Enquete | Você viajaria para o Egito?

  • 0
Natalie Soares
por Natalie Soares

Egito

Os últimos anos foram particularmente difíceis para o turismo no Egito. O país teve presença assídua nos noticiários, mas sumiu das páginas de relatos de viagem. Um verdadeiro dissabor, tendo em vista as riquezas históricas que ali se encontram.

Conversando com o Gabe Brito sobre esse clima instável, ele soltou uma frase brilhante: "É a oportunidade de conhecer o Egito da década de 80". Recebendo cada vez menos turistas estrangeiros, quem encara uma viagem à terra dos faraós pode ter um encontro praticamente exclusivo com cada múmia e cada pirâmide egípcia.

O cenário geopolítico também não tem contribuído muito: quando o turismo dava os primeiros sinais de sobrevida pós manifestações da Primavera Árabe, vieram os atentados terroristas -- no Mar Vermelho, no ar (a explosão de um avião de turistas russos), em Alexandria, na catedral copta no Cairo. (O circuito turístico principal -- Pirâmides + Nilo -- tem conseguido passar incólume.)

A fuga em massa de visitantes tem gerado medidas cautelosas em algumas agências online; muitas delas já nem divulgam mais promoções para o Egito.

Entretanto, em 2016, o governo egípcio anunciou uma série de medidas para reforçar a segurança dos aeroportos, hotéis e principais áreas se circulação dos turistas, numa tentativa de retomar o crescimento do setor e evitar um colapso total.

E aí? Apesar da crise, é uma boa ideia viajar pelo Egito agora ou é coisa de quem tem um parafuso a menos na cachola? Consultei o DataFacebook e pedi para os amigos viajantes marcarem outros conhecidos que tenham passado pelo país depois de 2013 e os relatos foram coincidentes: mesmo com alguns perrengues, todos adoraram e recomendam a viagem.

Para dias mais tranquilos é importante estar acompanhado de um bom guia local ou em um pequeno grupo de excursão. A segurança em grandes hotéis costuma ser reforçada e, antes de bater o martelo, é importante avaliar que tudo depende do seu perfil de viajante e da sua habilidade de lidar com imprevistos e contratempos.

Ano passado, conversei brevemente com o jornalista brasileiro Sandro Fernandes, que cobriu os conflitos no país, e ele disse que, mesmo com todo esse contexto delicado, recomenda a viagem, mas é importante tomar os devidos cuidados. Ele também acredita que é “um momento incrível para visitar o Egito”.

Sandro complementa dizendo que “a situação política deu uma acalmada e não há mais protestos todas as semanas, como em 2011, 2012 e 2013”, mas de todo modo desaconselha qualquer tipo de viagem pela região do Sinai.

Como informação e canja de galinha não fazem mal a ninguém, reuni algumas dúvidas dos brasileiros que sonham em conhecer as pirâmides, assim como links de relatos de viajantes brasileiros e a cobertura da imprensa internacional.

  • Por conta própria ou agência especializada?

Egito

Mesmo sendo adepta das viagens independentes, determinadas situações como esta exigem um pouco mais de cautela, por isso, acho prudente considerar viajar com o apoio de agência/operadora que esteja acostumada a trabalhar com o Egito.

No Brasil, as operadoras de luxo Teresa Perez e Queensberry têm alguns pacotes especializados pelo país. Lá fora, a Abercrombie & Kent é uma opção recomendada pela jornalista Mari Campos que utilizou seus serviços no Egito. Para ter mais tranquilidade e comodidade, vale investir num upgrade nesta viagem. Outras operadoras mais conhecidas no Brasil como a Visual, a CVC, a Freeway, a Schultz e New Age também trabalham com esse destino.

  • É exigida alguma vacina para visitar o Egito?

O Portal Consular do Itamaraty informa que brasileiros não precisam tomar a vacina contra febre amarela, apenas se a viagem for via alguns hubs na África que exijam a vacina.

Mas se você optar por tirar o visto antecipadamente, o país solicita, neste processo, a apresentação da certidão internacional de vacinação comprovando a dose dessa vacina.

  • Qual moeda é usada no Egito?

A moeda corrente é a libra egípcia (EGP). Leve dólar americano ou euro e troque nas casas de câmbio locais ou tente negociar os passeios diretamente na moeda americana. Cartões de crédito oferecem uma taxa de conversão vantajosa, mesmo com o IOF; você pode usar em hotéis e bons restaurantes.

  • Brasileiro precisa de visto para entrar no Egito?

Egito

Existem duas formas diferentes para emissão do visto de turismo para brasileiros que querem visitar o Egito.

Apesar de ainda ser possível conseguir o visto de turista ao chegar no país, a embaixada recomenda que o processo seja feito antecipadamente, conforme orientações que recebi da própria representação em Brasília. Eles não me informaram por telefone os custos para o pagamento do visto no desembarque, mas o site do Itamaraty informa que o custo é de U$25,00.

Para os pedidos antecipados, os documentos exigidos são o passaporte original com validade mínima de seis meses, certificado de vacinação internacional contra febre amarela, formulário preenchido, duas fotos 3x4, cópia das passagens e das reservas dos hotéis, declaração de próprio punho isentando a embaixada de toda e qualquer responsabilidade com relação à devolução do passaporte, endereço completo de devolução e a quantidade necessária de selos para o envio de uma carta registrada de Brasília até a sua cidade. Se preferir, você pode colocar dentro do envelope com os documentos , o valor em espécie para o sedex. Também é preciso enviar em dinheiro completo para o pagamento da taxa do visto.

O processo como um todo é um pouco chato e requer que você envie o passaporte e o dinheiro vivo pelos Correios *medinho* A embaixada do Egito fica em Brasília e tem consulado no Rio de Janeiro, portanto, o visto pode ser solicitado pessoalmente nessas duas cidades, via despachante ou enviando todos os documentos antecipadamente.

A taxa cobrada pode variar entre R$ 115 (para uma entrada) ou R$ 165 (para múltiplas entradas) e todo esse trâmite pode levar 10 dias úteis e só pode ser solicitado dois meses antes do embarque.

Atenção para a pegadinha do cronograma: o visto de apenas uma entrada tem validade de três meses a partir da data de emissão. Já o visto de múltiplas entradas tem validade de seis meses. Brasileiros não podem passar mais do que trinta dias no país com esse tipo de visto.

Atualmente, o site da embaixada no Brasil está fora do ar e os formulários devem ser solicitados pelos emails consuladodoegito@yahoo.com ou embassy.egypt.brasilia@gmail.com.

Consulado da República Árabe do Egito no Rio de Janeiro

  • Rua Muniz Barreto, 741, Botafogo | Tel.: 21/2554-6664 e 21/2554-6318 | Atendimento: 2ª a 6ª das 10 às 12h e das 14h às 15h30

Embaixada do Egito em Brasília

  • Setor de Embaixadas Norte - Avenida das Nações, Lote 12 | Tel.: 61/3323.8800
  • Como chegar no Egito saindo do Brasil?

As rotas mais convenientes para chegar ao Cairo saindo do Brasil são operadas pela Turkish, via Istambul; Alitalia, via Roma; Emirates, via Dubai; ou ainda pela África do Sul com a South African, via Joanesburgo. A Royal Air Maroc e a Ethiopian também oferecem voos saindo de São Paulo com conexão em Casablanca e Adis Abeba, respectivamente.

  • Qual é a melhor época para viajar pelo Egito?

De outubro a abril são os meses com temperaturas mais amenas e recomendados para quem quer viajar pelo país. Leve em consideração que em abril costumam acontecer grandes tempestades de areia. Esse período também coincide com a alta temporada, mas tendo em vista tamanha crise no turismo, deve ser possível conseguir bons descontos mesmo assim.

  • E o assédio existe mesmo?

Os relatos das mulheres que encontrei foram unânimes: ao viajar pelo Egito, é missão impossível não deparar com os assédios cometidos nas ruas e em praticamente qualquer lugar. Por isso, considere viajar acompanhada ou em grupo e vá preparada para encarar essa chatice. Confira também os trajes de vestimenta, roupas tidas como 'inadequadas' podem aumentar ainda mais essa impertinência.

  • Melhores rotas pelo Egito

Os principais atrativos turísticos se encontram no eixo Cairo – Luxor – Aswan. Esse roteiro engloba os principais museus, templos, relíquias arqueológicas e pirâmides faraônicas do país. O trecho do Nilo pode ser feito convenientemente a bordo de um cruzeiro -- o sentido Aswan-Luxor vai a favor da corrente. Não é prudente considerar Sinai, Alexandria ou mesmo os balneários do Mar Vermelho por hora.

  • É perigoso viajar pelo Egito?

A orientação do próprio Itamaraty é: "cidadãos brasileiros devem viajar ao Egito com alto grau de cautela. Ainda que os níveis de violência urbana sejam baixos, recomenda-se evitar topo tipo de viagem a algumas áreas do país, como o Norte do Sinai, bem como regiões no deserto ocidental próximas à fronteira Líbia por razões de segurança." A fronteira do Egito com a Palestina encontra-se fechada de forma permanente.

Embaixada do Brasil no Cairo

  • Nile City Towers - North Tower - 18th Floor 2005-C Corniche El Nil Cairo - Egypt | Tel.: 20-2/2461-9837; 20-12/2244-4808 (Plantão Consular) | Email: comunica.cairo@itamaraty.gov.br
  • Ir ou não ir, eis a questão

Não existe uma resposta definitiva para essa questão. Todos a quem perguntei responderam que a viagem foi incrível, apesar de todos os receios e perrengues. O momento pode ser uma ótima oportunidade para visitar alguns dos tesouros mais importantes da humanidade sem se debater com hordas de turistas -- mas, ao mesmo tempo, pode gerar uma sensação constante de insegurança e preocupação.

Queremos saber: você viajaria para o Egito nessas circunstâncias? Conhece alguém que viajou recentemente ou tem dicas para compartilhar? À caixa de comentários!

  • Para entender mais sobre a Primavera Árabe

  • Projeto Humanos 17 – Uma Primavera no Egito no Anticast -- o podcast narra a história do brasileiro Aldo Cordeiro Sauda no país durante os conflitos. Imperdível.
  • The Square, documentário de 2013 que mostra a tomada da Praça Tahrir durante as manifestações de 2011.
  • Leia também: #Linkódromo

  • Na imprensa internacional (matérias em inglês):

48 comentários

Monica Siqueira

Fiz uma viagem de volta ao mundo e estive visitando o Egito no período de 17 a 25 de abril, fiquei 3 noites no Cairo e fiz um cruzeiro de 4 noites pelo rio Nilo. O Egito foi a minha maior preocupação no meu roteiro de 12 países. Como iria viajar sozinha meus medos eram com o assédio e com o terrorismo. Gosto de pesquisar e elaborar meus próprios roteiros, mas confesso que o Egito, minha cereja do bolo, estava me dando bastante trabalho. Por fim depois de muito pesquisar, hospedagem, transporte, clima, custo, cruzeiro, tour, etc.. resolvi pedir um orçamento para um guia egípcio que falava português, indicado em vários blogs de viagem. O resultado foi que o valor era praticamente o mesmo, sendo que ele estaria o tempo todo comigo e elaborou meu roteiro exatamente como eu pedi, além claro de ter sido o único lugar depois de meses que pude conversar em português e foi ótimo porque não perdi nenhuma explicação. Já as questões de segurança, no aeroporto ninguém entra sem autorização na área do desembarque, tem detector de metais em todos os pontos turísticos e tem abrir a bolsa. Tinha bastante turistas nos locais que visitei no Cairo, mas em Aswan é visível muitos navios ancorados sem turistas para embarcar, muito triste.
Vacina? Eu já tinha a febre amarela, mas nem viram a carteirinha;
Visto? Fiquei na dúvida, mas meu guia disse que podia tirar lá e arrisquei. Tirei na hora. Você se dirige a um guichê antes da imigração, paga o visto 25 dólares, na época, e depois o agente da imigração cola no seu passaporte.
Moeda? Levei dólar e troquei lá. Como já tinha café e almoço incluído, passagens aéreas e cruzeiros pagos, troquei pouco só para gorjetas, mas se preparem eles pedem gorjeta até no banheiro do restaurante.
Época? Abril estava ótimo com sol para pegar uma piscina, sem fritar.

jefferson vidal

Boa tarde Mônica, tudo bem?
Li seu relato e, se não for incômodo, por favor me informe o nome e o contato do guia egípcio que fala português. Estou programando uma viagem ao Egito e ele seria de extrema valia.
Desde já agradeço a atenção dispensada.
Grande abraço,
jefferson

Fabiola
FabiolaPermalinkResponder

Oi Jefferson, vi sua pergunta e lembrei-me de um post aqui mesmo do VNV: http://www.viajenaviagem.com/2014/07/guias-brasileiros-exterior-dicas

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Obrigada, Fabiola! Eu ia postar essa resposta e comi mosca!

jefferson vidal

Obrigado pela atenção.
Grande abraço,
jefferson

Diogo - Cumbicão

Sonho antigo que segue sendo adiado. Mas tenho monitorado as notícias e acho que em breve poderá ser considerado um destino mais factível em termos de segurança como era antigamente.

Juliana Cardilli

Eu estava com viagem marcada para setembro de 2013 para o Egito (com voo, hoteis, guias, tudo reservado, parte pago) quando teve o golpe contra o Morsi em julho, dois meses antes. Quando reservei, o país estava aos poucos voltando aos eixos pós-primavera árabe (Mari Campos tinha acabado de ir, e eu super me empolguei). Foi a primeira e única vez na vida que cancelei uma viagem, com dor no coração - não tinha como saber o que ia acontecer (no fim acho que daria para ter ido). Fui só para a Jordânia, a outra parte do meu roteiro (incrível também).

Continuo sonhando com o Egito, mas o trauma de cancelar a viagem me faz querer esperar um pouco mais de estabilidade para ir - e não sou medrosa nem desesperada: mantive a viagem para a Jordânia no auge da crise da Síria, e vou para a Turquia em novembro deste ano.

(Ou seja: se eu não tivesse passado por esse trauma do cancelamento, aproveitaria para ir o quanto antes)

Sandra
SandraPermalinkResponder

Fui c uma amiga em fins de set de 2016...c um roteiro da operadora New Age...

Foi tdo ótimo!
3 d no Cairo c 4 noites cruzeiro...

Me senti bem segura...o guia espantava um assédio mais agressivo...digamos...

Mesmo assim mtos caras pediam p até tirar fotos comigo...kkk

Tirei o visto na h da chegada...25 dólares...

Tomei os cuidados básicos c alimentos e água só na garrafa...

Achei top!!
Incríveis monumentos, museus, cruzeiro excelente c alimentação idem...!

Tem assédio chato dos vendedores...mas é compreensível...o país é pobre e o turismo caiu mto...

2 m depois q retornei um homem bomba explodiu uma Igreja cristã...25 mortos...
E antes de ir em maio...um avião da Egypt Air caiu...não se sabe o motivo real até hj...

Eu sinceramente iria...(como fui) numa boa!

Mô Gribel
Mô GribelPermalinkResponder

Eu não iria. Não encaro países com esse nível de insegurança. Acho estressante demais.

Claudio Louz
Claudio LouzPermalinkResponder

Primeiro, parabéns pelo site. Sou mais que fã, sou dependente do VnV para todas minhas viagens e lamento quando algum destino não está aqui (o que é raro, aliás).
Como moro na Etiópia, estive no Egito em abril deste ano (2017). Tive apoio de conhecidos que moram lá, mas arrisco dizer que o risco real é de um atentado terrorista (saí de lá no sábado à noite e no domingo cedo explodiram bombas em igrejas coptas em Alexandria e na região metropolitana do Cairo. Não eram locais turísticos mas a gente se assusta. Porém...
Sim, há um PORÉM em caixa alta.
Eu não creio que o risco seja maior do que em Paris. Tenho acompanhado a situação no Egito e, nas áreas turísticas, minha percepção é de que há mais atentados em Paris.
Um detalhe chato é a chegada no aeroporto. Dizem que há assédio por dinheiro, até mesmo de funcionários. Só que a sua agência pode pegar você lá no início, na imigração. Comigo isso funcionou muito bem e não vi nada de errado no aeroporto. Melhor não arriscar.
Andei pelas ruas do Cairo e não estranhei absolutamente nada (na região em torno do hotel, ao menos, o Golden Tulip Flamenco). Parece (quase) qualquer cidade ocidental, com todas as franquias conhecidas e jovens pelas ruas se divertindo.
Os passeios fiz em grupo. Acho conveniente, não tanto pela segurança, mas pelos aborrecimentos com assédio (mulheres) e com pedintes/vendedores (como dito acima).
Aliás, NUNCA pegue algo na mão. A chance de você ter que comprar é enorme. Eles não estão entregando para que você aprecie ou analise: se você pegar está indicando que quer comprar.
Sobre trajes, o Egito não é radical como se pensa. Vi outdoor com mulheres sem véu e ombros de fora. Na rua então, mais tranquilo ainda. Só que é conveniente para Sras e Setas, até mesmo por respeito à cultura local, evitar trajes de verão e sempre carregar um véu na bolsa (em mesquitas pode/será exigido).
Calças podem ser requeridas também em certos locais (lembre que pode estar quente; em abril estava quente, + de 30, mas não muito e ouvi que é o fim da alta estação, pq começa paulatinamente a virar um forno).
Em termos de roteiro, o que é sugerido acima está perfeito. Eu não fui a Alexandria. Dizem que é linda, mas penso que o essencial está lá no mapa do post!
Dois ou três dias no Cairo para conhecer a cidade e ver as pirâmides (além da Grande, não deixe de ir na Vermelha; entrar em ambas é algo impressionante, marcante, um pouco cansativo se vc não é jovem, e, no início, BEM claustrofóbico). O Museu do Cairo também é imperdível. E ainda há outros locais como a Citadela de Saladino e o Mercado Público.
E depois voe para fazer o cruzeiro no Nilo (da largura do Paraíba do Sul, não se decepcione!), que é imperdível quer pelo Rio (é lindo e impressionante, apesar de nada muito largo), quer pelos templos (e o Vale dos Reis) ao longo do Rio. Se puder ir a Abu Simbel, vale muito, mas exige um trecho chato de busão.
Eu já andei por aí e afirmo que nunca me impressionei tanto com uma viagem como com o Egito. Roma com seus dois mil anos fica láááá atrás depois do Egito e seus até 6 mil anos de monumentos...
Arrumando uma Cia de viagem e indo com um pequeno grupo, não fica nada complicado. Alguém aqui deixou de ir a Paris depois dos atentados? Se deixou, ok, esqueça do Egito, pq você ficará mais encanado ainda (afinal, não é um país desenvolvido, que dá aquela falsa impressão de ser mais seguro).
A esse respeito: há guardas e revista com raio x em todos hotéis e atrações. Mais do que em Paris.
Finalmente, eu sugiro não querer economizar com a Cia de viagem e o cruzeiro. É o tipo da situação em que aborrecimentos não compensarão a economia.
Se alguém desejar mais informações, mande um email! Será um prazer ajudar, dentro da minha experiência de uma única viagem à terra dos Faraós.

Claudia
ClaudiaPermalinkResponder

Sinceramente, no momento, não tenho nenhuma empolgação para viajar para o Egito.

Michele Capiotti

Eu sigo adiando essa viagem desde 2012, aa época morava em Roma, um excelente hub para conhecer o Egito. Um destino muito apreciado pelos Italianos!
Sigo sempre as orientações Italianas para segurança em viagens. Eles ainda não recomendam o país. No entanot, devo confessar que passar uns dias em Sharm al Sheikh não está descartado. Seria algo bem turístico mesmo, focado em aproveitar a praia, os resorts e os precinhos camaradas com a baixa estação e menor qtd de turistas.

Cibelli aparecida rosa

Fui ao Egito com o meu filho em abril de 2016. Gostei muito. Fomos muito bem tratados. Realmente em muitos pontos turísticos, especialmente as Pirâmides, havia um fluxo pequeno de turistas. Isso tornou o passeio ainda mais especial.
Estávamos sempre acompanhados de guia, o que foi ótimo. Queríamos ir por conta própria ao Khan el Khlaili mas o guia não deixou e nos acompanhou.
Recomendo fortemente tirar o visto no Brasil. No aeroporto do Cairo tem "pegadinhas", nem sempre sabemos se estamos pagando o valor correto.
Mulheres: levem sempre um lenço ou echarpe para cobrir os ombros ou a cabeça em alguns locais. Não é necessário, mas assim evita-se olhares invasivos.
E por ultimo não deixem de ir a Abu Simbel: é o ponto alto da viagem. Saímos de Aswan de madrugada em comboio acompanhados de proteção policial. Parece perigoso mas é questão de segurança por estar a 60 km do Sudão. Vale a pena. Maravilhoso. Adorei o Egito.

Iara
IaraPermalinkResponder

Cheguei ao Egito um dia antes da queda do presidente, em julho de 2013. Havia contratado (e pago) um guia egípcio que fala português fluentemente. O rapaz fez todas as reservas internas - voos, hotéis, passeios (para chegar, peguei um voo São Paulo - Istambul - Cairo). Foi um passeio barato, maioria dos lugares com pouquíssimos turistas, o guia me passou segurança nos passeios. Único porém foi uma doença que meu filho pegou que lhe deu hemorragia nasal forte e dores de cabeça e no corpo semelhantes às de dengue. Só conseguimos pegar o voo de volta porque, no aeroporto, deram adrenalina para estancar o sangramento.

jefferson vidal

Boa tarde Iara, tudo bem?
Li seu relato e, se não for incômodo, por favor me informe o nome e o contato do guia egípcio que fala português. Estou programando uma viagem ao Egito e ele seria de extrema valia.
Desde já agradeço a atenção dispensada.
Grande abraço,
jefferson

Luis Afonso Assis

Fui ao Egito em Maio de 2017, fui preocupado com a segurança, mas me surpreendi, existe um aparato de controle, nos hotéis e lugares de visitação, muito grande e com o tempo você se tranquiliza.
A viagem foi espetacular, tudo muito tranquilo.
Voltaria sem pensar duas vezes.
LAA
PS: Já fiz um relato mais detalhado neste post.

Luiz Gonzaga de Medeiros

Já fui ao Egito quando fiz cruzeiro no Mediterrâneo Leste. É lindo e tem muita história da civilização por lá, mas hoje acho perigoso. Prefiro esperar um pouco mais para ver a evolução dos acontecimentos.

Daniel
DanielPermalinkResponder

Fomos ao Egito ainda no calor da Primavera Árabe, em dezembro/2012. Claro que estávamos com um pouco de receio, mas não aconteceu absolutamente nada de anormal, conseguimos transitar normalmente do norte ao sul do país (de barco, de táxi, de avião, de van...) e ainda tivemos a sorte de conhecer as pirâmides e os demais pontos turísticos com pouquíssimos turistas (sequer havia fila para entrar na grande pirâmide). A única coisa desagradável que percebemos foi a insistência dos locais em ganhar de qualquer maneira gorjetas (tips), talvez devido justamente à escassez de turistas - pelo que os guias nos relataram, 80% do povo vive do turismo e estavam passando sérias dificuldades.
Enfim, difícil imaginar um país com tantas atrações turísticas como o Egito, mas, afora a sua, talvez passageira, instabilidade política, tem muito a melhorar em termos de turismo - o melhor museu, com acervo indescritível, está caindo aos pedaços, o acesso a alguns lugares, como Abu Simbel, é bastante desorganizado e até os melhores hotéis, tais como o Sofitel em Cairo, deixam muito a desejar, com questões de sujeira, comida, atendimento, etc.

Hugo
HugoPermalinkResponder

O Egito nunca esteve dentre as minhas prioridades, e por enquanto não viajaria para lá de jeito nenhum.

Eduardo Barros Leal

Tenho este sonho e ainda não realizei, não é medo de terrorismo, duvido que seja mais perigoso que qualquer capital brasileira, na verdade é disposição para alguns aborrecimentos burocráticos, ano passado fui aos Emirados, Jordania e Israel, e infelizmente (acho que é a idade), não abro mão do conforto e praticidade de uma boa agencia de turismo, próximo roteiro, Tailandia, quem sabe o seguinte seja o Egito ? Os relatos de alguns leitores aqui me animam.
Até a próxima.

viviane
vivianePermalinkResponder

acho desnecessário arriscar... por que nao esperar mais um pouco até a situação amenizar?
aliás, é bom ver todos os países q apoiam os eua na guerra da síria, eles têm sido alvo de ataques...

Gustavo - Viajar e Pensar

Um dos países que mais sonho em conhecer, e sim se fosse uma boa oportunidade iria.

@GusBelli

Jéssica
JéssicaPermalinkResponder

Viajaria sim, mas não sozinha como costumo fazer. Iria com meu marido e em grupo organizado por alguma agência de viagens.

Armando Nunes
Armando NunesPermalinkResponder

Estou postergando a ideia e ir já faz uns 4 anos.

Lucas Mentz - Porto Alegre

Em Agosto de 2016 fiz um intercâmbio para o Egito, passando dois meses lá. O intercâmbio estudantil foi realizado por intermédio de uma ONG que juntou 55 intercambistas de todos os cantos do mundo e barateou nossa viagem por todo o Egito de Norte a Sul, tendo a oportunidade de: Conhecer toda a parte histórica banhar-se no Rio Nilo em Assuan, escalar e acampar por uma noite o monte Sinai, admirar um nascer e por-do-sol no meio do deserto, mergulhos profissionais em Marsa-Alam (recinto de Europeus), passeio de balão em Luxor, muitas festas em Dahab, enfim... E sabe qual era o objetivo do intercâmbio? Fomentar o turismo, espalhando por meio de blogs e rede sociais, nesse país que após a Primavera Árabe teve as taxas de turismo reduzidos abruptamente, hotéis passaram a estar às moscas e todos aqueles pesadelos de quem vive do turismo vieram à tona. Mas aos poucos as coisas estão melhorando e o Turismo inclusive. Nesses dois meses que tive lá, tudo foi perfeito (dentro do possível, pois a questão do machismo e a mulher ser inferior ao homem está enraizado na cultura Islã e isso não mudará, infelizmente a realidade nesse aspecto exige que mulheres sempre andem com um homem que seja, mesmo que sejam várias mulheres para um homem, pois lá a poligamia é naturalizada e nenhum homem se atreve a pisar no calo do outro). Por outro lado, sobre a violência: Tenho muito mais medo de andar nas ruas em Porto Alegre do que tinha no Cairo, as coisas estão pacificadas por lá e o pequeno número de terroristas existentes entendeu que mexer com turista é uma ideia burra, pois todos saem perdendo. Quando eu e o grupo viajamos mais ao Sul de Cairo, nosso ônibus foi escoltado por dois ou três caminhonetes de policiais especializados em proteger os Turistas, e nesses mais de vinte dias fora do Cairo nenhum incidente esteve nem próximo de acontecer, nem mesmo nessas cidades tidas como mais perigosas (sobre o extremo oeste do Egito não posso falar nada porque não fui, mas o que dizem é que neste local o risco é mais iminente mesmo) era visível que era somente por precaução mesmo. Portanto, deixar de viajar para o Egito, por uma pequeníssima chance de existir um ataque, sendo que diariamente situações de violência acontecem embaixo do nosso nariz, não parece ser inteligente. O estado Islâmico está fora das regiões turísticas do país, isso ficou claro. Então, encontre uma agência tradicional e vá sem medo, apenas utilizando aquela cautela que todo bom viajante tem em lugares novos. A vida é muito curta pra ser pequena, viaje para agigantar ela!

Teresa C C Satt

Em 1990 deixei de ir ao Egito após pagar as passagens por conta da Guerra do Golfo. Este ano em novembro tenho passagens e passeios pagos para Egito, Jordania e Israel. Tenho medo?... claro, mas como disseram vários acima há cidades no Brasil talvez com perigos maiores (perca-se numa comunidade do Rio de Janeiro nossa Cidade Maravilhosa!). É necessário sim estar acompanhado de guia local, pacote por uma boa agencia de viagem e um pouco mais de cuidados que nós já temos no Brasil (Assim espero!!!!!!!!!)

Carolina Penteado

Formos em novembro de 2016, passamos por Cairo, Alexandria e o cruzeiro pelo Nilo entre Aswan e Luxor e foi realmente maravilhoso, mas o primordial é ter um guia para te livrar dos perrengues, espantar os vendedores e se aventurar no trânsito maluco.

Neftalí
NeftalíPermalinkResponder

Sem dúvida eu viajaria ao Egito, sem problema. Estive em Istambul no ano passado, em plena temporada de atentados e golpes, e foi inesquecível, me senti muito seguro. Se é para acontecer algo pode ser na porta da minha casa, principalmente para quem é brasileiro. Evito entrar em paranóia, prefiro relaxar e gozar. Porém obviamente não viajaria à Siria ou mesmo Venezuela no momento, tão louco não sou.
Mas se eu fosse mulher provavelmente pensaria diferente devido ao assédio, que deve ser muito desagradável, e evitaria o Egito.

Márcia
MárciaPermalinkResponder

Já tive muita vontade de conhecer o Egito. Perdi a vontade. Quando a coisa começa ficar complicada demais, parto pra outra.

Valquíria
ValquíriaPermalinkResponder

Vou ao Egito em outubro.
Não tenho medo dos atentados. Teria mais se fosse a Europa.
E se tiver que acontecer... acontecerá.

Isadora
IsadoraPermalinkResponder

A minha professora de dança do ventre tem ido todo ano, desde 2013 e ela leva Um grupo só de mulheres. Excursão mesmo. Ela acabou de.voltar de lá. Segundo quem já foi com ela, é tranquilo.

Dani
DaniPermalinkResponder

Fui ao Egito com meu namorado em Maio/17 e afirmo que me senti mais segura caminhando, inclusive à noite, pelas ruas movimentadas do Cairo do que em São Paulo. As leis que protegem o turista são rígidas. Durante o dia tinhamos a companhia de um guia, que para nós foi imprescindível, não apenas pela facilidade em transitar nas cidades como para não perder detalhes da história e da arquitetura, pois mesmo estudando antes poderiam passar batidos, afinal estamos falando de milênios! E ainda tem as complicações da lingua e os oportunistas, incluindo até mesmo guardas de templos e de aeroportos. Os guias são profissionais respeitados e alguns poucos são egiptologos formados, vale a pena contratar. O custo total não é muito superior a uma viagem independente. O cruzeiro no Nilo é imperdivel, assim como a ida à Abu Simbel. O balneário de sharm el sheik sinceramente não me impressionou muito. Pretendo voltar novamente, pois ainda há muito o que conhecer no Egito. E as pessoas locais que conhecemos foram excepcionais, voltamos pra casa com presentes dados sem nada em troca, além das fotos que tiramos juntos, até mesmo com desconhecidos, afinal somos os diferentes por lá.

Ercília Maria Hurtado

Eu tive o privilégio de conhecer o Egito em 1989 , e fiquei encantada com a história e magia , que permeia esse país maravilhoso ! Gostaria de voltar , mas com tantos conflitos e o Brasil passando por essa receção ! Fica muito difícil ! Amo o Egito ! História que enriquecem nossas vidas !

Barbara Guizzo Melo

Está na minha wishlist.

Izabella Zava
Izabella ZavaPermalinkResponder

Nunca quis e continuo não querendo. Está na minha lista de lugares que não piso!

Fabiana Santos

Minha viagem dos sonhos!!!! Eu iria sim. O problema é convencer meu marido rsrsrs.

Patrícia
PatríciaPermalinkResponder

Eu tinha receio de fazer essa viagem. No último ano pesquisei bastante e li opiniões de pessoas que foram ao Egito, o que fez sentir-me segura. Fui ao Egito em maio de 2017. Minha dica é: não vá por conta própria. Tudo fica mais difícil. Nas minhas pesquisas descobri o guia Mohamed Moses que fala português e oferece programas conforme seus desejos com preço acessível sem falar na pessoa encantadora que é. Adorei a viagem e me senti mais segura que na cidade de Porto Alegre.

Guilherme
GuilhermePermalinkResponder

Para conseguir o visto, vc precisa primeiro comprar as passagens e reservar hotel e depois enviar, pelo correio, o passaporte e dinheiro vivo pra embaixada e esperar receber de volta pelo correio?!
Tô fora ...

Edmur
EdmurPermalinkResponder

Era meu grande sonho , gosto tanto que até tenho 4 tatuagens sobre os deuses do Egito mas devido a grande instabilidade na região e atentados com aviões não irei para uma zona de Guerra . Vou fechar o Caribe e quem sabe eu mudo de idéia.

Luis Afonso Assis

Estive no Egito em Maio/2017, voltaria sem pensar duas vezes. Preferi tirar o visto no aeroporto do Cairo, você paga U$ 25,00, sem burocracia, super tranquilo. Me foi pedido/exigido, na chegada ao Cairo, a carteira internacional de vacinação contra febre amarela (tirei na ANVISA do GRU, horário comercial).
Contratei a Memphistour, ótimo custo beneficio.

Fabiana Santos

Acho que teria mais medo de ir ao Rio de Janeiro do que ao Egito. Pelo menos, no Egito sabemos que a segurança é reforçada nas principais atrações e hotéis, o que não acontece no Rio com arrastões e bala perdidas.

Paola
PaolaPermalinkResponder

Ola! Ja viajei um par de vezes pelo Egito, e inclusive morei la por uma temporada. Assim pois, conheco o Egito dos anos 2005, 2006, 2007 E maravilhoso, terceiro mundo como nós (lamento... kkkk) mas com MUITA historia, magia, calor humano e culinaria deliciosa. Sim, é mais pratico andar acompanhada, mas ja uma mukher egipcia da cobta do recado, oorque sao cirajosas e sabem lidar com os babacas, e te ensinam também. A economia tao abalada faz mais baratas nossas viagens, mas implica pobreza para eles e logicamente traz todo tipo de alternativas e recursos para tebtar ganhar o pao... chato, mas prepare uns trocados sempre e pronto, todos felizes. Pais precioso, acolhedor, belíssimo! Cairo, Alexandria, Assuã estaomsempre no meu coracao. Alem de ser a principal fonte de renda do pais, o setor turistico é dominado por investidores dos militares: classe poderosa, dona de hoteis, agencias, etc., e que sabe muito bem proteger seu investimento. O terrorismo ali existe, sim, mas esta mais isolado e mais esporadico que na Europa, e tenha certeza: Rio o Sao Paulo sao mais perigosos que Egito. Palavra de colombiana. Kkkkk.

Denise
DenisePermalinkResponder

Viajei em 2014 com minha família ao Egito e fizemos tudo por conta própria e para isso contratamos uma empresa local e ficamos assistidos com guia e motorista com carro ótimo e ar condicionado o tempo inteiro.
O Egito era um sonho antigo que pude realizar, mas é um país que devido a dificuldade da língua, é imprescindível ter assistência de guia e se hospedar em hotéis de luxo, que são seguros e muito baratos em comparação a outros lugares.
Foi uma viagem maravilhosa mas me certifiquei de detalhes como por exemplo ter além da companhia do guia, um celular que me foi dado pelo dono da agência, para qualquer eventualidade, o que me deu mais segurança ainda.
Nos sentimos bastante seguros e fizemos a travessia até Abu Simbel de madrugada com escolta policial em nosso carro.
Não fiz o Cruzeiro, peguei avião para Luxor e Aswan e o nosso guia nos retirou dentro do aeroporto, mesmo antes de pegar as malas e providenciou inclusive nossos vistos junto a imigração.
Tudo maravilhoso e iria novamente mas sempre assistida e como disse não é um país para mochilão, mas sim para conhecer as maravilhas e usufruir do luxo que é possível, para se ter mais segurança.
Existe no Cairo uma juventude que não se mostra nas ruas mas que como nós vai a shopping e quer luxo e grife.

Marcia Ramos
Marcia RamosPermalinkResponder

Não fui ainda, mas iria com toda certeza. Com tudo organizado, com segurança, um guia falando português, etc.
Aliás, creio que arriscaria até o Afeganistão, com essas condições.

Maria
MariaPermalinkResponder

Estive no Egito em 2012 no período pós-queda do ditador e não tive problemas com manifestações políticas. Cruzei o Sinai para chegar até Israel e também não tive problemas apesar de termos que fazer um pequeno desvio devido à estrada principal ser, na época, um caminho arriscado devido a ataques. Fui em grupo, com guia local que falava um português (de Portugal) perfeito. Ainda assim, não acho que voltaria, achei a estrutura do país péssima, o assédio (não só a mulheres, mas a turistas em geral) é brutal. Nunca estive em nenhum outro país onde os vendedores te seguram, jogam os objetos em você e depois ainda te ameaçam se você não quiser comprar. Achei a cidade do Cairo muito suja, no rio Nilo que corre no centro da cidade você não consegue nem ver a água devido ao lixo acumulado nas águas. E até o famoso Museu do Cairo, tem uma estrutura muito ruim. Quando eu fui, apenas a pequena sala das maiores relíquias (onde está a máscara de Tutankamon) tem ar condicionado, o que torna o passeio por todo o museu insuportável se você for na primavera ou no verão. Enfim, talvez um dia eu volte para fazer o vale dos faraós, mas não tenho a menor intenção de voltar ao Cairo.

Marcos
MarcosPermalinkResponder

Eu não tenho vontade de ir, e nem é por motivo de insegurança; é que do antigo Egito, da época dos faraós, histórico, só sobraram as pirâmides. O povo egípicio atual é árabe, não tem nada a ver com os egípcios antigos, que simplesmente sumiram do mapa (alguém pode refutar dizendo que não existem mais os romanos antigos na Itália, mas a Itália não se resume à época do Império Romano, há o período medieval, do Renascimento, e por aí vai; e mesmo no México, na Bolívia, no Peru, a maior parte do povo é descendente dos antigos astecas, maias e incas).

Simone
SimonePermalinkResponder

Tenho vontade de conhecer o Egito mas acho desnecessário arriscar... pretendo esperar mais um pouco até a situação amenizar. O mesmo com a Jordânia e Israel. Estou saindo de viagem para Espanha e Marrocos com um pouco de receio depois do atentado (não tive coragem de cancelar a viagem) Quem vive no Rio de Janeiro tá sempre no risco, não precisa correr mais.

Cristina
CristinaPermalinkResponder

Não ir independente foi conselho que me deram em 2009... e só andar acompanhada e olha que fui p casa de amigos - se antes disso sequestraram uma recem casada conhecida de uma amiga minha que me apavorou antes da viagem, imagina agora.... fui de excursão pelo Nilo. Muito assédio. Tem que ter cuidado redobrado

Atenção: Os comentários são moderados. Relatos e opiniões serão publicados. Perguntas serão selecionadas para publicação e resposta. Entenda os critérios clicando aqui.
Bóia offline! Vamos continuar aprovando comentários, mas a Bóia só volta a responder perguntas que forem feitas depois de 10 de abril de 2017. Obrigado pela compreensão.
Cancelar