Já viajou com bebê? Conte a sua experiência!

Mariana Amaral
por Mariana Amaral

Iberostar Praia do Forte

Confesso muitas vezes já ter pensado "Que coragem!" ao ver mães e pais entrando em aviões com bebês a tiracolo. Um post no Viajando com Pimpolhos, no entanto, me convenceu de que viajar com bebês não é tão complicado quanto parece. A Sut-Mie explica que eles demandam mais bagagem que crianças maiores e uma rotina bem definida. Por outro lado, não são pesados e podem ser carregados pra lá e pra cá, dormem bastante, e a alimentação não é trabalhosa, principalmente se ainda estiverem sendo amamentados.


Muitos outros pais pensam como a Sut-Mie e encontramos relatos de viagens a vários tipos de destino. Entre os leitores, os resorts de praia são favoritos para uma primeira aventurinha com os filhos. Copa do bebê, quartos espaçosos, acesso descomplicado e atrações para toda a família são bem-vindos pelos pais estreantes, principalmente por aqueles sem muita experiência de viagem. Em blogs, achamos depoimentos de famílias que levaram nenéns para Foz do Iguaçu, Caribe, Roma e até Tóquio. São histórias inspiradoras, que listamos logo abaixo.

Não sou mãe, mas peço licença para pitaquear: repetir um destino pode ser uma ótima idéia. Os pais ficam mais seguros por conhecerem bem onde vão, e ainda têm uma nova experiência de um lugar querido.

Queremos saber: para onde você já viajou com bebê? Que adaptações precisou fazer no seu estilo de viajar? Contou com a ajuda dos avós, ou de babá?

Aos comentários!

VIAGENS COM BEBÊS

--> Brasil

Santa Catarina, no Coisas de Mãe

Foz do Iguaçu, parte 1 parte 2, no Coisas de Mãe

São Miguel dos Milagres, no Coisas de Mãe

Itaipava, no Viajando com Pimpolhos

Porto de Galinhas, no Viajando com Pimpolhos

Praia do Forte, no Viajando com Pimpolhos

--> Europa

Lisboa, no Viajando com Pimpolhos

Óbidos e Alcobaça, no Viajando com Pimpolhos

Roma, no Gira Mundo

Europa com bebê, no Aprendiz de Viajante

--> Estados Unidos

Miami e Orlando, no Amigos de Fraldas

--> Caribe

Playa del Carmen, no Colagem

--> Ásia

Tóquio, no Colagem

Tóquio, no Aprendiz de Viajante

--> Dicas práticas

Como escolher o hotel, no Gira Mundo

Viagens econômicas, no Viajando com Pimpolhos

O que levar na mala do bebê, no Matraqueando

Cias. aéreas e crianças, no Viajando com Pimpolhos

O aeroporto, no Gira Mundo

O bercinho do avião, no Gira Mundo

Como viajar com bebês, no Gira Mundo

--> Pensata

Quero viajar com meu bebê, será que devo?, no Matraqueando

Siga o Viaje na Viagem no Twitter - @viajenaviagem

Siga o Ricardo Freire no Twitter - @riqfreire

Visite o VnV no Facebook - Viaje na Viagem

Assine o Viaje na Viagem por email - VnV por email


97 comentários

Teresa
TeresaPermalinkResponder

Minha primeira viagem com bebê me ensinou a lição mais importante: não esqueça um bom carrinho, pois o bebê estando confortável, vc vai a qualquer lugar!!
Nas cidades europeias, carrinhos entram em metros, museus, restaurantes etc, vc não perderá nada!!! (balada não heim, coitado do bebê)

Eliana
ElianaPermalinkResponder

O CLUBE DOS CARRINHOS faz da
sua viajem à CIDADE
MARAVILHOSA DO RIO DE
JANEIRO uma temporada
agradável livre de stress e cargas
extras em sua longa ou curta
estadia, ajudando as famílias que
viajam com crianças e bebês ainda
pequenos, tornando a viajem ainda
muito mais fácil, sem a
necessidade de embalar e
despachar deixando de arcar com
altos custos de bagagem nas
companhias aéreas.

E no carro deixando de levar
excesso de peso ocupando espaço
com Carrinhos, Cadeiras de Carro,
Cadeiras Refeição, Banheirinhas,
Bercinhos, Etc.
Ligue: (21) 2542-1269

Renato
RenatoPermalinkResponder

Pergunte pro Ricardo se ele ainda é a favor da criação da Air Herodes...
brincadeirinha!!rsrsrsrs

Patricia Papp
Patricia PappPermalinkResponder

Olha só! Que bacana este post! Bom, já fui citada ali em cima, mas agora dando meu depoimento sobre o assunto: quando fiz minha primeira viagem com meu filho, ele tinha 3 meses! Antes de ir, perguntei ao médico se ele tinha alguma recomendação e ele disse: em todos os lugares existem bebês e eles tem as mesmas necessidades que seu filho.

Enfim, alguns anos depois já viajei com eles pelo Brasil (sul, nordeste e até Amazonia), e pelo mundo. Quando fui para Disney minha filha tinha 6 meses, e meu filho 5 anos, quando fui para Fernando de Noronha, meu filho tinha 1 ano e meio. Quando fui para a Tailandia, minha filha tinha UM ANO.

As pessoas ficaram muito assustadas, mas posso afirmar que foi a melhor viagem da minha vida! Planejamos o ritmo, nos adaptamos a comida, fizemos programas muito legais com elefantes e tigres. Meu marido sempre diz que eles podem não lembrar, mas nós vamos lembrar e temos lembranças incríveis!!!

Depois de voltar desta viagem escrevi o livro Crianças a Bordo, Como Viajar com Seus Filhos Sem enlouquecer!

Raquel
RaquelPermalinkResponder

Temos uma filha de 1 ano e 10 meses que vive na ponte aérea desde 2 meses (moramos em Brasília, os avós paternos em SP e a avó materna no ES). Visitamos a família praticamente 1 vez por mês e isso já faz parte da nossa rotina... Para completar, também adoramos viajar (de carro ou avião) e conhecer novos lugares, sempre pensando em como tornar o passeio agradável para a nossa filha.

Quando a Laurinha tinha 6 meses fomos para Miami/Orlando e quando ela tinha 1 ano e 5 meses fomos para NY e Washington. Todas as viagens com ela foram maravilhosas, com experiências que só nos fizeram crescer!! Como a Patricia Papp disse, nossa filha pode até não lembrar, mas nós teremos sempre a lembrança e o prazer de ter vivido com ela esses momentos...

Dia 16/02 vamos para Orlando e ficaremos 10 dias, dessa vez com uma novidade: levaremos, além da Laura, mais 3 sobrinhos (7, 10 e 12 anos). Várias pessoas já nos chamaram de loucos, mas temos a certeza de que será um momento único e que saberemos aproveitá-lo da melhor forma, pois a sensação de ver a felicidade nos olhos de nossa filha e sobrinhos será algo indescritível!!!

Na volta compartilho nossa experiência!

Juliana
JulianaPermalinkResponder

Patricia, estou indo c meu bebe de 8 meses para Miami e Orlando. Preciso de dicas, o q levar, o q comprar... Quantidades... Brinquedos... Sou mãe de primeira viagem e sei q td perde mto rápido. E algumas coisas são inúteis.... Será q podem me ajudar? Meu email e jhenriques@hotmail.com

Flávia Peixoto

Viajo com as meninas desde bebês. Confesso que a maior aventura foi encarar 3 países da Europa com as 2.Me chamaram de louca.. Vários vôos, abre e fecha mala. Tirando Paris, que eu precisava esperar a boa vontade de algum parisiense que estava passando pra ajudar com os carrinhos nas escadas e a falta de trocadores na cidade, posso dizer que tiramos de letra, eu e elas. Depois disso encarei qualquer viagem e hoje em dia viajamos sozinhas as 3.

Lili-CE
Lili-CEPermalinkResponder

A pergunta que não quer calar: cadê o Jorge Giramundo?! A Clarinha deve estar enorme!

Rodrigo Barneche

Aquele post dele do Bebê Plaza Hotel é inspirador, né.... wink

Lili-CE
Lili-CEPermalinkResponder

Olha só, o melhor do Bebê Plaza Hotel é que nele o neném pode dormir até na mala, né, Rodrigo? wink

Sut-Mie / Viajando com Pimpolhos

Que frustração de não poder curtir os comentários! Sim, tb gostaria de saber do paradeiro da Clarinha e adoro o post do Rodrigo, do bebê na mala! wink

Rodrigo Barneche

hahaha... mas essa da mala foi só aquela vez, agora o pai já aprendeu grin

Luciano
LucianoPermalinkResponder

Já fui para Praia do Forte, Argentina, Tahiti, Ilha da Madeira, Lisboa e Porto. Eu e minha esposa,em todos esses lugares, não tivemos qualquer dificuldade. Meu filho tem apenas 1 ano e 9 meses. Nos hotéis havia sempre um chiqueirinho. Pena não poder mostrar isso através das fotos. Ainda vou fazer um blog.

Karla Alves Leal

A primeira viagem que fiz com meu filho ele ainda ia completar 3 meses. Quando ele nasceu meu marido estava na Antártica, e na volta de sua viagem de quase 6 meses, durante uma parada em Montevidéu, lá fomos nós promover o "grande encontro".
Ele reagiu super bem ao frio da época. Levamos a capa do carrinho para proteger do vento, roupas quentinhas e alguns remedinhos para o caso de alguma emergência. A nossa principal preocupação foi com o berço do hotel, o resto foi só questão de adaptação, uma rotina mais devagar, sem aquela sede de conhecer o mundo em um dia (quem nunca passou por isso, não é mesmo?)
Depois disso, aos 5 meses, fomos morar em Natal/ RN e de lá fomos para várias cidades do Nordeste e depois para o Sul.
Conforme as crianças vão crescendo, as preocupações vão mudando. Hoje ele tem 2 anos e a gente prefere hotéis que tenham pelo menos um parquinho para diverti-lo, por mais simples que seja. Já não levamos mais banheira inflável nem aqueles potinhos de papinha pronta.
E no final da viagem, dá sempre certo. Eu costumo dizer que o medo é todo nosso, porque as crianças sempre nos surpreendem e depois a gente acaba relaxando e curtindo.
E o agradecimento nos olhos dos nossos filhos não tem preço!

Juliana Milagres

Eu viajei com meu filho em dezembro passado, quando ele estava com 7 meses e meio. Fomos eu, meu marido e ele (sem avós, sem babá), pra Nova Iorque, no frio. Até a pediatra disse que eu era corajosa.
Mas viajar sempre foi nossa maior paixão. Até pensamos que deixaríamos o hábito um pouco d elado depois do nascimento do bebê, mas não conseguimos.
A viagem foi ótima. Deu tudo certo, apesar dos meus medos: voo longo, frio intenso e alimentação diferente.
Arthur (meu bebê) se comportou muito bem nos dois voos, se adaptou rápido ao fuso (- 3h) e comeu todas as papinhas que ofereci durante a viagem.
Claro que sabíamos que não seria a mesma coisa que foi das outras vezes que estivemos em NY, as limitações são muitas. Mas valeu muito a pena.
Ter um carrinho guarda-chuva com assento reclinável foi essencial.
Conseguíamos passar o dia praticamente inteiro fora do hotel. Saía por volta das 9 da manhã e voltava perto das 18h. Nesse momento eu dava de mamar, dava banho nele e saíamos novamente, pra jantar.
Como ele ainda mama no peito, nem precisei procurar um hotel com cozinha ou coisa do tipo. So pedi pra colocar um berço no nosso quarto.
Comida ele comeu as papinhas de potinho mesmo e algumas frutas que comprava e conseguia amassar pra dar pra ele. E comia super bem, sempre.
Foi maravilhoso. Tirou o "medo" de viajar com bebê. Já estamos planejando as próximas férias. Com ele no pacote, claro !!!!

Lili-CE
Lili-CEPermalinkResponder

Sou uma mãe expriente e uma viajante experiente, mas não sou uma mamãe viajante experiente! Sou a favor de uma hora de voo para cada ano de vida: 1 ano, 1 hora de voo, 2 anos, 2 horas de voo e assim por diante. É o tempo que eles aguentam antes de começarem a se irritar. Brincadeira à parte, moramos em Fortaleza e temos a Sara, que hoje tem 6 anos e já foi ao Recife duas vezes, Porto de Galinhas, Costa do Sauípe e Manaus (essa última, com 4 anos, com vacina contra febre amarela em dia, para um hotel de selva sobre palafitas, totalmente não-recomendável para crianças com menos de 7, 8 anos mais danadinhas - ela é calma e não me deu trabalho). O Felipe tem 3 anos e meio e só foi ao Recife. Num determinado momento, fiz ele cortar o cabelo no salão do aeroporto para ver se o menino ficava parado UM MINUTO. Ou seja: cada criança é uma experiência completamente diferente da outra. Vamos próximo mês para Orlando, será a mais longa e a primeira viagem internacional dos dois. O fato de não ter mais uma bagagem enorme para levar e os dois poderem comer de tudo em qualquer lugar me animou bastante. Depois dessa experiência, quero levá-los à Argentina/Chile, Portugal e, engraçado, o Filgueiras achou que Londres seria uma boa, pelos parques, museu de cera, de história natural, reis e rainhas e outros elementos do universo infantil que nós, adultos, nem percebemos. Super recomendo a maletinha de novidades, a ser aberta dentro do avião: livros, brinquedos, lápis de cera, de cor, massinha, doces, tudo ajuda a experiência.

Helena
HelenaPermalinkResponder

Noossa, se eu fosse obedecer a essa regra, meu filho só conheceria a família aos 9 anos! Moro em Boa Vista, Roraima. Sou baiana, meu marido, gaúcho. Avião é moleza pro mais velho, o Heitor. No primeiro voo foram 20 cartões de embarque, todos com conexão! E olha, salvo uma única vez, ele SEMPRE tirou de letra!
Hj ele já cumprimenta aeromoças nos aeroportos chamando de "avião", coloca seu cinto sozinho, entende a hora de decolar e pousar...
Acho que os limites da criança devem ser sempre respeitados, mas o ser humano é MUITO adaptável.
Heitor hj tem 3 anos e vamos semana que vem visitar de novo o avião. O Benício, de 3 meses, vai junto!
Tem alguns posts no nosso blog sobre viagens de avião:
www.mamaeinventa.blogspot.com
Bjs!

Helena
HelenaPermalinkResponder

No primeiro ANO! Kkkk

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Helena! Nossa, eu até me assustei! grin

Daniel Andrade

Tenho uma filha de 2 anos, a Nina. Quando ela tinha 5 meses fomos a Cabo Frio e pegamos um bom friozinho de uns 9, 10 graus em Petrópolis. Com 7 meses fomos passar um feriadinho em São Paulo, andando de metrô mesmo. Com 8 meses fomos pra Aruba. E quando ela tinha 1 ano e meio fomos para a Disney.
TODAS as experiências foram muito tranquilas. O carrinho é a peça fundamental de qualquer viagem com bebê, sem ele tudo é mais difícil. Com o carrinho, além de ser mais fácil de carregar o bebê, de colocar pra dormir, você ainda ganha um mega porta-trecos pra te ajudar.
Um hotel que tenha cozinha equipada também ajuda, mas dá pra se virar sem. E a cozinha dos hotéis geralmente tem boa vontade para com os rechonchudinhos da mamãe.
Na verdade, eu acho bem mais fácil viajar com um bebê de colo (até 1 ano) do que com uma criança pequena. O bebê influencia menos no ritmo da viagem, qualquer coisa pra ele tá bom, não tem vontade e nem opinião. Seu stress é facilmente resolvido com um brinquedo colorido ou o peito da mãe. Quando vão criando vontade é que a coisa vai complicando, mas aí tb é só adaptar os roteiros.
Agora tenho a segunda filha, que está com 4 meses. Com uma de 2 anos e uma de quatro meses, desistimos, por exemplo, de fazer uma viagem imediata à Grécia por causa do excesso de bate-perna (não pela menor, mas em função do desgaste da maior); e mudamos o roteiro para Santa Catarina. Mas em breve desembarcamos na Grécia.
Mas de forma geral, gostamos de dizer que a mudança que o bebê faz na sua viagem é a mesma que ele faz na sua vida... Muda? Muda! Mas rapidinho você se adapta e curte ainda mais.

Laura Maya
Laura MayaPermalinkResponder

Oi! Gostaria de saber como foi a viagem pra Aruba com o bebê de 8 meses?!
Estou planejando Aruba ou Punta Cana com um bebê de 6 meses e gostaria de saber sua opinião!
Alguma dica especial sendo um destino de praia? Você conseguia passar boa parte do dia na praia sem ser demais pra ele?
Enfim, adoraria saber um pouco mais!
Obrigada!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Laura! As praias de ambos os destinos são calminhas, e haverá atendimento hospitalar se necessário. Quanto a cuidados em praia com bebês, é um assunto que escapa ao nosso campo de conhecimento. Converse com seu médico.

Douglas
DouglasPermalinkResponder

Eu e minha esposa viajamos com nossa filha para Buenos Aires quando ela tinha 7 meses.

Foi bem tranquilo, recomendo um carrinho facil de levar (tipo guarda-chuva), pois é a melhor coisa para quando eles cansam!!

Pegamos diversos taxis (eles colocavam o carrinho no banco da frente), metro e onibus com ela, tudo tranquilo. No metro inclusive um funcionario me ajudou a achar o elevador para sair da estação com o carrinho, bem de boa!!

Ficamos num hotel (indicação do destemperadinhos) Awwa, muito bom pq tem mini cozinha, minha esposa fez sopa para minha filha e sempre saiamos com um potinho com sopa e esquentava no mesmo lugar q iriamos comer. Em frente ao hotel tem uma vendinha, compramos frutas, sucos, etc.. e levamos tbm para horas de emergencia.

Aviao foi mais tranquilo que eu pensei (ja peguei voo de SP Londres com um bebe chorando mais da metade do voo), ela dormiu de boa, acordou, "brincou" com os vizinhos de poltrona, bem tranquilo!!

--

Agora em Agosto vamos fazer Londres, Paris e Bruxelas, estou meio preocupado dessa vez pois sera muitas horas de voo, trens, etc... Mas acho q vai ser tranquilo tbm, apesar de agora ela andar (esta com 1 e 5 meses, vamos passar o aniversario dela em Londres) e nao parar um minuto nos lugares, mas nada que alguma coisa para distrai-la nao resolva.

Regis
RegisPermalinkResponder

Eu e minha mulher gostamos de viajar, e tratamos de acostumar nossa nenê desde cedo. Com um ano ela já foi de Poa a BH, logo depois para Curitiba e no carnaval iremos a Montevideu. A princípio só viagens curtas para entender como melhor se adaptar ao processo. Uma das grandes vantagens de viajar com criança é que você fura todas as filas e ninguém faz cara feia, pelo contrário smile

Minhas dicas são:
- Prefira hotéis com uma pequena cozinha, ajuda bastante;
- Se possível, alugue carro no destino, para facilitar no transporte das tralhas e acessórios. E é mais seguro, porque táxis não tem cadeirinha de criança;
- Compre um tablet ou GPS com suporte para vídeos. É fantástico como os vídeos infantis (Galinha Pintadinha!!) prendem a atenção das crianças. Eu preferi um GPS com tela grande (7") porque já vem com ventosa e conector de energia apropriado para carro.
- Abra a mão e prefira vôos diretos. Aeroportos ainda não tem uma estrutura boa para conexões demoradas com crianças, especialmente no Brasil.

Em setembro pretendemos ir a Portugal. Será um roteiro bem mais lento, apropriado ao ritmo da minha filha, porque se você estressar demais a criança ela corre o risco de adoecer, e nada pior do que um problema médico no exterior.

ANDREIA
ANDREIAPermalinkResponder

Sempre viajo com minhas filhas e recomendo. Viajei com minha filha caçula aos 7 meses para San Francisco e nao tive nenhum trabalho. A unica adaptação que eu fiz foi levar uma mala cheia de papinhas e NAN. Claro que nao precisava, lá tem papinhas ótimas mas fiquei com medo dela nao se adaptar com o sabor. Levei um "Ganguru" e o carrinho e passeamos bastante. Também poderia ter comprado um carrinho lá que é muuuuito barato, mas cheguei num domingo e foi muito bom ter levado o dela para nao ficar preocupada em sair para comprar um.

Mariana Ribeiro

Tenho dois filhos que agora tem 5 e 3 anos, cada um vez sua primeira viagem aos dois meses e depois quando completaram 4 meses cada um encarei leva-los ao Brasil para conhecer meus pais, sempre os levei sozinha e sempre pedia para as comissarias de bordo segurar meus filhos para eu usar o banheiro do aviao, rs, rs, rs. Quando eles tinham 3 e 1,5 anos os levamos para a Grecia e Turquia, e sempre tivemos tempo para nos divertimos. E' obvio que eles nao tem recordacoes das viagens porem eu as tenho e vou contar todas as historias a eles quando estiverem grandes! E' super-facil viajar com criancas, so' precisa de um bom planejamento e varios planos B, C e D.

Mariana Ribeiro

Esqueci de mais um comentario, agora meu filho de 5 anos sempre pede para ir "on vacation" e que viajar de ferias e' o passatempo favorito dele.

Hugo
HugoPermalinkResponder

Eu e minha esposa levamos nosso filho, então com 4 meses, para passar uns dias no Tivoli, na Praia do Forte. Lá contratamos uma babá que ficava com ele de manhã, enquanto estávamos na praia, e a noite, quando ele já estava dormindo, na hora do nosso jantar.

Foi tudo tranquilo, e pudemos aproveitar muito sem desgastar o nosso filho ou sair muito da sua rotina.

Dentro do nosso planejamento, pretendemos fazer algumas viagens com o nosso filho, para que ele aproveite, e outras viagens em casal, para que possamos curtir um ao outro.

Carla Torres
Carla TorresPermalinkResponder

Tenho uma menininha de 1 ano e 3 meses. Já viajamos para perto (somos do RJ, fomos para Buzios, Itatiaia, Piraí), para longe (Foz do Iguaçu, Maringá), e para muito longe (Amsterdam, Bruxelas, Paris). No meu blog deixo dicas de viagem e outras coisinhas: http://filhinhosdamamae.blogspot.com.br/2012/10/europa-com-bebe-de-5-6meses.html

Tati Amigos de Fraldas

Ricardo, você nem imagina a grande alegria de ver o nome do meu querido Amigos de Fraldas ali acima e, mais ainda, falando de viagem com o pequenino filho viajante! Viajar com filhos é tudo de bom, viajar é tudo de bom. Acho que cada um deve encontrar a melhor forma de tornar isso possível, mas sou super a favor de não deixar de viajar, quando se ama viajar! Os filhos devem ser mais uma alegre companhia para fazermos aquilo que gostamos, respeitando as limitações deles.
E se der para ser com o bercinho e o assento prioritário no avião, melhor ainda!
Um grande há-braço. Tati.

Sut-Mie / Viajando com Pimpolhos

Que bacana ser linkada no post! (merci)
Bem, o próprio blog começou por viajar justamente com a pequena, que com um ano já tinha ido à várias praias do Brasil, Paris, Lisboa, Marrocos...Hoje ela está maior, continuamos pela Grécia, México e agora com uma irmãzinha, acabamos de voltar da Tailândia!
Nós (adultos) é que temos tendência a complicar e ter medo de tudo! Mas eu respeito quem não vai muito longe, penso que cada família tem a sua dinâmica! No entanto, se me perguntarem e se eu puder dar força para colocarem o pé na estrada, contem comigo! wink

Há cada vez mais blogs sobre o assunto e vale à pena acompanhá-los (ver meu blogroll). Estou justamente fazendo um concurso de melhores fotos das férias neste momento, e as fotos que chegam são emocionantes: uma mais linda que a outra, representando momentos especiais de alegria familiar e convívio especial. Uma amostra de que pode realmente ser prazeroso viajar com bebês e crianças!

Fernanda
FernandaPermalinkResponder

Viajar com criança depende muito mais do estilo e disposição dos pais do que qualquer outra coisa!
Concordo que ir a lugares já visitados é uma boa, tira aquela ansiedade de "estou perdendo alguma coisa".
Dependendo do destino, a criança ficar bem em carrinho (guarda chuva que deita), é essencial. Para o frio/ neve uma capa de chuva é essencial.
Levamos Carol pra 1 semana em NY (só andamos de metrô -imaginem um carrinho e um milhão de degraus, nao tem lugar pra trocar a fralda? Encosta aqui no catinho...), 3 em Orlando (tudo à mão, carro, apartamento com cozinha...), qdo ela tinha 1 ano e meio.
Com 2 anos fomos pra Santiago, com direito a dois dias de esqui.
E outras viagens menores aqui: Nannai, Praia do Forte, SC, SP.
Recomendo muito uma boa assistência saúde (eu já tive que usar, ela nao - Assist Card: mandaram uma medica no hotel que arranhava um portunhol).
Muito mais do que a Galinha Pintadinha, ela adora ver as fotos e vídeos das viagens smile

Boli51
Boli51PermalinkResponder

Acho que viajar com bebes só é incomodo para os vizinhos de poltrona que, mesmo sem ter-se oferecido, passam metade da viagem ajudando ("pode por favor isso, aquilo; se incomoda se isso e aquilo; desculpe, mas ele/ela em casa é quietinho", etc, etc) ou sendo importunados por criancas manhosas, choronas, birrentas, mal educadas.

Desculpem se no momento nao estou muito pra crianca, acabo de enfrentar um voo de 12 horas com um desses tiranozinhos que bastava a mae falar "agora nao pode" para ele aterrorizar todo o aviao horas seguidas (que pulmao!) com seus berros.
Mas a culpa é da mae que em casa dá liberdade total (por nao ter pulso forte ou para ter sossego) e depois quer que a crianca, num ambiente estranho, comporte-se de outra maneira.
Maezinhas jovens: pepino a gente torce é de pequeno!

Lali
LaliPermalinkResponder

Não sei se vc tem filhos, mas pelo discurso, me parece que não. Falar é fácil... fazer é que são elas...
Viajar com crianças pequenas em avião é terrível! Se incomoda os vizinhos carrancudos, imagina o que é pras mães!
Evitei viajar quando eram bebês, só arriscamos qdo o caçula tinha completado 2 anos. Embora a semana num resort na Bahia tenha sido maravilhosa, a viagem de ida foi uma experiência terrível!
O moleque se assustou com o cinto de segurança e abriu o berreiro enquanto o avião ficou por 40 minutos taxiando pela pista, sem conseguir levantar voo. A aeromoça colocou o dedo na minha cara e disse que se eu o tirasse da poltrona ou soltasse o cinto, em qualquer acidente eu seria responsabilizada. O resultado foi que eu tive que segurá-lo com força na cadeira e apertar o cinto, para total desespero do menino que se sentiu amarrado e ficou em estado de pânico!!!! Na volta a aeromoça me explicou que eu poderia segurá-lo no colo, como todos os bebês de até 23 meses viajam (ele havia acabado de completar 24 meses). Concordam que faltou jogo de cintura da primeira funcionária?
Vejam que uma criança muito pequena pode ter reações surpreendentes a um nova experiência. Claro que é super desagradável ouvir choro de bebê em avião, mas infelizmente faz parte... e nem sempre é algo que as mães podem controlar. Eu mesma já viajei diversas vezes com choro de bebê dos outros.
Nas minha experiências com os meninos, tive muita sorte de pegar vizinhos de poltrona simpáticos e prestativos (geralmente mulheres que são mães). Mas confesso que costumo ignorar os senhores carrancudos que me olham feio em poltronas próximas...

Mariana Ribeiro

Boli51 - porque voce nao fica em casa? Aviao e' espaco publico, quer ficar livre de criancas? Reserve seu proprio aviao particular. Boa sorte no futuro!

daniele
danielePermalinkResponder

Olá viajei com meus filhos ambos qdo tinham 3 meses, e a primeira vez dos dois foi para a praia, e deu td certo, desde que vc esteja ciente que não vai dar para ficar lá tomando aquele sol tranquila!! No primeiro filho levei as avós a tira colo e no segundo fomos mais tranquilos. Estas duas vezes fomos de carro.
Em dezembro agora viajei com meus filhos um de 8 anos e outro de 1 ano e 4 meses,e foi a primeira viagem de avião com o bebê, fomos para a Bahia, a principio me preocupei com a comida,levei papinha de supermercado e que ele adora, mas depois que estava lá relaxei e ele amou a viagem! No café da manhã se esbaldava de comer. Muito bem, fomos a tudo o que deu tempo em Salvador, mesmo com um calorzão, mas no ritmo que o bebê aguentava. Um carrinho que dobra pequeno é fundamental, o meu não coube no carro até o aeroporto e acabou ficando sad!
Depois segui para Guarajuba e fiquei no Vila Galé Mares, foi ótimo, ele tem uma estrutura super boa de copa do bebê, mas os carrinhos que ele tem para emprestar estão urgente precisando ser TROCADOS pois estão até perigosos.
No mais é ter a mente aberta, e curtir. E uns pacotes de fralda, e uma lata de leite grande não foram tanta bagagem a mais assim. Para nós 4 levamos uma mala grande e uma média e duas mochilas como bagagem de mão.
Uma dica para a mãe é levar uma bolsa pequena destas transversais que deixa as mãos livres no aeroporto.
O nosso vôos foi terrível pq o horário não era apropriado, mas era o que dava para resgatar com nossas milhas e eu e meu marido sendo agentes de viagens estávamos ciente disto e topamos encarar então nem vou reclamar. Só não indico voos que chegam de madrugada pq vc vai perder o dia seguinte no destino e vai só querer descansar.

Thiago Augusto

A primeira viagem de minha filha foi aos dois meses, para Florianopolis. De lá pra cá ela é nossa companheira de viagem. Resort, Europa, EUA, etc, não importa muito o destino. Já fomos pra tudo com ela. O importante é papai e mamãe do lado. Todos os lugares tem criança, com comida e diversão. A boa viagem vai depender do estilo e disposição dos pais.
No começo a bagagem era maior. Ia comida, aparelho para aerossol, farmacinha, etc.
Sempre preferimos grandes cidades, voos diretos, evitar mudanças de hotel, etc. Levamos sempre um carrinho leve, dvd portatil, papel e lápis de cor, boneca preferida. Apresentamos o lugar por fotos, livros e criamos expectativa qto as férias. Ela adora.
Mas cada viagem é diferente da outra e apesar de "lermos tudo" sobre viajar com crianças, cada vez aprendemos uma coisa nova. da últmima vez aprendemos que visitar uma loja de brinquedos e comprar um brinquedo novo ao chegar no destino é ótimo pra aumentar o entusiasmo e criar um certo vínculo, trazer uma lembrança do lugar.

Rodrigo Barneche

Cidades medievais não são legais com bebês. Estivemos em Carcassonne quando o Dudu tinha 1 ano, e Sarlat qdo ele tinha 2 anos, e teve muito tombo e joelho ralado (o chão de pedra é ruim pra andar de carrinho, e perigoso para quem a recém aprendeu a andar).

Cidades grandes são boas para bebês pela infra que se tem a disposição, e a possibilidade de andar sempre com o carrinho. O Dudu já esteve no Rio, Recife, Paris, Barcelona, Amsterdam e sempre foi super tranquilo, inclusive adorou a Fête de la musique e o Dia da Rainha, festas com muita gente na rua.

Praias e destinos rurais são os melhores destinos para bebês e crianças pequenas, na minha opinião. Se tiver algum programa com bicho (fazenda, zoológico,...) é o que eles mais curte.

A tira-colo levamos sempre alguns livrinhos e um DVD portátil, para aliviar os momentos em trânsito. Carrinho levamos uma vez e curtimos, mas na segunda vez pegamos emprestado com os anfitrões que nos alugaram os apês e foi bem melhor. Caixinhas de leite tipo mucilon também quebram um galhão quando se está na rua ou em hotel sem copa.

Viajar com bebês tem suas desvantagens, como a impossibilidade de curtir uma balada à noite, sentar tranquilamente num café e tal, mas também tem vantagens como ser prioridade nas filas de check-in, alfândega e entradas de museus e atrações.

Nossa próxima viagem será para a Ilha Grande e Paraty, no mês que vem. O Dudu está com 3 anos.

Sara S
Sara SPermalinkResponder

Ah sim, ja ia me esquecendo! Converse com seu pediatra antes da viagem e peça uma lista de medicações importantes para levar consigo em uma viagem. Compre e leve durante o vôo. Crianças choram muito durante pousos e decolagens. Dar de mamar minutos antes favorece pois a succção a libera a musculatura facial e melhora a pressão no ouvido. AS vezes precisamos dar um nalagésico.

Sara S
Sara SPermalinkResponder

Viajo com minha filha ( que hoje tem 3 anos) desde quando ela tinha 5 meses. A primeira viagem foi uma loucura, de carro para Chapada Diamantina, com o fundo do carro lotado com muitas malas, utensílios, liquidificador, carrinho, brinquedos, banheira, etc. Algumas dicas são necessárias para toda e qualquer viagem: 1. Viaje preferencialmente de carro, se hospedar em casa de amigos ou parentes, é ainda melhor. Os Hotéis aqui no Brasil não estão bem preparados para receber crianças menores 2. Tenha uma cadeirinha bem confortável 3. Grave músicas de bebê para ouvir durante o percusso 3. Tenha um carrinho modelo umbrella bem compacto ( tive amigos que compraram um módulo para colocar sobre o carro para carregar o carrinho, porém não coube!)4. Banheira dobrável fácil de carregar ( este é um modelo importado mas que está disponível em lojas aqui no Brasil)5. Levar um estoque de papinhas para alimentação ( dependendo da idade do bebê)e muita água, para tudo, as vezes precisamos fazer uma higiene de urgência.
Aos 10 meses fiz a segunda viagem para Itacaré e infelizmente o Hotel era um "Resort" mas nada acessível para crianças. Escadas, pernilongos, pessoal nada prestativo. Foi um desastre! Então escolha bem o hotel e a equipe que irá lhes receber.
Aos 18 meses fomos para o Chile e apesar do frio, tudo foi perfeito. Providenciei uma roupa da marca SOLO para usar como segunda pele o que mantinha minha bebê sempre aquecida.
Outra dica: Leve sempre seu carrinho, mesmo que a viagem seja curta! E definitivamente a alimentação mais fácil para crianças são em restaurantes italianos. Comprei um liquidificador portátil ( pequeno, que parece de brinquedo) que me acompanha em todo lugar que viajo. Faço vitamina no quarto do hotel com frutas e cereais que pego do café da manhã, sempre quando a fome aperta! Super útil!
Aos 20 meses fomos para Europa. Lembre-se se viajar para o exterior sem o pai ( caso de pais separados por exemplo) não esqueça a bendita autorização!
Viagens longas de avião requerem um grande jogo de cintura. Muitas empresas deixam assentos bloqueados para que possamos ter mais espaço com eles. As vezes tem um passageiro chato que reclama toda hora. Paciência criança é criança! Tenha cuidado com a alimentação solicitada durante a reserva do vôo ( uma vez esqueceram da papinha da minha filha, ainda bem que levei um estoque extra de leite e fiz um improviso).
Pra viajar com alimentação de bebê durante a passagem pelo RX tudo é inspecionado. Na maior parte das vezes nunca tive problema. Eles olham tudo e depois nos liberam! Nos EUA tive que beber a água da mamadeira e tb colocaram um detector dentro do leite em pó. Lugar mais rigoroso ( mais que nos EUA) foi o Chile! Leia atentamente as recomendações de cada país.
Paris não é uma cidade para crianças, não há rampas ( nem para deficientes), um problema para andar de carrinho. O metrô é antigo e são poucas as estações com elevadores. O restaurantes não são "child-friendly". Quase fomos expulsos de um deles! kkk As longas escadarias de museus e os banheiros não são adaptados para criança. Não há trocadores. Tive que me " virar" no carrinho mesmo.
Já nos EUA têm os Family Bathroom, banheiros para adulto + crianças, com assentos para adultos, trocadores, pias amplas. Tudo acessível. Aliás, viagem com criança é definitivamente nos EUA. Tudo preparado pra eles, as pessoas estão acostumadas a receber casais com filhos menores, tudo é mais fácil. Você se sente bem acolhida e mais calma pra curtir a viagem. Além dos parques infantis espalhados para todo canto, a criança se diverte muito. Você ainda pode levar pouca roupa/ utensílios porque caso precise, lá você encontra tudo!

Ricardo Faim
Ricardo FaimPermalinkResponder

Eu e minha esposa sempre adoramos viajar, e depois do Rafael isso não foi nenhum obstáculo. Fizemos várias viagens próximas desde os 3 meses dele (Monte Verde, Águas de São Pedro), a primeira envolvendo vôo foi para um resort na Bahia (10 meses) e a maior e melhor foi para a Itália quando ele tinha 1 ano e 5 meses. Ficamos 20 dias viajando pela Itália e Suíça. Na Itália alugamos carro e viajamos por boa parte do país. Nas cidades usávamos metrô e ônibus mesmo. Na Suíça foi tudo de trem.
Fizemos um blog contando dia a dia nossa aventura, fiquem a vontade para ler e entrar em contato.
http://viajandocomfaim.blogspot.com.br/

As principais dicas que poderíamos dar são:
- vôos noturnos (o Rafa dormiu a viagem todinha, sem incomodar ninguém)
- planejar bem os roteiros para saber as caminhadas, pontos de parada, restaurantes, etc.
- alugar carro mesmo servindo somente para trocar de uma cidade para outro nos deixou muito confortáveis por evitar carregar malas, carrinhos e etc a todo momento. Na Suíça fizemos de trem mas tínhamos deixado a maior parte das malas no Hotel na Itália, e isso ajuda.
- ter um carrinho que aguente tudo, com capa para chuva e frio
- manter sempre a mão comida e água para ele, os adultos sempre dão um jeito caso algo não esteja como o planejado.
- respeitar os horários de sono e tempo de descanso pro bebê, o que pode ser no próprio carrinho enquanto você passeia. É importante não programar nada muito complicado em horário que ele costuma dormir.

No geral não deixamos de fazer e conhecer absolutamente nada do que tínhamos planejado. A maior parte do tempo ele ficava no carrinho curtindo o passeio e observando tudo. Em muitos momentos dormia boas horas durante o dia enquanto passeávamos.

E daqui alguns dias iremos para nossa segunda aventura internacional com o Rafa. Chile nos espera na próxima semana. Agora ele está com 2 anos e 2 meses.

Alex Melo
Alex MeloPermalinkResponder

Ricardo, mandei uma pergunta no seu blog - tu me motivou a repensar umas coisas sobre o avião para maiores de 1 ano...

Alex Melo
Alex MeloPermalinkResponder

Eita que está dificil escrever hoje... já mandei umas 10 vezes e sempre deu falha sad

Bom: Em 2012 levamos nossa filhota, de 5 meses, para mais de 20 dias entre Londres e Paris, passando pelo Loire.
Ainda está me rendendo posts no blog - mas os que me parecem ser mais úteis são: http://migre.me/d8uRk/ e http://migre.me/d8uTo

Alex Melo
Alex MeloPermalinkResponder

Posso garantir que foi uma delícia - viajar com um bebê novinho assim é muito tranquilo e não houve quase problemas.
Porém, agora ela já esta mais 'velha' e na próxima viagem ela já terá mais de 1 ano, o que trás sérias mudanças:

Ela já não cabe no bercinho do avião, mas ainda não parece valer pagar um assento próprio, o que complica muito para voos mais longos, mesmo noturnos

Alex Melo
Alex MeloPermalinkResponder

Também esta comendo, mas não comida de adulto.

Por estas e por outras, estamos pensando mais seriamente em ficar pelo Brasil mesmo, que tem muita coisa a ser conhecida - dificilmente num resort, mas no Brasil.
Portanto: enquanto for novinho, até uns 7, 8 meses... talvez mesmo com 1 ano, é fácil viajar para qualquer lugar. Porém, entre 1 ano e 2 ou 3 me parece ser o momento mais complicado.
Depois disto acho que ela já vai aguentar melhor o assento para viajens mais longas, e aí voltamos ao Velho Continente - ou para a Disney wink

Mas isto é o que me parece.. já comecei a ler no Blog do "Ricardo Faim" logo acima para ver como foi no avião com o filho de mais de 1 ano - quem sabe ele me faz tomar coragem de arriscar hehe

Alex Melo
Alex MeloPermalinkResponder

Peço desculpas por mandar deste jeito, mas deu erro em alguma coisa e só dividindo consegui enviar completo.

Jaqueline
JaquelinePermalinkResponder

Olá! Sou mãe de um casal, Pedro de 3 e Isabela de 1 ano. Ambos estão super acostumados a viajar de avião e tb de carro, viajamos muito pra ver a família que mora longe (nós estamos no TO e a família em SP) ambos fizeram sua 1º viajem de avião para SP com 2 meses, não é um voo longo como internacionais mas tem sempre longas conexões em Brasília (infelizmente).
Claro que pra viajar com eles precisamos de mais programação, de uma certa rotina de horários pelo menos, na medida do possível, as bagagens sempre são em maior volume, principalmente a de mão pois no meio do vôo pode acontecer uma escapada da fralda ou uma mamadeira derramada e isso precisa de roupas extras rsrs O carrinho é um aliado indispensável pois ter que ficar carregando bebê, sacola de bebê e compras durante a de viagem não dá. Outra coisa que não pode faltar é um notebook ou tablet com filminhos e desenhos preferidos das crianças, caderno e giz de cera pra colorir e vários biscoitinhos. Mantê-los preso a uma poltrona não é fácil porém contornável, isso vai variar muito de acordo com cada criança. O meu Pedro sempre foi muito tranqüilo, sempre dormiu super bem nas viagens e é fácil deixá-lo entretido com algum filminho e os dinossauros (pequenininhos) dele.
A Isabela é mais elétrica, dá mais trabalho sim, nos cansa, mas conseguimos contornar a situação tb.

Fizemos a nossa 1º viagem internacional com crianças, meu esposo, eu, o Pedro com 1 ano e meio e a Isabela ainda na barriga, pra Espanha e Itália, foi td muuuuuito mais tranqüilo do que imaginávamos que seria. O Pedro por já estar familiarizado com o ambiente de avião se comportou super bem, nem parecia que tinha criança, dormiu a viajem toda (dica:prefira os vôos noturnos pois eles dormirão mais). Durante os dias que passamos lá ele tb dormiu muito no carrinho, era tanto tempo naquele balancinho andando de carrinho, um friozinho ameno, confortável, que ele tinha que ser acordado pra mamar e comer muitas das vezes. Não deu trabalho nenhum. Fomos a todos os lugares em que queríamos, só badalação noturna que não dá pra fazer, mas depois de um dia todo andando pra todo lado a gente quer mesmo é descanso. Não tivemos ajuda de babá.
Ficar hospedado num hotel próximo a um supermercado tb ajuda muito, comprar leite (meu filho só pode de soja) lanchinhos, fralda, água, enfim. Escolher um hotel que tenha frigobar e microondas tb é nossa preferência, vários não tem e isso eu observo muito antes de fechar reserva. Os resorts são sempre a melhor opção com crianças, mas ir pra Roma ou Madri por exemplo e ficar num resort não dá né? Rsrs... nas viagens nacionais 70% dos nossos destinos hj em dia são para resorts.

Com a Isabela fizemos a 1º viagem internacional dela aos 5 meses. Fomos pra Orlando,nós, meus sogros e meu sobrinho de 18 anos, todos ajudam muito com as crianças então essa viagem foi ainda mais tranqüila. O lugar dispensa comentários sobre ser destino kids. Pra quem pensa que crianças pequenas não aproveitam nada se enganam, há pouquíssimos brinquedos onde se pode ir com eles sim, mas os que podem eles amam. A decoração, os cenários, os personagens enchem tanto os olhinhos deles que BRILHAM lindamente, um sorriso estampado no rosto a cada lado que eles olham, é uma grande satisfação p/ os pais ver os filhos assim. A Isabela ainda era amamentada exclusivamente no peito, isso é total flexibilidade e praticidade (tempo bom!!!) nada de se preocupar em ter papinha, esquentar leite, lavar mamadeiras, é só achar um lugar pra sentar e amamentar e pronto, resolvido. O Pedro já comia de td, tinha saído das fraldas, então ficou td mais simples. Ela tb viajou super bem, dormiu bem e vários passageiros, aos desembarcarem, disseram que nem parecia que tinham 2 crianças pequenas no avião perto deles.
Essas são 2 das várias viagens que fizemos juntos, todas tiveram o cansaço e desgaste de viajar com criança, não é fácil, mas passamos por momentos muito prazerosos em família e temos excelentes recordações. Ter alguém pra ajudar é ótimo, pois sentar num restaurante e comer sossegadamente é tarefa rara pra um casal com 2 filhos pequenos, mas nós só temos ajuda quando viajamos em família, não utilizo serviço de babá, as crianças não ficam bem com estranhos, aos poucos que se acostumam com a presença e se soltam.
Nos resorts tem os clubinhos infantis com monitores e isso é muito bom, hj em dia o Pedro pode ficar com eles, a Isabela ainda é muito pequena e só fica acompanhada por um responsável.
Em breve faremos mais uma viagem, pra Califórnia. Estou pesquisando dicas de lugares bons pra ir com crianças pra montar nosso roteiro. Quanto mais programada a viagem melhor.
Viajar com crianças requer programação, paciência e ânimo. Dá pra viajar sim!

Ahh... um último comentário: Lugares acessíveis para carrinho de bebê na Europa são em minoria. Cansei de subir e descer escadas carregando carrinho com meu marido, um de cada lado. Fila preferêncial? Não existe isso nem lá nem nos EUA.

Jaqueline
JaquelinePermalinkResponder

vi alguém comentar acima sobre a falta de trocadores pelas cidades, verdade, já fiquei expert em trocar fralda no carrinho do bebê e num piscar de olhos, troco até no escuro kkkkkkkkkk

Luciano
LucianoPermalinkResponder

Filhota que está prestes a fazer 6 anos viaja conosco desde os 6 meses, quando fomos para o Leste Europeu. Resort, só depois de ter ido a Buenos Aires e Montevideu!

Muita gente nos chamava de loucos por levá-la tão pequena junto, que ela não iria lembrar de nada. Claro que não esperávamos que ela se lembrasse das viagens tão pequena, mas é muito legal ver a atitude dela ao descobrir coisas novas e hoje vemos que ela lembra de detalhes e coisinhas que para nós passam batidas.

Aqui falamos sobre o como é bom viajar com bebês: http://malasepanelas.com/as-vantagens-de-viajar-quando-seu-filho-ainda-nem-engatinha/

Letícia
LetíciaPermalinkResponder

Eu e meu marido adoramos viajar e já colocamos os filhos no esquema desde pequenininhos. O mais velho tem 13 anos e caiu na estrada com 3 meses, a mais nova acabou de fazer 6 anos em Paris, com direito a comemoração na Eurodisney e também viaja desde os 3 meses. Rodamos por esse Brasil a fora e no exterior. Toda viagem que podemos encaixar com a nossa agenda e o calendário escolar, lá vamos nós. Acabamos de chegar da França e Itália e as crianças se divertiram adoidado com uma Paris coberta de neve, Louvre, Museu d`Orsay, Eurodisney, Vaticano, Coliseu, Pisa, Siena, Firenze e muitos sorvetes deliciosos (com frio e tudo), pizzas, crepe com nutella, macarrons e tudo que tínhamos direito. Ficamos numa estação de esqui na França e eles fizeram aulas, parece que já nasceram no meio da neve, e já estão me cobrando a próxima para não perderem a prática. Show!!! E com isso, mais uma vez pude comprovar como os europeus viajam com suas crianças. Na estação tinha crianças de todas as idades, desde bebês, e muitos pititinhos já dando show com o esqui. Impressionante! Conversei com uma moça que estava com um bebê de 3 meses, no carrinho, todo preparado para o frio e ela e o marido se revezavam para esquiar , vi mães descendo a montanha com os bebês no canguru e toda uma infra para os pequenos. O melhor de tudo é que cada viagem é um aprendizado para nós e para eles. Embora eles não lembrem de muitos lugares que visitaram quando eram pequenos, com o tempo tudo começa a mudar e eles já reconhecem lugarem onde passaram em filmes ou na TV. Para o meu filho por exemplo, que já está estudando história, visitar Roma, Genova etc permite olhar a história com outros olhos.. Com o tempo a tralha vai diminuindo, a gente começa a viajar mais leve e tudo flui melhor. Quando a minha filha tinha 5 meses, fomos passar um mês na França e na última hora o meu marido não pôde ir, eu encarei a viagem sozinha com os 2, o mais velho me ajudou um monte e foi tudo maravilhoso. Pois é, acabamos de chegar, mas como moramos em Brasília e adoramos praia, daqui uns dias embarcaremos para Guarajuba em Salvador. Já estou contando os dias. Adorei o post e os comentários de todos. Até a próxima e boa viagem!

Thiago Augusto

Esqueci de comentar uma coisa importante: levar na bolsa de mao roupa extra não só para a criança, mas também para os pais. Muitas vezes a gente acaba se sujando ...

Luciana Bordallo Misura

Obrigada pelas citações no post!

Com planejamento e paciência quase tudo se resolve, mas é claro que no final das contas cada um sabe o bebê que tem! Um bebê que chora muito e tem dificuldade com lugares novos e em sair da rotina vai ter mais problemas pra viajar do que um bebê que tem o temperamento oposto. E depois de ter viajado bastante com os meus dois filhotes desde bebês, repito sempre que é mais fácil do que quando eles estão com 1 ou 2 anos, que é quando eles já estão andando por aí cheios de vontade própria mas ainda não entendem as regras do mundo ao redor!

Patricia Luck
Patricia LuckPermalinkResponder

Tenho três filhos e viajo com eles desde que a mais velha tinha 2 meses (agora tem 13!). Meus conselhos:
- não queira abraçar o mundo com as pernas. Aproveite o que puder ser aproveitado ao invés de se estressar carregando o bebê para onde não deveria;
- organização e rotina são fundamentais: planeje com antecedência a viagem, escreva no papel, cumpra à risca o que planejou;
- desapegue dos luxos e simplifique a vida: não, seu filho não vai precisar da banheira dele ou da própria cadeira de refeições (dê banho no chuveiro e comida no carrinho);
- algumas facilidades são sempre bem vindas: microondas, berço no quarto, máquina de lavar ou um lugar para estender uma roupinha;
- paciência smile

Gabriela Diniz

Excelente!!! A minha filha tem agora 18meses e quando ela fez 2 retomamos as viagens, e tem sido maravilhoso!! Aos três meses fomos às Canárias (moramos em Barcelona), aos cinco à Galícia, aos sete e aos doze ao Brasil e aos catorze fizemos um combinado Paris-Bavária-Innsbruck de dez dias de duração. E continuamos planejando mais... Sem dúvida muda o ritmo, evitamos ir a algum lugar, mas nao deixa de ser delicioso.E com o tempo vamos pegando o traquejo e fica cada vez mais fácil e prazeiroso.

Flavia
FlaviaPermalinkResponder

Aina não li os outros comentários, então desculpa aí se eu chover no molhado.

Quando minha filha tinha 4 meses fomos ao Brasil. Eu meu marido e ela. Nada de babá ou outras pessoas ajudando, não consigo entender que um pai e uma mãe não consigam dar conta de UM bebê. (já vi gente levando babá em pleno almoco de família num domingo, isso um casal com UM bebê - desculpem, limitacão minha, não consigo entender a necessidade).

No voo, minha filha ficou no meu peito a noite praticamente toda. No peito, bebês matam sua fome e dormem. Não deu o menor trabalho.

Nos aeroportos, um super quebra galho é um sling, ou um wrap, conhecem esses carregadores? Então. Minha filha ficou escondidinha dentro do wrap em mim ou no pai, em todas as trocas de aeroporto, assim ela estava aconchegada e tínhamos as mãos livres. Indispensável e infinitamente melhor que levar carrinho, aquele trambolho!

No Brasil estávamos com a família, então não teve dificuldade alguma.

desde então nunca mais viajei, rs, por isso sumi do meu blog e daqui também. A próxima viagem vai ser pro Brasil de novo, dessa vez com 2 criancas a tiracolo. Aguardemos, se eu sobreviver conto como foi.

Ricardo
RicardoPermalinkResponder

Quando meu filho tinha 4 meses, fomos aos EUA (Miami e Orlando) fazer o enxoval dele. Desde então, já viajamos várias vezes com ele, de avião e de carro, de praia a montanha, de climas quentes a climas frios -- hoje ele tem 1 ano e 4 meses. Dicas que considero importantes:
- Ter um local para ele dormir. Compramos um berço dobrável, que sempre viaja com a gente.
- Carrinho de bebê.
- Local para lavar as mamadeiras.
- Saber onde tem supermercado e farmácia perto de onde ficamos hospedados.
- Ter sempre brinquedos para a criança se distrair.
- Levar o número de telefone do pediatra.
- Levar muita roupa para a criança.
- Ser organizado (você vai se depara com situações em que tem que encontrar os passaportes enquanto a criança chora, ou enquanto dá a mamadeira...)
- Ter paciência... Sempre surgirão imprevistos, a criança fica de mal humor, chora, tem que trocar a fralda dentro do banheiro do avião, enfim...

Mas no final é muito bom!

Cláudia caponi

Não há segredo, ou melhor, só há um segredo em viajar com bebes: a vontade dos pais em viajar com seu bebe e algumas pequenas adaptações. Quando engravidei o que ouvi de todos e que não conseguiria manter minha rotina de viagens. Provei a todos que é possível. Minha filha tem 8a e nunca viajamos sem ela. Iniciou suas trilhas ecológicas aos 4m e hj com 8a conhece 12 países. Hj posso dar uma dica valiosa, os livros da Ana Chaia: Paris com ccas, Ny com crianças,.. Dicas valiosíssimas!!!

Marcio Cimatti

Que legal esse post, não tinha visto!!

Vamos lá! Desde que a VItória nasceu, hoje ela tem 4 anos, viajamos com ela. E agora a Giovana fez 8 meses e já conhece 12 hotéis. Hehehe! e semana que vem tem mais!

Começamos com a VItória aqui pelo Brasil para nos adaptar a viajar com uma bebê. Fomos para o Rio, Salvador, Porto de Galinhas e fomos ganhado experiência e confiança.

Depois de vários destinos nacionais quando ela fez 2 anos fizemos Miami e Orlando, o post dessa viagem está recomendado aqui no VnV.
Ah! Essa viagem acabou virando capa da Viaje Mais na época. Foi muito bacana.

Nossas dicas para quem viaja com os pequenos já valem para antes mesmo da viagem. O planejamento tem que ser feito com calma, pensando em tudo, nas paradas, nas conexões, nos horários de vôo, nas horas de sono durante o dia, não dá para esquecer dos alimentos saudáveis, nas alternativas em dias chuvosos, dos remédios com receita e ai vai.

Recentemente fomos todos para Santiago e Viña del Mar, achei Santiago uma excelente opção para ir com os pequenos. Cidade é plana cheia de praças com brinquedos e parques interessantes.

Para começar eu sugiro que os pais de primeira viagem experimentem um resort ou um hotel fazenda para ir testando com uma estrutura mais completa como é viajar com o pequeno, como ele(a) se comporta e o que levar na mala e o comportamento no vôo e transfer se for o caso. Depois é se aventurar pelos destinos que acharem mais interessante!!

Consultar os blogs das mamães e papais mais experientes ajuda muito. Nossos posts vocês encontram nesse link http://www.ajanelalaranja.com/viaje-com-criancas

Kamila
KamilaPermalinkResponder

Posso afirmar que as nossas melhores viagens foram com os nossos filhos de 10 anos e 7 anos. Eles viajam conosco sempre e sem babá (importante mencionar!) desde os 4 meses. Nunca deixamos de ir à passeios ditos de adulto como museus, tours na cidade visitada, ultimamente até trilhas pudemos realizar. Entretanto sempre respeitamos a idade e o ritmo deles e fizemos as devidas adaptações. P.ex: insistir em sair para programas noturnos é um desrespeito com as crianças. Para os iniciantes, sugeriria procurar roteiros "child friendly" e hotéis idem para as primeiras viagens, depois com um pouco de prática é só partir para qq lugar. E é um prazer imenso mostrar o mundo para seus filhos!

Adriana Pasello - Diário de Viagem

Legal o VnV abrir esta discussão!

Viajamos muito com nossos 2 bebês, no Brasil e no exterior, de carro e de avião. Uma diferença enorme é que, com 3 e 5 anos, agora eles têm suas vontades. O bebê geralmente fica feliz em estar com papai e mamãe (especialmente a mamãe se estiver no peito!) onde quer que estejam.

Adaptações? A principal foi na rotina. Com eles o ritmo é mais calmo e há que respeitar alguns horários principais como soneca e alimentação.

Ajuda? Nada de vovó ou babá, colocamos o pé na estrada somente com a ajuda do GPS...

A melhor experiência de viagem que tivemos com um bebê foi com o nosso menor quando tinha 4 meses. Foi para o Chile com a comida sempre quentinha e disponível ao lado. Amamentação ajuda até em viagem!

Flávia Pellegrini

É possível viajar com bebês, basta se organizar e priorizá-lo durante toda a viagem. Já fiz algumas viagens com a criança ainda de colo e também já dando os seus primeiros passos, inclusive, ela curtiu muito passear por Buenos Aires. Super recomendo!

No blog, já demos dicas de como viajar de carro, avião ou ônibus:
http://www.napracinha.com.br/2012/10/como-viajar-de-carro-com-bebe-ou-crianca.html
http://www.napracinha.com.br/2012/07/viajando-de-aviao-com-bebe-e-com-crianca.html
http://www.napracinha.com.br/2012/07/como-viajar-de-onibus-com-um-bebe.html

E de alguns roteiros super aprovados:
http://www.napracinha.com.br/2012/05/gente-se-encontra-em-inhotim.html
http://www.napracinha.com.br/2012/10/a-gente-se-encontra-em-inhotim-parte-2.html
http://www.napracinha.com.br/2013/02/aracaju-com-crianca.html
http://www.napracinha.com.br/2012/08/buenos-aires-com-criancas.html

Silvane Silveira

Sempre viajamos com as crianças. Hoje eles estão com 9 e 12 anos. A primeira viagem internacional que fiz com meu filho mais velho, foi para uma reunião de trabalho. Ele tinha 4 meses e ainda mamava. Contei com a ajuda inestimável do distribuidor local da empresa para a qual trabalhava, que reservou um hotel ao lado de seu escritório e contratou uma babá, que ficava com o bebe durante o período em que eu estava trabalhando. A cada 3 horas eu ia no hotel amamentá-lo. Ele ficou ótimo!
A maior lição que tirei desta viagem foi que é imprescindível um carregador tipo "canguru", além do carrinho tipo guarda-chuva, pois carregar o bebê o tempo todo no aeroporto, mais a mala de mão do bebê e a própria bagagem de mão, que, no caso de viagens de trabalho, incluem obrigatoriamente um notebook,é bem complicado. Sempre solicitar com a devida antecedência acessórios para o bebê no voo (berço, etc) e alimentação especial. Está cada dia mais difícil, mas peça para levar o carrinho a bordo, pois ao chegar no destino pode tomar bastante tempo até que tragam o carrinho do bagageiro. O bebê certamente estará impaciente e a mãe cansada o que tornara a espera um tanto difícil.

Luciana Castilho

Nossa amei os comentários, me deixaram super animada!

Em 2011, fomos para Disney e para Nova York em 4: Eu, marido e filho de 10 anos e 1 ano e 3 meses, a viagem foi tão maravilhosa que voltamos em 05, isto é, quando cheguei descobrir que carregava um outro filhotinho em minha barriga.

Nossa próxima viagem será em agosto e desta vez para Europa ( Roma/ Pisa, Londres e Paris, estou mais uma vez com o coração na mão. Minha bebê estará com 8 meses.Tenho tanto receio...

Alimentação na Europa? Seguro saúde...

Sheila
SheilaPermalinkResponder

Riq e Mariana, valeu pelo post.
Sou mamãe de primeira viagem e minha filha tem 3 meses. Estou planejando viajar com ela quando estiver com 6 meses e ainda não decidi o destino. O post e os comentários estão me ajudando muito; possivelmente será um resort de praia ou um bom hotel no campo, apesar de desejar uma slow travel por Portugal. Mas ainda não estou segura para ir ao exterior com ela.
O difícil é planejar a viagem sem saber como estará sua dieta alimentar em 3 meses. Pretendo continuar amamentando exclusivamente, mas não há garantia disto. Friozinho na barriga...

Fabio Lima
Fabio LimaPermalinkResponder

Eu e minha mulher vamos viajar com nosso filho de 1 ano e 4 meses para Viena, Munique, Praga e Lisboa. Estamos com dúvida sobre o carrinho de bebê. Sabemos que um "guarda-chuva" é a melhor opção, porém, temos um Bugaboo Bee, que é um carrinho de 8,5kg e que, apesar de prático e confortável, ele não fecha como um "guarda-chuva" e sim como os carrinhos comuns. O dilema é: compramos um "guarda-chuva" barato para viajar (uma vez que já temos um carrinho) que é mais leve porém menos confortável (e, sabe lá, com chance de sofrer alguma avaria incontornável, tipo quebrar uma peça) ou levamos nosso carrinho (que teremos uma certa dificuldade para levar no trem, nos táxis, metrô, mas o bebê terá conforto super garantido)?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Fabio! Vamos compartilhar sua pergunta no Perguntódromo. Havendo resposta, aparecerá aqui.

Fabio Lima
Fabio LimaPermalinkResponder

Obrigado!

Marcelo Jesus
Marcelo JesusPermalinkResponder

Boia, parece que meu comentário neste post também foi para o limbo... Help!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Marcelo! Repescado!

Marcelo Jesus
Marcelo JesusPermalinkResponder

Fábio, se a dica da Luciana, logo abaixo, não resolver, por ser caro, ou trabalhoso, enfim, qualquer motivo, eu te aconselharia na lata: leve o seu carrinho, vocês e o bebê estão acostumados com ele, em muitos passeios o bebê vai dormir no próprio carrinho então é imprescindível que ele seja confortável e, mais ainda, bom de direção, leve e manobrável, tudo que um carrinho mais "guarda chuva" costuma não ser.

Carrinhos de bebê costumam ser tratados pelas companhias aéreas como cadeiras de rodas (já tive experiência com os dois itens...), vocês podem ir com ele até a porta do avião, daí ele é levado para o porão do avião. No destino final ele é desembarcado juntamente com as bagagens.

Lembre-se que as companhias aéreas devem, provavelmente, tratar o carrinho do seu bebê com o cuidado e delicadeza normalmente dispensados às bagagens, ou seja, a chance do seu "guarda-chuva" "derreter" durante a viagem é considerável, o que vai deixar de ser uma ajuda e vai virar um perrengue. A Varig certa feita me devolveu o carrinho do meu filho mais velho após um voo curto, dentro do Brasil, em tal estado, que parecia que um pitbull tinha mastigado ele!

Boa sorte com a viagem.

Fabio Lima
Fabio LimaPermalinkResponder

Obrigado pelas dicas Marcelo!

Fabio Lima
Fabio LimaPermalinkResponder

Marcelo,
Meu agradecimento havia ido pro limbo também. Vai de novo:

Valeu pelas dicas! Estamos pensando com muito carinho em levar o nosso carrinho mesmo.
abs,
Fabio

Giovanna
GiovannaPermalinkResponder

Já viajei com os dois tipos de carrinho. A última vez quando minha filha tinha 1a2m, passamos 15 dias no Rio de Janeiro. Como estávamos sem carro e pretendíamos andar bastante, levamos o nosso carrinho trambolho, próprio para enfrentar qualquer obstáculo. Só não contamos com o óbvio: não são todos os restaurantes que acomodam bem um carrinho normal, não são todos os motoristas de táxi que ajudam com o carrinho, há calçadas estreitas, não dá para circular direito nas lojas, nem todas as estações de metrô tem elevadores. Em compensação, nas vezes que viajamos com o guarda-chuva (Rio, SP, Miami, Key West) ele foi pau pra toda obra. E, dependendo do modelo, eles são bem confortáveis (o da minha filha é um Chicco Liteway, que reclina totalmente).

Flavia
FlaviaPermalinkResponder

Fabio, a Gol des-tru-iu nosso carrinho guarda-chuva na nossa última viagem há 2 meses. Se você levar seu carrinho caríssimo, tente comprar uma capa, uma bolsa protetora, alguma coisa desse tipo.

Luciana Rodrigues - Turismo em Roma

Pequena dica de quem viaja com crianças: cogite ALUGAR um carrinho de bebê em cada um dos lugares onde você for ficar. Pergunte ao hotel de vcs se eles disponibilizam esse serviço. Caso contrário, pesquise na Internet. Aqui na Itália, por exemplo, há empresas que alugam. Eles podem te esperar no aeroporto e entregar o carrinho lá, ou entregá-lo diretamente no hotel. Boa viagem, Luciana

Atenção: Os comentários são moderados. Relatos e opiniões serão publicados. Perguntas serão selecionadas para publicação e resposta. Entenda os critérios clicando aqui.
Bóia de férias. Só voltaremos a responder perguntas que forem postadas a partir de 3 de junho. Relatos e opinões continuarão sendo publicados.
Cancelar