Manaus e Anavilhanas em cinco dias: a Amazônia sem perrengues da Miriam

Viaje na Viagem
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Depois de passar pela Ilha do Marajó, a viagem da Miriam, em setembro de 2016, continuou para o Amazonas. No segundo post de uma série de três, veja como aproveitar o melhor de Manaus e da floresta em apenas 5 dias.

Texto e fotos | Miriam K

  • Manaus, expresso

Manaus serve de base para inúmeros passeios -- como o encontro das águas dos rios Negro e Solimões para formar o rio Amazonas, incursões rápidas à selva e encnotro com botos. Mas como tínhamos planejado ir para o arquipélago de Anavilhanas, a capital do Amazonas serviu somente como local para pernoite.

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Ficamos no Go Inn Manaus por ter sido muito recomendado aqui no VnV e que é simples, funcional e bem localizado. No check in já é debitado do cartão o valor combinado na reserva; se quiser abastecer o frigobar é só passar na recepção, pegar e pagar na hora o que estiver precisando. Assim, é como se o check out já estivesse feito. O hotel é extremamente limpo, tem sala de ginástica e longos corredores com uma estranha iluminação azul. O quarto é pequeno, mas tem cama enorme, bons lençóis, toalhas e travesseiros com banheiro funcional. Aqui também a pia fica do lado de fora do banheiro de forma que pode ser usada separadamente, o que é bem prático.

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A internet funciona, mas é bem básica, somente para e-mails e coisas bem leves, e não dá para fazer o back0up do celular por exemplo. O café da manhã começa bem cedo e tem frutas, pães e bolos -- o suficiente. No geral achamos que o hotel tem um excelente custo-benefício, ainda está novinho e foi feito para ter poucos funcionários.

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Igreja de São Sebastião

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Igreja de São Sebastião

Tivemos umas poucas horas antes do trânsfer para Anavilhanas, então fomos dar uma volta nos arredores. O Teatro Amazonas (Av. Eduardo Ribeiro, 659; tel. 92/3622-1880) fica a dois quarteirões do hotel. Construído em 1896, no auge do ciclo da borracha, é muito imponente e tem na cúpula uma bandeira do Brasil estilizada. Na ocasião Manaus era chamada de Paris dos trópicos. De segunda a sábado, das 9h às 17h, é possível fazer uma visita guiada por dentro do teatro. O valor do ingresso é R$ 10 e as visitas ocorrem a cada 30 minutos. Logo em frente temos a Igreja de São Sebastião que vale uma rápida passada.

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Tribunal de Contas do Amazonas

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Prédio da Alfândega no Centro Velho

Na volta de Anavilhanas, como tínhamos umas quatro horas em Manaus antes nosso voo, fizemos um city-tour com o guia Sardes Ramos (whatsApp 92/991-235-354) que nos levou inicialmente ao Centro Velho de Manaus. Nessa região há muitas construções impressionantes como o prédio da Alfândega, embora muitos outros estejam abandonados e em ruínas.

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Mercado das Bananas

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Mercado dos Peixes

Um outro local que vale a visita é o Mercado Municipal, dividido por setores como o dos peixes, bananas e o chamado Mercado Francês, que é a parte turística, construída nos moldes do Les Halles em Paris (e onde se vendem souvenirs amazônicos)

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O Porto de Manaus fica bem perto de lá e é o local de chegada de muitos pescadores que vendem suas mercadorias lá mesmo nos barcos e em lonas estendidas no chão naquele sol escaldante. Ali também acontece o embarque e o desembarque de passeios pelo rio que podem durar horas, ou seguir para locais muito mais distantes ao longo do rio Negro. Há barcos de todos os tamanhos, desde os que encostam na 'praia' até outros bem maiores que usam um grande píer que tem quiosques de comida e outros para comprar tudo que se precise para uma viagem de alguns dias.

  • Anavilhanas, com calma

Mapa da região no Anavilhanas Jungle Lodge

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O trânsfer foi bem pontual e está incluso na tarifa do Anavilhanas Jungle Lodge. A van passa nos hotéis a partir das 8 horas e chega ao lodge por volta das 10h30. Há uma pequena parada no meio do percurso na Pousada Terra Verde para esticar as pernas. Existe a opção de ir de hidroavião, que sai do Hotel Tropical às margens do rio Negro, mas se houvesse algum tipo de impedimento climático, teríamos que ir no transfer da tarde e assim perderíamos as atividades desse período.

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As opções de estada no Lodge variam de duas a cinco noites. Paguei com cartão 30% do valor do pacote de quatro dias e três noites (ou R$1.920,00) quando fiz a reserva (em fevereiro/16). O restante é cobrado na saída e estão incluídas todas as refeições e passeios. São chalés, bangalôs e bangalôs panorâmicos, todos com uma varanda com vista para a mata, rede, tendo de 28 a 70 m². As acomodações estão distribuídas ao longo de caminhos de cascalho sombreados pela mata e são rústicas, porém muito charmosas e confortáveis. Há uma cama enorme, com travesseiros maravilhosos, frigobar e uma varanda telada do lado de fora do ar condicionado com vista para a mata. O banheiro é enorme e super iluminado.

A caminho do restaurante havia uma bica d'água bem gelada para enchermos nossas garrafas a qualquer momento.

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A área comum do hotel próxima à recepção é muito charmosa, com vários ambientes para pequenos grupos em sofás ou mesas. Há ainda uma mesa de sinuca e um bar. Este é o único local onde funciona o celular da Vivo e o wi-fi, que é irregular e não permite a chamada com imagens, mas afinal estamos no meio da Amazônia... Há também piscina com borda infinita, um mirante a 13 metros de altura para observação da natureza e um redário sombreado.

Na chegada recebemos um esboço do programa que pode ser mudado se tivermos uma preferência específica. Ele é montado para que caiba a maior quantidade de atividades durante a estada. Há passeios para ver o nascer do sol e um para observação de animais à noite e todos os outros ocorrem de manhã ou à tarde e duram de uma a três horas.

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Para quem fica mais dias há um tour de reconhecimento do arquipélago com um barco maior.
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O rio funciona como uma avenida para a população local e há até um posto de abastecimento à sua beira.

Escolhemos o mês de setembro pela intenção de ver as praias que emergem das águas do rio Negro na época da vazante, que tem seu ápice em novembro. Segundo os guias as águas estavam baixando num ritmo de mais de 15 cm por dia, mas ainda não havia nenhuma praia visível, sniff... Em compensação, a visualização da floresta inundada foi uma das paisagens mais lindas que tive na minha vida.

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As refeições estão todas inclusas no programa. A mesa d cada casal é sinalizada com o animal do seu chalé, como tucano, arraia, golfinho, etc. O sistema é tipo bufê com uma mesa de saladas, pratos quentes e sobremesas. Todos os dias havia um prato com comida regional, carne, frango, peixe e outros que eram livres de glúten e lactose, além de pratos veganos.

Passeios que fizemos

No dia da chegada, depois do almoço fomos visitar os botos cor-de-rosa e o artesanato em Novo Airão. Todos os passeios se iniciam pela água; assim, eles nos entregam um colete salva-vidas que é usado durante toda a estada em Anavilhanas. No nosso caso, os coletes cheiravam azedo, tentei lavar os nossos com o xampu do hotel no final do primeiro dia, mas não adiantou nada, não secou totalmente durante a noite. Pedi para trocá-los, mas os outros estavam na mesma situação.

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A visita aos botos é muito legal. Chegamos num píer próximo e de van eles nos levam até um abrigo flutuante na beira do rio Negro onde há uma rápida explicação sobre eles. Há uma corda demarcando uma área onde os botos foram acostumados a receber alimentos quando há visitantes, então quando chegamos perto das águas eles aparecem aos montes e, quando a encantadora de botos mostra os peixes, eles pulam para fora da água para abocanhá-los em uma competição brava entre eles. Muitos têm marcas de mordida dos outros botos, mas não tivemos nenhuma demonstração de que eles poderiam agredir os humanos. As pessoas podem ficar ao lado da encantadora para tocá-los sentados na beira do píer. Essa foi a primeira oportunidade em que vimos de perto a coloração coca-cola das águas do rio Negro, que é transparente e escura ao mesmo tempo, muito interessante.

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Saindo de lá pegamos novamente a van para visitar uma comunidade que produz artesanato com madeira que não será mais utilizada. Trata-se da Nov'Art que faz lindas peças como pratos e animais como arraias, tucanos, botos, pirarucus, jacarés, piranhas, tatus, capivaras, etc. com restos de madeira de várias cores. Visitamos também uma loja de artigos indígenas com artesanato em palha.

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No hotel, o píer da chegada dos barcos é separado do da saída e está equipado com um pequeno bar, garçom, toalhas, caiaques, stand up pads e espaguetes que podem ser usados para flutuação. As recepcionistas já tinham dado a dica de ir de roupa de banho para aproveitar as águas na chegada de cada passeio. De início dá um pouco de medo de entrar na água porque não se vê nada nela, mas como são calmas e a temperatura é muito agradável, ficamos por lá até o anoitecer.

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As escadas de retorno ao hotel mostram os níveis das águas de cada ano na estação chuvosa.

Após o jantar o programa foi o da focagem noturna. São barcos com seis pessoas que vão margeando o rio Negro na procura de animais durante cerca de duas horas. O nosso guia tinha olhos de águia, pois conseguia enxergar coisas que eu só vi porque levei um binóculo. Ele usa um canhão de luz que faz os olhos dos animais refletirem. Vimos cobras, preguiças, passarinhos e quase vimos um jacaré que fugiu quando nos aproximamos, deixando só o movimento das águas. Quando os motores são desligados podemos ouvir os sons da natureza por alguns minutos. O mais incrível é que não há insetos por causa do pH da água que não favorece a sua proliferação.

A contemplação do nascer do sol começa às 5 da manhã quando batem na nossa porta para o passeio. No lobby tinha café na cafeteira elétrica e um pote com biscoitos doces e salgados. Saímos num breu total, mas logo foi clareando. O percurso de barco é de uns 15 minutos até chegarmos a uma região em que a vegetação é observada bem ao longe e atrás dela é que nasce o Sol. No dia anterior uma turista tinha nos dado a dica de tentar 'um encaixe' na primeira oportunidade e então fomos logo na manhã seguinte.

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Esse dia amanheceu nublado e assim, o reflexo das árvores nas águas não estava tão bonito.
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No dia em que estávamos realmente esquematizados para ir, houve um amanhecer quase sem nuvens e com águas calmas que permitiu o reflexo perfeito das árvores na floresta inundada. Então fica a dica, assim que tiver uma oportunidade, peça um 'encaixe' para o programa para garantir pelo menos um amanhecer perfeito.

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Voltando para o hotel, tomamos um bom café da manhã e a segunda atividade do dia foi a canoagem pelos igapós e igarapés da floresta inundada. Um igapó é a parte da floresta que permanece inundada na parte rasa do rio, sendo em geral bem densa e sombreada. Já os igarapés são os braços de rio que banham essa mata, sendo em geral rasos, estreitos e de águas calmas. O barco motorizado nos leva igarapé a dentro por cerca de 5 minutos.

Passamos então para as canoas que comportam até duas pessoas e têm cerca de 2 metros de comprimento (bem estreitas e rasas) e, diferente dos remos para caiaque com que se pode remar com os dois lados, o deles é bem curto e tem somente um lado da pá, justamente para não bater nos galhos logo acima de nós. Como o guia nos alertou contra manobras intempestivas que pudessem virar a canoa, fiquei com medo da minha descoordenação e levei somente uma máquina fotográfica antiguinha embora este passeio merecesse uma GoPro para fotografar sem medo.

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Dizem que a canoagem costuma quase dar divórcio porque são duas pessoas remando e quase sempre há uma descoordenação entre os remadores. No nosso caso sempre ficávamos para trás porque vira e mexe encalhávamos em algum galho, toco ou raiz. É um passeio bem contemplativo para observação da natureza e a parte mais legal são os sons dos pássaros e o barulho das águas causado pelos remos. Nesse mesmo horário passamos por um turista pescando piranha na parte mais funda do rio.

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Na parte da tarde fizemos uma caminhada na floresta de terra firme. Após um rápido percurso de barco, entramos na floresta através de umas escadas de madeira num barranco que dá acesso a uma mata secundária e mais para dentro a uma mata primária. Segundo nos explicaram, a mata secundária é aquela que já foi de alguma forma explorada e que depois foi deixada para se recuperar por si só. Dentro da mata quase não entra sol por causa das árvores altas e é bem abafado pela pouca circulação de ventos.

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Formigueiro vertical, mata firme e cipó (da esquerda para a direita)

O guia vai contando sobre as coisas que aparecem pelo caminho como as formigas tapiba que têm cheiro de limão e habitam formigueiros verticais de quase um metro de comprimento na superfície dos troncos das árvores. Ele mostrou o cipó apuí que é resistente o suficiente para nos penduramos nele como fazia Tarzan, madeiras de onde se tira uma essência para perfumes franceses e outra que as índias raspavam o pigmento e usavam para pintar o rosto. Há árvores enormes pelo caminho num caminho que pode ser fechado em algumas partes. A caminhada dura pouco mais que uma hora, mas não chega a ser cansativa. Não vimos animais, pois eles têm hábitos noturnos, só ouvimos uns poucos pássaros cantando ao longe.

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O guia nos mostrou uma aranha caranguejeira enorme que ele conseguiu atrair para fora da toca com um galho de árvore fininho.

Para quem fica mais tempo há várias outras atividades incluindo prática de arco e flecha, visita à comunidade cabocla Tiririca e passeios pelo rio Negro, ou pela parte norte do arquipélago -- mas para nós que fomos pela primeira vez à Amazônia, o pacote de três noites foi bem representativo. É um modo de se ter uma ideia da Amazônia sem perrengues.

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Na volta para Manaus pegamos o hidroavião logo cedo. Como o tempo na Amazônia é muito instável, só ficamos sabendo na última hora se ia ser mesmo possível, porque depende tanto do tempo em Anavilhanas como do tempo em Manaus. No dia anterior uma hóspede que iria de avião acabou tendo que ir de van, pois o tempo em Manaus estava instável e o avião não pôde decolar de lá, embora Anavilhanas estivesse com tempo aberto.

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Lagoa do Coração

Cada trecho custa R$ 2800 e pode comportar até 4 pessoas. O avião encosta no píer e voa bem baixinho, cerca de 5 mil pés. Como o tempo estava aberto observamos o arquipélago de Anavilhanas todo o tempo. O voo demora uns 35 minutos e a visão lá de cima é maravilhosa, mas como as janelas são muito pequenas, as fotos não são tão fiéis ao que podemos ver. Eu diria que é fechar com chave de ouro o passeio pela Amazônia. O avião pousa no píer do Hotel Tropical que fica bem afastado do centro da cidade, mas bem próximo ao aeroporto.

Obrigada pelo relato mega-uber-blaster detalhado, Miriam! Esta viagem continua. wink

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8 comentários

Marina
MarinaPermalinkResponder

Que saudades desse lugar...o mais especial que conheci!

Hanna
HannaPermalinkResponder

Que lindo passeio.
Qual a idade mínima recomendada para crianças para que ela possa fazer todos os passeios?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Hanna! O passeio do boto encanta a crianças de qualquer idade (desde que não tenham medo de bicho). Mas os outras atividades, que envolvem passeios mais demorados de barco, são próprias para crianças maiorzinhas, tipo de 7 anos para cima. Mas você pode perguntar ao lodge se não consegue uma babá para ficar com a criança quando fizer os passeios mais adultos.

Andre L
Andre LPermalinkResponder

Como funciona aluguel de telefone portátil via satélite com serviço de Internet em Manaus? Sei que Internet via satélite é necessariamente lenta, mas entre ter acesso a emails, Messenger e sites textuais de notícias ou ficar isolado completamente, há uma diferença.

Sabrina
SabrinaPermalinkResponder

Que delícia ler sobre este passeio e reviver o meu... Também fui em 2016, porém em abril. Fiquei 5 noites e fiz o passeio no barco maior (barco regional) pelo arquipélago... Indescritível! A Amazônia é um lugar único e foi um privilégio poder conhecê-la contando com a estrutura do lodge. Recomendo a todos!

Marta K
Marta KPermalinkResponder

Adorei o relato, muito gostoso de ler! Estivemos em dezembro, no ano novo, por 1 semana e fizemos esses mesmos passeios. Adoramos tudo! E também passamos a primeira noite antes de embarcar para Anavilhanas nesse hotel Go Inn que achamos super novo, limpo, prático e bem localizado. Fizemos a visita no Teatro e foi muito boa. Jantamos num restaurante bem em frente ao teatro maravilhosoooooo chamado Caxiri. Super recomendamos. Ao invés do hotel de selva ficamos hospedados no próprio barco hotel. Adoramos a opção! Foi diferente, valeu a pena!

Isabela
IsabelaPermalinkResponder

Lindas fotos!! Estamos pensando em ir para a Amazônia e Marajo na segunda quinzena de janeiro. Vcs recomendam a viagem para a região nessa época? Como é a questão das chuvas?
Fico receosa de não conseguir fazer os passeios. Estamos indo com nossos dois filhos de 5 anos.
Obrigada!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Isabela! A época desaconselhável para passeios de selva é a época mais seca. A chuva faz parte da Amazônia e não atrapalha, ajuda.

Atenção: Os comentários são moderados. Relatos e opiniões serão publicados. Perguntas serão selecionadas para publicação e resposta. Entenda os critérios clicando aqui.
Bóia offline! Vamos continuar aprovando comentários, mas a Bóia só volta a responder perguntas que forem feitas depois de 10 de abril de 2017. Obrigado pela compreensão.
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