O que você mudaria se refizesse aquela viagem?

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

BR 101, Espírito Santo

A Carla Portilho do Idas e Vindas sempre faz isso nos seus relatos de viagem: depois de mostrar como foi, ela faz uma autocrítica da estratégia e conta como faria a viagem à luz da sua experiência.

Recentemente a Dani S. usou a mesma técnica para falar de seu périplo pelo Canadá -- com grande sucesso entre os leitores.

Daí a CarlinhaZ entrou para sugerir: ei, que tal se fosse aberto um post em que todo mundo pudesse contar como refaria alguma viagem bacana? Adorei a sugestão.

Diga lá: o que você teria feito de diferente naquela viagem? Que mico você evitaria (e de que jeito), que lugares dispensaria, onde ficaria mais tempo ou iria em outra época do ano?

Conte dos seus desenganos -- assim a gente vai direto à vitória (não sem antes tomar um guaranazinho....).

255 comentários

Fernanda
FernandaPermalinkResponder

Quando fui ao Equador me arrependo de ter ido a Guayaquil, uma cidade com NADA para se fazer, me arrependo de nao ter conhecido Cuenca, as ilhas Galápagos estavam fora por causa do tempo curto. Mas Quito recomendo com afinco!

Ana Karenina
Ana KareninaPermalinkResponder

O pior não é errar, é persistir no erro! Sempre me arrependo do tamanho da minha mala, se pudesse voltar atrás, diminuiria todas as malas que já fiz na vida!

Outra coisa que faria diferente seria inventer a ordem, na minha viagem a Espanha, e ir para Madri antes de Barcelona para estar no Dia de St. Jordi em Barcelona. Na época não me atentei e isso me dói até hoje!

Thiago Augusto

- Não ter passado dormido em Sintra
- Ter feito bate e volta Paris-Londres. Pois é: fiz! E ainda esqueci o DVD portatil no eurostar mesmo a mulher tendo alertado 1000 vezes (escuto coisa até hoje) ...
- Ter ido pra Morro de São Paulo numa sexta a tarde e voltado num domingo a tarde ...
- Passar uma noite em Maceió na volta de Maragogi ... definitivamente não precisava ...

Sara Soares
Sara SoaresPermalinkResponder

Jamais voltaria ao restaurante Tavern on the Green em NYC.
Reservamos a noite de Natal com meses de antecedencia para o salao principal, chegamos ao restaurante com 30 minutos de antecedencia naquele frio horrível e ao chegarmos a recepcao estava a maior bagunça. Esperamos quase 2h numa sala improvisada com toldos, e pelo tempo de espera, quase 2h, e também pela fome fomos remanejados para um salao secundario. Ou seja, nao conseguimos vaga no salao principal! A comida era horrivel, tipo fst food, a sobremesa pior ainda, com gosto de gordura hidrogenada.Comemos um peru horrivel que qualquer lugar do Brasil serve um prato 1000x melhor. O vinho foi o melhor da noite. Ah sim,o restaurante estava cheio de turistas brasileiros mal educados que falavam alto, cantavam e gritavam pra chamar atençao. Fiquei morta de vergonha. O pior de tudo é que a conta foi carissima!!! Nao voltarei, mesmo porque o restaurante fechou no final de 2009.

A. Lot
A. LotPermalinkResponder

É (era) a maior furada de New York na minha opinião!

Malu
MaluPermalinkResponder

Pagamento adiantado, sem reembolso,nunca mais!
Na última vez que fui a Miami, em novembro 2009,paguei as diárias antecipadamente pois o desconto era hiper vantajoso. O Hotel era o Hayatt e li todos os comentários e vi e revi todas as fotos.
O que eu mais queria era um quarto com terraço e de um bom restaurante no Hotel pois não saio a noite (estava sozinha).
As fotos mostravam um terraço super bom com uma vista linda do mar e das pontes elevadiças. Chegando lá qual não foi minha surpresa pois o terraço existia mas as portas estavam lacradas.
O gerente me informou que era para evitar que pessoas se suicidassem, se atirando dos terraços,como várias ocorrências desse tipo nos hotéis americanos. Claro que minhas diárias não seriam devolvidas pois, segundo ele, bastava que eu tivesse ligado ou mandado e-mail para o hotel perguntando.
Para evitar futuras surpresas desagradáveis,não pago adiantado e se não gostar, fico uma noite e vou embora no dia seguinte.
Ah! sim , o restaurante era ótimo mrgreen

Jorge Paulo
Jorge PauloPermalinkResponder

Quando estava em LAS VEGAS eu e minha esposa havia tambem um Show do ROLLING STONES e eu....NAO FUI($$)!!
Na mesma LAS VEGAS pelo, memso motivo(orcamneto apertado$$), nao fui conhecer o GRAND CANYON de Helicoptero

CONCLUSAO: Ja tinha pago passagem e hospedagem, estava na CARA DO GOL, e o raciocinio estava errado. CARO MESMO FOI NAO TER FEITO OS PROGRAMAS!!

Luciana
LucianaPermalinkResponder

Para fazer uma viagem bacana com outro casal você precisa escolher principalmente pelas compatibilidades. As viagens que eu e meu marido fizemos com outro casal de amigos foram muito boas. Não me arrependo de nada. Não teve briga ou cara feia de nenhum lado. O ideal é NÃO fazer tudo junto, programar apenas um período do dia, se possível, para os passeios comuns. No nosso caso, não ficamos nem nos mesmos hotéis. Ou almoçávamos ou jantávamos juntos. Acho que assim não tem erro.Um dia inteiro até dá para passar junto, mas 15 dias de férias ninguém aguenta. Também não dá para viajar com um casal que é "da noite" se você e sua cara-metade preferem o dia. Com bom senso todo mundo sai feliz.

Manuela
ManuelaPermalinkResponder

Amei essa pergunta. Quem não volta da melhor viagem com seus "arrependimentos" desejando uma segunda chance para "aperfeiçoamento". Os meus:

Na França: onde eu estava com a cabeça de pedir para os bilhetes do TGV serem entregues aqui em casa, Brasília? Não chegou a tempo da viagem e na hora eles não quiseram emitir segunda via. Pagamos novos bilhetes. Agora aguardo o reembolso.

Pela Provence: arrependo de ter ficado 4 dias só em Gordes, teria ficado mais dias em Lourmarin, muito mais charmosa e melhor infra, tendo-a como base para visitar com calma Moustiers Ste. Marie e as Gorges du Verdon, e não de passagem como fizemos.

Pelo Chile: jamais teria incluído Puerto Varas, achamos uma cidade feia e escura, sem nenhum charme.

Pela Espanha: depois da encantadora Barcelona, vivemos o "inferno" em Madri em junho.

Fer
FerPermalinkResponder

O que eu mudaria se refizesse aquela viagem?

1) SEMPRE checar a localização de qualquer hotel com um nativo antes de reservar: depois de 1 ano de Alemanha tinha entrado em mim essa noção de que estação central é o centro de uma cidade. Na Alemanha pode ser. No Leste Europeu não. Fiz um roadtrip com amigos americanos e espanhóis do Erasmus no final do ano passado, confiamos no americano para reservar o hostel... e a querida anta me reservou um hostel baratíssimo que segundo o site, estava a 15 minutos do centro de Budapeste. Acabamos ficando em... Budakeszi, uma cidade na região metropolitana de Budapeste, num hostel que parecia ter saído direto de um filme de terror. E que sim, ficava a 15 minutos da estação central de Budapeste (Moskzva Tér), mas que NAO fica no Centrão de Budapeste. Enfim, o lado bom foi o luxo de ter ficado no suburbão de uma cidade completamente diferente. Mas o lado ruim foi a distância do Centro, e a experiência traumática de parar um ônibus por 5 minutos porque eu não conseguia entender o motorista de ônibus que falava somente húngaro... (Descrito aqui: http://lostundfoundintranslation.blogspot.com/search/label/Leste%20Europeu)

2) Viajar de Ryanair ao invés de Easyjet: Quem tem grana viaja de companhia aérea premium mesmo, e não tem que viajar de low-cost. Mas para todo estudante fudido-mochileiro na Europa, low-cost é o paraíso (até final de semana em Estocolmo eu fazia, pagando míseros 20€. Aqui no Rio, por essa grana, mal chego em Miguel Pereira). Ryanair vale a pena pelos inúmeros destinos ULTRA exóticos pela Europa, mas ultra não-recomendável para quem quer economizar tempo (eu fiz um post sobre a empresa aqui http://lostundfoundintranslation.blogspot.com/2009/09/european-symbols-ryanair.html). E para destinos nos quais a Easyjet está disponível. E Easyjet é uma versão melhorada da Ryanair: você ainda paga por tudo, MAS pode viajar com bagagem de mão sem limite de peso (believe me: 10kg são NADA e a Ryanair sempre pesa as malas) e os destinos quase sempre são para os aeroportos centrais. Isso faz uma MEGA diferença: aeroporto central = conexão aeroporto-cidade mais barata e já incluída nos tíquetes de transporte urbano das cidades = chegar mais rápido e descansado nos lugares. Não adianta: Ryanair vai te deixar no fim de mundo. E você vai ter que morrer nos translados.

3) Alugar carro, viajar em grupo, somente com UMA pessoa apta a dirigir: Em Dezembro do ano passado, um grupo de amigos do Erasmus resolveu fazer uma roadtrip durante o final do ano, que serviria como despedida do grupo de amigos. Alugamos uma van na Alemanha (que aliás, foi ILEGALMENTE conduzida para o Leste Europeu - as car rentals da Alemanha NAO alugam carros se souberem que o destino é o Leste pelas "altas" - para padrões alemães - taxas de roubo de carro nas regiões além-Oder) e com esse drama de quem-vai-quem-nao-vai, no final das contas ficamos com UM português para dirigir o troço a viagem inteira (eu não dirigir, as espanholas idem, os americanos não entendem carros com marcha... e voilá: somente um motorista). CLARO que o português se meteu em briga numa boate, um segurança destruiu a cara do meu amigo (conselho: MUITO cuidado com os seguranças de boate no Leste Europeu. Sabe pitbull? Pior.) e passamos pela delícia de termos um português com a cara inchadíssima dirigindo por HORAS de Budapeste até Hamburgo. No inverno.

4) Leste Europeu no inverno: Tem coisas que eu JAMAIS vou esquecer que só poderiam ter acontecido no inverno, como estar tomando banho numa piscina de água aquecida ao ar livre, numa daquelas termas FANTÁSTICAS de Budapeste, enquanto a temperatura externa era de 0°C e começava a nevar. Mas frio e bater perna realmente não combinam. Frio demais: a mão doi, os casacos pesam, a vida ao ar livre morre, você sai de um café e já se pune por estar louco para voltar para qualquer outro lugar aquecido. Verão no Leste Europeu dizem ser foda, então realmente outono e primavera parecem ser uma boa pedida.

5) Reservar somente um final de semana para Berlim: Já falaram isso acima. Berlim é gigante. Berlim é vida noturna + ponto turístico. Impossível curtir ao máximo em somente 3 dias.

6) Reservar somente 6 dias para Lisboa: Acho que ainda um mês seriam insuficientes para conhecer Lisboa. Acabei não conhecendo Sintra, não conhecendo Cascais+Estoril e só conhecendo parte da capital. Minha definição pessoal do paraíso? Sentar naquele mirante no final da Praça do Comércio, às margens do Tejo, com um estoque interminável de Pastéis de Belém. grin

7) Conhecer as ilhas do arquipélago de Estocolmo: TUDO na Suécia é caríssimo. Mas Estocolmo foi uma das cidades mais incríveis que eu já conheci no mundo, e acabei não fazendo esse passeio por falta de grana mesmo. Uma pena. Vi fotos de quem fez, e valeu totalmente os 40€ custam. Só quem já viu a natureza ABSURDA que cerca Estocolmo sabe do que eu estou falando...

Mas sei lá, sabe que eu aprendi depois de tudo isso? São os perrengues e passeios furados que fazem uma viagem, sabe? Um pouco de temperinho ruim sempre ajuda a dar um toque de "só nessa viagem!" sabe?

Patrícia
PatríciaPermalinkResponder

1) Noruega: eu me arrependo de não ter confiado na previsão do tempo (que acerta SEMPRE por lá) e esperado algumas horas para ir a Preikestolen (Rocha Púlpito, que fica num fiorde maravilhoso, a 604m de altura, cuja caminhada tem 4kg de subida difícil). Só tínhamos um dia por lá (a cidade onde ela fica se chama Stavanger) e decidimos encarar a subida com o tempo feio que estava (chuva fraca e frio). Acabamos não vendo nada e congelando lá em cima... Se tivéssemos esperado o sol (dali umas 2h) não teríamos perdido a vista que nos fez ir à Noruega... Snif.

2) Califórnia: a Highway 1 é linda demais para fazer em apenas 2 ou 3 dias. Ainda mais se você gostar de vinhos e boa comida... Na próxima faremos em uma semana!

3) Sul da Itália: só me arrependo de não ter trazido uns 10kg daquele tomate maravilhoso... Só de pensar já estou babando tudo de novo.

4) Bagagem: sempre acabo levando mais roupa do que eu preciso... Pra que? Pra que? Uma dica boa pra quem viaja "no limite" é ter aquelas balancinhas portáteis digitais sempre na mala. Não ocupam lugar algum e são super úteis para saber se você distribuiu bem o peso entre as malas e evitar pagar pelo excesso.

5) NY: ver a cidade do Top of the Rock é demais (muito melhor que o Empire States, na minha opiniã), mas não deixe de levar um gorozinho (se for álcool, mantenha sempre dentro de um saquinho porque lá vc não pode mostrar que está bebendo em público) e um petisquinho limpo porque lá em cima não tem nada!

6) Viajar em julho: sempre que possível, evite. É tudo muito mais quente ou mais frio (depende do hemisfério escolhido), cheio e principalmente caro.

Patrícia
PatríciaPermalinkResponder

Ops, 4 km! E não kg..

Angela
AngelaPermalinkResponder

Ido com minha família até Verona, na Itália (morávamos em Munique), num bate-e-volta de quase 900 km em um dia. Nunca mais!!!

Fabio NG
Fabio NGPermalinkResponder

Tiraria Milão daquele roteiro pela Itália...

Paula Bicudo
Paula BicudoPermalinkResponder

- Não levaria minha mãe à Costa Amalfitana (que necessita de muito preparo físico, nossa casa ficava 624 degraus acima da praia).

- Reservaria hotéis pra não chegar em Valência 11h da noite em maior, e descobrir que haviam dois eventos aquáticos na cidadade e nenhuma vaga em hotel. Aliás, nem iria a Valência de novo, BTW.

- Nunca teria colocado os pés na imunda e horrorosa cidade de Nápoles.

- Ficaria em mais ap/casas alugadas do que em hotéis. Nessa viagem pra Itália alugamos ap em Roma e casa na Costa Amalfitana e adoramos.

- Levaria SEMPRE menos bagagem.

- Não iria jamais a Grotta Azzura em Capri que é o programa mais caça-turista besta (e ainda caro) que fiz na vida.

- Ficaria (SEMPRE) mais dias em Lisboa. Aliás, minha próxima viagem a Europa, se Deus quiser será SOMENTE Portugal. País hospitaleiro, lindo e relativamente barato, que merece se explorado de sul a norte.

Evelin
EvelinPermalinkResponder

Jamais iria à Praga no inverno, quase morremos congelados.
Leria mais sobre o sistema de metrô e suas regras para não ser quase presa por não ter validado o bilhete em Praga.
Teria feito toda a rota romântica na Alemanha, que é um país lindo!

E concordo, levaria sempre menos bagagem!

PENHA
PENHAPermalinkResponder

gente morro perto dessa placa um pouco mais para frente.. cham joão neiva.. jesus minguem merece conhecer guaraa e desengano..
ainda bem que sai dai já fazem muitos anos agora morro em sampa..
Deus é bom
kkkkkkkkkkk

Sheila
SheilaPermalinkResponder

1 - França: não dirigiria do Vale do Loire ao Mont Saint Michel. Aliás, Mont Saint Michel, só uma vez na vida. Juro que curti muito mais o post do Riq do que minha estadia lá. É muito pessoal. A vista ao chegar às 11 da noite é linda, mas só.

2 - Itália: não teria deixado de ficar 2 dias na Provença pra ir a Milão, que é outra cidade pra uma vez na vida: só salvou a Galeria Vittorio Emanuelle e o Duomo. De novo: é muito pessoal; acho Milão ultra high mega power fútil.

3 - Escócia: teria ficado mais que 2 dias em Edimburgo. Um dia é só pro passeio às Highlands com Lago Ness.

4 - Inverno: não teria programado uma viagem de 30 dias no fim do inverno europeu. Coisa de primeira vez na Europa, quando se quer conhecer o mundo de uma vez só, o que é outro erro.

5 - Portugal: não ter dedicado mais tempo ao Alentejo quando de viagem de Lisboa ao Algarve. Devia ter passado ao menos uma noite hospedada em uma vinícola.

6 - Sul da Espanha: ter ido a Sevilha e Granada no verão de 44º. Neste calor, não dá pra sair às ruas; é pior que inverno rigoroso.

Fabio Lima
Fabio LimaPermalinkResponder

Fiz sul da Espanha há poucas semanas e concordo com o item 6 da Sheila. Como brasileiro, achava exagero as notícias sobre altas temperaturas do verão europeu, mas fiquei impressionado com o calor. Em Córdoba, os moradores juravam que passavam dos 48°. Não duvido.

Na Provence, aluguei um carro e,a partir de Avignon, visitei lugares bacanas como Tavel, Gordes e Chateneuf-du-Pape. No dia anterior, comecei o dia visitando Aix-en-Provence e, erradamente, segui em frente, deixando me levar pelo pensamento "já que tô aqui, né, por que não ir até à Cotê d´Azur?". Foi muito tempo de estrada para pouco tempo de praia numa cidade vizinha à Nice. E com direito a engarrafamento praiano - exatamente o que um carioca não busca numa viagem à Europa. Valeu por conhecer a praia de pedrinhas.

Só uma coisinha: viajar em julho para Europa é a verdadeira Geni. Concordo com todas as pedras atiradas, mas para os não têm como botar o pé na estrada em outro mês, gostaria de fazer uma pequena defesa desse tão massacrado mês:
- Por dia, há um "bônus" de céu claro de umas 4 horas (de umas 17h30 às 21h30). Ou seja, se tiver disposição, seus passeios podem ser prolongados. Ou mesmo se dê o luxo de descansar mais um pouquinho e acordar bem disposto, pois o sol ainda vai brilhar muito tempo para você.
- Consumismo excessivo não é muito minha praia, mas é bacana em épocas de "soldes", "rebajas", "sale", poder comprar (alguns) produtos com preços quase americanos.

Não são motivos para trocar um agradável outono ou primavera por essa época, mas pode servir de alento aos "julhistas" de que nem tudo é desgraça nesse período.

André L.
André L.PermalinkResponder

Os picos de alta temporada são, na verdade, a última semana de julho e as 2 primeiras de agosto. Mas quem depende de sincronizar férias escolares realmente fica sem opção.

Vanessa
VanessaPermalinkResponder

O que eu mudaria se refizesse aquela viagem?
-Faria com mais tempo a Rota do dia D, na Normandia. Fiz em 1 dia, imaginando que iria ver uma cemitério e um museuzinho. Nada disso! É um caminho super bem organizado, sinalizado, com milhares de museus, memoriais, cemitérios, etc,etc,etc... E depois, tem a rota do contra-ataque. Dedicaria uns 2 dias para a rota do dia D e mais 2 dias para a rota do contra-ataque. Ainda quero voltar p/ lá!

- Concordo com alguém que falou que excluiria Milão da viagem para a Itália. Realmente, não é uma cidade muito turística. Só vá para Milão se tiver alguma coisa muito específica para fazer lá, como um congresso, curso, etc.

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