Roteiro para Machu Picchu | Primeira viagem ao Peru

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Machu Picchu e Cusco: Machu Picchu

Este post com roteiro para Machu Picchu é o quarto e último de uma série para você planejar sua primeira viagem ao Peru. Não deixe de ler também:

Roteiro para Machu Picchu

Recomendo ler o post na ordem em que está escrito, porque as informações vêm encadeadas. Mas caso você queira, também pode clicar para ir direto ao tópico:

Aguas Calientes (Machu Picchu Pueblo)

Verdes Andes

Inkarail

Uma das diversões a bordo do trem de Ollantaytambo e Aguas Calientes (oficialmente rebatizada Machu Picchu Pueblo) é observar a mudança de paisagem: à medida em que o trem avança, a vegetação vai ficando mais densa. Suavemente, sem nenhum declive perceptível, vamos descendo dos 2.800 metros de altitude de Ollanta para os 1.900 de Aguas Calientes, já na transição do Peru andino para o Peru amazônico.

Aguas Calientes

Ao contrário de todos os outros povoados que você visitou até agora, Aguas Calientes não tem parte histórica nem resquícios incas. O vilarejo nasceu em função dos andarilhos que chegavam pela trilha inca e precisavam pernoitar antes de prosseguir a Machu Picchu. A ocupação foi acontecendo de forma caótica, com construções enjambradas, sem planejamento viário. A energia, porém, é das melhores: Aguas Calientes é um lugarzinho animado, cheio de gente compartilhando a alegria de estar na ante-sala de Machu Picchu.

Aguas Calientes

Dormir em Aguas Calientes é um privilégio: os micro-ônibus que levam ao santuário de Machu Picchu começam a sair às 5h30 e fazem o percurso em 25 minutos. Quem está na vila tem condições de curtir o parque em condições físicas ideais -- sem o cansaço de quem sai de Cusco ou de Ollantaytambo em esquema bate-volta.

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Onde ficar em Aguas Calientes

Isso que eu falei da ocupação desordenada... infelizmente vale também para os hotéis. Prepare-se para um downgrade de conforto (e para pagar mais caro do que num hotel da mesma categoria em Cusco). Os hotéis mais em conta, mesmo que ofereçam quartos duplos, normalmente oferecem padrão hostel. Mas não é grave: é só por uma noite.

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As notas dos hotéis foram apuradas em janeiro de 2019

Casa Andina Classic Machu Picchu

Casa Andina Classic

Se você busca um hotel confortável na faixa de melhor relação custo x benefício, despontam dois destaques das redes de sempre: o Casa Andina Classic Machu Picchu (nota 8,4 no Booking), que está na rua paralela à estação de trem, e o Terra Viva Machu Picchu (nota 9 no Booking), na saída para Machu Picchu. Um nadinha mais caro, o Ferré (nota 8 no Booking), vizinho do Casa Andina Classic, também merece ser considerado.

El MaPi

El MaPi

Com um pouco mais de folga no orçamento, dá para pensar no El Mapi by Inkaterra (nota 8,7 no Booking), é o intermediário entre os funcionais e os hotéis de luxo. É uma construção moderna e ainda assim discreta, visto que está em pleno calçadão da Pachakutec; os quartos têm algumas bossas de hotel-design e a diária inclui o jantar.

Inkaterra

Inkaterra

Se grana não for o problema, então a escolha em Aguas Calientes tem que ser o Inkaterra (nota 9,3 no Booking), cujos bangalôs estão à beira-rio, praticamente na mata (e a uma quadra da estação de trem).

Sumaq

Sumaq

Seu concorrente é confortável, mas não é charmoso: o Sumaq (nota 9,1 no Booking) tem ambientes pesados, rebuscados demais (mas um ótimo serviço).

Sanctuary Lodge

Sanctuary Lodge

Querendo (e sobretudo podendo) deixar a bagunça de Aguas Calientes para os reles mortais, cacife uma noite no Belmond Sanctuary Lodge (nota 8,7 no Booking), o hotel que fica colado ao portão de entrada do parque arqueológico de Machu Picchu. O edifício foi construído pelo governo peruano e concedido à luxuosa rede Belmond (antiga Orient-Express Hotels, dona do nosso Copacabana Palace) -- que, sem poder mexer na estrutura física do prédio tombado (os quartos são bastante compactos), capricha no conforto e no atendimento. Nenhum mimo, porém, será maior que estar a dois minutos da porta da cidadela perdida e poder entrar às 6 em ponto, quando o santuário abre. Jacuzzi ao ar livre, massagens e a vista da cidadela desde a piscina distraem os hóspedes quando não estão no parque.

Como chegar a Aguas Calientes

Repassando as maneiras de chegar a Aguas Calientes:

InkaRail

De trem, vindo de Ollantaytambo

O trajeto é feito em 1h30 pela InkaRail ou pela PeruRail (clique nos links para ver horários e preços; é necessário comprar a passagem com antecedência).

Você pode ir de Cusco a Ollantaytambo com as vans, conhecidas como colectivos, que saem da calle Pavitos (12 soles/4 dólares; 1h45 de trajeto); pode contratar um trânsfer privativo de Cusco direto a Ollantaytambo (55 dólares por carro na Real Inka, 37 dólares por carro na TaxiDatum; 1h30 de viagem); pode ir de Cusco a Ollantaytambo num tour privado guiado passando por Chinchero, Salineras de Maras e Moray (170 a 200 dólares nas agências por seis horas de passeio); e pode ir de Cusco a Ollantaytambo em tour com motorista mas sem guia, passando igualmente por Chinchero, Salineras de Maras e Moray (80 dólares por carro na Real Inka, 65 dólares por carro na TaxiDatum pelo passeio de 6 horas). Veja detalhes deste roteiro com paradas na parte 3 desta série.

Sempre lembrando que só dá para embarcar nos trens com uma mochila pequena. Se você não deixou sua mala grande no hotel de Cusco, pode usar os guarda-volumes oferecidos tanto pela Inca Rail quanto pela PeruRail para seus passageiros (leia mais sobre onde deixar sua mala).

Caso você opte por deixar a mala no guarda-volumes de Ollantaytambo, vai ter que voltar de Machu Picchu/Aguas Calientes por Ollantaytambo, para poder retirar a mala. Se você comprar a volta a Poroy ou San Pedro, não vai ter tempo de descer em Ollanta para pegar a mala.

De trem, vindo de San Pedro ou Poroy (Cusco)

Sim, é possível visitar Machu Pichu como um bate-volta desde Cusco. Os trens saem das estações de San Pedro (no centro de Cusco), ou da estação Poroy, a 25 minutos de táxi da Plaza de Armas. O trajeto até Aguas Calientes (também conhecida como Machu Picchu Pueblo) é feito entre 2h50 e 3h50 pela Inca Rail e pela Peru Rail (clique nos links para ver horários e preços; é necessário comprar a passagem com antecedência).

Para ir de Cusco a Poroy, um táxi de rua vai cobrar entre 20 e 30 soles (menos 10 dólares). A TaxiDatum cobra 40 soles (13 dólares). Não há guarda-volumes em San Pedro ou em Poroy. Você necessariamente precisará deixar sua mala maior no hotel em Cusco (todos guardam sem problema nenhum).

Leia mais sobre a compra da passagem de trem no post-introdução desta série.

Vale a pena fazer Machu Picchu como bate-volta de Cusco?

Desde 1º de janeiro de 2019, os ingressos para Machu Picchu têm hora marcada para entrar. Isso diminuiu a desvantagem de quem não dorme em Aguas Calientes. Basta coordenar direitinho os horários do trem e do parque, e você não terá que disputar a entrada com todo mundo que já estava em Aguas (só com as pessoas que compraram para o seu horário).

Continuo achando, porém, que dormir em Aguas faz você aproveitar melhor o ápice da sua viagem ao Peru. Enfrentar uma viagem de quase 4 horas desde Cusco faz você chegar cansado a Machu Picchu -- lembre-se de que, lá dentro da citadela, serão 3 horas de caminhada. (Fazer o bate-volta a partir de Ollantaytambo é menos mau, já que a viagem leva apenas 1 hora e meia.)

Vai por mim: investir numa noite em Aguas Calientes, mesmo com os hotéis sendo mais caros do que os de Cusco, vale muito a pena. Começar o seu passeio a Machu Picchu fresquinho e descansado faz toda a diferença.

Providências práticas ao chegar

Passagens de ônibus

Depois de fazer check-in no seu hotel, aproveite logo para comprar as passagens de ônibus para Machu Picchu. Assim, no dia seguinte, você pode ir para a fila do ônibus entre 90 e 60 minutos antes do horário de entrada para Machu Picchu, sem perder tempo extra na bilheteria do ônibus.

As passagens são vendidas no quiosque da Consettur no ponto inicial/final do ônibus, no entroncamento das duas "avenidas" do povoado, a Hermano Aydar e a Imperio de los Incas. Cada trecho custa 12 dólares; compre a ida e a volta (24 dólares). Espera-se que estrangeiros paguem em dólar. Em último caso, aceitarão soles, mas farão um câmbio ruinzinho.

Caso você ainda não tenha comprado o seu ingresso para o parque (não faça isso! Compre com a maior antededência possível no site oficial!), ou precise fazer qualquer modificação, passe no posto do Ministério da Cultura, no início do calçadão da Pachakutek, junto à praça Manco Capac. O posto funciona diariamente das 5h20 às 20h45.

Leia mais sobre a compra do ingresso a Machu Picchu no post-introdução desta série.

Banhos termais!

Depois de se instalar no hotel e comprar os bilhetes do busão, que tal uma relaxada nas águas termais que deram o nome original do lugar (Aguas Calientes)? É só subir o calçadão da Pachakutek até o final. Leve roupa de banho na mochila! Abre diariamente das 5h às 20h (ingresso para estrangeiros: 20 soles; aluguel de toalha à parte).

Onde comer em Aguas Calientes

Todos os restaurantes parecem ter o mesmo cardápio ítalo-peruano e as mesmas técnicas de caçar o passante na rua. Os preços, tanto de comida quanto de comida, são entre 30% e 50% mais elevados do que em Cusco.

Incontri del Pueblo Viejo

Incontri del Pueblo Viejo

Em três dias na cidade (em duas ocasiões diferentes), minha melhor experiência foi no Incontri del Pueblo Viejo (av. Pachacutec, 6ª quadra, tel. 084 21-1072), que faz boas pizzas e massas num ambiente bastante charmoso.

Indio Feliz

Indio Feliz

O restaurante mais folclórico do pedaço é o cavernoso Indio Feliz (Lloque Yupanqui, 103, tel. 084/21-1090), famoso por suas paredes revestidas por bilhetinhos deixados pelos clientes. A comida mistura as montanhas da Suíça com as do Peru.

Inkaterra

Café Inkaterra

Os dois hotéis top da cidade têm bons restaurantes, que servem não-hóspedes. O Café Inkaterra, do hotel Inkaterra, não aceita reservas, mas vale a pena entrar na fila. Para almoçar ou jantar no Qunuq, passe para reservar na recepção do hotel Sumaq.

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Machu Picchu

Gran finale

Machu Picchu

Chegou o dia mais esperado. O lugar que, muitos anos atrás, inspirou você a viajar ao Peru, agora está a meia hora de microônibus. Haja ansiedade.

Mas pense no seu percurso até aqui. Aquela foto-clichê da cidade perdida dos incas acabou levando você por uma viagem muito além daquele cartão-postal.

Nesta última semana você experimentou ceviche de verdade, passeou pelos jardins dos penhascos à beira-mar de Lima, se surpreendeu com os encantos de Cusco, entendeu a diferença entre lhama, alpaca, guanaco e vicunha, aprendeu sobre técnicas incas de construção e agricultura e talvez até já seja capaz de dizer "Ollantaytambo" sem gaguejar.

Bora subir a montanha?

De Aguas Calientes a Machu Picchu

Embarque a Machu PIcchu

Não existem táxis ou nenhum tipo de transporte privativo para chegar a Machu Picchu. Ou você vai a pé (montanha acima) ou pega um dos micro-ônibus que saem do entroncamento das avenidas Hermano Aydar e Imperio de los Incas a partir das 5h30 da manhã, e levam 25 minutos até a entrada da cidadela.

Apesar dos ingressos ao parque agora serem vendidos com hora marcada, não há hora marcada para embarque nos ônibus. A recomendação é comprar a passagem ao chegar à cidade (veja aqui) e ir para a fila do ônibus entre 90 e 60 minutos antes do seu horário de entrada em Machu Picchu.

Muitos hotéis começam a servir o café da manhã às 5h (pergunte no dia anterior). Se você comprou ingresso com entrada para Machu Picchu nos primeiros horários (6h ou 7h), pode valer a pena fazer o check-out antes do café. Caso você precise cabular o café da manhã para não perder um dos primeiros ônibus, não se preocupe. Tem um café que funciona junto ao ponto de ônibus, onde você pode comprar café, sanduíche e pão doce.

Os ônibus saem à medida que vão lotando. Para entrar, além da passagem, você precisa apresentar um ingresso para o parque válido para o dia. (Leia aqui sobre ingressos a Machu Picchu.) Não é possível comprar ingresso no próprio parque.

O que fazer com a mochila depois do check-out?

Os hotéis top da cidade enviam a sua mochila para a estação. É só passar no posto indicado meia hora antes do seu trem de volta e recuperar sua mochila.

Os outros hotéis guardarão a sua mochila gratuitamente até a volta de Machu Picchu. Se você precisar passar no hotel para pegar a mochila, procure voltar a Aguas Calientes até 1 hora antes do horário de embarque do seu trem.

Machu Picchu: como é a visita

Entrada a Machu Picchu

As novas regras de visitação a Machu Picchu estabelecem que só é permitida a entrada ao sítio arqueológico quando acompanhado por guia. Mas não se preocupe. É fácil contratar um guia no local. Os guias credenciados ficam disponíveis na entrada, e cobram de 120 a 150 soles para grupos de até 4 pessoas. Viajantes avulsos se encaixam em grupos sem dificuldade. Apesar da regra, há relatos de leitores que visitaram sem guia.

Caso você esteja se encaixando num grupo, saiba antes por qual circuito o guia planeja circular. Hoje existem três circuitos fixos de visitação:

  • Circuito 1: mais completo, e o único que leva até o promontório de 240 metros de altura de onde se tem a vista clássica (e mágica) da cidadela. Dura 3 horas. É o mais recomendado.
  • Circuito 2: leva a um promontório menos alto para a vista geral e cabula a parte agrícola da cidadela. Dura 2 horas e meia.
  • Circuito 3: indicado para quem tem dificuldade de locomoção. Toma 2 horas.

Tenha em mente que não há certezas absolutas sobre nada do que se refere a Machu Picchu. Cada guia oferecerá uma teoria. A maior utilidade dos guias é apontar para detalhes que nos passariam despercebidos. Existe um momento, porém, em que o guia atrapalha: quando você está lá no alto do promontório, vendo a cidadela pessoalmente pela primeira vez. Nesse momento, meu conselho é: não deixe que ninguém estrague esse momento blablablableando fatos históricos, arqueológicos ou mitológicos antes da hora. O contato inicial tem que ser entre você e Machu Picchu, sem intermediários. Leve fones de ouvido para desligar a voz do guia nesse momento.

Machu Picchu

Optando pelo circuito 1, você vai passar pela roleta, seguir em frente e, ao chegar ao primeiro muro, vai pegar a trilha à sua esquerda, que leva à Porta do Sol. Então você vai ziguezaguear por 10 a 15 minutos até alcançar um platô. Lá em cima, o grupo vai virar à direita. É a hora de desligar a voz do guia. Em poucos passos você vai chegar amirante que vai proporcionar a primeira visão de Machu Picchu daquele ângulo que você tem na cabeça.

Machu Picchu

Não se contente com essa altura. Vá pela esquerda até a quina do platô. Ali você vai encontrar uma escadaria que leva a platôs mais altos. Minha experiência, que anotei aqui:

"Fui galgando os mirantes mais altos e me senti virando a página de um livro pop-up para crianças, as figuras todas saltando na minha cara: aquela cidadela de brinquedo ao pé do seu próprio Pão de Açúcar, isolada das montanhas ao fundo por um fosso natural que não seria mais impressionante se tivesse sido construído. A primeira vez em Machu Picchu a gente nunca sutiã."

Machu Picchu

Nesse momento, não queira saber de solstício, equinócio, Pachacuti, El Niño, Hiram Bingham, pedreiras, sacrifícios, rituais, o escambau. Desencane de entender ou de saber. As provas de que os incas eram avançados em astronomia, engenharia, agricultura e logística estão por toda parte em Cusco e no Vale Sagrado. Mas a beleza hipnótica de Machu Picchu eleva a civilização inca a outro patamar. Existe obviamente uma motivação estética para a cidadela ter sido construída ali. E é isso que, nesse primeiro instante, vale a pena absorver.

Machu Picchu

Quando se cansar de contemplar -- ou quando a crescente densidade demográfica cortar o barato entre você e a cidadela -- restabeleça o contato com o seu guia.

Machu Picchu

Machu Picchu

Machu Picchu

O tour vai descer cidadela abaixo, passando pelo Templo das 3 Janelas, o Templo principal, o Relógio de Sol, a Pedra Sagrada, a praça principal, o Templo do Sol, os terraços agrícolas... Você ficará a par de todas as suposições mais aceitas sobre esse lugar sobre o qual não há nenhuma certeza para além da beleza estonteante. Retiro da família real? Universidade inca? Laboratório agrícola? Lugar cerimonial auspicioso, porque cercado por apus, montanhas cultuadas como divindades? Seja lá o que tiver sido, supõe-se que foi abandonado em meio à epidemia de varíola, e mantido escondido dos espanhóis pelos deslizamentos de encostas da estação chuvosa e pelo rápido crescimento da vegetação -- fatores que contribuíram para fechar as trilhas existentes.

Machu Picchu

Em 1911, quando o arqueólogo americano Hiram Bingham se tornou o primeiro forasteiro em séculos a entrar na cidadela, seu guia foi um agricultor da região, que só falava quêchua, e sabia da existência das ruínas no topo da velha montanha ("machu picchu").

O camponês se chamava Melchor Arteaga. Vou gastar todo o meu quêchua para mandar um muito obrigado ao primeiro dos guias de Machu Picchu:

- Sulpayki!

Machu Picchu: manual do visitante

O que levar

Os itens mais importantes para usar numa visita a Machu Picchu não são de vestuário. Filtro solar e repelente são essenciais -- mesmo em dias nublados, e mesmo no inverno. Existe uma lojinha lá em cima, mas esses produtos estão freqüentemente em falta.

Banheiro: vá antes

Antes de entrar no parque, use o banheiro, que fica na área externa. Não existem banheiros dentro do parque arqueológico. Pelas novas regras, não é possível sair para ir ao banheiro e voltar.

Água: leve squeeze

Teoricamente não é permitido entrar com garrafas d'água descartáveis. Na minha visita fizeram vistas grossas, mas na sua vez pode ser diferente. Por isso é bom ter um cantil ou um squeeze.

Use o guarda-volumes

Não carregue nada pesado: há muito sobe-desce e você vai se cansar ainda mais. Existe um guarda-volumes na área externa do parque, junto ao banheiro. Evite deixar objetos de valor; as mochilas ficam armazenadas numa estante aberta.

Calçados e agasalho

Use calçados confortáveis e evite casacos que sejam difíceis de carregar (de manhã cedo estará bastante frio, mas lá pelas 10h você talvez esteja em mangas de camisa, mesmo no inverno).

Carimbe seu passaporte!
Machu Picchu

Para passar pela roleta, você precisa ter o documento que informou na compra do ingresso. Mas não deixe de levar também o seu passaporte. A partir das 9h, junto à entrada, você vai encontrar uma mesinha com um carimbo (com uma fila de gente na frente, hehe). Use o carimbo para estampar Machu Picchu numa folha inteira do seu passaporte.

Permanência máxima

As novas regras, em vigor desde janeiro de 2019, limitam a permanência na cidadela a 4 horas. Ainda não está claro como isso é (ou será) controlado, mas tenha isso em mente. Quem compra ingressos combinados com alguma montanha (Huayna Picchu ou Montanha Machu Picchu) tem de 3 a 5 horas extras.

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Onde comer em Machu Picchu

Não há nenhum bar, lanchonete ou quiosque dentro do parque arqueológico. Leve barras de cereal, frutas e cantil ou squeeze com água (e não descarte nenhum rejeito, nem mesmo orgânico; leve um saquinho para o seu próprio lixo).

Do lado de fora, não espere nenhuma feira de ambulantes. Toda a alimentação está a cargo do Belmond Sanctuary Lodge, concessionário do espaço. A lachonete vende lanches, bebidas (incluindo cerveja) e sorvetes a preços que podem causar mal de altitude em mochileiros.

Sanctuary Lodge

Posso sugerir uma última extravagância? Nesse contexto, o melhor, aham, custo x benefício está no buffet do restaurante Tinkuy, com entrada pela pracinha em frente às roletas. Custa 40 dólares, mas é um senhor buffet, com ingredientes 5 estrelas e muita variedade entre pratos peruanos e 'internacionais'. A seção de sobremesas é a recompensa a que deveria ter direito todo mundo que camelou três ou quatro horas sob o sol de Machu Picchu.

A volta: de Machu Picchu a Cusco

Saída de Machu Picchu

Ônibus da volta

Para não dar nenhum chabu, procure entrar na fila do ônibus para descer a Aguas Calientes pelo menos duas horas antes do seu trem de volta. Lembre-se de que a descida leva meia hora e que você ainda vai precisar pegar suas malas no hotel antes de ir para a estação.

Relembrando as alternativas para voltar a Cusco:

Vans de Ollantaytambo

Vans em Ollantaytambo

De trem até Ollantaytambo

O trajeto é feito em 1h30 pela InkaRail ou pela PeruRail (clique nos links para ver horários e preços; é necessário comprar a passagem com antecedência). Se você deixou sua mala maior no guarda-volumes da Inka Rail ou da PeruRail, não esqueça de pegar. Você pode ir de Ollantaytambo a Cusco com as vans da Real Inka, conhecidas como colectivos, que saem da garagem à sua direita, a meia quadra da saída da estação (12 soles/4 dólares; 1h45 d etrjeto); as vans saem depois da chegada de cada trem, e não requerem reserva. Você também pode contratar um trânsfer privativo de Ollantaytambo a Cusco (55 dólares por carro na Real Inka, 37 dólares por carro na TaxiDatum; 1h30 de viagem); ou pode negociar um táxi ali no entorno da garagem, também (negociando, dá para conseguir por uns 80 soles, algo como 25 dólares).

De trem até Poroy (Cusco)

O trajeto leva 2h50 pela InkaRail e 3h20 pela PeruRail (clique nos links para ver horários e preços; é necessário comprar a passagem com antecedência). Para ir de Poroy a Cusco, um táxi de rua vai cobrar entre 20 e 30 soles (menos de 10 dólares). A TaxiDatum cobra 40 soles (13 dólares).

Leia mais sobre a compra da passagem de trem no post-introdução desta série.

Cusco: a despedida

Cusco

Dormir a última noite em Cusco evita o stress de coordenar horários para voltar a Machu Picchu direto para o aeroporto. Você merece um fim de viagem mais descansado -- ainda imbuído da energia de Machu Picchu.

O ideal é reservar essa última noite no mesmo hotel em que você se hospedou antes (veja nossas recomendações de hotéis em Cusco). É prático também com relação à mala: se você tiver deixado a mala no hotel ao sair de Cusco, ela vai estar à sua espera na volta.

À noite, comemore o sucesso da viagem repetindo o restaurante de que mais gostou -- ou quem sabe fazendo uma extravagância (recomendo o Chicha ou o Cicciolina; veja nossas recomendações de restaurantes em Cusco).

Dependendo do horário do vôo de volta no dia seguite, você ainda vai ter tempo para passear de dia. Não deixe nenhum programa fundamental para esta volta -- curta a cidade com a intimidade de quem está voltando. Tome um chilcano no Museo del Pisco de saideira por mim, pode ser?

Chilcano Museo del Pisco

Museo del Pisco

Peça para a recepção combinar um táxi com hora marcada para levar você ao aeroporto. Deve custar no máximo 15 soles.

Até a volta!

Mais Primeira Viagem ao Peru:

263 comentários

Tamires
TamiresPermalinkResponder

Oi.. minha primeira viagem sozinha e internacional... fiquei com dúvida... hospedagem em cusco de cusco para aguas calintes esse trajeto de trem não posso levar a bagagem? Como vou me hospedar no hotel em águas calintes?! .. Socorro... kk

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Tamires! Você faz como todo mundo, e como a gente explica na série. Deixa a mala no hotel em Cusco ou no guarda-volumes da estação de trem e vai a Aguas Calientes com uma mochilinha.

Silvia Souza
Silvia SouzaPermalinkResponder

Olá, estaremos indo em 4 pessoas em maio/19. Para almoçar no restaurante Tinkuy precisa fazer reserva?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Silvia! Não precisa não.

Gutta Santti
Gutta SanttiPermalinkResponder

Não tenho previsão (mas tenho intenção) de um dia ir a Machu Picchu, mas se um dia eu fôr, com certeza vou me lembrar (e usar) de todas essas dicas.
Simplesmente sensacional !!!
Parabens.
Abraços.

mauriicio feitosa

Estou com passagem para Lima dia 28/2/19 e retorno dia 09/03. basicamente tenho do dia 01/2 à 08/03. Somos : Eu, esposa e dois filhos (11 e 09 anos). Queria sua sugestão para fazer de trajeto/tempo para conhecer Machu Picchu, mas vi que Aguas Calientes é de se conhecer. Pretendo passar o primeiro dia em Lima e depois seguir de Voo até cusco. Vc acha que devo chegar parar em Cusco ou posso seguir direto para aguas calientes? A intenção nesse 8 dias no Peru é poder fazer em menor tempo Machu Picchu para conhecer um pouco LIMA.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Mauricio!

Veja esta série desde o início, você vai encontrar exatamente o roteiro que procura:
https://www.viajenaviagem.com/2016/04/viagem-ao-peru-roteiro-9-noites/

Alessandra
AlessandraPermalinkResponder

Uma dúvida: se eu comprar o trem para volta até Poroy ou Cusco, o trem para em Ollantaytambo para pegar bagagem?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Alessandra! O trem pára, mas você não tem tempo de sair e reembarcar. Se você embarcar em Ollanta, compre passagem de volta só até Ollanta. A volta de van é tranqüila e te deixa em Cusco (se você voltar por Poroy, ainda estará a 18 km de Cusco).

Maria Aparecida Genebra

Importantes as informações que nos deram.
Claras e específicas.
Pensei em ir agora, mas pude perceber que é necessário um planejamento mais atencioso.
Gratidão.

Alfredo Junior

Pessoal, estou indo para Lima-Cusco agora dia 13-02, fui comprar as passagens de trem de Ollantaytambo p/ Machu Picchu e a volta Machu Picchu p/ Ollantaytambo... É sério isso, media de $70 dólares por trecho por pessoa??? Vou gastar mais de mil reais para duas pessoas apenas neste deslocamento??? Sou eu que estou meio por fora ou mais alguém acha que é um assalto?! Tem alguma outra alternativa para fazer este trajeto ou a unica opção é o trem?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Alfredo! Há passagens desde 55 dólares, comprando com antecedência. A alternativa é ir de van até um ponto chamado Hidrelétrica. De lá são 2 a 3 horas de caminhada. A gente nem cita isso porque não recomenda.

Paulo Cesar
Paulo CesarPermalinkResponder

Boa noite, estou programando minha viagem para Macchu Picchu, e estas dicas foram incríveis, porém tenho uma dúvida, é melhor levar o dinheiro (real) convertido em Soles ou dólares? Desde já, agradeço!

larissa
larissaPermalinkResponder

gostaria de saber se quem tem um pouco de dificuldades com escadas dar para fazer o Circuito 1? ou tem que se contentar com o Circuito 3: indicado para quem tem dificuldade de locomoção.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Larissa! Provavelmente vai ter que ser o 3. Tem muita escada em Machu Picchu, infelizmente.

Raquel Lessa
Raquel LessaPermalinkResponder

De onde sai as vans de cusco para a estação de Olantaytambo? Elas saem o dia inteiro? E com quando tempo de antecedência da partida do trem devo sair de Cusco?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Raquel! Para não dar chabu, saia com 3 horas de antecedência. (Se você seguisse o nosso roteiro, você dormiria em Ollantaytambo e não teria essa preocupação).

Veja sobre o embarque a Ollantaytambo no post de Cusco:
https://www.viajenaviagem.com/2016/04/roteiro-cusco-e-vale-sagrado/

Juliana
JulianaPermalinkResponder

Oi, gosto muito das suas sugestões e preciso de uma nesse momento! Vou com meu filho (8 anos) e meu marido para o Peru em abril e gostaríamos de ir a Machu Picchu. Eles só vão ficar 4 dias e depois voltam para o Brasil. É melhor viajar direto para Cuzco ou vale apena ir para Lima?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Juliana! Direto a Cusco e Machu Picchu.

Bianca
BiancaPermalinkResponder

Olá! Tenho a intenção de fazer Machupicchu + montanha de Machupichu, vocês saber se por gastar muito tempo na subia vou ter um tempo total maior para ficar no parque?

Jorge Guimarães Dias

A Tamires teve a medma duvida minhs.
Pretendo ficar 3 pernoites em aguas valientes. Vou gicar só com uma mochilinha?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Jorge! Só se chega a Aguas Calientes de trem. As cias. de trem só transportam volumes pequenos. Você leva o que for precisar numa mochila e deixa a mala em Cusco ou Ollanta.

Gustavo
GustavoPermalinkResponder

Para ficar apenas como registro.É possível chegar a agua calientes sem ser por trem. Precisa pegar uma van até a Hidrelétrica (7h de viagem desde Cusco).De lá tem uma trilha de 13km até Aguas Calientes.Somente a pé .Dá para fazer em 2h. Esse jeito é usado por muitos mochileiros, mas definitivamente não é para todos.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Gustavo! É uma alternativa que sequer mencionamos aqui porque achamos esdrúxula. Não é para o leitor Viaje na Viagem em geral. E certamente não é para alguém que já está reclamando de não poder levar mais do que uma mochila como bagagem.

Leandro Marafon

Oi, li com atenção todas as informações sobre a viagem ao Peru inclusive os comentários. Vamos, minha mulher e eu, no final de março e ficaremos 15 dias no pais. Eu dividi a viagem em duas etapas, sendo a primeira para Cusco, Vale Sagrado e MP, conforme as sugestões do Ricardo, e a segunda etapa para Lima/Ica/Pisco/Nazca e arredores, também seguindo as orientações de vocês. Somos um casal de viajantes que não gosta de depender de outras pessoas no que se refere a transporte e mobilidades nos lugares visitados. Nós odiamos excursões e tours pré programados, então preferimos alugar nossa própria condução para termos maior mobilidade e fazermos nosso próprio roteiro seguindo nossos próprios horários. Entretanto, nós lemos por aqui que é desaconselhado alugar carro para fazer a região do Vale Sagrado e MP e de uma maneira geral foi desaconselhado o aluguel de carro no Peru.
Não entendemos por que não é indicado alugar carro no Peru. Estamos acostumados com as horríveis estradas do Rio Grande do Sul e a loucura do trânsito por aqui. O que poderia ser pior?
Nosso roteiro inclui sair cedo de Cusco com carro alugado e fazer o percurso Pisac-Calca-Moray-Maras-Chinchero, finalizando o dia com pernoite em Ollanta. Curtiremos Ollanta pela manha. Deixaremos o carro na cidade e iremos de trem a Machu Picchu Pueblo onde pernoitaremos. Subiremos à cidadela no primeiro horário. Depois voltaremos de trem a Ollanta, pegaremos o carro e retornaremos a Cusco com ele para mais uma noite e um Gran Finale.
Deixaremos o carro no aeroporto no dia seguinte e seguiremos para Lima à noite. Em Lima usaremos Uber.
Para fazermos os deslocamentos ao sul, incluindo as praias, Pisco, Ica, Nazca e arredores, pretendemos alugar um carro durante mais 4 dias.
Então minha pergunta é: Porque não alugar um carro para fazermos estes roteiros? O que poderia dar errado? Alguma sugestão?
Obrigado

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Leandro! No Peru não há acostamento nas estradas, e os motoristas fazem ultrapassagens sem se importar com a distância até a dianteira do carro à frente. Basta estar atrás de um carro mais lento, que eles forçam a ultrapassagem. Eles contam com a diminuição da velocidade do motorista que vem na outra direção. Existe uma cultura estabelecida e os motoristas locais têm os reflexos treinados. É assim no Rio Grande?

https://www.theonlyperuguide.com/is-it-safe-to-drive-in-peru/

Vivian Storck de Oliveira

Eu e meu marido queremos viajar com nossos filhos (1 ano e meio e outro de 3 anos e meio). Mas fiquei um pouco preocupada com a parte de Machu Picchu, deles não aguentarem o roteiro, mesmo que seja o mais curto... dá prá encarar?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Vivian! O circuito completo dentro de Machu Picchu leva 3 horas. O roteiro mais curto, indicado para quem tem dificuldade de locomoção, leva 1 hora e meia, sem a vista panorâmica principal. Consulte seu pediatra sobre a conveniência de sujeitar os pequenos à altitude de 3.400 metros de Cusco.

Elaine
ElainePermalinkResponder

Olá! Boa tarde! Vou viajar com minha mãe e sogra de 67 anos. Estou querendo comprar o Circuito 1 para Machu Picchu, mas estou preocupada... Há a possibilidade de dar uma parada para tomar um ar, descansar, sentar... no caminho? É uma viagem bem cansativa, vou fazer seu roteiro mais Puno, mas é o sonho da minha mãe! Você recomendaria fazer os percursos mais tranquilos?
Muito obrigada!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Elaine! Sim, faça tudo mais tranqüilo. Pegue um guia exclusivo em Machu Picchu para não ficar à mercê da velocidade do grupo. Passe duas noites em Puno -- faça o passeio do Titicaca só no segundo dia.

Elisângela
ElisângelaPermalinkResponder

Olá! Estava lendo sobre o tamanho da mala no trem, vocês informam que a mala tem que ser pequena, pode ser a mala de mão de até 10kg que já usarei no avião?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Elisângela! O peso que eles especificam é no máximo 5 kg.

Frederico Oliva

Olá,

Ficou com a dúvida se durante a ida à Ollantaytambo e Machu Picchu se devo realizar o check-out do hotel em Cusco para abrir outra qdo voltar para a última noite.

Outra dúvida é a respeito da bagagem entre Cusco e Ollantaytambo. Se realizar o check-out em Cusco no dia q estiver indo para Ollantaytambo passando por Maras e Moray, poderei levar as malas comigo no serviço q contratar para visitação desses lugares?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Frederico! Sim, você fecha sua conta no hotel de Cusco mesmo se for dormir nesse mesmo hotel quando voltar. Ninguém paga uma diária de hotel para não dormir nele. Sim, você pode levar sua mala no carro e deixar no guarda-volumes na estação de trem em Ollanta, retirando na volta de Machu Picchu e seguindo de van a Cusco.

Christiane Lameira

Olá, estou começando a planejar essa viagem, estarei com meu filho de 6 anos, por isso não quero ter pressa. Seria viável comprar um ingresso pro parque para visitação as 10h e depois da visita ficar mais uma noite em Aguas Calientes para somente no dia seguinte retornar à Cusco? O que você sugere? Agradeço desde já!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Christiane! Claro, sem problema.

Juliana
JulianaPermalinkResponder

Olá, irei ao Peru na última semana de maio deste ano e estou seguindo o roteiro sugerido por vocês.
A única dúvida é: qual o melhor horário para o bilhete de trem e o início do tour mais simples de Machu Pichu após pernoitar em Águas Calientes?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Juliana! Se você vai voltar a Cusco no mesmo dia da visita a Machu Picchu, compre para algum horário no turno da manhã. Calcule 3 horas de percurso dentro do parque e dê um intervalo de 2 a 3 horas entre o fim do passeio e a partida do seu trem.

Maíra Fonsec
Maíra FonsecPermalinkResponder

Acabo de retornar do Peru e fiz meu roteiro todo com base nesse guia e foi incrível! Todas as dicas são excelentes e estão super aprovadas. Super obrigada mais uma vez Ricardo Freire! Confio de olhos fechados. Venho colaborar com relação ao microônibus que leva a Machu Picchu. Estava apreensiva em chegar cedo ao ponto por conta da fila para pegar o ônibus. No entanto, realmente me parece que está tudo mais organizado com os ingressos com hora marcada. Segui a recomendação da recepção do Hotel em Aguas Calientes/Machu Picchu Pueblo, depois de ponderar muito com o staff, e cheguei no ponto do ônibus 40min antes do horário do ingresso de entrada da cidade sagrada - 15min para entrar no ônibus e 30min até Machu Picchu, e deu super certo. Cheguei na fila 7:20hs e foi super rápido. Meu ingresso para Machu Picchu era das 8hs. Acredito que em 10min eu já estava dentro do microônibus. Assim que entrei na fila, conferiram o horário do meu ingresso e fizeram uma marcação no bilhete. Na entrada de Machu Picchu também conferiram o horário de entrada. Optamos por guia privativo para 2 pessoas - 150 soles na porta de entrada. Quanto ao circuito, realmente não deixam retornar. Tem mesmo que seguir o circuito.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Maira! Adoramos o feedback e agradecemos muitíssimo as informações do ônibus e do circuito!

Ilton Guedes
Ilton GuedesPermalinkResponder

Olá, há anos sonho com uma viagem a Machu Picchu e agora resolvi tirar isso do papel e colocar em prática. Pretendo fazer a viagem em setembro (aceito sugestões com relação ao mês já que tenho possibilidade de muda-lo). Há tempos leio e releio seus posts sobre a viagem e num primeiro momento a intenção era fazer a viagem de 9 dias (Lima, Cusco e Machu Picchu). Contudo, me surgiu outra ideia de roteiro e nesse ponto que gostaria da sua orientação. Pensei em abortar a chegada por Lima e iniciar por Lá Paz, na Bolívia, pra conhecer o Salar de Uyuni primeiro e somente depois ir pra Cusco e Machu Picchu). O que você diz sobre, é viável?

P.S. Ah, disponibilize material sobre o Salar, por favor

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Ilton! Você teria que voar de La Paz a Uyuni, voltando a La Paz, e de lá voar a Lima ou Cusco. Aumente 5 dias na viagem, dois dias para La Paz e três para Uyuni.

Alisson
AlissonPermalinkResponder

Olá. Minha esposa e eu faremos a viagem para o Peru conforme a indicação de vocês com os nove dias. Após isso, queremos seguir para o Salar de Uyuni. Para isso, após MP, pensamos em seguir para Puno de ônibus e depois, também de ônibus, ir para La Paz. De lá, seguimos até o Salar. Já vimos que as viagens de ônibus são longas (por volta de 8h), mas pensamos em fazer assim para conhecer mais um lugar (Puno) e economizar na passagem (sem aérea) de Cusco para La Paz. Gostaria de saber sua opinião sobre essa rota até La Paz, principalmente sobre esse percurso de ônibus. E de MP eu preciso voltar até Cusco para seguir para La Paz?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Alisson! Sim, você vai precisar voltar a Cusco. Viagens de ônibus são bastante comuns na região. Aproveite para ficar em Puno pelo menos dois dias (para ter um dia livre para fazer o passeio do lago Titicaca).

Milena
MilenaPermalinkResponder

Olá, passagens compradas para set/2019, gostaria de saber que tipo de seguro viagem fazer já que pretendo visitar cusco, montanha arco-íris, laguna 69 e glaciar pastouri, pode ser o normal ou teria que ser um pra aventura?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Milena! Compre pelo telefone falando com um assistente ou então com um agente de viagem, explicando direitinho suas atividades, para evitar comprar um seguro errado.

Andrezza
AndrezzaPermalinkResponder

Nossa, vocês viram as novas regras que estarão em teste a partir de maio19? Tem um aviso no site de compras do ingresso!!! Agora que deu um nó! Se puderem me ajudar a entender para saber que horas agendar agradeço imensamente! Tenho certeza que muitos terão a mesma dúvida que eu!

Ricardo Freire

Andrezza, parece que o anúncio foi feito de supetão na sexta-feira passada. Não consigo encontrar ainda nenhuma análise em inglês ou espanhol.

O que me parece é que estão testando restringir a "entrada" -- ou seja, o acesso ao platô ou à área delimitada por muro -- nessas três atrações (Templo do Sol, Templo do Condor e pirâmide de Intihuatana). Os circuitos continuariam os mesmos, mas nos períodos em que o atrativo estivesse fechado, você passaria por fora do atrativo, sem "entrar".

A partir do dia 15, quando os testes começarem, talvez a gente já possa descobrir o real significado dessas medidas.

Veja que farão dois testes diferentes, um na semana do dia 15 e outro na semana do dia 22.

Caso cheguem a alguma conclusão, implantarão a nova regra de maneira definitiva dia 1º de junho. Daí quem fizer muita questão de entrar em qualquer um dos três atrativos especificamente pode reservar o ingresso de Machu Picchu para um horário que permita entrar no atrativo desejado.

Repito: isso é o que eu depreendi dessa história. Vamos esperar os primeiros relatos de quem entrar na cidadela sob essas regras para ter certeza.

De todo modo, saiba que não há por que se apegar demasiadamente a qualquer ponto específico da cidadela. O mágico de Machu Picchu é o todo. Entrar ou deixar de entrar no ponto x ou y não vai mudar a experiência, não.

Simone
SimonePermalinkResponder

Estou indo pela primeira vez para Machu Picchu agora em julho e vou seguir o seu roteiro de nove noites do início ao fim! Sei que é umas épocas mais lotadas do ano, por causa das férias, mas pretendo ir conhecer a cidade no primeiro horário, às seis da manhã. Li em outros sites que tenho que ir para a fila do ônibus às três e meia da manhã. Essa informação procede?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Simone! Não precisa não. Agora as entradas têm horário marcado, os visitantes estão distribuídos ao longo do dia.

Antonio Anacleto

Olha... conheço e recomendo.
Indescritível...

Fernanda Cardona Pohl

Estou indo entre julho e agosto, e tenho muuuuuitas dúvidas ainda, vou de carro, vou seguir todo seu roteiro, sem Lima, vamos entrar pela Argentina para o Chile ou para a Bolívia, não sabemos ainda, e depois Peru. Vamos fazer nossa parada de dois dias em Cusco, ou 3, bate e volta no Vale Sagrado, depois em direção a Ollantaytambo, para pegar o trem até MP, o que acha??? Tranquilo comprar o boleto do onibus no outro dia, queremos pegar o primeiro trem. Obrigada pelas dicas, são de ouro.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Fernanda! O ônibus de Machu Picchu é o menor dos seus problemas, e está explicado no texto, dê uma lida. Mas você precisa antes configurar essa viagem. São mais de 4.000 km, que podem levar vocês a uma altitude de 4.000 m. Você não pode estar preocupada com o ônibus de Machu Picchu antes de definir exatamente, dia a dia, como será esse percurso, com planos B para todas as etapas. Se o seu grupo não tem experiência em viagens deste tipo, é melhor começar com um roteiro mais café com leite.

Diego Souza
Diego SouzaPermalinkResponder

Estou indo pra Bolivia e Peru no inicio de Agosto. Comprei Bilhete pra Lapaz, chegando dia 04 (bem cedo) e retorno pro Brasil saindo de Cusco dia 17 (bem cedo). Serão 13 dias inteiros, pois a idéia é ir com calma e sem muito roteiro por terra. Pensando em passar umas 3 noites conhecendo la paz e arredores, depois ir seguindo por terra rumo a cusco, com pelo menos uma parada obrigatória, que seria isla del sol com provavelmente 2 noites por lá (Imagino ser o necessário para ter ao menos um dia inteiro pra rodar por lá) . Por enquanto, tendo apenas estes dois pontos certos, sobrariam de 6 a 7 dias para a região de cusco/machuppichu.
Duas questões:
-Alguma dica a mais de ponto interessante para conhecer entre copacabana e cusco que valha a parada?
-o que tenho que reservar antes da viagem, só o trem e o ingresso pra machupicchu? O resto eu consigo com facilidade? transportes/pernoites?

Queria uma viagem razoavelmente livre. Com obrigação apenas de visitar o parque e estar a postos pro retorno em cusco dia 17 bem cedo.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Diego!

Neste primeiro post da série você encontra todos os preparativos necessários:
https://www.viajenaviagem.com/2016/04/viagem-ao-peru-roteiro-9-noites/

Reserve os hotéis com antecedência. Na hora você vai ficar com o que sobrou. Se Cusco e Aguas Calientes estiverem cheias, os preços estarão muito altos.

Escolha entre Copacabana e Puno a sua base para explorar o Titicaca. Depois, siga de ônibus de Puno a Cusco.

Jéssica
JéssicaPermalinkResponder

Olá, adoro seu blog!

Queria saber se tem ônibus/van que vá direto pro parque, sem precisar fazer a trilha de 12km seguindo a linha do trem. Fiquei na dúvida se existe a opção trem e essa trilha.

Abraço

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Jéssica! Não existe. Se existisse, estaria no texto.

Marcelle
MarcellePermalinkResponder

Oi, gostaria de saber para qual das montanhas eu devo comprar o ingresso para ver essa vista da foto da cidadela. Abraços!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Marcelle! Nenhuma. Esta vista é padrão para todos os que comprarem o ingresso comum e fizerem o circuito 1.

Adriana
AdrianaPermalinkResponder

Ola

Gostaria de saber se é melhor ficar em Ollantayambo ou aguas claras para pernoite e depois seguir para Machu Picchu.
Outra duvida és referente aos ingressos dos parque. Vi no site oficial que tem 4 tipos de entradas,uma só para o parque, uma com montanhas diferentes e outro para visitacao ao museu. Na sua opiniao qual é o melhor por gentileza.
Se eu fizer machu pichu de manha, consigo fazer o vale sagrado no mesmo dia?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Adriana! Nossa série aborda todos esses aspectos. Por favor leia do início.

https://www.viajenaviagem.com/2016/04/viagem-ao-peru-roteiro-9-noites/

ANA TERESA
ANA TERESAPermalinkResponder

Bóia, gostaria de saber se vale a pena visitar as Montanhas Coloridas (Vinicunca), uma vez que estaremos em Cusco na volta do Machu Picchu. Como é feito o passeio?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Ana Teresa! É um passeio que envolve um altíssimo custo x sacrifício. Você caminha 4 horas para ir e 4 horas para voltar (numa altitude insana) ou precisa ir no lombo de cavalo. Tudo isso para chegar num lugar cujo efeito visual vai depender de haver sol. É uma típica atração da era Instagram, em que as pessoas se submetem a qualquer coisa para fazer a selfie que milhares já fizeram. Achamos tão roubada que sequer mencionamos, de propósito, no roteiro.

Ana
AnaPermalinkResponder

Olá! Obrigada pelas ótimas dicas: sempre consulto o vnv antes de viajar! Sobre as passagens de ônibus de Aguas Calientes p MachuPicchu, o posto de venda funciona 24horas? Obrigada

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Ana! Acredito que não. Mas não há a menor dificuldade para comprar, sobretudo agora que as entradas no parque são escalonadas por horário.

Luciana
LucianaPermalinkResponder

Olá!
Eu amei o seu roteiro, irei seguir em Lima, Cusco, Machu Pichu, mas eu também adoraria conhecer o Lago Titicaca. Andei pesquisando e não sei se vale à pena ir de Cusco para Puno e depois voltar para Cusco, parece um pouco desgastante. Olhei vôos de volta a partir Juliaca e eles não são bons, mais caros e muito longos. Você teria alguma dica sobre isso? Será que vale à pena voltar para Cusco?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Luciana! Voe de Lima a Juliaca, fique duas noites em Puno, siga de ônibus de Puno a Cusco.

Lisianne Motta Joakinson Boving

Olá! Meus pais já conhecem, sempre dizem que querem voltar. Ano que vem vão completar 50 anos de casados e quero organizar uma viagem com 12 a 15 pessoas. Somente adultos. Vc tem dica de hotéis em Cusco e o que fazer?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Lisianne! Dê uma olhada na série inteira, por favor. Este é só a introdução. Há um post sobre Cusco e Vale Sagrado.

Angélica
AngélicaPermalinkResponder

Não valeria a pena dormir passar pelo menos uma noite em Ollantaytmbo? Tem passeios interessantes pra fazer por lá?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Angélica! Descrevemos a etapa de Ollantaytambo no post de Cusco e Valle Sagrado:

https://www.viajenaviagem.com/2016/04/roteiro-cusco-e-vale-sagrado/

Eduardo Lopes da Silva

Olá! Antes de tudo, muito obrigado pelas dicas, foram muito valiosas!! Planejei minha viagem chegando dia 19/10 em Lima pela manhã, vou para Cusco dia 22/10, Ollantaytambo dia 25 e Macchu Picchu dia 26. Volto ao Brasil dia 29 partindo de Cusco com escala em Lima. Estou na dúvida do que fazer entre os dias 27 e 28. Vocês ficariam mais um dia em Macchu Picchu? Ou é melhor voltar para uma noite em Ollantaytambo e depois mais uma noite em Cusco? Ou direto para curtir as 2 noites em Cusco? Obrigado pela ajuda e parabéns mais uma vez!!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Eduardo! Fique mais uma noite em Aguas Calientes se você quiser fazer uma segunda visita a Machu Picchu, senão volte direto para Cusco.

Vanessa
VanessaPermalinkResponder

Olá. Vou em setembro ao Peru e fico 9 noites em Cusco. Além de seguir esse seu roteiro, pensei em incluir mais alguns destinos, como a Montanha Arco-Íris (Vinicunca), Lago Humantay e Lago Titicaca. Vi num comentário mais acima que vocês não recomendam a montanha Vinicunca. Poderia me dar algumas dicas sobre esses outros passeios?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Vanessa! Se você tem dias sobrando e examinou os prós e contras do passeio da montanha, vá em frente. A gente acha que tem muito contra e pouco pró, mas é só a nossa opinião.

Maria
MariaPermalinkResponder

Bóia,
Entendi a parte que vc aconselha dormir 1 dia em águas Calientes e assim farei. Mas a dúvida é: deixarei a mala no hotel de Cuzco já q no trem n pode levar a mala p Aguas calientes. Quando eu retornar a Cuzco no mesmo dia do passeio para pegar o voo de volta p Brasil, preciso dormir essa noite em Cuzco novamente? Ou passo no hotel só pra pegar as malas e vou pro aeroporto?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Maria! Não precisa dormir no hotel na volta se não quiser. Eles guardam a mala para você.

Rafael Vasconcelos

Olá pessoal! Excelentes dicas sempre!

Vamos eu e minha esposa para Machu Picchu, em set/2019, e gostamos de passear com calma e tranquilidade. Estamos na dúvida se vai dar mais vontade de ficar mais tempo do que as 4 h de duração do passeio na cidadela.

Como ainda existem ingressos para montanha Machu Picchu disponíveis hoje, pensamos se valeria a pena comprar os ingressos que incluem a visita desta montanha para nos dar mais tempo para curtir a cidadela Machu Picchu.

Isso é uma opção, ou na prática são ingressos diferentes e não daria para estender um pouco mais a visita na cidadela? Os guias aceitariam este passeio mais estendido... enfim, sabem algo sobre a viabilidade desta ideia de comprar passeio da montanha para aumentar a duração da visita?

Outra dúvida é que lemos aqui no blog que Ricardo Freire não recomenda muito a visita na montanha Huayna Picchu, mas não comentou sobre a montanha Machu Picchu. Teriam alguma recomendação/dica/sugestão sobre a subida nesta montanha?

Obrigado e parabéns pelo trabalho!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Rafael! O Ricardo Freire não desrecomenda Huayna Picchu. Apenas quer deixar confortáveis as pessoas que se sintam eventualmente pressionadas a fazer a extensão por achar que vão perder algo fundamental. Não vão. As duas montanhas são programas extras, para quem tem tempo e resistência física. Mas a decisão é absolutamente pessoal. Pesquise, veja fotos de quem já foi, compare com as fotos de quem não fez essas extensões, e veja se para você a extensão valerá a pena.

Lembre-se de que Machu Picchu será a última etapa de uma longa viagem em que você verá maravilhas diariamente, em passeios extenuantes. Quatro horas na Cidadela não são pouco tempo. Ficar mais tempo valia mais a pena quando dava para circular livremente pela Cidadela, voltando ao mirante principal. A magia está no panorama principal. Você vai ficar meia hora ali.

Localmente você saberá como estão rolando as visitas combinadas Cidadela + alguma montanha no que se refere à exigência de guias. Há relatos aqui de que a exigência não está sendo observada, e que as visitas combinadas estão dando direito a uma reentrada. (Mas eu me pergunto quem tem resistência de fazer o trekking de uma das montanhas, o circuito completo e voltar para mais um circuito completo no mesmo dia.)

Maria
MariaPermalinkResponder

Boa tarde. Melhores dicas da vida!! Estou indo mês que vêm e não encontro em lugar nenhum uma informação. Assim que termino o passeio, caso eu não tenha comprado o bilhete de ônibus da volta (mão de vaca, quero comprar só o da subida), posso comprar na hora lá em cima ou vou ter que descer andando?? Obrigada!!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Maria! Acredito que dê para comprar lá em cima, sim. Você pode confirmar essa informação na bilheteria de baixo, quando for comprar o bilhete de ida.

Felix
FelixPermalinkResponder

Olá! Tudo bem?
Os efeitos da altitude são muito intensos?
Quem sentir-se mal ou falta de ar, tem algum apoio médico local ou dos guias?
Obrigado.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Félix! Machu Picchu está a 2.500 metros, é mais baixo do que Cusco, que está a 3.400 metros. Há um posto médico na entrada do sítio arqueológico.

Leia:
https://www.viajenaviagem.com/2014/06/mal-de-altitude-soroche-sintomas-como-combater/

Valéria
ValériaPermalinkResponder

Olá. É seguro alugar um carro em Cusco para fazer as outras viagens?
Estou montando um roteiro de 10 dias de viagem, incluindo os dias de voos.
Tenho dúvidas sobre a segurança em relação à estrada e a altitude.
E também, se seria viável fazer todo esse circuito de carro, dentro do tempo que tenho.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Valéria! Não há absolutamente nenhuma vantagem em alugar um carro. Só desvantagens. Estradas no Peru não têm acostamento, os motoristas forçam ultrapassagens, é preciso ser escolado no trânsito de lá para dirigir.

Atenção: Os comentários são moderados. Relatos e opiniões serão publicados. Perguntas serão selecionadas para publicação e resposta. Entenda os critérios clicando aqui.
Bóia de férias. Só voltaremos a responder perguntas que forem postadas a partir de 3 de junho. Relatos e opinões continuarão sendo publicados.
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