Rota Ecológica

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Sempre estará quente no Norte de Alagoas. Mas se você quer pegar tempo seco, vale a pena programar sua viagem entre outubro e janeiro, quando chove menos de 100 mm na região.

Em fevereiro chove um pouco acima de 100 mm; em março e em setembro, um pouco abaixo de 200 mm.

Entre abril e agosto, a chuva pode atrapalhar (sobretudo em maio, junho e julho, quando costuma chover mais do que 300 mm). Isso significa que vai chover todos os dias, o tempo todo? Muito difícil. Pode acontecer de tudo (até mesmo não chover nada, e você pegar todos os dias de sol), mas o mais provável na estação chuvosa é a chuva e as aberturas de sol se intercalarem.

(Pela posição pé na areia da maioria das pousadas, e pelo conforto das acomodações, a Rota é um ótimo destino para os meses menos secos do Nordeste. Você sempre estará a uma curta distância da praia para aproveitar o sol sempre que aparecer, e vai ter um refúgio gostoso para ler e descansar quando nublar ou chover.)

Rota Ecológica: quando dá praia?

Pela dificuldade de acesso à região e às praias, a Rota Ecológica (sobretudo no trecho sul, entre Barra de Camaragibe e Porto de Pedras) é relativamente sossegada o ano inteiro.

No Réveillon a região enche com a garotada que vem para o Réveillon dos Milagres, mas sai lá pelo dia 5. O Carnaval também é bastante muvucado -- mas nesta época quem faz a diferença é um público da região e do interior de Alagoas, que vem participar do carnaval de rua dos povoados.

No resto do ano, você só verá algum movimento na praia em domingos e feriados de muito calor, quando aparecem ônibus e carros (com sistema de som) nos acessos públicos mais fáceis, como na beira-rio de Tatuamunha, na praia da vila de Porto da Rua, no bar Mijadela em São Miguel dos Milagres e na praia do Marceneiro.