Conte sua viagem insana e concorra a duas noites no Beach Park

Insano, Beach Park

Como vocês devem estar lembrados, fui recebido no Beach Park Acqua Resort com um desafio: se eu descesse no brinquedo mais radical do parque, o Insano (41 metros — 14 andares! — de queda praticamente livre) eu ganharia duas hospedagens de duas noites com pensão completa e acompanhante para o povo da Bóia.

Insano, Beach Park

Então bolei o seguinte concurso. Você vai lá na caixa de comentários e conta a viagem mais insana que você já fez, ou a maior insanidade que você já cometeu durante uma viagem. (De preferência com final feliz, vai.)

Ao contar a sua viagem insana, fazendo o comentário com um email válido, você estará automaticamente inscrito.

Depois de encerrado o prazo de inscrição, eu vou atribuir um número a cada comentário, seguindo um talonário de senhas comprado na papelaria.

O sorteio será público, com testemunhas, e transmitido pelo Twitter.

Pá-pum:

Valem as viagens insanas contadas entre hoje e a meia-noite de 20 de novembro, um sábado.

O sorteio será feito num happy hour no Rio de Janeiro, na noite do dia 22, uma segunda-feira, em lugar a ser combinado.

O prêmio não inclui passagem aérea nem gastos extras. Consulte as regras do prêmio clicando aqui. Ao participar você sinaliza que concorda com as regras.

E bora relembrar o meu momento insano?

219 comentários

Meu marido queria conhecer Pamukkale, na Turquia.
A nossa insanidade foi ter ido para lá de ônibus! Dez horas em um ônibus sem banheiro! O ônibus era muito confortável (leito), com tv e lanchinho, mas sem banheiro!
Pois bem, com isso eles faziam paradas a cada hora para deixar o povo ir ao banheiro. O problema é que quando eu decidi fazer uso dessa parada, encontrei um daqueles banheiro que você precisa usar de pé e agachar. Exige uma certa experiência, que eu não tenho. Pois bem, quando saio do banheiro bem tranquila, dou de cara com o marido deseperado porque o ônibus estava saindo. As outras paradas eram de mais ou menos vinte minutos e essa não deve ter durado cinco. Saímos correndo pela rodoviária deserta na madrugada de alguma cidade no meio da Turquia. Foi só subir o primeiro degrau do ônibus que o motorista arrancou..
Marido até se divertiu depois assistindo a uma novela turca. Como novela é tudo igual, saber turco não fazia a menor diferença, mesmo com a trama complicadíssima!
Bem, chegamos, depois de muitas horas, a Pamukkale, às cinco da manhã. Nosso motorista só chegaria às 5h45, o que nos levou a quase cair no maior golpe do mundo.Estávamos meio sonolentos, quando o onibus chegou, o que facilita a aplicação do golpe. Eu só escuto o povo gritando Pamukkale e um cara dizendo que ia nos levar para o hotel (sem nem saber qual era o nosso hotel). O marido e mais um monte de japoneses/chineses/coreanos entregaram as malas para o cara. Não sei o que me deu que eu acordei do estado zumbi em que eu estava e pedi para o marido pegar a nossa mala que nós não íamos com aquele cara. Nós esperaríamos o nosso motorista.

O turco ficou revoltado de nós não irmos com ele e começou a gritar comigo querendo o voucher do motorista e o voucher do hotel. E aí o cara não falava inglês direito, eu não falava turco.. Tentei ligar para nosso motorista, que não falava inglês e o cara turco ficava insistindo que a gente deveria ir com ele.. Tentava falar com o nosso motorista. Não sei onde os japas estavam a essa hora. Ainda bem que eu até que sou esperta às cinco da manhã. Fui até o balcão de uma das empresas da rodoviária e pedi para o cara ligar e falar em turco com o motorista para dizer que nós estávamos lá. Enfim, o motorista fake ficou revoltado.. Finalmente o nosso motorista chegou, super arrumado, de terno e tudo, e nos levou para o hotel. O maravilhoso Melrose Algau, que nos acolheu prontamente, mesmo antes do horário do check-in.

Você concorre com o número 1609

Tá, vou contar algo insano, mas nada tão radical assim. Aconteceu em New Orleans. Estávamos em dois casais, curtindo o Carnaval “Mardi Gras”, sem entender muito a sua lógica. Várias pessoas andando de um lado para o outro, com muitos colares no peito. Saímos à noite com nossos colares coloridos pelo Freanch Quarter (nós e uma multidão). Tive vontade de ir ao banheiro e pedi licença para subir em uma das casinhas lindas (estilo francês) para usar o lavabo(é preciso pagar caro para entrar nesses lugares). Não quis perder a oportunidade e fui toda faceira para a sacada abanar para a multidão, meus amigos e marido que estavam na rua. Ninguém me olhava e eu gritava “Olha eu aqui, gente!”. Foi quando minha amiga me viu e acenou para que eu saísse rapidamente dali. Foi nesse momento que percebi o “espírito do Carnaval de New Orleans” e minha máxima ingenuidade. Enquanto eu abanava, pura e sorridente, uma mulher -praticamente nua ao meu lado – recebia os colares que eram atirados para a sacada pela multidão. Ela então esfrega os colares em diversas “partes” do corpo e devolvia ao povo da calçada. Talvez se eu fosse um homem não seria insano, seria sorte grande. The End and simbora!

Você concorre com o número 1608

Bom, não tenho como falar sobre uma viagem insana… mas passei por uma experiência meio louca qdo estive em Praga, em 2008. Bem, eu queria ir para o castelo de Praga, que fica quase num elevado, onde tem o castelo, a cadetral São Vito, a pracinha e tudo o mais. Acontece que eu errei o caminho (de metrô) para o castelo e fui parar num jardim que é conhecido como “O Jardim de trás do castelo”. Pra chegar láaaa em cima, além de ter que comprar um bilhete pra entrar, tem que subir uma escadaria absurda. O jardim é lindo, agradável de ver, mas subir aquela escadaria toda acabou comigo, ainda mais no caloooor que estava (fui no verão – agosto).
Pois bem, isso foi de manhã cedo. Passei o dia todinho lá em cima (se não me engano, o bairro é Hradcany), e quando foi no final da tarde eu resolvi voltar. Como não sabia bem como voltar por outro caminho peguei exatamente o mesmo caminho. O calor já tinha passado, seria menos pior descer aquilo tudo. Tomei o caminho de volta… comecei a descer, descer, descer…. qdo chego lá embaixo, o portão tava… fechado!!! o.O!! Nossa… eu fiquei revoltadíssima, não sabia o que fazer. Pensei, pensei, pensei e cheguei a conclusão que não subiria aquela escada toda de jeito nenhum! Não pensei duas vezes… subi no muro, passei as perninhas pro outro lado (acho que devia ter +- 2,5m de altura) e… pulei! Conclusão: me ralei toda, bati o queixo (que ficou o resto da viagem todo roxo, hahahaha!), virei o pé e pra piorar: tinha umas pessoas no outro lado do portão que viram a cena toda!!! Ficaram me olhando com cara “nossa, que mulher louca!!! será que tá fugindo??” A máxima foi qdo uma japonesinha (ou chinesa ou coreana ou alguma coisa… nunca sei diferenciar!) meio sem graça depois da situação veio até mim e me perguntou como fazia pra entrar. Só falei que o portão obviamente, estava fechado, e que por ali ela não entraria.

Você concorre com o número 1607

Minha maior insanidade foi jantar no restaurante La Sponda, do hotel Le Sirenuse, em Positano. Violinos românticos, vista inacreditável, comida deliciosa, cifras incríveis. A insanidade valeu cada euro.

Você concorre com o número 1606

Bom, minha viagem inteira pra Europa foi uma doidera.Começamos fugindo de uma greve na Espanha e terminamos pegando 5 trens em um dia pra ir de Milão para Barcelona.

Agora, a parte mais insana aconteceu em Roma.
A gente (eu e uma amiga) estávamos num albergue e conhecemos uma brasileira por lá. Ai ela disse que morava em Livorno e estava em Roma por conta do show do U2. Como assim U2 em Roma e a gente não tinha visto? Aparentemente só a gente não tinha visto, porque a Itália inteira sabia.

Enfim, fomos ao Vaticano no outro dia, andamos pra caramba e entre um intervalo e outro a gente pensava no show… Bateu o estalo, e eu e minha amiga resolvemos ir pro estádio, tentar comprar de cambista. O universo parecia conspirar, porque o ônibus que saía do metrô direto pro Stadio Olimpico era justamente o metrõ próximo ao Vaticano.

Embarcamos no ônibus, lotado de gente feliz e a gente sem ingresso. Até então tudo bem. Acontece que não existe cambista por lá. Tinham só pessoas normais querendo vender por mil (isso mesmo MIL) euros um ingresso que pagou 65…. Ai o show começou, a gente lá na porta, e começamos a chorar por ouvir o show ao vivo. Em 2006 a gente queria ter ido em SP, mas nao conseguimos ingresso pra nenhum dos dois dias.
Uns seguranças viram a gente conversando em português e chorando, e se aproximaram, falando em italiano (claro) com a gente. Ai vocês imaginem a gente emocionadas, cansada e botando pra fora todo o nosso italiano Terra Nostra/Passione pra funcionar. Acabou que os caras deixaram a gente entrar, pq era pra “realizar os sonhos das nossas vidas”. Juro que minha reação foi abraçar o cara, espontanea mesmo.

A gente entrou e viu o Bono e cia. E o Luca e o Daniele realizaram nosso sonho mesmo!

Claro que esse tipo de coisa só lá pra fazer. Jamais faria a mesma loucura em SP, por ex….rs

Você concorre com o número 1605

Eu acho que a maioria das viagens ao exterior, viagens desempacotadas, para quem só fala português, são uma verdadeira insanidade. Mas, como toda insanidade, são surpreendendes!!!

Minha maior insanidade em viagem é proibida para menores…kkk.Entao vou ter de contar uma insanidade publicável!!!
Mergulhar na Polinésia com tubo, sem certificaçao. Nao é recomendável, eu sabia, mas nao resisti aos encantos daquele paraíso. É meio sem graça, mas nao deixa de ser uma insanidade…
Riq, parabéns pela sua “insanidade”!!!!Adorei, vc foi realmente super corajoso!!Gracias…por este ato heróico pelos leitores!!!

Você concorre com o número 1604

Estávamos em Belgrado. Onde é isso mesmo? Fomos conhecendo e gostando. Mas, como se fosse pouco estar em um País sem saber sérvio, nem tão pouco inglês, arriscamos uma visita ao país vizinho.
Pegamos uma van rumo à Budapeste. Cinco horas de viagem, que viraram dez por causa da imigração e do hotel escolhido por nós. Reservamos o Homeplus, que deveria chamar, Homemore, e o motorista da van, no seu 1º dia de trabalho na empresa, com todos os mapas na mão e GPS, não conseguia achar o endereço. Mais de duas horas rodando e saindo no mesmo lugar e nada. E como nos comunicar? O motorista sérvio, ele e nós só falando palavras soltas em inglês, um GPS deixando ele e nós malucos e nada de chegar. Não tive dúvidas: mapa na mão e assumi o controle: left e right, mimica, yes, no, ok… ok… chegamos. Puxa vida, suspiros aliviados e no final ainda veio o melhor e mais sincero elogio que já recebi na minha vida: you are better than GPS.
Nos encontramos na volta e nos cumprimentamos com se fossemos velhos e grandes amigos. Nunca mais vamos esquecer.

Você concorre com o número 1603

    Homeplus, que deveria chamar, Homemore, corrigindo: Homeless, o sem conforto, sem limpeza, sem claridade, sem ventilação, sem noção e por ai vai…

Riq : minha maior insanidade em viagem foi ir no aerobunda em Natal, ehehehe.

Você concorre com o número 1602

Chegamos, eu e meu marido, dia 05 de outubro em Belgrado, Sérvia. O vôo Barcelona/Munique atrasou, perdemos a conexão Munique/Belgrado, fomos colocados no próximo vôo (que seria o último do dia). Tentamos telefonar para avisar sobre o atraso e o horário de chegada, mas nem com dinheiro ou cartão conseguimos, a ligação caia em uma mensagem em alemão e não entandíamos absolutamente nada. Chegamos em Belgrado as 22 horas e não as 17 horas, conforme previsto. O motorista que foi nos buscar já havia ido embora. Não falamos nem inglês, imagina sérvio… Com endereço na mão e palavras soltas em inglês e mímica conseguimos um motorista de táxi e chegamos ao nosso destino. No prédio não tem porteiro e a minha sobrinha, até então, não sabia o que havia acontecido conosco. Um carro estacionou próximo ao prédio e pedimos a pessoa que ligasse o número de telefone da minha sobrinha, pedimos com palavras soltas em inglês e mimica. Com o telefone anotado o rapaz, gente boa, falou em sérvio, ele não entendia, minha sobrinha não entendia, foi quando ele nos passou o celular e nós falamos em bom português e ai tudo resolvido. Agradecemos imensamente a ajuda daquele estranho que nos salvou, noite em Belgrado, frio, deserto, sem falar sérvio ou inglês, só com endereço e nº de telefone na mão. De cara já gostamos dos Sérvios e nos tornamos fãs: Djokovic (tênis), Partizan (simpatisei mais com esse) e o Estrela Vermelha (futebol); tem a modelo brasileira Adriana Lima casada com o jogador Mirko Jaric (NBA), e para fechar com chave de ouro, comida boa e barata e uma ótima surpresa, entre tantas: o melhor cheesecake que já experimentei na vida (conheço poucos, mas de peso: Outback (Brasil), Junior’s e PJ Clarks (Nova York)!!! Amamos muito tudo aquilo…

Você concorre com o número 1601

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