Miami

Bienvenido to America
Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Capital não-oficial dos estados nem tão unidos assim da América Latina, Miami se encaixa no modelo brasileiro da cidade ideal: a metrópole que também é praia. E com duas qualidades extras: entende portunhol e… tem outlets!!!

Mas não é uma unanimidade: Miami é um daqueles destinos ame-ou-odeie. Só que muita gente implica com a cidade sem nunca ter posto os pés lá.

A verdade é que Miami é muito mais complexa do que seus detratores (e até mesmo seus fãs) imaginam. Para além da Miami das compras, da ostentação e do kitsch existe também a Miami das artes, da natureza, da diversidade cultural. Para cada clichê Miami guarda uma surpresa.

Aventure-se por uma Miami diferente da que você conhece — ou que você tem na cabeça.

246 comentários

Dirlene Barros

Vou passar o Réveillon em Miami com meu esposo e minha filha de 13 anos. Gostaria de dicas do que fazer na noite da virada.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Dirlene! O calçadão de Ocean Drive fica muito animado. Passe uns dias antes e reserve uma mesa.

Joao Henrique Fontoura Hollerbach

Pretendo locar um carro em Miami para ir até as Key Islands. As locadoras informam que o GPS não está incluído e chega a custar mais de US$ 50 para somente dois dias. A solução seria usar o Google Maps no celular, mas para isso é preciso adquirir um SIMcard de dados. Posso encontrar um SIMcard já no aeroporto de Miami? Alguma idéia do preço? Grato pela atenção.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, João Henrique! Até onde sabemos, não tem loja de operadora no aeroporto. Você pode sair do Brasil com um chip já comprado (o easysim4u funciona bem, apesar de ser bem mais caro do que o que você pode comprar localmente) ou acionar o roaming internacional da sua operadora por um dia (dá R$ 39) antes de comprar um chip local.

CLARISSA SANTOS DE CARVALHO

Acha um quiosque no aeroporto que o preço custa o dobro do preço na lincon road. fui no comecço do ano e compramos 1 por 60 dolares e depois encontramos na lincon por 30

Andre Oliver
Andre OliverPermalinkResponder

João, você não precisa do chip de celular para usar o Google Maps. Basta fazer o download do mapa em qualquer lugar que tenha conexão Wi-Fi. Ele fica offline e funciona perfeitamente.

Edson Camargo
Edson CamargoPermalinkResponder

Você pode também baixar o app MAPS.ME, é só descarregar o mapa da Florida e usar offline. É muito bom.

Giselle Guimarães Rezende Schneider

Essa empresa de passeios,a Viator, não faz passeios a Key Biscayne não ? POis não achei no site deles.. apenas passeios para as ilhas Keys..pretendo ir à Miami com meu esposo, mas não queremos alugar carro...vamos ficar em south beach, e gostaria de fazer um passeio à Key Biscayne..

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Giselle! Key Biscayne fica dentro de Miami mesmo. Alguns passeios da Viator incluem um passeio de barco pela baía Biscayne, mas não percorre a ilha.

RAFAELA
RAFAELAPermalinkResponder

Olá, Bóia! Obrigada pelas super dicas do blog! Estou indo com uma amiga passar uma semana em Miami. Primeira vez que vou nesse esuema "galera" e não familiar.... Tinha pensado em ficar em Brickell, porque gosto muito da região... Mas estão querendo me convencer a ficar em Miami Beach. Acontece que a impressão que tenho é de que Miami Beach é sempre aquela coisa: turistada! Sempre cheio, etc... Você me diz algo disso? Obrigada!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Rafaela! Se você não gosta de Miami Beach, não fique em Miami Beach. Mas que é o melhor lugar para se hospedar e poder sair a pé à noite, é.

virginia
virginiaPermalinkResponder

olá a todos! pesquisando no youtube sobre receitas portuguesas descobri que em Bermuda, mais proxima a America do Norte que ao caribe, embora possessão britânica, o Portugues é o segundo idioma oficial graças a intensa imigração. Sabe informar se vale a pena conhecer, praias etc..... furacões?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Virginia! É um destino caro e com clima mais frio do que o que apreciamos em praia.

Tatiana
TatianaPermalinkResponder

Caro Ricardo, não viajo sem olhar seus posts ! Em janeiro volto ao Brasil pela American Airlines no Aeroporto de Miami, geralmente no Terminal D. Após fazer o check in e passar pelo Raio X nesse Terminal, existe algum meio de chegar ao Terminal J, na Sala Vip da Latam ? Muito obrigada

A Bóia
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Olá, Tatiana! Quem responde é A Bóia. Vamos compartilhar sua pergunta no Perguntódromo. Se houver resposta, aparecerá aqui.

Paulo
PauloPermalinkResponder

Tatiana,
Confesso que não sei se conseguirá em Miami, mas em Orlando em consegui. Meu embarque era no terminal x (não me lembro ao certo) e a sala vip no terminal y; o que fiz: fui ao terminal y e passei por raio-x, peguei o monorail e fui à sala vip; depois, saí novamente ao saguão principal e me digiri ao terminal x, de onde meu voo saiu. É trabalhoso e requer passar no raio-x duas vezes, mas deu certo.

Rafael
RafaelPermalinkResponder

Tatiana,
Tenho a mesma dúvida que você.
Encontrei uma situação parecida no blog Passageiro de Primeira, em que é relatada a impossibilidade de acesso às Salas VIP do terminal D, caso seu voo saia do J. Imagino que o inverso também seja verdadeiro.
Segue o link.
http://passageirodeprimeira.com/sala-vip-centurion-lounge-by-american-express-aeroporto-de-miami-mia/
Espero ter ajudado.

NICOLAS R ATMATZIDES

Prezados, meu filho ficará 5 meses na Finlandia em intercâmbio, pergunto: cartão pré pago ou cartão crédito? Qual vale mais a pena? Grato

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Nicolas! O cartão pré-pago pode ser recarregado a distância e serve também para saques em caixa automático.

Kenji
KenjiPermalinkResponder

Olá,

Se vc tiver tempo suficiente, só explicar na polícia que deseja usufruir da sala Vip que está no concourse J que eles deixam vc entrar. Ponto negativo é que vc tem que passar pela polícia, filas, raio x, etc e depois sair do terminal J e fazer tudo novamente para entrar no D pois o trem não conecta eles diretamente.

Ultima vez que fiz isto, mostrei o cartão de embarque (com horario do voo), o cartão da sala vip e expliquei que teria muito tempo livre até meu proximo vôo

Andr L.
Andr L.PermalinkResponder

Conta em banco digital que funciona com app como BUNQ e N26 são a melhor opção. Até porque na Finlândia se paga quase tudo por meio eletrônico.

Renato
RenatoPermalinkResponder

Viajo eu, minha esposa e 3 filhos de 13, 10, e uma menina de 8. Vamos de São Paulo para Barcelona onde ficaremos 9 dias, depois de avião vamos para Madri onde ficaremos 5 dias e depois vamos de avião para Paris onde ficaremos 7 dias. O que você recomenda fazer? por enquanto tenho só as passagens compradas.

Silvio Caracas

Os terminais D e J não são conectados e mesmo se quiser ir por fora, o TSA não permite a entrada em um terminal com o cartão de embarque de outro terminal.

stephanie
stephaniePermalinkResponder

Estou indo agora para Miami, vou hospedar-me em Coral Springes...
Gostaria de saber se tem alguma "excursao" para compras em Orlando.
Ou uma maneira mais facil de ir ... Viajarei sozinha

A Bóia
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Olá, Stephanie! Há dois outlets na região de Miami, o Dolphin, com transporte desde o aeroporto, e o Sawgrass Mills, com ônibus expresso.

Alexandre Graziano

No começo de dezembro de 2018, resolvi viajar para Miami com minha esposa, filho e sobrinho, na semana do Réveillon. Ao saber que os netos iriam, meus pais e tia juntaram-se também.
Apesar de os preços estarem bem mais altos do que o usual, não nos importamos em pagar mais caro para ficar no Grand Beach Hotel de Surfside. Gostamos da região, e, principalmente, o hotel fica na beira do mar e as crianças poderiam aproveitar.
Contratamos e pagamos por três quartos para acomodar os sete membros da família, sendo dois quartos por 8 (oito) noites (duração da nossa estadia), e um por 9 (nove). Como nosso voo chegava muito cedo (por volta das 04h30 da manhã do domingo, 30/12) e, de acordo com o hotel, era alta temporada (com pouca chance, portanto, de um “early check-in”), não nos opusemos a pagar uma diária a mais para que as crianças, e meus pais (idosos, com mais de 70 anos), pudessem descansar um pouco até que todos os quartos estivessem prontos.
Na sexta-feira (28/12), enviei um email ao hotel informando do horário da nossa chegada e perguntando se haveria a disponibilidade do “early check in” para os outros dois quartos.
Ao chegar ao hotel em 30/12, por volta das 07h da manhã, choque total: fomos informados pela atendente na recepção de que ela só encontrava a “reserva” de um dos quartos (aquele com a diária adicional), mas não dos outros dois, e que, como não teríamos avisado de que chegaríamos naquele horário, o hotel teria dado “no show” e liberado nosso quarto para o sistema de reservas.
Somente após muito argumentar e mostrar o e-mail que havia enviado informando da nossa chegada, a funcionária dignou-se a falar com um dos gerentes para que fosse providenciado um quarto. Uma das coisas que mais me impressionou em todo esse episódio terrível, foi que, apesar da minha insistência em falar com a gerência, em momento algum veio algum responsável pelo hotel falar comigo. Todo o “diálogo” com a gerência deu-se com a funcionária, que entrava em uma sala e retornava para falar conosco, portando os recados da administração do hotel.
Por volta das 9h fomos informados de que havia um quarto para nós no Surfside Beach; a alegria, no entanto, durou pouco, e a verdade veio à tona: o hotel nos informou que houve um “overbooking” e que teria somente um quarto para nos oferecer. Argumentei que havíamos pago pelos três quartos, com pelo menos duas semanas de antecedência, mas meus apelos foram consistentemente ignorados. Após muita desinformação - e eu argumentar que não fazia sentido acomodar somente parte da família em um quarto - veio a proposta de “solução”: nos mudarmos para outro hotel da rede, o Grande Beach Hotel - Bay Harbour, onde toda família poderia ser acomodada. Como não havia outra alternativa, apesar de termos pago por um hotel de categoria superior, com acesso a praia (coisa que o Bay Harbour não tinha), aceitamos e nos mudamos para lá.
Ao chegarmos no nosso “novo” hotel, o show de horrores continuou: o gerente do hotel, Sr. Julian, prometeu-me que nós poderíamos acessar a praia e demais "facilities” do Surfside quando quiséssemos. Disse-nos ainda que nos entregariam kits de acesso (chaves, etc. mais tarde). Como o hotel não nos entregava o suposto “kit de acesso” e o Sr. Julian desapareceu até o sábado seguinte (05/01), perguntei na recepção como faríamos para acessar a praia no outro hotel; a resposta foi de que esta não era a política do hotel e que isto não seria possível.
Todavia mais “surpresas” nos esperavam: durante a semana os quartos ficaram sem serviço de limpeza ou arrumação por até 3 (três) dias consecutivos; em um dos dias encontramos uma camareira no corredor e dissemos que os quartos não haviam sido feitos; ela nos respondeu dizendo que procurássemos a recepção, pois ela seguiria a instrução deles. Em outro dia, novo diálogo com uma das camareiras: ela disse que já havia feito 19 (dezenove) quartos naquele dia, que estava sozinha, e que faria nossos quartos “se conseguisse".
Reclamei neste dia na recepção - de novo não havia ninguém da gerência - que este tipo de serviço não era compatível com um hotel daquele categoria, e a única resposta foi de que “eles estavam com problemas operacionais". Pedido de desculpas, nenhum.
Finalmente, na sexta, um pouco antes do fim da nossa estadia, o Sr. Frank, que se identificou como Diretor do hotel, procurou meu pai e reconheceu que todos os problemas ocorridos conosco tinham sido por culpa exclusiva do hotel. Ofereceu um jantar, almoço ou um café da manhã ao meu pai, e um pedido de desculpas. No dia seguinte, o Sr. Julian reapareceu e me chamou para conversar. Reiterou o pedido desculpas e o convite para um almoço, jantar ou café da manhã, e comprometeu-se a isentar nossas despesas extras da estadia (como valet parking e a taxa de resort - que, neste último caso, não nos parecia fazer muito sentido, uma vez que o hotel era tudo, menos um resort).
O Sr. Frank e o Sr. Julian prometeram ainda que o hotel calcularia a diferença entre as tarifas que pagamos pela hospedagem no Grand Beach Hotel - Surfside e as tarifas do Grand Beach Hotel - Bay Harbour, onde acabamos ficando, e que nos reembolsariam, pois, de fato, havia uma diferença expressiva de valores durante o período da nossa estadia.
Fomos embora em 07/01, profundamente decepcionados, e, de fato, isentaram nossas despesas “extras”. No entanto, apesar de minhas insistentes mensagens aos senhores Julian e Frank, e das promessas que nos foram feitas, já se passam quase três semanas e não tenho nenhuma notícia do hotel a respeito do reembolso. Mais uma vez, uma clara demonstração, para mim, da falta de profissionalismo - e de palavra - do hotel e seus administradores.

Bruno
BrunoPermalinkResponder

Realmente lamentável!!!!!! Estou indo para Miami com meu filho e espero não passar por esse incoveniente. Certamente não ficarei neste hotel.

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