Dri Setti aponta os perrengues de usar cartão de débito nos EUA (acrescente os seus!)

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

cartão de débito nos Estados Unidos

Dinheiro pra viagem é um assunto mais espinhoso do que gostaríamos. Todo mundo quer fugir do IOF e da possibilidade de variação cambial, que são os pontos fracos dos cartões de crédito. O problema é que todo mundo sabe de cor e salteado os pontos fracos dos cartões de crédito, mas geralmente ignora os pontos fracos dos outros meios de pagamento. Eu aponto alguns deles neste post aqui, Por que nunca deixei de usar o cartão de crédito.

Pois eis que, semana passada, a fabulosa Dri Setti publicou (no seu blog Achados, hospedado no portal Viaje Aqui), trouxe à luz os problemas de outro desses meios de pagamento, o cartão de débito (aquele que debita diretamente da sua conta corrente à medida que você vai usando). Depois de uma viagem pelos Estados Unidos em que planejava usar exclusivamente o cartão de débito, ela publicou esse post-alerta -- Cartão de débito nos Estados Unidos: depender dele é roubada.

Confesso que não tenho muita experiência com cartão de débito de conta corrente. Uso apenas para saques em moeda local no caixa automático (valem a pena em saques de valor alto, para diluir o custo das tarifas de saque e uso do equipamento) e pagamentos eventuais em locais que não aceitem crédito. Mês passado, durante uma viagem de 20 dias pelos Estados Unidos, usei cartões de débito (de dois bancos diferentes) umas 5 ou 6 vezes, com sucesso. Mas a Dri levou o cartão de débito para pagar hotel, restaurante, carro e compras.

Em hotéis e locadoras -- e isso a Dri já sabia -- as cauções (pré-autorizações) exigidas no check-in são debitadas na hora. E como são maiores do que a conta final (porque embutem a possibilidade de danos ou gastos extras), a diferença só é devolvida ao seu cartão até 30 dias depois do check-out. (No cartão pré-pago isso também ocorre e pode sumir com a moeda que você carregou e pretendia usar durante a viagem.)

O choque maior foi nos restaurantes. Por causa do sistema americano de gorjeta, que é incluída depois de passar o cartão pela primeira vez, as contas vinham debitadas duas vezes: primeiro, o valor total, sem gorjeta. Depois, o valor total, acrescido da gorjeta. O primeiro débito foi devolvido sempre, mas só depois de três dias da data da despesa. (Pela lógica, com cartão pré-pago deve ser assim também. Alguém já pagou restaurante -- e deu gorjeta -- no pré-pago pra contar pra gente?)

No comércio, a Dri precisou pagar gasolina dentro do posto (as bombas não aceitam débito), teve problemas em metade das lojas em que tentou comprar, e não conseguiu usar o débito em nenhum estacionamento ou parquímetro.

O cartão da Dri foi emitido na Espanha, onde mora. Até onde eu sabia (mas isso pode ter mudado), no Brasil os cartões de débito vinculados a contas-correntes oferecem um limite de gastos bastante inferior ao saldo da conta. Esse limite de gastos, diário ou semanal, inviabilizaria depender exclusivamente do débito vinculado à conta corrente como meio de pagamento exclusivo (ou mesmo preferencial) de uma viagem. Mas esse problema que a Dri enfrentou com máquinas e lojas é algo que afetaria até os usuários com limite baixo.

Por isso, resolvi pegar o gancho dos perrengues da Dri Setti para fazer uma enquete e recolher todos os galhos que podem aparecer nos Estados Unidos para um usuário de cartão de débito vinculado a uma conta-corrente brasileira.

Se você quiser lembrar algum perrengue com cartão pré-pago (que você carrega com moeda e pode recarregar depois, tipo VTM), também pode -- mas deixe claro que você está falando deste tipo de cartão.

Ah, sim: pode falar das vantagens, também smile

Leia mais:

35 comentários

Flávio
FlávioPermalinkResponder

Tentei usar meu cartão do Bradesco na função débito em Miami, Outubro/2014 e não consegui nenhuma vez. moro na fronteira com a Argentina e, segundo a agência, está pré-autorizado o uso internacional. Inclusive um mês antes consegui fazer saque no Uruguai quando encaminhei o visto

Leandro
LeandroPermalinkResponder

Usei muito quando o IOF era 0,38%. Há uns dois anos, parei.
Basicamente funciona assim: em algumas máquinas mais modernas é só colocar o código. Posto de gasolina às vezes nem aceita o crédito na bomba, pois ele pede zip code.
Demais máquinas, nunca testei.
Dica é pedir um cartão só de débito da conta, já que o múltiplo muitas vezes passava na função crédito e nada.
Os limites são realmente baixos.

Daniela
DanielaPermalinkResponder

Fomos a Buenos Aires e usamos bastante o cartão pré pago (VTM) (embora a meta era não usar o crédito, levamos este também mesmo assim). Carregamos aqui no Brasil, mas, claro, não se pode contar só com cartões, então levamos dinheiro vivo (pesos) para transporte, compras pequenas e evitar imprevistos como máquina de cartão estragada, sem sinal, etc...
Por sorte, deu tudo certo, mas porque fomos prevenidos ?

Neftalí
NeftalíPermalinkResponder

No Chile não há cartões multi-funções, ou é crédito ou é débito. Então geralmente o brasileiro, ao tentar usar o cartão na função débito, vai cair no crédito. O único modo para usar como débito é desabilitando ou cancelando a função crédito antes de viajar. Parece que isso acontece em outros países.

Suzana
SuzanaPermalinkResponder

Minha situação é a mesma do Leandro... Meu cartão não é múltiplo, utilizei algumas vezes nos Estados Unidos quando o IOF era menor e nunca tive problemas, porém eram gastos em lojas e às vezes efetuava saque nos caixas eletrônicos. Ficava de olho no limite diario e semanal para não passar por apuros.

janici tejo
janici tejoPermalinkResponder

Passei pelos mesmos problemas nos Estados Unidos. Havia viajado com cartões de crédito e debito e tb pré pagos. Gera desconfiança e insegurança quando debitam duas vezes a conta do restaurante; em muitos lugares não consegui sequer pagar com o cartão, tive que ir à uma máquina ( caixa eletrônico) retirar dinheiro. Tive tantos problemas que minha família enviou $ via outro meio e assim deixei de usar os cartões.

Mariana
MarianaPermalinkResponder

Quando o IOF do VTM valia a pena o usamos muito nos EUA. Todos os restaurantes foram pagos com ele. Realmente debitavam 2 vezes... Mas o estorno da primeira era logo após passar a segunda...

Adriana Setti
Adriana SettiPermalinkResponder

Oi, Mariana. Os seus estornos aconteceram logo no mesmo dia? Para mim alguns demoraram até 10 dias! Um susto!

Samir Penha
Samir PenhaPermalinkResponder

No meu caso eu tive problemas com o VTM, em 2 estabelecimentos se recusaram a aceitar o cartão por não constar o nome, dizendo que poderia ser de qualquer pessoa, mesmo eu falando que estava assinado e até tirando meu passaporte pra provar a minha assinatura, só quando disse "ok, vou no McDonald's que lá não preciso mostrar documento" é que liberaram de poder pagar com VTM; mas teve um restaurante que se recusou a aceitar o cartão e tive que pagar em dinheiro.
Também não sei se é um problema, mas todos esses cartões VTM dizem que pode fazer compras online, basta informar o número, mas diversas vezes tentei comprar online (mais passagens de ônibus, trem e avião internas) mas sempre que tento concluir a compra, barra na questão do "Nome do proprietário do cartão", nunca conseguindo finalizar a compra e todos os SAC não sabem como orientar para preencher esse campo (mesmo todos afirmando que se pode comprar pela internet usando o cartão)

Anderson
AndersonPermalinkResponder

Igualzinho, principalmente os VTM do Banco Cotacao que sao emitidos sem nome... So me dei bem com os VTM do Bradesco (mas tem taxas mais altas) que vem com o nome impresso...

Marilia
MariliaPermalinkResponder

Segredo de viagem calma: Dinheiro vivo ou cartão de crédito. !!!!
Cartao de débito nos EUA, esquece!

Isabela Blanco

Não uso o VTM desde a mudança do IOF, inclusive estava nos EUA no dia da mudança e quando acabou o saldo do cartão imediatamente comecei a usar o cartão de crédito.
Mas me recordo que o único lugar em que ele não foi aceito nos EUA foi na compra de bilhete no metrô de NY. Nunca tive problemas em restaurantes ou lojas, mas sempre me pediam pra assinar e nunca usar o PIN.

Vitor
VitorPermalinkResponder

Além disso, os cartões VTM não pontuam nos programas de pontos! Viagem pra fora do Brasil, é dinheiro ou cartão de crédito, que mesmo os 6,38% de iof serão revertidos em pontos. E em alguns países, como Uruguai por exemplo, pagando no cartão de crédito brasileiro, o imposto local é descontado (de 18% a 22% de estorno ou na fatura do cartão ou direto na comanda!)

Cumbicão
CumbicãoPermalinkResponder

Achei muito útil o relato.
Assim como dito acima, já usei mais, quando o IOF para o débito não era de 6,38%. Era uma festa!
Recentemente nos EUA até ia passar o débito para o hotel, mas o recepcionista gentilmente me lembrou da questão da pré-autorização/bloqueio. Vendo o relato, acho que o alerta procede sim, mas que foi sacanagem do atendente não avisar deste delay. sad
A do restaurante é um absurdo e caso de polícia. Valeu pelo alerta.
No geral, nunca tive problemas, nem nos EUA, nem em outros destinos com o cartão de débito.
Hoje, utilizo ele para sacar dinheiro dos ATMs, especialmente onde a moeda não é euro nem US$ (para onde prefiro um mix de dinheiro vivo e crédito).
Tenho ciência de problemas (raros) em alguns bancos sim, mas trabalhando com o Itaú e Santander, o máximo que encontro de problemas é que eventualmente um ATM não aceitar, ai troco de cartão ou de terminal e acaba resolvendo.
Nos meus posts a respeito noto que a maioria dos problemas ali relatados decorrem da dificuldade quanto às senhas (que podem ser diferentes no exterior 4/6 dígitos) ou simplesmente dos bancos não processarem o pedido de desbloqueio da função débito no exterior.
Creio que a dica mais importante seja aquela que inclusive o Riq já deu em outros posts e que concordo e sigo: nunca tenha apenas uma ou duas opções de pagamento, diversifique para não passar aperto.

Luciana Janson

Eu uso sempre o pré-pago em viagem; é o jeito mais fácil que encontrei de controlar os gastos.

O primeiro pré-pago que eu tive (da Cotação) não tinha relevo, era lisinho, e foi recusado em algumas lojas (como a Macy's, por exemplo); o cartão também não era nominal nem tinha chip, mas como nos EUA dificilmente pedem senha, acho que o problema pode ter mesmo sido desconfiança de um cartão sem titularidade definida e sem relevo. (E faz tempo, era 2007/2008.) Depois que passei a usar o Cash Passport (Mastercard, emitido pela Novo Mundo) nunca mais tive problema - não sei se foi sorte ou não, mas esse tem chip E relevo. (E, mesmo assim, nos EUA um ou outro lugar só pede senha.) Acabei de voltar de Londres e não tive problema absolutamente nenhum; pediram senha em todos os lugares, como tem que ser.

Nos EUA sempre uso para restaurante/gorjeta, mas nunca notei se eles debitam duas vezes e depois estornam; eu tenho a impressão de que notaria se eles fizessem isso.

E nunca tentei usar o débito da conta corrente. Tenho Bradesco e vou tentar essa modalidade na próxima viagem só de curiosidade! smile

Tânia
TâniaPermalinkResponder

Já usei e me lasquei uma vez. Foi em Nova York em uma loja de roupas na 5 avenida. Vi uma blusa e resolvi comprar. Como na máquina não aparecia o valor, só vi que o preço da peça de roupa era outro quando a vendedora me entregou o comprovante do débito. Pedi para cancelar a compra, devolvi a blusa e quando voltei ao Brasil recebi a fatura veio registrada. Hoje, evito cartão de débito para compras no exterior.

Claudia
ClaudiaPermalinkResponder

Quando eu morei em San Francisco entre 2011/2012 eu usava mais meu cartão de crédito do Banco do Brasil, mas usei débito algumas vezes e não tive problema nenhum, sempre passou e quando eu precisava eu sacava dinheiro da minha conta do Brasil em qualquer caixa eletrônico. Nas viagens que eu fiz depois, os problemas começaram: em 2013/2014 eu queria usar débito, escolhia função débito, mas ia tudo pro cartão de crédito de uma maneira super confusa com todas as taxas e impostos de cartão de crédito; no final de 2015 vim para San Diego e foi um drama total. Muitos lugares ainda estão em transição para cartão de chip, aí várias vezes o cartão não passava (nem crédito, nem débito), ou não conseguia sacar dinheiro no caixa eletrônico, tinha que ir tentando vários bancos até algum funcionar. Mas pela internet sempre funcionou.

RABUGENTO
RABUGENTOPermalinkResponder

Esse problema da transição de sistema (chip) já acontece há muitos anos no que vocês chamam de "primeiro mundo..."

Inês Santos
Inês SantosPermalinkResponder

Em uma viagem na Croácia por duas vezes tentamos sacar dinheiro e por algum motivo este não foi liberado só que era dado como debitado do valor em moeda estrangeira carregado no meu cartão. Posteriormente houve o estorno desses valores só que como crédito em "reais", resultado faltou moeda estrangeira no final da viagem e tivemos que usar a função crédito.

Cristiano
CristianoPermalinkResponder

Quando pedir zip code você pode colocar qualquer um do país que voce está

Luis Afonso de Assis

Oi pessoal, vou pro Egito em Maio/2017, alguém já teve alguma experiencia com os cartões de crédito por lá (utilização no comercio, saques em cx eletrônico..... ),grato

Adri Lima
Adri LimaPermalinkResponder

Já aconteceu algumas vezes comigo de escolher a função débito e vir na fatura do cartão de crédito, pois meu cartão de débito é multifunção. Isso tanto nos EUA quanto na Europa.

Quando isso acontece é chato, porque a opção que escolhi foi devido a algum motivo (a algum tempo atrás, fugir do IOF maior...) mas nunca foi grande problema.

Depois que o IOF foi equalizado nas operações de débito e crédito, prefiro usar o crédito, sempre.

Eduardo Barros Leal

Daqui há 15 dias viajarei para Emirados Árabes, Israel e Jordania, vou por uma agencia, pacote completo, exceto almoço em alguns passeios, vou levar o moneycard bradesco com dois mil dolares e mais 500 dolares em espécie, levarei também um cartão internacional de meu banco, mas por precaução, sempre opto por levar mais do que seria necessário, é a minha primeira viagem em excursão, nos anos anteriores viajei sozinho, e não tive problemas com dinheiro, mas diferente desta vez, levarei além de dolares em espécie, um cartão de débito em moeda estrangeira, segundo amigos que já foram por este roteiro, é super aceito o cartão de débito em moeda estrangeira, tanto para saques com para compras.
Na volta, farei um relato de m,inha experiencia.

Irina Martins Reis Yamashita

Usei muito quando o IOF era 0,38%. Em uma das minhas viagens, num dia de compras no outlet, o meu cartão foi bloqueado depois de atingir um determinado valor (cartão BB). Esse foi o único problema que encontrei.

Nayane
NayanePermalinkResponder

Na única viagem que tentei usar o cartão de débito em 2009, uma vendedora me explicou que o sistema de débito (por exemplo Maestro da MasterCard) dos EUA não era o mesmo que do Brasil/Europa e por isso o cartão não passava em várias lojas, pois a máquina na reconhecia a função...
Não sei se é verdade, mas fez sentido para mim! Hehe
Mas nos caixas eletrônicos, o cartão de débito funcionou normalmente nessa mesma viagem.

Dri
DriPermalinkResponder

Só usei a função debito do meu cartão do BB para saques e nunca tive problemas. Já meu VTM da cotação teve todos os problemas relatados acima, de não aceitarem por não ter nome, de pedirem só assinatura em vez de senha. Nunca reparei se debitavam o restaurante duas vezes não, acredito que se o processo de estorno fosse demorado eu teria reparado. Só continuo com ele pq é saldo remanescente e se eu pedir pra resgatar em moeda acabo perdendo dinheiro.

Carlos ferreira

Nunca usei a função débito, nos USA, mas uso (usava) bastante em Portugal e europa em geral e não tinha problemas, exceto no mcdonalds, que não aceita cartão brasileiro(?). No ano passado usei bastante o debito santander, sem pagar taxas, só o cabio + iof, só que dessa vez (voltei de férias dia 6/10) o santander me cobrou 7 euros por transação de débito, independente do valor. Por isso é preciso pesar se vale a pena.

Viviane
VivianePermalinkResponder

Numa viagem grande que fiz em 2012 pela Califórnia (principalmente San Diego), usei cartão pré-pago o tempo inteiro. Na época valia a pena, porque o IOF era baixo. Pagava a gorjeta com ele também (preenchendo à mão) e não tive problemas. Na maioria dos casos, cobravam separado a conta e a gorjeta. E o cartão era aceito sem problemas em bares e restaurantes.

Clarissa Carino

Eu também usei direto o VTM na minha viagem a NY em 2012 e não tive problemas de aceitação e nem reparei de terem debitado duas vezes ou algo do tipo...

Mas agora, com o IOF bem mais alto, estou repensando se vale a pena usar o VTM na minha próxima viagem a NY, no ano que vem... Mas não queria ter que recorrer ao cartão de crédito para compras e afins (apenas para emergências) por conta do risco de grandes variações cambiais...

Penso que então a melhor opção seria levar uma parte em cash (para pagar hospedagem, pequenos gastos diários e os restaurantes por causa da questão das "tips") + o VTM com alguma grana para compras de eletrônicos e coisas do tipo + o cartão de crédito para emergências apenas... o que vocês acham???

Roberto Hoffmann

Quando o IOF era menor, era mais vantajoso. Hoje uso crédito ou cash.
Achei estranho o caso da Dri Setti, pois nunca tive problema com postos de gasolina nos EUA; era só digitar o PIN na bomba e deu. Talvez porque eu use o cartão da rede Cirrus (Mastercard).
Pra evitar qualquer dúvida, tenha um cartão de débito e outro de crédito porque senão a compra feita em uma modalidade pode cair na outra.

adelaide rossini de jesus

Estivemos na Califórnia e Nevada este ano e alugamos um carro pela Fox.Por causa do IOF.Paguei tudo em dinheiro e agora veio tudo no meu cartão de credito.Comuniquei a operadora mas me disseram que tenho que pagar pois de outra forma vao cobrar juros. Não paguei e estou aguardando o que vai acontecer. Fox NUNCA MAIS. Sempre aluguei pela ALAMO e nunca tive problemas.
.

Guilherme Maia

Boa tarde, estou com uma dúvida sobre VTM. Estou lendo vários relatos de IOF. Na Cotação eu pago o IOF no momento da compra do crédito. Quando faço uma compra nos EUA com o VTM, é debitado também IOF além do valor da compra? É como se pagasse o IOF duas vezes mesmo?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Guilherme! Só paga IOF uma vez. Se pagasse duas vezes, estaria na explicação.

Flavio ALEX
Flavio ALEXPermalinkResponder

Nao entendo a tara da pessoa em pagar aluguel de carro, restaurante em cartão de debito!!!!!! Não faz sentido, o credito é muito mais seguro e prático. (veja disse prático e não barato, mas no frigir dos ovos o valor é quase o mesmo).
Ricardo Freire ja fez ótimos textos aqui dizendo das vantagens do cartão de crédito, sempre usei, e sempre vou usar porque é o melhor sistema, mas como o mundo é livre cada um usa o que quiser... mesmo achando que vai fugir do IOF.... Nesse momento mesmo quem usou o credito se deu bem pq o dólar esta derretendo...

Renata Rufino Dabbur

Eu e meu marido passamos um mega perrengue com o cartão de débito. Levamos pouco dinheiro em espécie e um pré pago com 200 dólares e decidimos que íamos pagar todo o resto no débito, crédito seria somente pra emergências.
Assim que chegamos tentamos pagar uma compra no débito e foi recusado. Tentamos diversas vezes em lojas e restaurantes e sempre dava recusado. Apesar da tensão descobrimos que sacar o máximo possível (800 dólares) era bom e a taxa era baixa. Fomos fazendo assim, sacando quando necessário, até que um dia precisamos de $ a mais e descobrimos que havia um limite se saques a cada 24 horas. Acamos usando o crédito. Ligamis diversas vezes na Visa e no Samtander mas ninguém soube dizer o que deu errado.

Atenção: Os comentários são moderados. Relatos e opiniões serão publicados. Perguntas serão selecionadas para publicação e resposta. Entenda os critérios clicando aqui.
Bóia offline! Vamos continuar aprovando comentários, mas a Bóia só volta a responder perguntas que forem feitas depois de 10 de abril de 2017. Obrigado pela compreensão.
Cancelar