Prós x contras: dólar, euro, peso, real, travelers, cartão de crédito, saque internacional ou Visa Travel Money?
Vai viajar para o exterior? Está na dúvida sobre que meio de pagamento usar lá fora? Pois pode sair daqui com uma certeza: não há modalidade perfeita. Todas têm seus furos. Fazer câmbio significa necessariamente perder um pouquinho. A idéia é perder o menos possível. (E não é só dinheiro, não. Também se pode perder muito tempo com câmbio. E tempo, em viagem ao exterior, não é só dinheiro — é moeda forte.)
Vamos aos prós e contras de cada meio de pagamento. No final, eu dou minha receitinha.
DÓLAR, EURO, LIBRA (e, vá lá, PESO)
Vantagens:
* Com a grana na mão, você não corre o risco de perder dinheiro com uma eventual desvalorização do real até o fim da sua viagem. (E o assunto morre ali: logo depois de efetuada a compra, você pára de pensar se fez um bom negócio ou não. Moeda forte é moeda forte, #prontocomprei.)
* Se você viajar para lugares onde a moeda é corrente, não vai precisar se preocupar em fazer câmbio. Hurra!
* Se sobrar, você pode guardar para a próxima. (E na próxima você vai se dar conta de que não existe dinheiro mais barato e bem-vindo do que dólar de gaveta!)
* Na Europa, recomenda-se (sobretudo para integrantes dos grupos mais visados – rapazes, mulheres jovens, estudantes, participantes de simpósios e congressos) passar pela imigração com 60 euros em espécie por pessoa por dia de estada. (Caso o agente implique com você, não ter esse dinheiro vivo em mãos pode dar o argumento objetivo de que ele precisa para barrar sua entrada.)
Desvantagens:
* A compra é feita na cotação “turismo” (dólar-turismo, euro-turismo), que é significativamente mais cara do que a cotação comercial (sexta passada, enquanto o dólar comercial estava 2,02, o turismo estava 2,15 — 6,4% mais alta); ou ainda no “paralelo”, que pode ser mais caro ainda.
* Se você viajar para lugares em que o dinheiro não seja moeda corrente (dólar no Peru, euro na Hungria), vai ter que procurar casa de câmbio e passar toda vez pelas mesmas dúvidas. Será que não consigo uma cotação melhor? Será que não estão me engambelando na comissão? (Quando você se dá conta, perdeu uma manhã por causa de tostões, e ainda ficou num mau humor do cão.)
* Andar com dinheiro vivo/guardar dinheiro vivo no hotel são fontes de preocupação constante. (Na Europa sobretudo o que não falta são mãos-leves.)
Precauções
* Antes de comprar peso argentino no Brasil, veja se a cotação vale a pena. Consulte o site Dólar Hoy.
Oportunidades
* Comprar dólar ou euro de amigo/conhecido é uma ótima: dá para estabelecer uma cotação intermediária entre os valores de compra (sempre baixos para o seu amigo) e venda (sempre altos para você), e todo mundo sai ganhando.
REAL
* Só vale mesmo na Argentina (e no Uruguai) — mas é preciso saber onde fazer câmbio, senão você vai perder dinheiro. O Banco Nación do aeroporto (funciona 24 horas, 365 dias) costumava ter uma ótima cotação, mas parece que não é mais tão garantido assim. Veja antes no Dólar Hoy, que é o oráculo da Sylvia e mostra em que bancos conseguir o melhor preço. Muitos dos bancos e corretoras com as cotações boas ficam na calle Sarmiento, no centro, e funcionam, claro, em horário bancário. As casas de câmbio comuns costumam ter cotações melhores enquanto os bancos estão abertos; fora do horário bancário e nos fins de semana, elas aproveitam a falta de concorrência para jogar o câmbio no chão.
* Em outros países você pode até achar quem compre real, mas a cotação sempre vai ser muito ruim.
TRAVELERS CHEQUES
Vantagens
* Se você perder ou for roubado, pode recuperar o valor não-usado.
* Você se garante contra desvalorizações e pode usar os cheques que sobrarem em viagens futuras.
* Nos Estados Unidos é aceito normalmente pelo comércio, hotéis e restaurantes.
Desvantagens
* A cotação é a do dólar-turismo.
* Na Europa e em outros lugares, perde-se MUITO TEMPO procurando um lugar para trocar os travelers com boa cotação e sem comissão.
Precaução
* Se você optar por esse meio e for para um destino que não os Estados Unidos, saia de casa com os endereços (devidamente google-mapeados) dos postos de troca; informe-se dos horários em que estão abertos; e programe as suas incursões cambiais como quem planeja visitas a museus. Caso contrário, prepare-se para sofrer. “Ih, tá acabando o dinheiro, precisamos trocar travelers” é o prenúncio de um dia conturbado, com programas cancelados.
SAQUES NO EXTERIOR
* Pergunte ao seu gerente se o seu cartão de banco dá direito a saques no exterior na função conta-corrente. Este é um benefício cada vez mais comum.
Vantagens:
* A conversão é feita por uma cotação muito próxima à taxa interbancária — ou seja, praticamente o dólar comercial.
* Vale para qualquer país do mundo que tenha caixas automáticos; você não precisa pensar se é melhor levar dólar ou euro para o Nepal ou a Indonésia. Basta selecionar a função “conta corrente” (checking account).
* Caixas automáticos são muito mais numerosos do que casas de câmbio e não fecham nunca.
Desvantagens:
* E se der pau no meu cartão? Ou no sistema? É inevitável: cada operação dá um friozinho na barriga, por mais que as 35 anteriores tenham sido bem-sucedidas.
* Há taxas (por operação) e limites de saque (por operação e por período) que variam enormemente de banco para banco, de conta para conta e de rede para rede. Normalmente, quanto mais “especial” for a sua conta, mais você saca, e menos você paga. (Ainda assim, saiba que se a brincadeira toda custar até 5% do montante, você não perde dinheiro, por conta da diferença de cotações entre o dólar comercial e o dólar-turismo.)
Pegadinhas:
* Se o seu cartão não funcionar no caixa automático do banco X, tente no banco Y. Às vezes acontece de o seu cartão só ser válido numa rede específica.
* Se você fizer o seu saque com um cartão múltiplo de bandeira Visa, a conta vem na próxima fatura do seu cartão de crédito, pelo câmbio do dia do vencimento (se o dólar subir, você paga mais caro).
* Se você fizer o seu saque com um cartão múltiplo de bandeira MasterCard, o valor é debitado automaticamente da sua conta, pelo câmbio do dia (sem sustos na volta).
* Retire o máximo que der por operação, para diluir a taxa fixa de saque.
Precauções:
* Descubra o limite de saques do(s) seu(s) cartão(ões) no exterior — por operação e por período — antes de viajar, para saber o quanto vai dar para depender dele(s).
* Avise o seu gerente e o seu cartão sobre a sua viagem, para que o sistema não negue nenhuma operação por desconfiança.
CARTÃO DE CRÉDITO
Vantagens:
* Nas bandeiras Visa e MasterCard/Diners, os valores são convertidos por uma taxa muito próxima à do dólar-comercial; a diferença compensa o IOF de 2,38%.
* A aceitação está cada vez maior.
* Segurança: se perder, pode conseguir reposição ainda durante a viagem.
Desvantagens:
* Na bandeira American Express, os valores são convertidos pelo dólar-turismo.
* Se o real se desvalorizar entre o momento da compra e o vencimento da fatura, você perde dinheiro.
* Há limites de gastos; e o sistema pode bloquear o uso se suspeitar fraude.
Precauções:
* Informe-se antes de sair sobre o seu limite, e avise a operadora da sua viagem.
Oportunidade:
* Se o seu cartão rende milhas, é uma ótima oportunidade de transformar os seus gastos em futuras passagens grátis.
VISA TRAVEL MONEY
* É um cartão de débito internacional, que você carrega antes de viajar e pode recarregar durante a viagem, à distância. Serve para saques e compras — e, de uns tempos para cá, para pagamentos na internet também. É uma espécie de sucedâneo eletrônico dos travelers cheques.
* Pode ser carregado em dólar ou em euro. Em países cuja moeda seja diferente da carregada no cartão, o débito é feito pelo câmbio do dia.
* Não é vendido pelos bancos, mas por corretoras de câmbio.
Vantagens:
* Você faz saques no exterior mesmo se a sua conta de banco não permitir; e pode fazer gastos “por cartão” mais elevados do que o limite do seu cartão de crédito (você determina o seu limite; basta depositar dinheiro na sua conta VTM).
* Ao esgotar o seu limite, você pode recarregar o seu cartão (depositar mais dinheiro na conta); basta ligar para o emissor e combinar o depósito, que é feito por DOC ou TED. 24 horas depois o dinheiro já está disponível para sacar ou fazer compras.
* Se você perder o cartão, ele é substituído rapidamente.
Desvantagens:
* A cotação usada é a do dólar-turismo.
* Há uma taxa de saque de US$ 2,50 por operação e, muitas vezes, uma outra taxa, da rede onde você está fazendo o saque. Há também um limite de saque por operação e por dia.
Oportunidade:
* Se você, como eu, é fã do mix saques internacionais + cartão de crédito, o VTM é o melhor e mais seguro Plano B de que podemos dispor.
MINHA RECEITA:
A exemplo do que os analistas indicam aos investidores, o melhor é diversificar.
Eu acredito que os meios que fazem o meu dinheiro e o meu tempo renderem mais são os saques em caixa automático + gastos em cartão de crédito sempre que possível. Mas levo também um pouco de dinheiro vivo para as primeiras despesas, e desde a última viagem tenho um VTM para ser recarregado em emergências.
Esse é o mix que eu recomendo. Mas veja bem: como eu disse lá no começo do texto, não há meio (nem mix) perfeito. Dentro do seu estilo, da sua personalidade, dos seus limites no cartão e no banco você vai descobrir qual é o meio (ou o mix) que melhor se afina com a sua viagem. Aproveite as vantagens, fique ciente das desvantagens, e você vai se dar bem.





Mais uma biblia pra mesa de cabeceira viajandona .
Thanks Riq !
Bom dia “Gurus da viagem”
Estou desesperada e preciso da ajuda de vcs – rsrsrs
Ontem sentei pra afzer o roteiro de minha viagem em Dezembro à Europa e tô surtando aqui
os lugares que gostaria de visitar são:Suíça, Paris, Roma e Suécia. Sendo que gostaria de passar o Ano Novo em Paris. Tenho do dia 26/12 até 9/01 para tentar encaixar esses 4 lugares. Sei que o Riq e todos vcs aqui indicam uma viagem mais slow nesta época fria, mas será que cabe esses 4 lugares nesses meus dias? Outra coisa que tá me enlouquecendo é encaixar esses lugares nas low cost, não tá batendo…Eu só conheço a Ryanair e a Easyjet, tem outras?
Amigos me ajude, please!
Vivi, são lugares muito distantes (especialmente Suécia) para poucos dias. E avião demais para poucos dias, também. Eu já fui à Europa no inverno, e tive sorte de não pegar muito frio, mas acho válido o conselho de Riq: fique nas cidades maiores, que têm mais estrutura. O sul da Alemanha é uma ótima pedida para o Natal.
É uma viagem bastante sem pé nem cabeça. http://www.skyscanner.net. Boa sorte.
Eheheh Riq é verdade, agora tô vendo que é sem pé e nem cabeça…O que vc me aconselharia? Poderia mudar algo para Amsterdam?rsrsrsr
Tô doidinha:)
Valeu
Vivi,
1) Não alimente expectativas quanto ao Réveillon. Ele é chato em qualquer lugar fora do Brasil; no frio, mais ainda.
http://viajeaqui.abril.com.br/blog/64140_comentarios.shtml?1311328
2) No auge do inverno, há luz na Escandinávia das 9 às 15h. Se você não for atrás de hotel de gelo e Papai Noel na Lapônia, não é uma época muito recomendável.
3) “A Suíça” é um conceito meio amplo, sobretudo quando você tem 3 ou 4 dias e olhe lá. Eu tentaria ver paisagens alpinas — e ficar de vigília o tempo suficiente para dar algum dia muito bonito e os picos serem visíveis. Na pressa, eu não iria.
4)Deslocamentos e preços ficam mais viáveis quando você escolhe itinerários que façam sentido geográfico.
5) Nessa época do ano eu escolheria cidades cosmopolitas que oferecessem muito o que fazer em recintos fechados. Ou faria uma viagem em busca do Natal germânico, que é lindo.
http://www.viajenaviagem.com/2007/09/enquete-da-semana-europa-no-inverno/
Muitos anos atrás, muito antes do Euro, um amigo meu me ensinou a sempre levar comigo dinheiro do lugar que havia visitado e gostado. Na opinião dele, supersticioso que só, isso me traria de volta. Se é verdade, não sei, mas sempre funcionou. Sempre que eu chegava tinha pelo menos o dinheiro para as primeiras despesas. Claro que a carteira era volumosa, mas valia a pena. Eu ainda faço isso hoje, e quando acaba uso o cartão de crédito e o saque em caixas automáticas. Há um porém : cada vez mais aqui nos EUA estão aumentando as taxas para uso de cartões e saques fora do país. E sim, cada vez que viajo tenho que ligar para as administradoras pra avisar que vou viajar, o que acho um saco, mas…
Eu tb nunquinha saio sem dinheiro de verdade . Freud explica os perrengues pré-internet , pós revolução industrial .

Já me safei de poucas e boas por ter mony trocadinho
O mais complicado de tudo é carregar dinheiro no calor, e em destinos praianos ( o que fazer com a bendita bolsinha de cintura ? )
Mas , com certeza absoluta , hoje é preciso montar uma cesta financeira bem mais variada , pra viajar sem ficar perdendo um tempo precisoso , com o óbvio.
Não tem nada mais chato e pré historico do que ficar sem dinheiro e ter que correr atrás do din din .
Olá!
Estava pegando o 100 dicas para viajar melhor… para ler justamente sobre o que valeria mais a pena! Excelente! Aproveitando o post. Estou indo para Trento semana que vem e queria dar um pulinho na regiao do Piemonte também!Alguma sugestao de imperdiveis nestas duas áreas? Obrigada pelas dicas super úteis!
Adriany, esta página do InItaly.com tem várias sugestões de passeios (e restaurantes) no Piemonte — entre Turim, os lagos e as montanhas.
http://www.initaly.com/regions/piedmont/piedmont.htm
Pegando carona no link que o Riq deixou… O Piemonte é “a food lover’s paradise” e com o calor que anda fazendo por aqui (35ºC), nao sei se é uma boa pedida… Os vinhos a base de nebbiolo (Barolo por exemplo) não são exatamente “frescos” e a comida tipica que o acompanha, idem.
Pra mim, a melhor época pra desbravar o Piemonte é no outono, com um clima mais ameno e quando é também a época dos tartufos e aí a região vira uma orgia gastronomica.
Se voce tiver mesmo que ir pro Piemonte, nessa época do ano a regiao dos lagos, na minha opiniao, é mais indicada.
Uma opçao interessante lá perto é a costa da Liguria, que está entrando na alta temporada.
Super Obrigada pela dica!Acho que vou focar meu tempo na região de Trento e deixar o Piemonte para a próxima!!!
Eu levo dinheiro em espécie (nem muito, nem pouco) com a pretensão de não usar. Como regra, só uso cartão de crédito, exceto quando não dá (táxi ou pequenos gastos, p. ex.) ou quando não compensa (em alguns lugares – no Peru isso ocorreu bastante – quando você saca o cartão o vendedor ou o garçom vem informar que o preço para pagamento em cartão é mais caro, normalmente uns 20% a mais). Nos demais casos, se aceitar cartão, pago com ele, seja lá o que for. Tem dado certo, até porque nunca coincidiu de eu estar viajando em período de oscilações violentas de câmbio. A compensação pelo uso de cartão vem em passagens aéreas.
Não costumo fazer saques de minha própria conta corrente porque nas vezes em que tentei perdi bastante tempo indo de caixa em caixa eletrônico sem que fosse conseguida conexão com minha conta corrente (que é do Banco do Brasil) no Brasil. E as vezes em que deu certo só consegui fazer saques de pequenos valores e, por isso, precisei fazer mais saques para conseguir a quantia desejada. Como o BB cobra uma taxa por saque e também um percentual do valor sacado, as tarifas bancárias cobradas fizeram essa opção não valer tanto a pena, já que foram necessários vários saques para conseguir a quantia que queria. Hoje eu levo o cartão do banco e aviso ao meu gerente da viagem, mas só como uma cautela, caso o dinheiro em espécie não dê ou eu seja furtado/roubado ou perca o dinheiro e, além disso, também ocorram problemas com os dois cartões de crédito (bloqueio/furto/roubo/perda).
Não uso traveler check nem VTM.
Sobre o assunto, há muitas informações interessantes em http://viajeaqui.abril.com.br/blog/82737_comentarios.shtml?1311328
Riq, mais uma vez um excelente post!
Eu particularmente sou fã do mix dinheiro vivo + cartão de crédito, pois já tive muitos problemas para fazer saque no exterior e existem várias lugares que não aceitam cartão. Eu sei que é mais inseguro andar com dinheiro, mas não gosto de ficar dependente de sistemas (e olha que eu sou analista de sistemas…), principalmente em feriados, quando não te uma viva alma para te ajudar e tudo está fechado, inclusive casa de câmbio. Além disso, você as vezes perde um bom tempo procurando caixas automáticos que aceitem o seu cartão, e tempo é dinheiro.
Riq, didático como sempre. Só vale ressaltar que a Europa, pelas regras de imigração pede que se leve em espécie pelo menos 50 EU(ou 57, não me lembro direito) para cada dia que passar lá, então, não vale levar menos do que isso em espécie pois o ofical da imigração pode encasquetar e não adianta mostrar o cartão de crédito. Principalmente na Espanha/Inglaterra. Uma amiga minha, mulher, desacompanhada, teve que mostrar o $$$$ em espécie na França, belive or not.
Bem lembrado Paula. Uma amiga que veio por Lisboa (ela ia pra Barcelona) e pediram a ela a mesma coisa. Não dá pra vacilar nem com reserva de hotel nem com o dinheiro em cash. E, além do dinheiro vivo, um cartão de crédito internacional ajuda um bocado na hora de passar pela imigração.
Eu, pessoalmente, prefiro levar dinheiro vivo e o cartão de crédito pro caso de acabar. Vim pra Portugal no ano passado e deixei parte do dinheiro no Banco do Brasil e parte veio em cash. Em 1 mês que eu tava aqui deu a LOUCA no mundo e o euro que tava por 2,62 subiu pra 3 euros! A minha dica é: enquanto o mercado financeiro não estiver estável, o melhor é comprar o que der em um dia que a moeda tiver boa, pra não correr riscos. E deixar o cartão de crédito pra casos de extrema necessidade (e comprinhas extras)
Outra coisa, não leve por nada desse mundo notas de 500 euros, principalmente se vc for pro leste europeu, pois é muito difícil trocar. Em Praga, se não fosse meu Master para poder sacar algumas coroas tchecas, não teria conseguido pagar o táxi pro aeroporto.
Este é sempre um assunto bastante polêmico, né? Nem sempre as dicas se adequam ao viajante.
Já viajei pra alguns lugares e concordo quando você diz que a melhor receita é um mix. E saber guardar um ás na manga é fundamental para sobreviver no exterior.
Ter alguns trocados na moeda local é mesmo fundamental, independente da taxa de conversão nos aeroportos. Vale lembrar que o euro e o dólar são moedas fortíssimas, mas o tiozinho da barraquinha de sanduíches não vai aceitá-las quando você chegar morrendo de fome em São Petersburgo, por exemplo.
acabo de ganhar um processo na justiça contra o unibanco porque o cartão de saque não funcionou na europa. fiquem espertos! e eu avisei o gerente, chequei os limites, tomei todas as precauções antes de embarcar. cheguei lá e não funcionou, por isso eles perderam o processo. ou seja, seu banco não garante nada, é muito arriscado.
Ricardo, antes de vir eu fui a 3 agências do Banco do Brasil em Fortaleza e em TODAS me deram informações erradas. Também vim com o cartão errado porque o gerente tinha CERTEZA que era o certo. Não me falaram das taxas (15 euros por saque), dos limites, de NADA. Só vim descobrir tudo depois que cheguei aqui. É impressionante a falta de formação dos gerentes no Brasil em relação a assuntos financeiros internacionais. Vergonhoso.
Caramba, 15 euros por saque é MUITO pesado.
Por isso é que eu digo que varia de banco pra banco e de conta pra conta.
Nem me fale! E com a cotação do Euro ano passado então.. por isso, assim que o euro baixou um pouquinho, fui lá e tirei tudo. Paguei a taxa uma vez só e me livrei do Banco do Brasil (só tive estresse!)
Riq,
não tem mais perguntódromo? Pq o meu comentário é off topic… hehehe… Um amigo meu (pouco informatizado) tá indo pra El Salvador surfar e quer umas dicas de hospedagem e passeios por lá… Dei uma procurada nos arquivos e não achei nadinha… O que vc pode sugerir? Aceito sugestões alheias tb!
brigadinha e desculpa a pergunta nada a ver…
beijos
O assunto (surf) e o destino (El Salvador) são inéditos por aqui, Carol. Em quase cinco anos de blog ninguém falou de nada por aqui. Só vim a saber que se surfava em El Salvador outro dia, lendo o Planisfério Pessoal do Gonçalo Cadilhe.
Só posso te ajudar com o que busquei no Google:
http://www.lonelyplanet.com/thorntree/thread.jspa?threadID=1768679
http://boards.bootsnall.com/why-don-t-you-travel-to-el-salvador-t42103.html
http://www.wannasurf.com/spot/Central_America/El_Salvador/index.html
http://surfelsalvador.net/
http://www.globalsurfers.com/country_details.cfm?land=El%20Salvador
http://www.surftravel.com.br/site/?i=3&pk=30&pkc=320
Acabei de consultar o André aqui em casa, Riq – ele já mergulhou em El Salvador na década de 90, num point chamado Los Cóbanos, ficou hospedado em El Zonte na costa, e visitou as montanhas, numa cidadezinhazinha chamada El Pital. Disse q o mergulho lá pelo menos é interessante. Não sei o surfe (portanto não ajuda muito…)
Culinariamente, o país é famoso pelos tamales, pelos platanos fritos e pelo queijo petacones, típico de El Salvador.
Brigadinha Riq e Lucia… Meu amigo agradece. Depois eu volto aqui e conto como foi.
Carolm, encontrei um blog de um casal que está velejando pela América Central e tem uns posts de El Salvador. E como eu achei essa indicação de blog num outro blog de surf, o Surf4ever, quem sabe vc pode entrar em contato com esse casal e eles te passam algumas dicas… o endereço é:
http://duplaventura.blogspot.com/
Carolm, O pessoal do ViAmerica, blog de O Globo, está fazendo uma viagem de moto pelas Américas. Eles pasasram por El Salvador e acho que falaram alguma coisa de surf. Dá uma procurada lá http://oglobo.globo.com/blogs/viamerica/
Só não sei se eles poderão ajudar muito.
Um abraço,
Eu viajei apenas uma vez para fora, mas me dei bem com o mix diheiro + cartão de crédito.
Alguns fatos:
1) realmente, ao utilizar o cartão, mesmo sabendo que está tudo ok, sempre dá um frio na barriga. Uma detalhe que o Riq não disse que quem nunca viajou pra fora geralmente não sabe: não se parcela compras com cartão internacional!..
2) Andar com dinheiro é realmente complicado, mas utilizar aquelas pochetes escondidas, ou aqueles cintos que guardam notas e sempre dividir o montante, já previnem uma série de problemas.
Bom, essas dicas valeram pra mim e eu tentarei repetir a mesma dose na próxima.
[]’s
Márcel
Oi Riq, oi tripulação, tô sumida pq meus trabalhos andam me consumindo, o que me consola é que vou arrumar mala essa semana
Ótimo post, elucidador. Eu sou eclética, faço um mix de cartão de crédito (para pagamento posterior), cartão de débito, dinheiro e VTM. Além da flexibilidade, há lugares que oferecem desconto para dinheiro, logo, uso os demais meios para aqueles que não oferecem desconto para dinheiro.
Alguem sabe se é facil achar caixa eletronico em Praga? Tb viajamos sempre com um pouco de dinheiro vivo + cartao de credito.
Faz tempo que não vou, mas deve ser hiperfácil, Maryanne. Praga tem mais turista do que gente
Dicas do Living in Prague:
http://www.livingprague.com/money.htm
http://www.livingprague.com/htatm.htm
Lista de endereços:
http://www.prague-guide.com/redir.php?page=bankomaty.php
Maryanne, eu tirei dinheiro lá sem o menor problema, viu? Aliás, é uma delícia: sai um monte de dinheiro….
Mary, super fácil. Em Mala Strana e nas imediações da Ponte Carlos tem alguns, assim como nas imediações de Stare Mestro Namesti. Não se preocupe, e curta muito a cidade dourada. Como o Arnaldo diz: todo mundo tem que ir a Praga antes de morrer! Deve se por isso que tem muito turista, hahaha!
Eu tirei lá em 2007, Maryanne! Não se preocupe!
Antes eu confiava demais nos meus cartões de crédito e saque. Até uma vez em que fiquei sem poder sacar no interior da Argentina. A única casa de câmbio da cidade não fazia câmbio com o cartão de crédito. Tentei alguma coisa no comércio, do tipo passa 100 e me dá 90, mas não rolou. Já estava meio desesperado quando me disseram que, no Paraguai (eu estava bem próximo), conseguiria fazer câmbio. Fui pra lá e consegui passar o cartão numa loja suspeita de artigos esportivos falsos e obviamente me dei muito mal com o câmbio! Pelo menos não tive o cartão clonado.
Desde então levo 3 cartões: dois do Itaú (um Master e outro Visa); e um Visa do BB. E não deixo de levar uma quantidade razoável de reais, da qual eu pego um pouco para trocar assim que chego no aeroporto. Com grana viva, na hora da urgência, sempre damos um jeito… já cheguei a fazer câmbio no caixa do supermercado.
Sei, Maryanne. É fácil encontrar caixas eletrônicos em Praga, sim. Tem um monte, de várias grifes diferentes, inclusive bem próximos ao hotel em que você vai ficar. Só que, no meu caso, em nenhum conseguir efetuar saques diretamente da minha conta corrente no BB, por suposta ausência de conexão com o sistema do meu banco. Já se eu quisesse sacar a partir do cartão de crédito (ou seja, pedir emprestado ao cartão de crédito, em vez de sacar da minha conta corrente) a conexão estava funcionando lindamente. Como a cotação do cartão de crédito é muito ruim, preferi trocar euros por coroas tchecas (coisa que normalmente não faria, para economizar meus euros em espécie).
Sobre dinheiro em espécie, eu faço o seguinte: como sei que, algum dia, vou viajar para lugares que precisarão de euros, dólares, libras e pesos argentinos e chilenos, sempre fico acompanhando pela Internet a cotação da casa de câmbio. Sempre que uma dessas moedas chega a preços interessantes, vou lá fazer compras. Recentemente comprei libras por R$ 3,18. Embora não saiba quando irei de novo à Inglaterra, como me pareceu um bom preço, comprei alguma coisa. E assim, aos poucos, vou fazendo meu pequeno banco de moedas em espécie. Quando for viajar, já está ali, comprado. Mas há o risco (calculado) de a libra chegar a R$ 1 e eu ter perdido dinheiro.
Hehe PêEsse , não corres o risco de perder , não !
Moeda forte só serve pra viajar né ? Então , não é conversível para outras moedas . Certo ?
TRAVELERS CHEQUES.
Utilizo sempre que viajo para Houston, Texas a serviço. São aceitos, sem problemas, nos hotéis e em lojas de eletrônicos desde que você apresente o passaporte e contra-assine no momento da transação (por segurança, sempre faço a primeira assinatura assim que recebo). O único inconveniente é ter que assinar muitos cheques a depender dos valores envolvidos. Houston não é um destino turístico e parece ser um lugar onde a desconfiança não impera, isto facilita. Em outros destinos como NY ou Miami pode não ser tão fácil.
Lembro que – ainda no tempo da peseta – troquei travelers em dolar no aeroporto de Madri e o câmbio foi surpreendentemente bom. isto foi nos idos de 2000, hoje talvez seja bem diferente.
Como assim ” idos de 2000 ” ???
E o que é que a gente faz com os anos 70 ?????
Questão absolutamente pertinente, Sylvia.
Obrigadissimo. Agora é torcer pra conexao com o banco funcionar.
Eu sou uma pessoa tensa por natureza e ainda “infantil” no mundo das viagens. Levo tudo em dinheiro. Por favor, não achem que eu sou maluca. Apenas não tenho por hábito fazer extravagâncias nas viagens (nem com compras) e caso sinta necessidade de faze-las, uso o cartão de crédito. Mas é bastante raro isso acontecer…
Já tive meu cartão de crédito roubado em Paris e, além de gastarem todo o meu limite, fiquei sem o cartão o resto da viagem. (Fora o transtorno: fazer BO sem falar francês, mandar carta pra administradora na volta, bla bla bla…)
Depois dessa experiência, virei fã do VTM. Tirando uma compra ou outra no cartão de crédito, concentro todos os meus gastos nele, que é mais seguro e facilmente reposto.
Sempre que viajo levo a maior parte da verba em VTM e um pouco em espécie para os pequenos gastos do dia a dia. Acho que a taxa de saque não pesa muito se vc souber administrar e fizer saques mais espaçados.
Acho super prático para quem passa por países com diferentes moedas e é muito fácil consultar seu saldo on-line e controlar os gastos. Além de vc não ter supresas na conversão.
Nunca tive nenhum problema na sua utilização e na próxima viagem, de novo, é de VTM que eu vou!
Eu tb adoro o VTM , mas só uso para pagamentos .
Sou mão-de-vaca total prá pagar taxas ( detesto essa marca:tax , a não ser que venha acompanhada do free )
Aí vou discordar, psôra!
Para pagar compras, o cartão de crédito é só vantagens com relação ao VTM: a conversão é melhor e dá milhas! (A única desvantagem é o limite de compras…)
Ah , nãozinho meu guru !


Tenho trauma de maxi desvalorização
em todos ” os pacotassos” eu tava viajando nas zoropa
OK, dona gata escaldada
Mas, no caso do VTM, se eu inserir 1.000 euros no Brasil com uma cotação boa, há a vantagem de não pensar mais na temida conversão, ao contrário do cartão de crédito. Hoje (27/5) posso comprar essa quantia e colocar no VTM por uma cotação de 2,97. Em agosto, por exemplo (quando eu vou), não posso ter essa certeza toda que você está dando (”a conversão no cartão de crédito é melhor”) já que é uma incógnita quanto será a cotação na minha fatura em setembro.
Positivo operante!
Mas se o euro pode subir até lá, também pode baixar
(Voltando à primeira linha: não há modalidade perfeita. Todas têm riscos, vantagens e desvantagens. Cada um escolhe o risco que prefere correr…)
Se, por exemplo, dentro de um mês, eu puder comprar euro no VTM, por, digamos, 2,80, não seria temerário deixar “passar o momento” e ficar torcendo para que ele se mantenha nesse patamar durante uns 4 meses, só para, quando pagar a fatura após ter comprado no cartão de crédito na viagem, eu conseguir adquirir milhas? (haja agonia!) O único atrativo do cartão de crédito me parece ser a aquisição de milhas. (Se pudesse comprar euro para o VTM via cartão de crédito, numa cotação boa, próximo ao vencimento da fatura, acho que seria o melhor dos mundos)
Fábio, eu comentei lá embaixo uma saída para você gastar no cartão e não se estressar. Se você quer ficar tranquilo coloque o dinheiro em um fundo atrelado ao Euro. Todo banco tem esse tipo de fundo e ele sobe ou desce de acordo com a variação da moeda. Com isso você pode deixar o dinheiro lá, gastar no cartão e quando voltar resgata e paga a fatura.
É uma boa questão a se pensar Hugo mas, como já deu pra perceber, não tenho muito o sangue frio que você tem (até gostaria de ter) e ficar, de certa forma, também numa flutação cambial. Nesse assunto, tenho uma tendência mais conservadora de “garantir logo a cotação (supostamente) boa” e viajar já sabendo “das regras do jogo”, daí minha postura mais pró-VTM. Mas Ricardo Freire já me fez abrir mais a cabeça para usar um pouco mais o cartão de crédito do que eu pensava em usar.
A primeira vez que usei travelers também foi a última. Nunca mais. Não aceitavam em nenhum lugar na Europa, nem em hotéis. Na Espanha eu descobri que aceitavam no El Corte Inglez, daí eu tinha que ficar comprando coisinhas baratas, pagar com travelers de 100 euros para poder ficar com o troco. Nos outros lugares tinha que ir aos bancos credenciados, ficando presa aos horários de funcionamento. Nas casas de câmbio a conversão era péssima. Ou seja, um trabalhão danado que roubava o tempo que eu poderia estar curtindo.
Fui a Europa ano passado e usar TRAVELERS CHEQUES foi quase um inferno. Nenhum lugar aceitava, nem hoteis nem restaurantes. E olha q isso foi em cidade grande como: Munich, Berlin, Paris…
Por um momento vimos a situação apertar. Meu pai acabou conseguindo trocar os TC em Barcelona porém pagando taxa. Eu tive a ideia de trocar no aeroporto (indo de Barcelona para Veneza) no proprio balcão do AMEX lá. E por sorte, foi elas por elas… sem taxa alguma. Exatamente o valor do TC em Euro. Eu aproveitei e troquei tudo. O TC só foi bom no caso de Praga. Lá fomos numa agência bancária e trocamos os TC por coroa checa sem nenhuma taxa tb !!
Mas viajar com TC nunca mais !!
Esse ano fui a NY e levei dinheiro e cartão de crédito só.
Lembrei de outro detalhe do VTM: o ideal é sacar o que sobrou na último dia da viagem e trazer pra cá em euro. Quando se deixa pra sacar o que sobrou no Brasil, vc só consegue resgatar em reais e a um câmbio muito ruim.
Lembrei de outro detalhe do VTM: o ideal é sacar o que sobrou na último dia da viagem e trazer pra cá em euro. Quando se deixa pra sacar o que sobrou no Brasil, vc só consegue resgatar em reais e com uma cotação muito ruim.
Eu tenho levado uma pequena quantia em dólares e o resto pago em cartão de crédito. Às vezes saco um pouquinho num caixa eletrônico. Mas na Colômbia, eles aceitam reais para trocar por pesos no Aeroporto de Bogotá, na Aerocambios. Se soubesse disso, não teria comprado dólares no Brasil antes de ir para lá…
Eu não tive problemas com os travelers cheques quando fui pra Europa em 2007. Fiz exatamente o que o Ric indicou. Marquei os pontos onde poderia trocar os travelers sem acréscimos de taxas e foi super tranquilo.
Agora nos EUA levamos VTM + cash + cartões. O que valeu mais a pena foi o cartão, devido à valorização do real, mas como adivinhar?
Fizemos como a Sylvia, só usamos o VTM para pagamentos e em tudo que foi lugar (menos abastecer no self service pois pedia CEP e resolvemos nem tentar). Outra vantagem do VTM é que como não tem nome impresso, tanto eu como a Andrea o usavam, sem problema algum e só pediram identidade uma vez.
Marcel, o Santander (Visa, não sei se o Master também) deixa pagar o valor mínimo da fatura, incluindo os gastos feitos no exterior.
Riq, só uma coisa: não estou com nenhuma fatura aqui, mas acho que o dólar usado na conversão do Amex é o Ptax. Ele é a média dos preços do dólar comercial durante um certo dia (no caso, o dia de fechamento da fatura).
Só se mudou recentemente, Elder.
http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/blog/73683_comentarios.shtml?1311328
Eu jurava que já tinha checado isso e era ptax… Acabei de olhar 4 faturas e dou o braço a torcer: é turismo.
A taxa q os bancos americanos vêm cobrando por transação em cartão no exterior é proibitiva. Só dá pra usar mesmo se for uma emergência (tipo, nós na Croácia chegando de carro de manhã cedo com todas as casas de câmbio da cidade fechadas, nenhuma loja aceitando euro e eu em “caffeine withdrawal syndrome” precisando de qqer café, hihihih!).
Não sei, mas gosto de trocar dinheiro quando chego num país. Mesmo de madrugada, nos aeroportos, em geral há locais de troca. Mas é meio q um costume, posso estar perdendo $$$ com isso, não sei. Faço isso pq pelo menos fico tranquila pro resto da viagem, já começo a fazer um orçamento básico de qto posso gastar por dia, etc.
Riq e trips, tá me dando medo de levar muito dinheiro e ter que carregar tudo na cintura!!! Não é confiável deixar parte do din din no cofre do quarto???
Claro que é confiável Ana !
Mas … tem que ter cuidado prá não ficar na mão : esqueçer o segredo , ou fazer uma ” operação ilegal” ou faltar pilha no mecanismo .. Já passei por tudo isso , e muitos hoteis pequenos nem conseguem solucionar problemas em finais de semana ou a noite . Então , não deixe para abrir o cofre no ultimo minuto .. e fazer dois ou tres testes com o cofre vazio tb é recomendável ( principalmente se o modelito for antigo , ou desconhecido da gente )
Eu só saio com um dos cartões de crédito e o dinheiro do dia. O restante fica no hotel. Mas, como já tive problemas com cofres, deixo o restante do dinheiro e os outros cartões dentro de uma das malas, fechada com cadeado de segredo (e não de chave). É primitivo, reconheço, mas não é assim tão inseguro. Além do risco de dar problema, com o cofre fechado as pessoas já sabem que há algo de valor lá dentro. Já a mala pode estar com cadeado apenas porque seu dono pode estar com medo de um furto de sandálias havaianas. Mesmo se alguém resolver devassá-la, vai ter de encontrar lá dentro onde está guardado o dinheiro, o que não é tão fácil e deixa rastros. Além disso, todas as malas ficam no quarto com cadeado de segredo, ou seja, o eventual larápio ainda vai ter de descobrir em qual das malas está a bufunfa.
Faço igual o PêEsse: só saio com o dinheiro do dia e o cartão. O resto fica no cofre (também já passei pelo problema da pilha, então só confio depois de váaaaarios testes) ou na mala com cadeado. Graças a Deus sempre deu certo! E ahh, o dinheiro do dia eu divido entre mim e meu namorado. Nunca todo o dinheiro com uma pessoa só!
Eu fiz uma ‘operação ilegal’ uma vez…rs
A moça-gerente do Crowne foi gentil pacas, mas olhou até meus documentos para ver se era meu apto mesmo…
Em uma viagem ao Panamá, saindo da Colômbia, esqueci-me uns 100 pesos colombianos no cofre do quarto. Sá lembrei-me deles quando já estava de volta a Medellín. O hotel (Four Points by Sheraton) não entrou em contato, e dei o dinheiro por perdido.
Uma semana depois, recebi por email a pesquisa de satisfação do cliente e reclamei do ocorrido. Eles entraram em contato, expliquei o que aconteceu e eles me reembolsaram A MAIS, a título de compensação. Pagaram cerca de US$100,00…
Passei a ter mais confiança nos cofres de quarto, pelo menos de cadeias de hotéis que têm um nome a zelar.
Errata: a viagem foi em 2007 e já havia me esquecido da cotação… Foram cerca de COP 60.000 e o reembolso foi de exatos USD 50.00 (sobre este último valor, encontrei um email!).
Riq,
Nem preciso me preocupar em dar um copy/paste!
Ufa!! Não vou precisar buscar este assunto no portal antigo!! Aqui fica facinho
Aproveitando o tópico, alguma observação sobre o Chile? Em Buenos Aires segui sua recomendação e saquei dinheiro da conta do Itau no aeroporto. No Chile vale a pena?
Eu acho que vale a pena em todo lugar
Sylvia, que alívio! Vou embarcar sábado para a primeira viagem quase internacional (BsAs) na vida adulta, e antes deste post nem havia me preocupado com estes detalhes. Obrigada, viu?
Riq,
Já usei várias vezes Travelers nos EUA sem problema nenhum. Inclusive para pagamento de conta de restaurante, onde recebi o troco em dólares.
Faço assim, se a cotação do travelers está legal ou se não tenho tempo para comprar os dolares/euros, compro um pouco de travelers (a entrega é pelo correio ou por motoboy), e uso para pagar hotel, passeios e as vezes restaurante. Para o restante uso cartão.
Já utilizei saques também, sem problema nenhum.
Mas, em todas as viagens, o principal é o cartão de crédito, que na minha opinião é o mais prático e seguro. Para garantir, sempre levo 2 bandeiras (VISA E MASTERCARD).
Eu prefiro viajar com a moeda local e o cartão de crédito para emergências. Primeiro porque as férias já começaram e ficar pensando em qual é o melhor negócio nessa altura é um saco. Com o dinheiro já trocado, já foi. O dinheiro que tenho para gastar tá ali pronto para ser gasto.
Segundo porque eu normalmente calculo quanto quero gastar por dia numa viagem. Coloco essa grana na parte principal da carteira quando saio de manhã (e mais um pouco escondido). Assim, no fim do dia, sei direitinho se economizei, se extrapolei e no dia seguinte posso compensar. Só uso o cartão para compritas mais caras, de alguma coisa que tenha amado e que é fora do budget mesmo. Com o cartão, a gente se descontrola e depois fica achando que viajar é caro. ; )
Eu costumo deixar dinheiro no quarto e nunca fui roubada. Mesmo quando não tem cofre, escondo na roupa suja ou em algum bolso e tranco a mala. Até hoje dei sorte.
Mas adorei as dicas!
Para mim o ideal é um mix. Sempre penso que se alguma coisa não funcionar e houver uma emergência, tenho que ter algo certo. Saio do Brasil com dinheiro vivo para as primeiras e pequenas despesas. Uso intensivamente o cartão de crédito VISA e MASTER. Levo Travelers que procuro trocar em bancos locais onde a taxa seja a menor possível. E da próxima vez carregarei o Visa Travel Money. Independente da forma como levamos a nossa grana o importante para nós é que nosso quarto tenho um cofre onde possamos deixar a tranqueira de valor.
Em Buenos Aires quem tem conta no Itaú saca no caixa eletrônico e a taxa é a melhor possível.
Historinha pra ilustrar a obsolescência dos travelers.
Pra viagem à Europa, em 2006, aproveitei alguma promoção (cotação legal, milhas, sei lá) e comprei travelers, confiando nos argumentos favoráveis de venda. Tentei antecipar todas as questões e saí daqui com a lista (e mapa) de bancos onde poderia trocar sem taxas.
Chegando em Roma, perguntei se poderia pagar o hotel com traveler e o cara teve um ataque de riso. Fui ao banco ali perto (espera o horário, etc…) e só então descobri que havia um limite diário – baixo! – para trocas. Tentei em outras agências maiores, mas nada muito melhor.
Telefone à central de atendimento (gratuito, ufa!) e consegui a informação – sonegada no site, registra-se – da loja Amex que fazia as trocas sem taxa e sem limite.
Dá-lhe metrô, fila e volta ao hotel com um monte de dinheiro na mochila, porque aproveitei para resolver logo a situação, pra não voltar a sofrer.
Perdemos mais de metade do dia com esta novela, fora o aborrecimento. No fim saiu MUITO caro e serviu de lição.
A regra agora: viajamos com algum dinheiro (”pra sobrar”), usamos saque em conta (tem pacote do Citibank que permite saques ilimitados no exterior, sem taxa alguma) e muito cartão de crédito – menos o Amex, pelas já famosas taxas desfavoráveis. (Mas para uma viagem mais longa o VTM pode ser boa pedida como plano B.)
Se teus travelers fossem em euro , não haveria problema algum .
Mas eram em Euro…
Ué .. ?? Minha filhota levou e pagou um monte com traveler em euro sem nenhuma dificuldade .. e trocou outros TCs em bancos conveniados sem pagar nada de taxas .
Tudo bem que o hotel não era grande coisa, então vá lá, não é a melhor referência.
Eu não paguei taxa de conversão em nenhum caso. Mas os bancos conveniados tinham um limite muito baixo, o que ia me obrigar a pegar uma fila a cada dois ou três dias – e que ia ficar ainda mais complicado fora de Roma. Eu também não confiava em tentar pagar um restaurante com traveler…
Por isso a solução foi, enfim, trocar tudo de uma vez na loja da Amex – e passar o resto da viagem carregando a grana, com todo o risco e inconveniência envolvidos.
(Ainda bem que a gente tem um cofrinho portátil, que descrevi num comentário meu que está no poço, aguardando resgate.)
Resgatado!
Dica pros trips: décadas (!) atrás comprei um apetrecho que virou item indispensável nas viagens: um tal de “portable locker”. Dá uma olhada:
http://migre.me/1tXg
http://migre.me/1tWy
É uma caixa de plástico compacta e bem resistente que, com jeitinho, permite acondicionar passaporte, dinheiro, jóias e cartões. Vem com um cabo de aço que permite prender do sifão da pia ao estrado da cama.
Muito útil pra qualquer viagem, especialmente pras que passam por hotéis mais simples ou pousadas. (E nas férias, faz as vezes de um cofre doméstico.)
Fabio NG, vi o apetrecho mas não entendi direito como ele funciona. Acho que até a parte da caixa de plástico resistente com segredo eu entendi, mas não captei o cabo de aço. Eu guardo o dinheiro lá dentro e amarro a caixa, é isso? Em viagens, você costuma amarrar onde?
O que eu quis dizer, claro, é que FORA das férias ele serve como um cofre doméstico, guardando as sobras da viagem.
PêEsse, o troço é engenhoso: o cabo de aço fica travado nele quando fechado, fazendo um “laço” que passa em torno de qualquer lugar que seja seguro – ou seja, que não possa ser removido.
Alguns exemplos onde já o prendemos: sifão sob a pia, toalheiro, estrado e cabeceira de cama, cabideiro dentro de armário…
O local mais inusitado? No galho de uma árvore, à beira de uma praia com relativo movimento: na falta de onde deixar as coisas, guardou chave e dinheiro enquanto a gente caminhava e nadava.
Riq, acabei de voltar da italia e acabei levando aqueles dolares de gaveta….como ja tinha a quantia necessaria, fiz uma conta rapida e percebi que não valia a pena trocar aqui no brasil por euros….Ai que arrependimento, a coisa mnais chata é ficar olhando todas as tabelas de casa de cambio que vc passa, cada dia parece que a situação está pior e ainda por cima as taxas de troca são absurdas….Quando em firenze na piazza spanha, achei um lugarzinho que dizia NO TAX, com um cambio muito melhor do na maioria ( 30% o valor do dollar para o euro, contra 45% das casas de cambio) troquei tudo e me libertei. Claro que rezei para o dinheiro não ser falso e entreguei para deus, deu tudo certo! Dollar na europa nunca mais!
Mais uma coisa, gastar tudo em dinheiro e voltar com o cartão de credito zerado não tem preço…..Já dá pra pensar na proxima!
Sempre levo travelers,cartão de crédito e um pouco em espécie para a chegada. Nos EUA os travelers são aceitos em qualquer lugar sem necessidade de trocar por espécies, pois lojas, restaurantes e hoteis dão o troco em espécie.E se por acaso precisar trocar os bancos funcionam inclusive nos sabados(NY). Já na Europa os travelers são aceitos nas lojas de Departamento. Em Paris é facil trocar na La Poste (correios), mas sempre tem uma pequena fila. Em cidades menores tb funciona mas os horarios são mais restritos.
Vou a Paris em outubro, e estou pensando em usar a combinação euro para o dia-a-dia (alimentação, metro) + cartões visa/master/amex para despesas do hotel e aluguel de carro. Comprinhas de perfume, roupa, livro, não sei bem como seria melhor pagar.
Agora não sei bem onde seria melhor comprar euro. Casas de cambio aqui no Rio de Janeiro? Banco do Brasil(onde sou cliente), Citibank? Serviço de câmbio da Amex no Aeroporto? Ou o melhor mesmo seria deixar pra comprar por lá?
Já ouvi dizer que aeroporto é o pior lugar para fazer o câmbio, pq é onde se faz de última hora, seria mais caro, etc.
Travelers checks são bem aceitos no comércio em geral?
Eu compraria com o meu banco ou via meu agente de viagem.
Riq. comprei uma bilhete na Vueling e me cobraram 8,5Eu de taxa pelo Visa enquanto que pelo Master seria 4,5Eu. Na Europa eles preferem o Master?
Não que eu saiba, Izabel. Deve ser uma acordo com a Vueling.
Olá, Ricardo, sou leitora assídua, mas nunca deixei comentário… estava precisando de uma ajuda: qual seria uma boa combinação de países pra visitar numa primeira viagem à Europa, tendo 21 dias inteiros (fora os dias de ida e volta) em setembro, sem correria?
Eu queria algo que fosse emblemático, pensei em Paris, mas o que mais? Itália não caberia nesse roteiro, né?
Pense em módulos de 5 ou 7 dias e você vai aproveitar a sua viagem sem picotar demais.
Paris, Londres, uma semana entre Florença e Veneza.
Paris (7), Londres (6), oito dias entre Roma e a Costa Amalfitana.
Barcelona (5), Paris (7), Berlim (5), Praga (4).
Uma semana em Portugal, uma semana em Paris, uma semana entre Florença e Veneza.
Madri e entorno (5), Uma semana em Paris, Amsterdã (4), Munique e entorno (5).
Uma semana em Paris e duas na Itália. http://www.viajenaviagem.com/2007/04/italia-pra-aluna-da-carla/
Uma sempana em Paris e duas entre Portugal e Espanha…
Claro que, quanto mais distantes entre si forem os lugares, mais caro vai ficar o deslocamento.
Obrigada, vou considerar essas possibilidades!
Eu levo o que pretendo gastar em dinheiro, mais o cartão, e mais um ou dois travels de U$ 500 para uma emergencia. A maior vantagem do travel e que voce pode comprar num momento de baixa cambial, como AGORA, aproveite, corra e vá as compras!!
O que sobra (pouco) do VTM eu deixo lá na gaveta e uso na próxima viagem – imagino que é um dinheiro de plástico como os dólares ou euros que guardamos. Usei minha última nota de libras, 3 anos depois de guardá-la no Egito, pagando uma excursão que aceitava euro, dólar e libra.
Só não esqueça que o VTM tem ( tinha?) um prazo para utilizar.
Medo, Sylvia! Tanquiu! Mas li de cabo a rabo o manual do último que chegou, em Dezembro e não havia nenhuma referência a prazo.
Acho que são dois anos ou dois anos e meio.
Nem sei, Riq, mas vou testar nessa viagem. Eu so renovo os creditos.
Na Europa e USA eles compram no Cartão de Crédito sempre a vista ou tb. parcelam como no Brasil. Podemos fazer compras em parcelas no exterior?
Nos Estados Unidos, até onde eu sei, as pessoas vão se endividando e vão amortizando os pagamentos aos poucos.
O pagamento “em vezes” no cartão, acredito, é um fenômeno típico do Brasil.
Durante um tempo o governo exigiu que os gastos em cartão no exterior fossem liquidados na fatura seguinte ao gasto, mas agora já dá para rolar (com juros) na maioria dos cartões.
Ricardo, não sei se a proximidade fez com que o fenômeno do Brasil contagiasse nossos hermanos, mas há uns 6 meses em BsAs vi na calle Córdoba diversas lojas que parcelavam as compras, porém, nas que em cheguei a perguntar, a venda parcelada era restrita a argentinos.
Eu e Márcio já levamos traveler cheques para a Europa, mas deixamos de levar quando soubemos que era vantajoso sacar com o cartão do banco ou o cartão de crédito. A gente trocava travelers sem taxa nas próprias lojas da American Express, mas gasta-se algum tempo indo lá, enquanto que encontrar uma maquininha para saques sempre é fácil. Fizemos saques no Canadá e na Europa e funcionou bem. Visa Travel Money funciona, mas eu não gostei porque quando usei só existia em dólar e acabamos perdendo dinheiro na conversão para Euros. Em todo caso, é sempre bom chegar no lugar com algum dinheiro na moeda local.
Sobre a novela do Banco do Brasil que só me vende Libras em espécie se eu comprar traveler cheques, na proporção 30% em espécie para 70% em travelers: o Banco Central me disse que o banco podia fazer isso. Eu continuo achando que não pode, porque é venda casada, como Sylvia bem mencionou, e ainda se trata de banco público (ok, economia mista) ajudando uma empresa privada (a Amex) ao nos obrigar a comprar um produto dela. Fiz uma representação hoje no Ministério Público. Provavelmente não vai servir pra minha viagem (vou no próximo dia 19/6), mas ficarei feliz se der resultado.
Riq, vc tem razão nenhuma festa de fim de ano supera a nossa.Paris ou em qqr lugar só se vc tiver uma turma já acertada.
Acho as tuas festas de final de ano em Alagoas 1000,ainda chego lá.Paris fui em 2007/2008, cinco minutinhos e só.Sempre VTM ,e Itaú , BB Internacional. Conforme vc já ensinou antes.
Eu sou caipira.
País de Euro, levo Euro. País de dólar, levo dólar. País de pesos, levo peso se encontrar – raramente acho – ou dólar.
Já país de moeda diferente disso, vou de euros ou dólares.
Não confio em cartão da conta corrente nem no BR mais. Já cancelaram o meu – mesmo sabendo que vivo viajando, que não tem sentido meus roteiros, que avisei à gerente – 4 vezes em viagem. É desesperador.
O de crédito tb já teve problema. Na última vez eu avisei que ia para Portugal, mas ao usar na conexão de Madri, foi bloqueado.
Por isso, sou igual meu avô: mala pequena, dinheiro vivo comigo e 2h de antecedência em qualquer aeroporto, trem, ônibus, barco.
Ou faço isso ou eu fico maluca.
MAS, acho que farei um VTM experimental para a próxima.
MÔ , já te disse que te adouro ??
Syl, sou ranzinza, mas sou legal!!!
Sempre levo dinheiro em espécie (euro ou dólar) para táxi e pequenas despesas, VTM e cartões de crédito Visa e Mastercard. Já tive dificuldade para sacar dinheiro com o VTM. Na Europa e na América do Sul sempre funcionou sem problemas, mas não consegui fazer saques na Colômbia (Cartagena e San Andrés) e nas Antilhas Holandesas (Bonaire), mesmo tentando em vários caixas eletrônicos.
Eu faço uma cesta: levo dinheiro, pago hotéis e algumas compras com cartão e se necessário saco com cartão do banco em caixa eletrônico. Não tive problemas em sacar em caixa eletrônico.
Perfumaria compro no free shop porque pago em dolar, mais em conta do que em euro.
Interessante a nossa cultura de parcelar no cartão, só aqui mesmo.
Em Buenos Aires, comprei pesos no Banco de la Nación com a dica do Riq, apê em verdinhas e algumas compras no cartão.
Anna Carolina, você deve fazer câmbio aqui com algum banco de sua confiança que tenha euros.
Tive problemas na última viagem ao Peru por causa da má informação passada por gerentes do Banco do Brasil, que não me avisaram dos limites de saque diário e global. Acabei levando pouco dinheiro porque pretendia usar mais o saque direto da conta e fiquei meio limitada, porque tinha de sacar apenas 100 soles de cada vez (+- 75,00 reais). Dava pra sacar mais de uma vez no mesmo dia, mas o problema era pagar a taxa fixa por cada saque. No final, deu tudo certo, não faltou dinheiro, mas paguei mais taxa do que o esperado.
Detalhe sobre o Peru: lá se usa dólar em tudo que é lugar, inclusive, os caixas eletrônicos permitem saque em soles ou dólares. Mas, pagando com dólar, pode ser que o troco venha em soles, e aí, o câmbio tende a ser desfavorável…
Problema mesmo tive no final de 2007: em Buenos Aires, pensei ter perdido o cartão de crédito que era o único meio de pagamento que eu tinha pra pagar 10 diárias de hotel! rsrsrs Ainda bem que era Buenos Aires, onde tem agência do Banco do Brasil. Fui lá e fiz um saque de valor bem alto diretamente da minha conta corrente.
Esse assunto dá pano pra manga. Me lembro que na época do VnV na Abril o papo rendeu.
Tenho duas dúvidas básicas que o pessoal do VTM não conseguiu me responder quando planejei minha viagem ao Peru. Peço desculpas se forem muito bê-a-bá:
1) Carregando o VTM em dólares aqui, dá para sacar em dólares no Perú?
2) Se não, qual a taxa de conversão usada (dólares = nuevos soles)? Li em algum lugar, não acho onde, que era uma taxa MUITO desfavorável!
Riq: foi vc quem comentou lá no blog? Eu vi Ricardo, respondi, mas tico tava dormindo e teco sozinho não dá conta do recado!
Chute: se dá para sacar em dólar no caixa automático do Peru, deve dar para sacar em dólar com o VTM, sim.
Que eu saiba, a taxa de câmbio é a interbancária usada normalmente pela Visa.
Fora do tema: alguém sabe se é possível salvar em formato texto o conteúdo dos posts e dos comentários sem precisar selecionar tudo e jogar no processador de texto? É que quando joga lá no esquema copiar e colar não fica visualmente legal e seria bom ter salvos alguns posts no próprio computador, para ler e consultar em lugares sem Internet (durante um vôo, p. ex.).
PêEsse, no Firefox (não uso o Internet Explorer) você pode ir em arquivo | salvar como e na opção “salvar como tipo” você escolhe arquivo de texto. Vem com uma ou outra sujeirinha, mas dá pra ler bem. Uma outra opção, talvez mais interessante, é “imprimir” o conteúdo da página em um arquivo PDF. Basta instalar no seu computador algum programinha como o PrimoPDF (www.primopdf.com). Ele é gratuito. Uma vez instalado o PrimoPDF, quando você mandar imprimir um arquivo em qualquer programa, vai aparecer, além de sua própria impressora, o PrimoPDF. É só mandar “imprimir”, que ele gera um arquivo PDF com o conteúdo do site.
Cláudia, instalei o PrimoPDF e foi na medida. “Imprime” os posts bem direitinho. Ótimo para levar sem precisar imprimir. Muito obrigado pela dica.
Ah, outra coisa… se em vez de simplesmente usar copiar / colar você usar copiar / colar especial e selecionar a opção de colar o texto sem formatação fica melhor. A formatação cai fora e fica só o texto.
oi, Riq!!!
Perguntinha meio off-topic, mas preciso desse help: como se chega de Madri a Toledo de trem? Em qual estação de Madri eu pego o trem, em qual direção, em qual estação devo saltar, posso comprar a passagem na hora? Desculpaê, mestre, mas preciso saber isso pra poder me organizar aqui! Brigadim!
Karla, o trem para Toledo sai da estação Atocha, que é bem central em Madri. A estação é Toledo mesmo.
http://viajeaqui.abril.com.br/blog/90371_comentarios.shtml?1311328
O trem para Segóvia sai da estação Chamartín, que é mais afastada.
É melhor comprar a passagem com antecedência em http://www.renfe.com , para garantir bons preços e o trem da volta (em fins de semana e meses de férias os trens da tarde, para voltar, lotam).
valeu, mestre! Obrigadíssima!!!
Karla Gê, se vc for despreocupada como eu e resolver comprar na hora, pode ser que não ache a volta para o horário que vc quer. Dá para voltar de ônibus, não se preocupe.
Em Atocha existem vários pontos de venda (taquillas) de bilhetes (a estação é bem grande). Antes de entrar numa fila, pergunte se é ali que vendem as para Toledo, pois os destinos são separados em vários pontos da estação.
Na viagem à frança ano passado, levei TUDO em espécie (euros), o que me favoreceu mto, pois quase fui barrada na imigração (fui levada pra tal da salinha e entrevistada). De quebra, levei o cartão de crédito, mas não usei. Na volta, passando pelo free shop em SP fiquei louca: eu tinha sobras de euros, mas não tinha um tostão em dólar! Daí tive q usar o cartão de crédito. Fiquei assustada com a conversão. Próxima viagem: levar tb umas verdinhas pra uso exclusivo no free shop!
Fui no bb pra adquirir o tal do VTM, mas só tem em uma casa de câmbio de Brasília, segundo informações do banco… Achei contramão. Seria tão mais fácil se pudesse fazer tudo lá no banco mesmo… Pq será que eles não comercializam VTM. Fica a dúvida. Já que é VISA!
O VTM é um cartão comercializado apenas por corretoras de câmbio. Não está disponível nos bancos.
Gabi em Brasília tem várias lojas da Confidence câmbio que fazem o VTM:
http://www.confidencecambio.com.br/lojas.php?cidade=Brasília&uf=DF#inicio
Ué, no free shop eles não aceitam pagamento em euro, não? só dólar?
Usei euros no free shop do aero de Paris. No de São Paulo, é dólar.
Vale a pena deixar pra comprar no free shop do Brasil. Achei td mais barato.
No free shop de São Paulo dá para pagar em euros sim. Eu fiz isso no ano passado, tinha um resto de euros no VTM e gastei tudo no free shop, eles fazem a conversão de euros para dólares na hora.
ótima dica, gabi! vou levar uns dólares na bagagem tbm…
Eu ainda tenho uns travellers da encarnação passada, mas não pretendo comprar de novo – é taxa pra comprar, taxa pra vender, e eu sou alérgica a taxa. O melhor TC foi o American, em dólar, que não cobra taxa pra troca. O pior negócio DO MUNDO é vender seus TC pro banco na volta (ou você paga a conta do cartão com eles ou guarda pra próxima viagem). TC só é bom mesmo nos EUA, onde quase todo lugar aceita para fazer compras sem taxas, devolvendo o troco cash.
Só completando: meu VTM (de primeira viagem) anda se comportando muito bem. E pra fazer depósito foi mole – transferi pela internet, liguei pra eles pelo Skype, eles localizaram na hora o depósito, e falaram que em uma hora estaria disponível para saque. Dagora pra frente, nada de TC.
E cuidado com as taxas (ergh, alergia) que os bancos estão dando pra cobrar até de gastos com cartão… (dar dinheiro pra banoo é contra a minha religião),
Estes 3 ultimos anos tenho viajado com o mix – cartao de crediito, cartao de banco e o um cartao parecido com o VTM – porque como moro na australia – o commonwealth bank – onde tenho conta – oferece cartao de dollar, dolar canadense, libra e euro – e eles dao 2 cartoes para voce – no caso de perda.. Tem dado super certo.
Agora falando do Banco do Brasil – eu ainda tenho conta ai no BB e uso o cartao multiplo do BB – conta corrente e cartao de credito. Quando tiro dinheiro aqui na australia com o cartao BB eu tenho 3 opcoes de retirada – 1 credito – o dinheiro sai do cartao de credito – 2 saving – sai de algum investimento que voce tenha – 3 cheque – o dinheiro sai da conta corrente. Nao sei estou sendo obvia – mais como tive dificuldade por conta disto no principio – estou dando esta dica. Sempre ensino meus amigos brasileiros que vem aqui.
Cheguei tardíssimo aqui – e nem vou dizer algo muito diferente, só contar uma coisa maluca que me aconteceu antes das últimas 2 viagens aos EUA esse ano. Eu costumo fazer esse mix também (até porque sempre tenho aquelas “sobras” na gaveta…), só não usei ainda o VTM. Pois agora em fevereiro, antes de ir para NY, liguei para o Itaú para avisar que iria para o exterior e conferir se estava tudo Ok para usar a função internacional do cartão de débito. Pois vocês acreditam que me disseram que a função internacional estava desbloqueada, sim, mas não dava pra descobrir no sistema até quando!!! Parece que isso tem a ver com o meu cartão ser de uma conta mais antiga (mas já foi usado no exterior um monte de vezes!), e para manter o desbloqueio eu teria que ir pessoalmente ao banco falar com o gerente! Às vésperas de uma viagem, tendo que deixar capítulos de tese prontos?!? Nem pensar… Liguei pra casa de câmbio, comprei meus dólares cash, paguei um valor bastante bom e não esquentei mais a minha cabeça.
Agora, o que eu mais me arrependo de ter feito ano passado quando estava na Califórnia foi de ter aberto conta em um banco pequeno, filiado à universidade. Acabei até fechando a conta quando voltei para o Brasil. Se eu tivesse aberto conta em um banco grande, nunca mais teria esse tipo de problema quando fosse aos EUA – mandaria o dinheiro para a minha própria conta via PayPal e sacaria lá ou usaria o cartão de débito sem pagar taxa alguma…
Riq, assunto nada a ver com o tópico, apenas uma sugestão. Eu tava procurando um hotel para uma outras amiga em Roma, aqui no blog, e procurei em vários tópicos. Encontrei o que queria, pois me lembro das discussões e conheço o blog, mas o acesso não é tão fácil. E se, de vez em quando, rolasse um tópico tipo “Hotéis indicados em Roma pelo VNV “e todo mundo da tripulação que indicou hotéis fizésse uma mini-resenha com prós, contras e preço, que tal? Não é preguiça de procurar não, é só para agregarmos informações sobre o mesmo assunto. bjos
Vai rolar, Paula.
Eu preciso retomar a minha série da Europa do ano passado… cada destino é encerrado com um post sobre hotéis.
Já tem o de Lisboa
http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/blog/89300_comentarios.shtml?1311328
o de Madri
http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/blog/90515_comentarios.shtml?1311328
e o de Barcelona
http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/blog/94244_comentarios.shtml?1311328
O próximo da fila é Roma. Então naturalmente os trips vão complementar com suas indicações e experiências.
Nossa Riq, acho que eu perdi esses posts, pena que eles ficaram no blog antigo. Legal, era exatamente isso que eu tinha pensando. Obrigada. Vale as principais cidades da Zoropa e não se esqueça de NY tb! bjão
Vi que algumas pessoas não usam muito o cartão de crédito por medo de variações cambiais bruscas antes do fechamento da fatura.
Uma estratégia interessante é você, antes de viajar, colocar o dinheiro que você reservou em um fundo cambial atrelado ao dólar ou ao euro, conforme o seu destino.
Se durante sua viagem o real se valorizar a sua aplicação vai dar prejuízo, mas se houver alguma maxi desvalorização, então sua aplicação vai acompanhar e quando a fatura do cartão chegar basta resgatar e pagar.
Com isso você tem tranquilidade e ainda acumula pontos.
Riq, você precisa lançar um livro sobre essa sua última viagem para a Europa/NY. Consultar o Blog é ótimo, mas os seus livros são uma ferramenta essencial para quando estamos planejando uma viagem, pois facilitam muito o acesso à informação.
Em geral perfumaria nos nossos free shops é mais em conta e ainda parcelam no cartão. Só compro na Europa o que não tem nos free daqui.
Quando eu leio o monte de recomendações e estratégias da galera, fico até com medo!! Eu levo o que tenho na gaveta (euro + dólar – só não levei euro p/ os EUA), e se não tiver muito, compro numa casa de câmbio de SP que faço por telefone e eles entregam em casa. Sempre tenho uns travellers também, mas não dependo deles: quando topo com um escritório AMEX (que é sem taxa), troco. Se não, vou usando dinheiro e cartão. Levo 3 cartões de crédito (MC Itaú, Visa Unibanco e MC Santander), mas procuro usar com parcimônia ( medo do câmbio desvairado e de voltar com muita dívida) e o que eu tenho milhas. Os outros 2 são só para uma emergência. Nunca avisei o banco que ia viajar, e nunca tive problemas.
Nunca usei VTM porque sou como a Sylvia – tenho alergia as letrinhas TAX…hehe.
Também já desencanei das bolsinhas na barriga – esquentam, incomodam. E se eu ando em São Paulo sem ela, acho que dá para andar no resto do mundo também. Mas uso o cofre do hotel (mas só testo uma vez, vai que os testes acabem com a bateria
) ou deixar na mala trancada com cadeado. Ah, e só fui roubada 1 vez, em um hotel bem chiquesinho em… São Paulo!! Mas foi vacilo meu: deixei a bolsa em cima da cama e saí para tomar café – como era o dia do check out, achei que não iam entrar para limpar, quando cheguei a moça estava saindo do quarto – provavelmente com meus 80 reais no bolso… por sorte o prejuízo não foi grande. O intessante é que sumiu uma nota de cada (50,20,10), como se eu não fosse perceber uma vez que haviam mais notas….
Olá! Dicas muito interessantes…
Vamos para a Europa e decidimos por levar um pouco em espécie, VTM e cartão de crédito. O VTM tem sido usado por vários amigos que disseram ser super prático!
Um dúvida, memso com as reservas de hotel precisamos de 60 euros/dia por pessoa?
Ricardo gostaria de pedir maisuma dica! Vamos passar 5 dias em Roma, estamos pesquisando hotéis em conta porém bem localizados, vimos os 3 indicados por vc em outro post, mas a agencia com q estamos pesquisando não trabalha com nenhum deles… Falaram do Virgilio Hotel (Via Palermo 30), vc conhece? Ele tem uma boa localização?
Obrigada!
Abraços, Lilian
Lilian, eu nunca levei, e acho que essa exigência não faz nenhum sentido nos dias de hoje.
Mas como isso vem à baila nas matérias sobre “denegação” de entrada, achei melhor incluir no texto. Eu só seguiria ao pé da letra se estivesse num dos grupos mais visados — jovens (sobretudo jovens mulheres), estudantes, gente viajando para congressos ou cursos. E mais como desencargo de consciência — porque quando os caras encasquetam de verdade, eles encasquetam e pronto.
Quanto à região do seu hotel, ela é bem agradável. Fica suficientemente distante do Termini, dá pra ir a pé ao Coliseu e, gostando de caminhar, ao centro histórico propriamente dito. O transporte é fácil (muitas linhas de ônibus na Via Nazionale). De noite à restaurantes simpáticos por ali (cheque no final da via del Boschetto).
Ricardo,
Viajamos eu e meu marido agora dia 07/06 para 20 dias entre Itália e Paris. Saquei só 500 euros em espécie e estava pensando em usar o VISA (e o AMEX de suporte). Temos passaporte italiano, será que este $ é pouco em espécie para os caras encasquetarem? Pois hotel, carro, até entradas para os museus e transportes, está tudo pago…
Com passaporte italiano? Magina, não vão pedir nada. Você vai na fila dos “comunitários”. As exigências (e os encasquetamentos) são pra nós, emergentes…
acabei de usar euro no free shoping de são paulo, só não aceitam moedas…
LILIAN, em Roma eu fiquei no Hotel Astrid, escolhido pelo Venere, fora do centrão, mas na beira do Tevere, muito transporte na porta, gostei muito.
http://www.hotelastrid.com/
Meilin, o hotel era esse http://www.astridhotelrome.it/English/index.html ?
Ricardo,
Muito boa a matéria, mas eu discordo em relação à dificuldade de trocar TC na Europa sem comissão…
A maioria dos aeroportos e algumas estações de trem possuem postos free charge, e por exemplo na França vc tem um posto em cada esquina -já que os Correios de lá fazem na hora e free charge a troca. Não tive dificuldades no Leste Europeu tb há 20 dias, e o único país mais complicado foi a Holanda.
Abraços.
Boa noite a todos!
Uma dúvida: TC são aceitos pela imigração? Ou só cash?
Obrigado!
Pela lógica, TC=cash.
Não sei se era algo do meu banco, mas quando fui para Buenos Aires ano passado conseguia sacar com um cartão múltiplo Visa, o valor ficava bloqueado no limite do cartão por 24 horas e depois era automaticamente debitado da minha conta.
Riq e pessoal, se eu estiver em Budapeste e precisar sacar um dinheirinho com o meu cartão de crédito, o caixa eletrônico vai perguntar quantos dólares eu quero sacar, ou quantos florins húngaros?
Não sei como é na Hungria, Ana.
Na maioria dos países você só tira a moeda local. Nesses, os valores vão estar expressos na moeda local; a conta vai ser convertida em dólar pela operadora do seu cartão pelo câmbio do dia.
Há países, porém, onde você tem a opção de retirar alguma moeda forte. Nesse caso, você escolhe a moeda numa das telas iniciais.
Eu saquei em Florins, quando estive em Budapest em março, sem o menor problema.
Valeu, Riq e Marcie! Vou ter que fazer apenas umas continhas antes para saber quantos mil florins sacar, kkkk… Vai ser uma espécie de retorno a era do cruzeiro!
Eu não ia perguntar, depois de tantos didáticos comentários e receitinha do Riq, mas criei coragem e lá vai: em BsAs, para as despesas diárias (café, taxi), saco com o cartão de débito no caixa automático do aeroporto ou troco dólares no Banco de La Nacion? Li lá em cima que a cotação do Banco não está boa então como faço para pagar o taxi? Troco uns pesos aqui em São Paulo mesmo?
O modo de usar é o seguinte, Malu:
No Dolarhoy.com a melhor cotação que você consegue pelo real é 1,77 peso, na corretora Maguitur. O Banco Nación está pagando 1,65 peso. (O Banco do Brasl, 1,48).
Se você quer levar apenas reais para Buenos Aires, então o melhor negócio seria trocar poucos reais no Nación do aeroporto e depois ir ao centro (caso você não chegue num fim de semana) trocar o resto numa das corretoras que estão pagando melhor.
(É por isso que eu sempre prefiro a opção saque internacional na função conta corrente. Vou num caixa eletrônico do aeroporto na chegada, e depois uso outros caixas eletrônicos que passarem pelo meu caminho. A cotação é igual em qualquer um deles, e eu não preciso pesquisar nada. Reais ou dólares ou VTM entram como plano B, caso dê algum galho com o cartão do banco.)
Ricardo,
Daqui há um mês parto para uma viagem de 01 ano ao redor do mundo (comprei o passe One Explorer da One World!). Estou estudando este tema e gostaria de compartilhar e validar minhas conclusões até o momento:
Verifiquei com a VISA, e eles me informaram que adotam uma cotação própria que fica entre o Oficial e Turismo. Pedi algumas cotações deles e, incluindo o IOF 2,38%, o valor final fica próximo ao do Turismo. Ou seja, em termos de conversão, Cartão de Crédito Visa = VisaTravelMoney, porém, ele o Cartão de Crédito tem a vantagem do acúmulo de milhas.
Para saques pretendo adotar o Citibank, pois no meu plano ele não cobra saques desde eles não ultrapassem 4 por mês.
A questão final é: nas duas modalidades acima fico vulnerável às variações do câmbio, para “blindar” isto pretendo aplicar meu dinheiro em um fundo cambial, pois vi que o rendimento é igual ou superior a variação do dólar. Outro ponto positivo é que a cotação utilizada no resgate é a do mesmo dia do saque, porém o depósito é feito na conta corrente dia seguinte. Então alguém já adotou esta estratégia?
Obrigado!
Marcelo
Então
Marcelo, você tem certeza que o IOF aplicado pelo Visa é 2,38%? Isso é válido pra qualquer tipo de cartão com a bandeira Visa, vc sabe? Porque, por acaso, eu estava agora fazendo umas contas com meu pai que me informou que o IOF era 7,38%. E ele é do Unibanco. Fiquei encucada pq estou entre sacar do cartão ou pedir pra depositarem no BB e eu sacar aqui! Mas se a taxa for de 2,38% vale mais a pena sacar do cartão (pelo menos eu calculo que sim).
P.S: meu saque é em euro, pois moro em Portugal
Denise, eu não entendo nada de saque na função cartão de crédito; nunca fiz. Os meus saques com cartão múltiplo do banco com bandeira Visa são feitos na função conta corrente; o valor vem COBRADO na fatura do cartão, mas não é uma operação do cartão. (Usando o limite de crédito do cartão, creio que funciona como um adiantamento e incidem juros. Creio. Não pesquisei. Mas acredito que não valha a pena.)
O IOF sobre saques de dinheiro no exterior é de apenas 0,38%. Encontrei este post aqui do início de 2008; acho que continua válido, não me lembro de nenhuma mudança na lei recentemente. http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/antesdeviajar/va_antesdeviajarInt_269718.shtml
Ou seja: o seu pai pode depositar dinheiro na sua conta do Banco do Brasil e você pode retirar, dentro do seu limite de saques internacionais, com IOF de 0,38%. O problema é que o limite de saque costuma ser baixo mesmo para contas especiais. Isso é que torna o VTM mais eficaz para quem precisa sacar muito dinheiro no exterior.
O IOF de 2,38% incide sobre compras.
Não sei de onde seu pai tirou esse número de 7,38%. Não será de remessa internacional?
Também não sei Riq. Acho que ele tirou da fatura do cartão que chegou no Brasil, com as minhas compras aqui (sou dependente dele no cartão). Mas tu me deste um monte pra pensar agora! Problema é que meu cartão do BB não é mais crédito. Tive que deixar só débito pq a fatura ainda ia pro Brasil e blá blá blá. Então não sei mais se a taxa de 15 euros é só se eu sacar no balcão (aqui tem agência) ou dos caixas eletrônicos (o máximo que pode sacar aqui nos caixas é 200,00 euros).
Mas essa semana vou no banco e pego todas as informações e dou o feedback aqui!
OBS: 200,00 euros por saque! Se o cartão tiver um limite grande ou tiver dinheiro na conta, pode sacar várias vezes 200,00 euros. Problema é que cada saque paga a taxa.
Olá Riq e tripulação!!
Estou tentando comprar passagens pela Trenitalia seguindo as dicas do Zé Jet… seriam 4 passagens 2ª classe, por dia 13/07/2009 de Firenze para Roma…só que não tem mais tarifa Amica…então selecionei a promocional -15% , mas quando chega a hora de escolher do bilhete, não tem a opção ( no stampa a bordo) mais…não sei o que selecionar!! E pelo que entendi, desse jeito terei que validá-los na maquininha e passar no guichê…queria o método mais fácil possível!!!
E mais uma vez dentre zilhões de vezes, muito obrigada!!!
Eu dei uma simuladinha agora, sem me registrar, e apareceu a opção “ticketless”. Não aparece pra você?
(Pelo que eu entendo, com o ticketless é só imprimir o recibo pelo email e subir no trem.)
Ah e tb tem uma parte que é preferências de viagem. Eu opto por mandatory reservation, e posso escolher se quero janela, corredor…assim, meus assentos já estarão reservados ou não?
E Riq, vi aqui no site a possibilidade do trem AV, mas no dia que optei ( 13/07/2009), ele não aparece de jeito nenhum…só os Eurostar mesmo…muito muito muito obrigadaaaaaaaaaaa!!!!
PS: Tô criando coragem pra levar minha Canon Xti comigo, assim como vc, hehehe…tô vendo que vou precisar comprar mais cartão de memória, bateria extra…hehehe
Todos os horários aos 29 minutos da hora (9h29, 10h29, 11h29 etc.) são AV! É que o nome completo é ES AV — EuroStar Alta Velocità. O equipamento vai ser mais moderno, mas o tempo de viagem é apenas 3 minutos inferior ao EuroStar comum (1h37min. contra 1h40min.).
A reserva do assento já está incluída no preço. Se você não escolher nenhum, o site atribuirá um assento aleatório.
Obrigada Ricardo pelas informações…
Lilian
gente, lembrei de mais uma informação que foi me passada errada no Banco do Brasil: em Fortaleza me avisaram que, na hora do saque do caixa eletrônico eu teria a opção de débito em conta ou cartão de crédito. Uma amiga que havia morando em Londres me falou que isso não funciona. Que, mesmo escolhendo a função DEBITO EM CONTA ele debita como CARTÃO DE CRÉDITO e vc tem que pagar depois a fatura. O que ela fez: desabilitou a função CRÉDITO do cartão e ficou só com a de débito. Fui perguntar a 3 gerentes no banco do brasil que me disseram que essa informação era inválida. Que era só fazer a opção DÉBITO EM CONTA e pronto.
Viemos com o cartão que tinha as 2 funções: crédito e débito. Chegando aqui, fiz saque pedindo que fosse retirado da conta e o que aconteceu? Não foi debitado e chegou na fatura. Tivemos que desabilitar a função crédito do cartão e ficar só com o débito. Um estresse (fora o do cartão errado que falei acima e etc). Dica: viaje com 2 cartões: um de débito e um de crédito. E não passe pelo estresse!
A bandeira do cartão múltiplo é Visa, Denise?
Porque o que me explicam no Itaú (e foi o que eu pus no post) é que, mesmo sacando na função conta corrente, os saques no Visa vêm cobrados na fatura do cartão. Só os cartões múltiplos com bandeira MasterCard possibilitariam o débito na hora.
Mesmo desta maneira, o saque de conta corrente via Visa não influi no limite do cartão de crédito nem implica em juros; o saque diminui apenas o limite de saques de conta corrente que a conta possua.
Riq, essa informação do Itaú está correta. O saque no Visa vem na fatura e o saque no Master debita direto na conta corrente.
É Visa sim Riq. O problema é que só agora, depois de ler o seu post, é que fui descobrir isso (que só se consegue o débito na hora com o MasterCard). Porque os próprios gerentes do Banco não souberam me falar. Só soube quando cheguei aqui e fui na agência do BB do Porto!
Ainda bem que vc conseguiu a informação certa e agora a gente já sabe! Se tivesse lido isso antes de vir não teria passado pelo perrengue.. rsrsrsrs
Denise, se a bandeira a bandeira for Visa, mesmo se você desabilitar a função crédito e ainda que opte na tela do caixa eletrônico por fazer a retirada de sua conta corrente, o saque virá da função crédito, que volta a se tornar habilitada justamente por conta desse saque. O Visa simplesmente não permite o saque da conta corrente, só do cartão de crédito.
PêEsse pois quando nós desabilitamos a função crédito ele aceitou o débito em conta. Eu sei disso pq sempre que sacava eu acessava a conta pela internet pra ver quanto tinha sido em reais e aparecia lá na mesma hora! Não sei se isso aconteceu porque era Banco do Brasil…
Mas o que mais nos irritou foi o facto dos gerentes no Brasil (pelo menos em Fortaleza, e nós só visitamos as agências grandes) não entenderem PN do processo internacional. Tivemos muita dor de cabeça que poderia ter sido evitada. E olhe que, em uma das agências, eu fiz 1 gerente perguntar pra todos os outros sobre o cartão, por exemplo (se era internacional ou não). Resultado: deu empate.
ADENDO INFAME: saquei 40.000 pesos em San Andrés (aprox. 40 reais), num caixa eletrônico da ATH. Agora vi nos lançamentos futuros do meu C/C que a taxa foi de US$ 20,00!!!!!!! (aprox. 40 reais).
Ou seja, paguei 40 reais para retirar 40 reais. Taxa de 100%
Olá Riq! Sou fã deste blog…sempre passo por aqui e leio as suas sugestões e comentários de todos…Hoje gostaria que vocês me ajudassem na elaboração do meu roteiro de viagem.
Irei finalmente à Itália no dia 11/6/09…ficarei 15 dias com meu marido e mais um casal…iremos 5 dias antes deste casal, e queremos aproveitar esses dias alone, já que é verão, para írmos à Costa Amalfitana. Chegaremos por Roma ( a passagem já está comprada, pois adquirimos em milhas), a idéia seria alugar um carro e viajar até Sorrento, de lá queremos ir a Capri. Teremos 5 noites para fazermos este trajeto da Costa Amalfitana, pois depois deste dias retornaremos a Roma para encontrar com esse casal de amigos…o Roteiro a partir daí será assim: 4 noites em Roma, 3 noites em Veneza, e duas em Milão ( O nosso amigo é arquiteto, e está indo para a Bienal de Veneza…e tb se interessa por Milão)…Milão não seria a nossa opção, preferia conhecer Florença, por exemplo. Gostaria de sujestões principalmente para essas 5 noites na Costa Amalfitana… ( Se tiverem sujestões para o roteiro completo tb será muito bem-vinda) …me indicaram um Hotel em Sorrento chamado ” Parco dei Principi” …alguém conhece? Agradeço desde já a atenção de vocês. Obg, Christine
Christine, vai ser uma linda viagem! Acho que está um pouco em cima da hora demais para ver hotel, mas de repente a crise vai ajudar e você vai encontrar coisa boa. (A primeira vez que fui à Costa Amalfitana foi durante a Guerra do Golfo de 88; os americanos estavam morrendo de medo de ir ao sul da Europa, e os hotéis estavam vazios e com preços bons.)
Eu acho Sorrento a cidade menos emocionante da costa; tecnicamente, por sinal, Sorrento fica antes da Costa Amalfitana — está voltada para o Golfo de Nápoles. É uma base interessante para dar uma chegadinha em Nápoles e em Pompéia (de trem) e Capri (de barco) e fazer a costeira de carro. Mas não tem o charme das cidades encravadas na montanha, como Positano ou Amalfi. No entanto, caso Nápoles e Pompéia estejam no seu programa, e você queira fazer Capri só como bate-volta, sem dormir por lá, então Sorrento é uma boa base.
O hotel que te indicaram fica um pouquinho antes da cidade; as críticas no TripAdvisor são bem divididinhas.
http://www.tripadvisor.com/Hotel_Review-g187782-d202923-Reviews-Parco_dei_Principi_Hotel-Sorrento_Campania.html
Talvez valha a pena xeretar outros:
http://www.tripadvisor.com/Hotels-g187782-Sorrento_Campania-Hotels.html
Na minha receita de Costa Amalfitana eu recomendo passar pelo menos uma noite em Capri — para ter uma experiência que 90% dos visitantes não têm. E ficar os outros dias baseado em Positano ou Amalfi, que ficam no meio da costeira. Uma subida um dia a Ravello é imprescindível.
Como vocês não estão desembarcando em Nápoles (o que seria o ideal), as duas possibilidades de chegada são chatinhas.
Vocês podem chegar do vôo intercontinental e, sem descansar, já pegar o carro para rodar 3 horas e meia até Sorrento (275 km) ou Positano (290 km desde o aeroporto Fiumicino).
A outra alternativa é pegar um trem do aeroporto à estação Termini, então outro trem a Nápoles, daí um táxi ao porto e finalmente um barco a Capri. Nessa opção vocês pegariam o carro só quando voltassem ao continente, em Sorrento, dois dias mais tarde.
Vou fazer um post com a minha receitinha; assim que estiver publicado ponho o link aqui.
Está aqui: http://www.viajenaviagem.com/2009/05/vai-por-mim-costa-amalfitana-e-capri/
tem um B&B super simpático em Capri, chama-se Villa Luisa!
Riq,
Vou seguir a sua sugestão…já cancelemos a nossa reserva em Sorrento, e por coincidência, já estava decidida à fazer isso, pois um amigo que conhece a Costa, sugeriu que trocassemos Sorrento por Positano…justamente por achar Positano mais interessante e com um por do sol imperdível! (O mais lindo que ele já presenciou em sua vida!) Seguiremos do Aeroporto Fiumicino direto para Positano…pretendemos passar duas noites lá, fazendo bate e volta em Amalfi e Rivello, e depois seguiremos para Capri, onde ficaremos uma noite. O melhor lugar para partir (e deixar o carro) para Capri seria de Sorrento? Nos sobrará mais duas noites, pois teremos que estar em Roma no dia 17. A nossa dúvida é: aumentamos uma noite em Positano ou Capri? Ou seguimos viagem em direção a Roma passando pela Toscana?… Pensamos em conhecer Pompéia na volta ( várias pessoas nos disseram que não vale a pena ir à Napoles)…e também nos sugeriram uma cidadezinha medieval´para passarmos a noite no retorno à Roma, chamada Volterra, na Toscana. Mais uma vez obrigada pela atenção. Chris
Sim, Sorrento tem partidas freqüentes para Capri e estacionamentos para deixar o carro.
Se vocês não estivessem cansados por conta do vôo, o ideal seria passar por Pompéia na ida; assim, depois dos dias em Positano, vocês entregariam o carro em Sorrento (de onde há partidas freqüentes a Capri) e, um ou dois dias mais tarde, poderiam pegar o barco de Capri direto a Nápoles, voltando a Roma de trem, poupando duas diárias de carro.
(Mas estando cansados não recomendo, não: Pompéia é muito exaustivo, e já está bem quente nessa época.)
Tendo em vista que vocês devem chegar de tarde, e cansados, a Positano, eu programaria três noites por lá. No segundo dia faria a costeira inteira (pela vista) até Vietri (pelas lojas de fábrica de louças pintadas a mão); no segundo subiria a Ravello.
Se der para encaixar dois dias em Capri seria perfeito; senão, tentem ir cedinho para aproveitar o dia. (E fiquem a noite, claro.)
Lembrem-se de que voltar parando em Pompéia significa perder praticamente o dia inteiro nisso.
Se transportarem bagagem, usem apenas estacionamentos fechados! O índice de arrombamentos na Itália é alto.
A Toscana fica ao norte de Roma, vocês não vão passar por ela ao sair da Costeira.
Aqui está o post, Christine. Demorou mas saiu:
http://www.viajenaviagem.com/2009/05/vai-por-mim-costa-amalfitana-e-capri/
Sorrento é a cidade menos emocionante .. é isso ?
Ops, corrigi. Gracias
Ricardo,
Vou de mochila para Europa e pretendo pagar os albergues (já reservados) com cartão de crédito e/ou VTM. Excetuando isso (e os transportes entre os países, já pagos), penso em levar, para gastos gerais, uma média de 60 euros por dia (pouco?) e aí é que pode está o problema. Esse valor (multiplicado por uns 28 dias de viagem, ou seja, quase 1.700 euros) seria distribuído entre espécie e VTM. Com isso, não terei esse valor todo em espécie para mostrar na imigração (é muita grana para andar na barriga…). Salvo se essa conta para imigração seja aplicada para os dias que a pessoa vá ficar no primeiro país da comunidade européia que desembarcar (ex: 60 euros x 5 = 300 euros em papel). Deveria levar os 1.700 euros em cash? Para finalizar: Nos Hostels (twin bed),em geral, não tem cofre né? Isso vai ser uma preocupação…
Eu também acho que é muita grana pra levar na barriga, Fabio. Eu acredito que essa exigência é draconiana; e que quando eles implicam, eles deportam mesmo que a pessoa tenha tudo em cima. Tente sair do Brasil com um extrato do seu VTM impresso no dia do embarque; ou, se isso não for possível, um recibo do depósito.
Muitíssimos albergues têm “lockers” ou “safes”. Na página de cada um deles no Hostelworld você vai ver se têm. Leve um cadeado.
muitíssimo obrigado!
Riq, super obrigado pela informação. Tenho o cartão múltiplo do Personnalité bandeira Mastercard. O Visa, também Personnalité, só habilitei a função crédito.Tenho tb. o cartAo de c/c do Itaú normal, habilitado na função Internacional (que deixo para o plano B). E levo dolares. Vou passar só o final de semana em Buenos Aires e não quero perder tempo com câmbio.
Lembra do ano passado quando vc me indicou os restaurantes para o jantar do meu aniversário? Pois é, mais um ano se passou e agora vou comemorar de 05 a 07 de Junho em Buenos Aires….sem abusar, vc me indicaria algum legal?
Malu, valem aqueles bacanões que a gente sempre fala aqui: Casa Cruz, Sucre, Olsen, Sottovoce…
http://destemperados.blogspot.com/2007/09/o-impactante-e-exclusivo-casa-cruz.html
http://destemperados.blogspot.com/2007/09/sucre-de-comer-danando.html
http://destemperados.blogspot.com/2007/09/comendo-escandinavamente-no-olsen.html
Nesse perguntódromo aqui tem umas sugestões diferentes de restaurantes românticos garimpados pela Lena: http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/blog/70075_comentarios.shtml?1311328
Eu sei que você não pode comer muito, mas não posso deixar de falar no brunch do Four Seasons…
http://viajeaqui.abril.com.br/blog/80753_comentarios.shtml?1311328
OPS: os restaurantes que vc me indicou o ano passado eram em New York.
Riq, na sua opinião, com 10 noites em Paris, vale à pena um bate-e-volta em Strasbourg? Contando que eu já vou para Versalhes e talvez para a Disney?
Nunca fui, Ana, então não posso falar com conhecimento de causa. A 2h20 de TGV, a viagem escapa um pouco do meu limite confortável de 1h30, mas não é nenhum suplício. Nunca estudei a cidade ou a região; se você pesquisou e quer ir, por que não?
O único bate-volta que eu testei foi a Reims.
http://viajeaqui.abril.com.br/blog/139266_comentarios.shtml?1311328
No Conexão Paris há o relato de um leitor que fez o bate-volta a Strasbourg:
http://www.conexaoparis.com.br/2008/11/22/parisstrasbourg-ida-e-volta-no-mesmo-dia/
Valeu, Riq!!!
Só uma informacao: os voos para Buenos Aires pela Pluna nao chegam por Ezeiza, mas pelo Aeroparque, onde nao há Banco La Nacion e o único cambio é pavoroso (estava 3.20 por dólar no domingo). Como eu só li as letrinhas miúdas do voo na vespera da viagem, esperando para descer em Ezeiza, a saida para nao perder muito dinheiro foi ter ido a uma tenda de remi (cheguei só com dólares e reais) e pagar com 100 dólares – o troco a 3.72 compensou (comparando com o cambio ruim, o remis saiu de graca).
Desculpem a falta de cedilha e til (estou perdida num teclado estranho).
Mas como é que eu ia imaginar que um voo vindo do Brasil, via Montevidéo, chegasse no aeroporto tido como nacional?
Hehehe, é que Montevidéu-Buenos Aires é a ponte aérea do Prata! Nesse caso, o Aeroparque funciona como o Santos Dumont
(E insistindo no meu ponto: é nessas horas que o caixa automático fica ainda mais útil; o câmbio nos caixas automáticos do Aeroparque é idêntico ao dos caixas automáticos de Ezeiza e igualzinho ao dos caixas automáticos do centro de Buenos Aires — antes, durante ou depois dos bancos abrirem…)
Só o que vai economizar no taxi do aeroparque já compensa…
Da mesma forma, se você vai a Nova York via Washington, a chegada é por La Guardia, o “Santos Dumont” deles.
Ricardo e pessoal,
Estou com viagem marcada pra NY em agosto e queria aproveitar para alugar um carro e visitar algumas cidades por perto. Pensei em Washington, Boston e Philadelphia. Sugerem algum outro local na costa leste dos EUA, que dê pra sair de NY, passar 2 dias e voltar para NY?
Obrigado,
Jorge
Jorge, todas as três cidades estão próximas de NYC e valem uma visita. Dois dias inteiros para Philadelphia está de bom tamanho. Para Washington e Boston eu sugeriria pelo menos três dias inteiros em cada uma.
Concordo com o PêEss. na Philadelphia 2 dias está bom e para Washington no mínimo 3 dias inteiros, apesar de que se ficar 4 não vai se arrepender.
Além dessas, teria alguma outra cidade nas redondezas que vale a pena uma visita?
Valeu PêEsse e Hugo!
Abraço,
Jorge.
Jorge, Boston fica 360 km para o norte de Nova York.
A Filadélfia fica
370150 km para o sul; Washington, 225 km adiante.Nada dissoTirando Filadélfia, nada disso fica exatamente “nas cercanias”. Acho que você aproveita melhor o seu carro se rumar ou para Boston, explorando o que há pelo caminho ou seguindo a Cape Cod, ou se for para o sul, fazendo Philly, Washington e as cidades históricas do caminho e além (como Colonial Williamsburg).Se você quer pesquisar atrações no entorno de Nova York, aí vão alguns guias:
http://gorp.away.com/gorp/location/cities/new_york.htm (paisagens & aventura)
http://www.frommers.com/destinations/newyorkstate/0255010007.html
https://www.cartan.com/Williamsburg_Washington.html (roteiro de excursão que pode servir de inspiração)
http://gonewengland.about.com/od/massachusetts/ht/aahtmass5days.htm (Massachusetts in 5 dias — incluindo Boston e Cape Cod)
Riq, segundo o Frommer’s Filadélfia fica a 160 km de NYC. Acredito que essa seja a distância correta, porque me lembro de ter feito um bate-e-volta de ônibus – a viagem durou cerca de 2 horas, o que condiz com essa distância.
Ops! Cometi alguma bobagem no Via Michelin. Voltei lá e você está certa: 150 km (devo ter visto a distância de Boston a Filadélfia, acho). Brigado! Corrigi!
De nada, Comandante, sempre a postos!
Parecer de quem fez Filadélfia em bate-e-volta: é pouco, principalmente para quem gosta de História. Só dá pra ter um gostinho muito básico dos episódios da independência americana… Acho que uns 2 dias inteiros seriam ideais.
Riq,
no cartão VTM tem a validade. O que foi emitido em 2008 é válido até 2011.
Riq, valeu!!!! Que delícia contar com vc e os trips. Agora é só relaxar, curtir um vinho e o friozinho de BsAs e esquecer da passagem do tempo.
Roubaram meu cartão de crédito Bradesco Visa em Barcelona, e fizeram diversos saques sem ter o Pin Number; cuidado com cartões pode ser mais perigoso que dinheiro.
Muito oportunas as dicas, acompanho deste o ano passado quanto estive em Bs As. Estou voltando agora em junho e é justamente neste mês que a tarifa do Real para saque na função crédito muda de 1% para 3% do valor do saque. Mas mesmo assim acho que ainda vale a pena, pois meu cartão me dá uma bonificação de 1,5 bonus por dolar.Pretendo levar também uns R$1000. Um abraço.
Pessoal, para quem é correntista do BB, caso não tenha mudado, estando em Paris, você pode sacar na boca do caixa qq valor, a taxa cobrada será 12 euros. O débito total é feito na conta-corrente. Acho vantajoso se você pretende sacar uma boa quantia para uso em toda a sua viagem, como fiz em 2008. Por exemplo, 2000 euros. Uso, também, há um certo tempo, como bem diz o Riq, os cartões internacionais (Visa e Mastercard) para pagar o hotel ou outras despesas maiores, de acordo com a grana que ainda tenha no bolso. Como item de segurança, utilizo uma ou duas bolsas, neste caso, uma de cada lado, presas no cinto, nas quais cabem passaporte, cartões e dinheiro. O acesso é prático, fácil. Acho mais confortável que a colocada na cintura, incomoda menos.
Vale o alerta, o câmbio do BB pratica a venda casada, o pior que não avisa nada, apenas no ato da troca fui avisado deste procedimento de comprar, no meu caso 30% em TC.É uma total falta de respeito e uma burrice atroz, uma vez que o BB deixa de realizar uma operação lucrativa.
Minha filha comprou ontem no BB ,e recebeu em papel moeda .
Nada de venda casada .
Talvez , por ser correntista do banco … ?
Riq e trips, na nossa recente semaninha em Nova York, levamos uma pequena parte em dinheiro (já tínhamos em “estoque”) e cartões para saque e crédito.
Não temos custo de saque direto da conta, mas para nossa surpresa a cotação foi ruim: num dia em que o dólar oficial estava a R$ 2,00 o saque saiu da conta a R$ 2,12 (com IOF = R$ 2,13).
Acabamos concentrando todos os gastos no cartão de crédito (MasterCard, evitamos o Amex pelas experiências anteriores de cotações abusivas).
Com o câmbio estável, pagamos a fatura esta semana com a cotação de R$ 1,98 (com IOF = R$ 2,03).
PS: Além da cotação favorável, é possível pagar praticamente TUDO em Nova York com cartão de crédito, do taxi ao café, do metrô ao museu. Ótima opção!
Riq. No ano passado, eu e minha esposa estivemos na Itália para comemorar nosso aniversário de casamento. Para isso levamos 1500 euros para gastar por lá com passeios e compras. Tudo foi levado conosco, incluindo passaportes e cartões (usamos aquela bolsa canguru). Em setembro partiremos para Paris e Praga. Vc recomenda que deixemos o dinheiro + passaporte no cofre do hotel (ou na mala devidamente trancada) ou devo levá-los novamente para passear conosco?
Abraços e obrigado.
Não é 100% seguro, mas eu — EU — deixaria no cofre do hotel.
Sua dica é muuuito mais que válida. Acredito que seja mais seguro deixar a $ no cofre do que ficar andando com ele junto ao corpo. Obrigado.
Dúvida.
Quando se compra euros para colocar no VTM tb se paga IOF?
Pq o cambio do banco do brasil é cerca de 2,70 e poucos, mais IOF. No fim, vc acaba pagando mais de 2,90 por cada euro.
A cotação do VTM tá 2,92, mas a dúvida é: ainda vai ter IOF????
Você paga 0,38% de IOF sobre operações cambiais ao carregar o VTM.
Você NÃO paga 2,38% de IOF nas despesas que fizer com ele, porque não é um cartão de crédito, e sim de débito.
Salve Ricardo,
Preciso de uma dica sua: estou indo para Londres em agosto, e gostaria de comprar alguns ingressos com antecedência pela internet para evitar filas (London Eye, Wembley).
Vou perder dinheiro na hora da conversão usando o cartão de crédito? qual a taxa que as operadoras usam?
Abração
Visa e Master têm taxas ótimas de conversão; conforme eu escrevi no texto, na maioria dos bancos a taxa é próxima do câmbio comercial. Mesmo com o 2,38% de IOF a conta fica menor do que o dólar-turismo. Você só perde caso o real desvalorize entre a sua compra e o pagamento da fatura.
Travel cheque:
Ricardo,
Seguindo as dicas do site, gostaria de saber onde posso trocar travel cheque em Londres (vou ficar em Earl´s Court). Ouvi dizer que nos “post office” não cobram comissão. Consegui um câmbio bom no Santader para libra comprando em travel (R$ 3,26), cerca de 5% mais barato do que na casa de cambio aqui em Bauru/SP comprando pelo VTM (R$ 3,41).
Haha, Marcio, você NÃO seguiu a dica do blog
No site do PostOffice.co.uk não consegui confirmar essa informação; dei uma googlada em foruns mas acho que não usei as palavras certas.
O caminho certo é ir no site da marca dos seus travelers e procurar pela seção de postos de troca sem comissão.
Pela minha experiência, todas as viagens e desvios do seu caminho que você vai fazer para trocar aos poucos não vão compensar a economia. E se você resolver trocar tudo em uma ou duas vezes, vai acabar com a maior vantagem do TC, que é a segurança.
Na comparação com travelers, fora dos Estados Unidos, VTM é melhor mesmo com esses 5% de diferença.
Então Ricardo. Se dependesse de mim eu levaria só 300 euros em espécie para gastinhos emergenciais e o resto eu usaria o cartão de crédito ou sacaria lá na Europa direto de minha conta corrente. Porém, como antes de ir para o Reino Unido, vou estar em Amsterdã e Paris, não gostaria de ficar andando nessas cidades com o libra sendo que só vou usá-la depois de nove dias. Também, em relação ao VTM, como é a primeira vez que vou à Europa, não quero chegar na imigração do Reino Unido só com cartão (VTM, apesar de fazer as vezes do travel) não deixa de ser um cartão. Por essa razão, pensei no travel. Eu teria a segurança de ficar com ele (em libras) em Paris/Amsterdã sem perigo de perder e além de tudo teria dinheiro em papel para mostrar para aos agentes de imigração no Reino Unido.
[...] transações. Longe de ser uma expert em assuntos econônicos achei um artigo muito legal do Ricardo Freire que fala melhor sobre esse imbróglio numérico e que cada um tire suas próprias [...]
Bom dia Ricardo
Quero ver se você pode me ajudar, estou indo para a Austrália dia 02 de fevereiro e volto dia 6 de março, vou alugar uma campervan e fazer de Sydney até Gold Coast, tenho um cartão de credito platinun visa. Vou com a minha namorada e ela vai levar o dinheiro dela no cartão VTM do banco Cotação. Dei uma pesquisada e vi que vc carrega o cartão com dólar americano e quando vc sacar em dólar australiano vc acaba perdendo dinheiro, em torno de 13%.
Gostaria de saber qual é o mais viável, levar um pouco de dinheiro e utilizar o resto no cartão de credito e saques com o cartão ou utilizar o cartão VTM.
Atenciosamente
Pablo
Pablo, me repasse os links dessa pesquisa. Não acredito que haja essa perda em moeda nenhuma. A diferença do VTM para os saques em cartão de banco é que você compra a moeda (dólar, euro ou libra) pela cotação turismo, enquando o saque no cartão de banco a cotação é próxima do câmbio comercial.
No caso do cartão de banco, porém, as taxas variam conforme o banco, a rede em que você faz o saque e o tipo de conta do cliente. Várias pessoas obterão vários resultados finais diferentes.
Os saques do VTM também podem sofrer maior incidência de taxa conforme a rede de caixas automáticos em que se saca.
Como está no início do texto: a gente sempre sai perdendo alguma coisa. Não há operação perfeita de câmbio.
Releia novamente os prós e contras de cada uma e decida-se pelo seu mix. E por favor me mande onde você achou esses 13% aí do seu comentário.
http://www.cotacao.com.br
Ola, boa tarde! Estamos indo a Paris passar o reveillon, ficaremos hospedado na area da Place d´Italie, fico temeroso qt ao retorno ao hotel apos as comemorações da noite da virada, comom ficam os transportes? O metro funciona ate bem tarde? ou melhor mesmo seria dar uma bela caminhada pelo Senna ate o hotel?
desde ja agradeço as suas dicas. grande abraço.
André
Os transportes ficam caóticos. O metrô funciona à noite toda, mas fica abarrotado. A festa nos Champs-Elysées dura pouco.
O melhor é não ter expectativas para a noite de Réveillon.
Veja o que vai acontecer na Butte-aux-Cailles, dois quarteirões bem animados bem perto da Place d’Italie.
Eu faria uma ceia no quarto do hotel com coisas bacanas compradas durante o dia nos mercadinhos, e depois iria para os bares de lá.
Ok, Ricardo, vamos seguir sua dica!
grato pela atenção!
André.
Ola Ricardo, mais uma duvida por favor, estarei chegando no CDG, preciso ir ate meu hotel na place d ítalie, qual é melhor e mais barata forma? muito obrigado. Andre
Mais barato: RER B até Denfert-Rochereau (15 ou 16 estações), daí baldeação para o metrô, linha 6, direção Nation (desça na 4a. parada, Place d’Italie).
Conte com enfrentar escadas na baldeação e na estação final.
Ricardo, muito obrigado! abracao
Olá..gostaria de uma informação. Estou programando um intercâmbio para Londres no meio do ano que vem, mas tenho uma dúvida: Eles só aceitam libra esterlina ou em alguns lugares aceitam o Euro? Cada pessoa fala uma coisa, to confusa. Queria saber também quanto eu tenho que levar para não passar nenhum sufoco, o intercâmbio é de 30 dias. Obrigada!
A moeda na Inglaterra é a libra. Pode ser até que alguma loja ou outra aceite euro, mas você vai precisar fazer conta para ver se está fazendo bom negócio. Faça um Visa Travel Money e vá carregando direto em libras, ou saque no caixa eletrônico com seu cartão de banco direto em libras.
Para ver como economizar na Inglaterra, siga a Sílvia Oliveira do Matraqueando:
http://matraqueando.blogspot.com/2009/11/inglaterra-50-euros-por-dia-parte-1.html
http://matraqueando.blogspot.com/2009/11/inglaterra-50-euros-por-dia-parte-2.html
http://www.matraqueando.com.br/inglaterra-a-50-euros-por-dia-parte-3
Olá Ricardo.
Estou para ir à Argentina e vi seu comentário a respeito das vantagens de usar o cartão de crédito em compras no exterior. Li em outros sites que numa compra feita em Buenos Aires, primeiro se converte o peso para dólar, e aí então para reais. Como vou saber que taxa de conversão é utilizada entre peso e dólar?
Obrigado.
A taxa das bandeiras Visa e Mastercard é boa. Os bancos usam a cotação interbancária, que é melhor do que qualquer uma que você consiga em casa de câmbio.
Ricardo, gostaria de saber se os caixas eletronicos de aruba permitem saques em dolar. Na dificuldade de compra de dolar de amigos aqui , oque voce recomenda? comprar no banco ou agencia? Como faço essa compra??? muito obrigado.
Sim, os caixas permitem saques em dólar.
Você pode comprar dólares com seu banco, seu agente de viagem ou corretoras, tanto faz. Se fosse para comprar dólares, eu faria direto um VTM, é mais seguro.
Caros..aindo tenho uma dúvida quanto ao VTM.
Estou indo para o Canadá e tentei adquirir hoje o VTM, porém a operadora me deixou assustado quando disse que ao realizar alguma compra lá, a operação seria convertida, pois o VTM estaria em Dolar Americano e eu estaria realizando uma operacao em Dolar Canadense. Até aí nada mais justo.
Entretanto, fui informado que além disso a Visa aplica um percentual sobre a operação que ela não saberia informar qual é…Perguntei se era algum tipo de taxa…ela me disse que não mas que havia um percentual sobre a operação.
Isto procede???
Eu já entendi que eles usam cotação do “turismo” e que haverá conversão. Mas terei que pagar algo a mais sobre cada operação?
Obrigado…
Não, ela te passou informação confusa. Para compras, a “perda” ocorre no momento da conversão entre a moeda local e a moeda do VTM (por essa razão, se vc vai à Europa e Reino Unido é melhor fazer o VTM em euros e libras…).
Todavia, em caso de saques o banco cuja ATM vc usa pode cobrar uma taxa, e essa acaba inclusa no extrato.
É como o André explicou. A moça não soube se expressar.
Em toda operação você vai perder alguma coisa, não importa o meio que usar. Mas as cotações interbancárias usadas pelos cartões de crédito são as melhores que você pode conseguir.
RIQ, deixa eu te pedir umas dicas sobre dólar, VTM, cartão etc.
Vou a Bogotá (3 dias) e Aruba (6 dias) em março, com minha esposa (café da manhã incluido). Tenho guardados 1.100 dólares em espécie e uns 200 dólares em VTM.
Recomendas levar mais ou menos em espécie, ou carregar algo mais no VTM? Ou te parece que estas quantias que tenho e a distribuição já estão boas e o que precisar a mais gasto no cartão de crédito? Fico na dúvida se deveria reduzir em espécie e aumentar no VTM.
É melhor gastar os dólares em espécie lá, ou seria melhor concentrar tudo no cartão de crédito e depois, para pagar a fatura, trocar os dólares por reais?
Muito obrigado!
Em toda troca a gente perde dinheiro, a não ser quando a moeda que vamos vender sofre uma alta repentina e inesperada.
Esse assunto de meios de pagamento no exterior é como investimento. Cada um tem uma estratégia.
A minha, que eu explico no post: cartão de crédito para todos os gastos que aceitarem cartão, cartão de banco para sacar em moeda local o que vou usar em dinheiro vivo, VTM com saldo baixo para recarregar caso dê galho com o cartão de crédito e/ou o de banco, e um pouco de moeda forte para gastos iniciais ou emergenciais enquanto não carregam o VTM.
Muito obrigado!
[...] Mas não é dessa vez que vou escrever sobre o Taiti, mas estava lendo um post sobre um assunto muito importante em uma viagem ao exterior: usar dinheiro, cartão de crédito ou travelers? [...]
Riq. Algum tempo atrás conversamos se valeria a pena adquirir o Visa Travel Money para utilizar na Argentina e Uruguai. Bom, minhas impressões foram positivas, apesar de a taxa de conversão não ser tão boa. Ah! Descobri algo interessante, o VTM funciona sim para compras pela internet, comprei as passagens do Buquebus… tudo tranquilo. Falow… Parabéns pelo novo site.!!!!!!!!!!!!!1
Sim, essa informação já estava rolando há algum tempo (o VTM é indicado para fazer compras no site da Trenitalia, que costuma encrencar com cartões de crédito brasileiros). Vou consertar o texto, obrigado.
Na Itália em setembro do ano retrasado (2008), não consegui de forma alguma comprar passagens de trem nas máquinas da Trenitalia com cartão Visa ou Mastercard, só consegui com o VTM.
Em compensação, em Pisa, o VTM deu problemas em uma máquina mais antiga em um restaurante (por faltar aqueles números de conferência).
boa tarde,
possuo uma determinada quantia(dólar australiano) depositada em um banco australiano. meu cartão está bloqueado. falo pouco inglês. gostaria de saber até quanto posso transferir para conta de parente sem que haja problemas com a receita federal.
grato. rf
Rapaz, essa foge da minha alçada. Fale com o gerente do banco da conta pra onde o dinheiro vai ser transferido.
Ricardo, primeiro parabéns pela coluna na BandNews, tenho uma dúvida de VTM, na alfandega, sei que é solicitado dinheiro VIVO, mas ao apresentar um cartão VTM carregado com o boleto da compra e o valor disponível e valor comprado a moeda local deles, pode servir como o solicitado dinheiro VIVO? Irei para a europa agora em fevereiro e pretendo levar dois VTM com euro e libras, uma parte em dinheiro e cartões de créditos disponíveis.
Obrigado,
Marco
O que vou dizer é um chute, Marco Aurélio, porque eu acho que se eles implicarem com o vivente, eles mandam o cara de volta pra casa até se ele mostrar o dinheiro vivo que eles querem.
Eu levaria um extrato do VTM tirado no dia do embarque. Para todos os efeitos, é como se fosse dinheiro vivo.
Tenho a mesma preocupação do Marco Aurélio.
Estou embarcando para a Espanha em março.
Entrei no site da Embaixa deste país em Brasilia.
Vejam:
•Passaporte com validade mínima de 6 meses;
• Passagem nominal, intransferível e com volta marcada ao país de procedência;
• Comprovação de meios econômicos (equivalentes a 60 € por dia de permanência por pessoa). De 1 a 9 dias, devem justificar um mínimo equivalente a 540 € por pessoa;
• Comprovante de pagamento do alojamento/hotel pelo período total de permanência ou “carta-convite” original na qual se convida para ir à Espanha e que se ajuste à ordem PRE/1283/2007, devendo ser realizada nas delegacias de polícia do domicílio do anfitrião residente na Espanha;
• Justificativa do motivo da viagem.
http://www.maec.es/SUBWEBS/EMBAJADAS/BRASILIA/ES/MENUPPAL/INFORMACIONESTILES/REQUISITOSDEENTRADAENESPA%C3%91A/Paginas/RequisitosdeentradaenEspa%C3%B1a.aspx
Agora compravação de meio economico poderia ser o limite do seu cartão de crédito, que não deixa de ser um meio economico?
?
Se o guardinha quiser que seja, será. Se o guardinha não quiser, não será.
E se você tiver os 540 euros e ele achar que você vai ficar como clandestino, não serão suficientes.
Infelizmente é assim. Barajas devia ser evitado por todo mundo que tenha motivos (idade, falta de carimbos no passaporte) para ter medo da imigração. Não é por falta de aviso. A possibilidade é remota, mas existe.
Muito obrigado pela resposta, é, realmente é isso, se não quiserem que você entre não vai haver forma de fazé-lo. Mas de qualquer forma vou fazer o seu recomendado MIX, cartões de credito com bom limite, uma pequena quantia em espécie, (não vou levar o exigido), sendo que tenho hoteis, passagens, translados e até alguns passeios já pagos e o VTM com alguma carga também, pois o cambio utilizado para estes cartões é mais atraente que espécie.
Abraço!
Complicado né Riq, e ainda é a gente que é terceiro-mundo. =(
Até agora não houve nenhum caso de leitor do site barrado, fique tranqüilo. A maior implicância é com estudantes e moças.
Mas eu sustento que essa situação só vai mudar quando brasileiro nenhum chegar à Europa por Madri.
Obrigado Riq.
Pretendo levar os euros indicados pela Embaixada, mesmo não acho certo e temendo as mãos leves.
Oi, Adorei este espaço e a atenção nas respostas.Voltei da Europa com saldo de 700 euros no visa travel money. Como funciona se eu quiser trocar por dólares? prós e contras. Obrigada
Na minha opinião, o melhor a fazer é guardar o saldo no cartão e levar na sua próxima viagem, mesmo que seja para um país onde o dólar seja moeda corrente ou de referência. Nesse caso vai ser feita apenas uma conversão, de euro para dólar.
Pelo que eu entendo, se você liquidar o seu cartão você vai receber o saldo em reais, e depois vai ter que comprar dólar com eles. Vai fazer duas conversões, vai perder dinheiro.
Mas ligue para a corretora que lhe vendeu o VTM; eles são a fonte mais abalizada para responder à sua pergunta.
Marise,
Acho que o Riq tem razão. Só para dar um exemplo: A Casa Aliança ( http://www.casaalianca.com.br ), aqui do Rio, está comprando o dólar VTM a R$ 1,70! O dólar em espécie – não o do VTM – eles estão comprando a R$1,84. O preço de venda é o mesmo para o dólar VTM e espécie: R$1,95. Acontece o mesmo com o euro.
Eu guardaria o saldo no próprio VTM e deixaria para usar em outra viagem.
Ligue para a sua corretora para conferir e checar até quando os seus créditos no VTM são válidos.
No caso do saldo restante, há uma alternativa mais simples que elimina a dupla conversão: gastar o valor do cartão no Brasil. Nem todo lugar aceita (como pagamento de passagem aérea em terminal físico), mas em lojas, restaurantes, postos de gasolina, fast-food etc. quando precisei “zerar” um VTM nunca tive problema. A taxa de conversão é um pouco maior do que a taxa de compra da moeda física.
Oi,passando só pra agradecer. Bjs
Estou indo para Dublin, mas faço conexão em Londres, optei por não levar Euro em espécie, estou levando apenas cartões de crédito e farei saques direto na Europa.
Duvidas: Corro o risco de ser deportado em Londres? Mesmo fazendo apenas conexão? Levo Euro ou Libras para minimizar este risco, caso seja grande?
Quais são as taxas padrões do VTM?
Grato
Você vai fazer imigração duas vezes, uma na Inglaterra (que não está no Espaço Schengen), outra na Irlanda. Na Inglaterra eles implicam com estudantes brasileiros indo pra Irlanda, é bom ir prevenido — eles podem mandar de volta de lá, sim.
Leve extrato dos cartões com limites e extrato da véspera do VTM com o saldo.
As taxas do VTM são 2,50 dólares por saque (o limite normalmente é baixo, 100 euros por operação) e a eventual taxa da rede de caixas eletrônicos onde você faz o saque. Para compras não há taxas, nem incide IOF. A única desvantagem é que você compra na cotação turismo (mas é a mesma que você obteria comprando papel-moeda).
[...] http://www.viajenaviagem.com/2009/05/pros-x-contras-dolar-euro-peso-real-travele rs-cartao-de-credi… [...]
O dinheiro como o conhecemos hoje está em total fase de metamorfose, ele está com cara nova, e formas também, é como a água, você pode obter-lo em diversos estados, solido (maney vivo) liguido (cartão de crédito) e gasoso (conta-corrente/poupança).
A dica do Riq é totalmente pertinente, o grande lance é diversificar, porém na minha opinião Travelers são uma grande roubada (ao menos fora dos EUA).
Ricardo, no site do Banco Real diz que as compras efetuadas no exterior são convertidas pelo dólar turismo…
http://www.bancoreal.com.br/pequenas/cartoes_empresariais/tpl_visa_business_tire_duvidas.shtm
Liguei na central e eles confirmaram esta informação.
Será que é uma regra do Banco, e os outros convertem pela tarifa interbancária ptax?
Obrigado
Deve ser regra da administradora do banco. Que pena. O Bradesco também faz isso com o American Express.
De acordo com o documento que define os meios de comprovação de condições de pagar os custos da viagem quando se entra pela Espanha, não é preciso portar o dinheiro em espécie. Estou pensando em levar o extrato/limite do cartão + uns 300 euros + extrato da conta bancária (não vale Internet) + crachá da empresa pública na qual trabalho. Sou casado e vou com minha esposa que tb é func pública. A viagem é de 30 dias, por 4 países diferentes.
Caso alguém tenha entrado pela Espanha recentemente sem levar o $$ todo em espécie, favor reportar o que foi cobrado para comprovação.
Segue o texto da lei(fonte: http://www.maec.es/subwebs/Embajadas/Brasilia/es/MenuPpal/Informacionestiles/PreguntasFrecuentes/Documents/9b17c235b6e044458e780d0d47844a24AcreditacionMediosEconomicosBOE.pdf)
La disponibilidad por los extranjeros de los medios económicos señalados se acreditará mediante exhibición de los mismos, en el caso de que los posean en efectivo, o mediante la presentación de cheques certificados, cheques de viaje, cartas de pago, o tarjetas de crédito, que deberán ir acompañadas del extracto de la cuenta bancaria o una libreta bancaria puesta al día (no se admitirán cartas de entidades bancarias ni extractos bancarios de Internet) o cualquier otro medio con el que se acredite fehacientemente la cantidad disponible como crédito de la citada tarjeta o cuenta bancaria.
Carlos, os agentes não pedem essas coisas de todo mundo, não. Só de quem eles desconfiam.
E se eles desconfiam muito, mas muito mesmo, ou estão com cota a cumprir, não há comprovante que detenha a sua arbitrariedade.
Eu nunca levei todo esse dinheiro vivo, não, nem pretendo levar. Você está certo. (Mas o melhor mesmo é boicotar a Espanha e sua companhia aérea nacional como porta de entrada à Europa.)
Encontrei, por acaso, o post http://vacatip.blogspot.com/2010/01/levar-dinheiro-para-o-exterior-qual-e.html e o post http://www.fernandohrosa.com.br/br/P/Saques_Internacional_Cartao_Credito , ambos muito úteis e aparentemente relacionados com o tema deste post.