Pousada da Amendoeira

Onde ficar na Rota Ecológica

A Rota Ecológica é uma mina de pousadas charmosas à beira-mar. Escolha a pousada como o seu destino para esquecer da vida.

Do sul para o norte:

Barra de Camaragibe

Infinito Mar

O trecho litorâneo da Rota Ecológica começa no vilarejo de Barra de Camaragibe, que fica na barra do rio. A meio caminho entre a vila e a Praia do Marceneiro estão duas pousadas.

Pousada Marceneiro

A nova Pousada Marceneiro, com quartos dispostos numa casa de dois andares plantada num gramado à beira-mar. Nota no Booking: 9,4 (setembro/2020).

Infinito Mar

A Infinito Mar, com apartamentos arejados e uma bela piscina junto à praia, num trecho isolado por pedras, que funciona como uma praia particular (não recebe crianças). Nota no Booking: 8,9 (setembro/2020).

Paru Boutique Hotel

Vilas do Paru

A Praia do Marceneiro, uma das mais bonitas da Rota, ganhou uma pousada pé-na-areia: a Paru Boutique Hotel, com chalés de um ou dois quartos com cozinha equipada, dispostos em duas villas de dois andares. O Bar da Praia, que funciona durante a semana do réveillon Milagres, ocupa uma parte do terreno. Nota no Booking: 9,4 (setembro/2020).

Praia do Riacho

Riacho dos Milagres

Pousada Riacho dos Milagres

Já no município de São Miguel dos Milagres, a Praia do Riacho é uma das mais bonitas e tranqüilas, mesmo com um ponto de receptivo na única entrada pública para a praia. Num ponto longe dali, a Riacho dos Milagres costuma oferecer uma das melhores relações custo x benefício da região. Os apartamentos ficam na sede da pousada, e não em bangalôs isolados. Tem piscina e mirante — e aceita crianças. Nota no Booking: 9,2 (setembro/2020).

São Miguel dos Milagres

Encanto das Águas

Pé na areia junto à muvuquinha da praia de São Miguel dos Milagres, a pousada Encanto das Águas leva jeito de casa de sítio. Os quartos, compactos, se abrem para uma varanda em meia-água comum a toda a casa. Nota no Booking: 8,4 (setembro/2020).

Praia do Toque

Pousada do Toque

Pousada do Toque

A pousada que imprimiu à região a marca da hospedagem de charme é a Pousada do Toque, dos meus queridos amigos Gilda e Nilo. Os apartamentos são amplos e bastante confortáveis: o maior (Bem-Te-Vi), tem 160 m², piscina, sauna e sala de massagem privativa; mas mesmo os mais básicos oferecem mais conforto do que pousadas de luxo da mesma faixa de preço, em outras latitudes. Dos 16 apartamentos, 6 ocupam bangalôs individuais. Quatro deles vêm com piscina privativa e outros seis têm ofurô e jardim de inverno. Não passa ano sem que a pousada inaugure um novo ambiente — hoje o Toque tem sushi bar, cozinha gourmet (onde o hóspede pode cozinhar, recebendo os ingredientes necessários, como parte da meia-pensão), loja, um pequeno spa com sauna, sala de fitness, um elegante living com biblioteca e mesa de sinuca e um charmosíssimo restaurante de praia (inaugurado há dois verões). Mesmo com toda essa estrutura, a pousada conserva as características que me fizeram me apaixonar pelo lugar, 14 anos atrás: a total falta de afetação, a cozinha deliciosa do Nilo e a simpatia da equipe, estrelada pelo garçom-figuraça J.R., autor de uma magnífica caipiroska de limão, gengibre e manjericão. Crianças são aceitas, mas há uma limitação de vagas. Nota no Booking: 9,1 (setembro/2020).

Casa Acayu

Casa Acayu

Antiga Pousada do Caju, a Casa Acayu prima pelo capricho e pelo serviço esmerado. Os donos, os dedicados portugas Zé Carlos e Alírio, aplicam padrões de grande hotelaria numa pousada pequena e de ótimo custo x benefício. Os apartamentos mais em conta são pequenos e ficam na sede, construída antes da dupla comprar a pousada. Com os anos vieram os bangalôs de luxo (todos com banheira integrada a um jardim de inverno), uma ótima piscina (com bar molhado e cascatinha) e um restaurante com mesas que podem ser postas no jardim (não deixe sua estada acabar sem provar o bacalhau). A última adição é uma suíte elevada com vista total do mar. A pousada fica a menos de 5 minutos de caminhada da praia, mas não deixa de ser pé na areia: no caminho do portão ao mar não há nenhuma construção; você anda sob o coqueiral. Funcionários montam guarda-sol e cadeiras na praia e levam pedidos feitos pelo celular. Não aceita crianças.

Pousada Amendoeira

Pousada da Amendoeira

A Pousada Amendoeira é uma graça e tem uma energia especial. Você pode filmar um comercial da Natura aqui — ou fazer uma capa de “Vida Simples”: essa é a vibe do lugar. Os donos atuais, o israelense Tsachy (diga: Tsárri) e a paulistana Gessy, respeitaram o DNA de juventude e comprometimento com a sustentabilidade da pousada, e acrescentaram conforto e charme. Os bangalôs têm luxo onde importa: colchões, travesseiros de pena de ganso, roupa de cama, ar condicionado, mas não há nada supérfluo. Ah, sim: três bangalôs têm ofurô (um deles fica num jardim privativo). A culinária é saudável e sem frituras — e inventiva e gostosa, garanto. A ausência (proposital) de piscina leva a aproveitar a paz dos gazebos da praia ou usar as bicicletas, caiaques e equipamento de frescobol que a pousada oferece sem taxa. Não há restrição para receber crianças. Nota no Booking: 9,7 (setembro/2020).

Pousada Origami

A Pousada Origami tem gostosos chalés dispostos ao longo de um gramado bem-cuidado. Não tem piscina e aceita crianças. Nota no Booking: 9,7 (setembro/2020).

Pousada Abaetetuba

abaetetuba

A Pousada Abaetetuba tem três espaçosíssimos chalés de boa arquitetura e ótimo astral, num terreno amplo, sob a sombra de coqueiros altos. Os donos são o Vittorio e a Luisa, um casal de italianos que freqüenta a praia há quase 15 verões e resolveram lançar âncora por aqui. O iogurte do café da manhã é orgânico e as massas são veramente italiane. Nota no Booking: 9,7 (setembro/2020).

Porto da Rua

Côté Sud

cote-sud

Um pouquinho antes do vilarejo, num trecho sossegado da praia, está a Pousada Côté Sud, uma das pioneiras da região. Tem a maior frente de praia entre as pousadas ao sul do rio Tatuamunha, com espaço suficiente para espalhar seus bangalôs pelo coqueiral. Os donos, Corinne e Roger, são belgas. A cozinha, a cargo de Corinne, é bastante elogiada, com um pé na Europa e outro em Alagoas. A piscina, debruçada na praia, é a única da região com borda infinita. Das espreguiçadeiras vê-se de esguelha os barquinhos da praia central do povoado de Porto da Rua, que está a cinco minutos de caminhada. Oferece bom custo x benefício. Não aceita crianças. Nota no Booking: 9,5 (setembro/2020).

Villa Pantai

Depois de passar alguns anos ameaçada pela erosão, a Villa Pantai viu o mar devolver em dobro a areia que tinha roubado de sua frente. Hoje seus sobrados de dois andares não agridem mais a paisagem como eram antes. Tem piscina e um bonito deck. Aceita crianças. Nota no Booking: 9,2 (setembro/2020).

Pousada do Sonho

Já a caminho da foz do rio Tatuamunha, a Pousada do Sonho é a mais rústica das pousadas à beira-mar — e por isso costuma ser a mais em conta. A praia em frente ganhou bastante areia, escondendo um pouco a pousada. Há duas suítes com capacidade para cinco pessoas; a mais bacana fica praticamente pé na areia. Não tem piscina, mas oferece caiaque e equipamento para stand-up paddling. Aceita crianças. Nota no Booking: 8,4 (setembro/2020).

Angá Beach Hotel

anga

Depois de muitos anos fechado, o antigo resort Costa dos Corais está reabrindo neste verão de 2015 como Angá Beach Hotel. Tem um prédio de apartamentos e duas dúzias de bangalôs a caminho do mar. Um rio passa dentro da propriedade. As áreas já reformadas revelam um belo upgrade do que eram. Prefira os apartamentos térreos, chamados “superiores”, que ganharam grandes portas na varanda que deixam mais luz entrar. (Mas mesmo os apartamentos do segundo andar, “standard”, estão com mobiliário e equipamentos novos). Os bangalôs ainda não foram reabertos: serão ampliados e reformados depois do verão. O trecho de praia em frente é deserto; a foz do Tatuamunha está a menos de 10 minutos e caminhada. Nota no Booking: 8,7 (setembro/2020).

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Praia de Tatuamunha

Passando o rio Tatuamunha, começa o município de Porto de Pedras. Sempre foi difícil explicar que essas praias não pertencem a São Miguel dos Milagres. Com a popularização de Milagres, ficou impossível.

O trecho de Tatuamunha é desabitado e tem densidade demográfica mínima: a única entrada pública para a praia é junto à foz do rio (onde há uma farofa algo barulhenta nos domingos e feriados). Na frente da sua pousada, porém, não passará viv’alma.

Borapirá

borapira

A Borapirá está num amplo terreno à beira-mar, todo gramado, e tem duas piscinas — uma para adultos, outra infantil. É a pousada mais amigável para famílias com crianças: na temporada, tem recreadora. Os bangalôs são suuuperespaçosos. Nota no Booking: 9,1 (setembro/2020).

Villa Tatuamunha

Já a Villa Tatuamunha tem só dois anos e leva jeito de casa de praia; não tem piscina e, na maré alta, fica rente à água. Aceita criança. Nota no Booking: 9,1 (setembro/2020).

Praia da Laje

Também conhecida como “das Lajes”, “do Lages” e “do Lage”, mantém-se sossegadíssima pelo difícil acesso público e pela fama da vizinha Patacho, que atrai a atenção dos curiosos e da especulação imobiliária, deixando quieto esse cantinho.

Aldeia Beijupirá

Aldeia Beijupirá

A Aldeia Beijupirá deixa você pé na areia na praia mais bem desenhada da Rota. As áreas sociais são puro charme, decoradas com objetos que remetem às navegações portuguesas e móveis de design clássico recriados com materiais autóctones. A piscina tem um gazebo gostosíssimo; o restaurante segue o cardápio consagrado do Beijupirá de Porto de Galinhas — mas agora ganhou a companhia de um segundo restuarante, esse externo, o Uí. Os bangalôs (aqui chamados malocas) fazem a linha rústico-clean; o astral é de Grécia em Alagoas. Não aceita crianças. Nota no Booking: 9,5 (setembro/2020).

Pousada Villages

Sem acesso direto à praia, a pousada Villages tem cinco chalés branquinhos e uma piscina bacana. Entre a pousada e a praia não há construções, só coqueiros. O restaurante Uí e o bar Balai de Gatos ficam nos fundos, do outro lado da rua. Nota no Booking: 9,9 (setembro/2020).

Praia do Patacho

Reserva do Patacho

A novidade de 2015 no Patacho é a pousada Reserva do Patacho, com quatro bangalôs embaixo de um coqueiral à beira-mar. A piscina — muito bonita — fica do outro lado da mureta, no restaurante Cokoloko, dos mesmos donos, que também pode ser usada por day-users.

Pousada Patacho

Primeira pousada a se instalar no pedaço, a Pousada Patacho é a mais fotogênica de toda a Rota. Se uma equipe da Elle Décor francesa chegar a qualquer momento sem aviso prévio, não precisará fazer nenhuma produção para realizar sua matéria. São apenas cinco apartamentos — dois na casa principal, três em chalés individuais no caminho da praia. Em todos, o bom gosto não se separa do aconchego. Já tem piscina.

Pousada Xuê

A Pousada Xuê abriu há dois anos. Os bangalôs praianíssimos ficam enfileirados no gramado a caminho do mar, onde há um deck de madeira sobre a areia. O restaurante, comandado pelo chef italiano Guido Migliorini (de passagens pelo D.O.M. e Emiliano, em São Paulo), combina peixes e frutos do mar frescos com ingredientes locais e sazonais. Não tem piscina; aceita criança.

Vila do Patacho

A supersimpática Vila do Patacho é composta por casinhas completas com cozinha e chalés sem cozinha construídos na lateral do terreno, para não desobstruir a linda vista do mar. Todas as unidades têm café da manhã e limpeza incluídas. O restaurante funciona para almoço e jantar. O preço em conta faz da Vila do Paacho uma ótima opção para famílias e para temporadas mais longas do que aquela semaninha-padrão na praia. Não tem piscina; aceita criança.

Japaratinga

Nos 9 km que separam a balsa do rio Manguaba da vila de Japaratinga, apenas dois trechos têm maior densidade de construção: a praia do Pontal, onde há um loteamento de casas, e o entorno da Praia das Bicas, que se tornou um povoado. Dali até a entrada da vila as pousadas ficam em trechos desertos de praia.

Pé na Areia

Les Terrasses

Praticamente na esquina do mar com o rio, a Pé na Areia tem chalés branquinhos com portas envidraçadas, móveis leves e contemporâneos. Tem piscina. Nota no Booking: 9,9 (setembro/2020).

Igarakuê

Um pouco adiante, o hotel Igarakuê tem dois andares, apartamentos básicos, piscina (de fibra) e boa frente de praia. Nota no Booking: 9 (setembro/2020).

Pousada Humaitá

Humaitá

Próxima à praia das Bicas, a Pousada Humaitá tem apartamentos caprichados e uma piscina com mobiliário de qualidade. Para acessar o deck da praia é preciso atravessar a rua. Nota no Booking: 8,9 (setembro/2020).

Vila Cobé

Mais à frente, na isolada praia de Bitingüi, a Vila Cobé tem um gostosíssimo gramado com redes e quartos com charme rústico. Nota no Booking: 9,4 (setembro/2020).

Estalagem Caiuia

A Estalagem Caiuia tem quartos compactos praticamente sobre a praia e um ótimo restaurante. Nota no Booking: 9,4 (setembro/2020).

Hotel Bitingüi

Já o veterano Hotel Bitingüi tem estrutura de pequeno resort. Nota no Booking: 9,2 (setembro/2020).

Pousada do Alto

Pousada do Alto

Pertinho da vila, no topo de um morro, a Pousada do Alto é um camarote para a mais bonita vista da Rota Ecológica. De sua piscina de borda infinita você aprecia o vaivém radical da maré, que torna a praia lá embaixo diferente a cada hora do dia. Originalmente o lugar era uma casa (mansão!) de praia. Adaptado para pousada de luxo, não perdeu o flair burguês. O dono, o afável Leopoldinho, mantém tudo no maior capricho. Obras de artistas alagoanos e pernambucanos estão espalhadas pela propriedade; o jantar é à luz de velas. O cardápio é tão sofisticado quanto a casa. É preciso ir de carro à praia, mas… com essa piscina, é provável que você só desça quando for passear de barco ou de jangada… Não aceita crianças. Nota no Booking: 9 (setembro/2020).

Albacora

Para quem faz questão de ficar no centrinho da cidade, o hotel Albacora é a melhor pedida. Sua estrutura é conveniente para famílias. Nota no Booking: 8,5 (setembro/2020).

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60 comentários

Olá, ótimas dicas!
Estou remarcando uma viagem com uma amiga para Maceió. A principio o destino seria Milagres, mas agora estamos na dúvida. Vamos remarcar provavelmente para o feriado de 02 de Novembro 2021 (6 dias).
O que vocês nos aconselhariam sobre destino, onde teríamos mais passeios e atividades para fazer. Obrigado!

    Olá, Tiago! A região da Rota Ecológica é boa para descansar. Se você quer passear, escolha Maceió ou Maragogi, ou divida a estada entre as duas.

Gostaria de saber se tem alguma preferencia entre a pousada do toque e a paru boutique hotel…. estou planejando a viagem para o inicio de agosto e estou em duvida entre as duas!

    Olá, Isabella1 A Pousada do Toque está num trecho mais reservado de praia e tem alguns chalés com piscina privativa. O Paru é mais novo, tem maior frente de praia e uma linda piscina. A praia tem acesso público mais fácil. As acomodações são apartamentos dispostos em pequenos blocos.

Ola, estou planejando uma lua de mel para essa regiao, pensei chegar por maceio e seguir de carro alugado. O que acha da sequencia de 3 dias em Praia do Patacho e 2 dias em Japaratinga? Obrigado!

    Olá, Ricardo! Mudar de hotel só vale a pena se você quiser ficar num hotel melhor em Japaratinga ou se vai aproveitar para visitar Maragogi. Se for por causa da praia de Japaratinga, não vale a pena sair do Patacho.

    (Lembrando que o Japaratinga Resort não fica no trecho da Rota Ecológica, fica na orla sul de Maragogi, mesmo que já esteja em outro município.)

    Gratidão pela resposta. Mas a idéia é pegar um melhor na Praia do Patacho (Samba Pa Ti) e algo “normal” em Japaratinga. Resort não passou na nossa cabeça, queremos pousada mais aconchegante. E sobre ir a Maragogi, você acendeu uma luz nas nossas cabeças. Depois da hospedagem em Patacho, aconselha hospedar em Japaratinga ou Maragogi? Em Maragogi, se for para conhecer durante um dia, aconselha qual passeio? Obrigado novamente!

    Olá, Ricardo! Depois da Samba Pa Ti, Japaratinga só não seria um downgrade se vocês fossem para a Pousada do Alto, que oferece o luxo da vista “aérea”, que nenhuma outra pousada da Rota tem.

    Caso você esteja pensando em Japaratinga para economizar na hospedagem, comece por Japaratinga e depois vá para o Patacho. Downgrade de hospedagem em meio à viagem é fatal. O segundo destino precisa ser muito melhor que o primeiro para anular a má impressão.

    Maragogi tem duas atividades que valem a pena mesmo para quem está ou esteve na Rota. Em terra firme, a cor do mar da praia de Antunes é realmente uma pintura. E podendo investir num passeio privativo, vale a pena fretar uma lancha pequena para fazer o ‘passeio de orla’, que faz paradas em piscinas formadas em bancos de areia em alto mar (é mais interessante do que o passeio às Galés e independente de lua — apenas cuide para que seja na maré baixa).

    Mas atenção: não faça o passeio de orla em catamarã. Além de perigoso durante a pandemia, traz tanta gente para esses bancos de areia que perde a graça.

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