Japan Rail Pass: o melhor passe de trem do planeta

Japan Rail Pass

Japan Rail Pass4 de fevereiro de 2005. Se você quer viajar um pouquinho pelo Japão, o Japan Rail Pass é um excelente investimento. Por US$ 280 315* (praticamente o preço de uma passagem Tóquio-Kyoto ida e volta), você tem direito a 7 dias de viagens ilimitadas pelos trens da Japan Rail (JR — ou “Djêi Ár”, em japonês).

Mesmo enquanto você ainda está em Tóquio, você pode usar o passe para fazer passeios aos arredores – por exemplo, a Nikko (templos, macaquinhos) e a Odawara (onde você compra outro passe para ir a Hakone e ver o Monte Fuji). E não só isso: o passe dá direito à Linha Yamanote, o trem metropolitano que é a maior mão-na-roda para você se deslocar por Tóquio. (Nas linhas do metrô convencional, no entanto, você vai precisar comprar passagem.)

Nenhum passe de trem europeu entrega tanto por tão puco. Mas o  bacana do passe da JR talvez não é só a economia. É que, com ele na mão, você não entra pela “roleta”, como os outros mortais – você vai pelo ladinho das catracas magnéticas, mostra o passe para o chefe da estação conferir a data, e pronto: arigató gozaimashté, é só passar. Você está no país mais igualitário do mundo, mas basta aparecer uma catraca que você vira VIP. Hai!

Japan Rail Pass

O passe só está à venda fora do Japão, por vendedores credenciados (eu comprei por meio do meu agente de viagem). Vem em duas categorias: Green (equivalente à primeira classe) e Ordinary (segunda classe). Eu viajei de Ordinary, sem problema nenhum. Dá para reservar assento sem pagar nenhum suplemento: basta se dirigir a um guichê específico do JR Pass, onde você é muito bem atendido em inglês (eu cheguei com uma listinha de horários previamente pesquisados e deu tudo certo, fiz tudo de uma vez só). Pesquise horários neste site aqui.

A única desvantagem do JR Pass é que você precisa andar o tempo todo com o seu passaporte — que pode ser pedido a qualquer momento pelo chefe de estação para ver se o passe é seu mesmo. Em seis dias, ninguém pediu o nosso. Mas foi bom para ter a sensação de andar por aí com o passaporte no bolso, sem ter absolutamente nenhum receio de ser assaltado.

*O valor em yen do passe de 7 dias continua o mesmo de 2005: 28.300 yens; a diferença em dólar é por conta da valoriação da moeda japonesa.

Leia:

Site do Japan Rail Pass

Preços do Japan Rail Pass

Horários de trem no Japão

Todas do Japão no Viaje na Viagem

Continuo republicando a blogagem (mais ou menos) ao vivo de uma volta ao mundo do início de 2005. Para ler sobre Cidade do Cabo, Cingapura, Sydney, Tóquio, Monte Koya, Kyoto e Takayama, clique aqui.

62 comentários

Oi Ana Alice,
muito obrigada por compartilhar as dicas aqui – foram muito úteis para ajudar no planejamento da minha viagem! 🙂 Abraços, Maria

Oi!
Estive com meu marido no Japão, com direito a uns diazinhos em Seul, em março/abril deste ano. De volta ao Brasil escrevi um email com umas dicas práticas para uma tia, que embarca para o Japão no fim do ano. Pensei que talvez possa conter algumas informações que possam ser úteis para outras pessoas…

Chegamos pelo aeroporto de Narita, que não é muito pertinho de Tóquio. Para sair do aeroporto as melhores opções são o trem Narita Express e o Limousine bus (ambos caros, mas com preços parecidos). A idéia inicial seria um hotel nas redondezas da Tokyo station (uma das principais estações de Tóquio e uma das paradas do Narita Express), mas a estação é muito grande e achei (e depois tive certeza), que seria difícil achar a saída certa da estação para acessar o hotel. Assim optei por um hotel próximo a um dos pontos do Limousine bus, um ônibus especial que tem parada em vários hotéis. No site eles dizem em que hotéis o ônibus para (www.limousinebus.co.jp/en/). Reservei um hotel próximo a um deles e levei um mapinha com o trajeto a pé que teríamos que fazer. Foi super fácil comprar o ticket do ônibus quando desembarcamos em Narita. Levei também um mapa do aeroporto para achar o guichê, mas nem precisamos. O ponto do ônibus é bem perto do guichê. Para comprar é preciso informar em que ponto você vai descer, o que foi ótimo, assim não precisei gastar meu japonês com o motorista do ônibus. Em uma tela as paradas vão sendo anunciadas. Os preços variam levemente de acordo com a distância que você vai percorrer. As malas vão no bagageiro do ônibus. Ficamos em um hotel em Ginza (Tokyu Stay Ginza), bem perto de uma estação de metro. Gostamos muito do hotel e da localização.
Para andar no metro de Tóquio compramos um cartão chamado Suica, da Japan rail (JR). Em Tóquio existe mais de uma empresa de metro. Com este cartão você usa qualquer uma delas, isso facilita bastante. Compramos o cartão em uma estação JR próxima ao hotel (uns 10 min a pé, talvez). O cartão é comprado em máquinas de autoatendimento. Procure as com opção de inglês. Algumas só fazem recarga e não emitem novos cartões, na dúvida pergunte no guiche, como nos fizemos. A máquina é fácil de operar. Para usar o metro é preciso passar o cartão na roleta ao entrar na estação e ao sair. A tarifa é calculada e debitada de acordo com o trecho percorrido. Cada um precisa de um cartão (não sei como funciona para crianças), e é preciso fazer um depósito de 500 ienes, ou seja carregamos cada cartão com 2000 ienes, mas só poderíamos usar 1500. O deposito pode ser devolvido no fim da viagem, mas tem que ser na região de Tóquio, fomos para Kyoto sem devolver e dançamos em 1000 ienes ( 500 de cada cartão, cerca de 10 dólares apenas). Se sobrar crédito é possível pedir a devolução, mas eles seguram 200 ienes. Fora o depósito tínhamos 117 ienes em cada cartão quando chegamos em Kyoto, para não perder fiz uma comprinha em uma loja de conveniência (sim, também se pode fazer pequenas compras com o cartão), e paguei a diferença em dinheiro.. Em cada região do Japão este cartão, chamado IC, é gerenciado por uma empresa e tem um nome diferente. Os mais usados em Tóquio são o Suica e o Pasmo, ambos se prestam para mesmo fim. O Pasmo tem uma pequena vantagem, se sobrar dinheiro eles devolvem integral, não seguram os 200 ienes como o Suica. Existem outros cartões de transporte que podem ser usados em Tóquio. Tem um, por exemplo, que custa 750 ienes com uso ilimitado do metro por um dia, mas só pode ser usado nas linhas JR. Cada um de nós gastou cerca de 2400 ienes com metro nos três dias que estivemos em Tóquio. No quarto dia acionamos o JR pass com intenção de passar o dia em Hakone.
Visitamos a maior parte das atrações de Kyoto de ônibus . Eles servem muito bem a cidade, que tem apenas duas linhas de metro, se não me engano. Mas não foi a melhor experiência de transporte no Japão, estavam sempre cheios, algumas atrações são distantes, e nem sempre o trânsito ajudava. Ficamos hospedados em um hotel que distava cerca de 10 min a pé da estação de trem (Green Rich Hotel Kyoto Eki Minami) . O terminal de ônibus fica junto a estação. Para ir a Inari (imperdível) e para a floresta de Bambu (mais bonita nas fotos do que no local), fomos de trem usando o JR pass.
Compramos o JR pass para 7 dias. Comprei online na Gema turismo, que é sediada em São Paulo. Paguei com boleto bancário e recebi o voucher por sedex. Paguei 1761,53 reais por dois passes. Tem um site na internet em português que passa a impressão de ser o oficial da JR e vende o passe, mas ele não esta listado como uma opção de compra no Brasil no site oficial da JR. O voucher recebido no Brasil deve ser trocado pelo passe no japão dentro de três meses após sua emissão, então não da pra comprar muito antes. Ao trocar o passe em um dos escritórios da JR (fácil de encontrar nas estações de trem), vc precisa informar que dia vai começar a usar (esta data tem que ser dentro dos próximos 30 dias após a troca). A partir desta data ele pode ser usado por 7, 14 ou 21 dias consecutivos, conforme sua compra. O passe é uma beleza, só pode ser usado por turistas e não pode ser comprado após a chegada no japão. Fizemos todos os nossos trajetos entre as cidades com ele. É preciso se programar para tirar dele o melhor beneficio. Ele serve o Narita Express, aquele trem que sai do aeroporto, mas não vale a pena usa-lo dentro de Tóquio, então tem que fazer conta para ver o que fica melhor. Tem um site espetacular (www.hyperdia.com/en/) com todo o timetable dos trens do Japão com os preços. Dá para fazer a estimativa de preço de todo o roteiro pretendido e avaliar se é vantagem comprar o JR pass e, se for o caso, quando é melhor financeiramente acionar o passe. Aos preços das passagens é somado, a seu critério, um outro valor para reserva opcional de lugar no trem. Com o passe as reservas não são cobradas. Reserva-se o assento nos escritórios da JR nas estações, sem pagar por isso. Se vc perder o trem, tudo bem, pega o próximo, mesmo sem reservar. Todos os trens tem alguns vagões, pelo menos uns 3, se não me engano, para passageiros sem reserva. Sempre informam quais são os vagões dos “sem reserva” na plataforma. Só andamos nestes vagões, foi tranquilo. Sempre tinha lugar. Só precisa tomar cuidado porque em dois dos trens rápidos não se pode usar o passe. É só prestar atenção no nome do trem, que sempre esta escrito na plataforma.
Nossa programação foi:
Dia 1 – Domingo – chegamos em Narita no fim da tarde
Dias 2 3 e 4 – Segunda, terça e quarta – Tóquio.
Em Tóquio:
• mercado de peixes (Tsukiji Market) com direito a sushi de café da manhã em um dos vários pequenos restaurantes da região do mercado. Os turistas só podem entrar às 10h no mercado. Antes disso só entram as pessoas q de fato vão comprar. Dizem que é o maior mercado de peixes do mundo. Chegamos a cogitar o leilão de atum, mas é complicado, tem que ir de madrugada para conseguir lugar para assistir.
• Andamos por Ginza.
• Demos um pulinho a Akihabara, bairro dos eletrônicos com lojas enormes. Não achei que vale a pena. Também li que, em geral, não vale a pena fazer compras de eletrônicos no Japão.
• TEMPLO BUDISTA SENSO-JI, em Asakusa (tem q ir!)
• TOKYO SKYTREE, fila enorme para subir, mas achamos que valeu a pena!
• UENO PARK – não deu tempo de ir, infelizmente
• Santuário de Meiji – o templo principal esta coberto, em reforma, mesmo assim tem que ir!
• Takeshita Street – rua de comercio (nada demais). Perto do Santuário de Meiji / Omotesando (comercio chique)
• Shibuya – Shibuya Crossing / Center Gai- rua de pedestre com muitas lojas
• Shinjuku – Tokyo Metropolitan Government Building (bacana, free)
• Obaiba
• Cheguei a agendar uma visita guiada aos jardins do palácio imperial de Toquio. Dura cerca de 1 hora e é gratuita. O agendamento deve ser feito com antecedência pela internet (sankan.kunaicho.go.jp/english/index.html). Acabou que não fomos.. era muita coisa pra ver em Tóquio para pouco tempo…Fomos, em um outro dia, apenas na parte dos jardins que podem ser visitados sem agendamento, também gratuito.
Dia 5 – Quinta – acionamos o JR pass, nosso objetivo era ir a Hakone, ver o Monte Fuji. Chegamos a ir ate Odawara com o passe (30’de Tóquio de trem rápido), de la teríamos que pegar um ônibus e um trem até Hakone (não cobertos pelo passe – mais uma hora). Mas o tempo fechou e preferimos voltar a Tóquio e ir a Kamakura (cerca de 1h de Tóquio). Cheguei a ler que na maior parte dos dias o Fuji esta encoberto. Alguns acham que não vale a pena ir a Hakone.. como diria meu pai, muita coruja para pouco toco (muita lenha pra chegar e não conseguir ver o Fuji…) Para resolver este dilema cheguei a pensar em reservar um Riokan em Hakone. Riokan é uma hospedagem tipicamente japonesa (imperdível). Se o Fuji estivesse encoberto, valeria pelo Riokan com onsen (também imperdível). É uma ideia…. Tem também um belo museu a céu aberto em Hakone.
Dia 6 – Takayama de JR pass- Trem rápido para Nagoya + trem cênico ate Takayama (longe para caramba). Takayama é linda! Nevou enquanto estávamos la. Em Takayama ficamos hospedados em um Riokan ótimo (Oyado Koto No Yume) e tomamos nosso primeiro banho publico…. Nunca pensei que fosse ter coragem…. é imperdível! Homens separados de mulheres. Neste hotel pode ser reservado o banho privado por uma taxa extra, mas enviei um email pro hotel e fui informada que a água que serve o banho privado (que fica no ultimo andar), é aquecida artificialmente.. água quente por si só tenho em casa…. kkkkk Aqui o café da manha foi tipicamente japonês. Em Takayama visitamos o centro da cidade, onde existem umas casas antigas preservadas, jantamos a carne típica da região (hida beef) e visitamos Hida no Sato (um museu a céu aberto para onde levaram várias casas antigas típicas dos Alpes japoneses. Em algumas se pode entrar. Imperdível. Existe uma cidade que dista cerca de 1 hora de ônibus de Takayama chamada Shirakawa-go que tem uma proposta semelhante. Li que não é preciso visitar as duas, Hida no Sato cumpre bem seu papel!
Dia 7 – pegamos um ônibus em Takayama e fomos a uma cidade onsen nos Alpes. A “rodoviária” é anexa a estação de trem. Compramos um passe “ida e volta” da Nohi bus (Takayama & Shinhotakan 2-day ticket) por ¥4,110 cada um (carinho….). Aqui o onsen era a céu aberto com água sulfurosa e muito quente… e nevava…. reservamos um horário para usar o onsen privado, sem pagar nada por isso, e após o jantar colocamos nossos quimonos (kkkk) e fomos andando pela neve até la…quase que meu marido roeu, mas foi incrível. O relaxamento é tão intenso que tive dificuldades em caminhar de volta pro quarto!! Aqui tivemos um jantar e café da manhã tipicamente japoneses, sentados no chão… também imperdível…. Este Riokan (Shinzanso) fica na penúltima parada do ônibus, o ponto final é no teleférico. Levamos um susto quando descemos no ponto recomendado pelo Riokan. Parecia que estávamos no meio do nada, só com neve em volta… Para nossa sorte desceu também um casal de chineses com malas, isso nos fez imaginar que estávamos no caminho certo… No mirante do teleférico a temperatura era 7 graus negativos!!
Dia 8 – fomos pra Kyoto de JR pass, com troca de trem em Nagoya. Chegamos já no começo da noite.
Dia 9 – de Kyoto para Inari(manhã) e Nara (tarde) de JR pass, ambos imperdíveis.
Dia 10 – de Kyoto para Hiroshima (de JR pass) Day trip. Tem duas balsas que vão para a ilha de Miyajima, uma delas é coberta pelo passe. Lá esta uma das três paisagens mais fotografadas do Japão (um Tori que parece flutuar na água). O legal é ir na maré alta, para isso consultamos pela internet a tabua de mares ao chegar em Hiroshima. Como já estava na hora da maré alta fomos primeiro para a ilha, e depois para o parque da paz. O ônibus turístico da cidade também é coberto pelo passe. Fomos ao parque da paz com ele e ainda demos uma volta na cidade…
Dia 11 e 12 – templos de Kyoto- compramos um passe no escritório de informações turísticas na estação de trem por 500 ienes por pessoa que da direito ao uso ilimitado de ônibus municipais por um dia. Ele também é vendido no terminal de ônibus anexo a estação de trem. No dia seguinte compramos o passe também. No escritório de turismo eles dão um mapa ótimo com as linhas de ônibus, mapa da cidade e também um panfleto com sugestões de roteiro.
O ideal seria ter mais um dia em Tóquio e mais um em Kyoto.
Compramos um chip de dados de 1 giga por um pouco menos de 2700 ienes. Foi o suficiente para 12 dias de internet no Japão. Usamos bastante o Google maps e o Hyperdia.com, para consultar os horários dos trens. Não é possível baixar o mapa do Japão para usar o Google maps nem o “Here” offline.. Pedimos ajuda para o rapaz da loja quando compramos o chip. Primeiro ele colocou um chip de teste e mexeu um pouco nas configurações do telefone para funcionar, não sei se teríamos conseguido sem a ajuda dele (ainda apanhamos um pouco depois.. só funcionou de fato depois que inserimos um número que vinha no cartão que acompanhava o chip). O telefone não pode estar bloqueado pela operadora do Brasil.
Fora os nossos dois dias de hospedagem em Riokan, só tivemos um dia de hotel com café da manhã. Este café da manhã não era totalmente japonês, mas tinha muitos itens típicos, não tinha queijos nem frios… Por isso não nos arrependemos de fazer reservas sem café da manha. Os hotéis de Tóquio e Kyoto tinham chaleira elétrica no quarto e os saches de café podiam ser retirados à vontade na recepção. Comprávamos pão queijo, frios e até ovo cozido em lojas de conveniência (tem muitas 7 eleven no Japão!!)
Hakone e Nikko eram possibilidades de viagens do tipo bate e volta de Tóquio, mas não deu…
Só para ter uma ideia gastamos cerca de 70 dólares em média por dia com comida para os dois (mas em viagem geralmente fazemos apenas uma grande refeição por dia, geralmente o jantar. A outra refeição na maioria das vezes é um lanche.)
Usei muito o Japan-guide.com para planejar a viagem.
Kyoto é servida por dois aeroportos. Usamos o KIX/Kansai para ir para Seul. Se forem utilizar este aeroporto usem a linha o trem Haruka limited express que sai da Kyoto station. Ficou um pouco mais barato comprar o passe “kansai area pass” para um dia (2300 ienes para cada) do que comprar o ticket Kyoto-aeroporto.
A Coreia do Sul foi uma bela surpresa. Confesso que um leve cheiro de esgoto na rua no hotel, lixo e muitas barracas de comida de rua (must to see em Seul) foram bem impactantes na chegada, após nossos dias na organização do Japão (onde não se vê nem lixo, nem lixeira!!). Mas Seul se mostrou linda, cheia de cultura e lugares belíssimos. O povo também é ótimo! Reservamos um hotel que poderíamos chegar de metro, sem precisar trocar de linha, e bem na saída da estação. Tinha muitas dúvidas sobre como operar a máquina para comprar os tickets de metro, mas é super fácil. Tem um aplicativo espetacular (Subway Korea) que te informa q linha pegar, se tem conexão, quanto tempo leva a viagem, quanto custa, de que lado do trem vc vai descer e qual saída da estação é a melhor para o seu destino. Precisa mais?? É gratuito, em inglês e funciona off-line. Para comprar o bilhete na máquina você informa q estação esta e em qual vai descer. Em cada passagem esta incluído um depósito de 500 wons, que pegamos de volta ao devolver o cartão em um máquina localizada logo após as roletas ao chegar no seu destino. Você Introduz o cartão e a máquina devolve uma moeda de 500. Simples assim. Nos enrolamos um pouco na primeira compra no aeroporto, porque quando trocamos o dinheiro só nos deram notas de 10.000 e a máquina não dá troco alto (mais que 4000, acho). Mas foi só chegar perto de uma cabine de informações que o rapaz leu nosso pensamento e trocou nosso dinheiro.

Foi uma linda viagem…

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