8 dicas para economizar em alimentação (e uma para esbanjar)

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Restos mortais de um spaghetti al sugo em Roma

Taí uma pergunta facílima de responder. A resposta, objetiva e à prova de erros, é: "Não sei". Dependendo do destino, a resposta pode ser ainda mais completa: "Não tenho a mínima idéia!".

O fato: há tantos fatores que influem nos gastos de alimentação, tantas variáveis a considerar, que é impossível quantificar com a exatidão esperada por quem pergunta.

O que você vai gastar vai depender de quando, onde e quanto você come (e bebe). Depende do seu itinerário do dia, do seu tempo disponível para as refeições, dos seus hábitos alimentares, dos seus gostos, da sua paciência de pesquisar e escolher, da sua disposição de procurar lugares específicos.

Num mesmo destino você pode gastar tanto US$ 20 quanto US$ 200. Digamos que com US$ 50 por dia por pessoa dá para fazer uma refeição econômica e uma refeição de verdade na maioria dos lugares. Com US$ 75 por dia por pessoa, já dá para pensar em duas refeições sentadas, com bebida alcoólica. Quem tem as manhas de procurar, porém, pode comer com vinho por menos do que isso (mas quem entende de vinho vai provavelmente gastar muito mais).

Tome as amostras de preços coletadas diligentemente por viajantes, jornalistas e guieiros como um parâmetro de comparação -- com os custos em outros destinos e os de onde você mora. Nenhuma dessas listas, no entanto, prepara você para o que você vai encontrar especificamente no seu caminho, nem prevê o quanto você vai querer consumir. (Você viajou meio mundo para chegar aqui e vai regular essa entradinha que parece sensacional?)

Mas não se preocupe: no final sempre dá certo! Não se tem notícia de gente que tenha morrido de fome durante viagens de férias. Ou que tenha precisado voltar antes por falta de verba para a gororoba.

Tenha em mente duas coisas básicas:

(a) Sempre é mais caro do que a gente estava pensando

Por mais que você tenha viajado na vida, dificilmente vai ser acostumar com a circunstância de ter que fazer (e pagar) todas as refeições fora de casa. Na vida real isso não acontece (e na eventualidade de isso acontecer, você acaba indo nos mesmos lugares e sabendo exatamente quanto vai pagar). Desta maneira, mesmo num lugar em que os restaurantes sejam mais baratos do que os do lugar em que você mora (e se você morar em São Paulo, os restaurantes de QUALQUER LUGAR serão mais baratos), a soma das vezes que você vai comer fora vai tornar qualquer lugar mais caro do que você está acostumado.

(b) A gente sempre se adapta

Acredite: no segundo dia (no máximo, no terceiro) a gente já sabe o que é pro nosso bico. A partir daí cada um traça a estratégia que o seu bolso permitir (ou seu apetite deixar). Há quem faça compensações (para cada extravagância, duas refeições econômicas). Há quem parta para o downgrade puro e simples (de restaurante gourmet para restaurante comum, de restaurante comum para sujinho ou pizzaria, de sujinho ou pizzaria para lanchonete, de lanchonete para comida de rua e supermercado). E há quem desencane e deixe para pensar nisso quanto a conta do cartão de crédito chegar.

Mais importante do que saber exatamente quanto você vai gastar com alimentação é ter na manga os truques para rentabilizar o seu orçamento.

8 dicas para economizar em alimentação

  • 1| Almoço é sempre mais em conta do que jantar. No almoço muitos restaurantes fazem menus especiais. E isso não vale só para restaurantes comuns; o almoço é a melhor ocasião para visitar restaurantes estrelados estourando menos o orçamento. Na Espanha o "menú del día" é especialmente atrativo; na Argentina é quando você ainda encontra as superpechinchas. Na França, além das "formules", são oferecidos agora os "plats du jour" -- refeições de um prato só, até há pouco inimagináveis em terras gaulesas.
  • 2 | Vinho da casa -- e água também. Na Europa todo restaurante tem o seu vinho da casa, servido em copo ou em jarro (em restaurantes melhores, até em garrafa). A qualidade do vinho costuma acompanhar a qualidade do restaurante, mas sempre é um bom negócio (equivalente a refrigerante). Por incrível que pareça, um dos itens que mais encarecem uma refeição no exterior é a água. Nos Estados Unidos e na França, porém, você pode pedir água da torneira (é limpa), sem que o garçom torça (muito) o nariz; peça "tap water" nos States e "une carafe d'eau" (inn carráf dô) na França. Infelizmente na Itália isso não é costumeiro; se você pedir água, o  mais provável é que já tragam um litrão.
  • 3 |Sobremesa? Precisa valer a pena. Não peça sobremesas comuns em restaurantes -- mate sua vontade de doces em confeitarias (sempre dá para deixar uma à sua espera no quarto). Deixe para pedir apenas sobremesas realmente elaboradas, que só um restaurante pode oferecer.

  • 4 | Restaurantes "étnicos" sempre são bom negócio. Descubra os bairros dos imigrantes, e aventure-se pelas suas cozinhas. É o melhor jeito de fazer refeições "de verdade" pagando preço de lanchonete.
  • 5 | Restaurantes perto de atrações turísticas são mais caros. Cafés perto de atrações turísticas são caríssimos. Pense nisso antes de sentar em frente à Opéra ou na Piazza Navona. Quem tem tempo para fazer refeições fora das áreas mais turísticas sempre come melhor e mais barato.
  • 6 |Saiba usar os cafés. Na Europa (e na Argentina também) os cafés não devem ser vistos como lugares onde você faz uma paradinha para um café ou um refrigerante. Tudo num café tem um sobrepreço considerável -- porque o que o estabelecimento serve não tem importância. O negócio do café é alugar espaço: você fica dono de uma mesa numa calçada de Paris por quanto tempo quiser, pelo preço de um café caro. E isso é muito barato. Agora: para sentar, tomar um café e sair correndo o preço é exorbitante. Se quiser só tomar um café, dirija-se sempre a lugares onde pode beber de pé (na França e na Itália basta entrar no café e ficar no balcão que os preços já caem). Para simplesmente matar a sede, sempre há lojas de conveniência e minimercados espalhados por todo lugar.
  • 7 | Descubra as comidinhas de rua típicas do lugar. Sempre são melhores do que os fast-foods e proporcionam ótimas recordações de viagem.
  • 8 | Entre pelo menos uma vez num supermercado. Nem que você não esteja economizando, uma visita à área de comida do supermercado é instrutiva e divertida. Experimente coisas novas, faça piqueniques, abasteça o frigobar do seu hotel.

E a dica para esbanjar:

  • Faça ao menos uma extravagância gastronômica. Mas uma extravagância consciente, pesquisada. Eleja um restaurante onde você vai gastar o dobro do seu orçamento. Deixe para a penúltima noite. Sempre vale a pena mrgreen

Leia mais:

166 comentários

Thiago Parente

Ótimo post. Eu sempre uso a técnica de alternar uma refeição mais cara com uma mais barata. E a dica do almoço é quentissima. Fui ao Asiate em NY e o brunch era USD56 por pessoa, a noite o Menu Degustação nao sai por menos de USD110.

Uma dica para um apendice a esse post. Como "gorjetear"?

Hugo
HugoPermalinkResponder

Uma ótima fonte de informações na escolha dos restaurantes são os guias Michelin. As opções Bib Gourmand normalmente oferecem um ótimo custo benefício.

Além disso, na maioria das vezes é possível acessar o menu do restaurante pela internet. Graças a isso já deixei de ir em lugares que definitivamente não eram para o meu bico, e também fui em outros que normalmente não entraria.

Franklin Amorim

Uma ótima dica pra quem vai pra NY ou outras cidades famosas dos Estados Unidos é o site MenuPages (http://www.menupages.com/). Este site fantástico lista os cardápios de uma quantidade absurda de restaurantes, incluindo os preços. Vale muito a pena para verificar se o estabelecimento está dentro do seu orçamento.

Franklin
@cyberelfo

Nico
NicoPermalinkResponder

Gostei desse site. Tem muita informação. Valeu!

Luciana
LucianaPermalinkResponder

Que dica maravilhosa!!

Andre L.
Andre L.PermalinkResponder

Outro site que eu recomendo bastante é o DiningCity.

Beto
BetoPermalinkResponder

Uma dica importante é jamais escolher um restaurante quando se está com muita fome. Ou vai pagar mais do que pode, ou comer pior do que gostaria. Além da pesquisa prévia, em que já se traça o roteiro do dia com o almoço e o jantar programados, é bom prestar a atenção durante os passeios, olhar os botecos, restaurantes, lanchonetes, padarias e similares. A sua intuição é boa companheira. Busco sempre lugares que possam ter comida autêntica, movimentados, frequentados por gente do lugar. Estico sempre o olho para os pratos nas mesas. Quando a comida do lugar não estimula, sempre tem um italiano pra salvar a nossa pele. Fast foods já foram solução pra mim, agora só em caso de vida ou morte.

Mari Campos
Mari CamposPermalinkResponder

Faço sempre isso, Beto. Além dos restaurantes que já levo anotados por sugestão de amigos, vou marcando no mapa todos os lugarzinhos bacanas que pipocaram na minha frente despretensiosamente durante meus passeios (também sempre estico os olhos nos pratos que estão servidos eekops: ). E costumam ser acertadíssimos!

Beto
BetoPermalinkResponder

Outra safadeza de mochileiro durango kid é procurar os restaurantes das universidades. Costumam servir comida nutritiva (eu não disse saborosa) por preço simbólico. Conheci refeitórios estudantis em Graz, na Áustria, Berlin (a melhor), Roma e Paris, isso quando eu era pequenininho e cabeludo. Sofri meses com a gororoba da Cité Universitaire, em Paris, e ali desenvolvi uma aversão insanável a vol-au-vent. Mas é uma saída ultra-econômica pra quem quer (e racionalmente não pode) viajar.

Leticia
LeticiaPermalinkResponder

Excelente matéria !!!
Gosto da estratégia de lanchar de dia e fazer um jantar mais completo, porém não havia pensado na diferença de preços entre almoço e jantar. Sobre fazer pelo menos uma extravagância em cada viagem , sou totalmente a favor, mas por experiência própria digo, pesquise bem antes de entrar. Ano passado comemoramos o aniversario de meu pai em Los Angeles, escolhemos o Flemings, ao lado do staples center. A conta ficou em 500 dolares e saímos de lá com fome! Tudo bem... O que conta nas viagens é a diversão!
Adorei as dicas

Claudia Beatriz - Aprendiz de Viajante

Eu morro sempre na sobremesa!!! Porque é o que eu gosto mais.. wink
Mas eu sempre tento descobrir o que tem em abundância no local, tipo crepes, croissants e baguetes em Paris, pizza e gelato na italia. Nos Estados Unidos, o que tem em abundância e é barato invariavelmente é sanduiche, mas tem muitos deliciosos! Tipo o Philly Cheesestake na Philadelphia e hamburguer de todos os tipos e jeitos em qualquer cidade!

Uma dica que eu sempre dou pra quem vem do Brasil é que mesmo com saudade, se você vai ficar por pouco tempo, jamais tentar achar comida brasileira em outro país. É muitas vezes decepcionate e é sempre caríssimo.
Eu sou fã do supermercado, principalmente para café da manhã e para fazer picnics... Fiz em Paris e até no Hawaii. Preparamos uma cestinha com guloseimas e levamos pra praia(lembre que nos Estados Unidos praias não tem a profusão de alimentação que a gente está acostumado no Brasil!)

Viajante Oficial

Não sou comilão e na maioria dos dias não costumo jantar, mas:

Não dispenso o café da manhã no hotel e no almoço sempre tem vinho ou a bebida do lugar.

Alem do almoço ser sempre mais em conta do que jantar, devemos tomar café da manhã como um rei, almoçar como um príncipe e jantar com um beduíno.

Sobremesa somente aquela irresistível.

As comidinhas de rua típicas do lugar é uma excelente oportunidade de conhecer melhor a cultura local.

Sempre abasteço o frigobar do hotel com bastante agua, um vinho, alguns docinhos, queijos e petiscos do supermercado próximo.

Alexia
AlexiaPermalinkResponder

"...devemos tomar café da manhã como um rei, almoçar como um príncipe e jantar com um beduíno."

Tb sigo essa "religião". rs.

Não gosto de jantar pq durmo mal com barriga cheia. A noite prefiro um lanche mais leve. Em ocasiões especiais abro exceção, mas procuro jantar mais cedo. É no almoço que faço a festa. Nem sabia que era mais barato. smile

Agora, pra mim café da manhã é sagrado e especialmente em viagem precisa ser bem farto e delicioso. Um bom café da manhã é item importatissimo ao se escolher um hotel. Ah, e gosto de ter tempo sobrando pra desgustar, nada de comer correndo pra fazer os lerês. Se for preciso acordo mais cedo pra tomar meu cadé da manhã bem tranquila e sem pressa.

Carmen
CarmenPermalinkResponder

Acertadíssimo!!! (boas dicas sobre todo pra as pessoas que nos gosta comer, comer...)

Vinícius
ViníciusPermalinkResponder

Eu adorei o post! Minha esposa e eu seguimos essas orientações. Almoço em restaurantes legais e à noite, supermercado. É impressionante como se compra vinhos e espumantes baratos na Europa!

Helio Salema
Helio SalemaPermalinkResponder

Muitos restaurantes tem o cardápio no site o que ajuda bastante na hora de planejar os gastos. E o Riq tem razão, para quem mora em São Paulo a referência de preço é outra.
A gorjeta depende da cultura local, em NY é regra (eu costumo dobrar o valor da taxa) e em Amsterdam não é comum.

Val
ValPermalinkResponder

Comer é parte fundamentalissima nas viagens pra nós...tipo investimento mesmo. pesquisar é a chave...amamos desde o hot dog do Greys papaya ao menu degustação do Alain Ducasse! wink

Fran
FranPermalinkResponder

A dica de almoçar num lugar bacana em vez do jantar é ótima, em Paris a economia é enorme. É uma cidade onde estudo cada refeição. Já que vou gastar mesmo, que seja maravilhosa grin O que não significa que seja caríssima...
No verão vale mais ainda, já que o "glamour noturno" não existe!
Riq, como é cara esta cidade de SP, hein? Um jantarzinho num japa bem mais ou menos perto de casa sai mais caro que um almoço na île de St Louis!! Ai meus sais! grin

Angelita
AngelitaPermalinkResponder

...e um bom Donner Kebab, sempre salvando vidas...kkkkkkkkk....
Abracos Riq.

Monica Loureiro Jorge

Fiquei meio pau da vida na Argentina,exatamente por não ter pesquisado antes.
Fomos a um restaurante em grupo e o garçom, muito mal-humorado não quis dar o Cardápío antes de "arrumar a mesa" toda...
Resultado: como estávamos muito cansados e descompensados da viagem, acabando nos deixando explorar e pagamos mais do que os pratos mereciam....
Mas a gente aprende...

Jackie
JackiePermalinkResponder

Adorei o post! Concordo com as dicas. Eu adoro entrar nos mercados locais pra ver o que as pessoas consomem, não só em comida mas em outras áreas tb rsrs Em Londres encontrei no mercado a linha de congelados de Linda McCartney Como sou Beatlemaniaca, rendeu uma foto =)

Acho bem engraçado mesmo como as pessoas falam dos preços de comida. Pra ir à europa eu e meu agora marido ficamos com medo de morrer de fome d tt que falavam que era caro. Mas eu peguei referências com quem nunca come na rua, que tem comid em casa, feita pela empregada ou paga pela empresa com tickets. Eu como sempre na rua, então qd chegamos lá foi ótimo pois achamos até barato rsrs

A nossa tática em cidades com pouco tempo como foi o caso de Londres era lanchar no almoço no trajeto entre uma atração e outra e comer bem no janatar, com calma. Já em Paris, que fizemos com calma, pesquisávamamos e almoçavamos a Formule du jour que é bem economica e janátavamos bem tb sempre pesquisando.

bjs,

Marcelle
MarcellePermalinkResponder

Nunca tinha parado para pensar que o almoço é mais barato, obrigada pela dica! Eu normalmente comia um fast food no almoço (até pq parar para almoçar é mais demorado, e eu estava sempre na correria de fazer os lerês) e jantava à noite. Mas na próxima viagem vou fazer o inverso, valeu a dica.
Água é realmente muito caro, uma injustiça. Me lembro que, quando adolescente, fui a Disney e como percebi que era sempre mais caro comprar uma água (na época, não sabia que a água da torneira era potável) do que um refri, só tomei refri por quase 20 dias. Ou seja, na volta, cheguei com estômago estragado de tanto refri!
Abraço,
Marcelle

Marcelle
MarcellePermalinkResponder

Ricardo, aproveitando a série do "quanto vou gastar", ouvi dizer que na Europa exigem que a gente chegue com 60 euros por pessoa por dia como "regra" para entrar no país, é verdade?
Obrigada e parabéns pelos posts,
Marcelle

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Alô, Marcelle! É isso mesmo! Veja as regras para imigração na Europa aqui: https://www.viajenaviagem.com/2010/11/ja-entrou-na-europa-por-madri-como-foi-a-imigracao/

Alê Godoy
Alê GodoyPermalinkResponder

Perfeito!

Lena
LenaPermalinkResponder

"você fica dono de uma mesa numa calçada de Paris por quanto tempo quiser, pelo preço de um café caro. E isso é muito barato. Agora: para sentar, tomar um café e sair correndo o preço é exorbitante"
Adorei isso!!Por incrível que pareça muita gente não entende!!

Fabio
FabioPermalinkResponder

Ola, em Roma tambem costuma se pedir agua de jarra... sem problemas (pelo menos no Trastevere onde fiquei e comi a maior parte do tempo).

Para mim, cada cidade/pais tem uma refeicao tipica que vale mais a pena (normalmente 5 Euros, para algo BEEEM servido):
- Roma: paninis/piadina
- Paris: crepe
- Porto: Francesinha
- Barcelona: Patatas Bravas/Entrepans de Jamon Serrano

E em todos, os Doner Kebabs (algo como um churrasquinho grego) enchem o bucho, e sao bons (para os vegetarianos, Falafel neles!)

abs

Alice
AlicePermalinkResponder

Roma, pizza al taglio também!

Alex Melo
Alex MeloPermalinkResponder

O primeiro parágrafo principalmente esta perfeito!

E este negócio de almoço também - como a noite sempre preferi um lanche, o dia é ótimo para almoçar algo melhor e mais barato, e deixar a noite para as comidinhas de rua (deu saudade daquelas baguete com linguiça de Viena).

Mas vai: de vez em quando, até dá para apelar para um fastfood - mas muito de vez em quando mesmo...

Agora, se falta algo quando pesquiso nas viagens é restaurante: por mais que tenha milhares de dicas aqui e no pessoal dos blogs, ainda sou mais parar quando der fome, ver as opções dos locais e ficar por ali mesmo. Já tive algumas supresas desagradáveis fazendo isto, mas normalmente dá muito certo smile

Mirella
MirellaPermalinkResponder

Perfeita as dicas... eu também geralmente limito meus gastos com restaurantes de acordo com a quantidade de dias das nossas férias.
smile

Mirella
MirellaPermalinkResponder

O que eu sempre tento buscar é um restaurante ou bar com vista bonita para ser o "marco" da viagem! Aodro vista bonita... e num por do so, então... nem ligo se é caro, turistico ou sei lá o que... me divirto e adoro!!!

Alice
AlicePermalinkResponder

Eu também sofro desse mal. Comi a pior lasagna do mundo só para jantar olhando o Pallazzo Comunale, em Siena, com uma baita lua cheia em cima smile

Cristina
CristinaPermalinkResponder

Post mega instrutivo. Eu só almocei viajando com minha mãe mas até em Paris, conseguíamos "formule" para a noite. Mas comer seu jantar com compra do mercado no quarto do hotel (saladinha, queijos, cuzcuz marroquino), desfrutando um vinho nacional, no dia seguinte de um jantar com muitos euros (mesmo em fórmule), além de necessário, tem um charme e é super romântico! Até se seu hotel for um Ibis em Paris razz

Elaine Rego
Elaine RegoPermalinkResponder

Também costumo comer bem no almoço,mas porque lerezando dá uma fome danada. Em Buenos Aires então, é o lugar que comemos melhor (por termos muitas dicas e termos ido algumas vezes...vibanas total!!!)

Mas mesmo lá, numa noite mais fria dá preguiça e nada como um bom vinho e queijinhos e docinhos comprados no mercado pra fazer uma noite romântica,relaxante e ecoômica no hotel com maridóviski.

Mas de qualquer forma tento sempre ter uma média de quanto vamos gastar, assim fica mais fácil escolher um restaurante (e melhora ainda mais quando eles colocam o menu na porta!!!)

Ana Carolina
Ana CarolinaPermalinkResponder

o bom de almoçar em Buenos Aires é que o 'almoço' promocional deles normalmente vai até beeem tarde... Nesta eu já 'almocei' às 17h, quando os lerês já tinham me dado uma fome monstra!

Andrea
AndreaPermalinkResponder

P/ Elaine Rego: Gostaria de dicas para almoçar em buenos aires, vou com o marido e será nossa primeira viajem juntos para lá (já fomos separados...em anos diferentes) e gostaria que fosse especial, mas sem pagar caro, claro! obrigada!

Marcio
MarcioPermalinkResponder

Andrea, recomendo como jantar especial de vocês o do Restaurante Alvear (precisa reservar). Expetacular. Inesquecível.
Abraços.
Marcio

CarlaZ
CarlaZPermalinkResponder

Essa de sempre sai mais caro é verdade! Por mais que faça uma refeição mais ou menos e uma boa sempre sai mais caro que o esperado!
Eu costumo fazer um lanchezinho no almoço, comidinha de rua e o jantar ser melhor.

PêEsse
PêEssePermalinkResponder

De fato, almoçar é mais barato que jantar. Mas, a meu ver (sempre respeitando as opiniões contrárias, claro), não é a mesma coisa. Na hora do almoço eu provavelmente estou conhecendo alguma coisa, fazendo algum passeio, indo para algum lugar. Não estou no clima (disponibilidade de tempo, adequação da roupa etc.) para sentar e comer direitinho, apreciando a comida, batendo papo etc. Se é para ser assim, relativamente corrido, que seja em algum lugar rapidinho e não caro, o que não se confunde com fast food. Com algum estudo prévio ou mesmo um treino no olhar sempre se descobre no caminho um lugar com uma saladinha bacana, um quiche saboroso ou um almocinho rápido gostoso que não vai tomar muito nem do seu tempo nem do seu bolso.

Para jantar, existem jantares e jantares. Para os primeiros, vale quase a mesma lógica do almoço. Uma massinha básica, um sushi descompromissado. Já para os segundos, mais elaborados, recomendo vivamente uma pesquisa prévia de preço, de cardápio, de dress code etc. A freqüência desses jantares melhores vai do gosto e do bolso de cada um, mas, na minha opinião, eles fazem toda a diferença nas recordações que se vai trazer do lugar. E eu prefiro deixar essas ocasiões para a noite. É como se fosse uma nova fase. Um banho, uma roupa limpa, um vinho...

Duas ressalvas: Primeira: quem, na sua própria cidade, já considera comer fora um gasto a ser evitado, que deve ser reservado apenas para ocasiões muito especiais, provavelmente não vai gostar de investir em jantares melhores. Conheço várias pessoas que preferem gastar em compras que em jantares, sob o argumento de que o jantar, no dia seguinte, “vai embora”. Esses devem se assumir e comer em lugares básicos e baratos, até porque não é o fato de estar viajando que vai mudar a essência da pessoa. Ela quase sempre vai converter e achar caro. Segunda: em alguns lugares, principalmente os mais refinados, as porções dos pratos são pequenas (“porção parisiense”, como alguns dizem em tom de brincadeira). Existe o risco real de algumas pessoas irem para esses restaurantes, pagarem caro e saírem com fome, porque o tamanho da porção nos pratos não foi suficiente. Como o conceito de “bem servido” ainda é muito forte em muitos brasileiros, é bom estar advertido.

Um guia que, em qualquer lugar (cidades da França, NYC, São Francisco etc.), nunca me decepcionou é o Michelin. Costumo dizer que, se está lá, pode ir. Dificilmente será menos do que memorável. Estou me referindo a qualquer restaurante que esteja no Michelin, não apenas aos estrelados. O Michelin tem 100% de aproveitamento comigo. É um bom começo para a pesquisa de restaurantes (por região, por preço, por tipo de comida etc.).

MateusW
MateusWPermalinkResponder

Um comentário ridículo, mas para quem nunca foi ao exterior e não sabia: buffet por quilo só existe no Brasil. Até buffet livre é raro. Eu sei que para alguns isso não faz diferença, mas acredite, se você (como eu) está acostumado com isso, chega a dar saudades... "ah que vontade de voltar para o Brasil e ficar naquela fila e pesar meu pratinho"
Em Amsterdam um amigo meu falou entusiasmadíssimo de um restaurante que servia churrasco "all-you-can-eat" por não lembro quantos euros, e eu olhei para ele... tipo... "e daí?, qual a novidade disso?" hahaha...
Em poucos lugares se come tão bem e barato como neste país.

Camila Torres
Camila TorresPermalinkResponder

Para minha surpresa, achei alguns restaurantes por quilo em NY (Times Square) e Washington (Union Station) ! E tinha saladinha, arroz, carnes... Só o feijão que realmente é impossível.

Também adoro ir a supermercados ! Acho divertidíssimo.

Sobre comer barato na Europa, não posso deixar de citar o Matraqueando... Dicas preciosas !

Telma Lopes
Telma LopesPermalinkResponder

Olá Camila,
Fiquei surpresa em lê seu post sobre comida por quilo em NYC, estou indo pra lá em Agosto e não pretento gastar muito com refeições, ficarei hospedada em uma casa de familia em Manhatan que servirá somente café da manhã, visto que como pouquíssimo qualquer 300gr me satisfaz, esse tipo de restaurante é perfeito pra mim. Quanto mais ou menos irei gastar por refeição nesse tipo de restaurante?
Muito obrigada pela indispensavel ajuda, se puder me dar mais informações sobre esse tipo de restaurante, por gentileza pode ajudar?
Abraços,
Telma

rogeria soares

Na Broadway.em frente à pizzaria Famiglia tem um lugar chamado ELZ DELI,tudo ali é ótimo.Tem sanduiche do que vc imaginar, omelete pela manhã,frutas a peso,pães,iogurte.Você escolhe e come muito bem mesmo.Sem contar o almoço a peso,parecia uma miragem.
Gostei demais.

Christian Gump

Restaurante por Kg é quase exclusividade brasileira mesmo! Eu vi um em Córdoba, na Argentina, mas não entrei pra ver como é.

Aliás, eu não sou desses que sentem falta da comida brasileira quando estão no exterior, mas de uma coisa eu sinto falta: de poder montar um prato com o que eu quiser, na quantidade que eu quiser.

Maria das Graças

Sempre comi muito bem nas minhas viagens. Aliás, comer bem é um item importantíssimo. Comer a comida local, nos restaurantes frequentados pelos habitantes. Nunca fui a um restaurante estrelado não significando que os rejeito, de forma alguma. Só me faltou oportunidade. E nunca me preocupei com o preço por saber que pagaria muiiiiiito mais barato do que pagamos no Brasil. Como quase não vou a restaurantes aqui no Rio, pela simples razão de que a comida é medíocre e o preço é exorbitante, (mais eu sei muito bem em patamar estão) então quando estou na França e na Italia não me preocupo com a conta. O meu foco é: o que quero comer? Escolho o restaurante e ai é uma festa. Normalmente não janto a festa é no almoço.

Clara
ClaraPermalinkResponder

Ah, Riq, post muito bem sacado. smile

Mas discordo em 2 pontos: no primeiro, se você consegue hospedagem com ótimos café-da manhã(meu caso), não sinto nenhuma necessidade e nem vontade de almoçar. Faço de café uma baita refeição com tudo que tem tenho direito(menos bacon e/ou batatas, que não dá para acordar encarando isso). Na minha última viagem a Portugal, achei que iria almoçar, até pedi dicas, mas não almocei nenhuma vez em 2 semanas! no máximo um lanchinho pequeno à tarde, e às vezes nem isso...

Sou das que quando viajam(isso óbviamente é super pessoal) não quer "botar o pé" num supermercado, mas nem por curiosidade de quanto custa um caviar ou o que quer que seja. Supermercado é castigo, e quando estou de férias é para valer.

Ana Carolina
Ana CarolinaPermalinkResponder

Sou uma pessoa muito estranha - adoro supermercado!
E acho absolutamente necessário para garantir um estoque de gulodices e bebidinhas à mão.

Christian Gump

Eu gosto de supermercado também, mas só no exterior, porque tem sempre umas coisas diferentes que, mesmo eu naõ querendo comprar, gosto de descobrir que existem! smile

Agora, fazer compras no lugar em que eu moro é um castigo mesmo!

Ludmila
LudmilaPermalinkResponder

Eu também uso a estratégia do "café da manhã de rei"... Como bem antes de sair do hotel e só vou sentir fome lá pelo meio da tarde. Dependendo do lugar (como em Buenos Aires, que alguém já mencionou acima), você ainda pega o preço do almoço e não precisa jantar depois... Estratégia adquirida nos tempos de faculdade e que eu nunca mudei.
Sempre reservo um jantar especial na viagem... è o meu presente/recordação da culinária local.
Agora, Clara, uma surpresa que tive foi em uma visita a um supermercado, em Montevidéu, para comprar removedor de esmalte e encontrei um monte de comidinhas e vinhos e uma série de coisas que eram mais gostosas do que aquelas vendidas nos pontos turísticos.

Thais Zundt
Thais ZundtPermalinkResponder

Sou super preocupada com alimentação o ano todo: vivo de dieta. Porém, nas férias e viagens abro mão completamente de meu controle, rsrsr. Minha tática para alimentação em viagens é overdose de fastfood que sempre é a opção mais barata. Prefiro economizar na comida para deixar mais $$ para as compras e passeios. Já estipulo por dia a cota de dinheiro que gastarei com alimentação. Europa: 15 euros por dia. EUA/Canadá 20 dólares por dia. Supermercados são ótima pedida para comprar super pacotes de bolacha que te sustentam e são super baratos, salgadinhos, chocolates, bebidas e pão para o sanduíche do jantar smile.Comidinhas locais também salvam bastante (passei 7 dias na Grécia comendo gyros, rsrsr).
Para mim, alimentação na viagem é o que menos importa...

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Thais! Cada um cada um -- e eu sou só uma Bóia, nem sei se poderia opinar -- mas acho um pecado passar a fast food para gastar em compras. Enfim...

Camila Torres
Camila TorresPermalinkResponder

Apesar de também merecer uma bronca da Bóia, não ligo muito pra comida nas viagens. É só forrar. smile
Morrer de comer no café da manhã, fast food, supermercado, e uma comidinha típica pra conhecer. Quando dava secura pra comer uma coisinha mais saudável, pegava uma maçã na feira ou uma salada do Mc Donalds (ótimas, inclusive! na Espanha tinha na promoção por um euro).

Carlos
CarlosPermalinkResponder

Para mim uma das melhores coisas da viagem é a comida, descobrir os sabores locais e comer bem, não tem preço. Tenho sempre na minha lembrança os locais em que comi bem.

daniele
danielePermalinkResponder

concordo com vc carlos...
sempre fica aquela lembrança daquele lugar especial que vc teve um prazer gastronômico com a pessoa que vc ama ou com seus amigos... p mim é que nem música...
nada como um jantar romântico em um lugar romântico....
mas gosto é gosto.. e viva as diferenças smile

André Luiz
André LuizPermalinkResponder

Estou indo no inicio de maio com um grupo de 4 a 6 pessoas para saint maarten. Vcs tem algum restaurantes para indicarem? uns caros e outros baratos pode ser?
Se tiver alguem que va tb nessa época podiamos nos encontrar lá.
Obrigado!

André Luiz

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, André! Veja dicas de onde comer em St. Maarten neste post:
https://www.viajenaviagem.com/2010/09/st-maartenst-martin-onde-comer/

Confira também a página-guia da ilha aqui no site:
https://www.viajenaviagem.com/americas/caribe-a-z/st-maarten-st-martin-ricardo-freire

João
JoãoPermalinkResponder

Não raro as gostosuras de rua superam em sabor alguns restaurantes/cafés. Vide as salsichas da Áustria, crepes e marrons tostados em Paris, taglio de pizza e os gelatos da Itália, as empanadas e as medialunas argentinas. Imperdíveis.

Telma Lopes
Telma LopesPermalinkResponder

Boa Noite a todos,

Quem tiver informações sobre restaurantes por quilo em NYC(Manhatan), agradeço muito.

Abraços

Gustavo - Viajar e Pensar

Sim, muitas Delis possuem comidas por kilo para Take away.
Não é restaurante, você compra uma embalagem e pega a comida e vai comer nas praças, nada especial. Existe em vários pontos da cidade. Geralmente local de funcionários Chineses e Indianos, uma bagunça, mas comível.

Clara
ClaraPermalinkResponder

Em Union Square tem um lugar bem interessante, só com comida orgânica variada, gostosa e ainda por cima, barata. Procure o Whole Foods Market, escrito em letras verdes bem grandes, não tem erro. Vale totalmente a pena.

Clara
ClaraPermalinkResponder

As delis que o Gustavo comentou são muito práticas e em conta.

Érica França

Riq, adorei o post. Muito instrutivo. Eu adoro viajar, portanto, com dinheiro ou sem dinheiro para a parte gastronômica, lá vou eu. Muitas vezes, no almoço, como algo rápido para não perder muito tempo do passeio. E, à noite, dou uma caprichada. Quanto a entrar em supermercados, é uma das experiências que mais gosto quando viajo. E, tendo alugado o apartamento uma vez, foi uma ótima forma de economizar. E fazer comidinhas gostosas com ingredientes "importados".

Felipe Victoria

Como amante de gastronomia, acumulei algumas experiências em viagens e pude elaborar uma cartilha que intuitivamente sigo. Prefiro sempre gastar mais com alimentação qué é um traço cultural e peculiar de cada lugar do que gastar tudo comprando perfumes e roupas.

1 - Se o Hotel/hospedagem tem café da manhã tento aproveitar o máximo possível. Se não, compro os itens no supermercado.
2 - Reservo uma noite por semana para conhecer um ótimo e criativo restaurante (Guia Michelin é imbatível na Europa e EUA e 4 rodas no Brasil). Neste dia não economizo, peço sempre o menu degustação com a harmonização de vinhos incluída. Aqui no Brasil não é comum mas na Europa é bastante. Neste dia almoço coisas de supermercado.
3 - Nos dias normais, para o almoço, garimpo restaurantes legais frequentados pelas pessoas locais e sempre vou de sugestões do lugar. Na Espanha o Menu del Dia (Entrada, principal, sobremesa e vinho). No jantar, como coisas de supermercados e lanches simples.
4 - Definitivamente, tento evitar e excluir das minhas viagens, refeições em fastfoods e em restaurantes turísticos (sempre paga-se mais por menos).

Em relação aos buffets e self services a quilo. Dou graças a Deus que isso é uma praga que somente é comum no Brasil. Raramente comida a quilo é boa. Preza-se quantidade e variedade ao invés da qualidade.

João
JoãoPermalinkResponder

Olá pessoal. Estou indo no final de dezembro para a Alemanha, e me disseram que a água de garrafa lá tem GOSTO, e é com GÁZ.
É isso mesmo?
Como beber água natural igual a do Brasil?
Quem puder me ajudar, muito obrigado!!!

Jainara
JainaraPermalinkResponder

Gente, AMO esse site! =)
Estou indo pra Curaçao em lua de mel. E o noivo e eu já concordamos que não podemos voltar sem fazer uma extravagência gastronômica daquelas beeeeeem românticas! Alguma sugestão? Já li uma dica de alguém no link sobre Curaçao falando sobre o Zanzibar, vocês conhecem?
Desde já,
Obrigada!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Jainara! Zanzibar é um bar-restaurante de praia, em Jan Thiel.

A extravagância gastronômica mais romântica de Curaçao atualmente é o Mundo Bizarro: http://www.mundobizarrocuracao.com/

Por favor continue esse assunto na página de Curaçao, para que outras pessoas possam se beneficiar das informações:
https://www.viajenaviagem.com/americas/caribe-a-z/curacao-ricardo-freire

Jainara
JainaraPermalinkResponder

Ok Bóia!
Obrigada! =)

wellington
wellingtonPermalinkResponder

Eu quero agradecer a você pelas dicas. É muito bom ter uma base antes de partir para um lugar diferente. No dia 10 de fevereiro eu e meu amigo, estaremos em Montevidéo. Nós ficaremos sete dias. Sendo assim, quero aproveitar muito esse lugar e se possível conhecer a Colônia del Sacramento e Punta del Este.. Agradeço as dicas e sugestões. Sou muito organizado com tudo que faço, mesmo assim as coisas nunca saem como nós esperamos, mas tudo vale à pena. Acho interessante conhecer um mercado em outro país. Quando fiquei em Buenos Aires, estive no Carrefour e achei muitas coisas diferentes para comprar e comer. Parabéns pelo seu post!!!!!!!!!!

Amanda
AmandaPermalinkResponder

Bom dia! Adorei o post, é exatamente o que faço quando realizo minhas viagens. A própósito, vou pra Buenos Aires e por contenção de despesas, ficarei num apart na palermo hollywood, perto da J.A. Cabrera. Nesta localidade existem mercados?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Amanda! Se existe um apart no pedaço, então fique fria que um chinês já abriu um mercadinho perto.

Amanda
AmandaPermalinkResponder

kkkkkkkk... Valeu Bóia, isso me tranquiliza muito.

Raphaella
RaphaellaPermalinkResponder

Ricardo e pessoal,

Estou indo para Portugal e Espanha em outubro para comemorar 1 ano de casada (vi váaaaarias dicas aqui para minha lua de mel, em que fomos para Buenos Aires).
Vamos agora passar 15 dias entre Madrid (4 noites), Andalucia e Costa Mediterrânea (Córdoba, Sevilla, Ronda, Valencia...) , Barcelona (3 noites) e depois Lisboa (os últimos 4 dias ficaremos lá).
Gostaria de dicas sobre Madrid, Barcelona e Lisboa, mas principalmente sobre refeições, dicas de restaurantes e qual o gasto médio por pessoa na Espanha e Portugal.
Sei que depende dos gostos, hábitos, fome, etc... mas queria ter um pouco de noção.
Agradeço a ajuda de vocês e conto com o maior número de informações possíveis.. smile
Beijos,
Raphaella

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Raphaella! Sobre preço médio de refeição, é o que está no post, não temos o que acrescentar.

Leia sobre as cidades que você vai visitar:
https://www.viajenaviagem.com/europa/madri-ricardo-freire
https://www.viajenaviagem.com/europa/barcelona-ricardo-freire
https://www.viajenaviagem.com/europa/lisboa-ricardo-freire
https://www.viajenaviagem.com/category/andaluzia

cyro
cyroPermalinkResponder

oi raphaella,
na franca espanha e inglaterra, o site lafourchette.com (el tenedor, the fork, depende do país) oferece descontos em restaurantes. dá, inclusive para visitar restaurantes estrelados ou indicados pelo guia michelin, por preços módicos. para encontra-los basta ir no canto direito da tela e ver criterios de busca "guias".

Eliane
ElianePermalinkResponder

Oi, Rafaella.

Fiz esse roteiro em 2007 (exceto Lisboa). Memorável, para mim e meu marido, foi o "cochinillo" do Restaurante Botín, em Madri, ao lado da Plaza Mayor. Dizem que é o restaurante mais antigo do mundo (?). Fizemos reserva pessoalmente no dia anterior.

Em Ronda, nos presenteamos com um menu degustação no Parador de Ronda.

Tânia
TâniaPermalinkResponder

Rafhaella,
De todos os lugares, Lisboa e o mais barato. La você come um bom prato de bacalhau no Chiado ou no Rossio por 10 Euros. Nas praças de alimentação dos shoppings vc pode comer ate por menos.
O mais caro achei Barcelona. Ainda mais se for comer nas Las Ramblas. Comida pouca, qualidade fraca e preço alto.
Em Madri, apostamos nos All You Can Eat, em que pagamos 10 euros por pessoa com direito a uma bebida. No eixo da plazza del sol/Gran via.

Paulo
PauloPermalinkResponder

Em junho, minha esposa e eu faremos um roteiro parecido com a Raphaella (Portugal e Espanha). Pensamos em incluir o litoral do Algarve (Faro e arredores),ficando 4 dias "inteiros". Alguma dica?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Paulo! Albufeira é a base mais simpática na região do Algarve.

Giba
GibaPermalinkResponder

Beleza gente!
Ano que vem (grupo de motociclistas) pretendemos fazer um tour pelo sul da Espanha! Estava pesquisando custos e encontrei este site!
Muito bom!
Mas o que o Rik escreveu é vero!
Cada um tem o seu ritual e tipo de comida que gosta!
Imagina em um grupo de 10 pessoas que confusão!
Acho que a idéia mais econômica é um bom café, almoçar o prato do dia e lanche á noite! Eventualmente fazer um jantar mais caro!

Carmem
CarmemPermalinkResponder

Reli, relembrei e adorei as dicas.

sarah monaco
sarah monacoPermalinkResponder

vou viajar em outubro e me indicaram o restaurante El Botim
( MADRI) conhece?
Mas adorei seu blog. Sua forma de escrever muito simples e simpática.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Sarah! É um restaurante famoso por ser antigo. É um lugar turístico. O Ricardo Freire acha mais interessante percorrer os bares de tapas da Cava Baja, ali perto.

Cris
CrisPermalinkResponder

Já que este post veio à tona novamente, gostaria de uma sugestão do pessoal ou da Bóia:

Meu penúltimo dia de viagem de 30 dias pela Europa será num SÁBADO em Paris. Estou pensando em fazer como o Ricardo Freire sugere e reservar para essa noite uma extravagância gastronômica para o jantar. Eu tenho preferência estrita pela região de Saint Germain des Prés. Já li bastante relatos sobre o restaurante Alcazar. Será que este ainda vale a pena, tem um clima e pratos legais? Reserva de quantos dias de antecedência (será no início de março de 2013). E qual o "dress code"?

Ou ainda, alguém teria outra sugestão de restaurante/bristrô na mesma região para essa janta para comemorar o final da viagem?

Merci,

Cris

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Cris! O Alcazar não chega a configurar uma extravagância gastronômica, é uma brasserie, com boa comida mas nada demais.

No gênero você vai encontrar lugares mais charmosos e tradicionais, como o Le Grand Colbert ou o Le Train Bleu.

https://www.viajenaviagem.com/2010/02/classicos-de-paris-palais-royal-galerie-vivienne-le-grand-colbert/

https://www.viajenaviagem.com/2011/10/paris-um-almoco-belle-epoque-no-le-train-bleu/

Para uma cozinha francesa mais atual, recomendamos La Regalade ou Les Cocottes:

http://www.conexaoparis.com.br/2010/07/05/restaurante-la-regalade/

https://www.viajenaviagem.com/2009/07/paris-onde-jantar-sem-ir-a-falencia/

O Les Cocottes não aceita reservas, mas os putros podem ser reservados com 48 horas de antecedência. Vá arrumada, mas não ê preciso nenhuma produção especial.

Cris
CrisPermalinkResponder

Olá, Bóia,

Obrigada pelas ótimas dicas! Vou pensar com carinho nessas recomendações!

Obrigada!

Abs,

Cris

Anny
AnnyPermalinkResponder

Vou para o Chile com 9 amigas no período de 13/11 a 20/11, somos qse mochileiras, rs
E gostaríamos de saber em média quanto se gastaria por refeicao, a diaria?
Qdo fomos a Buenos Aires, os pratos eram generosos e dava para dividir, no Chile dava para fazer a mesma coisa?

O site/blog, é simplesmente sensacional.

Bjkx e obrigada pelas dicas.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Anny! Não conte com dividir pratos.

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