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Bom, se essa taxa, de fato, já existia, como afirmado (A “nova” taxa na verdade já existia. Todos os passeios realizados dentro da área do parque nacional marinho (passeios de barco, mergulho, plana-sub, Navi) já incluíam em seu preço a taxa de ingresso ao parque.) é de se presumir que os passeios que a contemplavam já não mais o fazem, correto?

    Olá, Rafaello! Só vendo com cada operador. Mas é muito fácil incorporar o antigo ingresso como reajuste.

Estou isento dessas taxas mas…

Alguns discordam que se cobre mais dos estrangeiros mas se esquecem que lá na terra deles é assim há muito tempo. Nós pagamos mais para visitar o que eles possuem.

Em alguns países até os restaurantes tem dois cardápios. Um para os residentes e outro para os estrangeiros. A Argentina, aqui do lado, tem disso em Buenos Aires.

Não conheço Noronha e provavelmente não chegarei a conhecer.

Eu gostaria de ter ido quando era mais selvagem.

    Concordo!

    Em lugares como a Argentina e Peru, estrangeiros pagam mais caro. Noronha ainda é sonho distante por causa do alto custo.

    Acho que o governo pernambucano tem a obrigação de melhorar a infraestrutura na ilha sem precisar penalizar os visitantes.
    Como já é fato consumando, espero realmente que esta taxa seja para conservação. Se a estrutura e a organização for a mesma de Foz do Iguaçu já é um bom caminho andado.

    Concordo plenamente Rabugento. O Brasil está tentando atrair mais viajantes independentes (VI) estrangeiros para o pais mas no mesmo tempo permite que seja cobrado quase 50% a mais para eles visitarem 2 dos lugares mais bonitos do mundo- os Parques de Iguaçu e Fernando de Noronha. Parece que ninguém notou que o Brasil virou um dos destinos mais caros do momento e que o turista estrangeiro está longe de ser aquela coisa do passado- rico em compararão com o brasileiro. É muito mais fácil e barato visitar o Caribé hoje em dia- e lá quem trabalha em turismo fala inglês.

    Detesto também pessoalmente que uma latinha de cerveja ( que custa no máximo R$1,50 no supermarcedo) custa R$10,00 nestes Parques e que não existe nenhuma concorrência ou possibilidade de comprar em outro lugar. Para mim é pura robadeira e as autoridades podem ter certeza que deixa todos com um gosto amargo na boca seja brasileiro ou estrangeiro.

    que desinformação. há concorrência sim, mas os preços nos centros é MAIS BARATO!!!

Eu estava em Noronha no dia 22 de setembro, quando eles estavam implantando essas mudanças. Não cheguei a pagar a taxa porque deixei a ilha um dia antes do início da cobrança. Me lembro que os maiores revoltados eram os nativos, pois sabiam que não participariam dessas melhorias. Melhorias, aliás, que eram uma obrigação do governo pernambucano. Senti cheiro de oportunismo no ar. Por isso, não concordo com a taxa. Foi a sexta vez que estive em Noronha. E parece que foi a última.
abraço

    Nesse caso, a obrigação não é do governo pernambucano, mas federal, já que o ICMBio é uma autarquia federal. A responsabilidade estadual recai sobre a taxa diária de conservação, que é muito mais cara e mal empregada.

É. Parece que o Caribe está cada vez mais atraente. Eolha que a primeira vez que mergulhei em Noronha foi mais ou menos 10 anos atrás, quando fiz uma prova de Nitrox…

Não gostei das mudanças, Noronha era um lugar simples, para curtir a natureza. A ideia de ter que passar por uma catraca para visitar uma praia, igual a um parque aquático, parece-me bastante ruim… Com estas mudanças, perdi a vontade de voltar à Ilha.

    Juliano, trata-se de um parque nacional. Visitação é regulada em parques nacionais mundo afora, frequentemente com cobrança de ingresso.

Só digo uma coisa: manda o Iphan vir cuidar do centro histórico de Vitória. Até o prédio em que eles estão sediados, um casario colonial no pé da escadaria da Catedral, está caindo aos pedaços!
Gostei muito das novidades. E não tenho receio em pagar a taxa sabendo que ela está sendo bem empregada.

Já fui a Noronha três vezes (2007/2009/2011) e gostaria muito de voltar lá para conferir de perto as melhorias realizadas. Da última vez já fiquei surpresa com a quantidade de veículos circulando pela ilha. Como fui no mês de outubro acabei pegando “swell” e, além disso, foi noticiada pelos moradores uma morte por afogamento na Praia do Leão, o que nos fez questionar se a taxa de preservação ambiental (ou agora essa nova taxa) deveria ser destinada também à contratação de salva-vidas nas praias. A minha preocupação também sempre foi saber se a TPA vai para o Governo do Estado ou diretamente para a Administração da ilha.

    em agosto de 2013 tem salva vidas, pelo menos em algumas praias

Se de fato há melhorias de infra-estrutura, não me incomadaria de forma alguma em pagar tal taxa. Infelizmente ainda não fui a Noronha, mas está no Top 5 da minha lista de lugares que sonho conhecer, e quem sabe não conseguirei isso no ano q vem…

Só um detalhe a ser corrigido no seu texto, o ICMBio não é um abraço do IBAMA. Os dois estão lado a lado, ambos são autarquias vinculadas ao Ministério do Meio Ambiente, com a diferença de que enquanto um cuida das unidades de conservação (ICMBio), o outro cuida das demais questões ambientais no plano federal, como políticas de preservação e licenciamento ambiental (IBAMA).

Concordo que esta nova taxa pode até ser cobrada porque melhorias estão sendo feitas e são visíveis.
O que eu acho um absurdo completo é a taxa governamental, você paga um absurdo por dia e ao chegar lá depara com um aeroporto vergonhoso, com cadeiras de escola quebradas, check-in feito do lado de fora no sol quente, etc.
Ruas esburacadas, lixo em vários lugares, inclusive nas trilhas, enfim, paga-se muito caro e não se vê conservação alguma, apenas um alto faturamento para o governo de Pernambuco, que é quem cobra esta taxa.
Turismo sustentável não se faz apenas com cobrança de taxa, isso é uma aberração e só serve para mascarar o real destino deste dinheiro que entra na ilha todos os dias.
Eu achei lindo Fernando de Noronha, mas enquanto estes absurdos acontecerem, eu não volto mesmo.

Se o parque for manejado como o do Iguaçu, será ótimo.
Sou favorável às medidas restritivas. E outros parques nacionais com grande fluxo de turistas deveriam estabelecer controles parecidos…(especialmente Jericoacoara)….

Se o fluxo já nao fosse controlado por tanto tempo, nós nao continuaríamos a sonhar com Noronha até hoje. Essa é a dura verdade.

Até onde eu sei, para ir a Galapagos também se paga taxas pesadas, voos sao limitados, acesso controlado. Noronha nunca será um destino de massa.