Inconsolável: vou perder a palestra do Tony Wheeler

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Tony Wheller, backpacker at heart

Em 1972, dois jovens mochileiros, o inglês Tony e a irlandesa Maureen Wheeler, viajaram da Inglaterra à Austrália por terra, pela Ásia. Ao concluírem a viagem, era tanta gente perguntando os detalhes que eles resolveram fazer um guia mimeografado -- que vendeu 1.500 exemplares. Tomaram gosto pela coisa, ficaram um ano e meio pelo Sudeste Asiático e então escreveram Southeast Asia on a shoestring.

Três décadas e meia mais tarde, o livro do Sudeste Asiático é um dos mais de 500 títulos da série Lonely Planet -- que Tony vendeu há poucos anos à BBC.

Pois o cara que inventou o turismo organizado mochileiro vai estar em São Paulo dia 13, terça que vem, para dar uma palestra na Fnac da Paulista, às 19h30.

O mais cruel de tudo: EU NÃO VOU ESTAR AQUI! Não vou poder tietar nem dar vexame em público. Mas se você quiser fazer isso por mim, vá e me conte, pufavô.

61 comentários

marcio nel cimatti

Olha só! Vou tentar ir! Sempre viajei com um Lonely Planet na mochila.

Arthur | Agora Vai

Lamentável! Mas, ces't la vie...
Aos mais novos: "mimeógrafo" era uma máquina de fazer cópias, antecessora da xerox e do scanner, onde você datilografava o texto na máquina de escrever (outro aparelho mecânico, anterior ao micro, que servia para escrever, como diz o nome), numa folha especial chamada stêncil, feita de uma folha dupla de papel e carbono (outra coisa antiga, que servia muito para sujar as mãos), produzindo a "matriz". Linhas e gráficos tinham que ser desenhados com estilete. Esta dita matriz era enrolada no mimeógrafo, o qual era alimentado com tinta e álcool. Rodava-se manualmente o aparelho e as cópias eram produzidas a partir da matriz. Por isso tudo que era impresso em mimeógrafo cheirava a álcool. Alguns diziam que isso dava barato, mas essa teoria nunca foi confirmada. A grande evolução do mimeógrafo foi quando ele passou a copiar em preto, pois antes saía tudo azul.
Este funesto aparelho frequentou nossa vida escolar e profissional até finais da década de 80, perdurando por mais ainda algum tempo em escolas e escritórios mais pobrezinhos.

De nada.

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Arhur , ontem ví essa raridade numa escola publica ( e funcionando) :cool:

Arthur | Agora Vai

Sylvia, ano passado eu vi à venda numa loja de material de escritório. Ainda fabricam!

Carmem
CarmemPermalinkResponder

E eu usei o meu até me aposentar, em 1997. E deixei o dito cujo na escola, para uma professora mais jovem...

Cristina
CristinaPermalinkResponder

No meu 1o estágio tinha um, Arthur (não conta para ninguém, assim como não contem a ninguém que ao ver esse blog bonito, eu quase não me lembro de usar o meu MSX, sucessor da máquina de escrever, onde aprendi datilografia) smile

Marília Marconi

Lá em casa tem um!! Relíquias de uma mãe professora... Estou esperando ficar um pouco mais "antigo" para vender para o RioScenariu!!! grin

Arthur | Agora Vai

MSX... E eu ainda tive o TK2000 e o TK90X. É, nossas idades foram reveladas. Chamemos isto de "experiência". Bom, eu sempre quis ser chamado de "sr.", mesmo...

Edu Luz
Edu LuzPermalinkResponder

Pô, TK90, TK2000 e mimeógrafo?? O que são essas coisas?? smile
Falando sério, o álcool dava barato e a mistura toda sujava a mão, camisa e o que estivesse em volta!!

Thiago Parente

Eu trabalho em escola. Não usamos mais. Mas me lembro do cheiro de alcool do materiam "impresso" da minha época.

Vcs acreditam que uma lei editada aqui no Piaui em 2009 que regulamenta o uso de material escolar proíbe que se peçam o estêncil? Pelo menos na rede privada não se usa mais o mimeógrafo. E Arthur, antes, as despesas com leite eram altissimas, pois os operadores tinham que sempre beber leite para não se intoxicarem.

Amélia
AméliaPermalinkResponder

Devido ao uso de solventes para limpar ... a maquina, na realidade o leite não influi nem contribui, mas que criaram um monte de bezerros, isso sim ....

Arthur | Agora Vai

Mais uma curiosidade sobre o mimeógrafo. Valeu, Thiago!

André
AndréPermalinkResponder

eu gostava de pegar as provas recém mimeografadas, quando ainha estavam úmidas e com um cheirinho de álcool. smile
Fazia a prova doidão. rsrs

Arthur | Agora Vai

André, então vc confirma os boatos do "barato" wink

Marília Marconi

Eu também adorava ficar por perto quando minha mãe mimeografava as coisas... Será que o barato é que nos criou viajandões? wink

henrique martin

já vi a Maureen duas vezes, serve?

Fabiola Abess
Fabiola AbessPermalinkResponder

aiai, seria muito bom se ele viesse aqui em Manaus... Minha monografia... Vou precisar falar c vc riq smile

bernardette amaral

Eu espero poder tietar o meu ídolo, dar vexame e tudo mais no sabado dia 10.

Guta
GutaPermalinkResponder

Essa eu não quero perderrrrrr!!!!!

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

O titulo deste post poderia ser :
Sai um entra cem !

Se serve de consolo , vais deixar uns 100 tietes totalmente em alpha por não estares em sampa na terça . É só uma troca lol

diogo
diogoPermalinkResponder

fato!!!

Carla C
Carla CPermalinkResponder

Riq e tripulação,

no site da FNAC (http://www.fnac.com.br/LojasEvento.aspx?idLoja=6&dtEvento=08/04/2010) o evento está marcado às 19h.

Vale a pena checar com eles ou chegar mais cedo mesmo!

Paulete
PauletePermalinkResponder

Obrigado pela dica!! Apesar de não estar mais na fase "viajar de mochila" (pois depois dos 30 comecei a fazer questão de certos confortos) vou tentar ir!

PêEsse
PêEssePermalinkResponder

Tô dentro! Já até enviei e-mail confirmando presença, conforme recomendado no e-mail de divulgação (michele.lima arroba duettoeditorial ponto com ponto br). Em meio físico, os guias LP são minha primeira leitura.

Carmem
CarmemPermalinkResponder

Vou aparecer por lá, então. A Fnac Paulista está pertinho daqui de casa.

Ermesto, o pato

Brigadu pela dica.

EStaremos la e ja fiz a inscrição.

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Olha só , os pins da bóis vão estar na primeira fileira lol lol

Adri Lima
Adri LimaPermalinkResponder

Gentem, será que o cara não vai estar tb antes ou depois de Sumpaulo no Rio de Janeiro?
Sei lá, cidade-sede de Olimpíada, ele vai estar tão pertinho, às vezes ele calha de estar no Rio... neste fim de semana!
(no blog dele não diz nada...)
Sou sondar, mas os caminhos são bem tortuosos.

Amélia
AméliaPermalinkResponder

Mini ConVenção em Sampa, para os que não podem ir ao Rio .....ôba!

zemafa
zemafaPermalinkResponder

Oh jovens de pouca fé!!! Vocês não sabem como era fantástico o mimeógrafo, quando ele apareceu!! E ele apareceu com um enorme sucesso substituindo sabem o que? o papel carbono, que tinha em folhas pequenas para papel comum nas máquinas de escrever(aquelas olivetti de caixa de aço, excedente de guerra que os americanos mandaram pra cá junto com os jeeps willys) e em folhas grandes para trabalhos maiores. Sim, sim, eu tive de tudo isso, mas não conto a vocês minha idade nem sob tortura, kkkkkk!!!!

Amélia
AméliaPermalinkResponder

Sabe qque eu uso carbono ainda?Gente!

Arthur | Agora Vai

zemafa e Amélia, eu estudei datilografia nessas olivetti, para concurso. Mas desde criança eu tinha uma Hermes Baby, que depois foi comprada pela Olivetti e trocou o nome - era aquele modelo portátil, com uma tampa com alça para carregar. Eu escrevia jornalzinhos na máquina. Blogueiro bem à frente do tempo...

Maryanne  hotelcaliforniablog.wordpress.com

Nossa, adoraria ir tb. Adoro o LP.

Mari Campos
Mari CamposPermalinkResponder

Obaaaa! Grande toque, Riq; ia passar batido pra mim.

Rodrigo
RodrigoPermalinkResponder

Boa dica!! Legal!!

Hugo Loureiro
Hugo LoureiroPermalinkResponder

Por falar em andar a pé, tem um cara, russo, que está dando a volta ao mundo a pé. Ele está agora na Argentina, já passou por aqui. Ele tem um blog em que está relatando a viagem: www.andrej-raider.de

Alex Melo
Alex MeloPermalinkResponder

Eita beleza.... já tem programa prá terça smile

Alex Melo
Alex MeloPermalinkResponder

Só pq escrevi... só tinha lido FNAC, e já assumi que era a do Morumbi, aqui do lado - mas é a da Paulista, pôxa. Sei não sei vai dar tempo de chegar snif, snif...

Luciano Velleda

Alex, haverá outra palestra do Tony Wheeler na quarta-feira (14), na faculdade Anhembi Morumbi, às 14h30.

Mariana "de Toledo" (@merel)

Podia ter transmissão em streaming smile

Quer um abracinho de consolo? A gente faz montinho no Riq Freire!

Érica França

Ai, eu trabalho tão longe e saio este horário..acho que até as 21h30 já acabou, buá.

Achei engraçado: o FATO aqui foi Riq ter citado o mimeógrafo e não a palestra em si, ahahaha.

Luciano Velleda

Quem não conseguir ir na palestra da Fnac tem a chance de ir no dia seguinte. O Tony Wheeler fará outra palestra na faculdade Anhembi Morumbi, quarta-feira (14), às 14h30.

Gerson
GersonPermalinkResponder

Artur.
Depois do fusca l968, do ford T, só mesmo o mimeógrafo heim. Tb me lembro dele.
Como tem "véio", ( e eu sou um deles) participando do blog.

Arthur | Agora Vai

Gerson, somos "experientes", não velhos...
Voltando ao assunto do post, qual seja, o mimeógrafo, como bem citou a Érica wink olha só: R$ 313,00
http://loja.tray.com.br/loja/catalogo.php?loja=180473&IdDep=10&IdCatSel=41

Andre Lot
Andre LotPermalinkResponder

Na minha modesta opinião, a Lonely Planet perdeu "A" chance 2.0 da sua história ao não se movimentar cedo para se tornar "O" ponto de referência do que eu chamaria de mochileiro-de-grife. Há tempos que os guias Lonely Planet não são orientados principalmente ao público ultraeconômico, mas continuam com dicas locais muito interessantes em termos de passeios e descrição dos locais (embora com algumas furadas recorrentes).

Eles ficaram com medo (imagino) da concorrência online, mantiveram um site chinfrim e hoje o público que consumia seus guias não tem um fórum para discutir destinos, atrações etc.

Ricardo Freire

Eu gosto mais da história do Tony do que dos guias -- acho o resultado muuuuito desigual, às vezes num mesmo volume. Como cada capítulo é escrito por um autor diferente, e às vezes em anos diferentes, os parâmetros ficam bem esquisitos.

Mas olha só -- o forum deles é bacana, sim: o Thorn Tree -- http://www.lonelyplanet.com/thorntree/index.jspa

Majô
MajôPermalinkResponder

Pessoal, o encontro amanhã que abre os trabalhos da conVnVenção mundial não será mais no Palaphitas. Será no 2o. andar do Felice Café, Rua Gomes Carneiro, 30. A reserva está feita em nome de Carla Portillo. Qalquer dúvida, passem lá no post http://majots.wordpress.com/2010/01/20/vnvrio-2010/#comment-5280
Já avisei pelo twitter também. Delegação baiana já chegou wink

Zé Maria
Zé MariaPermalinkResponder

Que tudo corra às mil maravilhas no ENCONTRÃO 2010. Jamais esqueça: a bebida abre os horizontes smile

Ricardo Freire

Como que a gente faz pra você um dia participar? Vamos ter que marcar aí na sua casa? smile))

Zé Maria
Zé MariaPermalinkResponder

Só marcar! Eu tenho um fogão à lenha aqui que dá de 10 no do Anquier. hehe

Ana Paula Pinheiro

Ai, se alguém souber de outros dias dos caras aqui avisem, por favor. na terça é impossível para mim e durante o dia eu trabalho. quero muuuito ir.

Rogerio
RogerioPermalinkResponder

Eu acho os guias LP os melhores para dar informações práticas e para propiciar aquele "mergulho" na cultura do país que se vai visitar, com muitas informações históricas e dicas do cotidiano dos nativos. Mas sinto falta de mais fotografias e infográficos sobre os locais de interesse. Os guias, dependendo do autor, também utilizam um inglês muito coloquial, que pode dificultar a compreensão do leitor que não está muito familiarizado com gírias e expressões idiomáticas.

Rogerio
RogerioPermalinkResponder

Ric,
Por falar em guias de viagem, quais os que vc recomenda? Acho que para dar uma visão geral de um país ou região, o Lonely Planet ainda é o melhor. Para cidades específicas, gosto do Time Out, que é atualizado mais frequentemente (foi lançada até uma versão menor, chamada Time Out Shortlist, com informações específicas sobre o que está acontecendo de bom naquele ano).

Em termos de ilustração e mapas, os guias Eyewitness, da DK, são ótimos, mas são muito ruins para informações práticas e para o dia-a-dia de uma viagem. Um guia bonzinho é o day-by-day, da Fromer´s.

O que vc acha deles?

Ricardo Freire

Lonely Planet e Handbooks têm mais informações práticas. Frommer's e Fodor's são bons para hierarquizar os lerês. Rick Steves é imbatível para estratégias de otimização do tempo disponível (mas torna a viagem corrida demais para o meu gosto). O Time Out é insuperável para cidades grandes.

Mas todos os guias hoje funcionam para mim apenas como fornecedores de palavras-chave para buscas na internet.

Amélia
AméliaPermalinkResponder

Riq, você este srviço http://www.worldtaximeter.com/?
Achei interesante.

Teté
TetéPermalinkResponder

queria taaaaaaaaaanto ir pra essa palestra! por favor alguem relate! smile

helo
heloPermalinkResponder

Caro Ric, estou com esta sensação de frustação por nao poder ir na convenção (sou de BH e tenho casamento da minha irma, inclusive sendo madrinha) e assim poder te conhecer pessoalmente, assim como os tripulantes!

helo
heloPermalinkResponder

complementando...sou mais uma na sua vasta legiao de fas!

MIGUEL ANGELO / admviagens

Minha nossa, todo mundo tem um mimeografo em casa?

É uma pena to indo a São Paulo de 14 A 18 e na agenda não tenho uma hora vaga se quer, se a remarcação não estivesse custando tão cara, eu com certeza toparia, mas só pelo entusiasmo do amigo Riq, confesso que não conheço o trabalho deles, vou pesquisar a respeito e com certeza vou pedir para meu irmão da uma conferida e me contar tudo depois.

É um luxo passar por aqui novamente,

Otimo FIMDS a todos.

PêEsse
PêEssePermalinkResponder

Assisti à palestra. Inicialmente, ele falou por uns vinte minutos, meia hora, contando a história do Lonely Planet. Começou com uma primeira viagem de Londres até Sidney via Ásia, toda feita “on the cheap”, para usar uma expressão dele. Quando ela acabou, veio o guia mimeografado, de relativo sucesso, e a vontade de continuar viajando. O casal voltou à estrada, desta vez pelo sudoeste asiático e foi aí que veio o guia “Southwest Asia on a Shoestring”, o primeiro grande sucesso de verdade. A partir dele, os Wheeler foram procurados por outros viajantes com idéias de novos guias e a coisa começou a tomar corpo, com terceiros escrevendo os guias. O principal suporte financeiro veio com o guia da Índia, que, por ser volumoso e, consequentemente, mais caro, trouxe mais dinheiro para a empresa.

Tony Wheeler explicou a origem do nome Lonely Planet. Segundo ele, o guia da Ásia já estava pronto mas ainda não tinha nome. Depois de muito pensar, ele se lembrou de uma música do Joe Cocker em que ele dizia alguma coisa “lonely planet”. Sua esposa, Maureen, imediatamente disse que gostou do nome mas que a música falava mesmo era em “lovely planet”. Ou seja, o nome teria sido “um erro” (palavras dele).

Depois ele falou um pouco da vida pessoal. Disse que hoje tem casas em Londres e em Sidney e mora seis meses em cada, só que sempre viajando. Conhece 143 países. Dificilmente passa mais de seis semanas em casa continuamente. Aos dez anos, seus filhos já tinham ido aos cinco continentes.

Encerrada as palestras, vieram as perguntas. A primeira delas (feita por alguém cuja fisionomia me lembrou o Ernesto que vejo nas fotos), foi sobre blogs de viagens. Muito bem humorado, Tony Wheller respondeu que “o bom dos blogs de viagens é que eles não precisam ser atualizados diariamente. Precisam ser atualizados a cada 45 minutos”. Foram muitas perguntas, mas o resumo das respostas é mais ou menos o seguinte:

- se fosse sugerir a primeira viagem de alguém que só poderia fazer uma única viagem na vida, recomendaria o Japão, porque tudo seria organizado e relativamente fácil para uma primeira viagem mas ao mesmo tempo haveria surpresas como a língua e a cultura, importantes para uma viagem única;

- se ele próprio fosse fazer a sua última viagem, iria para o Iêmen, que não conhece mas sabe que é fascinante, ou para Veneza, que para ele é um lugar especial, diferente;

- assumiu que hoje em dia procura viajar com mais conforto. Disse que já pegou todos os trens de terceira classe na Índia necessários em uma vida;

- reconheceu que seus guias realmente mudaram alguns lugares, com a chegada dos turistas, mas disse que as mudanças em sua maioria foram para melhor, com o incentivo ao transporte público, energia elétrica etc. que em muitos lugares só passou a existir com o aumento de turistas;

- como viaja muito, às vezes faz tudo planejado mas às vezes não sabe nem onde vai dormir. Gosta dos dois tipos de viagem. Mencionou que uma vez parou em uma cidade só para almoçar com uns casais com os quais viajava. O almoço se estendeu e eles resolveram passar a noite na cidade. Terminaram ficando quatro dias no lugar; e

- ressaltou que é importante pôr a informação onde as pessoas a querem. Em telefones, em computadores, em iPads. Mas falou que não duvida da resistência da versão livro. “As pessoas não vão dormir com seus computadores e se um telefone cair na água você não pode simplesmente pôr para secar, sacudir um pouquinho e voltar a usar”.

O evento teve a ver com a divulgação da revista Lonely Planet no Brasil. Foi bem interessante. O cara é uma simpatia.

Augusto
AugustoPermalinkResponder

Ate o dia 22 os guias Lonely Planet de treze cidades europeias estao disponiveis para download gratuito na app store para Iphone e Ipod touch. Desculpem a falta de acento e c cedilha, problemas no teclado. A intencao eh auxiliar quem precisou ficar mais tempo na Europa em funcao do vulcao.
Abcs

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