não precisei usar.

Uma dica para o World Nomads é jogar no Google “World Nomads coupon code” ou “World Nomads discount code”. Sempre aparecem vários sites com códigos/cupons de desconto. Da vez em que usei, consegui um código que me deu 20% de desconto, isto é, o seguro mais barato saiu ainda mais barato.

Tâmara
TâmaraPermalinkResponder

Alguém já usou o Acordo Internacional, oferecido pelo Ministério da Saúde? http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=111
Das 3x que viajei para a Portugal, levei esse seguro, mas nunca precisei usar!
Para quem não sabe, a idéia é que quem contribui para o INSS aqui no Brasil, possa ter atendimento equivalente ao SUS nos países que tem acordo com o Brasil.

Marcie
MarciePermalinkResponder

Que eu saiba isso só funciona se você mora no país. Existia este acordo também na Itália, e eu tive que me cadastrar quando mudei pra lá.

Tâmara
TâmaraPermalinkResponder

Marcie,
segundo o site do Ministério da Saúde, serve também para pessoas em Trânsito!
"Os Acordos Internacionais têm por objetivo principal garantir os direitos de seguridade social previstos nas legislações dos dois países aos respectivos trabalhadores e dependentes legais, residentes ou em trânsito no país."
Para pessoas em trânsito/viagem, como era meu caso, você pode solicitar o Acordo Internacional por até 3 meses.

Breno B.
Breno B.PermalinkResponder

Da primeira vez que fui pra Europa, contratei um seguro saúde internacional com medo de ser barrado na entrada em Londres. Mas o funcionário da imigração quis saber até a cor da minha cueca porém não pediu pra ver o tal seguro.

Por isso, nas outras viagens, eu nem esquentei a cabeça com isso e acabei provando a Lei de Murphy: fui barrado na Lituânia por não ter contratado um.

O agente da imigração não aceitou o argumento de que meu cartão ouro já tinha um seguro. Até porque não tinha nenhum comprovante nesse sentido.

Depois de gastar muita saliva e ouvir uns desaforos, ele me deixou sair pelo saguão do aeroporto (sem passaporte) e ir até uma agência de viagens para contratar um seguro por 5 dias. Enquanto isso, minha esposa ficou esperando com as malas (e os malas) na imigração.

Fui terrivelmente mal atendido pelas funcionárias da agência mas consegui contratar o bendito seguro saúde por uns trocados e nos liberaram depois que mostramos o comprovante.

Tem um pouquinho da história aqui: http://brenob.wordpress.com/2007/07/28/vilnius/

Abraços a todos,

Breno B.

PêEsse
PêEssePermalinkResponder

Fui de ônibus de São Petersburgo para Tallin. Na imigração de entrada na Estônia, entrou no ônibus um agente da imigração e recolheu o passaporte de todo mundo. Éramos os únicos não russos. Uns dez minutos depois, o agente veio até o ônibus, disse meu nome em voz alta e eu levantei o braço. Ele caminhou até mim e, em inglês e de maneira simpática, perguntou pelo seguro-saúde. Mostrei a apólice (essa que o Visa envia para o seu e-mail). Ele saiu, carimbou a entrada e voltou para devolver os passaportes do ônibus inteiro. Super tranqüilo.

Bruno Xavier
Bruno XavierPermalinkResponder

Quando fui para Europa esse ano, comprei as passagens pelo Itau Presonalite Visa Platinum, pois dava direito a emitir um seguro saúde que me liberava de fazer o seguro de 30 mil euros obrigatório (Tratado de Schengen). Foi tudo simples e tranquilo. 2 ou 3 telefonemas e eles enviaram por email a apólice para ser apresentada na imigração me liberando de pagar o seguro saúde comum. Mas não houve sinistro. Ainda bem.

Augusto
AugustoPermalinkResponder

O itau personalite visa platinum tem uma apólice médica no valor de 4000,00 dólares para quem viaja ao exterior. IMPORTANTE: Não é necessário comprar a passagem para ter direito ao benefício. Há uma co-participação de US 50,00. A cobertura é pequena, mas é um direito que pode ser exercido.
Para quem compra a passagem para a Europa existe a apólice adicional para o tratado de Schengen.
Abçs

zemafa
zemafaPermalinkResponder

Tâmara, na Gazeta do Povo de Curitiba, do dia 27, saiu um artigo longo sobre este seguro. Alí diz que quem é segurado pelo INSS pode aproveitar o acordo que o Brasil tem com Espanha, Grécia itália, Luxemburgo e Portugal. Estão habilitados a) pessoas com carteria assinada, b) empregadores, c) empregados domésticos, d) autônomos, e) avulsos, f) trabalhadores temporários, g) cônjuges e dependentes de conbtribuintes, h) aposentados. Diz que quem contribui com o INSS apresenta os três últimos contra-cheques e retira um documento com validade de um ano. Quem não contribui, paga o referente a três meses de contribuição (+ ou - 30% de um salário mínimo. Onde fazer: Ministério da Saúde e suas agências. Informações: http://sna.saude.gov.br/cdam/. É assim que está lá.
Espero ter ajudado

Cristina
CristinaPermalinkResponder

Infelizmente eu já usei tanto por motivo de falecimento (e voltei ao Brasil no mesmo dia e de executiva pq não havia vaga na econômica e só precisei de uma ligação, em Londres) e doença (fui atendida num hospital em Trinidad e Tobago, paguei tudo no cartão e fui reembolsada normalmente). Agora não uso mais! winkSó para apresentar se pedirem smile

Augusto
AugustoPermalinkResponder

Ninguém gosta de falar, mas já que a Cristina tocou no assunto de falecimento, sempre é bom lembrar que muitos cartões oferecem seguro de vida durante o período de viagem. Alguns até independente de compra de passagem com o cartão. Sempre bom deixar alguém avisado.
Apesar de não acreditar. Figa, sal grosso e arruda...
Para nunca precisar usar...
Abçs

Claudio
ClaudioPermalinkResponder

Estava no auge da histeria H1N1 em 2009 .No embarque além da família que não queria que a gente embarcasse a agente da Receita Federal falou para cancelarmos a viagem. No voo muita gente usando máscara. Cinco dias depois da chegada em Orlando meu filho de 4 anos apresentou uma febre que não melhorava com a medicação, mesmo sendo médico e tendo levado uma farmácia na mala (não recomendo fazer isso pois além da auto medicação ser perigosa há restrição de entrada de alguns medicamentos dependendo do país) acionei o seguro Vitalcard.
Fui atendido em português por uma enfermeira, que pediu explicações sobre o quadro clinico e 30 minutos após, o médico foi ao hotel. Não me identifiquei em nenhum momento como médico e gostei muito da conduta e do exame realizado pelo profissional que tentava falar "portunhol" com o meu filho. Ele deixou todos os medicamentos que deveriam ser usado e dois dias depois ligaram perguntando sobre o quadro clinico novamente. Achei satisfatório o atendimento. Pelas dicas do Augusto também vou avaliar outros seguros pela razão da cobertura em outros casos mais sérios.

Carlos Eduardo

Tenho duas experiências a relatar: (1) não tenho cidadania mas em 2006, ao precisar fui atendido em pronto socorro da rede de saúde pública italiana, em Palermo e Agrigento, com consultas com clínico e com especialista. Disse que era turista e só me pediram o passaporte. Nenhum gasto. Me informaram que se fosse europeu até o medicamente me dariam. A rede pública do sul da Itália é famosa por ser deficiente como no Brasil, mas não posso me queixar;(2)em novembro de 2009, em Buenos Aires, tive uma crise de Amnésia Global Transitória. Perdi a memória recente, o que durou uma quatro horas. Os sinais são semelhantes a de um derrame. Minha mulher, em pânico, ligou para a assistência da MONDIAL TRAVEL e foi atendida em português. Recomendaram uma clínica privada, que foi por eles avisada. Lá fui atendido por clínico geral, por neurologista e cardiologista e submetido a tomografia, eletro e exames de sangue (e enzimas). Tudo rápido e coberto pelo seguro, sem ressalvas. Apenas antes da tomo eles pediram ao médico um relatório. Esperei meia hora. A fatura ficou em torno de US$ 3000, cobertos pelo seguro, pelo qual havia pago R$ 50,97. Nunca mais viajo sem ele.

Lu
LuPermalinkResponder

Oi, gente,
Estou sem computador, de modo que li os comments mto rapido, desculpe se repetir a resposta de alguém. Eu já tive várias experiências c/o seguro do cartão de crédito, todas felizmente mto bem sucedidas, desde cirurgia, até simples consultas. No caso da cirurgia, que já tem uns 10 anos, foi num acidente de ski, e form utilizados 2 seguros combinados - o do cartão de crédito junto c/o Touristcard, o que aumentou o limite total do evento. No caso de consulta, tb já ocorreu um mal estar onde chamei o médico e só depois comuniquei ao cartão (dentro de 24hs). Nesse caso, tive que pagar as despesas, pegar o recibo e o relatório médico p/dar entrada qdo voltei. Tb recebi tudo direitinho. Mais recentemente, mudaram as regras do Itaú, onde vc tem dureito a um seguro do Personailté (se vc for desse banco, naturalmente), c/limite de US10.000, independentemente de vc ter comprado o bilhete c/eles, e tem o do Visa, de até US30.000, só vale se vc tiver comprado o bilhete c/o cartão. A carta referente ao Tratado de Schengen é imperativo p/quem vai p/a Europa, pois pode ser exigido na entrada, e é só solicitar ao cartão que eles mandam por fax ou e-mail. Enfim, a minha experiência c/o seguro do cartão é mto positiva, tanto que hoje, c/o aumento dos limites do seguro do cartão, eu nem faço o outro, tipo Assist, tourist, etc.
Mas, é mto importante que as regras sejam seguidas: ligar p/o número indicado qo houver o evento ou, em caso de emergência, qdo ñ houver tempo p/ligar, comunicar o qto antes, até 24 hs, o ocorrido e o motivo de ñ ter ligado p/o tel.do cartão antes.

Boa sorte (e saúde) a todos, esperando que nunca precisem usar o cartão em viagem.

Wanessa
WanessaPermalinkResponder

Só hoje vi que minha "aventura" virou post. Ótimo que o assunto tenha rendido tantos outros relatos interessantes. Valeu, Riq!

Ricardo Freire

Eu que agradeço Wanessa!

Seguro saúde de viagem (na prática) « Cadernos de Viagem

[...] com o seguro saúde de viagem (aqueles de cartão de crédito), que já tinha deixado no Viaje na Viagem e virou post do Ricardo [...]

Alexandre Costa

Pessoal, acabei de usar o seguro saúde aqui em Paris e me lembrei deste post.

Eu e a Grazi, minha esposa, chegamos ontem à tarde em Paris. Saímos pra conhecer a região onde estamos hospedados (Montparnasse), mas quando estávamos no Jardim de Luxemburgo, ela pediu para retornarmos ao hotel, pois não estava se sentindo bem. Durante toda a noite ela esteve com febre e dor de garganta. Logo pela manhã, decidimos acionar o seguro saúde que contratamos para a viagem junto a empresa Travel Ace.

Não conseguimos completar a ligação para 0800 local. Acessei o Skype na rede wifi do hotel e liguei para o número internacional, onde fui atendido em espanhol. Expliquei a situação e o atendente pegou os dados (número da apólice, nome e telefone do hotel) e me disse que entraria em contato em poucos minutos. De fato, menos de 5 minutos depois, recebemos uma ligação da atendente local, em português, e explicamos a situação. Ela confirmou os dados e disse que enviaria um médico ao hotel. Depois de mais alguns minutos, a atendente ligou novamente para avisar que o médico chegaria ao hotel em 15 minutos, o que realmente ocorreu.

O médico nos atendeu em inglês, mas foi bastante atencioso ao examinar a Grazi, olhou os remédios que trouxemos (parece coisa de hipocondríaco, mas nunca viajo sem uma farmacinha básica), e nos deu uma receita para comprar mais um remédio. Nos indicou ainda o endereço da farmácia aberta mais próxima do hotel.

Enfim, achei que o processo foi eficiente e seguro, apesar da falha para completar a ligação ao 0800 local. Enquanto "fico de molho" aqui no hotel tomando conta da Grazi, aproveito pra explorar ainda mais o conteúdo de Paris aqui no VnV. Ainda temos mais 5 dias na cidade e espero que ela melhore rápido para aproveitarmos bastante a cidade.

Ana Luisa
Ana LuisaPermalinkResponder

Pessoal, alguém conhece o seguro Travel Ace? É até mais caro que o Mondial, mas como, infelizmente sad não havia lido esse post, procurei justamente aquele que eu já tinha ouvido falar para contratar para minha próxima viagem.

Lu Malheiros
Lu MalheirosPermalinkResponder

Ana Luisa,
Eu não conheço o Travel Ace, mas no comentário logo acima do seu (por Alexandre Costa, 4 de julho de 2010 às 8:52) há um relato que pode ser considerado positivo do seguro mencionado.

Ricardo Freire

É dos grandões, Ana. Acredito que todos se equivalham.

nati
natiPermalinkResponder

Ana, eu contratei para minha sobrinha, ela precisou de atendimento em Bariloche e foi tudo bem.

Ana Luisa
Ana LuisaPermalinkResponder

Nossa, é verdade Lu, obrigada. E olha que fico super atenta aos posts para não perguntar o que já foi respondido. Sorrysad

Lu Malheiros
Lu MalheirosPermalinkResponder

Ana Luisa
Não liga, não, acontece. Sabe o que eu faço? Vou na barra de ferramentas do Internte explorer, clico em "editar" e seleciono "localizar nesta página". Escolho uma palavra chave e se alguém a mencionou no post eu a encontro facilmente. wink
Boa viagem!

Ricardo Freire

Menina, nem eu sabia disso shock

Ana Carolina
Ana CarolinaPermalinkResponder

control + F faz a mesma função de "editar + localizar nesta página" (eu AMO atalhos)

Alessandro A.
Alessandro A.PermalinkResponder

Ana Luisa,
Eu já viajei algumas vezes com o Travel Ace, mas felizmente nunca precisei usá-lo. É um dos seguros mais famosos, mas não sei confirmar a qualidade.

Eu também sempre uso o recurso citado pela Lu, que facilita bastante a procura nesses posts com muito comentários.

Malu
MaluPermalinkResponder

Lu, nem eu sabia disso. No caso deste post foi ótimo pois pesquisei os comentários de cada seguro saúde em separado. Valeu!!!

Robson
RobsonPermalinkResponder

Olá Pessoal,

Cara, esse site é um mar de informações mesmo. Acesso diariamente, perfeito pra tudo relacionado a turistaaaaagem smile

Bom, acabei de receber meu "Schengen Certificate". Aproveitei o cartão VISA e solicitei o tal seguro. Achei que fosse demorar, mas em 1 dia já estava no meu INBOX.

A empresa que "dá" o certificado é a AXA Assistance USA. Alguém ae conhece, já usou ?!?

Valeu galera.

ALEXANDRE
ALEXANDREPermalinkResponder

Em Nov/2009, eu e minha esposa fomos comemorar nosso aniversario de casamento em Miami. No 3o dia, ela passou mal, infecção intestinal e fomos atendidos pelo seguro da MIC/CORIS, que tinha feito antes da viagem. Ela ficou 6 horas no hospital, gostamos muito do atendimento. Depois de uns 6 meses veio a fatura do hospital para minha casa, USd 5000,00 por 6 horas de tratamento. Foi tudo pago pelo seguro.

Aguinaldo Costa

alguem poderia ajudar na informaçao do
Robson
15 de julho de 2010 às 18:21 | Permalink | Responder Olá Pessoal,

Cara, esse site é um mar de informações mesmo. Acesso diariamente, perfeito pra tudo relacionado a turistaaaaagem

Bom, acabei de receber meu “Schengen Certificate”. Aproveitei o cartão VISA e solicitei o tal seguro. Achei que fosse demorar, mas em 1 dia já estava no meu INBOX.

A empresa que “dá” o certificado é a AXA Assistance USA. Alguém ae conhece, já usou ?!?

Valeu galera.

Ricardo Freire

Depende do cartão, não da bandeira. Em alguns casos apenas ter o cartão já dá direito ao seguro, em outros é preciso comprar a passagem com o cartão. Informe-se com o seu emissor.

Schnaider
SchnaiderPermalinkResponder

Tambem utilizei o seguro do Visa, nao tinha comprado a passagem com o cartao, pois era corporativo, e mesmo assim fui super bem atendida.
Precisei dele na Ilha da Madeira por causa de uma crise de amigdalite, liguei no seguro fui atendida tbem em portugues e em menos de 2 horas enviaram um medico e 2 enfermeiras no escritorio em que estava trabalhando. O medico receitou os remedios, comprei, enviei a nota por correio e fui reembolsada, nao paguei nada pelo atendimento.

Márcio Cabral de Moura

A única vez que precisei ir a um médico ou hospital em minhas viagens foi em Londres.
Meu seguro era o ISIC. Liguei para lá e me perguntaram se eu conhecia algum hospital ou se eu queria que eles indicassem algum. Como eu tinha visto que tinha um hospital grande perto de onde eu estava (Paddington), falei o nome desse hospital. Me disseram para ir até lá e apresentar o certificado da seguradora.

Quando apresentei o certificado da seguradora ouvi o seguinte: "Muito bom que o senhor tenha seguro, mas toda emergência é tratada gratuitamente na Inglaterra. O senhor não precisa do seu seguro para ser tratado aqui."

Depois de alguma espera, fui atendido e o médico disse que eu fosse a uma farmácia comprar um analgésico e um anti-inflamatório. Eu o perguntei se ele não ia prescrever o remédio. Ele me disse que a receita custaria mais caro que o remédio, que era melhor eu ir para a farmácia.

Dessa história aprendi algumas coisas:
a) Como a Inglaterra não faz parte do espaço Schengen, eles não exigem o seguro-saúde.
b) Se o seu problema não for sério, vá direto a uma farmácia. Ao contrário do Brasil, os farmacêuticos podem prescrever remédios (pelo menos na Inglaterra).
c) Se você for a um médico e ele lhe prescrever remédios, você terá que pagar pela receita (cerca de 8 libras). Mas, aparentemente, o remédio lhe será dado de graça.

stela maris
stela marisPermalinkResponder

Ontem precisei usar meu seguro de viagem ( 18/08/2010). Tenho o GTA plano ouro.

Liguei para a central GTA no Brasil, para pedir atendimento. Fui atendida logo na primeira tentativa. Expliquei os sintomas, onde estava, passei o numero no voucher do seguro. Ficaram de me retornar em ate 20 minutos.

Cerca de 10 minutos depois, me ligaram, ja do pais onde me encontro, do seguro Gta. Perguntaram novamente meu endereco de estadia, meus sintomas e voucher. E ficaram de me ligar em ate 5 minutos.

Cerca de 2 minutos me ligaram informando o endereco de uma clinica para onde eu deveria ir. So precisava levar meu passaporte e o voucher impresso, pois ja haviam informado a clinica que eu iria para la.

A clinica ficava cerca de 5 minutos de onde eu estava...bem perto mesmo!! Fui atendendida super bem, rapidamente...Fiz exames necessarios, e a medica me passou a receita do medicamento que deveria comprar. Fiquei cerca de 1 hora na clica (chegada- exame e atendimento). Tudo pago pela GTA...

Saindo de la, comprei o remedio que me custou cerca de 4 dolares somente. Foi meu unico gasto. Mas posso pedir reembolso quando voltar.

Fiquei muito satisfeita

Carlos Henrique

Vou narrar minha experiencia que, desde já, não recomendo a ninguém, mas pode ser útil de alguma forma!

Em 2005 fui com um grupo de amigos ao Chile para esquiar em Valle Nevado e, na hora do seguro de saúde, resolvi não fazê-lo por achar que o máximo que poderia me ocorrer era quebrar uma perna ou um braço que, para engessar, custaria o mesmo preço do seguro.

No primeiro dia na estação de esquí, comecei a sentir fortes dores abdominais e dificuldade em respirar, pedi aos meus amigos que voltássemos para Santiago para que eu fosse atendido em um hospital. Para minha sorte minha mãe tem um grande amigo chileno e no caminho pedí que ela pedisse alguma referência em hospital na cidade.

Resumindo um pouco, nessa viagem descobrí que tenho o traço recessivo de uma doença comum aqui no Brasil chamada anemia falciforme, fui o primeiro caso relatado no Chile (pois é virei estatística) tive um enfarte no baço em decorrência dessa doença e precisei ficar internado um mês inteiro no hospital. Como não tinha seguro saúde se não fosse o amigo de minha mãe que se responsabilizou pelo pagamento eu não teria passado da emergência do hospital e não sei se estaria relatando o acontecido aqui!

A parte boa é que meu seguro saúde aqui no Brasil, após os 30 dias, mandou um médico me buscar no Chile, pagou minha passagem de volta ao Brasil de executiva e ressarciu toda a conta paga no hospital.

Hoje em dia não viajo sem um bom seguro de saúde pois não creio que essa sorte se repetiria em outra oportunidade...

Luciana
LucianaPermalinkResponder

Eu já contratei o Travel Ace e precisei utilizar... fui pra Alemanha ano passado em pleno inverno de -15ºC, e acabei pegando uma gripe horrível. Meu marido entrou em contato com o seguro e em meia hora nos indicaram um consultório bem próximo ao hotel, onde um médico que falava inglês (coisa rara na cidade, pois era no interior) me atendeu, receitou os remédios e deu tudo certo. Podia ter pedido o reembolso dos medicamentos quando voltei, mas como não gastei mais de 10 euros nem achei que valia a pena...

acsiqueira
acsiqueiraPermalinkResponder

O importante é comprar a passagem no cartao, para garantir o seguro. O visa platinum, tb garante o seguro se viajar por milhas, mas tem que pagar as taxas no cartao. O cartao gold nao cobre o schengem, somente o platinum/black e infinite.

Ricardo Freire

O que importa aí não é a bandeira (Visa, Master) mas o emissor (banco, coligação de marcas). Cada cartão tem a sua especificação. Dependendo do emissor e da época em que foi feita o contrato um Visa Gold pode oferecer coberturas que outro Visa Gold não oferece.

Antes de mais nada deve-se checar com o seu próprio emissor.

Clara
ClaraPermalinkResponder

Estou pensando em comprar pela 1a. vez um seguro online. Com cobertura maior e mais barato. Como o Augusto mencionou acima, 50 mil dólares não é nada para certas urgências. E já que é para ficar segura, quero ficar segura em no mínimo 500.000 dólares ou mesmo mais(esperando não ter de usar,batendo na madeira 3 vezes!).

Alguém já comprou ou precisou usar o seguro do World Nomads numa viagem aos EUA, mais especificamente?

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