Primeira viagem ao Peru: Lima, Cusco, Vale Sagrado e Machu Picchu (roteiro para 9 noites)

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Primeira viagem ao Peru: hotel Unaytambo, Cusco

Esta é a primeira parte de um roteiro prático para sua primeira viagem ao Peru: 9 noites entre Lima, Cusco, Vale Sagrado e Machu Picchu.

Recomendo que você leia o post inteiro. Mas se preferir, clique para ir direto ao tópico:

Primeira viagem ao Peru

Por que 9 noites? Não dá para ser menos?

Primeira viagem ao Peru: Lima

Lima

9 noites de viagem ao Peru permitem rentabilizar ao máximo uma semana de férias -- saindo na sexta e voltando no outro domingo. Com oito dias inteiros (já que o primeiro vai ser consumido na viagem de ida), dá para visitar com bastante proveito Lima, Cusco, o Vale Sagrado e Machu Picchu, num roteiro intenso mas sem correria.

Quer incluir outras escalas?

Caso você queira fazer o circuito completo do sul do Peru nesta viagem, acrescente 3 noites em Ica (uma tarde para Huacachina, 1 dia para tour de pisco, 1 dia para Islas Ballestras), 1 noite em Nasca (para sobrevoar as linhas de Nasca na manhã seguinte), 2 noites em Arequipa (acrescente mais 1 noite no Valle del Colca, se quiser visitar o vale) e 2 noites em Puno (para ter um dia inteiro livre para o passeio pelo Titicaca).

Para incluir apenas Nasca entre Lima e Cusco, veja aqui.

Primeira viagem ao Peru: itinerário para 9 noites

Este é o resumo do roteiro. Cada etapa (Lima, Cusco + Valle Sagrado, Machu Picchu) é detalhada em posts separados.

3 noites em Lima

Com 3 noites em Lima você resolve as questões práticas (chip, câmbio, eventualmente passagens de ônibus), tem tempo para passear pela cidade, saborear a culinária peruana e aproveitar as duas horas de fuso horário atrasado (a seu favor) para se recuperar da viagem de vinda e chegar descansado em Cusco.

3 noites em Cusco

Com 3 noites em Cusco você tem dois dias para explorar a cidade sem pressa, e mais um dia para passear fazer um bate-volta a Pisaq. E ainda ganha três noites para curtir os restaurantes e bares do centro histórico.

1 noite em Ollantaytambo

Dormindo 1 noite em Ollantaytambo, você visita a vila de Chinchero, o sítio arqueológico de Moray e as salinas de Maras no caminho desde Cuco. Na manhã seguinte, passeia pelo arqueológico de Ollantaytambo livre de turistas. E à tarde segue a Aguas Calientes (Machu Picchu Pueblo).

1 noite em Aguas Calientes (Machu Picchu Pueblo)

Você vai chegar a Aguas Calientes (ou Machu Picchu Pueblo), a base mais próxima de Machu Picchu, ao entardecer. Instale-se e durma cedo, para no dia seguinte cedinho pegar um dos primeiros ônibus a Machu Picchu.

Visita a Machu Picchu e noite final em Cusco

Depois de fazer o gran finale da viagem em Machu Picchu, você volta a Cusco e capricha no jantar de despedida do Peru.

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Machu Picchu antes de Cusco não seria melhor por causa da altitude?

Primeira viagem ao Peru: Machu Picchu

De fato, Machu Picchu, a 2.400 metros do nível do mar, é bem menos elevada que Cusco, que está a 3.400 metros. Por isso, o soroche, ou mal de altitude, é menos comum em Machu Picchu do que em Cusco. Saindo direto do aeroporto de Cusco para Machu Picchu é possível não sentir os efeitos da altitude na chegada.

O problema dessa estratégia é que ela apenas adia o mal-estar para quando você vier de Machu Picchu para Cusco -- o fato de sair já de 2.400 metros não anula o impacto da altitude de 3.400 metros de Cusco.

Ir a Machu Picchu antes de Cusco também estraga a seqüência do itinerário -- é como iniciar o jantar pela sobremesa. No nosso roteiro, Machu Picchu funciona como o gran finale de uma viagem gradual ao passado. Você começa no Peru moderno (Lima), passa pelo Peru colonial (Cusco), visita resquícios de sítios arqueológicos (em Pisaq, Moray, Ollantaytambo) e termina na mais majestosa cidadela preservada (Machu Picchu).

Quando ir ao Peru

Primeira viagem ao Peru: mercado de Surquillo, Lima

Mercado de Surquillo, Lima

Lima pode ser visitada o ano inteiro.

A região de Cusco e Machu Picchu, no entanto, tem uma época desaconselhável: no verão, entre dezembro e fevereiro, chove muito. Nos anos mais chuvosos, a estrada de ferro chega a ficar interditada.

Para aproveitar melhor o seu tempo e o seu investimento, programe esta viagem entre abril e setembro. Nesses meses, vá preparado para temperaturas abaixo de 10ºC à noite e de manhã cedinho; mas nos dias de sol, que são maioria no meio do ano, as máximas podem chegar perto dos 20ºC no início da tarde.

Dentro da alta temporada, os meses mais disputados em Machu Picchu são julho e agosto, por conta das férias escolares na Europa. Maio e setembro são um pouco mais tranqüilos.

Machu Picchu num feriadão. É possível?

Possível é -- mas não é recomendável. O dia da ida e o da volta são praticamente perdidos (sobretudo quando você vai ou vem direto de Machu Picchu). Complicando mais as coisas, tem o fator altitude, que sempre compromete o dia da chegada a Cusco. Se você quer mesmo usar um feriadão para viajar ao Peru, vá a Lima -- é possível até encaixar uma (supercansativa!) esticada a Nasca. Mas só vá a Cusco e Machu Picchu se você dispuser de cinco dias inteiros -- idealmente, 6 -- para explorar o essencial da região.

Como comprar a passagem aérea

Primeira viagem ao Peru: Andes

Compre uma passagem única, na modalidade "múltiplos destinos" ou "várias cidades", com três trechos:

  • Trecho 1: Brasil-Lima
  • Trecho 2: Lima-Cusco
  • Trecho 3: Cusco-Brasil

Isso pode ser feito com um agente de viagem, em agências online e buscadores, como o Kayak, ou diretamente nos sites da Latam e da Avianca.

A modalidade "múltiplos destinos" ou "várias cidades" rentabiliza todo o percurso e vincula os dois vôos que compõem a volta (Cusco-Lima e Lima-Brasil), garantindo a conexão ou, no caso de atraso do primeiro vôo, a assistência da cia. e reacomodação num outro vôo sem custo extra (leia mais aqui). Isso é muito importante, porque o aeroporto de Cusco fecha com freqüência, por qualquer problema meteorológico. Se o aeroporto fecha, seu vôo atrasa e sua passagem não é vinculada, você vai ter que comprar outra passagem (ou no mínimo pagar multa e diferença tarifária) para conseguir um novo vôo em Lima.

Além disso, a modalidade múltiplos destinos/várias cidades rentabiliza ao máximo a tarifa paga -- na maioria das vezes, você incluirá Cusco praticamente pelo preço de uma passagem Brasil-Lima-Brasil.

Por isso, resista a comprar passagem ponto a ponto Brasil-Lima-Brasil (sem Cusco), mesmo que esteja em promoção. Os trechos internos Lima-Cusco e Cusco-Lima podem sair bem mais caros do que você imagina, e a conexão da volta vai ser super estressante -- já que os vôos não estarão vinculados no mesmo bilhete, e se o primeiro vôo atrasar, você pode perder o segundo, tendo então que remarcar a passagem com multa e diferença tarifária (mesmo que o segundo vôo seja feito pela mesma cia. do primeiro).

Normalmente, quando há promoções a Lima, as mesmas condições valem para Cusco. Sempre pesquise na modalidade múltiplos destinos/várias cidades.

Da mesma forma, não emita passagem com milhas só até Lima. Emita com ida a Lima e volta de Cusco, e veja se consegue emitir também Lima-Cusco com milhas.

Vai passar por Ica, Nasca, Arequipa e Puno?

Se quiser fazer o circuito inteiro do sul do Peru, continue a passagem aérea na modalidade múltiplos destinos/várias cidades, mas apenas dois trechos:

  • Trecho 1: Brasil-Lima
  • Trecho 2: Cusco-Brasil

Faça os trajetos internos de ônibus (com a Cruz del Sur).

Quer ir apenas a Puno antes de Cusco?

Para incluir apenas Puno neste roteiro, compre a passagem aérea na modalidade múltiplos destinos/várias cidades, com 3 trechos:

  • Trecho 1: Brasil-Lima
  • Trecho 2: Lima-Juliaca (o aeroporto mais próximo de Puno)
  • Trecho 3: Cusco-Brasil

Faça o trajeto Puno-Cusco de ônibus (com a Cruz del Sur).

Os melhores vôos para cumprir este roteiro

As dificuldades da Avianca

Depois de ver falir a sua subsidiária brasileira, chegou a vez da Avianca internacional (ou Avianca Holdings) enfrentar problemas contábeis. Grandes prejuízos obrigaram a cia. a cortar rotas e a se reestruturar -- inclusive com mudança de gestão.

A situação já esteve mais preocupante, mas em setembro de 2019 a Avianca obteve sucesso numa operação de alongamento da dívida com seus principais credores -- evitando assim a necessidade de entrar em recuperação judicial.

O noticiário sobre a Avianca já mudou de tom, e está mais otimista. Mas não dá para desconsiderar a situação da cia. na hora de comprar sua passagem. Se você não quer precisar acompanhar as notícias de aviação para se informar da situação da cia. com que vai voar ao Peru, escolha a Latam.

Saindo de São Paulo

Se puder sair na sexta, escolha o vôo Latam com saída de São Paulo às 19h35 (chegada em Lima às 22h55). Siga a Cusco na segunda-feira no vôo Latam das 10h44 (chega ao meio-dia em Cusco). Volte a São Paulo no Latam das 9h30 de Cusco a Lima (chegada às 10h57), com conexão para o vôo Latam que sai às 13h29 e chega em São Paulo às 20h30.

Caso só possa sair no sábado, pegue o vôo Latam das 7h20 (chegada em Lima às 10h50); os outros vôos permancem os mesmos.

Voando Avianca, saia no sábado no vôo das 6h (chegada em Lima às 8h55). Na segunda-feira, siga a Cusco no vôo Avianca das 14h (chegada em Cusco às 15h20). Volte no domingo no vôo da Avianca das 16h15, que faz conexão com o vôo Avianca que sai de Lima às 21h10 e chega em São Paulo às 5h20 da madrugada de segunda. (Leia sobre as dificuldades da Avianca.)

Saindo do Rio de Janeiro

Para sair na sexta, você precisa matar o serviço à tarde e pegar o vôo Latam que sai às 15h30 do Galeão para São Paulo e faz conexão com o vôo Latam São Paulo-Lima das 19h35 (chegada em Lima às 22h55). Siga a Cusco na segunda-feira no vôo Latam das 10h44 (chega ao meio-dia em Cusco). A volta também é bem chata, com saída de cusco no vôo Latam das 5h32 (que chega às 6h59 em Lima), continuando a São Paulo no vôo que sai às 9h14 (e aterrissa às 16h25), para por fim pegar o terceiro vôo ao Rio de Janeiro que sai às 18h35 (e chega ao Galeão às 19h40).

O melhor esquema com partida do Rio de Janeiro é voando Avianca, a única cia. que tem rota direta a Lima e vai também a Cusco. Saia no sábado no vôo Avianca das 5h50 (chegada em Lima às 9h15). Prossiga na segunda a Cusco no vôo Avianca das 14h (chegada às 15h20) e volte domingo no vôo Avianca Cusco-Bogotá das 16h05 que faz conexão com o vôo direto da Avianca Bogotá-Rio das 21h15, direto ao Rio, chegando às 5h30 da madrugada da segunda. (Leia sobre as dificuldades da Avianca.)

Saindo de Porto Alegre

Quem sai de Porto Alegre também deve aproveitar a rota direta da Avianca. Saia no sábado, no vôo Avianca das 6h25 (chegada em Lima às 9h15). Siga na segunda a Cusco no vôo Avianca das 14h (chegada às 15h20) e volte domingo no vôo Avianca das 10h05, que permite que você passeie à tarde por Lima e volte no vôo das 22h50 direto a Porto Alegre, chegando às 5h35 da manhã de segunda. (Leia sobre as dificuldades da Avianca.)

Precisa vacina contra febre amarela para ir ao Peru?

Por enquanto, não precisa.. O Peru é um dos únicos países da América Latina que não exigem a vacina de brasileiros. Mas isso pode mudar a qualquer momento. Se você tem intenção de viajar a países latino-americanos nos próximos anos, consulte seu médico e veja se você pode ser vacinado. Se puder, meu conselho é vacinar-se -- tanto para estar protegido da doença no Brasil como para não ter problemas nas viagens. Se você não puder se vacinar por razões de saúde, seu médico pode emitir um certificado internacional de isenção da vacina.

Lembre-se que a vacina só vale depois de 10 dias; se o Peru passar a exigir a vacina amanhã e a sua viagem estiver marcada para dali a oito dias, não será aceita no dia da viagem e você precisará remarcar. Veja como vacinar-se e tirar o certificado internacional (ou o de isenção) .

Como comprar o ingresso para Machu Picchu

Desde 2011, obedecendo a determinação da Unesco, a cidadela de Machu Picchu passou a receber no máximo 2.500 visitantes por dia. Por isso é importante comprar seu ingresso com antecedência, pelo site MachuPicchu.gob.pe.

O site foi reformulado em janeiro de 2019 e não tem mais versão em português. A versão em inglês costuma aparecer automaticamente para estrangeiros. Se você preferir comprar em espanhol, configure o idioma na barra do alto, à esquerda.

Para iniciar o processo, você precisa escolher uma data. O site vende ingressos para o mês corrente e para os cinco meses seguintes.

A partir de 1º de janeiro de 2019, os ingressos estão sendo vendidos com hora marcada. Há 9 horários disponíveis: a primeira entrada e às 6h, e a última, às 14h.

Os ingressos para estrangeiros custam 152 nuevos soles (algo como US$ 45). Há outras novidades nas regras de visitação; leia aqui.

Além do ingresso simples, há dois outros ingressos disponíveis (com lugares ainda mais limitados) para combinar o circuito da cidadela com o trekking por uma das duas montanhas do complexo. O ingresso Machu Picchu + Montanha Huayna Picchu custa 200 nuevos soles (US$ 60), mesmo preço do ingresso Machu Picchu + Montanha Machu Picchu.

Definido o ingresso, você vai precisar preencher a ficha dos visitantes. No campo de documento, informe o que você vai levar no dia -- pode ser RG ("DNI", em espanhol) ou passaporte.

O pagamento tem uma pegadinha: é preciso usar um cartão de crédito internacional Visa participante do sistema Verified by Visa, ou cartão de crédito internacional MasterCard participantes do sistema MasterCard SecureCode. Estes sistemsa remetem a uma verificação do seu banco emissor (por senha ou token) antes da compra. (Saiba mais sobre esse sistema neste post). Se você ainda não tem um cartão Verified by Visa ou MasterCard SecureCode, vale a pena fazer um -- cada vez mais sites internacionais estão usando o sistema.

Se você estiver no Peru, pode anotar o código da reserva e terá três horas para pagar por boleto numa agência do Banco de La Nación ou em postos específicos em Cusco e Aguas Calientes. Esta alternativa não é recomendável porque é bastante arriscado deixar para comprar o ingresso ao parque só no Peru (sobretudo na alta temporada entre maio e setembro).

Uma vez comprados, imprima os ingressos e leve com você.

Vale a pena incluir a Montanha Huayna Picchu?

A Machu Picchu que está na sua cabeça pode ser visitada em sua plenitude com o ingresso simples. O passeio com calma, percorrendo toda a cidadela, requer três horas, com subidas e descidas, muitas vezes debaixo do sol. É um passeio maravilhoso, porém naturalmente exaustivo.

Quando você inclui uma subida a uma das montanhas -- seja à Huayna Picchu, seja à Montanha Machu Picchu -- você acrescenta de três a quatro horas de esforço físico à sua visita. Sinceramente, não acredito que a relação sacrifício x benefício seja boa.

De todo modo, há três casos de visitantes que devem considerar comprar o ingresso com trilha:

  • Trekkistas, andarilhos, fãs de turismo-aventura
  • Quem gostaria de ter feito a Trilha Inca mas não tem tempo ou fôlego para tanto
  • Quem vai fazer a visita em dois dias consecutivos

Leia mais sobre isso, incluindo opiniões divergentes de leitores, neste post.

Como comprar a passagem de trem

A não ser que você chegue a Machu Picchu pela Trilha Inca, vai precisar pegar o trem até Aguas Calientes (oficialmente, Machu Picchu Pueblo), a cidadezinha de onde partem os microônibus que levam ao santuário de Machu Picchu.

Há três pontos de partida do trem:

  • San Pedro, uma estação em Cusco, que foi reativada em maio de 2019
  • Poroy, uma estação a 25 minutos de táxi de Cusco, de onde saem trens da Peru Rail
  • Ollantaytambo, uma cidade do Vale Sagrado a 2h de carro ou van de Cusco

Saindo de Cusco, a viagem até Aguas Calientes vai levar em média 4 horas, por qualquer uma dessas rotas (táxi a Poroy + trem a Aguas Calientes, ou van a Ollantaytambo + trem a Aguas Calientes).

Se você seguir o meu roteiro, vai pegar pegar o trem em Ollantaytambo. O percurso de ida de Cusco a Ollantaytambo vai ser aproveitado para fazer paradas pelo Vale Sagrado (como você verá neste post).

Duas cias. operam na ferrovia: a PeruRail, do grupo Belmond (antigo Orient-Express) e a Inca Rail.

As duas cias. oferecem vagões com diferentes níveis de conforto. Os preços são por trecho (só ida ou só volta) e variam conforme dia e horário da viagem.

Primeira viagem ao Peru: trem PeruRail Expedition

PeruRail: trem Expedition

Na PeruRail, o vagão menos caro é o Expedition (US$ 75 Poroy-Aguas Calientes, desde US$ 70 Ollanta-Aguas Calientes). Na Inca Rail, a classe mais barata é a The Voyager, que tem tarifas a partir de US$ 70 (Ollanta-Aguas Calientes).

Primeira viagem ao Peru: trem Vistadome PeruRail

PeruRail: trem Vistadome

Os vagões mais panorâmicos da PeruRail (e com melhor serviço de bordo) são os VistaDome (desde US$ 115 San Pedro-Aguas Calientes, US$ 105 Poroy-Aguas Calientes, US$ 95 Ollanta-Aguas Calientes). A classe equivalente da Inca Rail seria a The 360° , desde U$ 115 (San Pedro-Aguas Calientes), US$ 105 (Poroy-Aguas Calientes) e US$ 85 (Ollanta-Aguas Calientes).

Primeira viagem ao Peru: Inca Rail First Class

Inca Rail: vagão First Class

A Inca Rail também tem uma First Class com serviço de luxo desde US$ 208 (San Pedro-Aguas Calientes) e US$ 195 (Ollanta-Aguas Calientes).

Se você está achando tudo muito caro, preciso informar que as duas cias. também têm classes AAAA gargalhantes: a PeruRail tem o Sacred Valley Train (desde US$ 195 Ollantaytambo-Aguas Calientes), o Hiram Bingham (desde US$ 540 Poroy-Aguas Calientes) e a Inca Rail, a The Private Machu Picchu Train (um vagão que pode ser fretado entre Ollanta e Aguas Calientes, com preço sob consulta).

Caso você queira seguir este roteiro que eu sugiro, compre da seguinte maneira:

  • ida: Ollantaytambo-Aguas Calientes num trem do início da tarde, com saída entre 13h e 14h. Você chega a Aguas Calientes a tempo de dar uma descansada à tarde (dá para aproveitar as águas termais).
  • volta: Aguas Calientes-Ollantaytambo, Poroy ou San Pedro, também num horário vespertino, com partida umas duas horas depois do horário em que você calcula terminar sua visita a Machu Picchu.

É melhor comprar a volta a Ollantaytambo, Poroy ou San Pedro?

Dá certo dos dois jeitos. San Pedro está no centro de Cusco e garante uma volta mais confortável. Poroy deixa perto de Cusco, mas ainda envolve pegar um táxi para ir ao seu hotel. E a volta por Ollanta não tem perrengue, não: uma frota de vans estará à espera dos passageiros para transportar até Cusco, por 15 soles por pessoa. O tempo de viagem acaba sendo parecido, porque as vans levam ao centro de Cusco (Poroy está a 18 km da cidade).

Que moeda eu levo para o Peru?

Primeira viagem ao Peru: 100 nuevos soles

Não compre soles peruanos no Brasil

Não compre moedas fracas no Brasil em geral. Os valores parecem pequenos, mas na verdade a cotação é bastante desfavorável; a margem de lucro das casas de câmbio nessas moedas é maior do que as margem que auferem ao vender dólar ou euro. Um exemplo: no momento em que escrevo este post, tendo o dólar como parâmetro, o sol está valendo cerca de 15% a mais do que o real. Só que tem corretora vendendo sol 40% mais caro que o real! Os valores podem mudar, mas a diferença nunca compensa. Se você quer ter soles peruanos no bolso desde a chegada, troque 100 dólares na casa de câmbio do aeroporto, junto às esteiras de bagagem. Mesmo com a cotação fraquinha de casa de câmbio de aeroporto, você vai perder menos dinheiro do que comprando soles no Brasil.

Não leve reais para o Peru

Infelizmente essa cotação da regrinha de três entre dólar, sol e real não se confirma na prática, quando você leva seus reais para trocar numa casa de câmbio no Peru. Durante a minha última viagem, meus reais compravam sempre 10% menos soles do que se eu tivesse usado a mesma quantia em reais para comprar dólares no Brasil e trocar por soles no Peru. Sem falar que o real em espécie sofre do mesmo problema do cartão de crédito: pode desvalorizar durante a sua viagem. Os mercados são interligados, e uma desvalorização do real frente ao dólar no Brasil se reflete imediatamente no Peru (ou qualquer lugar do mundo).

Prefere levar dinheiro vivo? Leve dólares

Da mesma maneira que o dólar vale muito no Brasil, vale muito no Peru também. O dólar que você compra aqui mantém o seu poder de compra lá. Apenas tome o cuidado de pesquisar a cotação do dólar aqui, para comprar o dólar menos caro que encontrar. Tome cuidado também para trocar bem o seu dinheiro no Peru. Troque o mínimo possível em aeroportos, nos fins de semana e fora do horário bancário. A melhor cotação é obtida durante em dias de semana, durante o horário bancário. Evite casas de câmbio muito informais; o risco de receber uma nota falsa é bem maior nesses lugares. Por outro lado, seus dólares podem ser aceitos diretamente por vários operadores de passeios, sem precisar ser trocados em casa de câmbio.

Cartões são menos vilões do que parecem

Todo mundo conhece de cor os problemas do cartão de crédito e do cartão pré-pago: ambos sofrem a incidência de 6,38% de IOF, e o cartão de crédito ainda sujeita você à desvalorização do real entre o dia do gasto e o do vencimento da fatura. Permita-me, porém, lembrar as vantagens dos cartões -- sim, elas existem. A maior delas é garantir o câmbio mais justo do sol peruano para o dólar. Usando cartão você não precisa camelar entre casas de câmbio comparando cotações; e a cotação usada para converter os seus gastos não vai variar entre cidades, horários ou dias da semana, e vai ser bastante superior à cotação de qualquer casa de câmbio (com a incidência do IOF, a cotação do cartão acaba entre igual e ligeiramente inferior às melhores casas de câmbio). Outra vantagem é evitar o risco de receber notas falsas. Uma nota de 100 soles falsa que você receba significa mais de 100 reais.

O cartão pré-pago congela o dólar no momento da compra da moeda, mas dá um pouquinho de trabalho para carregar e controlar o saldo. Mas se você tem medo de desvalorização do real, ou tem limite baixo no cartão de crédito internacional, o pré-pago é uma ótima alternativa.

O melhor cartão de crédito atualmente é o da Caixa, porque oferece uma cotação próxima ao dólar comercial e faz a conversão para reais na data de cada compra (o valor não varia até o vencimento da fatura).

Vale a pena fazer saques em caixas automáticos?

O problema dos saques em soles é que, além do IOF de 6,38% brasileiro, você ainda precisa pagar a tarifa de saque do seu cartão e a tarifa de uso do equipamento. Como os valores máximos de saque são baixos, essas tarifas acabam pesando demais no total. Se você for fazer retiradas, a melhor rede é a BCP, que permite retirar até 700 soles (pouco mais de 210 dólares) e cobra 13,50 soles de tarifa (4 dólares -- 2% no saque máximo). A GlobalNet é a pior: deixa retirar no máximo 400 soles (uns 120 dólares) e cobra 14,50 soles de tarifa (4 dólares -- 3,5% no saque máximo). A rede Scotiabank permite retirar até 500 soles; BBVA e Multired, 400 soles. Clientes Santander Select e Citibank, porém, fazem saques isentos de tarifa (mas com IOF de 6,38%), desde que usem as agências próprias desses bancos.

Um bom mix

Divida sua verba para a viagem ao Peru entre dólares vivos e cartão pré-pago ou cartão de crédito. Use os dólares para trocar dinheiro miúdo para o dia a dia e para pagar diretamente pelos passeios. Pague os hotéis com cartão. Dessa maneira você evita precisar trocar grandes quantias em casa de câmbio (diminuindo o risco notas falsas e o volume de dinheiro vivo a transportar).

Cusco

Boa viagem!

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820 comentários

CRISTINA VALÉRIA FLAUSINO

Olá, pessoal, minha viagem a Lima, Cusco e Machu Picchu já está toda programada, com bilhetes comprados, hoteis reservados, etc. Minha dúvida é ainda em relação ao real - dólar - soles.
Todos os posts que li me pareceram antigos... inclusive um do Ricardo, de 2015.
Muita gente tem dito que dá para levar reais e trocar sem grandes perdas.
Qual a opinião de vocês para setembro de 2017??
Grata

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Cristina! As pessoas não fazem todas as contas que deveriam. O raciocínio de 2015 continua válido hoje e continuará válido em 2018 ou 2020. A relação entre moedas fracas não muda, é sempre intermediada pelo dólar. Existe muita superstição e pensamento positivo envolvido em não tocar em dólares ou em cartão. E quem usa cartão só tem prejuízo se há desvalorização do real até o pagamento da conta.

Marcelo
MarceloPermalinkResponder

Acabei de voltar do Peru dia 06/092017 para trocar reais por soles a cotação era para cada R$ 1,00 vc recebia 0,92 soles se vc trocasse dólar a cada US$ 1,00 vc recebia 3,23 soles, mas prefira levar dólar 'e muito mais aceito em todos os lugares.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Marcelo!

No dia 6 de setembro dava para comprar dólar em São Paulo por 3,24, já com IOF de 1,1%. Pelas cotações que você apurou, 100 dólares valem 323 soles e podem ser trocados em qualquer casa de câmbio. Já 324 reais (exatamente a quantia com a qual você compraria 100 dólares no Brasil) resultam em apenas 298 soles e não é toda casa de câmbio que aceita. 324 x 298 soles -- uma perda de quase 9%. Se as pessoas fogem tanto do IOF de 6,38%, por que aceitam numa boa uma perda de 9% (tendo aí o trabalho de levar um bolo de dinheiro e talvez perder algum passeio para encontrar uma casa de câmbio que aceite reais e ofereça cotação vantajosa)?

É por isso que dizemos: se você viaja com dinheiro vivo, leve dólares, rendem mais que reais. Até cartões de crédito, mesmo com IOF, podem render mais do que reais, se você não trocar seus reais no lugar e na hora certos, e conseguir cotações ruins. A cotação do cartão de crédito (para conversão de soles em dólares e reais) sempre é boa.

Lizandra
LizandraPermalinkResponder

Vou fazer esse mesmo roteiro. Obrigada pelas dicas. Tirei muitas dúvidas. Estava quase comprando um pacote em uma agência de viagem. Agradeço ao site que também é ótimo.. ..

Christine
ChristinePermalinkResponder

Queria agradecer ao Ricardo e equipe pelo post. Cheguei esta semana de uma viagem praticamente guiada por vcs (estendi para 13 noites) que foi ótima. Fiquei uma noite a mais em Lima, uma a mais em Cusco e uma a mais em MP. Adorei o Hotel Suma em MP, que se torna em conta considerando que além do café da amanhã , estão incluídos chá da tarde, excelente jantar é muito conforto. Gostei muito de visitar o Museu LARCO. Valeu por mais esta grande ajuda nesta viagem inspiradora.

Christine
ChristinePermalinkResponder

Minha contribuição é fazer MP pela tarde, entrada ao meio-dia. Menos filas nos ônibus, menos gente na cidadela, menos tristeza na hora de levantar. Levei dólares e fiz câmbio em todas as cidades por 3,23.

Alex
AlexPermalinkResponder

Boia, uma duvida. Vi num outro post que o ingresso vespertino iria valer até 30 de junho apenas, mas o mesmo continua sendo vendido no site oficial. A diferença dele para o "2º turno" é apenas que um é valido a partir de 12 e o outro a partir das 13horas?
Outra pergunta, entre o horario matutino e o vespertino, qual a melhor opcao, para ter menor possibilidade de tempo ruim. Sei que nao da p garantir, mas em geral, qual horario é mais indicado? Grato desde ja!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Alex! A opção "vespertino" ainda continua no menu, mas se você clicar, vai ver que não funciona.

Quanto a futurologia metereológica, é com São Pedro, infelizmente não temos acesso a esse tipo de informação privilegiada.

Nicole
NicolePermalinkResponder

Ola!
Quero comprar as passagens direto no site da avianca (Poa-lima-cusco-poa), porem
Não encontro esse destino. Consegues me informar em que link eu consigo comprar?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Nicole! Compre em Avianca.com, não em Avianca.com.br. Escolha a opção 'múltiplas cidades'.

Cristiane
CristianePermalinkResponder

Bóia, se eu comprar pelo site Avianca.com é uma compra internacional? Sabe se tem cobrança de IOF?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Cristiane! Acredito que não, mas confirme com algum dos canais de atendimento da cia.:

http://www.avianca.com/br/promocoes-especiais/contate-nos

Rodrigo
RodrigoPermalinkResponder

Olá! Pensei em acordar em Cusco, sair bem cedo pra Ollantaytambo e pegar o trem no final de tarde para Aguas Calientes. Minhas dúvidas agora são: onde pega a van pra Ollantaytambo? O que é possível conhecer em Ollantaytambo em algumas horas?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Rodrigo! As informações sobre Ollantaytambo estão no post 3 da série. Por favor leia a série. Esta é apenas a introdução e trata do roteiro em linhas gerais e das providências a serem tomadas antes de sair do Brasil. Para todos os demais detalhes, por favor leia a série. Obrigada.

Mariana
MarianaPermalinkResponder

Oi! Estou com as passagens compradas para o fim de setembro ir a cusco e estou organizando o roteiro dos passeios. Minha dúvida é sobre qual horario de trem pegar para ir a machupicchu se faço o passeio do vale sagrado antes de ir. Vale a pena ir visitar somente ollantaytambo antes de machupichu? Outra dúvida: é frio final de setembro? Como não pararei em Lima antes, como fica a questão do celular, chip e esaas coisas? Obrigada!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Mariana! Por favor, primeiro leia a série inteira. Esta é só a introdução com o que precisa ser feito antes de sair do Brasil. Suas dúvidas serão resolvidas se você investir 45 minutos na leitura da série inteira. Obrigada.

luiza dalle zotte carvalho

Olá, pessoal! Queria agradecer por todas as dicas que me foram dadas e não poderia deixar de retornar tbm para contribuir. Segue abaixo algumas dicas complementares sobre a viagem.

Lima:
- usamos uber o tempo inteiro e foi excelente, tanto em valores como em qualidade.

Cusco:
- Passeio no vale Sagrado de Moto com Peru Moto Tour foi excelente.

Machu Pichu c/ pernoite em águas calientes e ida matutina,sem huayna pichu, dia 27/08/2017:
- comprar o ticket tô bus no dia anterior e não se esquecer de levar passaporte.
- se gostar, é legal ver documentários sobre Machu pichu no dia anterior, quando está de boa descansando no hotel de águas calientes. :https://youtu.be/vqObjWK_W_Y
- se quiser chegar em machu pichu às 6 hs, pegando os primeiros ônibus, tem que ir pra fila cedo, nós fomos às 3:30 (já tinha pelo menos umas 150 pessoas na fila) e chegamos na primeira leva de turista. Assim, na volta, conseguimos retornar mais cedo, às 11hs, sem pegar filas de bus.
- o ideal é encontrar pessoas que foram no dia que vc chegou para que elas tem digam como estava a fila do bus. No nosso caso, o pessoal do hotel não estava ciente da fila gigante e indicou para irmos às 5 da manhã. Foi um grupo de hóspedes que nos alertou que foram às 5 da manhã e só chegaram a MP às 8:00 e para retornar, saíram às 13:0hs, ficando mais de 1 hora na fila. Nós tínhamos o trem de volta às 15:20 e não podíamos correr risco de perder.
- pegar guia, de preferência antecipado para negociar e fazer o percurso 1, que é o mais completo. Os guias oferecem diversos preços, no nosso caso, a msm guia mudou de 100 usd para 50 usd (para um casal), porém ela fez o percurso 2, mais curto (será este o motivo do "desconto" ou simplesmente pq gostam de negociar?)! Ou seja, precisa negociar preço alinhado com o percurso que vc quer fazer!!!!
- Os percursos te levam a saída e não é possível fazer o caminho contrário, todos precisam seguir o fluxo. Depois que vc saí a primeira vez,ainda tem direito a uma entrada!
- Ainda que vc não pegue guia, a questão dos circuitos tbm se aplica, os guias dos outros não te deixam ir contra o fluxo, além de setas que acabam te direcionando.
- banheiro só fora dos circuitos, custa um sole, bom levar moedas.
- se quiser ver o raio de sol iluminando Machu pichu ao nascer do sol e tirar a foto clássica deve esperar na área da cabana, início do percurso 1. No nosso caso Lá pelas 7:30 o sol iluminou a cidade e a névoa abriu.... Se preferir fazer o roteiro sem grupos de turistas, é só iniciar de cara o passeio, sem esperar neblina passar....
- O percurso 2 não passa por este local da foto clássica, então nós entramos direto na cidadela e a exploramos sem turistas, como se ela estivesse ali apenas nos esperando, o que foi mto legal. Ao mesmo tempo, não pudemos ter aquela imagem massa do sol iluminando a cidade do ponto clássico.
- levar passaporte para fazer o carimbo de machu pichu! ?! Fica na saída, próximo aos banheiros. teste o carimbo em algum outro papel antes, precisa carimbar com força pra ficar perfeito.
- se for de short, blusa curta, levar repelente!!!
- Faz muito sol! Levar óculos de sol e protetor solar.
- ir ao restaurante Índio feliz em águas calientes, é MT legal!

FabioH
FabioHPermalinkResponder

Legal tua dicas Luiza, não vou fazer MP neste momento, mas já estão anotadas!

Josiel Cordeiro

Obrigado pelas excelentes dicas!!!!! Pretendo segui-las, em outubro desse ano.

Paulo Medeiros

Em agosto de 2016 comprei no site da latam utilizando a opção de várias cidades/multiplus destinos. Mas hoje, setembro de 2017, nao consigo mais... nao tem essa opção.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Paulo! Sim, isso é recente. Pode ser que tenha a ver com a adaptação do site à cobrança de bagagens. Mas é possível comprar por telefone ou em agências como a Viajanet.

Roberio Moreira Leite

Eita ! Já postei meu comentário..so que esqueci de agradecer , a todos do site viajenaviagem , dicas fantásticas ! abraço.

LENA MÁRCIA DE OLIVEIRA CAMPOS

Passando aqui para agradecer ao blog VnV e aos viajantes que deixaram suas dicas, que foram muito preciosas. Passamos 08 dias entre Lima, Cuzco e Machu Picchu (sem contar os dias de ida e volta do Brasil). Em Lima fiquei uma noite no hostel Casa Hualpa B&B. O local entrega o que promete, simples, relativamente limpo, cama razoável, chuveiro bom, café da manhã simples mas gostoso (café, suco, dois pães, queijo, molho feito com abacate-delícia, geleia e manteiga). Localização próxima da Av. Larco. Depois encontrei com as amigas e passamos dois dias no Tierra Viva Larco Miraflores: maravilhoso. Se soubesse antes, acho que teria ficado nos mesmos hotéis da rede em Cuzco e Águas Calientes, mas foi bom pois assim conheci outros estabelecimentos. Hotel muito bom em tudo: limpeza, localização, cama e chuveiro, equipe atenciosa, café da manhã. Me hospedaria novamente sem sombra de dúvida. Fiz o walking free tour pelo centro da cidade, foi muito legal mas é superficial. No outro dia refizemos os principais pontos mas com bastante calma e explorando todos os locais de interesse. Em Cuzco ficamos no Eco Inn Cuzco por 02 noites. O hotel oferece menos do que aparenta ter. Tudo razoável. Não ficaria novamente. Fomos no restaurante Inka Grill e no Chincha: excelentes, comida boa, preço justo. Fomos em ambos sem reservas. Em Aguas Calientes ficamos no Casa Del Sol Machu Picchu, simplesmente maravilhoso em tudo: desde nossa chegada na estação de trem, a Sra. Wendy nos recebeu e nos encaminhou para o hotel que fica muito próximo, o Sr. Jorge se prontificou imediatamente para comprar nossos passes dos ônibus que levam para Machu Picchu; o Sr. Anjelo nos atendeu rapidamente nas nossas solicitações e se manteve a disposição durante toda nossa curta estada; o quarto, a cama, o chuveiro, banheira, amenidades (as melhores da viagem inteira), café da manhã às 05:30h servido pelo Sr. Juan, também extremamente atencioso, enfim, tudo muito, muito bom. Subimos para MC na quarta à tarde para conhecermos a cidadela (contratamos o guia Aldo, muito gentil, pagamos 20 soles por pessoa, em um grupo de cinco), foi uma tarde ensolarada, conseguimos imagens muito lindas, fizemos o percurso 1 e depois sem guia fizemos parte do percurso 2; e na quinta pela manhã voltamos para subir a montanha Waynapicchu, sem necessidade de guia, subimos em 01 hora, a manhã estava chuvosa, exigiu cuidado redobrado, descemos em 50 minutos, com direito a muitas fotos. Carimbamos o passaporte na saída. O staff do hotel deu todas as dicas a respeito dos horários da manhã, que são os amis concorridos. A fila estava imensa, esperamos uma hora certinho mas como i dia estava muito nublado, sem chance de ver o nascer do sol, esperamos sem muitos traumas. Nesse dia já fizemos o checkout no hotel, guardaram nossas malas e na volta ofereceram toalhas, shampoo e um belo chuveiro antes de seguirmos viagem. Conhecemos o restaurante Índio Feliz, e foi uma felicidade só, lugar muito legal, com uma decoração pra lá de alto astral, música e comida muito boa, sucos maravilhosos, preços à altura do lugar. O dono é um francês, então já sabe que os pães de entrada são perfeitos. Enche muito rápido, fomos na quarta sem reserva mas não conseguimos lugar. Na quinta voltamos, também sem reserva, mas dessa vez tivemos. Super recomendo. Seguimos para Ollantaytambo e ficamos no Hostal Sauce por uma noite. Lugar sem luxos mas muito agradável e aconchegante: cama e chuveiro muito bons, quarto sem televisão, a Sr. Chela foi incansável em fornecer tudo que podia para melhorar os sintomas do soroche (chás, pomadas, comprimidos) o café da manhã super natural, tudo feito na própria cozinha do hotel: sucos, pães, bolos, iogurte grego delicioso, café e doces. Ela também nos indicou um motorista de táxi, Sr. Augusto (fone 973.636583) que nos levou para conhecer Chinchero, Moray e as salinas de Maras. Ele tem base em Urubamba mas atende toda a região de interesse para os turistas. Passamos uma noite em Urubamba no hotel Lizzy Wasi Boutique Hotel, lugar super difícil de encontrar mas quando chegamos tivemos uma grata surpresa: local cercado de natureza por todos os lados, jardim muito bem cuidado, uma sensação de descanso incrível. A equipe é meio despreparada mas tenta agradar. O quarto é muito confortável, sem televisão, cama muito boa, chuveiro maravilhoso, café da manhã também muito bom, tipo andino mas também com itens mais conhecidos nossos. Nesse dia conhecemos Pisaq, contratamos o guia, Sr. Dario Balanda (contato: guiacusco@gmail.com), foi muito bom explorar o local com ele e suas explicações (o guia não é obrigatório mas acho super recomendável para entender melhor o local e sua história). Seguimos novamente para Cuzco e ficamos no Casa del Sol Ramada Cuzco, também excelente hotel, equipe atenciosa, quarto muito bom, com ar condicionado, televisão, como saímos muito cedo não tivemos oportunidade de experimentar o café da manhã. De Cuzco retornamos para Lima e para o Brasil.
Conseguimos fazer câmbio em Lima (1U$=3,23 soles) e em Cuzco, pelo mesmo valor.
Ainda troquei R$1 = 0,93 (usei R$200,00). Usamos táxi sem problemas, Uber também funcionou bem.
Compramos o boleto turístico por 130 soles, para nós valeu muito a pena.

ROGER
ROGERPermalinkResponder

Eu queria só agradecer ao ViajenaViagem pelas dicas. Fizemos Lima(1) - bus -Paracas(2) - bus - Arequipa (3: 1 arequipa, 2 vale del colca) - bus - cuzco(6: cuzco; Maras, Moray, Chinchero e Olanta; Aguas Calientes e MP, Pisac) - avião - Lima (2). Deu tudo muito certo. Viagem Boa, barata e muito facil!!!!!
obrigado a todos

Saulo Veiga
Saulo VeigaPermalinkResponder

Gostei muito das dicas, eu e minha esposa já estamos nos preparando e organizando nossa viajem, e o site ajudou muito...

Marilia Freire

Fui para o Peru em agosto/2017 e segui todas as suas dicas (qtd dias, lugares, bares/restaurantes e hotéis). A viagem foi maravilhosa. Muito obrigada por compartilhar. Excelente roteiro.
Parabéns pelo blog.

Diego Maia
Diego MaiaPermalinkResponder

Fiz o roteiro indicado aqui e só tenho a agradecer ao VnV: obrigado, obrigado, obrigado! Foi tudo lindo. Única alteração que fiz foi chegar no sábado pela manhã, porque não tinha como sair do Brasil na sexta à noite. Me surpreendi com Lima (quero voltar, a cidade pede muito mais que dois dias!). Fiquei no Dazzler e recomendo: localização ótima, funcionários muito prestativos. Andei bastante pela região à noite, e me senti muito seguro. Consegui encaixar uma visita à Huaca Pucllana na segunda pela manhã, antes do voo para Cusco (que era às 14h40), e recomendo: é uma introdução sensacional ao que você vai ver nos dias seguintes da viagem.

Em Cusco fiquei no Tierra Viva Centro. Gostei do hotel, mas acho que teria gostado ainda mais se ficasse mais próximo da Plaza de Armas ou do Qorikancha. Ele fica numa rua bastante barulhenta e movimentada, menos turística, e bem próxima do Mercado de San Pedro. Parte da minha família ficou no Unaytambo Boutique: localização maravilhosa, hotel bastante charmoso (mas acho que a manutenção tem deixado um pouquinho a desejar pelo que eles me falaram - tiveram alguns problemas com encanamentos).

Não precisamos trocar as passagens de trem enviadas por e-mail no escritório da PeruRail. As que chegaram por e-mail, em PDF, já valiam, era só imprimir. Em Cusco andamos bastante pela Plaza de Armas. À noite recomendo bastante atenção, porque os vendedores ambulantes ficam mais insistentes e vi batedores de carteira em ação. De dia, bem mais tranquila e gostosa. Não deixem de ir ao MAP (se forem ao restaurante do museu, o jantar é só com menu a preço fixo, 165 soles) e passear por San Blas. Nos arredores e no Valle Sagrado, fomos a Sacsayhuaman, Qenqo, Tambomachay, Puca Pucara, Moray, Salineras de Maras, Chinchero, Awanacancha e Pisac (ruínas e cidade), tudo contratado com a Fabulous Peru Tours, ao longo de 3 dias. Serviço muito bom, no geral. Acho só que o passeio dentro da cidade (Catedral, Qoricancha) foi um pouco apressado. Eles nos levaram também até Ollantaytambo e, como sugerido aqui, dormimos lá. FAÇAM ISSO!!!!! Ollantaytambo PRECISA MESMO ser curtida por uma noite, pelo menos. A vila é charmosa, e pela manhã as ruínas ficam praticamente vazias (gastamos umas boas 3 horas andando com calma por todo o complexo, que eu achei tão bonito quanto Machu Picchu). Mas uma outra coisa que eu gostaria de sugerir é o almoço no El Albergue. Me hospedei nesse hotel, e também recomendo: mesmo ficando dentro da estação de trem, os quartos são silenciosos, muito confortáveis, e o café da manhã vai ter a melhor atmosfera de toda a sua viagem (observando os trens partindo de dentro do café do hotel). Agora, o almoço ao estilo Pachamanca que eles oferecem (a 40 dólares por pessoa) é verdadeiramente emocionante. Primeiro o Gabriel, chef local, te leva por um passeio pela gigantesca horta orgânica da propriedade, nos fundos do hotel. Plantam de tudo por lá: inúmeras variedades de batata, alface, cenoura, tomates, alcachofra. Criam galinhas, cordeiros, porcos, cuys. Usam tudo nas refeições do hotel. Eles preparam seu almoço no estilo pachamanca ali mesmo, te explicando todo o processo (basicamente: um buraco no chão com pedras e brasa a 600 graus, batatas no fundo, carnes assando nas pedras, vegetais por cima, tudo coberto com folhas, folhas cobertas por uma lona, lona coberta por areia). E servem a comida ali mesmo, no meio da horta, num espaço coberto bem bonito, com chicha morada gelada, salada fresquinha com os vegetais colhidos na hora e menu de vinhos. É de chorar. A sobremesa foi o melhor bolinho de cenoura da minha vida. E essa foi a melhor refeição da minha viagem toda - e olha que eu fiz questão de caprichar nos outros restaurantes desses 8 dias pelo Peru. Ouso dizer que o dia passado em Ollanta vale por esse almoço também. Depois dele, fomos direto para o trem da PeruRail (sorrindo de orelha a orelha).

Chegamos em Águas Calientes às 17:20, compramos as passagens de ônibus (sem fila), fomos para o hotel (Tierra Viva), deixamos as coisas, comemos uma pizza e dormimos cedo. Não me senti muito bem à noite, então só fui para a fila do ônibus no dia seguinte às 7:10. Às 7:25 já tinha embarcado, e às 7:45 já estava em Machu Picchu, onde fiquei até 12:00 (já tinha andado o complexo todo duas vezes, curtido bastante). Minha família foi bem antes para a fila, às 5:15, mas só embarcaram às 6:10 e chegaram em MP às 6:30. Contratamos uma guia lá na hora para nós sete por 130 soles no total. O passeio guiado durou pouco mais de duas horas. Depois é só fazer o circuito 1 (aquele que sobe até os pontos mais altos da cidadela) para curtir MP com mais calma, sem guia jogando tantas informações, e tirar muitas fotos. Ou fazer primeiro esse circuito 1, e depois reentrar com guia, como preferirem. Importante: não dá MESMO para voltar pelo caminho que você já passou. Foi a única das regras novas que vi sendo aplicadas por lá.

A fila do ônibus para retornar para Águas Calientes começa a ficar maior a partir das 11h30. Como as pessoas do turno da manhã só podem reentrar na cidadela até meio-dia, é nesse período que aquela área de fora do parque onde estão os banheiros fica muito movimentada. Filas enormes ali nesse horário. Mas para pegar o ônibus demoramos apenas 15 minutos por volta do meio-dia.

Chegamos em Poroy de trem às 19:10, fomos para Cusco e no dia seguinte tinha voo para Lima às 17:00. O aeroporto de Cusco estava um caos total, por conta de uma chuva levinha que caía sobre a cidade. Muitos voos cancelados. Nenhum avião de low-cost pousou, e vários voos da Avianca, Peruvian e Latam cancelados. Minha dica: se estiver seguindo este roteiro voando Avianca, tente marcar o voo Cusco-Lima para antes do almoço, porque se seu voo for cancelado, há chances de você ser realocado em outro voo para a tarde, e assim ainda dá tempo de pegar a conexão para o Brasil à noite (normalmente os voos da Avianca para o Brasil são depois das 21h). Nosso voo era às 17:00 e saiu com mais de uma hora de atraso - foi sorte, porque tinha grandes chances de ser cancelado. Se tivesse saído com mais meia hora de atraso, teríamos perdido o voo de volta para o Brasil, fácil.

Adorei o país, o povo, a hospitalidade, o profissionalismo do turismo local. Voltarei em breve para conhecer Nasca, Arequipa e outros lugares que não consegui incluir neste roteiro.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Superobrigada pelo feedback, Diego!

Juliano
JulianoPermalinkResponder

Muito bom o post! Estou planejando uma viagem para o Peru e o post me ajudou bastante a definir o roteiro. Só estou com receio de sentir muito o efeito da altitude em Custo e passar mal... Irei levar alguns medicamentos para enjoo para me precaver...

Nelma Rozsa
Nelma RozsaPermalinkResponder

Estou planejando minha viagem à Machu Picchu e gostaria de agradecer pelas preciosas dicas, porém, vou discordar da questão "altitude". Você diz que Machu Picchu antes de Cusco não resolve a questão da altitude mas se no caso eu for primeiro para Machu Picchu, dormindo em Águas Calientes (2040m), depois subindo para Ollantaytambo ( 2700m), e só depois ficar em Cuzco (3400m), meu organismo já estará aclimatado. É isso que os montanhistas fazem.

Lena
LenaPermalinkResponder

Riq,
cheguei há pouco do Peru e queria deixar alguns comentários sobre algumas mudanças com relação ao seu dossiê completíssimo de primeira viagem ao Peru e também daquilo que fiz diferente.
Primeiro um agradecimento a vocês do VnV e outros blogs de trips. Li todos os posts do dossiê, os posts da Sylvia, o Cup of Things da Manú, o Sundaycooks da Nat e do Fred e o Dividindo a Bagagem da Lú. Além de conversas e dicas de outros trips, como a Mari Campos e a Carla Tolosa. Todos me ajudaram muito!
Em vez das 9 noites sugeridas, fiquei apenas 8. Isso fez com que eu tivesse uma noite a menos em Lima. Eu não queria visitar Machu Picchu no final de semana, porque li em algum lugar que ficava mais lotado. Por isso arrumei meu roteiro para fazer a visita até 6a feira e com isso passei um dia a menos em Lima.
Porém, quando estava na fase de compra de ingresso para Machu Picchu, percebi que os dias menos lotados são 6a e sábado. Como o site mostra o número de ingressos disponíveis, vi que havia maior disponibilidade para estes dias, do que de 2a a 5a feira. Ou seja, poderia ter deixado para fazer a visita no sábado e retornado no domingo.
1) Lima: pegamos o voo das 8 AM na 6a feira (voo vazio! Fomos deitados!) e chegamos às 11 horas. Apesar de ter deixado só duas noites para Lima, eu sabia que era pouco e gostaria de ficar mais, mas não me preocupei tanto, porque Lima é mais fácil de chegar e espero ter outras oportunidades para voltar.
Ficamos hospedados no Courtyard Marriot e gostamos muito. Tinha lido resenhas muito positivas, inclusive indicando o café da manhã, como um brunch para não-hóspedes.
Após o check in fomos direto almoçar. Tentamos o Punto Azul (indicado aqui e pelo hotel), mas estava lotado. Seguimos então outra indicação do hotel e fomos ao Saqra, a pouco mais de uma quadra do hotel.
Após almoço, fomos à loja da Claro comprar o chip de celular. Aqui uma mudança com relação ao dossiê: não precisamos ir a outro local para carregar o pacote de dados. Pagamos 5 soles pelo chip + 30 soles pelo pacote de 3Gb para 30 dias e saímos da loja com o celular já funcionando. Ótimo!
No resto da tarde batemos perna por perto do hotel mesmo e depois jantamos com a querida Manú e marido. Por indicação deles, fomos ao Felix Brasserie e gostamos muito.
No sábado, apesar da tentação de passear pelos bairros, o que eu queria mesmo era visitar o Museu Larco. E foi o que fizemos. Logo pós o café da manhã, chamamos um Uber e fomos direto para lá. Além de maravilhoso, o museu é o início perfeito para uma viagem que tem como foco principal a visita ao Vale Sagrado e Machu Picchu.
Após o museu, fomos almoçar no Pescados Capitales. Gostei de tudo: comida, drinks, ambientes e principalmente a carta!

Após o almoço, a ideia era passear de bicicleta por Miraflores até Barranco. Mas acabamos pulando do taxi na altura do Parque del Amor e batendo perna pelo Malecón até o pôr do sol no shopping Larcomar. Jantamos no Rafael, também indicado pela Manú e gostamos bastante.
No domingo, eu havia reservado o voo para Cusco após o almoço, para que pudéssemos acordar com calma e dar um pulo na academia do hotel (coisa importante para quem já está na idade do Condor, aqui e ali...).
Com esta folga de horário, deu para combinar com o motorista do Uber da noite anterior (Giovanni 997041591), um mini-tour ao centro antes de ir para o aeroporto. Ótimo!
A corrida de taxi do aeroporto ao hotel custaria 60 soles. Ele nos cobrou 100 soles e fez algumas paradas no centro de Lima; primeiro na praça San Martin e depois próximo à Praça de Armas, que estava com trânsito bloqueado, devido a uma festa folclórica. O Giovanni nos explicou todos os personagens dos grupos de dança, músicas, etc. Fiz uma oraçãozinha na bela catedral, tiramos muitas fotos, muitos filmes e partimos.
O Giovanni gosta de história e tem muita vontade de trabalhar assim, com turistas. Na noite anterior, ele tinha comentado que poderia nos levar para comer em lugares não turísticos, mais baratos e autênticos, de excelente comida peruana. Já não tínhamos mais tempo para isso, mas foi aí que surgiu a ideia de um tourzinho no centro. Valeu muito a pena! Após o tour ele nos deixou no aeroporto. Indico muito os seus serviços.

2) Cusco:
Passamos duas noites no lindo JW Marriot El Convento. Gostamos de tudo no hotel. Localização, áreas comuns, funcionários, quarto, silêncio do quarto, café da manhã, bar, spa.
O trabalho de restauração do convento do século XVI é impressionante. Os subsolos expõem ruínas incas e o hotel promove um tour por estas áreas às 18 horas.
O hotel cobra uma taxa de US$30/dia/quarto, obrigatória, que inclui free wi-fi, café-da-manhã, dois piscos por dia e desconto de US$25 por dia nos serviços de spa. Fizemos a reserva pelo site da American Express, que utiliza o sistema de reservas da Expedia. Optamos por uma tarifa com café-da-manhã, obviamente desnecessária, já que pagamos a taxa que inclui café.
Nosso quarto tinha um equipamento que libera oxigênio constantemente. Nós não tivemos absolutamente nenhum mal estar, em nenhum momento e não tomamos grandes precauções. Após o check in (tomamos o chá de coca que nos serviram durante o check in), saímos para explorar a cidade; tomamos nossos piscos no bar do hotel antes do jantar; jantamos no Chicha, tomamos vinho. Ou seja, não tivemos uma noite exatamente light...
Na 2a feira pela manhã fomos comprar os bilhetes turísticos. Compramos o completo, mesmo sabendo que não faríamos as visitas incluídas em Cusco e proximidades, pois teríamos 3 dias no Vale.
Depois fomos à loja da Peru Rail para trocar o bilhete, como indicado aqui no dossiê. Aqui, outra mudança. Entreguei os bilhetes impressos para a atendente, que olhou, marcou os horários com marca-texto amarelo, colocou de volta dentro de uma capinha, grampeou e me devolveu. Eu perguntei, "ué? Não precisa trocar por outro bilhete? Eu li que precisava?". Se entendi bem a resposta, como paguei com PayPal, o pagamento já está garantido. Quando o pagamento é feito com cartão de crédito, às vezes precisa levar o cartão e os bilhetes para confirmação.
Visitamos a Igreja e convento de Santo Domingo e o templo de Coricancha, que não estão incluídos no bilhete turístico. Senti falta de um guia para estas visitas, mas não senti firmeza na guia que ofereceu seus serviços quando estávamos entrando. Visitamos também o museu de Sítio Coricancha, que faz parte do bilhete. Depois visitamos a linda catedral, onde usamos o áudio-guia, que é muito bom.
Almoçamos no Greens Organics, que é uma delícia! Foi onde experimentei a Chicha Morada pela primeira vez, pois tive certeza de que era preparada com água mineral. Caminhamos até a praça Nazarenas, onde tinha a intenção de visitar o MAP, mas acabamos desistindo, pois já estávamos cansados. Fomos então experimentar a torta de banana da Mamá Oli, que você recomendou. Aqui discordamos ? Primeiro, no Sul chamam de torta aquilo que em São Paulo chamamos de bolo e em inglês de cake e em francês de gâteau. Ou seja, a “torta de banana” era um bolo. Adoro bolos e tortas de bananas, mas já comi muitos melhores. Em compensação, a torta de maçã (torta mesmo!) estava com uma aparência deliciosa e era a que o Richard queria pedir, mas eu insisti na banana... :/
Continuamos nosso passeio até San Blas, passamos pelo Palácio do Arcebispo e pela Pedra dos 12 ângulos e depois voltamos para o lado oposto da cidade até o Mercado de São Pedro. Aproveitei para entrar na igreja de La Merced, que é linda. No museu do convento anexo está localizada aquela que é considerada a jóia e relíquia mais valiosa do Peru e da América, a Custódia de La Merced.
Nas duas noites em Cusco, tentamos reservar o jantar no Cicciolina, mas não conseguimos. Fomos então a um restaurante recomendado pelo concierge do hotel, o Marcelo Batata, de comida peruana. Aqui uma observação minha. Desde Lima, achei os preços dos vinhos nos restaurantes muito altos. Como o Sol peruano é equivalente ao Real, fica fácil a comparação. Tanto nos restaurantes de Lima, quanto no Chicha da primeira noite em Cusco, não consegui encontrar um vinho por menos de 200 soles. Acabamos pedindo vinhos peruanos, por volta de 100 soles, que não eram exatamente bons. No Marcelo Batata havia várias opções de argentinos, chilenos e uruguaios na faixa de 100 soles. O restaurante tem também umas mesas ao ar livre na cobertura. Gostamos muito.

3) Valle Sagrado:
Seu dossiê recomenda 3 noites em Cusco e 1 noite em Ollantaytambo. Acontece que eu me encantei com um hotel em Urubamba e li sobre alguns passeios diferentes dos tradicionais tours de ônibus ou carro privado, que me atraíram. O hotel é o Tambo del Inka Resort & Spa, um hotel lindo, à beira do rio Urubamba, com vista linda das cordilheiras. Eu acho que não justifica ficar apenas uma noite neste tipo de hotel, já que não aproveitaria nada. Estava com muita dúvida se seguia seu conselho à risca ou não. Foi aí que recorri à Manú. Ela foi categórica: “se vocês gostam de natureza, eu ficaria 3 no Vale e 1 em Cusco! Cusco é noitada. Vale é beleza, natureza, luxo!”.
Reservei as duas noites em Urubamba e não me arrependi! Fomos de Cusco para Urubamba em um carro particular com guia, pois queríamos parar em Pisac (mercado e ruínas). O guia nos levou direto para uma loja em Pisac, onde os vendedores atuam como guias da prata e da alpaca e te mostram o que é verdadeiro e o que é falso, para que você compre tudo ali e nada em outro lugar. Achei meio chato :/ Fiz uma única excursão na minha vida, às Cidades Históricas de Minas e me senti mais ou menos na mesma situação, quando o ônibus parava nas lojas onde tinha acordo, para que fizéssemos compras.
O mercado seria melhor aproveitado sem guia, mas nas ruínas o acompanhamento do guia é importante.
O hotel é como eu esperava. Tudo de bom! Lugar lindo, visual incrível, quartos super confortáveis, spa lindo, restaurante ótimo! O hotel tem até uma estação de trem, de onde parte logo pela manhã um Vistadôme para Águas Callientes. Ou seja, quem quiser, pode sair direto dali para Machu Picchu.
No dia seguinte, fizemos um passeio de buggy pelos outros destinos do Vale Sagrado que queria visitar: Chinchero (na verdade uma comunidade perto, onde somos recebidos mais ou menos como na casa da dona Maria, do seu tour Lares; colocam um colar de flores nos nossos pescoços, fazem demonstração do tear inca, do uso de ervas saponáceas, corantes, etc e depois colocam seus produtos à venda), Maras, Moray e Salineras. Adoramos o passeio! Nós vamos dirigindo um buggy com câmbio automático, por caminhos off road, seguindo nossos guias (donos da empresa), que vão à frente de moto. Paramos em duas lagoas pelo caminho e tivemos um almoço com vista linda em Maras. Recomendamos muito este passeio, para quem não quiser fugir do tradicional. O nome da empresa é Incas Buggy Tours. Eles não têm site, mas têm uma página no facebook.
No dia seguinte, tratamos um transfer logo cedo para Ollantaytambo. Eu já tinha reservado o almoço no restaurante do hotel El Albergo na estação de trem. Nosso motorista passou primeiro na estação, para que deixássemos as malas e depois nos deixou na entrada do sítio arqueológico, onde um guia amigo dele já nos esperava. Fizemos o circuito completo com este guia, que incluía além da visita à fortaleza de Ollantaytambo, uma visita à vila, Qosqo Ayllu. Este lugar é incrível e imperdível, como você diz.
Quando fiz a reserva do almoço, vi no site do hotel, que eles possuem um outro restaurante em sua chácara orgânica, onde servem uma versão de Almoço Pachamanca. Senti vontade de reservar, mas precisaria tomar o trem mais tarde e já tinha comprado os bilhetes. Quando chegamos para o almoço, encontramos um casal de brasileiros que fez este almoço e adorou. Fica a dica para quem for pra lá. O meu trem era o das 13:37. Por isso reservei o almoço para às 12 em ponto. Quem quiser experimentar o Pachamanca, deve reservar o trem depois das 16.

4) Machu Picchu:
Eu já tinha lido em algum lugar, que o órgão de turismos de Machu Picchu, se comunicava com a Peru Rail e InkaRail e passava as informações dos passageiros para os hotéis. Mas não me lembrava mais disso e como as reservas dos hotéis foram feitas através do site do cartão de crédito, eu não esperava que tivesse alguém do hotel nos esperando na estação. Mas sim, havia! Acho que todos os hotéis mandam funcionários com plaquinhas, esperar pelos hóspedes na estação. Pena que eu saí do trem direto para o guichê de informações e nem reparei nisso :/
Escolhi um hotel bem em frente à estação, pois achei que seria mais fácil na manhã seguinte, para chegar bem cedo na fila do ônibus. Não me arrependi. O hotel foi o Casa del Sol Machu Picchu, que se intitula hotel boutique e é bem bonitinho. Ganhamos um upgrade de quarto e ficamos em uma suíte com jacuzzi na varanda e vista para o rio. Como o quarto era de fundos, não recebia o barulho do trem, que passa na porta. Fizemos o check in sentados na mesa do restaurante, tomando um drinque. No jantar, oferecem um desconto de 40% (acho) no menu de 3 passos, para os hóspedes. Além de guardarem as nossas malas enquanto subimos a montanha, oferecem ducha e toalhas, para que a gente se refresque e troque de roupa na volta, antes de tomar o trem.
Logo após o check in, entregamos nossos passaportes e dinheiro para um funcionário, que foi comprar o bilhete de ônibus para o dia seguinte. Foi ele também que nos indicou o guia, que veio até o hotel na hora do jantar conversar com a gente e combinar tudo para a manhã seguinte. Como queria pegar o ônibus o mais cedo possível, ele ficou na fila para gente de madrugada. Nós tomamos café da manhã às 5 horas e corremos para o ponto de ônibus. Nosso guia estava a poucos passos da porta do primeiro ônibus a sair. Na noite anterior, ele tinha ficado com nossos bilhetes e cópia dos passaportes para pegar o carimbo necessário.
Chegamos ao topo da montanha antes da abertura dos portões. O dia estava bastante nublado e foi abrindo a medida que andávamos. Nem tenho palavras para descrever essa parte, já que o seu relato é muito perfeito demais!
Bom, na entrada do parque, ninguém perguntou se estávamos com guia. Nosso guia não fez nenhuma observação sobre tempo limitado de permanência, nem nada. Disse apenas que se saíssemos, poderíamos voltar apenas uma vez. Isso foi confirmado pelos porteiros. Eu tinha me esquecido de levar os squeezes e pensei em ir comprar na noite anterior, mas o guia disse que não precisava; que não ligavam para as garrafas.
O guia que disse que chegou às 3:30AM na fila e fez o percurso longo com gente (2,5horas) cobrou 60 dólares e teve toda a paciência com fotos e paradas para contemplação.
À princípio, eu tinha pensado em almoçar no Sanctuary Lodge (não vi a opção de desconto na compra do ticket do Vistadome, como você indica). E como não sabia como seria a nossa manhã, se conseguiríamos chegar cedo lá em cima ou não, comprei o trem da volta para às 15:20. Mas como deu tudo certo de manhã e saímos pela primeira vez do parque antes das 9 horas, fizemos uma lanche na lanchonete, descansamos um pouco e voltamos para o nosso segundo passeio. Saímos a tempo de pegar o trem antes das 11:30 e fomos direto para a estação para trocar o bilhete para um trem mais cedo. Almoçamos na cidade, pegamos as malas no hotel e voltamos para a estação.
De Ollantaytambo pegamos uma van para Cusco e chegamos mais cedo do que inicialmente planejado, o que foi muito bom, já que estávamos cansados em um dia que começou às 4:30 da madrugada!
Esta van para Cusco, para no centro histórico, duas quadras abaixo do hotel El Mercado, onde tinha reservado a última noite. Nem precisamos pegar taxi!
Ia tentar reservar o Cicciolina para esta noite, mas não tivemos condições. Após o check in, nos jogamos nos sofás do páteo, onde rolava um happy hour com violão ao vivo (tocando bossa nova). Ali mesmo, resolvemos que íamos tomar banho e jantar no próprio hotel, já que nosso voo sairia cedo na manhã seguinte.
Viagem deliciosa! E eu só tenho muito a agradecer ao Riq e trips por todas as dicas! <3 <3

Nicole
NicolePermalinkResponder

Olá! Gostaria de saber quais as opções para ir de Cusco para Ollantaytambo, pois pelo que entendi as opções de trem são Poroy - Aguas Calientes e Ollanta- Aguas Calientes.
Tem como ir de van? Se sim, de onde sai a van?
Obrigada desde já.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Nicole! Este é só o post de introdução. Nele informamos o que você precisa para definir o seu roteiro e tomar as providências necessárias ainda no Brasil, antes de viajar.

Para a sintonia fina de cada trecho, por favor leia os demais posts.

Leia sobre o Vale Sagrado:
https://www.viajenaviagem.com/2016/04/roteiro-cusco-e-vale-sagrado

Leandro caires

boa tarde . Estou programando minha viagem para outubro de 2018 com minha esposa . estou acompanhado o blog e sinceramente ele será meu livro de cabeceira .kkkk

Ana
AnaPermalinkResponder

Olá, Bóia e Ricardo! Estou fazendo as reservas para nossa viagem ao Peru (Rio/Cusco/Lima) e depois emendaremos no 1 semana em Curacao. Minha duvida é: por conta das ferias escolares, Fevereiro eh nossa única opção! ? Fiquei preocupada com o comentario do Ricardo que diz não ser uma epoca aconselhavel! E agora? Mudo o destino?? Seriam 3 nts Cusco, 3 nts Vale Sagrado, 3 noites Lima e 7 noites Curacao.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Ana! Fevereiro é uma ótima época para Curaçao. Lima é boa o ano inteiro. Em Cusco e Machu Picchu é época de chuvas e pode haver interdição do transporte ferroviário (além de maior possibilidade de atrasos e cancelamentos de vôos em Cusco).

Note que essa observação não é 'um comentário do Ricardo Freire'. Está no texto, no tópico "Quando ir", desde o primeiro dia em que este post foi publicado. Não deveria ser surpresa para ninguém que está planejando sua viagem com base neste guia.

ml.contini@hotmail.com

É possível inverter o roteiro? Ir direto para Cusco e terminar com os 3 dias em Lima? aguardo informações.
Maria de Lourdes.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Maria! O roteiro foi criado para proporcionar a melhor seqüência de experiências. Acreditamos que Lima fica uma cidade mais interessante visitada antes de Machu Picchu do que visitada depois de Machu Picchu. Mas se acha OK comer a entrada depois da sobremesa, fique à vontade.

A escala inicial em Lima permite também resolver com mais facilidade problemas como câmbio e chip de internet. Em Cusco você já vai estar lidando com a adaptação à altitude e arranjar perrengues como percorrer casas de câmbio ou se entender na loja da operadora lutando contra cansaço e mal-estar não é boa idéia.

Esses dois motivos estão mencionados no post, mas talvez você não tenha dedicado ao texto a atenção necessária.

Simone
SimonePermalinkResponder

Fui para Lima no dia 14/11/2017 e retornei dia 25/11/2017. Fiquei cinco dias em Lima porque fui participar de uma competição, depois fui para Cusco "turistar", com meu grupo, usei muito das dicas do que li aqui, e por isso volto para agradecer e também para contribuir. Em Lima apesar de ficar muito em Barranco, me hospedei em Mira FL, mas digo para quem for dar preferência por se hospedar em Barranco um lindo local parecido com Santa Teresa, no Rio, com bares e restaurantes, muitas exposições, um clima bem legal. Fui sem muitas expectativas e amei tudo!!!

Julia
JuliaPermalinkResponder

Olá Bóia! Olá Ricardo! Primeiramente quero parabenizá-los pelo blog. Em 2015 viajei para Santiago/Chile exatamente com o itinerário apresentado aqui, e a viagem foi IN-CRI-VEL. Super aproveitada. Agora no final de Abril/2018 estou com passagens compradas e hotéis reservados, para a viagem ao Peru. Minhas dúvidas são: - Na esperança que o dólar irá melhorar lá pelo início de março de 2018, posso deixar para comprar as passagens de trem nesse período? (apenas 1 mês e pouco antes da viagem?) - Em 2018 a PeruRail vai oferecer trem+ônibus. Estou pensando na ida ir de Ollantaytambo-Águas Calientes com o EXPEDITION 73 às 12:55hrs e voltar no dia seguinte de Águas Calientes com o EXPEDITION 34 às 15:20hrs (aí tem o bus para Cusco 17:15hrs). Encaixa no itinerário né?
Ainda não consigo fazer a compra dos ingressos prá Machu Picchu para abril/2018, as datas ainda estão "bloqueadas", então posso deixar para comprar trem+entradas do parque lá prá março/2018? (Ou é bem provável que eu perca a vaga em trem, no Machu Picchu...?)

Muito obrigada pelas dicas sempre... Abraços!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Julia! O dólar só baixará se houver certeza absoluta do mercado que o próximo presidente eleito continuará as reformas na economia. O mais provável, porém, é que a insegurança da eleição faça o dólar subir.

Março é baixa temporada ainda, a dificuldade de comprar ingressos é para a alta temporada de maio a setembro.

Marihá Camelo

Olá Bóia e pessoal! Vou para Lima em maio e não tinha visto esse esquema de comprar as passagens todas juntas, ou seja, falta comprar o trecho Lima-Cusco-Lima. Vi que tem a Avianca.com e a Latam, só que são caras. Mas queria saber quem teve experiência com a Star Peru, se foi tudo certo, compra, voo e etc. E qual outra cia área que indicam. Outra dúvida, a Avianca.com também trabalha com valores diferenciados para Peruanos? Entrei no site recente e não identifiquei isso.Obrigada!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Marihá! Se você comprar as passagens separadamente, não faça conexões no mesmo dia, ou você pode se dar mal. Se o primeiro vôo atrasar ou for cancelado por motivos meteorológicos (super comum na volta de Cusco), você vai precisar reemitir a segunda passagem, pagando multa e diferença tarifária.

Aprenda a comprar passagens multidestinos/várias cidades. Normalmente comprar Brasil-Lima/Lima-Cusco/Cusco-Brasil no mesmo bilhete (multidestinos/várias cidades) custa praticamente o mesmo preço da passagem Brasil-Lima-Brasil. A modalidade não está disponível nos sites das cias., mas você pode comprar por telefone (tem taxa de emissão) ou em agências online.

Veja:
https://www.viajenaviagem.com/2012/01/passagens-internacionais-como-evitar-o-erro-mais-comum

Danielle peres

Eu vou fazer um reporte importante sobre complicações decorrentes da hipo-oxigenação, para que não negligenciem dores abdominais qdo em alta altitude.
Embora incomum, acontece e pode levar a um infarto esplênico qualquer pessoa saudável que sequer sabe ser portadora de anemia falciforme.

Estávamos em Cusco havia seis hrs, qdo meu namorado começou com dores abdominais. Pela manhã o hotel ofereceu o serviço de uma médica, que prontamente nos atendeu, nos levou para uma clínica para suplementar seu oxigênio e, verificado o seu estado geral, nos ordenou que voltássemos imediatamente ao nível do mar, sob pena de complicações sérias. Assim fizemos e agora estamos internados numa clínica em Lima onde foi diagnosticado um tal infarto esplênico (lesão no baço) fruto de exposição à altitude alta.

A parte boa é que estamos sendo mto bem atendidos neste país. Os peruanos são humanos demais e os médicos mto comprometidos, seguros e sempre prontos ao contato com o paciente.
A Situação extremada não é comum, mas não tão rara. No mesmo hospital em que estamos há outro brasileiro com o mesmo problema, mas em situação ainda mais difícil, teve que ser removido num avião ambulância de Cusco para Lima e ainda sente muitas dores abdominais. Pessoas negras são mais suscetíveis.

Não deixem de ir ao Peru, tampouco a Cusco. País maravilhoso e cidade linda, mas não negligenciem dores abdominais persistentes, qto antes diagnosticado menor a lesão.

Há um exame que pode ser feito para identificar a anemia falciforme: eletroforeses de hemoglobina. Caso seja portador, há um protocolo para subir que deve ser indicado por um médico.

Voltarei ao Peru com toda certeza.

Danielle peres

Eu vou fazer um reporte importante sobre complicações decorrentes da hipo-oxigenação, para que não negligenciem dores abdominais qdo em alta altitude, como em Cusco.
Embora incomum, acontece e pode levar a um infarto esplênico qualquer pessoa saudável que sequer sabe ser portadora de anemia falciforme.

Estávamos em Cusco havia seis hrs, qdo meu namorado começou com dores abdominais. Pela manhã o hotel ofereceu o serviço de uma médica, que prontamente nos atendeu, nos levou para uma clínica para suplementar seu oxigênio e, verificado o seu estado geral, nos ordenou que voltássemos imediatamente ao nível do mar, sob pena de complicações sérias, como a extração do baço. Assim fizemos e agora estamos internados numa clínica em Lima onde foi diagnosticado um tal infarto esplênico (lesão no baço) fruto de exposição à altitude alta.

A parte boa é que estamos sendo mto bem atendidos neste país. Os peruanos são humanos demais e os médicos mto comprometidos, seguros, competentes e sempre prontos ao contato com o paciente.

A Situação extremada não é comum, mas não tão rara. No mesmo hospital em que estamos há outro brasileiro com o mesmo problema, mas em situação ainda mais difícil, teve que ser removido num avião ambulância de Cusco para Lima e acabou sendo submetido a uma cirurgia para extrair o baço, mas se recupera bem.

Pessoas negras ou nórdicas são mais suscetíveis.

Não deixem de ir ao Peru, tampouco a Cusco. País encantador e cidade linda, mas não negligenciem dores abdominais persistentes, qto antes diagnosticado menor a lesão.

Há um exame que pode ser feito para identificar a anemia falciforme: eletroforeses de hemoglobina. Caso seja portador, há um protocolo para subir que deve ser indicado por um médico.

Voltarei ao Peru com toda certeza.

Simone Koch
Simone KochPermalinkResponder

Olá,
Tenho lido os posts do VnV e agradeço ao Ricardo pelas dicas e ponderações essenciais, que agradam a todos (os bolsos inclusive). Estou planejando uma viagem com minha mãe, 74 anos, tenho ouvido alguns comentários do quão difícil pode ser a viagem. Você poderia falar um pouco a respeito, qual nível de dificuldade e como posso amenizar isso? Valeu! Abraços e um feliz 2018!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Simone! Converse com o médico de sua mãe sobre o problema da altitude.

Ivanilde
IvanildePermalinkResponder

Viajaremos para Lima, rumo a Cuzco, em junho. Li todas as suas informações e outras tantas, por ser a primeira viagem ao país. Mesmo assim, ainda paira uma dúvida: ao chegar, as autoridades estão exigindo o certificado (comprovante) de vacina contra febre amarela?
Abracos

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Ivanilde! Por enquanto não pedem. Podem começar a pedir a qualquer momento, como vários outros países já fizeram, sem aviso prévio. Há um surto no Brasil. Vacine-se assim que puder, hoje em dia não é só necessário para viajar.

Leia:
https://www.viajenaviagem.com/2017/10/vacina-febre-amarela-viagem

Ivanilde
IvanildePermalinkResponder

Obrigada pela dica. Já me vacinei e de posse do certificado internacional de vacinação.

Magali
MagaliPermalinkResponder

Gostei muito das suas dicas. Práticas e importantes.

Raquel Rocha
Raquel RochaPermalinkResponder

Olá,
Quando Ricardo fala em dormir em Aguas Calientes, seguir cedinho para Machu Picchu e, à tarde, voltar para Cusco, há algum lugar onde podem ser guardadas as bagagens durante o passeio?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Raquel! Seu hotel guarda a bagagem.

Valeria Prado
Valeria PradoPermalinkResponder

Li as três séries e ficou uma dúvida, levando em conta que me esclareceu várias por ser minha primeira viagem a Cusco e MP, vale a pena hospedar em Cusco 3 dias e em MP 3 dias tb? Ou ficar esse período td em Cusco hospedada?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Valeria! Normalmente dorme-se uma noite em Machu Picchu. Se você quiser ir duas vezes à cidadela, durma duas noites. Não há o que fazer num terceiro dia em Machu Picchu, a não ser visitar a cidadela uma terceira vez.

Basear-se em Machu Picchu para visitar outros pontos do Vale Sagrado não é esperto. Você estará a 1h30 de trem de Ollantaytambo e cada saída vai custar 100 dólares de trem.

Luciana
LucianaPermalinkResponder

Meu site favorito para montar roteiro e pegar dicas! Sempre começo por aqui antes de qualquer pesquisa. Minha viagem ao Peru deu certinho, foram 7 dias. Quem quiser conferir, fiz um vlog com meu esposo (Lima, Cusco, Machu Picchu). https://www.youtube.com/watch?v=5AcXpK3NeRc&t=25s

Jussara
JussaraPermalinkResponder

Vim fazer um relato e também um alerta ao viajantes que pretendem as cidades mais altas do Peru.
Dia 30/01/2018 , eu e meu marido desembarcamos em Lima, pars a nossa tao esperada e desejada viagem.

Ficamos 1 dia e seguimos para Cusco.
Ficamos no hotel, mascando folhas de coca, tomando o chá, seguimos as recomendações, porém Após 4 horas na cidade em começou a sentir os efeitos do soroche. Ficou muito mal, no dia swguinte foi hospitalizado, em.uma clínica especialista no mal da altitude .
Seu quadro foi muito grave, teve infarto esplênico, edema pulmonar.
Ficou internado três dias, e Só foi liberado para seguir do Hospital De ambulância, para o aeroporto, com a urgência de ao chegar em Lima, seguir para o Brasil.
Os médicos me explicaram que 80% dos turistas sentem os efeitos s altitude, mas o seu caso foi grave demais.
Estamos no Brasil, ele segue hospitalizado.

Meu alerta: jamais viajar sem seguro viagem, nós fizemos e mesmo assim, Tive que pagar o tratamento pois quando ocorreu, a burocracia para enviar os documentos e abrir o sinistro era muito grande, agora entrsrei com.o pedido reembolso.

Não viajar jamais sem dólares a mais.
Perdemos os ingressos a Matchu Pitchu, pois não existe reembolso.

A Peru Rail, companhia de trem que faz o traslado Cusco /Matchu Pitchu, é humana, solidária. Me atenderam prontamente quando fui ate la cancelar a viagem, e me estornarão o valor pago, com um desconto de 10%.

Recebi um.email deles, desejando melhoras ao meu esposo.

Por último: ter a ciência que fazemos planos nos minimos detalhes, nos organizamos, nos cuidamos, mas que nosso destino está nas mãos de Deus.
Há, mascar folha de coca e tomar o chá, não tem ainda comprovação científica sobre sua eficácia na prevenção contra os males do Soroche.

Obrigada

Jussara

Roberto
RobertoPermalinkResponder

Boa tarde, li todas (creio eu) as dicas do site sobre o Peru e achei fantásticas!!
Farei esse roteiro em abril/2018 e me restou apenas uma dúvida que não localizei aqui: Qual a opinião dos viajantes e moderadores do site, considerando esse roteiro sugerido, vale a pena alugar um carro chegando ao aeroporto de Cusco e devolvê-lo no retorno a Cusco? É possível chegar aos locais de visitação no vale sagrado (Pisaq, Chinchero, Salinas......) de carro particular, ir até Ollanta de carro, dormir lá (como sugere o Ricardo), ir no dia seguinte a Aguas Calientes de trem, dormir por lá também (seguindo o roteiro), retornar de Aguas a Ollanta de trem e de Ollanta a Cusco com o carro alugado (que ficaria estacionado em Ollanta aguardando nosso retorno)?
Acham que é viável e vale a pena?
Nas minhas viagens costumo, sempre que possível e vantajoso, alugar carro.
Obrigado, pessoal!!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Roberto! Não alugue carro no Peru. Não queira enfrentar as estradas do Peru. Não são para estrangeiros.

Lika
LikaPermalinkResponder

Olá! Sobre o voucher da PeruRail do almoço em Machu Picchu: compra-se no momento do embarque? Eu adquiri as passagens através do site e não reparei em opções para isso.
Muito obrigada!

Lika
LikaPermalinkResponder

Acabei de ver que é adquirido no quiosque externo do hotel.
Muito obrigada pelas dicas valiosas! Planejei o roteiro e foram essenciais. Parabéns pelo trabalho! Abraços!

ADRIANA BARRA
ADRIANA BARRAPermalinkResponder

Olá, Boia
Irei para o Peru no próximo dia 16 de março, ficarei 11 dias/10 noites e optei por seguir suas orientações.
Porém, ao fazer as reservas do hotel de Ollanta (El Albergue), notei q, para a noite de 6ª pra sábado, o valor seria de R$ 531,00 ao passo que, se fosse de 5ª pra sexta seria de R$ 281,00.
Pergunta: a fim de economizar um pouco, vc acha que seria ruim ficar 3 noites em Lima, duas dias em Cusco, 1 em Ollanta, 1 em Águas Calientes e outros 2 em Cusco na volta??? Obrigada pelas dicas sempre muito legais...........

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Adriana! A seqüência foi pensada só pra ir sempre numa crescente. Mas tirando isso não há nenhum problema técnico em fazer como você está pensando.

Telma
TelmaPermalinkResponder

gostei muito de todas as dicas.. Estou planejando ir o ano que vem e já coloquei este site aqui nos meus favoritos.

Alessandra Monteiro

Olá, adorei suas dicas e estou tentando seguir esse mesmo roteiro. Porém, gostaria de saber se a Rainbow Mountain poderia ser encaixada quando tiver em Cusco. O que você acha? Recomenda?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Alessandra! É um passeio com custo x sacrifício bastante. São 3 horas de carro para ir, 3 horas para voltar, e mais umas 5 horas de caminhada. E você precisa contar com bom tempo para ver o efeito pleno do arco-íris na montanha.

Simone Curth
Simone CurthPermalinkResponder

Bóia, usei muuito as dicas de vocês. Mudei um pouquinho o roteiro (porque cada viagem é UMA viagem, né). Muchas gracias. Na volta conto como foi! Super obrigada!

Tania
TaniaPermalinkResponder

Ricardo, gosto muito das suas dicas e nunca deixo de consultá-las nas minhas viagens. Em abril estou indo ao Peru (Lima, Cusco, Machu Picchu) e já consegui reservar as acomodações e comprar o ingresso para MachuPiccu. Porém estou tendo dificuldades para conseguir comprar as passagens de trem pela Peru Rail. Na aba de pagamento, sempre aparece uma mensagem de erro e já fiz tentativas em dias diferentes. E eles não respondem o email. Existe alguma dica que você possa indicar para conseguir comprar as passagens? Além disso nenhuma das duas companhias disponibiliza o trajeto até Poroy. Está suspenso esse trajeto?
Agradeço
Tânia

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Tânia! Seu cartão pode não estar associado ao sistema Verified by Visa ou MasterCard SecureCode:

https://www.viajenaviagem.com/2015/11/como-funcionam-verified-by-visa-mastercard-securecode-dicas

É mais rápido e prático fazer o trecho Cusco-Ollanta de táxi ou van do que fazer Cusco-Poroy de táxi ou van + trem de Poroy a Ollanta e Aguas Calientes.

Tania
TaniaPermalinkResponder

Boa noite Ricardo, sim meu cartão VISA é Verified by Visa e até comprei o ingresso para Machu Picchu através dele, conforme você indica no post. Mas o erro no site acontece antes mesmo da possibilidade de digitar o número do cartão, vencimento e código de segurança. Entendi sua orientação quanto aos trechos. E parece que email é uma ferramenta que eles não utilizam. Não sei o que fazer....

Carlos Oliveira

Qual o tamanho do problema em ir com criança de 2 anos pra Machu Picchu?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Carlos! O tamanho são os 3.400 metros da altitude de Cusco.

Carlos Oliveira

Boa. Ou seja, não rola bem..Valeu Boia!

Rosane
RosanePermalinkResponder

Oi pessoal! Indo p/ o Peru com o filho de 21 anos, super companheiro de aventuras. Tentando montar um roteiro com Lima, Cusco, Machu Pichu, Arequipa e... uma "passada" na Bolívia. Uma amiga q tem um gosto parecido no quesito viagens disse q eu vou adorar conhecer o Titicaca, a Ilha do Sol e um sítio arqueológico q fica próximo a La Paz. Mesmo sabendo q isso vai encarecer a viagem (passagens q ñ são ponto a ponto), queria incluir esses locais no roteiro. O que acham melhor: começar Rio-La Paz, indo ao Titicaca e de lá p/ Cusco começar a volta pelo Peru, terminando em Lima, finalizando Lima-RJ? Ou fazer o contrário, como vcs sugerem no seu roteiro, numa "sequência histórica retroativa", de Lima até Machu Pichu e depois ir ao Titicaca? Eu pensei em começar pela Bolívia pq sempre prefiro começar com o que é mais duro, menos confortável. E a idéia q tenho (posso estar enganada) é q Lima é uma cidade mais moderna, com mais serviços e facilidades do q La Paz. Além de achar q o Peru é um país mais estruturado do q a Bolívia, inclusive no turismo. Prefiro começar sempre pelo q tem mais chance de dar problemas pq no início de viagem estamos mais descansados, animados, tudo é festa! No fim a gente já está meio no bagaço e qualquer coisa q dê errado já é um inferno! Mas como são lugares onde ñ tenho nenhuma experiência, preciso ouvir os conselhos dos especialistas! O que me dizem? Abraços!!!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Rosane! Em termos de seqüência de atrativos, é melhor começar por La Paz e Titicaca, terminando em Cusco e Machu Picchu. Lima seriam as férias das férias, dois ou três dias para comer bem entre passeios.

Rosane
RosanePermalinkResponder

Valeu Bóia!! Obrigada!

Izabel
IzabelPermalinkResponder

Acabei de voltar de Cusco e só tenho a agradecer pela qualidade das informações que encontrei aqui. Quero dedicar esse post especialmente ao almoço Pachamanca, do hotel El Albergue em Ollantaytambo, já que ouvi falar dele aqui nos comentários e senti falta de mais informações na internet sobre a experiência.

O cardápio é basicamente: ovelha, frango, porco, favas, três tipos de batata, salada verde e chicha morada.

Pontos positivos:
- A comida é extremamente saborosa!
- Localização perfeita para quem vai pegar o trem para Águas Calientes, o hotel é literalmente dentro da estação.
- O ambiente é muito especial, é uma excelente oportunidade para se sentir em meio no Vale Sagrado que vai além das ruínas. O almoço é no jardim, perto da horta, com peru, cachorros e aves circulando na área (pode parecer estranho, mas conseguem deixar tudo um charme).
- Além do preparo da comida, você também pode visitar um local em que preparam aguardentes especiais e torrefação de café, mas isso não faz parte do almoço, é importante pedir para o chefe, se não ele não apresenta os locais.
- Resumindo, é a cara da riqueza, hehe.

Pontos negativos:
- Falam pouco da história. A experiência é ver o preparo e almoçar num lugar muito agradável, mas eu imaginava que iriam contextualizar melhor com a cultura andina. Tivemos que perguntar e recebemos respostas superficiais.
- Achei caro. Custou 44 dólares por pessoa, incluindo taxa de reserva, a qual é feita pelo site. Mas isso é muito relativo, para o meu perfil de viagem não faria novamente e de certa forma acho que poderia ter investido esse dinheiro ou em outra experiência Pachamanca (que tenha também o viés histórico) ou em restaurantes melhores em Cusco. Além disso não consegui pegar o trem da categoria mais barata pois ainda estaríamos no almoço na hora da partida. Caso você tenha orçamento para ir nos melhores restaurantes de Cusco e ainda ter essa experiência, não hesite! Talvez eu tenha ido com muita expectativa em função do preço.
- Tínhamos dois vegetarianos no grupo, que comeram apenas batata e salada. Acredito que seria de bom tom servir milho também. Mas se eu achei caro, imagina quem pagou 44 dólares para comer batata e folha verde!
- Fui no dia do meu aniversário e, apesar de termos comunicado a equipe, não houve nada especial. Quero deixar claro que não estava esperando nada (nem sabia que meus amigos haviam avisado), mas neste dia as pessoas mais simples faziam questão de agradar e, o fornecedor mais requintado ignorou o fato. Pra mim não mudou a experiência, mas enfim, se você quiser comemorar algo especial, é importante alinhar bem certinho antes e provavelmente pagar algo a parte para receber algum agrado.

Espero que tenha ajudado! Abraços!

Josie
JosiePermalinkResponder

Ola! Penso viajar de Sab 21 a Seg 30/07/18... acha possivel manter horarios de embarques e programacoes sugeridos para Sex e Domingo. Ou seja, posso manter mesmo esquema saindo de SP Sabado e nao Sexta, quando a circulacao é pessima? Grata

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Josie! Claro. Apenas note que no domingo você não há casas de câmbio abertas em Lima.

Caroline
CarolinePermalinkResponder

Olá Bóia.
Eu E meu marido estamos com viagem marcada pra agosto. Lima/cusco/Machu Picchu.

Lemos no site da PeruRail e no ingressosmachupicchu.com que há a possibilidade de fazer o trajeto da estação de trem de águas calientes até a entrada da Ciudadela de MP a pé. Pelo que explicam é um trajeto que pode ser feito em mais ou menos 1h.

Gostaríamos de saber se alguém já fez e/ou se vcs tem mais infos sobre esse trajeto.

Obrigada!!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Caroline! Esse trajeto é feito com microônibus. Você economizará 24 dólares se for e voltar a pé, mas não é uma caminhada recomendável para o dia em que você já vai andar umas 3 horas dentro do santuário.

SIMONE VILLARES PEREIRA DO VALE

Boa noite Ricardo,

Tudo bem?
Queria lhe agradecer pelo post, muito informativo. Meu marido e eu vamos ao Peru do dia 25 de Junho até o dia 7 de julho. ficamos em Lima domeia 25 aomeia 29, quando vamos a Cusco e voltamos para Lima no dia 6 de julho, e depois voltamos para o Brasil no dia seguinte.

Nossa dúvida é sobre o itinerário nesse tempo em Cusco. Tenho sonho em conhecer Machu Pichu, penso em fazer duas visitas ao sítio. Meu marido gostaria de conhecer o Lago Titicaca, mais do que do que Nasca. será que vale à pena comprarmos passagens de trem para fazermos bate e volta a Puno?
Qual sua sugestã?

Muito obrigada pela atenção

Simone

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Simone! Quem responde é a Bóia. Voe de Lima a Juliaca, o aeroporto que serve Puno. Siga de ônibus a Cusco, voe de Cusco a Lima.

Atenção: Os comentários são moderados. Relatos e opiniões serão publicados. Perguntas serão selecionadas para publicação e resposta. Entenda os critérios clicando aqui.
Bóia de férias. Só voltaremos a responder perguntas que forem postadas a partir de 3 de junho. Relatos e opinões continuarão sendo publicados.
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