Que moeda eu levo para a Colômbia? Real, dólar, peso colombiano ou cartão?

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Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Que moeda eu levo para a Colômbia real dólar peso

Este post faz um comparativo entre meios de pagamento para usar na sua viagem à Colômbia: real, dólar, peso colombiano comprado no Brasil, cartão de crédito e saque de pesos colombianos em caixa automático com cartão do banco. Os números foram todos apurados na prática, durante uma viagem na segunda quinzena de março de 2017.

Você vai saber também onde fazer câmbio e onde fazer saques no caixa automático em Bogotá, Cartagena e San Andrés.

  • Que moeda eu levo para a Colômbia?

Que moeda levo para a Colômbia real dólar peso

Dólares trocados em San Andrés a 2.758 pesos

Antes do blablablá com todos os detalhes, veja logo as conclusões:

  • É melhor levar dólar do que real a Bogotá e Cartagena
  • Não leve real a San Andrés
  • Cartão de crédito e saque em pesos em caixa automático, mesmo com IOF, têm cotações compatíveis com o dólar

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Reais trocados no aeroporto de Bogotá a 770 pesos

Veja um resumo das cotações obtidas/apuradas durante a viagem (segunda quinzena de março/2017):

  • Peso colombiano comprado no Brasil: R$ 1 = COP 663
  • Real trocado em San Andrés: R$ 1 = COP 760
  • Real trocado em Cartagena: R$ 1 = COP 622 a 800
  • Real trocado em Bogotá: R$ 1 = COP 650 a 800
  • Despesa em cartão de crédito: R$ 1 = COP 831
  • Dólar trocado em Cartagena: R$ 1 = COP 736 a 840
  • Dólar trocado em San Andrés: R$ 1 = COP 828 a 846
  • Dólar trocado em Bogotá: R$ 1 = COP 822 a 858
  • Saque em caixa automático de 600.000 COP: R$ 1 = COP 859

Os números serão outros quando você viajar, mas as proporções tendem a se manter.

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  • Por que não comprar peso colombiano no Brasil?

Não compre no Brasil nenhuma moeda que não se chame dólar, euro, libra, franco suíço, yen, dólar canadense ou dólar australiano. (No caso das quatro últimas, vale a pena dar uma última conferida na cotação para ver se está valendo a pena mesmo.) Todas as outras moedas, por mais baratinhas que pareçam, serão vendidas com grande ágio.

Que moeda eu levo para a Colômbia real dólar peso

No dia em que comprei dólares para viajar, o dólar mais barato que achei estava a R$ 3,26 (já com IOF de 1,1%). Consegui achar peso colombiano (não é fácil) numa grande corretora, a R$ 0,001508. A grande maioria das pessoas tende a achar que vale muito mais a pena comprar uma moeda baratinha, que vale um milésimo e meio de real, do que comprar uma moeda que vale mais que 3 vezes o real. Só que...

Câmbio não é um assunto linear e não se presta à intuição. Esse peso colombiano baratinho estava, na verdade, caríssimo. A cotação de 1 peso colombiano a 0,001508 real significava que eu obteria 663 pesos colombianos por 1 real. Se em vez de comprar peso no Brasil eu levasse esse real à Colômbia para trocar lá, eu obteria até 800 pesos. Ou seja, no Brasil meus reais comprariam 17% menos pesos do que se fossem trocados na Colômbia. Mais: trocando meus reais por dólares no Brasil, pela cotação de R$ 3,26 que encontrei naquele dia, e levando esses dólares para trocar na Colômbia, cada real obteria até 858 pesos. Ou seja: no Brasil meus reais renderiam 24% menos pesos do que se fossem convertidos em dólares e levados para trocar na Colômbia.

Note que muita gente que faz questão de comprar peso colombiano (ou qualquer outra moeda fraca) no Brasil se recusa terminantemente a usar cartão de crédito, por causa do IOF de 6,38%. Mas levam um prejuízo de 17% ou 24%, conforme demonstrado, com consciência tranqüila e alegria no coração.

Os números serão outros quando você viajar, mas as proporções tendem a se manter.

Mas como eu faço com os pesos que preciso para a chegada?

  • Leve dólares (ou, se fizer muita questão, reais) e troque um pouco no aeroporto. Todos têm casa de câmbio funcionando no horário de chegada do seu vôo. Você também pode fazer saque em pesos num caixa automático do aeroporto com o seu cartão do banco habilitado para saques internacionais. Não, não é preciso que o seu banco tenha agência na Colômbia (leia aqui como funciona). Não vale a pena ter trabalho aqui no Brasil para fazer um negócio tão ruim quanto comprar peso colombiano nessa cotação.

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  • Por que é melhor dólar do que real na Colômbia?

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Porque o dólar é uma moeda forte e tem muito mais mercado na Colômbia do que o real. Colombianos compram dólar para viajar aos Estados Unidos e ao Caribe; compram dólar também para fazer poupança em moeda forte. Não há demanda suficiente para sustentar um mercado forte para reais. Além disso, há o fato de o real, como toda moeda fraca, ser cronicamente instável. Ter dólares na mão é uma segurança; ter reais na mão é um risco. Esse risco resulta em maior especulação por parte das casas de câmbio, com margens altas para compra e venda.

Por isso é que, mesmo com o duplo câmbio, compensa mais levar dólar do que real para a Colômbia. O segredo é pesquisar a menor cotação do dólar no Brasil usando um dos sites que comparam cotações de casas de câmbio e corretoras.

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No dia de viajar, pesquisei o dólar num site comparador de cotações de corretoras e comprei pela cotação mais baixa que encontrei, R$ 3,26.

Em Bogotá eus dólares renderam 7% mais pesos do que o equivalente em reais; em Cartagena, meus dólares renderam 5% mais que os reais; e em San Andrés, meus dólares renderam 10% mais que os reais.

Muita gente vai achar a diferença pequena e vai resolver levar reais mesmo assim. Pra você ver: os 6,38% do IOF do cartão são um absurdo -- mas os 5%, 7% ou 10% de diferença entre levar dólar e levar real são micharia...

Os números serão outros quando você viajar, mas as proporções tendem a se manter.

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  • Por que compensa usar cartão de crédito na Colômbia?

Na ponta do lápis, o cartão de crédito não tem como competir com dinheiro vivo nos lugares em que a moeda corrente é dólar ou euro. Usar dólar vivo nos Estados Unidos e euro vivo na Europa sempre será mais em conta do que usar cartão de crédito, por causa do IOF.

A coisa muda de figura, porém, nos países em que você precisa fazer uso de casa de câmbio. Neles, mesmo somando o IOF, o cartão de crédito oferecerá uma cotação compatível com as melhores cotações das casas de câmbio.

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Na minha viagem, dois cartões de crédito de bancos e bandeiras diferentes converteram minhas despesas a 831 pesos colombianos por real, já incluído o IOF de 6,38%. (Se não fosse pelo IOF, a cotação seria imbatível: 885 pesos por real -- quase 2.900 pesos por dólar.)

Esses 831 pesos (já com IOF) constituem uma taxa de câmbio apenas 3% inferior à melhor cotação que obtive com dólar vivo em Bogotá; 1% inferior à melhor cotação que obtive em Cartagena; e 1,5% inferior à melhor cotação que obtive em San Andrés. Sem que eu tenha preciso perder tempo em fila, sem que eu tenha precisado coordenar o horário da casa de câmbio com o horário dos passeios ou das conexões, sem que eu tenha me preocupado em esquecer a doleira no banheiro. E ainda somando milhas.

E veja bem: em vez de usar as casas de câmbio com a melhor cotação, eu também poderia inadvertidamente (ou por falta de tempo) ter trocado meus dólares num lugar que oferecesse uma cotação ruim. O que aconteceria nesse caso? Bem, o cartão de crédito faria minha verba de viagem render 1% mais do que a casa de câmbio mais desvantajosa de Bogotá; 11% mais do que a casa de câmbio mais desvantajosa de Cartagena; e 0,5% mais do que a casa de câmbio mais desvantajosa de San Andrés.

(Com relação ao real, o cartão de crédito fez minha verba de viagem render entre 4% e 21% a mais em Bogotá, entre 4% e 25% a mais em Cartagena, e 8,5% a mais em San Andrés.)

Todo mundo se preocupa com a instabilidade cambial dos cartões de crédito (que existe, de fato: se o real se desvalorizar durante a viagem, ou entre as datas de fechamento e de pagamento da fatura, a conta vai sofrer a mesma desvalorização). Mas todo mundo esquece que o dinheiro vivo também sofre a instabilidade da cotação das casas de câmbio. Se você não planeja a logística das trocas, se você não troca na casa de câmbio certa, ou não troca no horário certo, seu dinheiro acaba sofrendo desvalorizações durante a própria viagem.

Em Cartagena, trocar dólar em casas de câmbio em terminais diferentes do aeroporto resultava, no dia em que pesquisei, em 9% de diferença (e 12% de diferença com relação ao centro). Já a cotação do cartão de crédito não depende da hora nem do lugar. Se eu usasse meu cartão de crédito naquele dia para fazer gastos nos dois terminais do aeroporto e no centro da cidade, a cotação seria a mesma, sem variação. Com o cartão você tem certeza de que está obtendo uma cotação justa (só precisa torcer para o real não desvalorizar). Já com dólar você tem certeza de que não haverá desvalorização (mas precisa torcer para trocar no lugar certo, não no lugar errado). São riscos equivalentes.

Não estou dizendo para você concentrar todos os seus gastos no cartão. Apenas não descarte esse que é o mais útil dos meios de pagamento. Faça como os investidores prudentes: diversifique. Leve cartão para os gastos maiores e para os momentos em que não puder trocar dinheiro. Leve moeda forte para trocar quando a situação for favorável e você tiver certeza de que está fazendo um bom negócio. Leve cartão do banco habilitado para saques para obter moeda local de um jeito fácil e, na Colômbia, vantajoso.

Os números serão outros quando você viajar, mas as proporções tendem a se manter.

E o cartão pré-pago?

  • Se você não dormiria direito se usasse cartão de crédito por causa do medo de desvalorização do real, então faça um cartão pré-pago (também conhecido como 'travel money'). A cotação é um pouco mais desvantajosa que a do cartão de crédito, mas o dólar fica congelado na cotação que você comprou, você pode fazer saques em pesos nos caixas automáticos e recarregar o cartão à distância, se precisar de mais dinheiro.
  • Note, porém, que o cartão pré-pago não serve para alugar carro e pode resultar em bloqueios temporários de saldo em algumas redes de hotéis (americanas, normalmente) e postos de gasolina. Se sobrar saldo no cartão você só pode vender para o banco, a uma cotação bem inferior à que você comprou (ou guardar para a próxima viagem.
  • Desde que este tipo de cartão ficou sujeito ao IOF de 6,38% (é cobrado no momento da compra da moeda; não incide nos gastos), na minha opinião, o produto ficou bastante inferior ao cartão de crédito. Mas se a sua religião não permite que você corra risco de desvalorização do real, este é o seu cartão.

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  • Por que compensa fazer saques em pesos?

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Para quem não sabe: o seu cartão múltiplo associado à sua conta do banco pode ser habilitado para saques internacionais em moeda local. Basta ligar para o seu banco e desbloquear o uso para saques e débito no exterior.

Não é preciso que o seu banco tenha agências no país que você está visitando. O saque, apesar de ser debitado diretamente da sua conta corrente, é feito pelas redes da Visa (Plus) e MasterCard (Cirrus). Normalmente todos os caixas automáticos são ligados às duas redes.

Saque em caixa automático é a maneira mais prática de obter moeda local a boa cotação: ao contrário das casas de câmbio, os caixas automáticos não fecham nunca (às vezes quebram ou ficam sem dinheiro, mas sempre haverá outro por perto) e praticam cotações uniformes em qualquer hora do dia ou em qualquer dia da semana (enquanto as casas de câmbio tem cotações melhores no horário bancário e cotações piores à noite e no fim de semana).

O problema com o saque em caixa automático é que, em muitos países de moeda fraca, o limite por saque é muito baixo, o que faz com que as tarifas bancárias (cobradas pelo seu banco no Brasil e pelo banco dono do equipamento no país) acabem pesando demais, diminuindo a cotação final.

Na Colômbia, porém, o limite por operação de saque é alto, o que torna o saque no caixa automático bastante vantajoso. Mas é preciso escolher os caixas ('cajeros') automáticos de dois bancos: o Bancolombia e o Banco de Bogotá. Felizmente, são os mais comuns. Bancolombia e Banco de Bogotá são os únicos que permitem saques de 600 mil pesos colombianos por operação -- o que dá quase 220 dólares. (Os bancos Davivienda e BBVA permitem só até 400 mil.) A tarifa de uso do equipamento é baratinha: em reais, deu R$ 3,84 (pouco mais de 1 dólar).

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Como o meu banco não cobra tarifa sobre saque internacional para o meu tipo de conta, acabei conseguindo a melhor cotação da viagem nos meus saques: 859 pesos colombianos por real, já com IOF e tarifa de uso do equipamento. (Sem IOF e tarifa do banco local, a cotação é simplesmente maravilhosa: 918 pesos por real, praticamente a cotação interbancária.) O dinheiro sai da sua conta no dia do saque, pela cotação do dólar do dia, e não está mais sujeito a nenhum reajuste por desvalorização posterior do real.

Mesmo que o seu banco cobre tarifa para saque internacional, sacar 600 mil pesos de cada vez continua valendo a pena. Digamos que a tarifa seja de R$ 20. Acrescentando à conta, ainda assim seus reais valeriam 835 pesos, uma cotação mais vantajosa do que a que eu consegui no cartão de crédito e 4% superior à melhor cotação que você obteria por reais vivos em casa de câmbio. Nos aeroportos, a diferença pode ser dramática: em Cartagena, por exemplo, se você cair na besteira de trocar seus reais na casa de câmbio do desembarque nacional, vai conseguir 25% menos pesos do que se usar o caixa automático (já contando IOF, tarifa do banco local e do seu banco).

Dica: ao usar o caixa automático, a primeira tela vai perguntar o idioma que você prefere. Eu prefiro inglês, porque é constante no mundo inteiro (a tela em espanhol pode mudar de país para país, e quando oferecem português, às vezes vem português de Portugal -- 'levantamento', por exemplo, é 'saque'). As palavrinhas básicas das telas em inglês a escolher são 'checking account' (conta corrente) e 'withdrawal' (saque).

Dá para custear a viagem inteira com saques no caixa?

  • Seria ótimo, mas infelizmente não é possível custear uma viagem inteira com saques do caixa automático. O limite total de saques não é igual ao saldo da sua conta corrente. Cada banco determina o limite total de saque internacional por semana ou por mês de cada cliente. Informe-se com o seu banco.

Os números serão outros quando você viajar, mas as proporções tendem a se manter.

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  • Onde fazer câmbio e saques em Bogotá

Não esqueça de levar passaporte ou carteira de identidade + papeleta de entrada na Colômbia; as casas de câmbio mais formalizadas vão exigir o documento.

No aeroporto de Bogotá

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Casa de câmbio junto às esteiras

Encontrei pelo menos 4 casas de câmbio no aeroporto de Bogotá. Uma junto às esteiras no desembarque internacional, outra ao lado do portão de saída do desembarque internacional, outra no desembarque nacional (quase no canto direito -- de quem olha para a rua -- do prédio) e outra no segundo piso, junto aos balcões de check-in. Todas têm tabelas visíveis das cotações; você pode fazer um 'shopping' pelas três casas fora do saguão e decidir em qual trocar (depois de desembarcar, é claro, não é mais possível voltar para a casa de câmbio junto às esteiras).

No dia da pesquisa, a melhor cotação, tanto para dólar (2.740 pesos, equivalente a 840 pesos por real pelo dólar que comprei no Brasil) quanto para real (800 pesos), era oferecida pela casa de câmbio do terminal nacional (ao sair do desembarque internacional, vire à direita e vá até quase o fim do prédio). A pior cotação para reais era a da casa de câmbio do check-in, no segundo piso (650 pesos). A pior cotação para dólar era oferecida pela casa de câmbio junto às esteiras (2.680 pesos por dólar, e bastante burocracia para trocar -- você responde a um interrogatório tipo de abertura de crediário, assina três vias, deixa impressões digitais, e a atendente carimba nota por nota. Jupurdeus). A cotação para reais da casa de câmbio junto às esteiras era intermediária: 770 pesos por real.

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Caixas automáticos em frente ao check-in

Se você quiser evitar o vaivém da pesquisa e a fila da casa de câmbio escolhida, e obter seus primeiros pesos por uma cotação bastante vantajosa, suba ao segundo andar e use um dos caixas automáticos do Bancolombia ou do Banco de Bogotá, que permitem saques de 600 mil pesos (os outros só oferecem saques menores). Faça o saque máximo para que as tarifas bancárias se diluam (leia mais aqui). Há caixas automáticos na área de check-in e também no canto esquerdo (de quem olha para a rua) do terminal; ambos no segundo andar.

Na cidade de Bogotá

Por toda a cidade há cajeros automáticos do Bancolombia e do Banco de Bogotá, que são os que permitem saques de 600 mil pesos colombianos por operação, os mais vantajosos. O recepcionista do seu hotel saberá apontar o cajero mais próximo.

Você encontrará casas de câmbio em três zonas.

La Candelaria (Centro)

No centro de Bogotá, as casas de câmbio se localizam perto da estação Museo del Oro do Transmilenio -- no miolinho entre a Carrera 6 e a avenida Jiménez de Quesada. Nenhuma das casas de câmbio tem as cotações à vista; é preciso entrar e perguntar.

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No dia da minha pesquisa, as cotações eram mais ou menos uniformes -- o dólar estava entre 2.770 e 2.780 pesos (equivalentes a 850 e 852 pesos por real para mim, que comprei dólar a R$ 3,26); o real estava cotado a 800 pesos. O fato de estarem no centrão, terem aparência desleixada e não anunciarem suas cotações me deixou má impressão. Eu só trocaria dinheiro por lá se estivesse hospedado em La Candelaria.

Zona Rosa/Zona T

Estando hospedado ou passando pela Zona Rosa, o bairro das compras elegantes (e das noites agitadas da Zona T), você pode usar a casa de câmbio New York Money, convenientemente instalada no shopping Centro Andino.

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As cotações estão à vista, o ambiente transmite segurança e o horário de funcionamento é elástico (de 2ª a 5ª até as 20h, 6ª e sábado até as 20h30 e domingo até as 19h30). Fora do expediente bancário, é provável que as cotações piorem. No dia em que pesquisei (um dia de semana à tarde, dentro do horário bancário), a cotação do dólar era ligeiramente inferior à do centro (2.750 pesos por dólar, equivalentes 843 pesos por real para mim, que comprei dólar a R$ 3,26). A cotação do real era idêntica: 800 pesos por real. É uma experiência tranqüila de câmbio.

Parque de la 93

Nma região de comércio popular a apenas duas quadras do elegante Parque de la 93, o Centro 93, um pequeno shopping na Carrera 15, entre as calles 92 e 93, tem 10 lojinhas de câmbio espalhadas nos seus dois andares.

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As casas de câmbio não anunciam as cotações; é preciso entrar e perguntar. Encontrei aqui a melhor cotação para o dólar em Bogotá (2.800 pesos por dólar, equivalentes a 858 pesos por real para mim, que comprei dólar a R$ 3,26). A cotação do real era igual à das outras zonas: 800 pesos por real. A maioria das casas abre de 2ª a 6ª das 9h às 18h ou 19h. Algumas abrem sábado das 9h às 12h ou 14h. Este é o lugar ideal para quem pretende fazer 'shopping' de cotações, num ambiente seguro.

Os números serão outros quando você viajar, mas as proporções tendem a se manter.

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  • Onde fazer câmbio e saques em Cartagena

Não esqueça de levar passaporte ou carteira de identidade + papeleta de entrada na Colômbia; as casas de câmbio mais formalizadas vão exigir o documento.

No aeroporto de Cartagena

Existem duas casas de câmbio no aeroporto de Cartagena. Uma no desembarque nacional (onde chegam os passageiros que vieram via Bogotá ou San Andrés) e outra no desembarque internacional (onde chegam os passageiros que vieram via Panamá).

No dia da minha pesquisa, a casa de câmbio do terminal nacional tinha cotações horrorosas tanto para dólar (2.400 pesos por dólar, equivalentes a 736 pesos por real para mim, que comprei dólar a R$ 3,26) quanto para real (622 pesos por real). Foram as piores cotações encontradas em toda a viagem. A casa de câmbio do terminal internacional tinha cotações melhores, mas ainda baixas: 2.650 pesos por dólar (equivalentes a 812 pesos por real para mim, que comprei dólar a R$ 3,26) e 700 pesos por real.

Sem dúvida nenhuma, a melhor alternativa para conseguir pesos no aeroporto de Cartagena é o caixa automático do Bancolombia, que está no canto esquerdo (de quem olha para a rua) da calçada do desembarque, junto ao ponto de táxi. Leia sobre saques em caixa automático aqui.

No centro histórico

As casas de câmbio do centro histórico se localizam que levam à Puerta del Reloj, que é a zona comercial mais movimentada da cidade antiga. Muitas são portinhas, outras são meros balcões ou guichês instalados no fundo de lojas de roupa, souvenir ou passeios. Na maioria das lojas, as cotações não são anunciadas, você precisa entrar e perguntar.

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A casa de câmbio mais bem-apessoada desse miolo é a Globo Cambio, na calle del Colegio esquina calle Román (ou Carrera 6 com Calle 34, nos mapas), que anuncia suas cotações numa tabela e abre diariamente das 9h às 21h. Nas casas de câmbio mais informais encontrei cotações de 2.750 pesos por dólar (equivalentes a 843 pesos por real para mim, que comprei dólar a R$ 3,26) e entre 790 e 800 pesos por real. Apesar de oferecer uma sensação maior de segurança, a Globo Cambio tinha cotações piores que as pobrezinhas: 2.500 pesos por dólar (equivalentes a 766 pesos por real para mim, que comprei dólar a R$ 3,26) e 700 pesos por real. De todo modo, a região se presta a quem tem tempo e paciência para fazer shopping de portinha em portinha e bater martelo pela melhor cotação (ou pela maior sensação de segurança).

(Quando eu falo 'segurança', estou me referindo à certeza de que as notas são quentes. Não há perigo de roubo ou assalto em Cartagena.)

O caixa automático mais próximo do centro histórico é do Banco de Bogotá fica na av. Venezuela, a primeira do otro lado das muralhas, esquina com calle 34. Este caixa automático permite os vantajosos saques de 600 mil pesos por operação. Já o caixa automático do Bancolombia, que também permite saques de 600 mil pesos, está situado entre o centro histórico e o bairro boêmio de Getsemaní, na Calle 32, esquina Carrera 8. Leia sobre saques em caixa autmático aqui.

Os números serão outros quando você viajar, mas as proporções tendem a se manter.

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  • Onde fazer câmbio e saques em San Andrés

Não esqueça de levar passaporte ou carteira de identidade + papeleta de entrada na Colômbia; as casas de câmbio mais formalizadas vão exigir o documento.

No aeroporto de San Andrés

Que moeda eu levo para a Colômbia real dólar peso

O aeroporto de San Andrés tem apenas uma casa de câmbio, localizada na área do check-in. A cotação do dólar era ligeiramente inferior à do centro: 2.700 pesos (equivalentes a 828 pesos para mim, que comprei dólar a R$ 3,26).

O aeroporto é o único local onde é possível trocar reais de maneira formal. A cotação não é boa: 760 pesos por real (5% inferior à melhor cotação do real em Bogotá e Cartagena, e 10% inferior ao que você conseguiria trocando dólar no centro de San Andrés).

Caso você esteja levando apenas reais a San Andrés, troque tudo o que acha que vai usar na chegada. Se você precisar trocar mais, vai gastar 30 pesos de táxi (15 pesos para ir, 15 pesos para voltar do aeroporto). Numa troca de 300 reais, esses 30 pesos de transporte já significam 12% de preju...

O caixa automático mais vantajoso do aeroporto fica na calçada, na saída do desembarque internacional. É do Banco de Bogotá e permite saques de 600 mil pesos, os mais vantajosos (leia sobre saques em caixa automático aqui).

No centro de San Andrés

Há dois lugares formais para fazer câmbio no centro de San Andrés. Um é a agência do Bancolombia (av. Costa Rica esquina Avenida 1-A). Não recomendo: você tem que pegar uma senha e se juntar à fila dos clientes que vão ao banco resolver todos os seus problemas. Fiz câmbio ali e levei um chá de banco de 40 minutos. A cotação que consegui foi 2.758 pesos por dólar (equivalentes a 846 pesos por real para mim, que comprei dólar a R$ 3,26).

É melhor ir direto para a Western Union, no fundo de uma galeria da av. Costa Rica, em frente ao hotel Casablanca. Ali a fila é bem menor. A cotação do dia era 2.750 pesos por dólar (equivalentes a 843 pesos por real para mim, que comprei dólar a R$ 3,26).

Nenhuma das casas de câmbio do centro troca reais. Ou você vai ao aeroporto (30 pesos de táxi, 15 para ir, 15 para voltar) ou arrisca trocar com os cambistas que oferecem serviços na porta do Bancolombia. É para os corajosos que não têm medo de notas falsas.

Que moeda eu levo para a Colômbia real dólar peso

Os caixas automáticos mais vantajosos, que oferecem saques de 600 mil pesos, são os do Bancolombia (av. Costa Rica esquina Avenida 1-A) e do Banco de Bogotá (av. Costa Rica, esquina Calle 2). Leia mais sobre saques em caixa automático aqui.

Os números serão outros quando você viajar, mas as proporções tendem a se manter.

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33 comentários

Diego Ernan
Diego ErnanPermalinkResponder

Olá!
Tenho uma dúvida, e para quem está indo para Letícia, região de fronteira com o Brasil, a mesma dica de levar dólar é válida?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Diego! A pesquisa foi feita em Bogotá, Cartagena e San Andrés. O Ricardo Freire não esteve em Leticia. Em cidades de fronteira normalmente a cotação é justa para as duas moedas vizinhas.

Josias Marcos
Josias MarcosPermalinkResponder

Acabamos de voltar da Colômbia e as melhores cotações que consegui foram:
Medellin ( Casa de Cambio no Unicientro)
1 U$$: 2780,00 COP
1 R$: 870 COP
Bogotá (Wester Union - Calima Centro Comercial)
1 US$: 2802,00
1 R$: 872,00
1 Euro: 3012,00
Cartagena:
1 US$: 2730,00 nas casas de cambio próximo a torre do relógio.

Luis
LuisPermalinkResponder

O quarto parágrafo da seção "Por que compensa fazer saques em pesos?" ficou incompleto.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Luis! Obrigada por avisar. Já está corrigido agora smile

Perla
PerlaPermalinkResponder

Esse post veio em boa hora. Viajo para a Colômbia no início de maio. Apenas um esclarecimento: quando o Ricardo fala de 600 pesos como limite de saque, ele quer dizer 600.000 pesos?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Perla! Sim. Corrigi todos, obrigada por avisar.

JB
JBPermalinkResponder

Riq,

Perfeito!

Só um adendo. Para quem tem cartão do Banco do Brasil é necessário, além de ter o mesmo desbloqueado para saques no exterior, avisar ao seu gerente que você está indo para a Colômbia, caso contrário não irá conseguir sacar.
Este procedimento também vale se você estiver viajando para o Peru e Paraguai.

Rafael
RafaelPermalinkResponder

Só um adendo ao seu adendo: quando você for levar cartão para o exterior, tenha também outro meio de pagamento para não acontecer o que me aconteceu quando fui a Montevidéu. Viajei sem dinheiro nenhum, apenas cartões, e o meu cartão de conta corrente, devidamente desbloqueado para uso no Uruguai, não estava sacando nos caixas eletrônicos, e ninguém sabia explicar por que. Fiquei desesperado no aeroporto mesmo. A minha sorte (e que por alguns instantes havia esquecido) é que eu tinha um outro cartão, só que esse era de crédito, mas foi o que me salvou.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Rafael! O Uruguai tem duas redes, os múltiplos MasterCard sacam na rede Banred; os múltiplos Visa sacam na rede Brou.

Dani
DaniPermalinkResponder

Vai ter mais post fresco sobre San Andres e Cartagena? Estou indo para lá na segunda. =)

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Dani! Vai demorar.

Ronaldo Maya
Ronaldo MayaPermalinkResponder

Ótimas dicas, chegando na hora certa, viajo para Bogota em seis dias e na volta venho aqui para dar minhas impressōes sobre o tema. Muito obigado!

Carlos
CarlosPermalinkResponder

A habilitação do cartão para uso internacional, já basta para o saque ?
Ou são autorizações/habilitações distintas ?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Carlos! Se o seu cartão for múltiplo (crédito e débito), você vai precisar fazer dois 'avisos-viagem':

- um para desbloquear o crédito internacional (use o telefone do cartão ou a seção "cartões" do do site do seu banco)

- outro para habilitar saque e débito internacionais (use o telefone que você usa para assuntos de conta-corrente ou procure a opção na seção "conta corrente" ou "viagem" do site do seu banco)

Nark Costa
Nark CostaPermalinkResponder

Estive na Colômbia (Bogotá e Cartagena) fevereiro de 2017 e levei dólares e o cartão e para mim ,no final da viagem, foi mais econômico o uso do saque no cartão, não precisei trocar todos os dólares que levei,economizei +ou - 10 por cento.

Cristiano Kheirallah

Passei a Páscoa em Bogotá, e fazendo todas as conversões, cheguei a conclusão que não valeu a pena comprar dólar no Brasil (R$3,28 com IOF). O melhor é fazer SAQUE NA CONTA CORRENTE. Para cada 500.000 pesos que sacava na minha conta corrente pagava R$544 + R$34 de IOF. Isto é R$1 = 865 pesos. Nenhuma conversão se igualou a isso. Não levem nem Real, nem Dólar. Façam saque no Aeroporto (Caixas eletrônicos no 2o andar, ao lado do Café Juan Valdez).

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Cristiano! Foi a melhor cotação que o Ricardo Freire conseguiu também. Mas veja que na grande maioria das contas-correntes o limite para saques no exterior é bem menor do que o saldo na conta. Normalmente não é possível sustentar uma viagem inteira usando apenas esta modalidade.

Rafael
RafaelPermalinkResponder

Muito boas dicas, fui em 2015 com um amigo para Cartagena e as informações atuais batem com nossa experiência naquela época. Eu levei cartão de débito, e ele, dólares. Eu saí numa leve vantagem em relação a ele.
Quanto a Bogotá, usei reais. Fiz câmbio em um shopping chamado Centro Comercial Avenida Chile, localizado no Chapinero Alto. Lá tem um andar que é praticamente inteiro só de casas de câmbio, são muitas. Algumas com preços visíveis e outras não, mas é só entrar rapidinho, perguntar, sair e entrar na próxima. Depois de ver o câmbio em TODAS as casas, voltei na que oferecia mais pesos por real. Não lembro com certeza os valores, mas vou estimá-los só para explicar o que aconteceu: entrei na casa de câmbio, confirmei o valor com o senhor do balcão (algo como COP 800), troquei e cheguei um pouco pro lado para conferir meus pesos, quando chega uma brasileira toda determinadona e fala pro senhor: "un real, 850 pesos, verdad?". Ele simplesmente balançou a cabeça dizendo que sim, como quem não pode contrariar, e eu fiquei com cara de tacho, vendo outra pessoa trocando a mesma moeda que eu por muito mais do meu lado. Ou seja, tudo me leva a crer que em Bogotá existe a possibilidade de negociar também o câmbio. Pena que aquela foi a última troca que eu fiz, se não teria voltado e feito igual a ela.

Ricardo Freire

Rafael, a pessoa se obrigar a chegar a Bogotá num dia útil para poder levar todo o seu dinheiro a um shopping num lugar fora do seu circuito de passeios e perder os primeiros momentos da sua viagem, quando deveria estar curtindo a cidade, camelando de casa de câmbio em casa de câmbio para no fim ainda ter que negociar com um cambista (e torcer para que todas as notas sejam verdadeiras) é uma atividade para quem gosta desse esporte da barganha e tem prazer com isso. Numa viagem, instituir esse comportamento como padrão seria como fazer cada viajante a passar num posto de saúde antes de começar os passeios só para validar o seu seguro-saúde e economizar uns trocados. Muita gente perdeu a noção de que seu tempo de viagem é valioso e que perder uma manhã numa operação dessas custa mais caro, em tempo de viagem, do que o que elas pensam que estão ganhando.

Numa viagem de 7 dias você tem 7 manhãs, 7 tardes e 7 noites. 21 turnos. Se perder uma manhã em função do câmbio, já investiu quase 5% do seu tempo de férias para ganhar... quanto?

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Entāo, faço uma proposta:
Divida o custo total de sua viagem pelo numero de horas uteis ( descarte voos, tempo no aero e horas dormidas).
Resultado : nāo vai investir nenhum minuto pensando em cambio wink

Fernanda Caxias Florentino Serrano

Olá, vejo muita gente falando todo o tempo da WU como melhor cotação e tal. Estava bem tentada à ir a uma loja amanha inclusive com dinheiro vivo pra fazer o cambio. Mas agora, mediante esse post acho que ficarei só no saque, tenho conta do Santander, e cartão de credito e levar alguns dólares! Obrigada!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Fernanda! Certifique-se de que o seu limite semanal ou mensal de saque internacional é suficiente.

Renata Tinoco
Renata TinocoPermalinkResponder

Gostaria de agradecer pelo post, ajudou muito. Meu esposo e eu estamos aqui em Cartagena e iremos em breve para San Andres. Trouxemos poucos pesos e a maioria do valor em dólar. Porém tivemos que realizar um saque ontem aqui por conta de algumas passeios só aceitarem o peso colombiano. Meu banco é o Santander, e mesmo com o IOF foi bem vantajoso realizar o saque no Banco de Bogotá.
Obrigada pelas dicas.

Paula Medeiros

Ricardo, viajo para Cartagena e Bogotá em janeiro. Qual sua experiência com pagamento de restaurantes e lojas com cartão de débito do Brasil? São bem aceitos? Senha de quantos dígitos? Já tive problemas por conta da quantidade de dígitos variar de país para país, tanto no saque quanto nos pagamentos!Tenho conta no Bradesco e Itaú. Obrigada e parabéns pelo post.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Paula! O Ricardo Freire não fez nenhuma operação no débito. Deve funcionar, mas funciona melhor com cartões de débito puro; quando é múltiplo, pode ser que a operação seja contabilizada no crédito.

Fernanda Araújo

Quero agradece-los pelo blog! Completo, objetivo e fidedigno. Sanei todas as minhas dúvidas. Perfect!

Eliana
ElianaPermalinkResponder

Estou com uma grande dúvida, e obrigatório o passaporte para efetuar troca de dólar por peso.
Nas casas de câmbio é bancos em San Andreas ?
E em Bogotá ?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Eliana! Em bancos ou casas de câmbio você vai precisar ou do passaporte ou do RG.

Victor
VictorPermalinkResponder

Olá...li o texto completo e achei muito esclarecedor com as vivências que teve por lá, porém, fiquei em dúvida com relação ao IOF. Supondo que eu leve dólar (comprado já com IOF aqui no Brasil) para trocar em pesos colombianos, também vou pagar mais algum IOF do país?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Victor! Não.

Pedro Loureiro

Parabéns pelo excelente post! Estou indo semana que vem para lá e foi muito esclarecedor. Vou ficar atento no câmbio. Se alguma coisa tiver mudado eu informo aqui. Abraçao

Luis Paulo Sales silva

Post excelente ! Esclareci muitas dúvidas ! Muito obrigado !!!

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