Conte sua viagem insana e concorra a duas noites no Beach Park

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Insano, Beach Park

Como vocês devem estar lembrados, fui recebido no Beach Park Acqua Resort com um desafio: se eu descesse no brinquedo mais radical do parque, o Insano (41 metros -- 14 andares! -- de queda praticamente livre) eu ganharia duas hospedagens de duas noites com pensão completa e acompanhante para o povo da Bóia.

Insano, Beach Park

Então bolei o seguinte concurso. Você vai lá na caixa de comentários e conta a viagem mais insana que você já fez, ou a maior insanidade que você já cometeu durante uma viagem. (De preferência com final feliz, vai.)

Ao contar a sua viagem insana, fazendo o comentário com um email válido, você estará automaticamente inscrito.

Depois de encerrado o prazo de inscrição, eu vou atribuir um número a cada comentário, seguindo um talonário de senhas comprado na papelaria.

O sorteio será público, com testemunhas, e transmitido pelo Twitter.

Pá-pum:

Valem as viagens insanas contadas entre hoje e a meia-noite de 20 de novembro, um sábado.

O sorteio será feito num happy hour no Rio de Janeiro, na noite do dia 22, uma segunda-feira, em lugar a ser combinado.

O prêmio não inclui passagem aérea nem gastos extras. Consulte as regras do prêmio clicando aqui. Ao participar você sinaliza que concorda com as regras.

E bora relembrar o meu momento insano?

219 comentários

Atenção: os comentários estão encerrados.

Alexandre Nihei
Alexandre NiheiPermalink

Em 1993 fui ao Japão e junto com meus pais e tive a oportunidade de visitar parentes japoneses. Foi aquela festa, afinal não era sempre que eles recebiam visitas do outro lado do mundo. Família toda reunida, muito saque, karaoke e muita comida, a certa altura do jantar fomos agraciados com um prato chamado "sakura niku", traduzindo literalmente para o português "carne de cerejeira", parecia ser um sashimi de algum peixe, embora a cor fosse mais escura do que qualquer peixe que eu já tivesse visto. Quando a minha mãe inocentemente pergunta "De qual peixe é feito esse sashimi" a resposta foi de embrulhar o estômago. Na realidade o prato servido era carne de cavalo crua, um prato nada apetitoso para nós brasileiros, porém a etiqueta e os bons modos nos obrigou a comer e até mesmo elogiar o requintado prato. Espero nunca mais repetir a experiência.

Você concorre com o número 1699

Alan Lupatini
Alan LupatiniPermalink

Minhas viagens nunca tiveram algo altamente insano. Acho que o mais insano que aconteceu foi quando tive a brilhante ideia de circular a pé pelas ruas de Buenos Aires à noite procurando por um bar que tinha me interessado num guia impresso. Chegando lá descobri que o bar não existia mais. Frustração total, mas no final das contas peguei um taxi e acabei parando num lugar divertido. smile

Você concorre com o número 1700

Roberto Domingues
Roberto DominguesPermalink

Eu sou mestre nisso. Minha esposa adora...

Jane
JanePermalink

Em 1993 fomos eu e o maridão então namoradinho de 6 meses,para Jericoacara no Ceara.Depois de 5 horas de voo, dormimos na rodoviária,de Fortaleza.Saca o que é dormir em rodoviária?Imagina na de Fortaleza com todo respeito.Ele super descolado com viagens alternativas, eu marinheira de primeira viagem sem papai e mamãe.Ele roncando e eu espantando barata.Embarcamos no onibus que rodou Fortaleza inteira antes de cair na estrada.Entrava gente,saía gente,entrava galinha,mexirica,porco...O onibus levou uma eternidade para chegar em Jijoca e depois em Jeri.Quando chegamos, sem reserva em pousada o moço me fez ficar sentada nas malas, ignorou as ofertas de pousada e todo confiante me disse:"Tem uma pousada boa e barata por ali que eu fiquei 3 anos atrás." E lá se foi ele procurar a tal pousada.Eu sentada nas malas e um monte eu disse um monte de porcos vindo fungar nos meus pés! Quando ele voltou quase 1 hora depois triunfante por ter achado a pousada.Estranhei que somente nós dois estávamos hospedados...Dois dias depois aparece um homem pedindo p tiramos nossas coisas, pois a pousada estava fechada e o cara que "nos hospedou" estava com a chave para os pintores que iriam reformar a pousada naquela semana.Perdemos o que pagamos adiantado( maior pechincha gata), pois ninguém achava o cara depois..

Você concorre com o número 1701

Cid Alexandre
Cid AlexandrePermalink

A Coisa mais insana que fiz foi desconhecer o real significado do estabelecimento do tipo "Cafe" em Buenos Aires. NA verdade foi um mico insano.

Na chegada (a noite) em BsAs resolvi dar uma reconhecida noturna com a minha irmã e, principalmente, tomar uma Quilmes (era capaz de não dormir se não tomasse, estava desesperado) em qualquer lugar.

Na Avenida Corrientes em uma esquina estava um pomposo Café (Café Orleans) com o logotipo da tal cerveja, não deu outra, tinha um movimentinho lá, uma mulherada bonita, entramos. Ao entrar vejo que eram muitas, muitas moças mesmo e uns 2 homens.

Sem dar muita atenção a nada, entrei no café, pedi minha Quilmes (sem olhar o cardápio) e comecei a perceber aquela mulherada me olhando, constato a forte maquiagem nas frequentadoras e, detalhe, duas garotas lindas pajeando um senhor de quase 70 anos. Só tinha uma conclusão… Estava em BsAs acompanhado da minha irmã caçula tomando uma Quilmes em um puteiro chique… Foi para acabar.

Ao constatar o engano, pedi a conta (8 dólares a garrafa de Quilmes.. Ao ver o valor da garrafa na conta isso me doeu!!). Falei com o garçon que não era possível, aquele valor estava errado, disse que eles estavam me cobrando mais porque eu era turista. Resposta do Garçon (figura): – En otros lugares la cerveza es mas barata, pero non tienen las acompañantes!”.

Nem preciso falar mais nada… hehe… só pensei: “O cara está certinho, deixa passar a conta no cartão e vamos nessa!”.

A não ser que alguém queira mais do que café, alfajores e media-lunas, o Café Orleans é indicado. Só não leve inocentes testemunhas pq a história se alastra na família (e em respeitáveis blogs).

Enfim, não consigo visualisar algo menos são do que carregar minha hermanita para uma zona (no mau sentido) porteña.

Você concorre com o número 1702

VANESSA ESPÍNDOLA
VANESSA ESPÍNDOLAPermalink

Ricardo!
Mandei um email para você hoje com um convite para um de nossos programas. Você viu? Mandei no redacao@.
Contato: 12-21314525

zuzu
zuzuPermalink

Riq, quer dizer que vai rolar uma Convençao no Rio, no dia 22?
É certo? Queria muito me programar prá ir!!!

Sylvia
SylviaPermalink

Iche .. 22 é ? sniiifff

Ricardo Freire
Ricardo FreirePermalink

É uma segunda-feira, Zuzu, e eu vou chegar direto do avião pro convescote. Não vai ser muito glamuroso, não...

Tati
TatiPermalink

Poxa..sou carioca mas moro em Recife. E justamente no dia 21 estou voltando pra casa...snif...por um dia não pego uma convenção. Fica p a próxima.

zuzu
zuzuPermalink

Ok, Riq, fica prá próxima.Parodiando a Sylvia, sniiifff!!!

Natália
NatáliaPermalink

Já euzinha aqui, chegarei de Sampa no dia 21! Como nunca fui a nenhuma ConVnVenção, meio que me animo a encontrar o corajoso comandante!!!! Desde que esteja aberto! =))
Hein? Hein?

Ricardo Freire
Ricardo FreirePermalink

Claro! Semana que vem vamos definir o lugar e o horário!

Cristiana
CristianaPermalink

Minha viagem insana foi ter ido aos Estados Unidos, no inverno seguinte ao 9/11. Eles estavam mais neuróticos do que nunca.

Você concorre com o número 1703

Alessandro A.
Alessandro A.Permalink

Eu já escrevi um comentário anterior, mas não resisti e voltei para contar mais uma insanidade.

Compramos um pacote para passar o reveillon em Porto Seguro no final da década de 90 em uma agência praticamente desconhecida (erro de principiante!!). O voo seria no domingo e era fretado, mas na sexta a tarde recebemos um telefonema da agência informando que o voo tinha sido cancelado e que agora teríamos que embarcar no sábado em um voo comercial com conexão em Salvador. Como na época o celular ainda era raro, tivemos que correr atrás de todos os participantes da viagem para informar que agora sairíamos 1 dia antes. Tivemos que pular de bar em bar em plena sexta a noite até achar todos. Foi só a primeira aventura!

Chegando em Salvador, descobrimos que o nosso voo para Porto Seguro seria feito em um avião Brasília da ex-empresa Rio Sul. É, aquele avião de hélice e que você tem que se abaixar para não bater a cabeça no teto! Era tão pequeno, que a aeromoça decorava todos os pedidos de bebida de cabeça e depois trazia tudo em uma bandeija. O pior era saber que teríamos que pegar o mesmo avião na volta!

Quando chegamos em Porto, cadê o nosso transfer?! Ficamos mais de 1 hora esperando até conseguir contato com o hotel para que eles viessem nos buscar, já que eles afirmavam que não haviam sido informados da nossa chegada. Eu imaginei inocentemente: ah, deve ter sido porque chegamos 1 dia antes! Calma, ainda não acabou!

Chegamos finalmente no hotel e advinha! Não tinha reserva no nosso nome e eles nunca tinham ouvido falar da nossa operadora. Já falei que era ano novo e a cidade estava lotada! Será que alguém tinha trazido uma barraca de camping? Pois é, foi um pega pra capar. Depois de várias ligações para a nossa agente e de uma indicação do gerente do hotel, conseguimos milagrosamente uma vaga em um hotel próximo. Êita viagem relaxante!

Já que Murphy estava com a gente, desgraça pouco é bobagem! No dia seguinte comemos uma comida estragada e todos passaram muito mal, tendo que passar um dia inteiro dentro do quarto do hotel. O problema era o revezamento no banheiro! smile

Melhoramos nos dias seguintes, mas no dia do passeio para Trancoso, Murphy atacou novamente! Na época a estrada ainda era de terra e toda cheia de buracos. Depois de tanto balançar e com o organismo ainda baleado, não demorou muito para sentir algo estranho a caminho. Agora, advinha se o ônibus tinha banheiro! Pois é, fui ficando vermelho, azul e mais algumas outras cores até chegar no destino final. Quando a porta do ônibus abriu, eu juro que nunca corri tanto na minha vida!! Garanto que naquele momento eu não perdia nos 100m rasos para nenhum jamaicano!! Felizmente consegui chegar a tempo.

No final, voltamos são e salvos, mas até hoje não voltei a pisar em Porto Seguro! Afinal, não quero abusar da sorte!

Arthur | Agora Vai
Arthur | Agora VaiPermalink

Alessandro, você pagou todos os seus pecados e está com crédito no céu depois dessa (programa de milhagem "Heavens"...)

rebeca
rebecaPermalink

A minha viagem mais insana foi insana do começo ao fim... então prestem atenção nos detalhes. Estava Porto Alegre (sou do RJ) em um congresso, quando uma amiga da faculdade me mandou por orkut a noticia de que sairia um onibus da nossa faculdade de graça para Paraíba com os estudantes de filosofia.. mas nao sabia quando! No dia em que cheguei do congresso recebi uma ligação daquela mesma amiga dizendo que o onibus sairia naquele dia e que eu precisava ir... arrumei minhas coisas, aproveitando as coisas que ainda estavam arrumadas da viagem que acabara de fazer, pedi uns trocados para meu pai, juntei com uns outros trocados que tinha no banco e fui! chegando lá vi que tinha + 1 vaga e liguei para 1 amigo dizendo que ele tinha 30min para estara na faculdade com as malas prontas! O onibus atrasou e pra sorte dele fomos todos: eu, ele e minha amiga. O destino do onibus era Campina Grande, mas como a viagem era longa, entediados com tantos filósofos juntos, em algum lugar depois da Bahia pedimos para o motorista deixar que decessemos do onibus, e o lugar era tenso, pessoas pedindo as coisas pra gente, entrei no banheiro feminino e tinha um homem fazendo a barba.. era tudo diferente! descobrimos que já estavamos em pernambuco e ali perguntamos o que tinha de bonito por ali... enfim, fomos parar em São José da Coroa Grande, o llugar era lindo mesmo, aconchegante.. mas não tinha hotel e nem nós tinhamos $$. Então pensamos em arrumar nossa barraca na praia mesmo, mas e o banho!? Então depois de percorremos toda a cidade (20min), conhecemos umas meninas que, resumindo, arrumou um apartamento lindo, de frente pra praia e que não tinha ninguem no momento... cozinhamos, tomamos banho e foi muito divertido! A noite rolou ate um lual e banho noturno no mar! partimos no dia seguinte e apos passar por alguns lugares lindos e desconhecidos para a maioria dos turistas chegamos a recife, contactei um tio, que buscou a gente e novamente: casa, comida e aconchego. Levou-nos aos lugares turisticos e deu toda aquela atenção e carinho que só familia mesmo! Mas nosso destino era Campina Grande, afinal, precisavamos voltar no mesmo onibus que viemos! Então continuamos nossa jornada, onibus, van, tapioca a 50 centavos, praia de nudismo, praias lindas... tudo até que chegamos a uma universidade onde nos receberam com todo o carinho, comida? no bandejão, alojamento? no DA, com direito a festinha e novos amigos, dinheiro? vendemos literatura 'xerocada' de um outro amigo nosso incorporado durante a viagem que nos rendeu algum $$ e o melhor, transporte? um professor da universidade que entendeu que o nosso proposito era muito maior nos providenciou um carro oficial que nos levou até Campina Grande. Chegando lá vimos que o clima estava muito elevado para nós (era um encontro de estudantes de filosofia do Brasil inteiro), então resolvemos conhecer o sertão da Paraíba nos 4 dias que nos restavam, e foi lindo! Foi mais do que insano, foi emocionante, ficamos alojados em uma outra universidade, conhecemos a cidade em que foram gravadas as cenas de "O alto da compadecida", e uma familia local nos recebeu em casa e nos permitiu tomar banho no açude e nos levou ate o ponto mais alto do local (pico do Jabre, eu acho) e a lua completou essa viagem nos proporcionando o melhor lual que já vi em toda minha vida! Voltamos entao para onde estavam nossos amigos e nosso onibus e voltamos para o Rio! Sendo estes os 14 dias mias insanos da minha vida!"

Você concorre com o número 1704

Márcio Cabral de Moura

rebeca, eu só não entendi como é que você pediu na Bahia para o ônibus parar e veio descer em Pernambuco!!!! Isso dá mais de 500 km de distância!

Kamila
KamilaPermalink

Minha viagem poderia ter sido "insana". O cenário é o próprio Beach Park há 10 anos atrás. Local escolhido para lua de mel. Fomos , os recém-casados, em vôo fretado noturno (corrijo: de madrugada) para Fortaleza. Um grupo com cerca de 80 pessoas. Ao desembarcar o grupo se separa: os que não iriam se hospedar no resort (78 pessoas) e os recém-casados (eu e meu marido) que ficariam aguardando o transfer para o resort. A van que nos buscou tinha um guia atencioso demais...explico: eram 4h da madrugada e ele nos mostrava os pontos turísticos de Fortaleza!!! A distância aeroporto-hotel foi só aumentando à medida em que o guia falava, falava e falava. Chegamos ao hotel totalmente apagado, não víamos nada quando descemos da van. No balcão, o recepcionista acendeu um abajour para fazer nosso chek in...fomos para o apartamento. Abrí as janelas e procurei a praia: breu. Concluímos: fomos enganados!!! Corta a cena. Manhã em Fortaleza: sol, vista para a praia pela cortina entreaberta, hotel lindo e confortável e ...clima de lua de mel. Marcamos nosso retorno assim que tivéssemos nossos filhos e agora com esse concurso já tenho 2 noites pagas!!!

Você concorre com o número 1705

Mariana
MarianaPermalink

No fim de 1999, viajava de mochilão com uma amiga pela Nova Zelândia quando chegamos na cidadezinha de Nelson. Ia rolar uma rave por perto e todos os albergues estavam lotados. Rodamos uma manhã inteira, passamos por mais de seis lugares, até chegar num backpacker ótimo, lindinho e estranhamente, vazio. Dois dias depois, juntamos as peças e descobrimos que estávamos num albergue gay, só de mulheres, e tínhamos virado um casal! rs...

Você concorre com o número 1706

Deise de Oliveira
Deise de OliveiraPermalink

Eu sempre passo por roubadas quando viajo, mas depois sempre gosto de contar para os amigos e dar risada da minha própria desgraça.
Um exemplo das roubaras que eu me meto foi um incidente que aconteceu em Crácóvia, na Polônia.
A cidade é conhecida por ser uma cidade bem noturna, e assim que cheguei no albergue, resolvi perguntar onde tinha um barzinho para eu tomar uma cervejinha. Chegando lá, senti e pedi o suco de cevads. Alguns minutos depois, chega uma polonesa bem bonita e começa a falar comigo em polonês. Eu falo para ela que não falo patavinas de polonês e ela me pergunta em inglês: - Esta cadeira está vazia? EStá esperando alguém?
Achei estranho, afinal o povo do Leste não é tão aberto assim, mas deixei ela se sentar comigo.

Como estávamos conversando em inglês, os meninos da mesa ao lado vieram conversar com a gente. Eles eram australianos e estavam todo animados de conversar com duas mulheres. A polonesa começou a se estressar e me convidou para ir a uma balada no dia seguinte com ela. Assim que eu aceitei, ela se levantou e foi embora irritada com a presença dos meninos.
Eu sabia que tudo aquilo era muito estranho, mas como eu não conhecia ninguém naquela cidade, resolvi pagar pra ver.
Na noite seguinte,nos encontramos no mesmo bar e ela me disse que havia convidado um amigo para ir à balada com a gente. Eu achei muito bom e fiquei mais relaxada. Assim que chegamos na balada, ela me ofereceu uma cerveja. Eu disse que eu pagaria pela minha cerveja e ela disse que não, que ela pagaria a minha cerveja porque eu era bonita.rsrs
Fiquei com medo de estar em uma situação tipo do filme O Albergue, onde ela colocaria um "boa noite cinderela" na minha bebida, mas não consegui recusar uma cervejinha gelada.
Logo em seguida, o amigo dela chegou. O cara era super divertido e logo chamou a gente para dançar. Na pista de dança, ele ficava me empurrando para ela e eu fingindo que não estava entendendo.
Até que chegou um momento que a situação estava tão insustentável que eu resolvi sentar. Ela veio e sentou-se do meu lado e o amigo atrás de mim. Dava para ver que o amigo estava incentivando ela a falar algo para mim.
Daí ela começa a chegar pertinho e me fala: - Tá vendo estas duas meninas dançando? (elas eram lésbicas) É tão bonito ver um casal assim, não é?
E eu: - Aham...(sem nem me mexer)
Daí ela solta: - Deise, você já beijou uma mulher?
E eu:- Olha, adorei a noite, mas preciso ir embora. Eu acordo cedo amanhã! E fui embora!
Desci as escadas correndo e na rua eu corri mais do que o Forrest Gump. Estava morrendo de medo de eles terem me seguido e eu fazer parte da sequência do filme O Albergue.
Eu só me meto em roubada...

Você concorre com o número 1707

Caique Mattos
Caique MattosPermalink

Em 2006 tinhamos acabo de completar dois anos morando em Londres e antes de voltar para o Brasil em definitivo resolvemos ficar 45 dias entre Tailândia, Malásia, Singapura e Indonésia.

O melhor de nossa viagem (eu e minha esposa) era que só tinhamos 3 noites de hotel reservados e pagos em Bangcoc. Os outros dias, passagens e rotas estavam planejados e estudados mas não comprados.

Tinhamos informações do guia Lonely Planet e conversas com outros viajantes. O trecho com as melhores histórias (e final feliz) foi de Krabi na Tailândia até Kuala Lumpur na Malásia.

Primeiro trecho:
Onibus de Krabi até Hat Yai na divisa com Malaásia.
Compramos duas passagens sentados. isso mesmo sentados. Entendi este significado quando 2 horas depois éramos em quase 65 passageiros dentro deste ônibus. O entra e sai de crianças e adultos durou a viagem inteira. 6 horas para andar 250 kilometros. Os animais poderiam viajar na parte de cima do onibus. Três vezes durante o percurso o onibus parou para que vendedore ambulantes entrassem para oferecer seus produtos dento doonibus. Os "lanches" variavam de maravilhosas frutas até frango frito com curry e pimenta. estas vendidos e entregues dentro de sacos plásticos com arroz.

Segundo trecho:
Trem de Hat Yai até Kuala Lumpur.
Fizemos um upgrade para o vagão com camas estilo beliche. Ali viajavam famílias inteiras na mesma cama. A que estava embaixo de mim estava ocupada por uma mulher e 4 filhos (o mais velho devi ter uns 16 anos e um bebe de colo era o mais novo).

Chegamos na manhã seguinte a Kuala Lumpur. Exploramos a cidade por um tempo e seguimos para Singapura.

Foi uma das melhores coisas que fizemos!

Você concorre com o número 1708

Leticia Greco
Leticia GrecoPermalink

Definitivamente sou uma pessoa urbana e nao gosto de mato. Pois bem, quando comecei a namorar meu marido, quase tres meses de namoro, ele me chamou para acampar com a turma! Ate arrepiei, mas assim, meio sem graça de negar, afinal pouco tempo de namoro, conhecia pouco os amigos dele, perguntei apenas se era um camping. Ele disse qu sim, me garantiu que tinha toda estrutura, que nao precisava me preocupar!! Ok, aceitei! Vai que eu gostava da experiencia! Em pleno feriado de Finados, partimos para a cachoeira do Tabuleiro, que fica na Serra do Cipo!! Estavamos em tres carros e a estrada para chegar la ja era um perrengue só (nao sei se continua assim)! De repente, paramos na beira de um rio e so mato em volta! Todos começam a descer dos carros felizes da vida e a tirar as malas!! Eu, parei, olhei em volta e ingenuamente perguntei onde estava o camping, quando recebi a resposta que acampariamos ali mesmo, no meio do mato e do nada! O banheiro, seria o mato, o chuveiro, seria o rio!!! Naquele momento o desespero tomou conta da minha pessoa!!! E esqueci q so tinhamos tres meses de namoro e resolvi bater pé que nao ficaria ali, que nao tinha sido esse o combinado!!! Saia justa total!! Mas essa insanidade eu nao iria cometer... rs... mas nao sabia o que estava por vir!!! Depois de muitos argumentos ele resolveu q arrumariamos outro lugar! Feriado, nenhuma pousada do pequeno vilarejo tinha quarto disponivel, começamos a procurar casa para alugar! Nada tb!!! A situçao nao era boa!!! Depois de muito andar e perguntar, uma senhora aparece e diz q tinha uma casa para alugar! Oba! Problema resolvido! MAS, havia um detalhe que ela contou com a cara mais deslavada!! A casa era de um senhor que tinha morrido ha pouco mais de uma semana!!! Ja estava anoitecendo,o namorado querendo me matar, opçoes zero, era isso ou o camping selvagem! Acabamos aceitando e depois o resto da turma nos acompanhou! TODAS as coisas do senhorzinho ainda estavam la, TODAS!!! Acabmos acampando dentro da casa e os mais adeptos ao camping acamparam no quintal e pegaram MUITO bicho de pe!!! rs Mas, a historia nao acaba ai! Dia seguite, rumamos para a cachoeira! A pessoa aqui nao gosta de mato, muito menos de andar no mato e ninguem tinha avisado como era a camihada (sao quase 4 km, cerca de uma hora e meia, em alguns momentos precisavamos descer sentados e atravessar um leito de um rio pulando nas pedras, meio pitffall). Nada que agrade uma pessoa, fresca, ou melhor, urbana! rs Juro q quando cheguei, muito mau humorada, nao consegui gostar de la pq so pensava na volta, mas se vc gosta deste tipo de programa, vá, pq realmente é bonito! Bom, no final do dia, voltamos famintos, cansados e querendo um banho! Pois bem, a agua da casa acabou, o banheiro entupiu e o meu humor que ja estava mau ficou pior! Resultado, já imaginando q ia perder o namorado mesmo, encrenquei de novo que nao ficaria ali e acabamos indo embora para uma cidade perto onde conseguimos um hotel simples mas confortavel e uma comida caseira deliciosa! Enfim, isso tudo no final virou muito gozaçao, vivemos viajando, mas nao mais para o mato (minto, so mais uma vez que fica para outra historia), e o namorado virou marido!! A insanidade foi minha de ter aceitado um programa que ja sabia que nao ia gostar e talvez tenha sido do marido de casar com alguem tao fresca, mas ele nunca vai poder dizer que nao foi avisado!

Você concorre com o número 1709

mirellinha
mirellinhaPermalink

fui para a europa com duas amigas em 2003, sem reservas em hotéis. o único endereço que tínhamos era de uma rua onde tinham vários albergues em londres. o resto seria arranjado na viagem. na itália, tudo ok. paris, também. chegando a londres, os problemas começaram. o voo chegou às 17h, em luton, um pouco afastado da cidade. já era noite, não sabíamos direito como chegar, mas tomamos um ônibus.
do ônibus, pro metrô. ao chegar na rua onde eram os albergues, nenhum tinha vaga. nenhum. já era tarde e não tínhamos ideia de onde iríamos dormir.
quando eu já estava ligando para meu pai, piloto da varig, para pedir o endereço daquele 5 estrelas onde a tripulação ficava, minha amiga vem correndo "consegui, consegui". era um quarto que acabara de vagar. claro, no mais sujinho dos albergues.

Você concorre com o número 1710

Deise Ribeiro
Deise RibeiroPermalink

Olá Ricardo,

Que eu me lembre, nunca tive algo tão insano em minhas viagens.Já esive no beach park e encarei alguns brinquedos, mas não o insano. Fiquei andando a pé pela 9 de Julho em Buenos Aires á noite, atrás de um restaurante..rsrs...Na ultima viagem á Bahia a mala da minha amiga foi trocada, o transfer não constava meu nome...no fim td deu certo e a viagem foi ótima, como sempre!

bjks

Você concorre com o número 1711

Christina
ChristinaPermalink

Ricardo,

Viajei com a minha irmã para Porto Seguro em janeiro de 2002 e nos encantamos com o axé. A única coisa que queríamos era voltar para lá no carnaval, já no mês seguinte, mas as passagens aéreas já estavam todas esgotadas e decidimor ir de busão: foram 27 horas intermináveis para ir e 27 horas para voltar... experiência única e totalmente sem noção...

Beijos!

Você concorre com o número 1713

Arthur | Agora Vai
Arthur | Agora VaiPermalink

Lembrei de uma: carnaval de 1995 em Ouro Preto. Fui eu e mais três amigos de Niterói com uma turma que eu só conhecia da faculdade; ao todo, dez ou onze caras em um Corsa e um Chevette. Porém, cinco pessoas num Chevette parecem doze, principalmente no banco de trás. Já na saída, botaram minha mala em um carro e eu fui no outro. O cara que dirigia o outro carro se perdeu da gente e minha mala foi junto. Evidente que isso iria acontecer. Detalhe: era a primeira vez que o dito pegava a estrada. "Nãão, não esquenta não...". OK.
Chegando em Ouro Preto, caiu todo o escapamento do Chevette. Fomos direto para a oficina. Tínhamos alugado uma casa, e aí encontramos minha mala, junto com o Corsa que a levava. Detalhe, o rapaz tinha batido de leve em outro carro durante a viagem. Isso também era de se esperar.
Ficamos eu e os três amigos em um quarto - ainda bem. Os outros eram metaleiros e rolava heavy metal e cultos satânicos pela casa toda o dia inteiro, no mais alto volume. Também padeceram as mesas e portas da casa, que acabaram quebradas. À noite, o clima já mudava para um ritual xamanístico entre eles, com evidente presença de cannabis sativa pela atmosfera. Uma espécie de culto pagão ao deus do metal, algo antropologicamente interessante.
Como durante o dia ficávamos trancados no nosso quarto fingindo dormir, decidimos que à noite, seria melhor nos embebedarmos com grandes quantidades de vodka no gargalo, antes de sair para a folia. Foi o que fizemos. Um amigo nosso, porém, bebia demais e caía em cima de todo mundo nas ruas apinhadas de gente. Lembrem-se que as ruas de Ouro Preto não são ruas, são montanhas. Os outros dois fugiram e coube a mim a nobre tarefa de ampará-lo.
No carnaval em si, lembro que, entre várias tentativas, dei em cima de uma senhorita que, vim a saber cinco segundos depois, estava acompanhada de um mancebo de 1,90 de altura. Tivemos que sair de fininho.
O pessoal que estava com a gente contou histórias fantásticas, que envolviam a invasão de uma república de universitárias maravilhosas e momentos ainda mais maravilhosos que eles só falariam depois, algo assim. Não soubemos do que se tratava, mas houve a séria desconfiança de que tudo não passou de um rebote do álcool, cannabis e histórias de pescador.
Após seis dias e noites vivendo situações semelhantes, voltamos para Niterói. Na altura de Santos Dumont, o Chevette pifou. Quatro ficaram na estrada e dois foram até a cidade procurar um mecânico - isso mesmo, tinha seis dentro do carro. Uma hora depois, vem o mecânico e resolve o problema (não lembro mais o que era). Depois de vários engarrafamentos, corridas a 160km por hora para compensar o atraso e confiando na (im)perícia do piloto, chegamos em casa. Gostei muito de Ouro Preto e seu riquíssimo patrimônio histórico - fora do carnaval.
E como dizia o pessoal do Casseta e Planeta, "não pegamos ninguém".
Muito obrigado.

Você concorre com o número 1714

Jessé
JesséPermalink

Foi uma viajem de carro para Bonito/MS. Nós temos uma pequena cachorrinha maltês que é como um membro da família. Ela é um grude só com minha filha mais nova. Então, não poderíamos viajar e deixar a Bê em casa.
Lá, ela andava com agente para cima e para baixo, inclusive nos passeios ecológicos. Pode-se dizer que ela é um dos poucos cachorros que conhece a Gruta do Lago Azul...
No caminho e lá em Bonito mesmo tínhamos que ficar pesquisando restaurantes que aceitavam clientes com cachorros. Olha, tinha dias que era difícil! Porém, minha filha não desgruda da Bê. É só ela se afastar um pouquinho que a cachorrinha desata a gritar! É um mico só!
Teve uma ocasião que conseguimos almoçar numa churrascaria. É claro que muitos dos clientes torcendo o nariz para gente... E, nos outros restaurantes que conseguimos entrar também teve o mesmo problema.

Você concorre com o número 1715

Leandro
LeandroPermalink

Foram 2 as viagens insanas, na verdade. Minha esposa e eu estávamos meio sem grana e resolvemos ir de Brasília para a nossa casa, no Paraná, de busão. Na primeira vez, o ônibus estragou perto de Goiânia. Ainda bem que nessa cidade tinha uma garagem da empresa. Fomos para lá e depois de um tempão trocamos de veículo. Mas, até isso acontecer, todo mundo do ônibus estava irado, reclamando até não poder mais.
Não nos contentando, pegamos o ônibus que fazia esse trajeto, numa outra oportunidade. E não é que o danado quebrou de novo? Mas, dessa vez, foi no meio da estrada! Olha, foi pra acabar!

Você concorre com o número 1716

Julie
JuliePermalink

Foi uma viagem que fiz com meu namorado, de ônibus, para o Hopi Hari. Na época, nós tínhamos 18 anos. Resolvemos pegar uma excursão de uma escola de inglês. Na viagem havia um bando de adolescentes, a maioria mal educados. Foi uma droga! Eles ficaram a noite inteira fazendo bagunça no ônibus e ninguém conseguiu dormir.
Na hora de voltar, um bando deles não cumpriu o horário que o guia havia combinado para irmos embora. Tivemos que ficar no ônibus esperando por um tempão! Eles Atrasaram nosso retorno. Quando chegamos no restaurante em que iríamos jantar, ele estava lotado e não ninguém havia reservado mesas para nos receber! Foi dose....

Você concorre com o número 1717

Lene
LenePermalink

Há alguns anos, a família toda se reuniu para passar o verão no litoral de SC. Eu havia alugado uma casa, antes de irmos. Pelas fotos, o local era bacana. Quando chegamos lá, que surpresa (desagradável)... Eu acho que as fotos que me mostraram eram um pouco antigas, porque o imóvel estava um pouco "detonado". Além disso, tava uma sujeira só! Tivemos que reunir toda a família e fazer uma faxina pesada para torná-lo um pouco mais habitável. Mas, ainda assim, não conseguimos acabar com o cheiro horroroso que vinha da entrada da casa. E o portão não fechava e a casa não oferecia segurança nenhuma. Que raiva!
Passado algum tempo, o outro carro que trazia os sogros da minha filha e o marido dela chegou. Eles não haviam reservado nenhum imóvel. Quando foram olhar o primeiro apartamento, fecharam logo o aluguel. O imóvel era ótimo, bem aparelhado, tudo novinho em folha. E limpo. Tudo isso por um valor mais em conta do que eu havia pago pela casa! E, para piorar: mais próximo da praia!

Fiquei com um desgosto... Agora eu não faço mais reservas antecipadas, a não ser que eu já conheça o que estou alugando.

Você concorre com o número 1718

Jojo
JojoPermalink

A maior insanidade que eu cometi durante uma viagem foi ter comido camarão. Eu já sabia que era alérgica, coisa e tal. Mas, quando fui para Natal pela primeira vez e vi aqueles "baita" camarões... Para ajudar, o preço do prato tava bem em conta. Enfim: não resisti. Porém, passou um tempinho, a alergia começou a atacar! Era coceira para todo lado. Quase tife um troço. Mas valeu a pena, porque a comida estava MA-RA-VI-LHO-SA!

Você concorre com o número 1719

Julianef
JulianefPermalink

A minha maior insanidade foi ter, na última viagem que fiz para NYC, esquecido de aumentar o limite do meu cartão de crédito. Tinha tanta coisa boa e barata para comprar lá!

Você concorre com o número 1720

Márcio Cabral de Moura

A viagem mais insana que eu fiz, eu tinha uns 9 anos. Fui com meus pais de trem de Recife para Macéio (foi a penúltima viagem dessa linha). Pois bem, poucos dias antes de nossa viagem houve um descarrilhamento de um trem de carga, de forma que a primeira parte do percurso tivemos que fazer no trem urbano que existia na época. Chegando no local do acidente, descemos do trem e fomos andando pelos trilhos (incluindo-se aí uma ponte férrea, sem passagem para pedestres). Minha mãe, 100% urbana, de tamancos. Foram uns 500 metros insanos.

Mas enfim, chegamos ao trem interestadual que fazia a linha. O trem partiu e daqui a pouco parou. Quando a gente vê, a locomotiva tinha se soltado do resto da composição. Alguns minutos mais tarde a locomotiva retorna e a gente começa a andar, de novo.

Mais alguns minutos e a locomotiva se solta dos vagões, novamente. Repete-se a história. Na terceira vez que a locomotiva desengatou, o maquinista decidiu ir até uma cidade em que houvesse outra locomotiva, trocá-la. Ficamos um tempão no meio do mato e do nada, até que a locomotiva voltou. A partir daí não houve mais incidentes, mas a viagem já tinha demorado umas 6 horas a mais que o planejado.

Chegando em Macéio, fomos para o hotel Jatiúca, onde tínhamos reserva de quarto com vista para o mar, mas que devido ao nosso atraso (a gente chegou no hotel perto das 22h) já tinha sido repassado a outro hóspede. Conseguimos um quarto com vista para a piscina. Ah, o restaurante já estava fechado e tivemos que nos contentar, para suprir a falta de almoço e jantar, com sanduíches de queijo.

Mas o resto da viagem transcorreu sem problemas. Ah, isso foi em algum ano entre 1980 e 1984. Eu acho que foi em 1981, mas não tenho certeza.

Você concorre com o número 1721

Naiara Arruda
Naiara ArrudaPermalink

Em setembro de 2006, fui a um congresso que seria realizado em 3 cidades de fronteriças: Tabatinga - AM e Benjamin Constant - AM no Brasil e Letícia na Colômbia.

A príncipio só iria para o congresso quem tivesse o trabalho científico aprovado. E detalhe: O meu não tinha sido aprovado. Mas mesmo assim, me articulei e consegui ir. (meu nome foi último a ser chamado.)

A delegação era composta por 50 pessoas que sairiam de Manaus com destino a Tabatinga que fica a quase 1000km de Manaus.

Fomos em um Hércules sedido pela Aeronáutica. Você já entrou em um Hércules? É um avião gigante que não tem assentos nem tem banheiro e viajamos praticamente ao lado das nossas bagagens. Agora imagina viajar por duas horas em uma avião sem banheiro, tinha gente que já estava verde, imagina a correria na hora do desembarque.

Chegamos em Tabatinga e adivinha onde ficaríamos alojados? Em uma escola!!! Colocamos os cochonete e barracas dentro das salas e pronto. Lá seria a nossa morada por 5 dias.

Tabatiga fica localizada na tríplice fronteira do Brasil, Colômbia e Peru. Ou seja, Tomavamos café no Brasil, Almoçavamos no Peru e Jatávamos na Colômbia.

A apresentação dos trabalhos da delegação de Manaus seria num município vizinho de tabatinga, Benjamin Constant, que só dava pra chegar de barco. E então pegamos uma carona num barco da Marinha e 30 minutos depois estavamos lá pra apresentar o nossos trabalhos.

O congresso foi realizado na semana da Pátria e a escola que estavamos alojados ia participar dos desfiles de 7 de setembro e neste dia estava a maior movimentação na escola e os aulos e pais não gostaram muito do que viram. É que a nossa delegação era um pouco bagunceira e deixaram algumas garrafas e cigarros espalhados pelos corredores da escola. Resultado: A notícia se espalhou e os moradores da cidades pediram para o diretor da escola expulsar a gente. MEDO. Mas como faltava só um dia para irmos embora o Diretor teve clemência das pobres almas (Almas Lisasss) e nos deixou ficar mais um diazinho. Já pensou, cidade minúscula que deveira ter 2 hóteis ia ter 50 pessoas dormindo na rua!!

Resumo da viagem: Muitos militares, Milhares de motos, Comi arepa todos os dias, bebi água ardente colombiana e uma cerveja escrota chamada Aquila, falei um Portunhol doido e minha Mala foi farejada por cães!

Você concorre com o número 1722

Natália
NatáliaPermalink

Meu momento insano, aconteceu ano passado, na fronteira entre a Bolívia e o Peru.

Estávamos saindo de Desaguadero no Peru, para chegar em Copacabana (Bolívia), e como estava tarde, já haviam nos avisado que a fronteira estava fechada, mas só tínhamos um dia para ficar em Copacabana, então arriscamos mesmo assim.
Chegamos até a fronteira que realmente estava às moscas, ou melhor, estava apenas com um militar peruano, nada de Aduana, nada de nada! Saimos do taxi, que só falava que não adiantaria tentar. E fomos conversar com o Guarda Peruano...
Explicamos que retornaríamos no dia seguinte, pelo mesmo caminho, etc. Ele disse que por ele tudo bem, o "problema" mesmo era o lado boliviano que sempre encrenca com qualquer coisa (famosa richa entre vizinhos). E lá fomos nós do outro lado da fronteira, conversar com o Guarda da fronteira boliviana. Que apesar
de inicialmente mal encarado, liberou! Também sem Aduana, etc.
Enquanto esperávamos o taxi que o militar boliviano, descolou para a gente, fizemos a pergunta que não queria calar: "Mas amanhã, quando retornarmos oo que faremos? Afinal no nosso passaporte, consta que estamos no Peru e não na Bolívia." Rivalidades à parte, a resposta foi a mesma: "É só vocês contarem essa mesma história" - com aquele ar de que "se a gente acreditou, eles devem acreditar"...
Claro que não pensamos duas vezes, cruzamos a fronteira a pé, na
penumbra... Parecia filme!
Mas deu certo! Pegamos o taxi e quando chegamos no albergue, o
restaurante estava quase fechando, na verdade tivemos que contar toda a novela para os cozinheiros toparem fazer um sanduba básico, pra gente não dormir com fome.
A volta? hahaha - Foi durante a tarde, na cara dura! Fizemos cara de paisagem e fomos passando... NINGUÉM nos parou!!!! O Tales disse, que algumas pessoas nos olharam, com ar de interrogação, mas ninguém questionou nada! =))

Sim, acho que passar um dia ilegal na Bolívia, foi o mais insano que já fiz em alguma viagem!!! hahaha

Você concorre com o número 1723

Eusek
EusekPermalink

a viagem mais insana ñ foi bem turística. foi técnica, a trabalho.
paulo afonso c/ 5 amigos.

Você concorre com o número 1724

Alessandra Fiorini
Alessandra FioriniPermalink

Estava conversando com minha mãe sobre esta promoção e ela lembrou de uma viagem há uns 30 anos atrás. Começamos a lembrar e choramos de rir... pois para quem pediu mais um perrengue da Família do Firinfinfim, aqui vai mais um:

Não lembro mais o ano. Só sei que era pequena, uns 6,7 anos. E lembro do cabelo de poodle da Tia Téti, do cabelo vintage da minha mãe, e do fusca verde-limão, ano 76. E aí que era feriado, e minha mãe e minha tia com o maior fogo no rabo para ir viajar e meu pai e meu tio irredutíveis: afinal, era muita criança, muito trânsito e com certeza devia ter ou jogo do Palmeiras ou corrida de F1 na TV.

Pois as machonas-malucas-com problema mental não se deram por vencidas, e marido prá quê? Afinal, qual é o problema em enfiar 6 crianças dentro do fusquinha e descer a serra, já que tinha o apê da Vó Maria lá, dando a maior sopa, numa praia tão legal quanto era a... Praia Grande???

E assim elas colocaram dentro de um fusca (pausa: se tivesse uma promoção da maior quantidade possível de coisas para se colocar dentro de um fusca...): elas duas, 6 crianças (SEIS – MEIA-DÚZIA) – outra pausa: não tinha essa de cadeirinha não, era todo mundo solto e Deus por todos... eu era a mais velha, depois de mim tinha de tudo até bebê. Todo mundo pulando por cima do outro, brigando (prá valer), chorando, etc e tal. Com a observação que tinha um BOTIJÃO DE GÁS (sério) atrás do banco do motorista e LARANJAS (sério) soltas, rolando pelo chão do fusca e a gente pisando nelas. Não me pergunte como ou por que.

Aqui entra um detalhe: Kito querido (meu irmão) não fique bravo com o que vou contar aqui, mas ele não podia descer a serra que a cada 5 km tínhamos que parar o carro para ele vomitar. E aí que claro que ele passou mal. Com o detalhe que era tanta bagunça e barulho que ninguém percebeu na hora, só foi ver quando chegamos lá.

Eis que chegamos após sei lá quanto tempo de estrada. Abrimos a porta do apartamento (que não estava sendo usado há uns 500 anos) e foi só acender a luz. Lembro di-rei-ti-nho. Era um tal de barata correndo prá tudo quanto é lado, vocês não têm idéia. Era MUITA barata, milhares. Pois minha mãe e minha tia de entreolharam e tascaram todo mundo dentro do carro de novo, para voltar prá São Paulo. Porém, não sem antes passar no centro da cidade para comprar um “tamanco” (eu não falei que elas têm problema mental?).

Aí que a gente já estava quase pegando a estrada quando minha prima fala: –“Mãe, cadê o Juninho?” Pois Juninho, meu primo, com seus 2 ou 3 aninhos, tinha ficado na loja. Esquecido. Pois volta prá loja e tá ele lá, quietinho, junto com a dona da loja, tranquilão.

Gente, nem culpem minha tia, era MUITA criança prá dar conta!

Alice
AlicePermalink

Todos que fomos crianças passageiras nas décadas de setenta e oitenta somos sobreviventes sortudos. Minha madrasta tinha um fusca branco em que levava até OITO crianças para doces piqueniques na Floresta da Tijuca. Claro que pelo menos duas iam no banco da frente...

Sut-Mie
Sut-MiePermalink

Eu tinha 16 anos e com um grupo de 5 jovens da mesma idade, fomos visitar a antiga Iugoslávia. Pegamos um trem de Belgrado até o Montenegro e não me lembro bem como aconteceu, acho que perdemos alguma conexão, e para chegar até o vilarejo na beira da praia, acabamos dividindo o grupo e pedindo carona de madrugada. Nós pegamos carona com um camioneiro e os outros, com uns bicheiros...
Nessa viagem, acho que todos estavamos com Santos muito fortes! E também, dizem que Deus protege os bêbados e as crianças...
Hoje tenho uma filha e fico pensando que se um dia ela fizer algo no estilo, eu morro!! smile

Você concorre com o número 1725

Paulo Augusto
Paulo AugustoPermalink

Minha viagem mais insana ocorreu quando eu ainda era universitário e fui com 2 amigos passar o dia em Mangue Seco (moro em Aracaju) com apenas o dinheiro do transporte de tototó (um barquinho típico daqui e não muito seguro) e um pouco mais para umas cervejas.
No meio da viagem, o carro quebrou, tivemos que ir atrás de um mecânico em um sábado à tarde, na cidadezinha mais próxima. Ficamos a tarde inteira presos nesse processo e só chegamos a Mangue Seco à noite.
Por milagre, conseguimos uma pousadinha baratíssima, que tinha um café da manhã maravilhoso.
Passamos o dia na praia e depois voltamos para casa sãos e salvos.

Você concorre com o número 1726

Leandro de Paula
Leandro de PaulaPermalink

Foi uma viagem que fiz para Portland. Quando cheguei em Atlanta, onde faria uma conexao, fui informado de que ocorreu um overbooking no voo que pegaria para Portland. Tive que esperar umas 15 horas ate conseguir ser colocado em um voo em Salt Lake City. La, estava frio danado e tive que esperar mais 9 horas ate conseguir pegar um voo para Portland. E, no dia seguinte, tive que acordar cedo para ir num curso. Foi uma viagem muito cansativa.

Você concorre com o número 1727

Ana
AnaPermalink

Bom, a viagem não foi tão insana assim, mas teve alguns momentos de insanidade. Durante um tour por Espanha e Portugal, Carmem e eu tivemos a idéia de aproveitar pra conhecer um pedacinho do Marrocos. De Algeciras, compramos um pacotinho que incluía Ceuta, Tetouan e Tânger. Pegamos o ferry sozinhas e, ao desembarcar em Ceuta, havia um homem vestido com uma djellaba negra, muito ciscunspecto, esperando por nós. Não havia crachá, não havia nada que nos garantisse que era mesmo ele o nosso guia em terras africanas. Entramos numa van também sem identificação e partimos, com ele e com o motorista. O guia falava um inglês mal ajambrado. Não falava espanhol. As outras opções eram árabe ou francês, então ficamos com o inglês quebra-galho dele, já que o nosso era da mesma laia...
Logo que saímos, ele pediu nossos passaportes e passagens da volta, para providências de imigração. Meio cabreiras, entregamos tudo. Em segundos, caiu a ficha: duas senhoras sozinhas num país árabe, sem passaporte e sem passagem de volta. E se o guia fosse um pilantra e nos deixasse ali sozinhas? Medo, muito medo!
Depois de algum tempo, finalmente ele de fato fez nossos trâmites de entrada no país e devolveu os passaportes, o que nos aliviou bastante, mas manteve com ele as passagens de volta, dizendo que nos seriam entregues em Tânger, no dia seguinte, pelo outro guia.
Sozinhas, no hotel, já próximo da hora de irmos embora, ainda não tínhamos as passagens em mãos... Já estávamos pensando num plano B para voltar para a Espanha quando o outro guia, atrasado, de fato chegou com as nossas passagens! Que alívio!

Você concorre com o número 1728

Alê Godoy
Alê GodoyPermalink

Viagem insana. Em 1996, com 2 amigas de São Paulo para Floripa num monza já bem rodado... o problema é que o monza esquentava muito, fervia e nos deixava na mão toda hora... Além disso, toda vez que paravamos o carro (quente) ele não ligava mais, só empurrando... imagina!!! Já entravamos no posto de gasolina morrendo de rir. Coitados dos frentistas... E na volta, já em Joiville, ficamos empurrando o carro dentro de um estacionamento até

Você concorre com o número 1729

Alê Godoy
Alê GodoyPermalink

até que 2 anjos (pai e filho) nos ajudaram. A viagem foi ótima, muito divertida, mas super louca em razão do carro temperamental. Boas e divertidas recordações.

Afreitas
AfreitasPermalink

Uma das viagens mais insanas que fiz foi ir para Floripa com a família do meu namorado. Eles alugaram uma casa. Logo no primeiro dia, meu sogro inventou de abrir a janela do quarto em que eu iria dormir. Para isso, ele subiu na cama que eu tinha escolhido para mim. Por causa do peso dele, o estrado da cama partiu no meio. Conclusão: tive que dormir com o colchão todos os dias. Para completar, os primos do meu namorado inventavam de sair a noite e, quando era madrugada, voltavam para a casa e ficavam vendo televisão e atrapalhando o sono de todo mundo. E, como não podia faltar, tinha a tia chata que toda hora ficava dizendo "nossa, você engordou, não é?"... Além disso, ficava usando meus cosméticos sem pedir. Que raiva!

Você concorre com o número 1730

Ana Luisa
Ana LuisaPermalink

Ah...viagem insana ficou nos tempos pretéritos...mas vamos lá, me lembro de duas.
Em uma lá pelos meus 18 anos fomos passar um carnaval em um lugar chamado "Ponta da Fruta" no ES. A maior roubada da minha vida, alugamos uma casa que só tinha uma cama ( eramos 16 pessoas) não tinha água encanada e o chão era de cimento. Fazia um calor insuportável e fomos devorados por mosquitos....
Em outra ocasião, em Maceió, fiz um voo insano de ultraleve ( aqueles COM EMOÇÃO)em que o piloto em um dado momento desliga os motores e o troço cai em queda livre..afff e pensar que hj em dia eu tenho medo de aviãosmile))

Você concorre com o número 1731

Camila
CamilaPermalink

Minha viagem mais insana foi para Phuket e Bangkok, esse ano... pular de bungee jump, andar de elefante e ainda assistir a um show tosco de pompoarismo no final do dia... Não é para qualquer um! rs

Você concorre com o número 1732

Thomaz
ThomazPermalink

Minha viagem mais insana foi de carro, pelos EUA, na US Highway 1, quando ainda era universitário... O carro comprado (que era mais barato do que alugado) quebrou, e quase virei homeless, mas por sorte um americano gente boa (sim, eles existem), acabou comprando o carro por um valor maior, e pudemos seguir viagem...

Você concorre com o número 1733

Milena Ribeiro
Milena RibeiroPermalink

Minha viagem insana começou normal. Foi em março do ano passado. O roteiro era Ilhéus, Arraial d´ ajuda, Caraíva, Ilhéus, Barra Grande, Boipeba, Morro de S. Paulo, Barreiras e retornando para Salvador. Viagem correndo ótima até Boipeba...até que uma pizza resolve estragar tudo. E o pior que para ir até a vila tinha que pegar uma lancha...e olha o sacolejo...depois de ir ao ps, volto para pousada...mais sacolejo...no mesmo dia pego a lancha para Torrinha...sacolejo...estrada de Torrinha até a estrada para Valença horrorível...e dá lhe sacolejo. Lancha de Valença até Morro...muitos e muitos sacolejos...não sei como sobrevivi...mas só fui melhorar mesmo em Barreiras, nem em sonho cogitei voltar para casa antes. Mesmo com esse probleminha, a viagem foi ótima!!!

Você concorre com o número 1734

mariza
marizaPermalink

Aos 18 anos,estudante de medicina,sem um tostão no bolso ,resolvi ir para um congresso em Salvador.Saímos de Uberlândia em um ônibus velho da universidade conhecido como Beethoven(a cada parada um concerto)com medo e pouco dinheiro,mas louca para conhecer o mar.Durante a viagem convencemos o motorista a mudar o trajeto e parar em Porto Seguro,meus colegas foram para uma pousada,eu e meu namorado sem dinheiro, dormimos no ônibus e conseguimos convencer uma familia a emprestar o banheiro para tomar banho, desde que pagasse pelo gasto e lá se foi o meu pouco dinheirinho.No outro dia fomos para Salvador e ficamos 3 dias no Alberque da juventude,bem baratinho,sem conforto ,sem comida, mais feliz por conhecer o mar.
Hoje 25 anos depois,não me imagino fazendo está viagem insana,pois programo tudo com antecedência,mas sinto saudade das loucuras que já aprontei.....................

Você concorre com o número 1735

Camilla
CamillaPermalink

Em uma viagem a Porto de Galinhas durante um campeonato Brasileiro de Bodyboarding, eu e mais duas amigas resolvemos nos aventurar e ficamos em Maracaipe, que é bem do lado. No segundo dia, tomamos um porre de tarde mas não queríamos perder a night de Porto e seguimos de táxi para o vilarejo. De "ressaca" no meio da noite, paramos para lanchar e ficamos tomando umas cervejas quando de repente chegam uns rapazes para conversar com a gente e no vai e vem da conversa, comentamos que só atraíamos "loucos" e de repente um gordão passa enfurecido e olhando bem fixo pra gente e foi aí que minha amiga confirmou pros garotos: "não disse que só atraíamos loucos?" e o imenso rapaz vira pra gente e diz, quase gritando: O QUE FOI QUE VOCÊ DISSE???? Eu quase morri porque ele olhou diretamente pra mim e respondi: "eu eu-u não disse nada.", ele virou-se e saiu. Tudo bem, continuamos nossa conversa, nossas paquerinhas e quando olhei pro relógio: 4 horas da manhã! Time to go... e seguimos andando nas ruas de Porto pra encontrar o tal taxista pra nos levar de volta pra Maracaípe. Chegando no ponto de táxis, acho que todos resolveram sair na mesma hora... tinham uns 3 carros parados e assim que chegamos eles sairam dizendo que não podiam pegar a corrida. Entrei em desespero! De repente, uns caras passaram e perguntaram pra onde iríamos e se a gente queria uma carona. Sem pensar muito, em um ato completamente INSANO, entramos no carro e te dizer: eram três cara muito loucos, pra ter noção do mais "normal" ele usava um chapéu de trabalhador rural da china, tinha os olhos puxados e uma barbicha enorme e só fazia rir. Tava o maior fumaçeiro "maconhal" e as criaturas loucas dentro do carro pegando carona na escuridão da estrada Porto-Maracaípe. Eu, que sou muito atenta, mesmo "altinha" percebi o caminho da estrada de volta e que tava correta..e chegamos sãs e salvas na Pousada. Tchau, até mais, valeu. A noite teria sido um tanto divertida e louca se tivesse terminado por aí, mas eu e uma das amigas resolvemos descer pra beira da praia de Maracaípe pra fumar um cigarrinho e ver a lua...quando de repente, vem um carro lotado de pernambucanos gritando e a gente não tinha pra onde correr: a rua só tinha a via de descida ou de volta! Muita calma nessa hora, pensei e continuamos andando até a praia e os garotos dentro do carro: Gatiiiiiinhas, tudo bem...(e dando ré no carro seguindo a gente)..falem com a gente gaTinhas...(e a gente ignorando)..poxa..vocês vem de longe e num falam com a gente? (a voz aumentando de tom e quase trancando a gente na parede) e minha amiga fala: "poxa, vocês não tão vendo que a gente não tá afim de papo?". Quando eu olhei pro cara que tava falando quase com o corpo fora da janela, adivinha quem era? O GORDÃO! Olha, eu gostaria até de comentar qual foi a frase que ele gritou em seguida pra gente, mas é tão pesada e forte....que ficamos uns 2 minutos sem falar, passadas com aquela frase, pq ele gritou, acelerou, cantou o pneu e deixou a gente sem reação. Paramos na praia e começamos a chorar de tanto rir da situação, mas gente...vocês não sabem! De repente eis que olhei pro lado e vi uma festinha cheia de gatinhos e resolvemos dar um pulinho até lá, quando olhei pro lado, lá se vinha o gordo, correndo atrás da gente, e num susto, saimos correndo em disparada. A sorte que tinha uma mureta e nos escondemos atrás e ele procurando pela gente, mas o medo foi tão grande daquele gordo tarado maluco, que decidimos voltar pra pousada com o coração palpitando. Perdemos o fim da night! Hahahaha!

Você concorre com o número 1736

Alessandra Fiorini
Alessandra FioriniPermalink

Graças à Deus que eu só tenho filho homem...
Se seus pais lerem isso eles infartam!

Angela Bruno
Angela BrunoPermalink

Numa viagem a Orlando, no Universal's Islands of Adventure - Dueling Dragons, cometi a insanidade de aceitar o convite do meu filho adolescente de ir direto de uma montanha-russa para a outra para "cortar" a fila. Ele saiu todo contente e eu... passando mal!
Tontura, enjoo, vômito, que sufoco!
Agora essa atração mudou de nome (Dragon Challenge) e faz parte do mundo do Harry Potter, que quero muito conhecer. Só que irei a uma montanha-russa por vez, mesmo tendo que enfrentar a fila novamente e, com certeza, não passarei mal. Assim espero! wink

Você concorre com o número 1737

Camilla Kafino
Camilla KafinoPermalink

Enquanto esperava o resultado de um concurso sair, resolvi fazer intercâmbio no Canadá. Claro, não podia deixar de ir conhecer as Rochosas, e como era finzinho de outono, as estações de esqui estavam começando a abrir. Claro, naquela época achava q não teria outra chance tão cedo assim para aproveitar a chance de esquiar e, claro, me lancei na aventura. A insanidade tem dois momentos 1) se eu passasse no concurso a próxima etapa seria prova física (logo, deveria estar inteira!) e 2) eu nunca havia esquiado antes! esse detalhe deveria ter GRITADO quando eu, num momento estúpido, resolvi sair da pistinha iniciante e pegar o teleférico para ver o alto da montanha... o que eu não esperava é que tudo que sobe TEM de descer razz e lá fui eu, rolando montanha abaixo, num clássico onde nem Goofy me superaria! depois de muitos tombos horrorosos, o último me lançou quase de encontro a um enorme pinheiro e lá eu fiquei estatelada, enquanto todas as pessoas paravam para perguntar se eu estava bem... uns 5 min depois chegou o "resgate" e eu fui literamente rebocada até o sopé da pista!! Além de insano, foi um micão mrgreen

Você concorre com o número 1738

Kidy Passos
Kidy PassosPermalink

Dizem que sou um pouco “insano” e deve ser por isso que minhas viagens são marcadas por acontecimentos inusitados. Mas, sem dúvida, a minha viagem mais insana, até este momento, por pouco não vira caso de polícia internacional. Programei uma viagem para a Espanha com a minha sobrinha (temos mais de 25 anos e menos de 30). Marcamos o nosso vôo para setembro de 2005, saindo de São Paulo. Mas começou dando errado no vôo de ida. Eu havia acabado de terminar um relacionamento e estava viajando para afogar minhas magoas, fazer muita festa e esquecer o resto do mundo. Porém, dentro do avião, resolvi atender uma ligação da ex. Ela me pedia para não viajar, ficar com ela. Aí me desesperei, pq a tripulação estava finalizando o travamento das portas. Me levantei! Um comissário disse para eu sentar. Eu me recusei e fui em direção à porta. Ele me levou à força até minha poltrona e eu, desesperado, disse que precisa descer se não ia explodir. Aí acabou tudo! Foi como se eu tivesse falado que era um homem bomba! Desci do avião, sendo vaiado e quase apedrejado, direto para a sala da Polícia
Federal. Até explicar que focinho de porco não era tomada demorou muitas horas. Mas eu não desisti da viagem. Depois de falar com a defunta remarquei a viagem e encontrei minha sobrinha em Barcelona. Ibiza, Madri, Barcelona e Mágala também foram nossos destinos em terras espanholas. Entre uma garrafa e uma dança, entre um boteco e um restaurante, entre uma festa e uma mega festa, me perdia no espanhol e quase apanhei de um cara gigante por trocar as palavras. Na real eu não falo idioma algum, somente o português. Para piorar sou um pouco gago e os estrangeiros pensam que estou tirando uma onda com a cara deles. No meio de todos estes tropeços conheci umas pessoas legais e uma espanhola bem descolada, porém meio fora da casinha. Certa vez ela me convidou para ficar na casa dela. Ao chegar e ver uma mega hidrossagem em seu banheiro, resolvi aproveitar e abusar dos sais, com direito a água até transbordar. Aí, depois de uma meia hora d ebanho, percebi que aquela maluca andava de um lado para o outro no corredor, resmungando coisas do tipo “brasileiro! Brasileiro!”... Achei estranho e pensei “Pô, será que estou abusando do convite?” e resolvi sair. Para minha surpresa ela entrou e se jogou dentro da banheira, com roupa! Depois, muito brava, ela me disse que jamais se faz isso na Espanha, pois eles não tem tanta água como no Brasil para encher a hidro constantemente como nós. Depois disso não vi mais aquela doida... E acho que ela não quer mais me ver. Nesta viagem minha sobrinha conheceu um cara que chamamos de mortadela, pois seu nome é Ramon. Eles hoje estão casados e eu ganhei uma casa em Barcelona e assim minha viagem não teve um final... Eu não conheço muitos pontos turísticos, mas conheço os bares mais loucos, as pessoas mais pitorescas e lugares mais inusitados da Espanha. Vou sempre e evito falar a palavra “explodir” dentro de um avião.

Você concorre com o número 1739

Cuca
CucaPermalink

Reservei um hotel pela internet, em Vila Velha. O hotel era bom, mas estavam hospedados nele alguns adolescentes que estavam fazendo curso para mesários. Ao lado do meu quarto colocaram um grupinho totalmente sem noção. Eles ficavam fazendo barulho a madrugada inteira. Conversavam alto, ligavam a TV no último volume, ficavam no corredor gritando e também ouvi vários sons de garrafas de vidro sendo atiradas no chão. Liguei na recepção do hotel várias vezes reclamando deles e o coitado do recepcionista tentou, sem sucesso, conter os arruaceiros. Que povo mais sem classe! Quase não dormi direito. E, para completar, tive que acordar as 4 horas da manhã para pegar um voo para minha casa.

Você concorre com o número 1740

Bianca Paiva
Bianca PaivaPermalink

Minha viagem insana foi na primeira vez que deixei minhas filhas com minha mãe, que mora em Curitiba, e fui para Morretes, numa viagem a apenas uma hora e meia das crianças para me dar tranquilidade e a promessa de um pouco de romantismo na nossa agitada vida de pais. O local se chamava "Santuário Nhundiaquara", e eu esperava um lugar rústico e simples, porém com algum conforto. Bem, eis que minha baixa expectativa era alta demais... o lugar é bem bonito, mas... o cheiro de umidade em tudo era terrível. Meu marido é super alérgico, os olhos dele ficaram inchados, parecia ter levado uma picada de inseto em cada um. Tomou remédio para amenizar, o que não nos fez desistir de brindar no jantar nosso tempo juntos. No caminho para o quarto, a luz amarelada iluminava todas as teias de aranha pelo caminho dentro da pousada. De volta ao quarto, surpresa: além do cheiro horrível, mosquitos e mais mosquitos para compartilhar nossa noite "romântica". Tomamos banho de chinelo, pois ficamos com medo de por os pés no chão, nos enfiamos com bastante roupa na cama, cobrimos os travesseiros com camisetas, fechamos o mosquiteiro que estava cheio de furos e eu tentei dar uma consertada com muitas piranhas de cabelo, e tentamos dormir. Tentamos, pois com tanto furo e tanto mosquito foi difícil dormir. Namorar então, nem pensar... Como eu disse, meu marido é alérgico, e os lençóis cheirando mofo não ajudaram em nada... ele acordou todo inchado. Resolvemos dar uma chance ao lugar e fomos ao rio brincar um pouco. Essa parte até que foi divertida, não fosse a água extremamente gelada...Na volta, resolvemos ir fazer uma trilha, mas havia chovido um pouco e estava tudo meio barrento e escorregadio. Eu já estava com medo e tinha uns barulhos estranhos vindo da mata, acho que eram onças ou sei lá o que. Eu estava quase em prantos e o terreno foi ficando muito escorregadio e difícil de passar quando o meu marido começa a gritar "vamos Bi!", e um enxame de vespas vem em nossa direção. Eu travei, tive uma crise de pânico, e não consegui me mover nem respirar. Eu não sei como, mas ele conseguiu nos tirar dali. Depois disso os três dias reservados viraram apenas quase dois. Voltamos para Curitiba, exaustos e com muita saudade das meninas. Mas não contamos que havíamos voltado e as crianças ficaram na casa da minha mãe como combinado. Dormimos o resto da tarde e a noite ficamos juntinhos, fomos a um barzinho, rimos a beça... De volta a casa, namoramos bastante... afinal meu marido tinha sido o meu herói naquela enrascada. Hoje essa viagem é motivo de risada entre nós. Tenho a foto do maior mosquito já visto... das teias de aranha... a sensação do medo das vespas atrás de nós... e a lembrança de comer barreado,que era muuuuito bom. Aliás, se for pra lá nem pense em se hospedar, mas o barreado está liberado!

Você concorre com o número 1741

Guta Vambora
Guta VamboraPermalink

A viagem mais insana foi para o Yosemite Park, em pleno inverno (no seu auge!) e com um carro alugado. Fomos da cidade de Oakhurst até o parque, sem usar correntes nas rodas do carro (o que estava explicitamente recomendado, mas devido ao contrato de aluguel do carro, não podíamos usar). Foram alguns kilômetros bem tensos até que realmente derrapamos...! Só que não dava para ficar lá no meio do nada então resolvemos continuar a viagem (só que com um outro motorista no volante! rs). Chegando ao parque, eis que a surpresa: não precisámos mais usar correntes para chegar ao grande vale de Yosemite e deu para ver tudo com tranquilidade! Foi lindo! Só a volta que foi antecipada uem umas 3 horas para evitar mais derrapagens naquela estrada sinuosa cheia de gelo! Foi insano, mas valeu a pena!

Você concorre com o número 1742

Camila Navarro
Camila NavarroPermalink

Vixe, agora é que percebi que já estava quase perdendo o prazo! Mas vamos lá! Até que não cometo muitas insanidades, mas na viagem ao Peru cometemos uma gafe imperdoável... A má fama dos ônibus peruanos é famosa e eu sabia bem disso quando planejamos a viagem. Mas chegamos em Puno e deixamos para comprar a passagem para Cuzco no dia seguinte. Resultado: já não havia mais vagas na única empresa confiável. Depois de nos venderem uma passagem em um ônibus que não sairia, de termos que chamar a polícia e armar um semi-barraco, embarcamos na pior viagem da minha vida! A viagem durou o dia todo, o ônibus cheirava mal, era um entra e sai de comida, as pessoas carregavam a casa na mala, a fiscalização nos parou para apreender os bens de uma passageira... Enfim, uma furada total!

Você concorre com o número 1743

Mary
MaryPermalink

Puxa, depois de ler esses relatos, só posso concluir q nunca tive uma viagem realmente insana! Q bom! Acho q a piorzinha foi chegar em Veneza de trem, sem reserva de hotel, descobrir que era dia de São José (19 de março, nunca mais esqueci), e ver q toda a população italiana parecia ter combinado se reunir lá. Resultado: perdemos todo um dia andando naquele labirinto de ruas, até conseguir um quarto furreca, sem banheiro, no último andar do hotel (sem elevador, claro), pelo qual pagamos preço de 5 estrelas. Haja mau humor!
Ainda tenho que voltar a Veneza pra tirar essa má impressão.

Você concorre com o número 1744

Leila Mattos
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No mês passado tive um momento insano em minha viagem ao Amazonas. Estava super empolgada para fazer a “interação com o boto cor de rosa”, reservei antecipadamente e disse aos amigos que eu ia abraçar, agarrar (respeitosamente) os botos e me divertir bastante neste passeio. Porém, qual não foi minha surpresa: estava eu em meio ao Rio Negro e, quando colocaram o colete, o guia esticou a corda, pegou os peixes e... tinha boto cor de rosa pra tudo quanto era lado, enoooooormes! Comecei a ficar apavorada, desci os degraus (não dá pra ver o fundo), o guia mandou colocar a mão dentro d’água segurando a corda, e lá veio um boto, levantei as mãos, ele levantou também e gritei. Não pode gritar (disse o guia), então, a partir desse momento foram gritos internos, lábios cerrados e uns “grunidos” (já que não podia gritar). Antes, eu estimulava os amigos, agora o jogo virou... e como o incentivo não funcionou, um amigo me puxou pra água e foram momentos insanos, onde não interagi com os botos, eles é que interagiram comigo, porque o que eles passaram pelas minhas pernas foi uma loucura, sem contar a cara de pânico e os “grunidos” (meus). As fotos são impublicáveis. Resumindo tive um ADP, logo eu que me achava tão corajosa. Eles (os botos) são fofos, mas à distância!
Valeu a experiência!!! rsrsrs

Você concorre com o número 1745

Alis
AlisPermalink

Em 2005 fiz uma viagem de bike pelo litoral do RN e CE, indo de Natal a Jericoacoara. Por si só essa viagem já era insana. Mas tiveram alguns momentos mais insanos.

Um desses foi logo no primeiro dia da viagem, parei para procurar um lugar para dormir no pequeno vilarejo, ainda no RN, acho que era Maxaranguape, não achando nada invadi o quintal de uma casa de veraneio e me apossei do chuveiro no quintal para o banho e da varanda para armar minha rede para dormir. Meio tenso, mas deu td certo.
Na hora de comer achei um boteco que tinha cuzcuz com feijão e carne seca. Estava eu lá devorando o rango quando uma mulher numa mesa proxima começou a me encarar demais, logo ela se levanta e vem pra minha mesa, quando percebi que ela tinha uns litros a mais de cachaça nas idéias. O pior é que ela estava acompanhada! Tratei de pagar a conta e dar o fora dali o mais rápido possível, antes que algum louco sacasse a pexeira.

Dias depois estava chegando em Macau, me lembrei que tinha um tio do meu pai que morava lá. Depois do perrengue pra chegar lá, saindo de Guamaré, onde tem uma estrada deserta, tudo muito seco e um calor insuportável cheguei em Macau. Depois de alguns telefonemas consegui o endereço do "tal" tio, que eu nem conhecia. Mais algumas pedaladas, pergunta daqui e dali cheguei no lugar.
Detalhe: além de não nos conhecermos ele não sabia que eu estava chegando.
Então lá estou eu, uma figura destoando total do lugar, com uma mountain bike, roupas de ciclista, equipamentos e tal, numa cidadezinha do interior do nordeste, imagina só. Chego no meu tio e começa o diálogo:

-Oi tudo bem, sou seu sobrinho, filho do José!
-Hein!?!
-Sim, filho do José, que é filho da Francisca, sua irmã.
-Hein!?!!?! (uma cara de interrogação maior ainda, olhar desconfiado de nordestino pra cima daquela figura estranha se dizendo parente)

Depois daqueles momentos constrangedores, pensa pensa pensa, e agora? ARRÁ!!! lembrei dos apelidos...

-Pois então, sou filho do dedé, que é filho da chiquinha!! Ele esteve aqui ano passado, coisa e tal...
-Ah sim!!! Dedé!!! claro! tu é filho dele? puxa, vem aqui então dá uma abraço...
(ufa! por pouco nao me safo dessa...)
Cinco minutos depois ja estava sendo servido como um rei, o povo do nordeste é hospitaleiro demais! Dois dias depois eu fui embora apenas por vontade própria, pois tinha que seguir a viagem, pois por eles teria ficado por lá mesmo...

E tem muito mais histórias dessa viagem, fica para a próxima, quem sabe numa con-vnv-enção aqui em sampa...
abraços
Alis

Você concorre com o número 1746