Conte sua viagem insana e concorra a duas noites no Beach Park

Insano, Beach Park

Como vocês devem estar lembrados, fui recebido no Beach Park Acqua Resort com um desafio: se eu descesse no brinquedo mais radical do parque, o Insano (41 metros — 14 andares! — de queda praticamente livre) eu ganharia duas hospedagens de duas noites com pensão completa e acompanhante para o povo da Bóia.

Insano, Beach Park

Então bolei o seguinte concurso. Você vai lá na caixa de comentários e conta a viagem mais insana que você já fez, ou a maior insanidade que você já cometeu durante uma viagem. (De preferência com final feliz, vai.)

Ao contar a sua viagem insana, fazendo o comentário com um email válido, você estará automaticamente inscrito.

Depois de encerrado o prazo de inscrição, eu vou atribuir um número a cada comentário, seguindo um talonário de senhas comprado na papelaria.

O sorteio será público, com testemunhas, e transmitido pelo Twitter.

Pá-pum:

Valem as viagens insanas contadas entre hoje e a meia-noite de 20 de novembro, um sábado.

O sorteio será feito num happy hour no Rio de Janeiro, na noite do dia 22, uma segunda-feira, em lugar a ser combinado.

O prêmio não inclui passagem aérea nem gastos extras. Consulte as regras do prêmio clicando aqui. Ao participar você sinaliza que concorda com as regras.

E bora relembrar o meu momento insano?

219 comentários

Minha viagem insana foi, na verdade, nossa lua de mel…
Como teríamos 30 dias de férias, juntos, sem saber quando isso se repetiria novamente, resolvemos ir para o Japão! O Japão é lindo, e a viagem foi ótima. A parte insana é que era lua de mel, é tudo muito longe e cansativo para ser romântico!

Você concorre com o número 1619

A coisa mais insana que fiz, juntamente com minha esposa, foi visitar a praça da bastilha, em dezembro de 2007, durante um período agitado por lá (novidade…), em que os jovens dos subúrbios estavam revoltados com a polícia – se justamente ou não a discussão não cabe aqui. Pois bem, estavamos lá tirando fotos, quando de repente chegam mais de uma dezenas de viaturas policiais, com sirenes ligadas, e os policiais começaram a “dispersar” os manifestantes que estavam ao pé do monumento protestando. Nossa saída de lá foi a mais à francesa do que nunca.

Você concorre com o número 1618

Minha viagem insana? Deixa eu pensar… Ih! Não tive. Conto com o Riq para me proporcionar minha viagem mais insana! Não existe insanidade maior que queda livre de 14 andares. Isso sim, é uma viagem insasa, e eu quero realizar pra poder ter mais um item cumprido na minha lista!

Você concorre com o número 1617

Ir de SP a Caldas Novas (750 km) de madrugada, sem dormir no dia anterior, com certeza foi a viagem mais insana e irresponsável que já fiz.

Você concorre com o número 1616

Minha maior insanidade foi ter feito um vôo de ultraleve, com emoção, em Piúma-ES. A praia não tem nada pra ser visto (o que eu fui fazer lá?), ainda mais em um ultraleve velho? Pra piorar a insanidade, o piloto fez um vôo “com emoção”, uma manobra (acho que chama stoll), parecia que eu ia ter o fim inglório de morrer naquele cacareco. Eu tinha 19 anos e, nessa idade, insanidades são perdoáveis…rs

Você concorre com o número 1615

    Caramba! Acho que você deveria ganhar a menção honrosa, Silvia. Ultraleve em Piúma??? rsrsrs

Coragem hein!!

Minha viagem insana foi no carnaval de 2009. levantei e meu irmao perguntou o que eu ia fazer e disse que nada. ele então sugeriu: “vamos para a casa da tia em Blumenau?” e eu falei: Vamos!! isso já era sabado de carnaval quase 12h… e liguei pro noivo, empacotei uns biquinis e chinelo e pegamos a estrada. Foi chuva no caminho, cansaço, fome, e o horario de saida que foi uma insanidade só… (moro em SJ Rio Preto/SP). Chegamos por volta de 3horas da madruga na casa da tia. resumindo o feriadão, passamos mais tempo no carro que na praia, mas Bombinhas foi inesquecivel, mesmo pegando cerca de 6horas de encarrafamento pra sair do lugar! A VOLTA pra casa que foi emocionante! foi a noite! teve guarda parando e querendo prender o carro (pq o meu irmaozinho trocou os documentos aff!) até “passamos” da entrada do posto e como num filme de terror…. tudo escuro, trovoadas muita chuva e sem combustivel!!
Foi tudo uma grande loucura, mas nunca me diverti tanto em viagens!!
Abraços

Você concorre com o número 1614

Tenho várias viagens insanas mas nunca nos lembramos da melhor para falar nesses concursos. Tenho algumas sobre idiomas que não temos a mínima idéia de como falar como por exemplo quando estávamos eu e meu namorado em Budapeste. Eu estava com infecção urinária e cheguei no parque da cidade já sabem onde eram todos os banheiros disponíveis. Só não sabia que estava acontecendo a meia-maratona de Budapeste e que o final da Maratona era justamente no parque, então vários banheiros estavam com difícil acesso devido a presença do público. Fui direto a um organizador da meia-maratona achando que ele pelo menos sabia falar inglês, mas nada. Tentei português, espanhol, francês, alemão e ele só fazia que não com a cabeça… Aí tive que falar com mímica mesmo. Ele entendeu e conseguiu me passar com mínicas + húngaro os banheiros localizados mais perto. Foi bem difícil e continuar fazendo todos os programas e viagens mesmo estando passando muito mal também. Ainda fomos a muitas cidades depois disso: Praga, Cracóvia, Berlim, Copenhaguem e Londres, sempre com todos os mapas disponíveis de banheiros a mão. E ainda levei um puxão de orelha do meu médico quando cheguei ao Brasil com 40º de febre. Hoje ao ouvir os comentários de pessoas que morrem com infecção urinária vejo o quanto insana eu fui naquela viagem.

Você concorre com o número 1613

Insamente em 2005 eu e minha esposa decidimos fazer trekking na patagônia sem a menor experiência. Com a ajuda da internet reservei tudo: vôo, hotel, hospedarias, guias e comprei os equipamentos necesários: bota, underwear, fleece, mochila, etc.

A história é longa, mas vou tentar resumir. Já no aeroporto de Guarulhos primeiro susto:

1) O RG militar da minha esposa não foi aceito. Corremos para o Poupatempo de Guarulhos e depois de muita choradeira conseguimos emitir um RG na hora (na época morávamos em Campinas – tive que ligar par a minha vizinha arrombar a porta do meu apto, achar minha certidão de casamento e nos passar um fax – só assim o eles poderiam emitir o documento

Chegamos em Santiago, passamos o dia descansando do susto #1 e no dia seguinte pegamos um vôo para Punta Arena. Era véspera de natal e chegamos no último vôo. Segundo susto:

2) O motorista que acertamos para nos pegar não apareceu e o aeroporto fechou com a gente lá! Nào conseguiamos ligar para a pousada, nem para o motorista nem para ninguém. Ficamos sozinhos lá esperando. Um casal de chilenos super simpáticos, antes de ir embora, vendo nosso desespero nos convidou para passar o natal com eles na casa deles. Agradecemos mas resolvemos esperar mais um pouco. Depois de umas 2 horas o motorista apareceu dizendo que estava com o horário errado de chegada do nosso vôo.

Bom, entramos no carro e seguimos viagem por mais 3h e meia até Puerto Natales, onde tinhamos uma pousada reservada. A chave do quarto estava com o motorista (era mais uma hospedaria que uma pousada). Enfim chegamos às 2am do dia 25 de dezembro, descarregamos e subimos ao nosso quarto loucos por um banho. E ao tentar abrir as malas…

3) A bolsa da minha esposa com as chaves da mala, passaporte, documentos, dinheiros, cartões, tudo tinha ficado no taxi!! Desesperado saí na rua mas ela estava deserta (véspera de natal numa cidade de 20mil habitantes). Em frente a hospedaria tinha uma casa toda enfeitada e acesa. Batemos na casa e pedimos ajuda. A simpática chilena nos acolheu e nos ajudou ligando para todas as empresas de rádio taxi da cidade, mas não encontrou o motorista que nos trouxe. Então me botou no carro dela e saímos pela cidade de ponto em ponto até achar ponto do motorista “que pegou um casal no aeroporto”. Ele já estava dormindo, mas acordou e veio nos trazer a bolsa com tudo dentro!!!!

Fomos dormir por volta das 4am e acordamos as 7am para começar um trekking de 6 dias pelo parque. Detalhe: primeira vez de caminhada longa, primeira vez num lugar tão frio, primeira vez carregando aquela mochila enorme! Insano! Mas maravilhoso.

Você concorre com o número 1612

A coisa mais insana que já fiz numa viagem, foi quando com 19 anos (agora tenho 25) viajei de carona pelo nordeste com duas loucas amigas. Além de pegarmos carona (que já era considerado algo insano), como estavamos com pouca grana e nenhuma pousada beira de estrada pra nos receber, pedimos a um caminhoneiro, que estava parado num posto e trabalhava para empresa Ortobom, para nos ceder um espacinho na parte de trás do seu caminhão baú para dormirmos. Pois é, dormimos num caminhão baú, fechado, junto com o caminhoneiro. Foi inicialmente insano, mas depois, vimos que estavamos muito bem protegidas e extramamente confortáveis. =] Além de em ótima companhia, pois o caminhoneiro foi super gente boa! (detalhe: nao contem pra minha mãe, ok? rs)

Você concorre com o número 1611

Olha, insanidade, insanidade não foi. Mas dada a minha realidade financeira, foi uma temeridade.

Na minha última viagem aos EUA, enfiei o pé na jaca na loja da Victoria’s Secrets. Fiz estoque, mesmo. Comprei a linha completa de hidratantes, colônias e sabonetes líquidos da Secret Garden, mais uma promoçõezinhas aqui e acolá e… US$ 300 dólares gastos. Pense que cada hidratante, por exmeplo, custa US$ 5. Daí, faça as contas de quanto eu comprei.

Saí da loja com a consciência pesada. Fiquei tão incomodada com o abuso no cartão de crédito que meu inconsciente me castigou.

Naquela noite, sonhei que era namorada do Hugo Chávez. Pois é.
No meu sonho, o william bonner me entrevistava, incrédulo: como podia uma moça como eu estar namorando com aquele trubufu. E eu respondia: “Cara, eu não tenho a menor idéia. Só sei que eu sou namorada dele!”

Entendi a mensagem do meu inconsciente. Cada vez que tinha vontade de comprar alguma coisa, puxava meu cartão de crédito e me lembrava do trauma do pesadelo.

Só sei que o trauma foi eficaz, viu? Meu marido me elogiou, disse que eu nada gastei no cartão de crédito.

Noves fora, recomendo pesadelos com Hugo Chávez. Eles geram uma economia que vou te contar, viu? ;o)

Você concorre com o número 1610

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