Chicago: as dicas do Philipp e do Wazari

Chicago River. Foto: Alexandre Ayres, http://wazari.wordpress.com

As caixas de comentários de vez em quando me dão trabalho, mas também trazem as surpresas mais bacanas. Outro dia o Philipp Muller, que nunca tinha comentado antes, surgiu out of the blue(s) e deu um caminho das pedras insider para quem quer se divertir em Chicago. Na hora vi que aquilo tinha que virar um post.

Daí fui pesquisar uma imagem do Chicago River no Google. Gostei de uma na primeira página. Fui ver de quem era. De quem era? Do Alessandro Ayres, do Wazari! Que também tem um post ultrabacana dissecando Chicago para não-iniciados.

Bora pra Chicago, então. Primeiro, com o Philipp:

Morei dois anos em Chicago; agora vivo em Nova York e sinto falta da Windy City (mas não do inverno).

Para o blues, há várias boas casas. Eu morava no prédio em cima da House of Blues (eles chamam de “Corn Cobs”) assim era assíduo freqYuentador de lá e gostava muito de quase todas as bandas, em especial uma que chama Blue Olives. Tambem freqüentei bastante o Buddy Guy’s Legends.

A cidade é fenomenal, principalmente entre maio e setembro, quando as praias ficam cheias. Várias opções noturnas, desde lounges mais calmos a baladas intensas. Wicker Park estava/está na moda. Pubs também há de todos os tipos, mas eu freqüentava um Irish Old Style que até pouco tampo não tinha TVs que chama Celtic Crossings. Em Wriggley Ville ha um bar belga que chama Hopleaf, excelente para quem gosta das melhores cervejas do mundo junto de ótimos mexilhões.

O Art Institute é provavelmente o melhor museu dos EUA (pois Chicago não tem tantos museus quanto NYC), mas é enorme e cansativo de se visitar. Como minha esposa estuda na School of the Art Institute, fui muitas vezes, e cada vez ia para ver uma coisa específica.

A arquitetura é especial. Para o turista o tour pelo Chicago River é a melhor opção, e para os que têm mais interesse, visitem a Universidade de Chicago para ver a Robie House de Frank Lloyd Wright, o Harper Center, e a própria Universidade. O Illinois Institute of Technology com prédios do Mies van der Rohe (que viveu por bom tempo em Chicago), além dos mais altos prédios da América, Sears (Willis), Hancock e Trump Tower. Lincoln Park e a parte norte também são muito agradáveis.

Para os que gostam de música clássica, a Chicago Symphony Orchestra é uma das melhores do planeta, e conta sempre com programas espetaculares. A Lyric Opera também é excelente, mas pesa mais no bolso.

Para os que gostam de comida, minhas dicas são:

Pizza: Chicago Style eu prefiro a Uno e Due, mas Gino’s e Giordano’s também são boas.

Hamburger: Kuma’s Corner, fica perto do nada com lugar algum, mas vale MUITO a pena. O lugar é heavy metal dos mais pesados, mas os hamburguers são sensacionais.

Restaurantes: Não deve nada nem para NYC. Tem o Alinea que é considerado o melhor dos EUA, mas que vai custar uns bons $300 per capita. Gosto tambem do Bon-Soirée que e’ um “Alineazinho”. Province é um fusion latino-americano excelente, e o Blackbird é super trendy. Le Colonial, um vietnamita bem legal. Tizi Melloul é um marroquino/árabe que gostei bastante. Argentino tem o Tango Sur que é um BYOB (bring your own bottle/traga sua garrafa) assim paga-se a comida e o vinho já vem de casa.

Brunch: Bongo Room, Wishbone e Yolk.

E agora, com o Alessandro Ayres:

Chicago no Wazari

Obrigadíssimo, Philipp! Parabéns outra vez, Alessandro!

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