São Paulo: onde comer e beber no Centro

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

comer e beber no Centro: Drosophyla

Drosophyla Madame Lili

A revitalização do Centro de São Paulo continua a todo vapor. Não param de abrir lugares bacanas para comer, beber e se divertir entre a Praça Roosevelt e o Largo do Arouche.

Não tome esta lista como um guia para explorar o Centro à noite a pé: entre um point e outro, as ruas continuam ermas e, por isso, inseguras. O melhor é ir e voltar de táxi. Mas a região já está mais do que estabelecida como alternativa às muvucas mais massificadas da Vila Madalena ou do Baixo Augusta.

Veja 20 endereços bacanas entre a Roosevelt e o Arouche (e um pouco além): um mix de clássicos que sobreviveram à decadência do Centro, pioneiros da reocupação e novidades da área:

Casa do Porco

Comer e beber no Centro de São Paulo: Casa do Porco

Jefferson Rueda deixou o Attimo, carérrimo restaurante ítalo-caipira que tinha criado (com sócios) na burguesíssima Vila Nova Conceição, para se dedicar a este restaurante conceitual a duas quadras do bar de sua mulher Janaína (o Bar da Dona Onça, veja abaixo). Enquanto outros cozinheiros top se aventuram pela Amazônia e pela cozinha molecular, Jefferson resolveu explorar até os últimos limites a matéria-prima do seu terroir lá no interior: o porco. Num bar moderninho dominado por mesas comunitárias, serve as mais instigantes variações de carne de porco que você vai encontrar nessa encarnação. A dica é ir em turma para conseguir provar o máximo de entradinhas e dividir os pratos principais. O cardápio vai do conservador -- presuntos crus, frigideira de lingüiça com ovo, leitãozinho defumado e assado por 8 horas em baixa temperatura, acompanhado por tutu -- ao superinusitado: sushi de papada de porco no tucupi, torresmo de barriga de porco com geléia de goiaba, pão ao vapor coreano com pancetta, ramen de porco, embutido de cabeça de porco... Para companhar, cerveja Horny Pig. A casa também serve sandubas, mas só para quem pede do lado de fora, pela janelinha de pedidos para viagem. Para não pegar fila muito extensa, vá no fim da tarde, naquele horário morto entre o almoço e o jantar. Fica na rua Araújo, 124, esquina General Jardim (tel. 11/3258-2578). Site oficial: aqui. Hotéis próximos: Comfort Downtown (a meia quadra), Bourbon São Paulo.

Bar da Dona Onça

Dona Onça

Misture baixa gastronomia com comfort food com cozinha do terroir, cozinhe lentamente em fogo baixo e sirva no térreo do principal cartão postal de São Paulo, o Edifício Copan: eis o Bar da Dona Onça. A comida nem precisava ser tão boa: a idéia de almoçar ou jantar num restaurante descolado no Copan já seria suficiente para levar qualquer um ao Centro. Mas Dona Onça, ou Janaína Rueda, é chef das ótimas; prepare-se para descobrir uma insuspeitada finesse nos pratos mais triviais da sua memória de casa ou de botequim. Fica na Ipiranga, 200 (tel. 11/ 3257-2016). Site oficial: aqui. Hotéis próximos: Comfort Downtown, Boulevard São Luís.

Ramona + Alberta /#3

Ramona e Alberta /#3

Na esquina das avenidas São Luís e Consolação, esta dupla de restaurante (Ramona) e clube (Alberta /#3) atrai modernos que já passaram dos 30. O menu do Ramona é compacto mas substancioso (bife ancho, orecchiete ao ragù de lingüiça, cheeseburger de fraldinha) e o Alberta /#3 tem sempre uma discotecagem bacana -- as Noites Trabalho Sujo, às sextas, e a Rocks Off, com Flavia Durante, às quartas, são especialmente concorridonas. Ficam na São Luís, 282 (Ramona, tel. 11/3258-6385) e 272 (Alberta /#3, tel. 11/3214-5256). Site do Ramona: aqui. Facebook do Alberta /#3: aqui. Hotéis próximos: Boulevard São Luís (praticamente vizinho de porta), Novotel Jaraguá.

Paribar

Paribar

Reduto da intelectualidade nos anos 50, o Paribar fechou em 1983 e foi reaberto em 2005 como Santa Fé. Em 2010, voltou a usar o nome original, e rapidamente emplacou de novo. O interior tem um elegante ar retrô, mas a varanda, plantada na praça Dom José Gaspar, é a mais gostosa do Centro. O brunch dos domingos ficou famoso -- chegue cedo se não quiser esperar. O Paribar fica na praça Dom José Gaspar, 42 (tel. 11/3237-0771). Facebook: aqui. Hotéis próximos: Boulevard São Luís, Novotel Jaraguá.

Mandíbula e Galeria Metrópole

Mandíbula

Povoada por lanchonetes no térreo e uma miríade de pequenas agências de turismo nos andares superiores, a Galeria Metrópole foi descoberta pela economia criativa: lojas vagas foram ocupadas por negócios que destoam do entorno, como agência de publicidade, escritório de arquitetura, ateliê de moda... no ano passado, o mix ficou mais animado com a chegada do (da?) Mandíbula, dublê de loja de disco e bar com trilha sonora indie. Mesmo depois que as portas de ferro do térreo são abaixadas, uma portinhola permanece aberta para quem quiser subir ao segundo andar, onde a noite segue animada até o início da madrugada. Fica na praça Dom José Gaspar, 106, 2º andar, loja 40 (tel. 11/3129-3556). Facebook: aqui.

Uma das adições mais recentes foi o Metropol, um bar multitarefas que recebe de saraus a DJs. Fica em frente ao Mandíbula. Facebook: aqui.

Hotéis próximos: Boulevard São Luís, Novotel Jaraguá.

Jazz B.

Jazz B.

Só não dá para dizer que está escondidinho numa rua próxima à Praça da República porque, com a frente envidraçada, fica totalmente exposto a quem passa pela calçada (algo raro em São Paulo). O lugar já vale pelos petiscos e pelas boas cervejas de Santa Catarina; o item mais importante do cardápio, porém, é musical. Nas noites de segunda a sábado (e também nas tardes de sábado), o cantinho do salão da direita é ocupado por uma banda de jazz ou música instrumental -- de vez em quando a programação abre espaço para canções com letra também smile A entrada custa entre R$ 20 e R$ 50, dependendo da atração. Fica na General Jardim, 43 (tel. 11/3257-4290). A casa aceita reservas até 21h15. Site oficial: aqui. Hotéis próximos: Comfort Downtown (a meia quadra), Bourbon São Paulo.

La Central

La Central

La Central

Fresquinho na área, este arrumadíssimo mexicano estaria em casa em qualquer das alamedas dos Jardins. O fato de ter aberto no Copan (na mesma ruela lateral da Dona Onça, só que bem no fim), no entanto, serve para reforçar o propósito de fazer uma cozinha mexicana diferente da que o Brasil está habituado. Os tacos são leves e não abusam de queijo para ficar gostosos; huitacloche, o fungo do milho que é a trufa mexicana, é usado em alguns pratos; e há moles (molhos) elaborados, como o chil mole, que leva chocolate (não, não é doce). A carta de drinks convida à exploração. Pedi um à base de mezcal com suco de romã, abacaxi e limão, finalizado com o perfume de uma folha de coentro, que estava mara. A paleta de paçoca vem com uma paçoquinha dentro, à la Tablito. Entre de dia pela Ipiranga, 200 ou à noite pela São Luís, 140 (tel. 11/3214-5360). Site oficial: aqui. Hotéis próximos: Boulevard São Luís, Comfort Downtown.

Terraço Itália

Terraço Itália

É o Corcovado de São Paulo; quem ainda não subiu, perdeu a melhor vista da cidade. Para ter o direito de circundar a varanda do 42º andar, basta pedir um drink no bar. Uma noite brega-chique no restaurante dançante, porém, é garantia de boas histórias para contar. Fica na Ipiranga, 344, 41º andar (tel. 11/2189-2929). Site oficial: aqui. Hotéis próximos: Boulevard São Luís, Comfort Downtown.

Almanara da Basílio da Gama

Almanara

Quando vim morar em São Paulo, há 30 anos, havia três Almanaras (a rede de comida libanesa que é a cara da cidade) no Centrão. Os dois da Vieira de Carvalho já se foram, mas o mais tradicional, na Basílio da Gama (uma paralela da São Luís que vai até atrás da Galeria Metrópole), continua a postos. O que tem ali que você não experimentar num Almanara de shopping? A decoração, que não deve ter mudado muito desde os anos 60 (os murais são o que há), e o "banquete árabe" -- uma coleção de todos os principais quitutes que vem de uma vez à mesa por pouco mais de R$ 60. (Em tempos melhores, o banquete era um rodízio, com os garçons passando e repassando com as iguarias.) Fica na Basílio da Gama, 70 (tel. 11/3257-7580). Site oficial: aqui. Hotéis próximos: Boulevard São Luís, Bourbon São Paulo, Comfort Downtown.

Esther Rooftop

Onde comer e beber no Centro: Esther Rooftop

O padeiro/cozinheiro Olivier Anquier converteu seu apartamento no edifício Esther, debruçado no verde da Praça da República, num concorrido restaurante. Para aproveitar a atração principal -- a vista -- venha na hora do almoço (quando tem um menu de 3 passos a R$ 69) ou, melhor ainda, no happy hour (o lugar abre às 6 da tarde). Um recepcionista do restaurantes fica de plantão no térreo do edifício, encaminhando os visitantes ao elevador exclusivo. Fica na Praça da República esquina Basílio da Gama (para ir com táxi de aplicativo, insira o endereço Basílio da Gama, 29). Tel: 11/3256-1009. Facebook: aqui.

Riconcito Peruano da Vieira de Carvalho

Comer e beber no Centro

Instalado originalmente num trecho bem barra-pesadinha do Centro, o Riconcito Peruano, primeiro caso de sucesso da autêntica cozinha peruana em São Paulo, abriu no começo de 2016 uma filial num endereço bem mais freqüentável: a avenida Vieira de Carvalho, que liga a praça da República ao Largo do Arouche. O cardápio cobre o essencial da culinária do momento, dos ceviches às causas (canapés de purê de batata) ao lomo saltado aos arrozes chaufa (deliciosos mexidões sino-peruanos). Posso ter ficado chato depois de viajar ao Peru, mas nesta casa senti falta de coentro e pimenta no ceviche (já estão fazendo concessões ao paladar paulistano...). De sobremesa, suspiro limeño, deliciosamente alcoólico (leva bastante vinho do Porto, pelo jeito). Fica na av. Vieira de Carvalho, 86, esquina rua Aurora (tel. 11/3361-2400). Site oficial: aqui. Hotéis próximos: Comfort Downtown (a meia quadra), Bourbon São Paulo.

Barouche

Comer e beber no Centro: Barouche

Numa galeria de cabeleireiros e lojinhas de roupas (na mesma calçada do veterano Gato que Ri), o Barouche oxigena o Largo do Arouche com uma proposta charmosa e desencanada. Da portinha para dentro, é um bar clássico anos 50; mas a muvuca acontece mesmo na calçada, onde hipsters e nem tanto se misturam com um pessoal que estava ali pelo Centro e resolveu pedir uma cerveja. Tem um cardápio de petiscos e sandubas (nada caro) e drinks autorais, como o bafo da onça (Aperol, vodka, mate e tangerina). Fica no Largo do Arouche, 103, quase esquina rua do Arouche (tel. 11/3224-9097). Abre de 3ª a 6ª a partir das 19h e sábado a partir das 17h. Fecha domingo e 2ª. Site oficial: aqui. Hotéis próximos: San Michel, Bourbon São Paulo, Ibis Budget São João.

La Casserole

La Casserole

Nos anos 90, o francês favorito da cidade abriu uma filial nos Jardins. Não deu certo. O sabor do La Casserole não está só nos gigots, magrets e coqs au vin: a vista para as bancas de flores do Largo do Arouche e para o painel fotográfico superkitsch da Île de la Cité são tão importantes quanto os ingredientes que o maître mistura na sua frente ao preparar o steak tartare. O cardápio tem pratos contemporâneos, adicionados há alguns anos (tem um que leva até purê de mandioquinha), mas eu sempre fico com os clássicos (tripes à la mode de Caen quando quero pôr o pé na jaca, truta com amêndoas quando preciso pegar leve). De sobremesa, strudel de cerejas, s'il vous plaît. Reserve na véspera para pedir uma mesa junto à janela. Fica no Largo do Arouche, 346 (tel. 11/3331-6283). Site oficial: aqui. Hotéis próximos: San Michel, Bourbon São Paulo, Ibis Budget São João.

Drosophyla Madame Lili

Drosophyla Madame Lili
Drosophyla Madame Lili

A história é comum: um bar cultuado, que ajudou a mudar a cara da vizinhança, recebe uma ação de despejo porque a casa em que está instalado vai virar um edifício. Na maioria dos casos há choro, vela e resistência. Mas com o Drosophyla foi diferente: a dona aproveitou a oportunidade para recomeçar em outra freguesia (ainda que com a mesma clientela). Desde o início do ano, está instalado num casarão over-restaurado em meio aos puteiros da rua Nestor Pestana. Até o nome mudou: agora é Drosophyla Madame Lili, em homenagem à (fictícia) dona original do casarão, uma (in)certa Lili Wong. Salinhas e salões se sucedem, cada um com sua ambientação própria -- ora como bar, ora como lounge, ora como loja. Abstraia as turmas comemorando aniversário (ou, melhor ainda, seja parte de uma delas). Abre de terça a sábado a partir das 18h. Tem consumação mínima de R$ 30 de terça a quinta e R$ 50 na sexta e no sábado. Espere enfrentar fila depois das 22h. R. Nestor Pestana, 163, tel.: 11/3120-5535. Site oficial: aqui. Hotéis próximos: Hotel 155, Braston São Paulo, Novotel Jaraguá.

Praça Roosevelt

Praça Roosevelt

A beirada da praça ao longo da rua Martinho Prado é uma espécie de Aspicuelta (a rua mais concorrida da Vila Madalena) dos alternativões. Muitos bares servem cerveja de 600 ml; as cias. teatrais dos Satyros e dos Parlapatões apresentam várias peças por noite. O bar mais charmosinho da troupe é o Lekitsch, no número 142 da praça. (Nos sábados de tardezinha, até o meio da noite, no outro lado da praça, rola um samba de primeiríssima no Bar da Graça, ou Você vai se quiser.) O trecho dos barzinhos e dos teatros fica na continuação da Martinho Prado, entre Nestor Pestana e Consolação. Hotéis próximos: Hotel 155, Braston São Paulo, Novotel Jaraguá.

Rua Avanhandava

Avanhandava

Dono da cantina Famiglia Mancini -- há décadas transbordando de gente na fila de espera --, o restaurateur Walter Mancini foi abrindo outras casas na rua e conseguiu uma parceria com a prefeitura e um cartão de crédito para transformar o trecho de pouco mais de 100 metros num pequenino boulevard, com fiação enterrada e mesas na calçada. Além da cantina (um ícone turístico da cidade), dá para escolher entre o Walter Mancini (com jeitão de brasserie parisiense), a Pizza & Pasta, o Madrepérola (frutos do mar) e o Migalhas (bar/sanduicheria). Há também lojas que ficam abertas até tarde. Vans passam nos hotéis e garantem o fluxo de turistas. A rua Avanhandava faz uma curvinha entre a Martins Fontes (nome do trecho inicial da rua Augusta) e a Martinho Prado. Mapa comercial da rua: aqui. Hotéis próximos: Hotel 155, Braston São Paulo, Novotel Jaraguá.

Casa de Francisca

Casa de Francisca

Depois de grande sucesso em Pinheiros, esta excelente casa de shows encarou o desafio de se transferir para o território mais ermo do Centro Velho, a uma quadra da Praça da Sé, ocupando um edifício histórico recém-restaurado, o Palacete Teresa. Funciona na hora do almoço como restaurante (de 3ª a sábado) e à noite, de 4ª a sábado, como casa de shows com cozinha e bar funcionando (antes e depois do show). Fica na rua Quintino Bocaiúva, 22. Vindo de táxi ou Uber (é o mais recomendável), insira o endereço Benjamin Constant, 122 (desça na esquina da Quintino Bocaiúva e caminhe uma quadra). Tel.: 11/3052-0547. Programação e reservas no site.

Só de dia

Bar Leo

Bar Léo

Com a reputação abalada depois de constatarem que estava vendendo chope de segunda categoria, o venerável Bar Léo (Aurora, 100, esquina Andradas; tel. 11/3224-1250) reabriu, novamente com chope Brahma correndo pelas suas refrigeradíssimas serpentinas. É o melhor desfecho possível para um passeio de compras pela rua Santa Ifigênia ou até mesmo para uma visita à Pinacoteca (sim, gastronomicamente é um programa melhor do que ir ao Mercadão).

Outro endereço tradicionalíssimo do Centro, mas que eu evitaria à noite, é o Filé do Moraes (Praça Júlio de Mesquita, 175, tel. 11/3221-8066), que serve filés altíssimos, de cortar com colher, servido com muito alho, batatas estufadas e salada de agrião.

As áreas mais baratas (e portanto menos seguras) do Centro acabam virando reduto de imigrantes recentes. O melhor peruano da cidade, o Riconcito Peruano (Aurora, 451, tel. 11/3361-2400), fica às portas da Cracolândia; mas dá pra ir de dia sem receio. Mas quem busca uma cozinha realmente exótica deve ir ao Biyou'z (Barão de Limeira, 19A; tel. 11/3221-6806), um camaronês que recebe uma clientela majoritariamente africana com pratos de várias origens (ainda não experimentei, mas é bem recomendado).

Off-Bexiga

Espaço Zebra

Ainda no Centro, mas ligeiramente fora do perímetro em vias de aburguesamento, o Espaço Zebra é o ateliê-galeria-loja de móveis-brechó-galpão de eventos do artista plástico (e músico) Renato Larini e da radialista (e vocalista) Néli Pereira. Aos sábados, costuma também funcionar como bar (cervejas artesanais curitibanas raras em São Paulo) e restaurante. Depois do recesso de fim de ano, o Zebra reabre os trabalhos de 2015 neste sábado, dia 7 de fevereiro, às 19h. Curta o Facebook do Zebra para ficar por dentro de todos os eventos (Major Diogo, 237, entre Santo Antônio e Jaceguai; tel. 11/3105-5171)

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38 comentários

Ivan Vasconcelos

Ricardo, cadê o "O Gato que Ri"??!!

Arthur | agoravaimesmo.com

Ia comentar isso! Clássico do Arouche grin

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Êeeba !

Alexandre Giesbrecht

Não sabia que o Almanara da Basílio da Gama não servia mais rodízio… sad Na última vez em que estive lá, há dois anos, ainda serviam. Uma pena.

O Filé do Moraes tem uma filial na Alameda Santos. Aliás, já há mais de uma década, ambos mudaram de nome para O Rei do Filet, embora o cardápio tenha permanecido o mesmo. Sei lá por que mudaram um nome tão tradicional…

Concordo com o Ivan, acima: cadê O Gato que Ri?

Também senti falta do Estadão e da subestimada cantina Da Giovanni (também na Rua Basílio da Gama).

Não sei se era bem o tema, mas a lanchonete na esquina da Praça da República com a Sete de Abril, com seus sucos naturais, está sempre no meu roteiro quando passo por lá: não perco o suco de uva com laranja!

Camila Torres
Camila TorresPermalinkResponder

Uau, adorei ! Vou botar algum no roteiro do meu feriado de Carnaval. smile

carrico
carricoPermalinkResponder

Não sei qual o critério,mas senti falta de O Gato que Ri.

Vanderson Silva

CUIDADO EM CANCUN - GOLPE COM TURISTAS JÁ NO AEROPORTO !!!

Meu nome é Vanderson e vim passar as férias em Cancún, México.

Gostaria de informar sobre uma experiencia que passamos aqui ontem e que pelo que tenho visto em posts de redes sociais tem afetado varios brasileiros.

Assim que chegamos (eu e minha namorada) ao aeroporto de Cancun, uns vendedores se passando por funcionarios do aeroporto oferecem uma promocao no hotel Hard Rock.

No dia seguinte o vendedor vai buscar o turista no hotel em que esta hospedado e oferece cafe da manha gratis a eles.

Na sequencia, uns vendedores ficam apresentando o hotel e ficam a manha inteira te prendendo dentro do hotel com propostas, tentando empurrar forcadamente um pacote que passa dos 20 mil Reais para ficar atrelado por diversos meses.

Muitos brasileiros que conheci se sentiram pressionados e induzidos a assinar o contrato, e estao tentando desistir da proposta sem sucesso pela empresa (A EMPRESA SE CHAMA LEGENDARY) escolher como pais para reclamacoes o mexico, ou seja: ficam rendidos a uma serie de restricoes que os impedem de reaver a perda, isso e comparado a um roubo uma vez que estao fazendo isso com turistas idosos e sem chance de se defenderem, principalmente quando entendem mal o idioma.

Sugiro divulgarem aos turistas que pretendem viajar para esse local.

Eu e minha noiva somos jovens e instruidos, por isso nao fechamos, isso nos custou muito e quase pegaram minha mao para assinar, infelizmente muitos idosos acabam caindo como vitimas dessa empresa.

Espero que com esse email, eu possa contribuir com os brasileiros que pretendem viajar para lá isso é extremamente insustentavel e danoso ao direito dos consumidores.

além disso a corte para reclamaçoes é no México, portanto, cuidado !!

Obrigado.

Vanderson Silva

RABUGENTO
RABUGENTOPermalinkResponder

O GATO QUE RI.... Conheci esse restaurante há mais de 50 anos, na mesma época em que também fui ao La Casserole. wink

Claudia Matoso

Muito a calhar este post. O Dona Onça está nos meus planos de Carnaval. Quem sabe não consigo incluir um outro?

ADILA FERREIRA

Gato que Rí !

zenon marques tenorio

Há que se mencionar também o "Galeto Lousã", que fica na Galeria de mesmo nome, e que liga a rua Dom José de Barros com a Barão de Itapetininga, do lado oposto à Galeria Califórnia

Guta | Vambora!

Conheci o Riconcito Peruano faz pouco tempo e devo dizer que é mesmo sensacional, melhor ceviche da vida até agora! Quem gosta de ceviche e não conhece, tem que ir! O restaurante não tem placa, mas só seguir a portinha vermelha com a escadaria , quase sempre com fila, para saber onde fica smile. O custo x benefício lá também é excelente! Muita comida, muito barato! Tem diversos outros pratos que achei bons, mas o ceviche de peixe do dia é obrigatório, inclusive só servindo como prato principal grin. Para quem vai de metrô dá para ir tranquilo desde a estação República e quem vai de carro há um estacionamento exatamente do lado, então pode ir sem nenhum receio.
O Bar da Dona Onça é também espetacular e as caipirinhas de lá estão entre as melhores da cidade!
Como já falaram senti falta também do Gato que Ri na lista, bem como do Bar Brahma. Para os vegetarianos, tem o Apfel no centro também, na Rua Dom José de Barros, excelente custo x benefício e não conheci até hoje nenhum vegetariano que não goste do lugar (agrada os carnívoros também grin)

adriano
adrianoPermalinkResponder

O Riconcito é maravilhoso. Abstraia o fato de estar no meio da cracolândia. Vale a pena.

Sonia
SoniaPermalinkResponder

Pareceu bem interessante esse 'La Central', ótima dica!
E como outros já comentaram, também sou fã do 'Gato que Ri' smile
É uma pena que o Gigetto tenha se mudado da Avanhandava (pelo menos não foi para longe e vale uma visita).

Alexandre Giesbrecht

Aliás, a casinha onde o Gigetto se instalou, na Rua treze de Maio, ficou uma maravilha. Como é perto de casa, passo na frente muitas vezes, e ainda pretendo dar uma passada lá, para comer, mas também fotografar.

Rita Mourão
Rita MourãoPermalinkResponder

Já comi no Biyou'z e à noite, na calçada!! Que comida deliciosa!!! De comer de joelhos e com opção vegetariana!!!! Recomendadíssimo!!

Rita Mourão
Rita MourãoPermalinkResponder

E fica a dica pra quem quiser se hospedar no Largo do Arouche: https://www.airbnb.com.br/rooms/2112117

Adelson
AdelsonPermalinkResponder

Pode-se citar tb os "ogros" PASV, na Av São João, próximo do Lgo Arouche com seus Cozido espanhol e Cordeiro grelhado aos domingos, O Rosa do Líbano, antigo Ali, na Rio Branco com as melhores esfihas e shawarmas( kebab) da cidade e finalmente o ITA na Rua do Seminário, próximo ao Lgo do Paissandu , com custo benefício fantástico e melhor pudim do centro da cidade.

Rafael
RafaelPermalinkResponder

Muito bom. Só dispenso essa de ir e voltar de taxi. Além de ser um exagero, as ruas só ficarão seguras se as pessoas as ocuparem. Ande, gente!

FREIHERR
FREIHERRPermalinkResponder

Ótima ação - Lamento bares e restaurantes descolados não se interessarem mais pelo centro .O Largo do Arouche - uma pérola - poderia ser muito melhor aproveitado Além do Le Casserole e do Gato que R, i o espaço poderia abrigar muito mais.

Fabiana Guida
Fabiana GuidaPermalinkResponder

Gostei bastante do Bistro On Va Manger Rua São Miguel 89

Marinalva Santos

Seria bom por a faixa de preços de todos os locais.Achei interessante o alerta do Vanderson Silva para a experiência que passou no México

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Marinalva! Quando o lugar é muito caro a gente adverte, quando é muito barato a gente deixa mais explícito. Mas "faixa de preço" é uma coisa que, mesmo quando pesquisada e informada com a melhor das intenções, não serve para nada. Duas pessoas num mesmo lugar vão ter gastos completamente diferentes de acordo com seus gostos, hábitos e preferências de bebida. Sair em São Paulo é caro comparado a qualquer lugar do Brasil, venha preparada e examine os cardápios antes de pedir.

Flavia HC
Flavia HCPermalinkResponder

Adorei as dicas! Já conheci alguns mas quero ir a outros! So acho q o terraco italia vale apenas pela vista e pelo icone q se tornou. A última vez q estive lá a comida e o atendimento estavam bem fracos!
Ah, sei q nao é o propósito do post, mas se alguem quiser vender ingressos p/ o Show dos Rolling stones em Sp, eu quero comprar!
Bons passeios a todos!

Sérgio Spirandelli

Nessa lista, cabe muito bem a Casa do Porco que descobre perambulanndo pela região, e que tb vi em resenhas gastronomicas.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Ségio! A Casa do Porco é o certamente o restaurante do momento em São Paulo. Não está no post porque o post é anterior à sua inauguração. O Ricardo Freire está em São Paulo novamente e deve ir ao restaurante em breve.

Camilla Linzmeyer

Bóia,

A Rua Avanhandava é mais bonita durante o dia ou à noite? Gostaria muito de conhecer o Famiglia Mancini.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Camilla! É mais movimentada de noite, mas é bonita de dia, sim.

Amaro - Recife

Rick, acabei de voltar do Rinconcito e, de fato, é muito bom. Ah, o coentro e a pimenta estavam presentes no ceviche...

tatiana fonseca

Restaurante Francês do Olivier Arquier - Esther Rooftop ainda não fui mas me parece bom lugar lindo e comida chiquesinha
Praça da República, 80, República, tel. 3256-1009.
Quando Seg. a sex., das 12h às 15h e das 18h às 23h. Sáb., das 12h à 1h. Dom., das 12h às 18h

Eleonora
EleonoraPermalinkResponder

Olá Ricardo e Bóia. No feriado 7 de setembro (quinta) iremos a São Paulo e preciso de indicações de pizzarias ou cantinas boas, que fechem bem tarde, para ir depois de assistir um musical. Agradeço desde já.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Eleonora! A pizzaria Veridiana, em Higienópolis, abre até a 0h30 na quinta. A Speranza, no Bexiga, até 1h. Não encontrei boas cantinas que abram depois da meia-noite numa quinta-feira.

Eleonora
EleonoraPermalinkResponder

Obrigada pelo retorno. Talvez o mais prudente seria comer antes de ir.

Ana Lucia
Ana LuciaPermalinkResponder

Que pena, deixou de citar um dos mais tradicionais restaurantes do centro, o Restaurante La Farina, que completa 46 anos! Seus tradicionais pratos mesclam culinária italiana com brasileira, das massas artesanais a feijoada.

Emerson Santos

Concordo.
O endereço é rua Aurora, 610 (quase esquina c/ Pça. Julio de Mesquita).

Emerson Santos

Ótimas dicas deste post.
Aproveito para indicar também o Restaurante Fuentes (R. do Seminário, 149 - entre R. Santa Ifigênia e Pça. do Correio), especializado em cozinha espanhola e a Cantina do Gigio (R. do Gasômetro, 254 - Brás). Tratam-se de restaurantes também tradicionais da região central de SP há décadas.

Luanna
LuannaPermalinkResponder

Em relação ao quesito segurança, é possível ir no a casa do porco bar a noite? Ou não seria recomendável?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Luanna! Chega-se ao centro de táxi ou Uber sem nenhum problema. Para caminhar, o entorno está bastante movimentado até perto das 23h.

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